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COLÉGIO ESTADUAL MARECHAL ARTHUR DA COSTA E SILVA

ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO, PROFISSIONAL E NORMAL

PLANEJAMENTO ANUAL
DISCIPLINA DE BIOLOGIA

ENSINO MÉDIO

Área: Ciências da Natureza


Disciplina: Biologia
Professoras: DANICLER WOLFART
ROSANGELA APARECIDA MENEGOL

Turmas: 1º, 2º e 3º ano.


Período: 19/02/2018 a 19/12/2018.

MEDIANEIRA
2018
Biologia/ Justificativa
No ensino de Biologia, faz-se necessário considerar os aspectos éticos de
experimentação animal, sustentados pela Lei 14037, de 20/03/03 que institui o Código
Estadual de Proteção aos Animais, Lei de Biossegurança, Resoluções Conama/MMA e
Política Nacional da Biodiversidade, Política Nacional de Educação Ambiental (Lei
9.795/99) e a Política Estadual de Educação Ambiental (Lei n°. 17.505 de 11 de Janeiro de
2013)
Ainda, de acordo com a Lei 10.639, de 09/01/2003, a disciplina de Biologia deverá
contemplar os conteúdos de Cultura Afro-Brasileira e Africana e Indígena (Lei 11.645/08)
de maneira interdisciplinar, visando reconhecer e valorizar a identidade da cultura e da
história dos negros e indígenas brasileiros. Para isso, será necessária uma reeducação das
relações étnico-raciais entre negros, índios e brancos.
Ainda tendo em vista que de acordo com o levantamento realizado junto aos
professores da rede estadual, implementar-se-á ações voltas das para a prevenção a
drogadição nas escolas, o ensino de ciências deverá cumprir o decreto 5.679/2005, com
enfoque na prevenção ao uso indevido de drogas licitas e ilícitas
O ensino de Biologia deverá cumprir o Decreto 4588/05, o qual institui no âmbito
do Território Paranaense, em todas as Escolas Públicas Estaduais de Ensino Fundamental e
Médio, o Programa de Formação da Cidadania Plena com enfoque na prevenção ao uso
indevido de drogas lícitas e ilícitas, de maneira a mostrar ao aluno os perigos da tolerância
e da dependência, os tipos de drogas e o tratamento.
Em suma, o conhecimento do campo da Biologia deve subsidiar a análise e reflexão
de questões polêmicas que dizem respeito ao desenvolvimento, ao aproveitamento de
recursos naturais e a utilização de tecnologias que implicam em intensa intervenção
humana no ambiente, levando-se em conta a dinâmica dos ecossistemas, dos organismos,
enfim, o modo como a natureza se comporta e a vida se processa.
Somente quando o ser humano sentir-se parte da biosfera deste planeta Terra, terá
consciência dos seus atos, usará sua inteligência com criticidade para, quem sabe,
reorganizar os processos de produção relacionados com o consumo e trabalho, para que esta
sociedade em que vivemos se torne justa e respeitosa com todas as formas de vida.

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

Entende-se por conteúdos básicos os conhecimentos fundamentais para cada série


da etapa final do ensino fundamental e para o ensino médio, considerados imprescindíveis
para a formação conceitual dos estudantes nas diversas disciplinas da Educação Básica.
Por serem conhecimentos fundamentais para a disciplina de Biologia, os conteúdos
básicos não podem ser suprimidos nem reduzidos, porém, ao construir a proposta
pedagógica, o professor poderá seriar/sequenciar esses conteúdos básicos de modo a
orientar o trabalho de seleção de conteúdos específicos no Plano de Trabalho Docente.
O plano é o lugar da criação pedagógica do professor, onde os conteúdos específicos
receberão abordagens contextualizadas histórica, social e politicamente, de modo que
façam sentido para os alunos nas diversas realidades regionais, culturais e econômicas,
contribuindo com sua formação cidadã.
O plano de trabalho docente é, portanto, o currículo em ação. Nele estará a expressão
singular e de autoria, de cada professor, da concepção curricular construída nas discussões
coletivas.

1º ANO – ENSINO MÉDIO

1º TRIMESTRE
 As características da vida
 A química da célula e a alimentação humana
 A descoberta da célula – introdução à citologia
 Membranas celulares
 O citoplasma e organelas

2º TRIMESTRE
 Metabolismo energético da célula: fotossíntese e quimiossíntese; respiração celular
e fermentação
 Núcleo e divisão celular
 Biologia molecular do gene: síntese protéica e engenharia genética

3º TRIMESTRE
 Embriologia animal e sistema reprodutor humano
 Histologia animal
 A origem da vida na Terra (trabalho)

2º ANO – ENSINO MÉDIO

1º TRIMESTRE
 Sistemática, classificação e biodiversidade
 Vírus
 Reino Monera
 Reino Protista
 Reino Fungi
 Reino Plantae:
-Morfologia e fisiologia das criptógamas: briófitas e pteridófitas
-Morfologia e fisiologia das fanerógamas: gimnospermas e angiospermas
2º TRIMESTRE

 Reino Animalia – Invertebrados:


-Poríferos e Cnidários
-Platelmintos e Nematódeos
-Moluscos e Anelídeos
-Artrópodes e Equinodermos

3º TRIMESTRE
 Reino Animalia – Vertebrados:
-Peixes
-Anfíbios
-Répteis
-Aves
-Mamíferos

3º ANO – ENSINO MÉDIO

1º TRIMESTRE
 As origens da Genética e a 1ª Lei de Mendel
 Alelos múltiplos e polialelia

2º TRIMESTRE
 A 2ª Lei de Mendel
 Herança e sexo
 Pleiotropia e interação gênica (trabalho sobre síndromes)

3º TRIMESTRE
 Ecologia e fundamentos
 Ciclos da matéria, sucessão ecológica e desequilíbrio ambiental
 Ecossistemas, populações e relações entre os seres vivos
 Evolução
 Teoria sintética da evolução, especiação e genética de populações
ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO E RECURSOS DIDÁTICOS

As aulas desenvolver-se-ão através de conversação, observação direta, trabalhos


práticos, discussão, pelo uso dos livros didáticos (governo estadual e federal), pela
realização de pequenos experimentos. É imprescindível que haja uma permanente ligação
com o que os alunos já sabem (pré-concepções), uma aproximação dos conteúdos com
experiências de vida e estimulação do pensamento dos adolescentes.
Dependendo do assunto, a aula poderá ser complementada, entre outras sugestões,
com:
-Atividades experimentais;
-Leituras complementares;
-Debates entre alunos, especialistas convidados e professores;
-Entrevistas com parentes, vizinhos, funcionários e professores;
-Leitura de jornais e revistas;
-Exposições orais;
-Dramatizações;
- Internet, softwares educativos e computadores, datashow;
-Excursões e visitas para fotografar, filmar, analisar e estudar comparativamente;
-Confecção de quadros murais, gráficos, cartazes e tabelas;
-Organização de hortas, terrários, minhocários, insetários...
-Atividades práticas em sala de aula com a confecção de materiais práticos;
-Uso da biblioteca;
-Pesquisas;
-Uso da TV Pendrive;
-Uso do laboratório de Ciências e de Biologia;
-Uso do laboratório de informática;
-Projetos interdisciplinares, que levem o aluno a tentar propor medidas de
recuperação de ambientes degradados, como programas de reciclagem e de melhoria de
qualidade de vida em sua casa, em seu bairro e cidade, a Semana da Alimentação.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

O processo da avaliação é uma constante, em múltiplas instâncias, em diversas


dimensões, por inumeráveis metodologias. Busca-se um processo de avaliação que auxilie
o aluno no processo de aprendizagem significativa e não apenas uma avaliação para a
promoção, porque a promoção é tão somente uma decorrência do processo de
aprendizagem.Como instrumento auxiliar de aprendizagem, a avaliação torna-se um
processo intimamente ligado aos objetivos, à metodologia, à natureza dos conteúdos e às
relações propostas pelo Colégio. É uma ação diagnóstica, contínua e mediadora. Sendo
assim, a avaliação, em sua dimensão diagnóstica, é fundamental para a eficácia do processo
educativo. Isto porque o diagnóstico busca as causas, as hipóteses, as relações entre os
vários fatores interagentes no processo educativo e que podem interferir no trabalho que se
realiza. Por isso, a avaliação acompanha a aprendizagem do aluno e diagnostica as causas
(positivas ou negativas) que interferem no processo e, a partir do diagnóstico, reorienta as
ações que compõem o trabalho pedagógico. Com isso, ela auxilia no processo de
aprendizagem significativa e objetiva. Através dela o professor poderá:
a)verificar se os objetivos propostos estão sendo atingidos;
b)identificar as causas que dificultam e / ou interferem no crescimento intelectual e
afetivo do aluno;
c)indicar aspectos/habilidades, atos e atitudes que podem contribuir para melhorar o
desenvolvimento do aluno como pessoa e como estudante;
d)sinalizar melhor o caminho a ser percorrido;
e)rever criticamente sua atuação e reorientá-la;
f)repensar a metodologia empregada para o desenvolvimento dos conteúdos previstos;
g)avaliar a pertinência e a significância dos conteúdos em relação ao referencial do
trabalho pedagógico. É pelo processo avaliativo bem conduzido que o Colégio almeja
resultados qualitativos. Este procedimento não visa à avaliação pelo prisma da promoção,
mas da aprendizagem significativa, decorrente do alcance dos objetivos propostos e da
identificação das causas que dificultam e /ou interferem no processo de aquisição e
construção do conhecimento. Sendo assim, o processo de avaliação do aproveitamento fica
desta forma definido, conforme aprovado no Regimento Escolar:

Avaliação Trimestral: MA = 1º trimestre + 2º trimestre + 3º trimestre = 6,0


3

Será considerado aprovado automaticamente o aluno que, com frequência igual ou


superior a 75% do total da carga horária, obtiver média anual igual ou superior a 6,0 (seis
vírgula zero).
Nosso sistema de avaliação é trimestral pela forma percentual. Para que se obtenha
uma avaliação justa, o professor não poderá se ater a uma única avaliação no trimestre. O
número de avaliações deverá ter como parâmetro o número de aulas semanais.
RECUPERAÇÃO PARALELA

No processo de avaliação do rendimento escolar, dar-se-á ênfase na recuperação de


conteúdos, de forma paralela e contínua, objetivando oportunizar ao aluno de menor
rendimento a recuperação dos conteúdos não assimilados, zelar pela sua aprendizagem e
melhorar suas condições de acesso e permanência na escola, além de oferecer um ensino de
melhor qualidade. Por isso, a recuperação paralela, parte integrante da ação educativa,
assim se desenvolverá:
Considerará a capacidade individual do aluno, o seu desempenho e a sua participação no
processo de aquisição/ construção do conhecimento;
1- O professor retomará os conteúdos não atingidos, aplicando recursos didáticos
diversos, aliados à sua criatividade, de modo a alcançar os resultados esperados
(atividades como pesquisa, listagem de exercícios, aulas expositivas, atendimento
individual, grupos de estudo com alunos monitores, entre outras);
2- Será trimestral;
3- Antes de realizar a avaliação ou prova com os conteúdos trabalhados no trimestre
deverá haver uma retomada dos mesmos;
4- Os conteúdos da avaliação de recuperação deverão ser previamente selecionados, ou
seja, fazer uma triagem dos conteúdos relevantes e significativos para a etapa da
aprendizagem a que se refere;
5- A realização da avaliação de recuperação é obrigatória aos alunos que obtiverem
rendimento inferior a 6,0 (seis vírgula zero) e facultativa àqueles que obtiverem
rendimento entre 6,0 (seis vírgula zero) e 7,0 (sete vírgula zero), prevalecendo a
nota maior.
Observação: A oportunidade de realização das avaliações de recuperação será
concedida somente aos alunos que frequentam regularmente as aulas e realizaram
as avaliações e trabalhos aplicados no trimestre avaliado, salvo os casos amparados
legalmente.
Antes da prova de recuperação do trimestre será realizado o Pré Conselho de Classe.
6-Antes da prova de recuperação do trimestre será realizado o Pré Conselho de Classe.

Observação: Os conteúdos serão trabalhados de acordo com o número de aulas da


disciplina, ficando difícil de desenvolver todos os itens, e sabemos que todos são de
extrema importância.
REFERÊNCIAS

BRASIL. Lei nº 10.639. Inserção dos conteúdos de História e Cultura Afro-Brasileira


nos Currículos Escolares: O que diz a Lei. Promulgada em 09 de janeiro de 2003.
Disponível em <http//www.diaadiaeducacao.pr.gov.br>.Acesso em: 26 fev. 2008.

BRASIL. Lei nº 14.037. Código Estadual de Proteção aos Animais: promulgada em 20


de março de 2003. Disponível em <http//www.CONAMA.com.br>.Acesso em: 26 jan.
2008.

CARNIATTO, I. A formação do sujeito professor: investigação narrativa em


ciências/biologia. Cascavel: Edunioeste, 2002. p. 91-105.

COLÉGIO Estadual João Manoel Mondrone – Ensino Fundamental, Médio, Profissional e


Normal. Proposta Pedagógica Curricular, Projeto Político Pedagógico e Regimento
Escolar.2008.

DCEs- Diretrizes Curriculares da Rede Pública da Educação Básica do Estado do Paraná.


Biologia. Secretaria do Estado da Educação – SEED. Curitiba, 2006. Disponível em:
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br.

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. 22 ed. São


Paulo: Paz e Terra, 2002.

IPARDES – Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social. Meio


Ambiente. Conservação da Natureza. Desenvolvimento Sustentado. Agenda 21-
Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Curitiba:
IPARDES, 2001.

KRASILCHIK, M. Prática de Ensino de Biologia. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1986.

SASSON, S.; SILVA JR. C. Biologia . Vol.1, 2, 3. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2005.

SEED-PR – Secretaria de Estado da Educação do Paraná. Biologia - vários autores. Livro


Didático Público. Curitiba: SEED-PR, 2006. p. 272.
SEED-PR – Secretaria de Estado da Educação do Paraná. Coordenadoria Estadual
Antidrogas. Decreto 4588/05. Disponível em < http://www.antidrogas.pr.gov.br>.
Acesso em: 02 mar. 2008.

SITES:
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br