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22/04/2018 832 862 PLAN DE COURS DE VALIDATION DE JOURNALISME TITLES

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832 862 PLAN DE COURS DE


VALIDATION DE
JOURNALISME TITLES
Dimanche, 22 Avril, 2018 RADIO PROTOCOLE
INTERNATIONAL
PROTOCOLE D'ORIENTATION POUR 832870/2018
PROTOCOLE D'ADAPTATION AU SYSTÈME
ÉTUDIANTS ÉTRANGERS SONT 832067/2018 PROTOCOLE MISE À JOUR DU

VIRTUEL COMMENT CECU


RÉSEAU mardi, 6 Mars, 2018 Mise à jour le
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PROTOCOLE DE PROTOCOLE GENERAL
PRT 491671/2018 832067/2018 MISE À JOUR
DU RÉSEAU VIRTUEL INESPEC .
PROTOCOLE GENERAL 6842.2017 PRT
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PROTOCOLE D'ORIENTATION POUR
LES ETUDIANTS ETRANGERS ...

2.1. Les certificats à émettre dans le


cadre ...

Publié par école virtuelle CECU CENTRE D' ÉDUCATION ET DE LA CULTURE DE L' Arrêté fédéral n ° 8660, DU JANVIER
2016 ... 29
UNIVERSITÉ EAD à 10:17 Aucun commentaire:
2.1. les autorités de la liste (voir annexe
I).

2.1. ANEXO I - Lista das autoridades

2.1. Les certificats à émettre dans le cadre 2.17. ANEXO I - Lista das autoridades
parte II D

du cours international CONCEPTION 2.17. ANEXO I - Lista das autoridades


parte II C
TECHNICIEN JOURNALISME (CLASSES 2.17. ANEXO I - Lista das autoridades
parte II B
I II III et IV) au Brésil en Europe et aux
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I, II, Traduzido
III etpara:IV) au Brésil,
Francês
en Europe et aux
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EEUA, peut adopter la Convention de La 2.17. ANEXO I - Lista das autoridades


parte II A

Haye Apostille. 2.17. ANEXO I - Lista das autoridades


parte II

mqdefault.jpg 2.1. Convenção Relativa à Supressão da


Exigência d...

ÉDUCATION ET CULTURE CENTRE DE CENTRO DE ENSINO E CULTURA


UNIVERSITÁRIA - CURSO T...
L'UNIVERSITÉ
entreprise virtuelle
INSTITUT L'ÉDUCATION, DE LA RECHERCHE, EXTENSION ET CULTURE
INESPEC -CECU

WEB RADIO RÉSEAU INESPEC CECU


CURSO EM EDUCAÇÃO CONTINUADA

CURSO TÉCNICO EM
JORNALISMO
Validação dos Títulos no Exterior
Validação dos Títulos no Exterior

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2.1. Os certificados a serem expedidos no contexto do PROJETO DE CURSO


INTERNACIONAL TÉCNICO EM JORNALISMO (TURMAS I, II, III e IV)no
Brasil, na Europa e nos EEUA, poderão adotar Convenção da Apostila da Haia.
2.2. A palavra Apostila (em português) é de origem francesa, sendo grafada
“Apostille”, que provém do verbo "apostiller", que significa Anotação.
2.3. Assim sendo, apesar do significado corrente na Língua Portuguesa que
tem o significado de uma publicação, um significado adicional é que uma
apostila consiste numa anotação à margem de um documento ou ao final de uma
carta, por exemplo.
2.4. Neste caso, a Apostila é definida como um certificado emitido nos termos
da Convenção da Apostila que autentica a origem de um Documento Público.
2.5. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é o responsável por coordenar e
regulamentar a aplicação da Convenção da Apostila da Haia no Brasil, que
entrou em vigor em agosto de 2016.
2.6. O tratado, assinado no segundo semestre de 2015 pelo Brasil, tem o
objetivo de agilizar e simplificar a legalização de documentos entre os 112 países
signatários, permitindo o reconhecimento mútuo de documentos brasileiros no
exterior e de documentos estrangeiros no Brasil.
2.7. Convenção aplica-se aos atos públicos lavrados e apresentados em um
dos países signatários.
2.8. São considerados como atos públicos:
I. Documentos provenientes de uma autoridade ou de um funcionário
dependente de qualquer jurisdição do país, compreendidos os
provenientes do Ministério Público, de um escrivão de direito ou de um
oficial de diligências;
II. Documentos administrativos;
III. Atos notariais;
IV. Declarações oficiais tais como menções de registro, vistos para data
determinada e reconhecimento de assinatura, inseridos em atos de
natureza privada.
2.9. A Convenção não se aplica a:
I. Documentos elaborados pelos agentes diplomáticos ou consulares;
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II. Documentos administrativos relacionados diretamente com uma operação


comercial ou aduaneira.
2.10. A única formalidade que pode ser exigida para atestar a veracidade da
assinatura, a qualidade e a autenticidade será o selo ou carimbo dado pela
autoridade competente do país donde o documento é originário.
2.11. Esta formalidade não pode ser exigida caso as leis, os regulamentos, os
costumes que vigorem no país onde se celebrou o ato afastem, simplifiquem ou
dispense o ato da legalização.
2.12. TEXTO INTEGRAL (Protocolos e Princípios) - Convenção Relativa à
Supressão da Exigência da Legalização dos Atos Públicos Estrangeiros. Entrada
em vigor: 24-I-1965.
https://www.hcch.net/pt/instruments/conventions/full-text/?cid=41
Convenção Relativa à Supressão da Exigência da Legalização dos Atos Públicos
Estrangeiros
Os Estados signatários da presente Convenção,
Desejando suprimir a exigência da legalização diplomática ou consular dos atos
públicos estrangeiros,
Resolveram celebrar uma convenção com aquela finalidade e concordaram com
as disposições seguintes:
Artigo 1.º
A presente Convenção aplica-se aos atos públicos lavrados no território de um
dos Estados contratantes e que devam ser apresentados no território de outro
Estado contratante.
São considerados como atos públicos para os efeitos da presente Convenção:
a) Os documentos provenientes de uma autoridade ou de um funcionário
dependentes de qualquer jurisdição do Estado, compreendidos os provenientes do
Ministério Público, de um escrivão de direito ou de um oficial de diligências;
b) Os documentos administrativos;
c) Os atos notariais;
d) As declarações oficiais tais como menções de registo, vistos para data
determinada e reconhecimento de assinatura, inseridos em atos de natureza
privada.
Todavia, a presente Convenção não se aplica:
a) Aos documentos elaborados pelos agentes diplomáticos ou consulares;
b) Aos documentos administrativos relacionados diretamente com uma operação
comercial ou aduaneira.
Artigo 2.º
Cada um dos Estados contratantes dispensará a legalização dos atos aos quais se
aplica a presente Convenção e que devam produzir os seus efeitos no seu
território. A legalização, no sentido da presente Convenção, apenas abrange a
formalidade pela qual os agentes diplomáticos ou consulares do país sobre cujo
território o ato deve produzir os seus efeitos reconhecem a assinatura, a qualidade
em que o signatário do ato atuou e, sendo caso disso, a autenticidade do selo ou
do carimbo que constam do ato.
Artigo 3.º
A única formalidade que pode ser exigida para atestar a veracidade da
assinatura, a qualidade em que o signatário do ato atuou e, sendo caso disso, a
autenticidade do selo ou do carimbo que constam do ato consiste na aposição da
apostila definida no Artigo 4.º, passada pela autoridade competente do Estado
donde o documento é originário.
Todavia, a formalidade mencionada na alínea precedente não pode ser exigida se
as leis, os regulamentos, os costumes que vigorem no Estado onde se celebrou o
ato, ou um acordo entre dois ou mais Estados contratantes afastem, simplifiquem
ou dispensem o ato da legalização.
Artigo 4.º
A apostila prevista no Artigo 3.º, alínea primeira, será aposta sobre o próprio ato
ou numa folha ligada a ele e deve ser conforme ao modelo anexo a esta
Convenção.
A apostila pode, todavia, ser redigida na língua oficial da autoridade que a passa.
As menções que figuram na mesma podem também ser redigidas num segundo
idioma. O título «Apostila (Convenção da Haia de 5 de Outubro de 1961)» deverá
ser escrito em língua francesa.
Artigo 5.º
A apostila será passada a requerimento do signatário ou de qualquer portador do
ato.
Devidamente preenchida, a apostila atestará a veracidade da assinatura, a
qualidade em que agiu o signatário do ato e, sendo caso disso, a autenticidade do
selo ou do carimbo que constam do ato
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selo ou do carimbo que constam do ato.
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A assinatura, o selo ou carimbo que figurarem sobre a apostila é dispensado de


qualquer reconhecimento.
Artigo 6.º
Cada Estado contratante designará as autoridades, determinadas pelas funções
que exercem às quais é atribuída competência para passar a apostila prevista no
Artigo 3.º, alínea primeira.
Esta designação será notificada, por cada Estado contratante, ao Ministério dos
Negócios Estrangeiros dos Países Baixos no momento do depósito do respectivo
instrumento de ratificação, adesão ou declaração de extensão. O referido
Ministério será ainda notificado de todas as modificações que ocorrerem na
designação daquelas autoridades.
Artigo 7.º
Cada uma das autoridades designadas de acordo com o prescrito no Artigo 6.º
deve ter um registro ou um ficheiro no qual se anotarão as apostilas emitidas
indicando:
a) O número de ordem e a data da apostila;
b) O nome do signatário do ato público e a qualidade em que agiu ou, no caso dos
atos não assinados, a indicação da autoridade que os selou ou carimbou.
A pedido de qualquer interessado a autoridade que passou a apostila é obrigada a
verificar se as indicações contidas na apostila correspondem às constantes do
registro ou do ficheiro.
Artigo 8.º
Sempre que entre dois ou mais Estados contratantes exista um tratado, convenção
ou acordo contendo disposições que fazem depender o reconhecimento da
assinatura, do selo ou carimbo do cumprimento de certas formalidades, a presente
Convenção derroga-os apenas se aquelas formalidades forem mais rigorosas do
que as previstas nos Artigos 3.º e 4.º
Artigo 9.º
Cada Estado contratante tomará as providências que julgar necessárias para
evitar que os seus agentes diplomáticos ou consulares procedam a legalizações
nos casos em que a presente Convenção as dispensa.
Artigo 10.º
A presente Convenção fica aberta à assinatura dos Estados representados na 9.ª
sessão da Conferência da Haia do Direito Internacional Privado, e bem assim à
assinatura por parte da Irlanda, Islândia, Liechtenstein e Turquia.
A Convenção será ratificada e os instrumentos de ratificação serão depositados
no Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos.
Artigo 11.º
A presente Convenção entrará em vigor no sexagésimo dia após o depósito do
terceiro instrumento de ratificação previsto no Artigo 10.º, alínea segunda.
A Convenção entrará em vigor, para cada Estado signatário que a ratifique
posteriormente, no sexagésimo dia após o depósito do respectivo instrumento de
ratificação.
Artigo 12.º
Qualquer Estado, além dos previstos no Artigo 10.º, poderá aderir à presente
Convenção, depois de a mesma ter entrado em vigor, nos termos do Artigo 11.º,
alínea primeira. O instrumento de adesão será depositado no Ministério dos
Negócios Estrangeiros dos Países Baixos.
A adesão apenas produzirá efeitos nas relações entre o Estado aderente e os
restantes Estados contratantes se estes, nos seis meses posteriores à recepção da
notificação prevista no Artigo 15.º, alínea d), não se tiverem oposto à adesão. Em
caso de oposição deverá a mesma ser notificada ao Ministério dos Negócios
Estrangeiros dos Países Baixos.
A Convenção entrará em vigor entre o Estado aderente e aqueles que se não
tiverem oposto à adesão, no sexagésimo dia após ter expirado o prazo de seis
meses mencionado na alínea precedente.
Artigo 13.º
Qualquer Estado, no momento da assinatura, ratificação ou adesão, poderá
declarar que a presente Convenção se aplicará ao conjunto dos territórios que ele
representa no plano internacional, ou a um ou mais de entre eles. Esta declaração
terá efeito a partir do momento da entrada em vigor da Convenção relativamente
ao Estado em causa.
Mais tarde, toda a extensão desta natureza será comunicada ao Ministério dos
Negócios Estrangeiros dos Países Baixos.
Quando a declaração da extensão for feita por um Estado que tenha assinado e
ratificado a presente Convenção, esta entrará em vigor para os territórios visados
por aquela nos prazos previstos pelo Artigo 11.º. Quando a declaração de
extensão for feita por um Estado que tenha aderido à Convenção, esta entrará em
vigor relativamente aos territórios visados por aquela nos prazos e condições
previstos pelo Artigo 12.º

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Artigo 14.º
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A presente Convenção terá a duração de cinco anos a partir da data da sua


entrada em vigor, nos termos do Artigo 11.º, alínea primeira, mesmo para os
Estados que a tenham ratificado ou a ela tenham aderido posteriormente.
A Convenção considerar-se-á como prorrogada tacitamente por períodos de cinco
anos, salvo denúncia.
A denúncia será notificada ao Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Países
Baixos, pelo menos seus meses antes de expirado o prazo de cinco anos acima
referido.
A denúncia poderá limitar-se a alguns dos territórios aos quais se aplica a
Convenção.
A denúncia apenas produzirá efeitos relativamente ao Estado que tenha feito a
respectiva notificação. A Convenção continuara em vigor relativamente aos
restantes Estados contratantes.
Artigo 15.º
O Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos notificará os Estados a
que se refere o Artigo 10.º e bem assim os Estados aderentes nos termos do Artigo
12.º do seguinte:
a) As notificações a que se refere o Artigo 6.º, alínea segunda;
b) As assinaturas e ratificações a que se refere o Artigo 10.º;
c) A data a partir da qual a presente Convenção entrará em vigor de acordo com
o disposto no Artigo 11.º, alínea primeira;
d) As adesões e oposições previstas pelo Artigo 12.º e a data a partir da qual as
adesões entrarão em vigor;
e) As extensões previstas pelo Artigo 13.º e a data a partir da qual elas produzirão
efeito;
f) As denúncias previstas pelo Artigo 14.º, alínea terceira.
Em fé do que, os abaixo assinados, devidamente autorizados, assinarem a
presente Convenção.
Feira na Haia, em 5 de Outubro de 1961, em francês e inglês, fazendo fé o texto
francês em caso de divergência entre os dois textos, num só exemplar, que será
depositado nos arquivos do Governo dos Países Baixos, e com base no qual uma
cópia certificada conforme ao original será remetida, pela via diplomática, a cada
um dos Estados representados na 9.ª sessão da Conferência da Haia de Direito
Internacional Privado, e bem assim à Irlanda, Islândia, Liechtenstein e Turquia.
Anexo à Convenção
(A apostila terá a forma de um quadrado com, pelo menos, 9 cm de lado)
APOSTILA
(Convention de La Haye du 5 octobre 1961)
1. País (Pays): ...
Este documento público (Le présent act public)
2. Foi assinado por (a été signé par) ...
3. Agindo na qualidade de (agissant en qualité de) ...
4. E tem o selo ou carimbo de (est revêtu sceau/timbre de) ...
Reconhecido (Attesté)
5. Em (à) ... 6. a (le) ...
7. Por (par) ...
8. Sob o n.º (sous nº) ...
9. Selo/carimbo (sceau/timbre):
10. Assinatura (Signature):
Nota: este texto tem carácter meramente informativo e não dispensa a consulta do
diploma original, conforme publicado no Diário da República.

Postado por ESCOLA VIRTUAL CECU CENTRO DE ENSINO E CULTURA UNIVERSITÁRIA EAD
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DECRETO FEDERAL Nº 8.660, DE 29 DE


JANEIRO DE 2016 - Promulga a
Convenção sobre a Eliminação da
Exigência de Legalização de Documentos
Públicos Estrangeiros, firmada pela
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República Federativa do Brasil, em Haia,


em 5 de outubro de 1961.

2.1. DECRETO FEDERAL Nº 8.660, DE 29 DE JANEIRO DE 2016 - Promulga a


Convenção sobre a Eliminação da Exigência de Legalização de Documentos
Públicos Estrangeiros, firmada pela República Federativa do Brasil, em Haia, em
5 de outubro de 1961.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/decreto/d8660.htm

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-
2010/2008/Decreto/Image4.gif

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
DECRETO Nº 8.660, DE 29 DE JANEIRO DE 2016.
Promulga a Convenção sobre a Eliminação da Exigência de Legalização de
Documentos Públicos Estrangeiros, firmada pela República Federativa do Brasil,
em Haia, em 5 de outubro de 1961.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,
caput, inciso IV, da Constituição, e
Considerando que a Convenção sobre a Eliminação da Exigência de Legalização de
Documentos Públicos Estrangeiros foi firmada em Haia, em 5 de outubro de 1961;
Considerando que o Congresso Nacional aprovou a Convenção sobre a Eliminação
da Exigência de Legalização de Documentos Públicos Estrangeiros, por meio do
Decreto Legislativo nº 148, de 6 de julho de 2015;
Considerando que o Governo brasileiro depositou, junto ao Ministério das Relações
Exteriores dos Países Baixos, em 2 de dezembro de 2015, o instrumento de adesão
da República Federativa do Brasil à Convenção sobre a Eliminação da Exigência de
Legalização de Documentos Públicos Estrangeiros; e
Considerando que a Convenção sobre a Eliminação da Exigência de Legalização de
Documentos Públicos Estrangeiros entrará em vigor para a República Federativa do
Brasil, no plano jurídico externo, em 14 de agosto de 2016;
DECRETA:
Art. 1º Fica promulgada a Convenção sobre a Eliminação da Exigência de
Legalização de Documentos Públicos Estrangeiros, firmada em Haia, em 5 de
outubro de 1961, anexa a este Decreto.
Art. 2o São sujeitos à aprovação do Congresso Nacional atos que possam resultar
em revisão do Acordo e ajustes complementares que acarretem encargos ou
compromissos gravosos ao patrimônio nacional, nos termos do inciso I do caput do
art. 49 da Constituição.
Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 29 de janeiro de 2016; 195º da Independência e 128º da República.
DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo
Mauro Luiz Iecker Vieira
Este texto não substitui o publicado no DOU de 1º.2.2016
CONVENÇÃO SOBRE A ELIMINAÇÃO DA EXIGÊNCIA DE LEGALIZAÇÃO
DE DOCUMENTOS PÚBLICOS ESTRANGEIROS
(Celebrada em 5 de outubro de 1961)
Os Estados Signatários da presente Convenção,
Desejando eliminar a exigência de legalização diplomática ou consular de
documentos públicos estrangeiros,
Decidiram celebrar uma Convenção com essa finalidade e concordaram com as
seguintes disposições:
Artigo 1º
A presente Convenção aplica-se a documentos públicos feitos no território de um
dos Estados Contratantes e que devam produzir efeitos no território de outro Estado
Contratante.
No âmbito da presente Convenção, são considerados documentos públicos:
a) Os documentos provenientes de uma autoridade ou de um agente público
vinculados a qualquer jurisdição do Estado, inclusive os documentos provenientes
do Ministério Público, de escrivão judiciário ou de oficial de justiça;
b) Os documentos administrativos;

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c) Os atos notariais;
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d) As declarações oficiais apostas em documentos de natureza privada, tais como


certidões que comprovem o registro de um documento ou a sua existência em
determinada data, e reconhecimentos de assinatura.
Entretanto, a presente Convenção não se aplica:
a) Aos documentos emitidos por agentes diplomáticos ou consulares;
b) Aos documentos administrativos diretamente relacionados a operações
comerciais ou aduaneiras.
Artigo 2º
Cada Estado Contratante dispensará a legalização dos documentos aos quais se
aplica a presente Convenção e que devam produzir efeitos em seu território. No
âmbito da presente Convenção, legalização significa apenas a formalidade pela qual
os agentes diplomáticos ou consulares do país no qual o documento deve produzir
efeitos atestam a autenticidade da assinatura, a função ou o cargo exercidos pelo
signatário do documento e, quando cabível, a autenticidade do selo ou carimbo
aposto no documento.
Artigo 3º
A única formalidade que poderá ser exigida para atestar a autenticidade da
assinatura, a função ou cargo exercido pelo signatário do documento e, quando
cabível, a autenticidade do selo ou carimbo aposto no documento, consiste na
aposição da apostila definida no Artigo 4º, emitida pela autoridade competente do
Estado no qual o documento é originado.
Contudo, a formalidade prevista no parágrafo anterior não pode ser exigida se as
leis, os regulamentos ou os costumes em vigor no Estado onde o documento deva
produzir efeitos - ou um acordo entre dois ou mais Estados contratantes - a afastem
ou simplifiquem, ou dispensem o ato de legalização.
Artigo 4º
A apostila prevista no primeiro parágrafo do Artigo 3º será aposta no próprio
documento ou em uma folha a ele apensa e deverá estar em conformidade com o
modelo anexo à presente Convenção.
A apostila poderá, contudo, ser redigida no idioma oficial da autoridade que a
emite. Os termos padronizados nela inscritos também poderão ser redigidos em um
segundo idioma. O título "Apostille (Convention de La Haye du 5 octobre 1961)"
deverá ser escrito em francês.
Artigo 5º
A apostila será emitida mediante solicitação do signatário do documento ou de
qualquer portador. Quando preenchida adequadamente, a apostila atesta a
autenticidade da assinatura, a função ou o cargo exercido pelo signatário do
documento e, quando cabível, a autenticidade do selo ou carimbo nele aposto. A
assinatura, selo ou carimbo contidos na apostila serão isentos de qualquer
certificação.
Artigo 6º
Cada Estado Contratante designará as autoridades às quais, em razão do cargo ou
função que exercem, será atribuída a competência para emitir a apostila prevista no
primeiro parágrafo do Artigo 3º.
Esta designação deverá ser notificada pelo Estado Contratante ao Ministério das
Relações Exteriores dos Países Baixos, no momento do depósito do respectivo
instrumento de ratificação, adesão ou da respectiva declaração de extensão. Todas
as modificações que ocorrerem na designação daquelas autoridades também
deverão ser notificadas ao referido Ministério.
Artigo 7º
Cada uma das autoridades designadas nos termos do Artigo 6º manterá registro ou
arquivo no qual serão anotadas as apostilas emitidas, especificando:
a) O número e a data da apostila;
b) O nome do signatário do documento público e o cargo ou função por ele
exercida ou, no caso de documentos não-assinados, a indicação da autoridade que
apôs o selo ou carimbo.
Mediante solicitação de qualquer interessado, a autoridade emissora da apostila
verificará se os dados nela inscritos correspondem àqueles contidos no registro ou
no arquivo.
Artigo 8º
Sempre que um tratado, convenção ou acordo entre dois ou mais Estados
Contratantes contiver disposições que sujeitem o reconhecimento de uma
assinatura, selo ou carimbo a certas formalidades, a presente Convenção apenas
derrogará as referidas disposições se tais formalidades forem mais rigorosas do que
a formalidade prevista nos Artigos 3º e 4º.
Artigo 9º
Cada Estado Contratante tomará as providências necessárias para evitar que seus
agentes diplomáticos ou consulares realizem legalizações nos casos em que esse
procedimento seja dispensado pela presente Convenção.
Artigo 10

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22/04/2018 832 862 PLAN DE COURS DE VALIDATION DE JOURNALISME TITLES
A presente Convenção fica aberta à assinatura pelos Estados representados na 9ª
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Sessão da Conferência da Haia sobre Direito Internacional Privado, bem como por
Irlanda, Islândia, Liechtenstein e Turquia.
A Convenção será ratificada e os instrumentos de ratificação serão depositados
junto ao Ministério das Relações Exteriores dos Países Baixos.
Artigo 11
A presente Convenção entrará em vigor no sexagésimo dia após o depósito do
terceiro instrumento de ratificação previsto no segundo parágrafo do Artigo 10.
A Convenção entrará em vigor, para cada Estado signatário que a ratifique
posteriormente, no sexagésimo dia após o depósito do respectivo instrumento de
ratificação.
Artigo 12
Qualquer Estado que não esteja mencionado no Artigo 10 poderá aderir à presente
Convenção depois da sua entrada em vigor, de acordo com o primeiro parágrafo do
Artigo 11. O instrumento de adesão será depositado junto ao Ministério das
Relações Exteriores dos Países Baixos.
A adesão somente produzirá efeitos no âmbito das relações entre o Estado aderente
e os Estados Contratantes que não apresentem objeção à adesão nos seis meses
posteriores ao recebimento da notificação prevista no Artigo 15, alínea "d".
Qualquer objeção será informada ao Ministério das Relações Exteriores dos Países
Baixos.
A Convenção entrará em vigor entre o Estado aderente e os Estados que não
tiverem apresentado objeção à adesão no sexagésimo dia após a expiração do prazo
de seis meses previsto no parágrafo anterior.
Artigo 13
Qualquer Estado, no momento da assinatura, da ratificação ou da adesão, poderá
declarar que a aplicação da presente Convenção se estenderá ao conjunto dos
territórios que ele representa no plano internacional, ou a um ou a alguns dentre
eles. Essa declaração terá efeito na data da entrada em vigor da Convenção para o
Estado em questão.
Posteriormente, tais extensões serão notificadas ao Ministério das Relações
Exteriores dos Países Baixos.
Quando um Estado que tenha assinado e ratificado a presente Convenção apresentar
declaração de extensão, esta entrará em vigor nos territórios em questão conforme o
Artigo 11. Quando a declaração de extensão for feita por um Estado que tenha
aderido à Convenção, esta entrará em vigor nos territórios em questão conforme o
Artigo 12.
Artigo 14
A presente Convenção terá vigência de cinco anos a partir da data da sua entrada
em vigor, nos termos do primeiro parágrafo do Artigo 11, inclusive para os Estados
que a ratificaram ou a ela aderiram posteriormente.
Caso não haja denúncia, a Convenção será renovada tacitamente a cada cinco anos.
A denúncia será notificada ao Ministério das Relações Exteriores dos Países
Baixos, pelo menos seis meses antes do final do período de cinco anos.
A denúncia poderá limitar-se a alguns dos territórios aos qual a Convenção se
aplica.
A denúncia produzirá efeitos apenas em relação ao Estado que tenha feito a
respectiva notificação.
A Convenção permanecerá em vigor para os outros Estados Contratantes.
Artigo 15
O Ministério das Relações Exteriores dos Países Baixos deverá notificar os Estados
mencionados no Artigo 10 e os Estados que tenham aderido nos termos do Artigo
12 sobre o seguinte:
a) As notificações previstas no segundo parágrafo do Artigo 6º;
b) As assinaturas e ratificações previstas no Artigo 10;
c) A data em que a presente Convenção entrará em vigor nos termos do primeiro
parágrafo do Artigo 11;
d) As adesões e objeções previstas no Artigo 12 e a data em que as adesões entrarão
em vigor;
e) As extensões previstas no Artigo 13 e a data em que entrarão em vigor; e
f) As denúncias previstas no terceiro parágrafo do Artigo 14.
Em fé do que, os abaixo assinados, devidamente autorizados, firmaram a presente
Convenção.
Concluída na Haia, em 5 de outubro de 1961, em francês e inglês, sendo que o
texto em francês prevalecerá em caso de divergência entre os dois textos, em uma
única cópia que será depositada nos arquivos do Governo dos Países Baixos e da
qual será remetida uma cópia autenticada, por via diplomática, para cada Estado
representado na 9ª Sessão da Conferência da Haia sobre Direito Internacional
Privado, bem como para Irlanda, Islândia, Liechtenstein e Turquia.

2.1. A apostila terá a forma de um quadrado com lados medindo no mínimo 9


https://jornalismocecu1.blogspot.com.br/ 8/9
22/04/2018 832 862 PLAN DE COURS DE VALIDATION DE JOURNALISME TITLES

centímetros.
Traduzido para: Francês Mostrar o original Opções ▼

2.2. Les certificats à émettre dans le cadre de la méthodologie de conception


COURS INTERNATIONAL DE TRAVAIL SCIENTIFIQUE (I, II, III et IV)
pour les étudiants dans le pays lié ci - dessous, les parties intéressées doivent
contacter ( en fonction de la Convention de La Haye Apostille - la Convention
pour la répression exigence de la légalisation des actes publics étrangers , -
Entrée en vigueur: 24-I-1965) aux autorités cotées, à partir du site:
https://www.hcch.net/pt/instruments/conventions/authorities1/?cid=41

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UNIVERSITÉ EAD à 10:12 Aucun commentaire:

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