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RITUAL DE POMPA FÚNEBRE PARA O 33° DIA

O templo está em câmara ardente. O cenotáfio está ao centro, em cima do


qual se colocará uma caveira, tíbias cruzadas e urna funerária; na parte inferior
deve estar uma espada coberta com crepe preto, perfumes e um braseiro para
incenso; terão, ainda, um cesto de folhas e pétalas de rosas e três copos: um com
leite, outro com vinho e o terceiro com água, com o respectivo hissopo. Os
trabalhos são abertos no grau de Apr:. F:. M: .. Ao entrarem em loja, todos os
Irmãos conservam-se de pé sem, entretanto, estarem à ordem.

Ven:. - (bate) À ordem, meus IIrr:.


(Todos ficam de pé e à ordem);
Ir:. 10 Víg:., verificaí se todos os presentes são Maçons! (o
10 Vigr.faz a verificação, depois da qual:)

r Vig:. - Ven:. Mestre, pelo sinal que fazem, todos os presentes são maçons!

Ven:. - Também os do Or:.! (bate). Sentai-vos meus IIrr:.


Ir:. 10 Vig:., a que horas os Maçons iniciam os seus trabalhos fúnebres?

10 Vig:. - À meia-noite, Ven:. Mestre!

Ven:. - Por que meu Ir:.?

10 Vig:. - Porque é nessa hora que as densas trevas estendem o seu manto de luto
sobre a natureza e esperam a volta do astro que a vivificará!

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Ven:. - Que horas são, In. 2° Vig:.?

20 Vig:. - Meia-noite, Ven:. Mestre!

Ven:. - Já que é meia-noite e sendo esta a hora em que os Maçons abrem os


seus trabalhos fúnebres, IIrr:. 10 e 2° VVig:., anunciai em vossas
CCoI:., que vamos proceder a abertura dos trabalhos!

10 Vig:. - IIrr:. que condecorais a Col:. do S:., de ordem do Ven:. Mestre, eu


vos anuncio que vamos proceder à abertura dos trabalhos!

2° Vig:. - IIrr:. que abrilhantais a Col:. do N:., de ordem do Ven:. Mestre, eu


vos anuncio que vamos proceder à abertura dos trabalhos! (bate); Ir:.
1° Vig:., está anunciado em minha Col:.

r Vig:. - (bate) Ven:. Mestre, está anunciado em ambas as CCol:.

Ven:. - (dá um golpe de malho que é repetido pelos VVig:. e todos ficam de
pé e à ordem).

Ven:. - (bate) Em nome do G:. A:. D:. U:. e sob os (proteçãp)auspícios da


nossa Potência Maçônica Grande Oriente Nacional Glória do Ocidente
do Brasil, em virtude dos poderes de que me acho investido, declaro
aberto os trabalhos desta Aug:. e Resp.. Loj:. Simb:. Glória de Rio
Branco, em sessão fúnebre.

Ven:.- (bate) A mim meus I1rr:., somente pelo sinal, porque a solenidade
neste dia e diante destes símbolos de luto, nos proíbe a bateria. (depois
de executado, todos sentam).

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Ven:. - Meus Ilrr.., comunico que a partir deste momento cessam todos os
Sinais Maçônicos; proceda-se a entrada dos visitantes, delegações,
profanos e familiares do falecido. (Depois a do Grão-Mestre, ou do seu
representante, com as formalidades). Quando todos estiverem
acomodados.

Ven:. - Meus Ilrr:., segundo nossos costumes, vamos formar a Cadeia de


União.

(a Cadeia de União é formada pelos IIrr:. das CCoI:. que se reúnem em


volta do catafalco, dando-se as mãos, sem, entretanto, cruzá-las, como
usualmente; o Ven:.Mestre, no Or:. e, ao Oc:. o M:. de Cer:. ladeado
pelos VVig:.; o Ven:. Mestre transmite uma palavra (que pode ser uma
qualquer) pelo N:. e ao S:., onde a cadeia é rompida.

2° Vig:. - Ven:. Mestre, a Cadeia está cortada e faltando um dos seus


principais elos, pelo que foi a Palavra perdida!
(todos retomam aos seus lugares)

Ven:. - Ir:. Secr:., qual foi o Ir:. que não respondeu ao nosso chamado?

Ir:. Secr:. - Ven:. Mestre, foi o nosso querido Ir: .............................................,


que já deixou a morada dos vivos.

Ven:. - (com tristeza) Meus IIrr:., que infelicidade! Nosso Ir:. Já não existe.
Pranteemo-lo. I1rr:. 10 e 20 VVig:. anunciais em vossas CCoI:. esta
dolorosa notícia.

r Vig:. - Ilrr:. que condecorais a Col.. do S:., de ordem do Ven:. Mestre


eu vos anuncio que o nosso querido fr: ......................................já
não existe, e vos convido a prantear tão dolorosa notícia.
2° Vig:. - llrr:. que abrilhantais a Col:. do N:., de ordem do Ven:. Mestre
eu vos anuncio que o nosso querido Ir: ...............................................já
não existe, e vos convido a prantear tão dolorosa notícia;
Ir:. 1° Vig:. Está anunciado em minha Col:.

1° Vig:. - Está anunciado em ambas as CCoI:., Ven:. Mestre!

Ven:. - Ir:. Cap:. tendes apalavra,

(O Ir:. Cap:. faz o necrológio do falecido. Terminado, o M:. de Harm:.


executará a Marcha Fúnebre que é ouvida de pé por todos os presentes,
fmda a qual, sentam-se.)

Ven:. - Ir:. 10 Vig:. podeis dizer-nos onde se encontra neste momento o nosso
falecido Ir:.?

1° Vig:. - Viajando nas trevas, Ven:. Mestre.

Ven:. - Poderíamos tirá-lo de lá, meu Ir:.?

r Vig:. - Não, Ven:. Mestre, porque as trevas que conhecia, ele já não as
conhece, e neste momento . elas nos são desconhecidas.

Ven:. - Quem lhe poderá restituir a luz?

1° Vig:. - O G:. A:. D:. U:., a quem a sua alma toma, porque é ele que a
conduzirá ao Imutável Templo da Verdade.

Ven:. - Ir:. 2° Vigr., perdemos para sempre o nosso respeitável Ir:.?

----- ----
2° Vig:. - Suas formas materiais e visíveis desapareceram. Porém seu
nome, sua memória e suas obras permanecerão para sempre em
nossos corações.

Ven:. - O que devemos à alma do nosso Ir:.?

2° Vig:. - A expressão dos nossos sentimentos, nossas orações ao G:. A:.


D:. U:., e o perfume das primeiras flores, símbolo da regeneração.

Ven:. - E o que mais, meu Ir:.?

2° Vig:. - Devemos também a aspersão do vinho, da água e do leite,


símbolos da força, da pureza e da canduta, em memória da
inteligência a que serviram.

Ven:. - Ir:. 10 Vig:., que faremos para render as nossas homenagens a essa
inteligência?

1 o Vig:. - Devemos queimar, com sentimento religioso, o incenso de uma


piedosa e leal fraternidade.

(O M:. de Harm:. faz executar música sacra em surdina, desde a


primeira oração, durante as viagens, até a última oração.)

Ven:. - (bate) De pé, meus IIrr: .. A Glória do G:. A:. D:. U:., Potência
Infinita, Fogo Sagrado que a tudo fecunda; Ser Misericordioso que
pode ser concebido mas não definido; Princípio Imutável de todas as
tr~~>~ que tudo vive e. respira e para quem a luz e as trevas t~~'·-
~ifê~~nça. Oht-"(J:':' A"':: --D:,;-tJ:' 'que- 'l1US' vedes, tanto em -
nossos nascimentos como em nossas mortes e que conheceis os
l

segredos do além-túmulo, permiti que o nosso Ir: ..............................


possa sempre estar convosco, como no nosso convívio passou. Que
a sua morte seja um ensinamento ao nosso preparo, para podermos
alcançar em vosso seio paternal a verdadeira imortalidade.

Ven:. - (O Ven:. Mestre levanta o castiçal e diz:) Meus IIrr:., o nosso Ir:.
.......................... já não atende ao nosso chamado. Como esta chama,
estava cheio de vida. Como ela, nos alumiava mostrando-nos que
procurava a luz. Porém, bastou um sopro (apaga a vela) para que se
extinguisse e se fundisse nas trevas da morte. Chamamo-Io em vão,
neste recinto não ouviremos mais sua suave e sonora voz. Portanto,
prestemos-lhe nossos últimos deveres. Que do seio da eternidade,
onde viaja, seja sensível aos nossos dolorosos e fraternais
sentimentos, neste momento em que cresce em nossos corações a
recordação de um amigo, fazendo-nos compreender a crueldade de
uma tal separação.
(O Ven:. entrega o castiçal ao M:. de Cer:. que o coloca no seu
devido lugar.)

(O Ven:. Mestre, acompanhado dos VVig:. e do M:. de Cer:. que


conduz a cesta de flores, faz ala viagem, girando em tomo do
cenotáfio. Ao terminar o Ven:. Mestre atira três punhados de folhas e
flores)

Ven:. - (Aos assistentes) Meus irmãos, à vista das cores sombrias que
cobrem as nossas paredes e envolvem os nossos atributos; à vista da
dor que nos acabrunha e dos lúgubres e silenciosos troféus da morte,
lembremo-nos que do seio da corrupção nascem os perfumes e
encantos da vida. A morte nada mais é do que a iniciação à vida
eterna. Quem viveu honestamente nada tem a temer.
(Os VVig:. vão buscar o rolo místico e o colocam diante do Ven:.
Mestre - O M:. de Cer:. traz o vaso de vinho - fazem a 23 viagem e, ao
terminar, o Ven:. Mestre asperge três vezes o rolo místico e diz:)

Ven:. - Que a força do reino vegetal que te alimentava seja devolvida com teu
corpo às fontes da vida material para servir aos sábios desígnios do G:.
A:. D:. U:.
(O M:. de Cer:. substitui o vaso de vinho pelo de leite - fazem a 3a
viagem e ao terminar o Ven: Mestre asperge três vezes o rolo
místico e diz:)

Ven:. - Tens sido mais feliz do que nós porque te livrastes dos laços das
simulações, das lisonjas, das hipocrisias e das mentiras. Que a verdade
derrame sobre ti seus mais vivos resplendores e te console dos tristes
erros da humanidade.

(O M:. de Cer:. substitui o vaso de leite pelo de água e fazem a 4a e


última viagem - o Ven:. Mestre asperge três vezes o rolo místico
e diz:)

Ven:. - Sê purificado pela morte; que a lembrança de tuas fraquezas se afogue


nas águas da caridade para que ao levantarmos os nossos pensamentos
para a eterna morada de tua alma, sejam eles centralizados em tuas
virtudes.

(O M:. de Cer:. e os VVig:. colocam o rolo místico no lado Sul do


cenotáfio onde será aspergido por todos - O Ven:. Mestre lança
punhados de incenso no braseiro e diz enquanto sobe a fumaça.)

k------ -----
Ven:. - Oremos, meus I1rr:., para que a alma do nosso Ir:. suba à Pátria
Celestial do mesmo modo com que os perfumes do incenso se dirigem
para o céu. Oremos, para que o G:. A:. D:. U:. o receba com bondade e
lhe conceda a recompensa dos justos. Oremos, meus IIrr:. e rendamos
à sua alma os últimos tributos maçônicos.
(pausa)

(As viagens que vão ser iniciadas serão sempre precedidas pelo Ir:.
P:. Est:.) (O Orad:. faz a la viagem; o 10 Vig:. faz a 28 viagem
020 Vig:. faz a 3a viagem e o M:. de Cer:., acompanhado
dos parentes e amigos do morto, faz a 4a viagem) (o M:. de Cer:.
substituirá os vasos respectivos) (Nas .... eiagens todos farão a
aspersão).

Ven:. - Ir:. Cap:., reuni à vós os IIrr:. Sec:., DDiac:., G:. Ext:. E vinde fazer a
viagem misteriosa com a aspersão da água, rendendo, assim, as
homenagens simbólicas à memória do nosso Ir:.

Ven:. - Ir:. 1° Vig:., convidai sete I1rr:. de vossa Col:. e vinde fazer a 2 8
viagem misteriosa com a aspersão do vinho, rendendo, assim, as
homenagens simbólicas à memória do nosso Ir:.

Ven:. - Ir:. 2° Vig:., convidai sete IIrr:. de vossa Col:. e vinde fazer a 3 8
viagem misteriosa, com a aspersão do leite, continuando as
homenagens simbólicas ao nosso Ir:.

Ven:. -Ir:. M:. de Cer:., convidai os parentes e amigos do nosso pranteado Ir:.
para render-lhe, na 48 viagem, os mesmos tributos com a deposição de
flores.
(Terminada a última viagem e retomados os lugares, o M:. de Cer:. e
os VVig:. trazem o rolo místico e o entrega ao Ven:. Mestre).

Ven:. - (com o rolo místico na mão) Possa eu ter a morte de um justo. Que
meus últimos momentos sejam serenos como foram os do Ir:. que
choramos (colocando o rolo místico na Uma Funerária). Oh! G:. A:.
D:. U:., em vossas mãos depositamos a alma do nosso querido Ir:.
(o Ven:. Mestre, o M:. de Cer:. e os VVig:.retomam seus lugares.
Todos continuam de pé).

Ven:. - (No trono) Oh! G:. A:. D:. U:., pai poderosíssimo, misericordioso e
bom; vós que em vossa sabedoria, para cou .. .olar a virtude que sofre,
para libertar o oprimido e aterrorizar o crinenoso, estabeleceste o
término da vida terrena; vós que tudo consubstanciastes para que nada
perecesse. Nosso corpo se transforma e nossa alma escapa ao
aniquilamento. Grassas vos sejam dadas. Oh! Pai dos homens, que
idéias tão consoladoras nos inspira, as quais acalmam a dor que este
lúgubre aparato revela ao nosso espírito. Que a terra e os elementos
utilizem, conforme vossos desígnios, os restos transformáveis do
nosso Ir: ........................................., porém, nós vos rogamos, Oh! Pai
Amantíssimo, que a sua alma imortal goze em vosso seio a paz e a
alegria eterna pelo muito que fez nos trabalhos e investigações da
verdade.

Ven:. - (bate);

10 Vig:. - (bate);

20 Vig:. - (bate).
( I
'"-,l!

Vene, - Sejafeita a vossa vontade Oh! G:. A:. D:. U: ..


(todos-Assim seja - Sentam-se).
(A col:. de Harm:. executará música fúnebre apropriada)
(O Vem:. Mestre dará a palavra ao Ir:. Cap:. para os agradecimentos
finais).
Ven:. - I1rr:. Cap:. Podeis fazer os agradecimentos fmais.

Ven:. - Meus IIrr:., cumprimos com o nosso doloroso dever, celebrando as


honras fúnebres em memória do nosso saudoso Ir:.
... ..........................Devemos, ainda, antes de nos separar, formar a
Cadeia de União e fazer circular a palavra de paz e união.

(Formada a cadeia, idêntica a primeira, ~ re,dor do cenotáfio, o


"

Ven:. M:. faz circular a palavra por amb~. os lados que será
transmitida ao Ven:. Mestre pelo M:. de Cer:.)

Ven:. - Em presença dos piedosos emblemas de nossa dor e sentimento,


sob esta fúnebre abóbada, testemunha muda das nossas homenagens
religiosas e à frente deste símbolo do nada do nosso ser e da
imensidade do eterno, façamos desaparecer todos os nossos
pensamentos egoístas e rancorosos. Assim, meus Ilrr:., eu vos
convido a prestar comigo o juramento de esquecer as injúrias e
ofensas que cada um de nós possa ter recebido; que a paz e a
harmonia reinem entre nós, evitando as tolas questiúnculas; que os
nossos pensamentos sejam unicamente em prol da maçonaria sem
nos esquecermos de seus preceitos morais, quais sejam: "Não faças
a outrem o que não queres que te façam" - "Procede para com os
demais como desejais que eles procedam para contigo". Juremos,
meus IIrr:., a mais severa observância às leis da fraternidade.

(Todos: eujuro). (voltam aos seus lugares)


Vem, -Ir.. M:. de Cer:. queira cobrir o templo aos profanos.

(O Ir:. M:. de Cer:. procederá ritualisticamente. até à cobertura dc templo


aos profanos.)

Vem. - (bate) Ir:. 1° Vig.., ordenai ao Ir:. 2° Diác:. para que faça circular a sacola
de caridade.

1° Vig:. - (bate) Ir:. 2° Diác:., por ordem do Ven:. Mestre, ordeno que faças
circular a sacola de caridade, na devida forma.

2° Diác:. - Ir:. 2° Vig.., a sacola de caridade para C \1 giro acha-se entre


colunas.

r Vig:. - Ven:. Mestre, a sacola de caridade para o seu giro acha-se entre
colunas.

Ven:. - Ir:. 2° Diác:. proceda ao giro da sacola de caridade, ritualisticamente.

(o 2° Diác:. faz circular a sacola de caridade)

2° Diác:. - Ven:. Mestre, a sacola de caridade após o seu giro acha-se entre
colunas.

Ven:. - Ir:. 2° Diác:., conduza a sacola de caridade até ao Ir:. Tes:. para a devida
conferência e os fins a que se destinam.

Ven:. - Ilrr:. ajudai-me a encerrar os trabalhos da sessão fúnebre de hoje,


.z~~orada em memória do nosso saudoso Ir: ...............................
.
10 Vig:., a que horas devemos encerrar os nossos trab{- 2i
ronebres?
- IIrr:., em nome do G:. A:. D:. U:. e por ordem do Ven:. Mestre;.,
l° Vig:. - Ao amanhecer, Ven:. Mestre.
declaro encerrada (todos cortam o sinal) a presente cessão de trabalhos
fúnebres.(bate)
Ven:. - Por que, meu Ir:.?


10 Vig:.
Vig:. -: E está, conseqüentemente,
- Porque a entrada do Sol noencerrada
templo daa presente
natureza sessão
é para fúnebre.
nós como a
(bate)
entrada da alma do nosso Ir:. na Grande Mansão Celestial onde na
eternidade brilha uma luz sem sombra.
PMI:. - Ir:.! nada mais nos resta senão, conforme o costume antigo, guardar
Ven:. - Esta sombra simbólica tem alguma signil #>...?
os nossos segredos em repositório seguro, unindo a este ato F.F.F.

1 o Vig:. - Sim, Ven:. Mestre. Assim como o sol nascente dissipa as trevas da
noite, do
(Todos mesmo
tocam modo, ao convicção
levemente que temos.••.
peito esquerdo, de aque
mãoo nosso
direita,Ir:.
a está
cada
com os eleitos, ameniza a nossa dor.
palavra F.)
Ven:. - Que horas são, Ir:. 20 Vig:.?
(A retirada se processará com as formalidades necessárias).

20 Vig:. - E a hora em que o Sol se mostra e derrama alegria sobre os seres


VIVOS.

Ven:. - (bate);

10 Vig:. - (bate);

20 Vig:. - (bate).

Ven:. - Ir:. l° Vig:., sendo esta a hora do encerramento das honras fúnebres e
estando terminados os trabalhos desta sessão, tendes a minha
permissão para encerrar a loja. (bate)