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BIB 124 - DIVERSIDADE E EVOLUÇÃO DE ORGANISMOS FOTOSSINTETIZANTES - USP ROTEIRO DE ATIVIDADES DE

BIB 124 - DIVERSIDADE E EVOLUÇÃO DE

ORGANISMOS FOTOSSINTETIZANTES -

USP

ROTEIRO DE ATIVIDADES DE TRABALHO NA MATA

ATLÂNTICA Estação Biológica do Alto da Serra, Parque Estadual da Serra do Mar, Paranapiacaba, SP. 11 de novembro de 2017

(adaptado parcialmente de exercícios de Ceccantini et al. 2007)

Nome do aluno:

I. INTRODUÇÃO

Período:

A Estação Biológica do Alto da Serra está situada em Paranapiacaba, no topo da serra de

mesmo nome, no Município de Santo André, SP, aproximadamente a 23°46’ S e 46° 18’ W, muito próxima do Trópico de Capricórnio. Nessa localidade, a altitude média é da ordem de 800-860 m, a temperatura é amena e as precipitações médias anuais ficam em torno de 3.600 mm, não havendo um período de seca regular e definido, sendo a região de maior pluviosidade do Brasil.

A Serra de Paranapiacaba é um setor da extensa Serra do Mar, localizando-se no Domínio da Mata Atlântica. Desse modo, a vegetação da Estação Biológica do Alto da Serra é a Mata Pluvial Tropical ou Floresta Ombrófila Densa, secundária exceto por alguns locais de topografia mais acidentada, onde ainda restam alguns testemunhos da mata primária. O dossel tem árvores de cerca de 30 metros de altura e na submata há numerosas arvoretas, arbustos e epífitas, mas poucas lianas. As ervas são mais abundantes principalmente nas partes mais abertas, onde a penetração de luz é mais intensa. Junto ao topo da serra, ocorrem algumas áreas campestres pequenas.

O interesse dessa reserva para a disciplina reside no fato de ser um dos remanescentes

contínuos de Mata Atlântica, com grande riqueza florística e diversidade morfológica vegetal. São conhecidas na Reserva: 1005 espécies de angiospermas, 1 de gimnosperma, 214 de “pteridófitas”

(sendo 20 licófitas, 194 monilófitas), 141 de musgos, 94 de hepáticas e 2 de antóceros, 110 de “algas” (incluindo diatomáceas, rodófitas e clorófitas), 7 de cianobactérias e 354 de grupos diversos de “fungos” (Lopes et al. 2009).

Para saber mais sobre a vegetação e flora dessa Reserva e do Parque Estadual da Serra do Mar como um todo podem ser consultados:

Coutinho, L.M. 1962. Contribuição ao conhecimento da ecologia da Mata Pluvial Tropical. Boletim da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP, 257, Botânica 18: 1-219. Eiten, G. 1970. A vegetação do Estado de São Paulo. Boletim do Instituto de Botânica 7: 1-147. Hueck, K. 1972. As florestas da América do Sul. Editora da UnB, Polígono, São Paulo. Cap. 20.

*Joly, A.B. 1970. Conheça a vegetação brasileira. EDUSP, Polígono, São Paulo. Capítulo 5.

**Lopes, M.I.M.S., Kirizawa, M. & Melo, M.M.R.F. 2009. Patrimônio da Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba. Instituto de Botânica, São Paulo. Secretaria do Meio Ambiente do E.S.P. 2000. Atlas das unidades de conservação do Estado de São Paulo. São Paulo: Governo do Estado de São Paulo.

*RECOMENDADO PARA LEITURA.

**O livro mais completo sobre o ambiente físico, vegetação, flora e fauna da Reserva.

II.

OBJETIVOS

- Observar aspectos da diversidade morfológica de fungos, liquens, algas e embriófitas na natureza, de forma ampla em uma variedade de organismos;

- Estimular a curiosidade e originar perguntas sobre a natureza morfológica de órgãos de plantas terrestres e suas prováveis funções e adaptações ao meio;

- Explorar aspectos da morfologia e biologia vegetal difíceis de serem observados em materiais usados no laboratório, como formas de vida (hábitos) e habitats;

- Propiciar o reconhecimento em campo de alguns grandes grupos vegetais terrestres.

III. INFORMAÇÕES IMPORTANTES: PARTIDA DO IB ÀS 7:00 HS.

1. Material a levar: chapéu, calça e calçado resistentes (o ideal é uma bota), capa-de-chuva, repelente de insetos, canivete e lupa de mão, prancheta com este protocolo e lápis ou caneta, máquina fotográfica (opcional), lanche, água. Sugere-se também levar uma muda de meias e calçado.

2. Recomenda-se não usar anéis, brincos nem bermuda no dia da excursão.

3. É absolutamente proibido coletar material dentro da área da Reserva.

4. A Reserva possui uma área muito grande, com diversas trilhas havendo possibilidade real de alguém se perder. Pede-se que as atividades de busca dos alunos fiquem restritas às proximidades das trilhas junto aos monitores e professores e guias da unidade.

5. Acondicione os restos de comida em sacos plásticos; não deixe vestígios na reserva.

6. TODOS DEVEM ESTAR DE VOLTA NO ÔNIBUS ÀS 15HS.

IV. PROCEDIMENTO GERAL

- Grupos de cerca de 15 alunos deverão executar observações e exercícios específicos, constantes

neste protocolo, em 5 estações numeradas, situadas ao longo de trilha através da mata da Estação

Biológica, observando organismos dos vários grupos estudados na disciplina.

- O tempo de atividade em cada estação será de 25 minutos(incluindo as explicações do professor).

- Concluindo o trabalho numa estação, cada grupo deve se deslocar para a estação subseqüente. Por

exemplo, aqueles que começarem pela Estação 3 seguirão para a 4 e assim por diante até fechar o

ciclo na Estação 2.

- Procure localizar, estudar e documentar o número de plantas indicado no protocolo.

- Use os textos e figuras anexos como apoio.

- Faça os esquemas solicitados na própria página.

- Concluído o ciclo das Estações em cerca de 2,5 horas, subiremos depois por uma trilha até a Sede

Histórica da Reserva, onde faremos lanche. No retorno por outra trilha, observaremos muitos outros

organismos interessantes, que serão apresentados pelos professores e monitores.

Grandes grupos de plantas verdes e suas prováveis relações filogenéticas

Muitos ramos com baixa diversidade foram omitidos propositadamente para fins didáticos.

Baseado em dados morfológicos, bioquímicos e moleculares, fontes variadas - ver bibliografia completa da disciplina.

Nomes entre aspas: grupos tradicionais parafiléticos

fontes variadas - ver bibliografia completa da disciplina. Nomes entre aspas: grupos tradicionais parafiléticos 3

ESTAÇÃO 1: Gincana da Diversidade - discernindo grandes grupos vegetais

As atividades serão desenvolvidas de forma lúdica, com o desafio de identificar ao menos um

representante dos principais grupos (filos) de organismos presentes, sendo esperados: Algas

verdes, Hepáticas, Briófitas, Licófitas, Monilófitas, Pinófitas, Angiospermas (com seus principais

clados), e também fungos liquenizados.

Para tanto, os alunos serão divididos em 3 equipes que deverão atuar independentemente. O

grupo vencedor será o que identificar o maior número de filos, usando características

diagnósticas corretas e indicar corretamente a grande linhagem a que cada um pertence, usando

a filogenia da página anterior. Cada resposta correta marcará um ponto. O tempo de duração da

atividade será de 20 minutos, restando 5 para um fechamento com todas as equipes.

Para sua organização, siga os seguintes passos:

1. Organize sua equipe para ter a maior eficiência possível.

2. Inicie a busca por organismos e preenchimento da tabela.

3. Ao identificar um dos grupos vegetais, preencha a tabela e a seguir chame o professor ou

monitor, que dará um retorno teórico às observações feitas. Caso prefira, utilize a

estratégia de preencher várias linhas da tabela antes de nos chamar.

.

Grupos (filos) Características diagnósticas a campo Linhagem
Grupos (filos)
Características diagnósticas a campo
Linhagem

ESTAÇÃO 2: Hepáticas, musgos e licófitas

ATIVIDADE:

1 - Identifique organismos das linhagens de hepáticas, musgos e licófitas.

2 - Usando uma lupa, observe o gametófito de briófitas e relacione comparativamente,

na tabela abaixo, suas principais características morfológicas.

3 - Faça o mesmo em relação aos esporófitos de briófitas e compare com o de licófita.

4 Compare na tabela, os ambientes em que esses três grupos são encontrados.

GAMETÓFITO - características visíveis

Hepática

Musgo

Licófita:

ESPORÓFITO - características visíveis

Hepática

Musgo

Licófita:

Condições ambientais

Hepática

Musgo

Licófita:

Qual é a diferença entre os filídios de musgos e os microfilos das licófitas?

É possível observar diferenças intragenéricas nas licófitas que ocorrem nesta estação? Quais?

ESTAÇÃO 3: OBSERVAÇÃO DE HÁBITOS E FOLHAS em plantas terrestres

Um dos pontos chave para a compreensão da morfologia vegetal e sua aplicação em outras áreas da ciência (taxonomia, filogenia, ecologia, etc) é a correta interpretação da natureza dos órgãos. Por isso é muito importante compreender bem a organização do caule e localizar as gemas, interpretar corretamente o que são folhas simples e folhas compostas, como se dispõem. Esses caracteres e os padrões de nervação da lâmina permitem muitas vezes reconhecer desde grandes grupos de plantas até espécies. O hábito é a maneira como as plantas se apresentam em relação às ramificações na base do caule, à lenhosidade e à presença de tronco. A lenhosidade é a presença de tecido duro (xilema secundário), evidenciada na superfície do órgão por uma coloração bege, cinza ou marrom, devida à substituição da epiderme (verde) pela periderme (casca).

ATIVIDADE: Procure 4 exemplos contrastantes e preencha o quadro abaixo; faça esquemas no verso desta página. Consulte os Anexos 1 e 2 para apoio.

   

Filotaxia

Folha (quanto à divisão da lâmina):

simples x

composta

Nervação foliar

Grupo taxonômico da planta

Hábito

(alterna,

(uninérvea,

(Erva, arbusto, árvore, liana, epífita)

oposta,

verticilada)

dicotômica,

reticulinérvea,

paralelinérvea)

Esquemas:

ESTAÇÃO 4: ESTRUTURAS REPRODUTIVAS: FLORES E FRUTOS:

morfologia, biologia e caracteres taxonômicos.

As estruturas reprodutivas são muito importantes no ciclo de vida e sua observação permite uma série de inferências sobre a biologia dos vegetais. São de suma importância também para o reconhecimento dos grupos vegetais. A primeira etapa de identificação de plantas (grande grupo, família ou gênero) é feita na hora da coleta, observando-se caracteres muito fáceis de serem reconhecidos em campo, embora alguns possam ser difíceis de observar sem lupa.

ATIVIDADE: Nas plantas observadas, procure flores, frutos e sementes.

Nas flores, verifique: a) como é o perianto (dímero, trímero ou pentâmero); b) se tem pétalas livres ou unidas (corola gamopétala); c) se tem características que lhe permitem imaginar o provável polinizador. Nos frutos, verifique: a) se é carnoso ou seco; b) se abre ou não quando maduro; c) qual o provável agente dispersor.

FLOR

FRUTO

características

Perianto

2-mero,

3-mero

ou 5-mero

Pétalas

livres x

unidas

Polinização

Estrutura

reprodutiva

presente

Grupo taxonômico

da planta*

*Lembre-se de que, associando alguns dos caracteres vegetativos vistos anteriormente a essas

características florais fundamentais, será possível supor a que grande clado pertence a planta

florida (Magnoliídeas, Monocotiledôneas, Eudicotiledôneas Rosídeas ou Eudicotiledôneas

Asterídeas).

ESTAÇÃO 5. ANATOMIA MACROSCÓPICA DO CAULE.

A anatomia do caule pode ser estudada em nível microscópico (com auxílio de

microscópio) ou em nível macroscópico (com lupa de 10 aumentos). Para o estudo macroscópico,

deve-se polir o caule usando uma lâmina ou navalha a fim de que as células sejam cortadas e

fiquem bem visíveis.

A análise macroscópica do caule é um método muito importante em excursões de coleta,

pois auxilia na identificação de espécies, principalmente quando não há material reprodutivo.

ATIVIDADE: Tome com o professor um segmento do caule de uma LIANA, de mais

ou menos um palmo de comprimento, que foi removido usando tesoura de poda ou serrote. Faça o polimento em sua superfície transversal, usando estilete laminar bem

afiado.

CUIDADO PARA NÃO SE CORTAR !

-

Observe o material com lupa de dez vezes de aumento e verifique a diversidade dos tecidos secundários. Faça um esquema de uma das plantas analisadas.

Tente identificar os seguintes tecidos em cada material:

No xilema secundário tente identificar:

-

Vasos;

- Periderme;

- Raios xilemáticos, que se conectam com

- Floema secundário;

os raios floemáticos;

- Xilema secundário

-

Tecido fibroso

- Xilema secundário - Tecido fibroso Caule arbóreo periderme xilema floema Caule de liana

Caule arbóreo

periderme xilema floema Caule de liana (Bignoniaceae
periderme
xilema
floema
Caule de liana
(Bignoniaceae

CAMINHADA APÓS O LANCHE NA SEDE HISTÓRICA DA RESERVA

ATIVIDADE: Alguns dos organismos listados abaixo poderão ser observados ao longo da trilha e destacados pelos professores, com algumas de suas características morfológicas ou adaptativas marcantes ou diagnósticas do grupo a que pertencem. Procure observar o tipo de ambiente de ocorrência de cada organismo.

Nome da planta

Características

Podocarpus, pinheiro-bravo, Podocarpaceae, pinófita

Árvore; folhas uninérveas verde-escuras.

Trentepohlia,Trentepohliaceae, alga verde

Terrestre, epífita ou rupícola. Talo ocráceo a ferrugíneo devido a carotenóides.

Sinningia, Gesneriaceae, eudicotiledônea asterídea

Erva. Corola alva, gamopétala, pentâmera, zigomorfa.

Polybotrya, Dryopteridaceae, monilófita

Epífita com folha fértil muito diferente das folhas vegetativas.

Urera, urtigão, Urticaceae, eudicotiledônea

Arbusto com folhas urticantes.

Marattia, Marattiaceae, monilófita

Bulbo dilatado na base; folha ampla com esporângios unidos em sinângios.

Abarema, Leguminosae, eudicotiledônea

Árvore; folhas bipinadas. Legumes com sementes azuladas.

Besleria,Gesneriaceae, eudicotiledônea asterídea

Erva. Cálice amarelo, corola alva, gamopétala, pentâmera.

Salpinga, Melastomataceae, eudicotiledônea rosídea

Endêmica. Folhas opostas, pintalgadas de branco.

Cabralea, canjerana, Meliaceae, eudicotiledônea rosídea

Árvore do dossel com caulifloria; flor pentâmera com estames unidos num tubo.

Dennstaedtia, Dennstaedtiaceae, monilófita

Erva terrestre; fronde com brotamentos vegetativos.

Rudgea, jasmim-do-mato, Rubiaceae, eudicotiledônea asterídea

Arvoreta; folhas opostas com estípulas interpeciolares; flores inteiramente alvas, corola gamopétala.

Anthurium, Araceae, monocotiledônea

Folhas com nervação ramificada. Flores e/ou frutos em espigas com uma bráctea evidente na base.

Mnium, musgo, briófita

Folhosa, filídios verde-escuros.

Cyathea, samambaiuçu, Cyatheaceae, monilófita

Arborescente, caule fino revestido pelas bases de folhas persistentes; amplas folhas compostas.

Canistrum, Bromeliaceae, monotiledônea

Epífita; folhas em roseta; brácteas vistosas em torno da inflorescência (o conjunto de flores).

Cecropia, embaúba, Urticaceae, eudicotiledônea rosídea

Caule com raízes-escora. Espécie arbórea heliófita, cresce em clareiras.

Rhipsalis, cacto-macarrão, Cactaceae, eudicotiledônea

3 espécies na trilha. Epífitas com cladódio (caule espessado e fotossintetizante, folhas ausentes). Fruto carnoso que atrai aves.

Elaphoglossum, Dryopteridaceae, monilófita

Epífita; lâmina inteira como soro contínuo (esporângios em toda a face abaxial).

Dichorisandra, Commelinaceae, monocotiledônea

Erva ereta, suculenta, folhas paralelinérveas com bainha fechada (tubular). Flor trímeras, pétalas roxas.

Blechnum, Blechnaceae, monilófita

Erva terrestre; folha pinada; soro ao longo da nervura mediana, típico da família.

Psychotria, Rubiaceae, eudicotiledônea asterídea

Arbusto, folhas opostas com estípulas interpeciolares; flores alvas gamopétalas; fruto baga azulada.

Nematanthus, Gesneriaceae, eudicotiledônea asterídea

Endêmica. Epífita com folhas carnosas com mancha vinácea na face abaxial. Flor carmim com longo pedicelo, pendente.

ANEXO 1 - PRINCIPAIS TIPOS DE HÁBITO E FORMAS DE VIDA

Critérios

ERVA

SUBARBUST

ARBUSTO

ÁRVORE

LIANA*

EPÍFITA**

O

 

com ou

com ou sem ramificações na base

com

sem

com ou

com ou sem ramificações na base

Ramificação

sem

ramificações

ramificação

sem

ramificação

na base

na base

ramificação

na base

 

na base

 
 

não lenhosa

lenhoso só na base do caule

lenhoso em

lenhoso em todo o caule

lenhosa ou

lenhosa ou

Lenhosidade

todas as

não

não

 

ramificações

 

Presença de

sem tronco

sem tronco

sem tronco

com tronco

com ou sem

Sem

tronco

Suporte

auto-

auto-suporte

auto-suporte

auto-

trepadeira

sobre outra

suporte ou

suporte

planta

não

*Quando LIANA, procure detectar a estratégia para escalada ou apoio: gavinhas e caule volúvel são as mais

comuns. ** Musgos e hepáticas vivendo sobre folhas de outras plantas são epifilas.

vivendo sobre folhas de outras plantas são epifilas. Prancha para referência . Para identificação use os

Prancha para referência. Para identificação use os critérios

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ANEXO 2 - PARA ATIVIDADES DAS ESTAÇÕES 3 E 4:

TIPOS DE FOLHAS, FILOTAXIA E MODIFICAÇÕES DE ÓRGÃOS

2A. FILOTAXIA: A filotaxia é um caráter referente à posição relativa das folhas umas

em relação às outras e em relação ao eixo e/ou plano de crescimento do caule. Manifesta-se de 3 modos fundamentais:

- Alterna com apenas uma folha por nó; Oposta com duas folhas no mesmo nó, crescendo em sentidos diferentes; Verticilada mais de duas folhas no mesmo nó.

Verticilada – mais de duas folhas no mesmo nó. ALTERNA OPOSTA VERTICILADA 2B. TIPO DE FOLHA

ALTERNA

Verticilada – mais de duas folhas no mesmo nó. ALTERNA OPOSTA VERTICILADA 2B. TIPO DE FOLHA

OPOSTA

– mais de duas folhas no mesmo nó. ALTERNA OPOSTA VERTICILADA 2B. TIPO DE FOLHA –

VERTICILADA

2B. TIPO DE FOLHA SIMPLES OU COMPOSTA?

Para interpretação preste atenção principalmente na seguinte característica:

Folhas de Espermatófitas possuem gema na sua axila com o caule !!

SIMPLES

na seguinte característica: Folhas de Espermatófitas possuem gema na sua axila com o caule !! SIMPLES
na seguinte característica: Folhas de Espermatófitas possuem gema na sua axila com o caule !! SIMPLES
na seguinte característica: Folhas de Espermatófitas possuem gema na sua axila com o caule !! SIMPLES
na seguinte característica: Folhas de Espermatófitas possuem gema na sua axila com o caule !! SIMPLES

COMPOSTA

na seguinte característica: Folhas de Espermatófitas possuem gema na sua axila com o caule !! SIMPLES
na seguinte característica: Folhas de Espermatófitas possuem gema na sua axila com o caule !! SIMPLES
na seguinte característica: Folhas de Espermatófitas possuem gema na sua axila com o caule !! SIMPLES

2C. NERVAÇÃO FOLIAR - Os tipos fundamentais de arranjos das nervuras nas lâminas foliares de plantas vasculares devem ser observados em folhas simples ou em folíolos de folhas compostas

Nerva ç ão foliar

reticulin érvea

de folhas compostas Nerva ç ão foliar reticulin érvea unin érvea dicotômica paralelin érvea 2D. MODIFICAÇÕES
unin érvea dicotômica
unin érvea
dicotômica

paralelin érvea

reticulin érvea unin érvea dicotômica paralelin érvea 2D. MODIFICAÇÕES DE ÓRGÃOS VEGETATIVOS Nas numerosas

2D. MODIFICAÇÕES DE ÓRGÃOS VEGETATIVOS

Nas numerosas plantas observadas ao longo da trilha, atente para a grande diversidade de lâminas foliares, sobretudo no tocante a tamanho, forma e divisão da lâmina. Em algumas das plantas observadas você poderá perceber modificações especiais de órgãos. Tente identificar pela topologia a sua origem. Exemplos: Em plantas apoiantes: caule volúvel, raízes adventícias, gavinhas. Modificações de defesa:

acúleos, espinhos. Modificações relacionadas à deficiência hídrica: folhas espessas ou suculentas, caules fotossintetizantes, folhas reduzidas, ausentes ou transformadas em espinhos.

Questões finais

1. Por que mesmo num ambiente de mata ombrófila (úmida) como a da reserva visitada existem

plantas com adaptações ao xerofitismo (condições de falta de água)?

2. Mesmo na ausência de esporângio, flor ou fruto, como é possível reconhecer as plantas vasculares vistas na mata como pertencentes aos grupos das licófitas, das monilófitas ou das angiospermas?

3. Plantas adquirem lenhosidade graças à atividade do câmbio. As plantas herbáceas não exibem

lenhosidade porque não têm câmbio?

AO TERMINAR, ENTREGUE SEU GUIA PREENCHIDO AO PROFESSOR.