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Diarreias  Diarreia bacteriana

Definição: 3 ou mais evacuações por dia e ↑ do teor E. coli enterotoxigênica (ETEC): febre, calafrios e
líquido das fezes, que se tornam amolecidas ou vômitos. Importante causa de diarreia em viajantes e
aquosas. crianças
Shigella e E. coli: síndrome disentérica (diarreia
 Aguda: pode durar até 14 dias sanguinolenta com muco e pus). Febre alta, mialgias,
 Persistente: se estende por mais de dias cólicas, tenesmo
 Crônica: dura mais de 2 meses E. coli ênterohemorrágica (EHEC): colite hemorrágica;
associada a síndrome hemolíticourêmica em crianças,
 Diarreia Aguda Não Infecciosa reação leucemoide, colite pseudomembranosa,
cefaleia, meningismo, convulsões. Artrite 2 a 3
Causas: laxativos, uso de medicamentos (ex.: semanas após a diarreia
antibióticos..), nutrição enteral, radioterapia e Salmonella: início dos sintomas 8 a 48 horas após
quimioterapia, exercícios vigorosos, psicogênica. ingestão de alimentos contaminados. Febre e diarreia,
às vezes vômitos. Dor abdominal em cólica
Manifestações Clínicas: Campylobacter jejuni ou Escherichia coli: dor
 Início súbito c/ 3 ou + evacuações por dia abdominal. Pode complicar com megacólon tóxico,
 Fezes moles e líquidas, podendo conter muco colite pseudomembranosa, síndrome
ou sangue hemolíticourêmica, polineurite pósinfecciosa,
 Restos alimentares nas fezes síndromes de GuillainBarré e Reiter
 Cólicas intestinais, distensão abdominal Yersinia enterocolitica: febre e vômitos. Adenite
 Anorexia, mal-estar mesentérica. Poliartrite migratória. Complicações:
 Desidratação síndrome de Reiter, eritema nodoso, abscesso de
fígado e baço, colite inflamatória
Diarreia Aguda Infecciosa Clostridium difficile: colite pseudomembranosa,
artrite (relacionada com o uso de antimicrobianos)
Causas: Tropheryma whippelii: diarreia prolongada, seguida
de esteatorreia com cólica; às vezes, distensão
Rotavírus, Vírus
abdominal. Perda de peso, artralgia (grandes
Vírus Norwalk, Adenovírus,
articulações). Febre de baixa intensidade.
Enterovírus, HIV Hiperpigmentação da pele em 50% dos pacientes.
Hipoalbuminemia, hipocolesterolemia,
Escherichia coli, Salmonella, Shigella,
hipopotassemia e anemia. Complicações: endocardite
Campylobacter jejuni, Clostridium marântica, alterações neurológicas (oftalmoplegia,
Bactérias difficile, Listeria monocytogenes, demência, ataxia, mioclonias, hiperreflexia
Yersinia enterocolitica, Vibrio e parestesias).
cholerae, T. whippelii
As diarreias infecciosas evoluem, em sua maioria, de
maneira autolimitada, cura sem sequelas com tto
G. lamblia, S. stercoralis, E. adequado.
Parasitos histolytica, Cryptosporidium sp., Representa risco de via em crianças e idosos com
Balantidium coli, Isospora belli desidratação grave.

 Diarreia Crônica
Enterotoxinas bacterianas (intoxicação alimentar) Dura mais de 4 semanas
Manifestações Clínicas:
Manifestações Clínicas Inicio gradativo, 3 a 5 evacuações por dia, fezes
pastosas, em geral, no inicio o paciente não valoriza o
 Diarreia viral: aumento do número de evacuações.
Autolimitada, podendo durar até 2 semanas Urgência para defecar
Febre quase sempre de baixa intensidade, com Cólicas abdominais, principalmente na parte inferior
duração de 3 a 4 dias do abdome, antes e no decorrer da defecação
Vômitos frequentes Perda de peso
Cólicas abdominais acompanhadas de evacuações Depleção de líquidos e eletrólitos
explosivas.
Porto: importante diferenciar os restos de alimentos
Diarreia e Desinteria: normalmente não digeríveis, como os que contêm
A diarreia é a manifestação mais comum das doenças fibras vegetais, dos normalmente digeríveis. O
do intestino delgado. É conceituada como o aumento reconhecimento de restos de alimentos normalmente
do teor líquido das fezes, frequentemente associado digeríveis é uma forte evidência a favor de defeitos na
ao aumento do número das evacuações e do volume digestão, levantando sempre a possibilidade de
fecal em 24 h. acometimento do intestino delgado.
Disenteria é uma síndrome na qual, além da diarreia
acompanhada de cólicas intensas, as fezes são Se a diarreia cessa ou diminui com um período de
mucossanguinolentas. Além disso, ocorre tenesmo ao jejum completo  é sugestivo que ela se deva a
final de cada evacuação. aumento da pressão osmótica intraluminal. Em
compensação, se a diarreia não cessar com o jejum, é
Diarreia alta  ID provável que se trate de processo secretório ou
Diarreia baixa  cólon exsudativo.

*Costuma-se dizer que o cólon "dorme" à noite. Isto Febre, dor abdominal e eliminação de sangue
significa que, se um paciente apresenta diarreia contínua, parcialmente digerido  alterações inflamatórias
dia e noite, deve-se considerar que sua origem
possivelmente não é colônica ou exclusivamente colônica.

Pode ser de origem amebiana ou bacilar (shigellose).

Não se pode deixar de considerar no estudo das


diarreias a mudança do ritmo intestinal. Tal
característica, quando presente, sempre nos leva a
pensar em câncer do intestino grosso. Assim, um
indivíduo que tinha um ritmo intestinal normal e
passa a apresentar a alternância de obstipação e
diarreia obriga o médico a programar uma
investigação adequada, pois é possível que estejamos
diante de uma neoplasia do intestino. É preciso
lembrar, ainda, que neoplasia as localizadas no lado
direito do cólon geralmente evoluem com diarreia,
quase sempre crônica.

 Diarreia osmótica: Síndrome de má absorção


 Diarreia secretora: Enterotoxinas bacterianas
(Vibrio cholere, E. coli), medicamentos
(teofilina, prostaglandinas).
 Diarreia Exsudativa: Doenças inflamatórias e
linfomas difusos do ID.
 Diarreia motora: hipertireoidismo, diarreia
funcional.

Acometimento exclusivo ou predominante do ID 


dejeções volumosas e amolecidas, quando não
francamente líquidas ou semilíquidas. Sua frequência
está aumentada, mas dificilmente alcança a que se
observa nas afecções inflamatórias das porções mais
distais do intestino grosso. São comuns as
modificações do aspecto das fezes, que podem estar
mais claras, brilhantes, leves e espumosas. As
evacuações podem se acompanhar da eliminação de
grande quantidade de gases, o que confere um
caráter "explosivo" às dejeções.
São comuns os restos alimentares nas dejeções, sendo