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C H MACKINTOSH

"O bright and blessed scenes,Where sin can never come; Whose sight our longing spirits weans
From earth where yet we roam."

A tradução literal é:

"Ó cenas brilhantes e abençoadas, Em que pecado nunca pode entrar; Cuja visão afasta os
nossos espíritos desejosos Dessa terra, pela qual ainda estamos viajando."

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TIPOS DE CRUZ

Tamus
A cruz teve origem na Suméria com a adoração do deus Tamus, seu nome está hoje no Alfabeto Hebraico com a
letra Tau, que é a inicial de seu nome, na Antiga Suméria seu nome tinha o símbolo da cruz, para tanto, seus
sacerdotes e seus seguidores faziam o sinal da cruz nos seus cultos religiosos em homenagem a esse deus.
Tamuz era um deus dos sumérios conhecido como Dumuzi e pelos egípcios como Hórus, Baal para os Fenícios e
Cananeus e Adônis para os Gregos.
De acordo com a lenda, sua mulher Semíramis conhecia a promessa feita de Adão e Eva que suscitaria um
descendente da mulher para pisar a serpente (Gn 3:15) e assim teve um filho supostamente de maneira
milagrosa e lhe deu o nome Tamuz.
Este foi apresentado como o libertador prometido e assim começou a ser adorado juntamente com sua mãe,
dando início a uma prática de adorar o filho salvador e a mulher escolhida para concebê-lo. Jeremias condenou
a entrega de oferendas a Semíramis (também conhecida por Astarte), conhecida como “rainha do céu” (Jr 7:18;
44:17-19,25), como também a adoração a Tamuz que havia sido morto por um javali e supostamente
ressuscitado (Ez 8:17).
Todo esse culto pagão se alastrou por toda a Mesopotâmia chegando até a Síria e a Canaã. O uso de imagens de
Semíramis segurando uma criança foi difundido chegando a Fenícia e a partir de lá, conquistou toda a terra. No
Egito foram conhecidos como Ísis e Hórus, no panteão egípcio são Osíris e Ísis; na Grécia como Afrodite e Eros,
Tamuz também é apresentado como Adônis; na Itália como Vênus e Cupido; e nos dias atuais é representada
nas imagens de Maria e o menino Jesus (carregando o mesmo título babilônico: rainha dos céus, perpetrado
pelo papado).Todo o sistema religioso pagão da Babilônia teve ramificações, tendo relação estreita com outros
deuses, sendo Tamuz associado a Baal e a Dagon, o deus-peixe, também chamado de “guardião da ponte”.
Não foi difícil para os egípcios se influenciarem e criar a cruz Ankh, para depois formar sua própria lenda a
respeito desse mito antigo sumeriano.

Tau
Ankh
De origem egípcia porém, profundamente influenciados pela cultura sumeriana, surgido na quinta dinastia que
perdurou de 2479 a.C. a 2311 a.C. ou seja 168 anos de duração, a esse símbolo possuí vários significados para o
povo do Egito, simboliza o masculino e o feminino, pois o Ankh inspirará os Gregos a fazerem o símbolo de
Afrodite, o Ankh também simboliza a junção de Ísis e Osíris, pois a união destas divindades, proporcionava a
cheia periódica do Nilo, como também representa o símbolo da vida e a união entre os opostos.
Infelizmente, os ocultistas e satanistas adotaram o Ankh e hoje na maçonaria illuminati, é muito comum à
adoração do Ankh.

Ankh

Cruz de Santo André


De acordo com a tradição religiosa, o Apóstolo André sentiu-se indigno de ser crucificado como o seu Senhor.
Desta forma, ele suplicou que a sua cruz fosse diferente. Ela é um símbolo da humildade e do sofrimento. Em
heráldica, simboliza caudilho invicto em combate. Nas etiquetas de substâncias perigosas, utiliza-se para indicar
que um produto é perigoso. Foi utilizada pelos romanos para marcar as fronteiras de seu território.

Cruz de Santo André

Cruz de Pedro ou Cruz do Anticristo


Segundo a Tradição, o Apóstolo Pedro teria sido crucificado de cabeça para baixo, numa cruz como esta. Consta
ainda que seu sucessor, o papa de Roma, a tinha em sua cátedra quando visitou Israel.
Também é adorada por satanistas, por simbolizar o anticristo.

Cruz de Pedro ou Cruz do Anticristo

Suástica ou Cruz Gamada


Algumas notas sobre a história da Esvástica: Em inglês como em alemão, a palavra "esvástica" deriva do
sâscrito: svatikah e significa boa sorte, afortunado. A primeira parte da palavra SVASTI pode ser dividida em
duas partes: SU = (bom, bem), e ASTI = (é). A parte ASTIKAH somente, quer dizer SER. Na Índia, esta palavra é
associada a coisas favoráveis - porque significa "favorável". Lá, o giro das esvásticas em sentido horário ou anti-
horário tem diferentes significados. Devido a sua simplicidade, a esvática tem sido usada quase sempre de
modo independente por muitas sociedades humanas. Uma das mais antigas esváticas conhecidas foi
encontrada em um cova paleolítica há cerca de 10 mil anos. Há cerca de 2 mil anos, quando o batismo foi
levado da Índia à China, os chineses também tomaram emprestado a esvástica e seu favorável significado. Na
China a esvástica é considerada ser um caractere com a pronúncia de "wan" (em mandarím). Também se lhe
considera ser equivalente a outro caractere chinês com a mesma pronúncia que quer dizer "dez mil", "um
número grande", "todo". O símbolo da esvástica tem sido usado por milhares de anos, praticamente por todos
os grupos de seres humanos do planeta. As tribos germânicas o conheciam como a "Cruz de Thor", e é curioso
que os nazistas não usaram esse mesmo termo que se relaciona com a história alemã, em vez disso, preferiram
"roubar" o termo hindu de esvástica. O símbolo foi levado à Inglaterra pelos povos escandinavos de Lincolnshire
e Yorkshire, muito antes de Hitler. Algo ainda mais interessante é que o símbolo foi encontrado em templos
judeus da Palestina, construídos há mais de 2 mil anos. Assim, Hitler usurpou (quem sabe, inadvertidamente?)
um símbolo judeu, ou mesmo, hindu. Nas Américas, a esvástica foi usada pelos americanos nativos do Norte,
Centro e Sul América. Segundo Joe Hofler, que também faz menção ao Dr. Kumbari do museu de Urumqi em
Xinjiang, China os indo-arianos germânicos viajaram a Europa por volta de 2000 a.C. e levaram consigo o
símbolo da esvástica (ou disco solar) de sua arte religiosa naquele tempo - e isto fica demonstrado pelas
escavações das fossas de Kurgan nas planícies da Rússia e as fossas indo-arianas em Xinjiang, China.

Suástica ou Cruz Gamada

Cruz de Malta
Formada por quatro pontas que apontam para o centro e oito pontas externas que simbolizam a regeneração.
Esta cruz foi símbolo dos Cavaleiros de São João, que foram levados pelos turcos de Rodes para ilha de Malta.
A cruz de Malta , também conhecida como a cruz de Amalfi , é o símbolo associado com a Ordem dos
Cavaleiros de Malta os Cavaleiros Hospitalários. É também o símbolo moderno de Amalfi, uma pequena
república italiana do século XI.

A primeira evidência para a Cruz de Malta em Malta aparece nas moedas de cobre do Grão-Mestre Maçom
Jean Parisot de la Vallette 1557-1568 e são datadas de 1567.
Valette transformou-se no herói da Ordem e o mais ilustre líder, comandando a resistência contra os Otomanos
no Cerco de Malta, em 1565, sendo considerado um dos melhores de seu tempo. Foi escolhido Grão-Mestre da
ordem em 21 de Agosto de 1557.

Cruz de Malta

A Crucificação de Jesus
A forma de suplício pela cruz é de origem Fenícia, já era cruel quando estes aplicavam à pena de morte pela
cruz, mas os Romanos modernizaram e fizeram o que era ruim, ficar pior, pois à morte via crucis ficou mais
letal, Jesus morreu em 1948 o médico austríaco Hermann Moedder mostrou que se uma pessoa é empalada
com as mãos pregadas diretamente acima da cabeça, ela morre por asfixia em aproximadamente 6 minutos.
Isto foi confirmado depois por outros pesquisadores, tais como o professor do Departamento de Patologia na
Universidade de Colúmbia, EUA, Frederick T. Zugibe. Com a ajuda de experimentos muito precisos, descritos na
revista Bible Review de abril de 1989 Duas Questões Sobre a Crucificação, ele mostrou que se alguém for
pregado com os braços estendidos formando um ângulo entre 60 e 70 graus, essa pessoa não fica asfixiada e
pode permanecer viva por várias horas.
A conclusão óbvia derivada disso é que Jesus não pode ter sido empalado com os braços estendidos para cima,
como a Torre de Vigia vem dizendo desde 1936, mas ele deve ter sido crucificado com os braços esticados para
os lados. O Dr. Zugibe mostrou também que os pregos não precisam ter passado através dos pulsos, como
alguns disseram, porque também há áreas nas palmas das mãos onde os pregos foram cravados que podem
suportar centenas de quilos.
A questão de saber se Jesus morreu numa estaca, com ou sem uma barra transversal é, naturalmente,
irrelevante para um cristão. A salvação não depende duma barra transversal. Mas, já que a Torre de Vigia criou
uma questão em torno disso e se apega a este ensino desde 1936.

Jesus Morreu em Uma Cruz ou Em uma Estaca?


Na revista A Sentinela de 1º de maio de 1989, págs. 23-26 (assim como em outras publicações), a Torre de Vigia
argumenta que a cruz é um símbolo totalmente pagão e que Jesus morreu realmente num poste único. A
organização aborda o assunto dessa maneira desde a década de 1930. Eles comentam bastante sobre o
significado fundamental das palavras gregas staurós e xýlon, usadas no Novo Testamento. Citam também alguns
eruditos do século 19 e compartilham o conceito deles. Chegam mesmo a dar a entender que a idéia de que
Jesus tenha morrido numa “cruz” – um poste com uma barra transversal – é só uma tradição religiosa da época
do imperador Constantino. (Tradução Interlinear do Reino das Escrituras Gregas, 1969, pág. 1155) Assim,
acredita-se que a passagem dos anos, desde que essa idéia surgiu, resolveu o assunto definitivamente.
É errado sugerir que as palavras staurós e xýlon, em si mesmas, provam alguma coisa. Ambas as palavras se
enquadram tanto no caso da estaca “simples” de execução como no caso da que tem uma viga transversal. A
Torre de Vigia reconhece há muito tempo que os romanos executavam pessoas não só em postes simples, como
também em postes com barra transversal. (Despertai! de 8 de abril de 1963, pág. 27).
O fato de a barra transversal ter sido acrescentada ao poste vertical não significa que ele deixou de ser
chamado de staurós ou xýlon. De fato, sobre as palavras staurós e crux, a Torre de Vigia admite que “vez por
outra, estes termos foram usados para referir-se também a objetos em forma de cruz.” (Despertai! de 22 de
maio de 1977 pág. 27) Porém, esse reconhecimento não ocorre no caso da palavra xýlon, ao passo que a
palavra staurós, a única utilizada pelos escritores dos Evangelhos em referência àquilo em que Jesus foi
pendurado, pode significar tanto um poste simples, uma estaca ou uma cruz, o fato de ela ser em todos os
outros lugares na Bíblia referida como um xylon, que significa simplesmente um pedaço de madeira e não
admite qualquer significado duplo desse tipo, indica que o tipo de staurós no qual Jesus morreu não era uma
cruz, uma crux compacta ou crux immissa, mas simplesmente um poste, uma crux simplex. (Despertai! de 8 de
abril de 1963 [em inglês], pág. 28).
A Torre de Vigia está errada nisso. Há dicionários bíblicos que informam que xýlon poderia representar
“qualquer coisa feita de madeira.” (Friedrich-Bromiley, Dicionário Teológico de Palavras do Novo Testamento,
Vol. 5, 1967, pág. 1176), poderia significar “forca” (Um Léxico Greco-Inglês do Novo Testamento, de Walter
Bauer, pág. 549) e foi usada até mesmo para designar estruturas complexas de madeira, tais como bancos e
mesas. (Friedrich-Bromiley, pág. 1176) A Versão Septuaginta (LXX) usa a palavra xýlon até mesmo no caso de
árvores vivas, com galhos e tudo o mais! Veja, por exemplo, Isaías 7:2 e Jeremias. 2:20 na LXX. Portanto, não há
absolutamente nada que impeça que a palavra xýlon seja usada para se referir a um poste de execução com
barra transversal.
Assim é com a palavra latina crux, que corresponde à nossa palavra “cruz”. Essa palavra significava
originalmente um poste único, mas quando os romanos acrescentaram uma barra transversal no poste, o
instrumento de execução continuou sendo chamado de crux.
Isso é facilmente compreensível se pensarmos em nossos postes telefônicos do mundo moderno. Ninguém
chamaria um poste de telefone de outra coisa a não ser de poste telefônico, embora muitas vezes ele inclua
uma barra transversal cruzada, contendo os equipamentos.

Indicações no Novo Testamento


Por razões linguísticas, não se pode determinar qual era a forma exata do instrumento usado na execução de
Jesus. Mas, alguns dados no Novo Testamento dão indicações sobre como ele era. João 20:25 mostra que as
mãos de Jesus foram perfuradas por pelo menos dois pregos. Assim, as ilustrações nas publicações da Torre de
Vigia mostrando as mãos de Jesus fixas por um único prego devem ser rejeitadas. Esse texto de Atos 20:25 dá
uma boa indicação que aponta para a ideia duma crucificação tradicional. Além disso, Mateus 27:37 diz que os
romanos colocaram um letreiro ou sinal acima da cabeça de Jesus. Que Jesus estaria com as mãos estendidas
para a lateral é a melhor explicação para este fato. Se ele estivesse com as mãos pregadas acima da cabeça,
como mostram as ilustrações da Torre de Vigia, o registro diria que a placa foi colocada acima das mãos, não
acima de sua cabeça.
A revista A Sentinela de 15 de agosto de 1987 diz na página 23 (citando o livro The Non-Christian Cross):
“Não existe uma única sentença em qualquer dos inúmeros escritos que formam o Novo Testamento que, no
grego original, forneça sequer evidência indireta no sentido de que o stauros usado no caso de Jesus fosse
diferente do stauros poste ou estaca comum; muito menos no sentido que consistisse, não em um só pedaço
de madeira, mas em dois pedaços pregados juntos em forma de uma cruz.” (grifos acrescentados)
Isso está errado. Como vimos acima, existem circunstâncias no Novo Testamento que sugerem exatamente isso!