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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO DO EGRÉGIO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL – MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES. Recurso

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR MINISTRO DO EGRÉGIO SUPREMO

TRIBUNAL FEDERALMINISTRO ALEXANDRE DE MORAES.

Recurso extraordinário com agravo Nº 1.128.649-SP

H SOLER EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS SPE LTDA

, já qualificada nos autos do feito acima indicado, em que é recorrido MARIA DE FÁTIMA TORRES MONTEIRO inconformado com a douta decisão monocrática que denegou seguimento ao Recurso Extraordinário interposto, vêm, no prazo e na forma da lei, interpor o presente

AGRAVO REGIMENTAL

em face da decisão proferida por Vossa Excelência, fulcro no art. 317 e seguintes do Regimento Interno deste Tribunal, bem como no art. 1.021 do Código de Processo Civil, requerendo que, recebido o recurso, seja reconsiderada a v. decisão, ou trazidos aos autos em mesa, para a apreciação da Egrégia Turma.

Nestes termos, Pedem deferimento.

São Paulo, 22 de maio de 2018.

Maria Jusineide Cavalcanti OAB-SP 132.685

Adriana R. T. Cerqueira OAB-SP 248.998

PELO AGRAVANTE Excelentíssimo Senhor Ministro Relator Presidente, Colenda Primeira Turma, De modo algum pode a

PELO AGRAVANTE

Excelentíssimo Senhor Ministro Relator Presidente, Colenda

Primeira Turma,

De modo algum pode a parte agravante resignar-se diante da decisão

de Vossa Excelência que, permissa vênia, merece reforma. Senão vejamos.

DO CABIMENTO DO RECURSO

Reza o art. 317, do Regimento Interno deste Egrégio Supremo Tribunal

Federal.

Trata-se inequivocamente da hipótese de cabimento do presente remédio processual. Além disso, o próprio dispositivo jurídico que permite ao relator, de forma monocrática, negar seguimento ao recurso interposto nas instâncias ordinárias (CPC, art. 1.021, caput ), fundamento legal de que se valeu Vossa Excelência para decidir da forma como o fez, também assegura, em seu parágrafo 1º, a oportunidade da parte, assim o querendo, ter seu direito apreciado de maneira colegiada.

Cabível, portanto, pelas razões aduzidas, o recurso ora interposto.

NO MÉRITO.

A douta decisão proferida por esta Colenda presidência merece reforma.

A decisão prolatada negou seguimento ao recurso interposto, por

entender que não houve a devida impugnação à decisão agravada que, na origem, negou seguimento ao Recurso Extraordinário em tela.

Na origem, houve menção de que somente estaria preenchido o requisito

extrínseco de admissibilidade recursal da via extraordinário nas hipóteses de existência de

Súmula ou Julgamento de Recurso Extraordinário representativo de controvérsia sobre a questão, vedada nesta instância de controle, sob a seguinte questão teratológica: cabe aos Colégio Recursal a análise dos próprios atos, ou ao STJ ou STF.

A presente questão versa, s.m.j. sobre questão teratológica, na medida em que se recorre a

A presente questão versa, s.m.j. sobre questão teratológica, na medida em

que se recorre a fim de se ilidir a arbitrariedade de se julgar pela majoração de honorários sucumbenciais por ocasião do julgamento de Recurso de Apelação parcialmente provido à mesma parte prejudicada pela redistribuição do ônus sucumbencial.

Permanece incompleta a análise.

Ressalva-se que o recurso extraordinário que se pede seguimento não se pauta em questão de direito processual nem visa a análise fático probatória contida na decisão de origem, tampouco deixou a Recorrente de demonstrar os motivos que levariam ao conhecimento desta via extraordinária, qual seja decisão teratológica em que se redistribui equivocadamente os ônus sucumbenciais ao vencedor do Recurso de Apelação, ainda que parcialmente.

O que a parte deseja desta C. Corte é a análise, estritamente jurídica,

sobretudo à correta interpretação e alcance do referido decisum foi, em última análise, corretamente compreendido pelo reclamado.

Conforme exposto no mérito do apelo extraordinário, a matéria em exame é jurídica e já fora objeto de muitos pronunciamentos jurisdicionais por este E. Tribunal da Cidadania, cujo posicionamento é firme e sedimentado em determinado sentido. Portanto, merece guarida o pleito de se manter a autoridade das decisões reiteradas desta C. Corte.

Ponto finalizando, a parte não quer da Corte um novo pronunciamento sobre as circunstâncias de fato aqui postas, mormente diante da negativa de prestação jurisdicional vergastada. Quer apenas que se lance, sobre a base fática já estabelecida, um olhar jurídico mais consentâneo, mais adequado à sistemática normativa aplicável à espécie e já sedimentada por este Tribunal.

A jurisprudência trazida à lume, em consonância com o firme entendimento exarado por esta C. Corte evidencia que o dissídio essencial ao processamento do recurso foi demonstrado à saciedade, com confronto pormenorizado, detalhado, devidamente esmiuçado, nos termos do verbete incidente.

DOS PEDIDOS.

Diante do exposto, requer a Vossa Excelência, nos termos dos argumentos de mérito referenciados, reconsiderar a guerreada decisão, vez que a mesma causa

evidente prejuízo à parte agravante, e não se harmoniza com o entendimento jurisprudencial, legal e

evidente prejuízo à parte agravante, e não se harmoniza com o entendimento jurisprudencial, legal e majoritário em casos como tais.

Não o fazendo, requer Vossa Excelência, levar o recurso em mesa, onde, apreciado e provido este Agravo pela C. Turma competente, deverá ser conhecido, processo e finalmente provido o Recurso Extraordinário, na forma do Código de Processo Civil Vigente.

Requer, por fim, sejam todas as publicações e intimações direcionados exclusivamente a patrona MARIA JUSINEIDE CAVALCANTI, inscrita na OAB/SP 132.685 sob pena de nulidade.

Nestes termos, Pede-se deferimento.

São Paulo, 22 de maio de 2018.

Maria Jusineide Cavalcanti OAB-SP 132.685

Adriana R T. Cerqueira OAB-SP 248.998