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Gilberto

Penido Bertho

| Díscípulado|
PRÁTICO

rflfi
rádio trans mundial
Uma publicação com direitos reservados à
Rádio Trans Mundial

Autor: Gilberto Penido Bertho


Uberlândia - MG, 200 9,1a Edição

ríífl
rádio trans mundial
Copyright © 2008 Rádio Trans Mundial do Brasil
Impresso no Brasil / Printed in Brazil

Direção Executiva José Carlos dos Santos


Preparação de texto Walkyria Freitas
Capa Calné de Oliveira
Diagramação Calné de Oliveira
Revisão Andréa Pavel

Primeira edição, Fevereiro de 2009

Nenhuma parte deste livro pode ser reproduzida, arquivada


ou transmitida por qualquer meio eletrônico, mecânico,
fotocópias, etc. sem a devida permissão dos editores,
podendo ser usada apenas para citações breves.
Publicado com a devida autorização e com todos os direitos
reservados pela Rádio Trans Mundial do Brasil.

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Uma publicação com direitos reservados à


Rádio Trans Mundial

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


(Câmara Brasileira do Livro, SR Brasil)

Bertho, Gilberto Penido


Discipulado prático / Gilberto Penido Bertho. —
1. ed. — São Paulo : Rádio Trans Mundial, 2009.

ISBN 978-85-89558-23-5
1. Conduta de vida 2. Cristianismo
3. Discipulado (Cristianismo) 4. Evangelização
I. Título.

09-00772 _________________ CDD-248.4


índices para catálogo sistemático:
1. Discipulado : Vida cristã 248.4
AGRADECIMENTO
A Deus, Senhor da minha vida, toda honra e glória,
pela inspiração desta obra.

À minha mãe, por ensinar e criar seis filhos na Pala­


vra de Deus. Somos o que somos, por causa de
suas orações e exemplo de vida.

Aos meus irmãos: Reinaldo, Aloísio, Reginaldo, Lea


e Roberto, por estarmos na mesma jornada de fé;
que Deus continue abençoando-nos.

À minha esposa, Mara, um presente de Deus para


minha vida.

Ao meu amado filho, Jônatas, dado por Deus para


ser uma bênção em nossa vida.

Ao querido amigo e irmão em Cristo, Pastor Roberto


Casas, um dos melhores discipuladores que co­
nheço, por ter me ajudado na parte prática deste
material e por incentivar-me a escrever este livro.

A irmã Andréia Kelmer, pelas sugestões, quanto ao


conteúdo deste livro.

Aos irm ãos Paulo H enrique, Késia, Dornelas,


Adriana, Pierre, Flávia e Mariza, pela sugestão,
digitação e composição deste material.

As irmãs Cristina e Isabel, pela contribuição na cor­


reção do texto.

E-mail: gílberto@transmundial. com. br


SUMÁRIO

Apresentação, 11

CAPÍTULO 1 - Introdução, 13

1 . Propósitos do Discipulado, 15
1.1 Propósito geral, 16
1.2 Propósitos específicos, 16
1.3 Propósitos pessoais, 16

2 . Visão Geral do Discipulado, 17


2.1. Relações na Igreja, 17
2.2 A prioridade do discipulador é fazer dis­
cípulos, 18
2.3 Cada crente tem seu ministério, 18
2.4 Estratégia do discipulado, 19
2.5 Nas palavras de Jesus, o discipulado pos­
sui três fases, 19
2.6 Discipulado Bíblico é Multiplicador, 20
2.7 Algumas razões para discipular, 20

3. Bases Bíblicas, 21
3.1 O discipulado foi ordenado por Jesus
(Mateus 28.19 e 20), 21
3.2 O ministério de discipulado é permanen­
te, 22
3.3 Os apóstolos praticavam o discipulado
multiplicador, 22
3.4 A multiplicação na Igreja Primitiva, 23
CAPÍTULO 2 - Etapas do Discipulado, 25
Discipulado passo a passo, 27

1. Pré-Evangelismo, 28
1.1 Como surgem os impedimentos, 28
1.2 Grupo de Comunhão, 29
Minha área de maior influência, 30
Mensagem, música, aproximando, 31
Dinâmicas, 31
1.3 Novas amizades, 34
A parábola do Semeador, 35
Avaliando nossos amigos, 37
1.4 Visitas à Igreja, 38
1.4.1 - As pessoas vão aonde são convida­
das e ficam onde são bem tratadas, 38
1.4.2 - Orientação para os introdutores e re­
cepcionistas, 39

2. Evangelismo, nas casas, pessoal, em lições, 40


Evangelismo, 41
2.1 Evangelismo pessoal, 41
2.1.1 Um guia para a introdução do evangelho, 41
2.1.2 Compartilhando seu Testemunho, 42
2.1.2.1 O valor do seu Testemunho, 43
2.1.2.2 Como compartilhar o testemunho pes­
soal, 43
Perguntas para responder, 44
Tempo gasto no testemunho pessoal, 46
2.1.3 O Plano de Salvação, 47
Perguntas, 50
Vamos orar, 54
2.2 Evangelismo em lições, 56
1. Primeira reunião, 56
2. Sétima reunião, 58
3. Oitava reunião, 58
3. Pós-Evangelismo, 59
Orientação para a integração, 60
Apresentação de novos irmãos, 63
3.1 Certeza da vida eterna, 64
3.2 Batismos, 64
3.2.1 - O Batismo bíblico, 64
3.2.2 - Por que ser batizado?, 65
3.2.3 - Quando se batizar?, 66
3.3 Visitas de restauração, 66
3.4 Discípulo multiplicador, 67
3.4.1 - Como formar outros discipuladores,67
3.4.2 Como iniciar o processo?, 68

Funcionamento das Classes do Discipulado, 70

Formulários e Planilhas, 73
Ficha de Pré-Evangelismo, 75
Testemunho Pessoal, 76
Avaliação das Atividades, 77 e 78
Plano Semanal, 79
Compromisso de Oração, 80
Pedidos de Oração, 81
Página de Oração, 82
Cartão de Visitantes, 83
Cartas, 84

Material Didático, 92

Bibliografia, 93
APRESENTAÇÃO

Nos últimos dias de treinamento de seus seguido­


res, Jesus deu ênfase à importância de se fazer discí­
pulos. Hoje, temos o privilégio de fazer o mesmo. Veem
então as perguntas: Por onde devo começar? Quanto
tempo devo treinar? O que devo ensinar?
A maioria dos membros de nossas igrejas não
faz discípulos porque não sabe como.
O nosso objetivo é alcançar os que não têm
muito tempo para serem treinados, mas desejam
colaborar com o crescimento da Igreja.
O discipulado é um do melhores meios para se
alcançar uma pessoa para Jesus, pois ele, mais
que evangelizar, tem por finalidade conduzir o indi­
víduo desde sua conversão, passando por sua com­
pleta integração na igreja e maturidade quando
estará frutificando.
Em nossos dias, as pessoas, por decorrência das
exigências cada vez maiores que lhes são impostas
diariamente em seus locais de trabalho, não encon­
tram tempo para o lazer, ficando cada vez mais dis­
tantes de seus familiares e amigos. Ciente desta
realidade, a igreja deve oferecer-lhes um ambiente
agradável, que demonstre amor, solidariedade e
conforto. Os membros da igreja devem mostrar aos
visitantes a diferença que existe naqueles que têm
Cristo como Senhor de suas vidas.
Mas como receber um visitante, se muitas ve­
zes não sabemos nem mesmo o que dizer a eles?
Mais que uma alma a ser salva, as pessoas que
nos visitam carecem de cuidados especiais. O
discipulado possibilita o crente à apresentação do
plano de salvação, o oferecimento de estudos bí­
blicos de edificação e encaminhamento dos novos
conversos a participar integralmente da obra reden­
tora de Cristo, pois além de levá-los a um novo
redireciomaneto espiritual, tornará cada um deles
um verdadeiro discipulador.
A nossa responsabilidade é levar o evangelho a
todas as pessoas que perecem sem Cristo em nos­
so bairro, em nossa vizinhança e até mesmo den­
tro de nossas casas, lembrando das nações, paí­
ses e continentes.
INTRODUÇÃO
1. Propósitos do discipulado

0 que é o Discipulado?
É o ministério que ensina o
0 que é um discípulo? crente a orar e a torná-lo um
Aprendiz que segue o Mestre. cristão maduro na fé.

"Partindo Jesus dali, viu um “E ele mesmo concedeu uns para


homem chamado Mateus apóstolos, outros para profetas,
sentado na coletoria e disse- outros para evangelistas e outros
lhe: Segue-me! Ele se para pastores e mestres, com vistas
levantou e o seguiu." ao aperfeiçoamento dos santos para
Mateus 9.9 o desempenho do seu serviço, para
a edificação do corpo de Cristo."
Efésios 4.11 e 12.

d iscípulo?
É um a o pção para o crente Todo cristão comprometido com
ser um discípulo? Jesus Cristo e sua igreja.
Não, entretanto todos devem
“Vós, porém, sois raça eleita,
ser ensinados a caminhar de
sacerdócio real, nação santa, povo
maneira frutífera como Jesus
Cristo. de propriedade exclusiva de Deus,
afim de proclamar-des as virtudes
‘Todos os teus filhos serão daquele que vos chamou das
ensinados do Senhor; e será trevas, para a sua maravilhosa luz;"
grande a paz de teus filhos.' 1 Pedro 2.9
Isaias 54.13
1.1 Propósito Gera!

Ef 4.12..."Tendo em vista o aperfeiçoamento


(treinamento) dos santos (crentes)''.

"Ele fez isso para preparar o povo de Deus


para o serviço cristão, a fim de construir o
corpo de Cristo" (BLH).

Este programa tem como finalidade


treinar toda a igreja no discipulado,
visando a um maior comprometi­
mento com a Evangelização e
Integração do novo convertido. Em
conseqüência, haverá um crescimento quantitativo,
qualitativo, sadio e equilibrado.

1.2 Propósitos Específicos

-Treinar no pré-evangelismo;
- Treinar no evangelismo;
- Treinar no pós-evangelismo;
- Treinar no discipulado.
o
o
+= 1.3 Propósitos Pessoais
O.
o - Ser bem treinado;
"D
_ ro
- Saber como discipular;
3
Q. - Treinar outros crentes;
'5
.22 - Conquistar a amizade das pessoas;
- Ganhar almas para Cristo;
- Ser conselheiro de novos decididos;
- Ter um núcleo de estudo bíblico;
- Fazer novos discípulos.

2 . Visão Geral do Discipulado

2.1. Relações na igreja

Precisamos aprender a arte de viver na graça e


criarmos um ambiente onde as pessoas sintam-se
aceitas e amadas. (Atos 2.41-47)
O discipulador deve procurar não apenas fazer
e s tu d o s b íb lic o s , mas deve d e s e n v o lv e r o
c o m p a n h e iris m o e o cu id a d o para com o
discipulando, principalmente, apresentando-o às
pessoas da igreja. Essa amizade fortalece o novo
convertido e o desafia ao exercício do amor e do
exemplo pessoal.
2.2 A prioridade do discipulador é fazer
discípulos

'Jesus ordenou que seus apóstolos fizessem dis­


cípulos e lhes ensinassem a guardar todas as coi­
sas que ele tinha mandado" (Mateus 28.19).
Jesus queria que os apóstolos fizessem discí­
pulos à semelhança do que fizera com eles. Ele
dera o exemplo; agora os discípulos deveriam imitá-
lo. Ele ensinou-lhes sobre o perdão, oração, renún­
cia, amor, reino de Deus, vida eterna, missões e
outros ensinamentos da fé cristã. Jesus investiu e
deu a vida por eles.

2.3 Cada crente tem seu ministério no


corpo de Cristo

"Tendo em vista o aperfeiçoamento dos san­


tos para o desenvolvimento do seu ministé­
rio " (Efésios 4.12).

Nossa função no corpo de Cristo é capacitar os


novos crentes para fazer a obra de Deus, que nos
Prático

tem concedido, diariamente, oportunidade de tes­


temunhar a nossa fé. Precisamos ser audaciosos
no falar, tendo a certeza de que o Espírito Santo
Discipulado

nos usará para transmitir a Palavra de Deus. Não


podemos nos acovardar. Temos que nos tornar tes­
temunhas vivas do evangelho que é o poder de
Deus para a salvação de todo aquele que crer (Ro­
manos 1.16).
2.4 Estratégia do discipulado é:

- Individual

"Correndo Filipe, ouviu-o ler o profeta /saias


e perguntou: Compreendes o que vens len­
d o?" (Atos 8.30).

- Em duplas

"...Designou o Senhor outros setenta, e os


enviou adiante de si, de dois em dois, a todas
as cidades e lugares aonde ele havia de ir"
(Lucas 10.1).

- Constantemente

"E todos os dias, no templo e de casa em


casa, não cessavam de ensinar, e de anunciar
a Jesus, o Cristo" (Atos 5.42).

2.5 Nas palavras de Jesus, o


discipulado possui três fases:

"Portanto indo, fazei discípulos de todas as


nações, batizando-os em nome do Pai, e do
Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a ob­
servar todas as coisas que eu vos tenho man­
dado; e eis que eu estou convosco todos os
dias, até a consumação dos séculos" (Mateus
28.19 e 20).
E VAN G E LISM O
VIDA ETERNA
RE N Ú N C IA
REINO DE DEUS
M ISSÕ E S
O R AÇÃO
LOUVOR
AM OR

DÍZIMO
BÍBLIA
A M A R U N S A O S OUTROS
PERDÃO

2.6 Discipulado Bíblico é Multiplicador

"E o que de m im ouviste, ensma-o a homens


fiéis que sejam idôneos para também ensina­
rem os outros." (2 Timóteo 2.2).

“De sorte que crescia a Palavra de Deus... e


se multiplicava rapidamente o número dos dis­
cípulos, e grande parte dos sacerdotes obe­
decia à fé " (Atos 6.7).

2.7 Algumas razões para discipular:

• Apenas 1% da população cabe nos templos;


• Passamos apenas cinco dias por ano nos Tem­
plos;
• 75% das pessoas nunca entraram nos te m ­
plos;
• 95% dos recursos financeiros são gastos com
programas;
• Apenas 5% das arrecadações são gastos com
discipulado;
• A igreja morre no domingo à noite e ressuscita
no domingo seguinte, pela manhã;
• 15% da igreja trabalha e 85% da igreja não traba­
lha, apenas consome,

O mundo está dividido em três classes:

1. Os que fazem as coisas acontecerem;


2. Os que observam as coisas acontecerem;
3. Os que não sabem o que está acontecendo.

Há dois grupos de pessoas:

1. As que criam problemas;


2. As que solucionam problemas.

3. Bases Bíblicas

3.1 O discipulado foi ordenado por


Jesus (Mateus 28.19 e 20)

A ordem de Jesus aos seus discípulos apresen­


ta a única estratégia para crescimento da igreja
em todos os tempos.
Método natural. "Indo", está expressando uma
ação contínua. Por onde quer que os discípulos
passassem, deveriam fazer novos discípulos,

Método para alcançar o mundo. Jesus ordenou


fazer discípulos de todas as nações. O mundo está
na pespectiva de Deus.

Método completo. Os novos discípulos devem ser


batizados e ensinados a fazer novos discípulos.

3.2 O ministério de discipulado é


permanente

"E todos os dias, no templo e de casa em casa,


não cessavam de ensinar, e de anunciar a Je­
sus, o Cristo"(Atos 5.42).

Diariamente. “Todos os dias" Não se limitavam à


ocasiões pré-estabelecidas, como: 4a feira, domin­
go, série de conferências, cruzadas, congressos, etc.
Em todo lugar. “No templo e de casa em casa".
Onde houvesse oportunidade, lá estava um crente
evangelizando e discipulando uma pessoa,
o Continuamente. "Não cessavam". Contínua e per-
■$ manentemente evangelizavam e discipulavam. O
2 discipulado era a prioridade da igreja primitiva.
ope|ndpsiQ

3.3 Os apóstolos praticavam o


discipulado multiplicador

Os apóstolos discipularam a Barnabé (Atos 4.36 e 37).


Barnabé discipulou Paulo (Atos 9.26-29; 11.25-28).
Paulo discipulou Timóteo (2 Timóteo 2.2).
Timóteo discipulou homens fiéis (2 Timóteo 2.2).
Homens fiéis discipularam outros (2 Timóteo 2.2).

Hoje estamos sendo discipu/ados para continuar


a discipular outros?

3.4 A multiplicação na Igreja Primitiva

Marcos 1.14...................... Jesus iniciou sozinho

Mateus 10. 1............................Jesus ganhou 12

Lucas 10,1................................................ Eram 70

Atos 1.15..................................................Eram 120

Atos 2. 41........................................... Quase 3.000

Atos 4.4.............................................. Quase 5.000

Atos 5.28........................... Alcançaram Jerusalém

Atos 8.5................................. Alcançaram Samaria

Atos 9.3................... Alcançaram Judéia e Galiléia

Atos 9.35......................Alcançaram Lida e Sarona

Atos 9.42.................................... Alcançaram Jope

Atos 11.12.......................... Alcançaram Antioquia

Atos 14.1................................. Alcançaram Icônio

Atos 19.10.....................Todas as pessoas da Ásia

Atos 21.20............................... Milhares de judeus


ETAPAS DO
DISCIPULADO
Discipulado Prático Passo-a-Passo

Reduzir os im pedim entos


Ganhar a am izade
Ensinar os fatos básicos
Pré-Evangelismo do Evangelho
Encontro c om a família

I Visitar a Igreja

Evangelismo

Família
Interesses

Levantam ento Espiritual

Se você morresse hoje, você tem


certeza que iria para o céu

i Não |

S u po nh a q u e v o c ê e stive ss e d ia nte d e D e u s
ne ste m o m e n to e Eie lhe perg u ntasse:
Po r q u e E u d e ve ria deixá-lo entrar
no M e u c é u , o q u e v o c ê diria?

Como era a minha vida antes de receber a Jesus.

Com o eu percebi que precisava aceitar a Cristo.


(^ T E S T E M U N H O P E S S C M L^ ) Onde e como eu aceitei Cristo.

Como é a minha vida desde que aceitei Cristo.

1 João 5. )1 -13; João 17.3 João 14 1-3


Romanos 3.23
Romanos 6.23
Lucas 16 19-31
Etapas do Discipulado

Romanos 5.8 ou João 3.16


Romanos 10.9-10
Romanos 10.13
Você Qostana de receber a Jesus Cristo,
neste momento como seu único Senhor, Salvador
e Mediador da suavida?
Oração
Você crê que Jesus ouviu sua oraçáo?
Onde estâ Jesus agora?
Marcos 16.16

Integração

Pós-Evangelismo Batismo
Discipulado multiplicador

( 27)
1. Pré-Evangelismo

Há muitas pessoas que têm impedimento para


compreender o evangelho. O pré-evangelismo vem
para suprir esta deficiência no evangelismo. Por­
tanto, pré-evangelismo é o ministério de reduzir
os impedimentos, a fim de que a pessoa com­
preenda o evangelho e receba Jesus como o seu
Senhor e Salvador.

1.1 Como surgem


os impedimentos

• Mau testemunho;
• Falta de interesse;
• Falta de preparo;
• Falta de conhecimento da Bíblia;
Prático

• Falta de cooperação;
• Muitas pessoas foram criadas em outras religi­
ões, das quais a família faz parte. Por não entende­
oo) Discipulado

rem o evangelho, pensam que queremos que mu­


dem de religião. Isso faz com que se
afastem.
• Outro fato que afasta as pessoas
de Cristo e da Igreja são as brigas e
discussões nas assembléias. Esta
situação afasta até crentes
antigos. "As contendas de
palavras para nada aprovei­
tam, só pervertem os ouvin­
tes" (2 Timóteo 2. 14).
• Uma apresentação preci­
pitada do evangelho, pode
afastar mais as pessoas
e fechar as portas para 7 I \

oportunidades futuras. Apressar-se para ganhar


uma pessoa pode resultar em uma decisão super­
ficial. Esta é a razão por que há muitas manifesta­
ções sem resultado duradouro.

Dois m eios para reduzir os


im pedim entos

Ganhar a amizade das pessoas.


Ensinar os fatos básicos do evangelho.

Importante: O discipulador transforma seus con­


tatos pessoais em oportunidades para fazer novas
amizades e reduzir os impedimentos à compreen­
são do evangelho.
Pré-Evangelismo

1.2 Grupo de Comunhão

A maioria das pessoas que se


convertem são m em bros de
nossas fam ílias ou são n o s - ^ .
sos amigos. Pesquisas reve­
lam que 86% a 96% das con-
versões entre irmãos citam amizades ou paren­
tes como a maior influência. Portanto, devemos
concentrar esforços nos nossos familiares, cole­
gas de escola, de trabalho, do bairro e nos visi­
tantes.

MINHA AREA DE MAIOR


INFLUÊNCIA

A M IG O S V IZ IN H O S

r -*

F A M ÍLIA C O LE G A S

P A R EN T ES CONHECIDOS
, _/
"volte para casa e conte aos
seus parentes o que o Senhor
lhe fez e como foi bom para
você" M c 5.19

Diante desta realidade, é de vital importância que


nos aproximemos a fim de ganhá-los para Cristo.
Para tanto, podemos realizar encontros semanais,
com a finalidade de fortalecer a comunhão entre
os irmãos. Estes encontros não devem ter um ca­
ráter muito formal, nos moldes de um culto, reali­
zado na igreja. Antes, deve tratar-se de uma reu­
nião alegre, descontraída, onde todos possam par­
ticipar livremente.
A Mensagem

Cada encontro deverá tratar de um tema apro­


priado para o grupo, com mensagens rápidas e cri­
ativas. A reflexão bíblica deve ser participativa e
não ultrapassar mais que 25 minutos, pois uma me­
ditação muito extensa torna-se cansativa, distrain­
do a atenção dos ouvintes.

As Músicas

As m úsicas cantadas ta m b é m devem ser


contextualizadas com o tema, tendo um caráter es­
piritual e alegre. É importante que haja alguém para
tocar violão, teclado, ou algum outro instrumento
musical acessível. Os participantes devem dispor das
letras das músicas para poder acompanhar, afinal
haverá pessoas que ainda não são crentes.

Aproximando os participantes

As crianças devem participar ativam ente des­


te encontro. No início das reuniões poderá ha­
ver alguma pessoa que esteja envergonhada ou
até m esm o sentindo-se deslocada. É im portan­
te portanto, a realização de um m om ento inicial
de entrosam ento dos participantes, com dinâ­
micas ou atividades para "quebrar o gelo", a fim
de deixar as pessoas mais confortáveis e envol­
vidas.
DINÂMICAS

Quebra-Gelo
Faça apenas uma
pergunta por encon­
tro, a cada partici­
pante e a reflexão
ba se a n d o -se na
pergunta. Lembre-
se: a pessoa, quan­
do responder à per­
gunta estará contan­
do, nas entrelinhas,
como é que está a sua situação atual.

a) Que bicho você se sentiu esta semana?


b) Que fruta você se sentiu esta semana?
c) Se pudesse trocar de vida com alguém, troca­
ria? Com quem?
d) Qual seu filme ou livro favorito? Por quê?
e) Se você soubesse que tem uma semana de vida,
o que faria?
f) O que te deixa mais irritado, e o que te deixa
8 mais feliz?
"ío g) O que você entende por amor? Você ama al-
guém?
% h) Se você pudesse ter dois desejos realizados,
■| quais seriam?
,2- i) Encontre o objeto escondido: Esconda na casa
jo um objeto, como uma caixa de bombom, por exem-
® pio. A pessoa que o encontrar pode dividir a sur­
presa com todos os participantes.
a) Apresente seu vizinho

Forme duplas de pessoas


que, preferencialm ente,
não se conheçam. Os dois
terão dois m inutos para
trocar informações sobre
suas vidas, tais com o
nome, idade, gostos, sonhos,
profissão etc. Após os dois mi­
nutos, todos se reúnem: e um apresenta o outro di­
zendo: este é o Marcos, ele tem vinte anos...

b) Junte as palavras

Distribua papéis com palavras pela metade. Por


exemplo, "Bíblia". Distribua dois papéis, um com a
sílaba " B r e outro com a sílaba "b lia " Cada um
deve procurar a pessoa que está com a outra me­
tade da sua palavra. Após juntarem-na, devem fa­
lar para o grupo o que ela significa para eles.

c) Caixinhas de perguntas para


conhecimento mútuo:

Coloque em uma caixinha perguntas para serem


respondidas pelos participantes do grupo. Cada
pessoa retirará uma pergunta e a responderá. Deve-
se tomar cuidado para não fazer perguntas indis­
cretas ou ofensivas.
Perguntas sugeridas

1. Qual seu maior sonho?


2. O que você mais gosta na sua personalidade?
3. Dê seu testemunho de conversão.
4. Qual filme, livro ou música marcou a sua vida?
5. Uma lembrança triste que você gostaria de es­
quecer.
6. Uma notícia que você gostaria de comunicar.
7. Uma notícia que você nunca gostaria de comunicar.

d) Recados do coração:

Os componentes do grupo devem enviar reca­


dos anônimos e por escrito para duas pessoas, elo­
giando-as, pedindo perdão ou dizendo o que ad­
mira nelas.
Um cesto deve ser colocado no centro da sala
para que cada um, assim que terminar de escrever
seu recado, deposite-o ali até que todos tenham
terminado também.
Nos recados devem ser escritos de forma visí­
vel, os nomes das pessoas para quem se está envi­
ando a mensagem. Em seguida, cada pessoa pega
Prático

o recado que está com o seu nome. Cada partici­


pante deverá adivinhar quem lhe mandou o recado.
Discipulado

1.3 Novas Amizades

A atividade principal do discipulador é fazer no­


vas am izades, p o rq u e esta é a chave do
evangelismo eficaz.
Jesus fez novas amizades.
Em Mateus 11.19 "Veio o Fi­
lho do homem, comendo
e bebendo, e dizem: Eis aí
um hom em com ilão e
beberrão, amigo de cobra­
dores de impostos e pecado­
res. M as a sabed oria é
justificada por suas ações .",
Ele é cha m ad o de a m ig o de
publicanos e pecadores. A igreja primitiva deu im­
portância às novas amizades. Em Atos 2.47 "Lou­
vando a Deus e contando com a simpatia de todo
o povo, Enquanto isso, acrescentava-lhes o Se­
nhor, dia a dia, os que iam sendo salvos".

A Bíblia diz que a igreja ganhou a amizade de


todo o povo.
Os crentes aprenderam a conviver em amor.
Abriam suas casas e comiam juntos, estudavam
juntos e oravam juntos, Esta convivência ganhou a
amizade dos familiares, conhecidos e vizinhos, e
logo eles estavam aceitando a Cristo,

A Parábola do Semeador

Mt. 13.1 a 23
"Tendo Jesus saído de casa, naquele dia, estava
assentado junto ao mar; e ajuntou-se muita gente
só pé de/e, de sorte que, entrando num barco, se
assentou; e toda a multidão estava em pé na praia.
E falou-lhe de muitas coisas po r parábolas, di­
zendo: Eis que o semeador saiu a semear.
E, quando semeava, uma parte da semente caiu
ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-
na; e outra parte caiu em pedregais, onde não ha­
via terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha
terra funda; mas, vindo o sol, queimou-se, e se­
cou-se, porque não tinha raiz.
E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cres­
ceram e sufocaram-na.
E outra caiu em boa terra, e deu fruto: um a cem,
outro a sessenta e outro a trinta.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe
Por que lhes falas p o r parábolas?
Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é
dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas
a eles não lhes é dado; porque àquele que tem, se
dará, e terá em abundância; mas àquele que não
tem, até aquilo que tem lhe será tirado.
Por isso lhes falo p o r parábolas; porque eles,
Prático

vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem com­


preendem.
E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz:
Discipulado

Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis, e,


vendo, vereis, mas não percebereis.
Porque o coração deste povo está endurecido, e
ouviram de mau grado com seus ouvidos, e fecha­
ram seus olhos; para que não vejam com os olhos,
oO
e ouçam com os ouvidos, e compreendam com o
coração, e se convertam, e eu os cure.
Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque
vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem.
Porque em verdade vos digo que muitos profe­
tas e justos desejaram ver o que vós vedes, e não o
viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram.
Escutai vós, pois, a parábola do semeador.
Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a en­
tendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi se­
meado no seu coração; este é o que foi semeado
ao pé do caminho.
0 que foi semeado em pedregais é o que ouve
a palavra, e logo a recebe com alegria;
Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pou­
ca duração; e, chegada a angústia e a persegui­
ção, po r causa da palavra, logo se ofende; e o que
foi semeado entre espinhos é o que ouve a pala­
vra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução
das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera;
mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve
e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz
cem, outro sessenta, e outro trinta.

Avaliando os nossos amigos

Os amigos que estão à beira do caminho", cora­


ções superficiais;
Os amigos "pedregosos", corações duros;
Os amigos "espinheiros", corações distraídos;
Os amigos "terra boa", corações receptivos.
A nossa tarefa é preparar a terra, à semelhança
do agricultor. Claro que a cada tipo de solo, ele
dedica um tem po específico. A amizade ainda é a
melhor chave para Deus abrir corações, pois só um
amigo pode entrar no coração do outro para tirar
as pedras e espinhos, ou seja, mágoas, tristezas,
ingratidões e incompreensões.

1.4 Visitas à Igreja

1.4.1 - As pessoas
vão aonde são
convidadas e
ficam onde sio
bem tratadas.

Pesquisas revelam como perdemos membros


em nossas igrejas
1% por morte;
3% por mudança de endereço;
6% por outras amizades;
10% por morarem perto de outras igrejas;
15% por não terem seus problemas resolvidos;
65% por serem mal atendidos.

Cada pessoa insatisfeita propaga para mais 50


pessoas. Caso seja bem tratada, ela propaga para
mais 10 pessoas. Portanto, a primeira visita preci­
sa ser uma experiência agradável e para tanto pre­
cisamos tom ar algumas providências.
1.4.2 - Orientação para os introdutores
e recepcionistas

Os recepcionistas receberão o convidado com en­


tusiasmo e interesse para que sinta-se à vontade;
Os recepcionistas não devem ficar conversan­
do durante o cuíto com outros membros da igreja,
para não distrair a atenção das pessoas que esti­
verem em culto;

Regra dos três minutos: Cumprimentar o visi­


tante após o culto, convidando-o a participar das
atividades regulares da igreja e dos grupos de co­
munhão.
Anotar o nome do convidado e o endereço. A
igreja oferecerá estudos bíblicos, enviará cartas e
convites para os eventos especiais.

Importante. O convidado passa a ser um crente


em potencial da igreja.
EVANG ELISM O

NAS CASAS -‘ ‘sÊm

>PESSOAL
EM LIÇÕES
2. EVANGELISMO

Quase todos os brasi­


leiros creem em Deus e
gostam de Jesus. Todos
sabem que Jesus é cha­
mado Salvador, mas não
sabem como ser salvos.
As pessoas apresentam dificuldades em entender
a diferença entre religião e salvação. É claro que
isto varia de pessoa para pessoa. As pessoas reli­
giosas demoram mais a entender o evangelho.

2.1 EVANGELISMO PESSOAL

Este método deve ser utilizado quando não for


possível realizar os estudos bíblicos e for a única
oportunidade para compartilhar o evangelho, ou
quando você estiver terminado os estudos "Boas
Novas", antes da 7a lição.(ver a pág. 58)

2.1.1. Um guia para a introdução do


evangelho
Evangelismo

O guia do discípulo é a sigla FIEL: (Você precisa


decorar esta parte):

a) FAMÍLIA - Para iniciar uma conversa, um bom


assunto é a família, visto que falar sobre este as­
sunto agrada à maioria das pessoas.
b) INTERESSES - Neste ponto, deve-se procurar
saber onde a pessoa trabalha, que tipo de ativida­
des ela gosta de fazer etc.

c) EXPERIÊNCIA RELIGIOSA - O objetivo aqui é


saber se a pessoa freqüenta alguma igreja.

d) LEVANTAMENTO ESPIRITUAL - Neste ponto,


você fará as seguintes perguntas: "Se você mor­
resse hoje, você tem certeza de que iria para o
céu?" (Memorize esta pergunta)

Se ela responder que tem certeza, você fará a


seguinte pergunta: "Suponha que você estivesse
diante de Deus, neste momento, e ele perguntas­
se: por que deveria deixá-lo entrar no meu céu?
O que você diria?" (Memorize esta pergunta)

Se ele responder errado, continuar com o teste­


munho pessoal e com o evangelismo.

2.1.2 Compartilhando seu Testemunho

Depois de fazer as pergun­


tas acima, o discipulador de­
verá ter o seu testemunho na
ponta da língua para transmitir
à pessoa.
O propósito do testemunho
compartilhar a sua experiência pessoal de conversão.
Davi, " Todos vocês que temem a Deus, venham e
escutem, e eu contarei o que ele tem feito p o r m im "
(Salmos 66.16).
A mulher Samaritana, " Muitos samaritanos da­
quela cidade creram em Jesus porque a m ulher
tinha dito...” (João 4.39).
Pedro e João, " Pois não podemos deixar de falar
daquilo que temos visto e ouvido" (Atos 4.20).
Jesus, "...Nós falamos daquilo que sabemos e con­
tamos o que temos visto, mas vocês não querem
aceitar a nossa mensagem (João 3.11).
Paulo, em Atos 22,1-16 e 26.9-23. 0 apóstolo Pau­
lo conta a história de sua vida, registrando o que
aconteceu com ele, antes, durante e depois de
aceitar Cristo.

2.1.2.1 O valor do seu Testemunho

• É único;
• E pessoal;
• As pessoas gostam de ouvir histórias;
• As pessoas relacionam sua história e a delas;
• E a forma mais efetiva de alcançar pessoas
(1 Pedro 3.15 b).

2.1.2.2 Como compartilhar o


testemunho pessoal

a) Seja breve (no máximo dois ou três minutos).


Lembre-se de que o propósito do seu testemunho
é ajudar pessoas perdidas a entenderem como você
encontrou Cristo.
b) Não pregue um sermão. O plano de salvação
será compartilhado mais tarde.
c) Não use termos vazios, como por exemplo: "Eu
assisti a uma campanha na igreja e fui à frente";
um incrédulo não entende o que quer dizer. Diga:
''Numa noite, eu recebi Cristo em meu coração"
ou "Eu aceitei Cristo como o meu único Senhor,
Salvador e Mediador."

• Gaste mais tempo na parte D do seu testemunho.


• Não exagere contando pecados cometidos an­
tes da conversão.
• Não faça comentários negativos sobre outras
religiões.
• Não faça comentários negativos sobre imagens.
• Use pronomes EU, MEU, ME. É seu testemunho,
• Seja positivo e agradável.
• Seja você mesmo. Seja natural.

d) É bom que o testemunho seja escrito para que


haja fixação. Prepare-se bem.
e) O testemunho precisa ser concluído com as se­
guintes frases:

Agora eu tenho certeza da vida eterna.


Deixe-me explicar, pela Bíblia, como você
pode ter certeza da vida eterna.
Prático

Para escrever seu testemunho, as


seguintes perguntas devem ser
respondidas:
Discipulado

A) Como era minha vida antes de receber Jesus?


(Falar sobre religião, atitudes, estilo de vida e pe-
___. cados).
B) Como eu percebi que precisava aceitar Cris­
to? (O que levou você a se converter? Quais as
dores, problemas, que fizeram com que você per­
cebesse que precisava mudar? Como você buscou
a Deus?)

C) Onde e como eu aceitei Cristo? (O que você


fez de modo específico? Onde aconteceu? Como
foi?)

D) Como é minha vida desde que aceitei Cristo?


(Quais os benefícios? Os problemas foram resolvi­
dos? Como ísso melhorou seu relacionamento?)

Conclusão: Termine o seu testemunho dizendo:

Agora eu tenho certeza da vida eterna. Deixe-


me explicar, pela Bíblia, como você também pode
ter certeza da vida eterna. (Memorize esta frase)
Tempo gasto no
testemunho pessoal.
2.1.3 O Plano de Salvação

Como ter a vida eterna

Ao apresentar o plano de salvação para a pes­


soa que você está evangelizando, é necessário
explicar bem os versos, a fim de que não haja ne­
nhuma dúvida. Para auxiliá-lo na exposição dos
versículos, apresentarem os o Propósito (P), a Ex­
plicação (E) e a Aplicação (A) de cada um. Além
disso, propom os algum as perguntas a mais, que
podem ser feitas para levar a pessoa evangelizada
a uma m aior reflexão sobre os textos bíblicos.

Lembre-se: O Espírito Santo está usando suas


palavras.

1 João 5.11-13
“E o testemunho é este: que Deus nos deu a
vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem
tem o filho, tem a vida; quem não tem o Filho de
Deus, não tem a vida. Estas coisas vos escrevi,
para que saibais que tendes a vida eterna e para
que creais no nome do filho de Deus".
o
E
P: Deus o ama e quer lhe dar a certeza da vida V)
eterna. Vida eterna são duas coisas: a>
O)
c
as
>
E: 1) Vida eterna é conhecer Jesus Cristo e te r ui
sua paz no coração agora mesm o.
<£)
João 17.3
"E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti,
como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo,
aquele que tu enviaste".

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o texto:


0 que é vida eterna? (Conhecer a Jesus)
Viver com Jesus Cristo no céu, por toda a eter­
nidade, depois que você morrer.

João 14.1-3
"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus,
crede também em mim. Na casa de meu Pai há m ui­
tas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito;
vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar
lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo,
para que onde eu estiver estejais vós também".

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o texto:


Em quem eu devo crer? (Em Deus e em Jesus)
0 que Jesus prometeu preparar? (Um lugar para nós)
Onde Jesus quer que nós estejamos? (Onde ele está)
o
'2 A: De acordo com a Bíblia, hoje, você pode ter
“■ certeza da vida eterna,
o

= Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o texto:
ü 0 que Deus nos deu? (a vida eterna)
Q Quem dá a vida eterna? (Deus)
Quem é o Filho de Deus? (Jesus)
0 V. 11 o verbo tem está no passado presente
ou futuro? (presente)
Então, quando é que você a recebe? (agora)
O que você receberá se tiver o Filho de Deus? (a
vida eterna)

Romanos 3.23
"Porque todos pecaram e destituídos estão da
glória de Deus"

P: Mostrar-lhe que som os pecadores.


E: Pecado é desobedecer a Deus. Ira, inveja,
mentira, orgulho, etc.
A: Você já com eteu algum pecado em sua vida?

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o


texto:
Quais foram as pessoas que pecaram? (todos)
Você faz parte de todos? (sim)
Então você é um pecador? (sim)
O que é que afasta uma pessoa de Deus? (o pecado)
De quem o pecado nos afasta? (de Deus)

Romanos 6.23
Porque o salário do pecado é a morte, mas o
dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo
Jesus nosso Senhor".

P: iodos m erecem os a m orte e o inferno por cau­


sa dos nossos pecados. M orte significa separa­
ção de Deus, de duas maneiras.
E: a) M orte é estar separado de Deus agora, nesta
vida. Uma vida sem alegria, sem paz e sem certeza
da vida eterna.
b) M orte é a separação de Deus por toda a eter­
nidade, no inferno.
A: De acordo com a Bíblia, nós m erecem os a m or­
te por causa do pecado em nossa vida.

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o


texto:
0 que é salário? (algo que recebemos)
E o que você têm a receber pelos pecados que
praticou? (a morte)

Lucas 16.19 a 31
Ora, havia um homem rico que se vestia de
púrpura e de Unho finíssimo, e todos os dias se
regalava esplendidamente.
Ao seu portão fora deitado um mendigo, cha­
mado Lázaro, todo coberto de úlceras;
o qual desejava alimentar-se com as migalhas
que caíam da mesa do rico; e os próprios cães
vinham lamber-lhe as úlceras.
Veio a m orrer o mendigo, e foi levado pelos
anjos para o seio de Abraão; morreu também o
rico, e fo> sepultado.
No inferno, ergueu os olhos, estando em tor­
mentos, e viu ao longe a Abraão, e a Lázaro no
seu seio.
E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericór­
dia de mim, e envia-me Lázaro, para que molhe
na água a ponta do dedo e me refresque a lín­
gua, porque estou atormentado nesta chams.
Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que
em tua vida recebeste os teus bens, e Lázaro de
igual modo os males; agora, porém, ele aqui é
consolado, e tu atormentado.
E além disso, entre nós e vós está posto um
grande abismo, de sorte que os que quisessem
passar daqui para vós não poderiam, nem os de
lá passar para nós.
Disse ele então: Rogo-te, pois, ó pai, que o
mandes à casa de meu pai,
porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê
testemunho, a fim de que não venham eles tam­
bém para este lugar de tormento.
Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas;
ouçam-nos.
Respondeu ele: Não! p a i Abraão; mas, se al­
guém dentre os mortos for ter com eles, hão de
se arrepender.
Abraão, porém, lhe disse: Se não ouvem a
Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ain­
da que ressuscite alguém dentre os mortos.

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o


texto:
- Exem plo de duas pessoas que viveram esta
vida.
- Pata onde foram o rico e o pobre após m orre­
rem? (inferno/céu)
- Quais pedidos o rico fez a Abraão (Deus)? (v. 24)
- 0 que Abraão (Deus) respondeu? (v. 25 e 26)
- Existe algum a fo rm a de ser salvo após a m or­
te? (não)
- O que acontece com uma pessoa após a sua
morte? (vai para o céu ou inferno)
- Você já esteve em algum perigo de vida? (sim)
- Imagine se você tivesse m orrido! Onde você
estaria? (no inferno)
- Quais pedidos você faria a Deus? (tem miseri­
córdia de mim ; Rogo-te... que o mandes à casa
de meu pai, porque tenho cinco irmãos; para que
lhes dê testem unho, a fim de que não venham
eles tam bém para este lugar de torm ento)
- Ele poderia atendê-lo? (não)
- Esta oração é para ser feita onde e quando?
(aqui e agora)
- Graças a Deus você não m orreu!

Romanos 5.8
"Mas Deus dá prova do seu amor para conosco,
em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo
morreu por nós".

P: M ostrar-nos que o Senhor Jesus é o nosso


único Senhor, Salvador e Mediador.

E: M uitos tentam chegar a Deus por m eio de


cultos, missas, boas obras...Esses esforços não
têm nenhum poder para elim inar os nossos peca­
dos. Cristo foi o único que morreu na cruz por cau­
sa de nossos pecados.

A: Você crê que Jesus é o único Senhor, Salva­


dor e Mediador?
Importante: Peça para a pessoa ler o texto na 1a
pessoa do singular.

Perguntas que ainda podem ser feitas:


Deus ama você? (sim)
O que o verso diz que Deus nos m ostrou? (seu
amor)
Em que situação nos encontrávam os quando Cris­
to morreu por nós? (pecadores)

Romanos 10.9 e 10
"Porque, se com a tua boca confessares a Jesus
como Senhor, e em teu coração creres que Deus o
ressuscitou dentre os mortos, será salvo;pois é com
o coração que se crê para a justiça, e com a boca se
faz confissão para a salvação".

P: Para receber Jesus, você precisa arrepender-


se, confessar seus pecados e crer apenas nele
como seu único Senhor, Salvador e Mediador.

E: Você precisa arrepender-se dos seus peca­


dos e receber Cristo com o seu único Senhor, Sal­
vador e Mediador.
o
A: Você está pronto para deixar de confiar em E
outras coisas e entregar sua vida a Cristo, agora? "55
o>
c
(0
importante: Peça para a pessoa ler este texto na >
LU
1a pessoa do singular.
Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o
texto:
0 que você deve declarar com os seus lábios?
que Jesus é o Senhor)
Em quem você deve crer, de todo o coração?
(em Deus)
O que você receberá se confessar a Jesus com o
seu Senhor e Salvador? (receberei a salvação)
Quando quer fazer isso?

Romanos 10.13
"Porque: Todo aquele que invocar o nome do
Senhor será salvo".

P: Qualquer pessoa que invocar o nome de Je­


sus, com fé, será salva.

E: Você pode tê-lo agora em sua vida, se crer.

A: Você gostaria de receber Jesus Cristo, neste


m om ento, com o o seu único Senhor, Salvador e
M ediador da sua vida?

Importante: Peça para a pessoa ler este texto na


1a pessoa do singular.

Perguntas que ainda podem ser feitas sobre o


texto:

O que recebe uma pessoa que chama por Je-


sus? (salvação)
Você precisa fazer algum sacrifício para ser sal­
vo? (não, apenas invocá-lo)
Você quer pedir a Jesus para ser seu único Se­
nhor e Salvador? (sim)
Quando você quer pedir (agora)

Vamos orar

(faça esta oração m odelo com as pessoas que re­


ceberem Jesus)

"Senhor, sou um pecador. Confio em ti como


o meu único Senhor, Salvador e Mediador. En­
trego a minha vida a ti. Entra em meu coração e
salva-me, agora. Transforma a minha vida. Em
nome de Jesus eu oro. Amém".
Você crê que Jesus ouviu esta oração? (sim)
Onde está Jesus agora? (em meu coração)

Marcos 16.16.
' Quem crer e for batizado será salvo; mas quem
não crer será condenado".

0 que você precisa fazer para ser salvo? (crer) o


0 que Jesus quer que você faça após a sua con- |
versão? (que eu seja batizado)
Quem é que pode ser batizado? (aquele que crer £
em Jesus com o salvador) uJ
0 batism o pode te salvar? (não)
Obs. Todas as perguntas devem ser respondi­
das pela pessoa que está sendo evangelizada ou
está fazendo os estudos. Você não deve respon­
der, mas deve fazer com que a pessoa entenda e
explique a sua pergunta.
Se a pessoa se decidir, você deverá marcar uma
visita na casa dela, para realizar os estudos bíblicos.

2.2 EVANGELISMO EM LIÇÕES

Como Dirigir Estudos


nos Lares

1. Primeira Reunião

A. Orar, pois a oração é a


base inicial para qualquer
atividade cristã.

B. Preparar-se com antecedência, sabendo previa­


m ente as lições antes de minístrá-las.

C. O discipulador deve levar o seguinte à reunião:

a) A Bíblia ou o Novo Testamento.


b) Uma caneta ou lápis.
c) A folha de estudo e a folha da lição seguinte.

D. Apresente o seu propósito, deixando bem claro


que não é um debatedor de religião, filosofia ou
política, mas um estudioso da Palavra de Deus.

E. Não se prender exclusivam ente à leitura, mas


ser um bom perguntador e explicar sem pre os ver­
sos e as respostas.

F. Estar preparado para esclarecer as dúvidas que


surgirem durante o estudo. Caso haja alguma ques­
tão que você não saiba responder de im ediato, diga
aos participantes que irá pesquisar a resposta e
apresentá-la no próxim o estudo. Não deixe que as
perguntas tom e todo o tem po do estudo. Você deve
saber voltar à iição.

G. Evite usar palavras desconhecidas entre os par­


ticipantes do estudo.

H. Esforce-se por prom over a participação durante


o estudo. Não m onopolize a conversa faça todos
participarem do estudo.

I. Não chegue atrasado para o estudo. Se houver


alguma em ergência, tente avisar aos participantes
assim que possível.
Evangelismo

J. Deve-se anotar os nom es dos participantes em


uma folha com os principais dados da pessoa para
oração semanal.

Ky Cada participante receberá um livro contendo


KD
as sete lições que deverão ser feitas individualm en­
te, uma a cada semana.

L. No próxim o encontro, a lição feita em casa, será


revista pelo participante com o discipulador.

M. Gastar, no máximo, uma hora em cada casa.

N. Nas reuniões seguintes, usar o m esm o roteiro


da primeira lição, no que diz respeito ao estudo da
mesma.

O. Você deverá estudar com os participantes o pla­


no de salvação "Com o ter a Vida Eterna" (já visto
na pg. 47. 2.1.3) antes de fazer a lição n°7.

Boas Novas para você (Publicação do JM N e que


faz parte do kit básico - pg. 92

Da 2a à 6alição seguiu-se o m esm o critério de dire­


ção da 1a reunião.

2. Sétima Reunião
Prático

O estudo "Boas Novas" está m ostrando com o


ter a vida eterna através de Jesus Cristo. Depois
Discipulado

de seis semanas de estudos, muitas pessoas esta­


rão preparadas. Assim , uma outra fase está se de­
senvolvendo.
No fim do estudo, o discipulador explica o pla­
no de salvação "Como Ter a Vida Eterna" e faz o
apelo para as pessoas aceitarem Jesus Cristo,
com o Senhor, Salvador e M ediador de suas vidas.

3. Oitava Reunião

Essa é a semana de uma outra decisão. O últi­


mo estudo, que é a 7a lição, é um resumo dos de­
mais. Durante este tem po, alguns já terão recebi­
do Cristo e estarão salvos.
O discipulador deverá continuar com os estu­
dos. Ele deve recom endar o estudo do livro "E
Agora?" , caso a pessoa já tenha se convertido; se
ela ainda não fez a decisão, o discipulador deverá
começar um outro estudo, intitulado: "O que Je­
sus deseja que você faça". Logo em seguida, de­
verá começar a ensinar o livro Discipulado Prático.

3 . PÓS-EVANGELISMO Pós-Evangelismo

A tarefa da Igreja é ensinar o novo convertido a


andar e conviver com Jesus, no Espírito Santo. A Igreja
Precisa amar e ensinar a cuidar uns dos outros.
Todos que irão trabalhar com os novos crentes
devem saber andar com Cristo. Pessoas que vivem
em comunhão contínua com Cristo, têm lugar defi­
nido e hora para conversar com ele, através da ora­
ção, leitura da Bíblia e da comunhão com os outros.
Para trabalhar com novos crentes não é neces­
sário m uito treinam ento; não é preciso ser m estre
na Bíblia. O mais im portante é ser um discípulo de
Cristo, vivendo nele e integrando-se em sua Igreja.

ORIENTAÇÃO PARA A INTEGRAÇÃO

A integração tem com o finalidade levar o decidido


a envolver-se com pletam ente com o Reino de Deus.
A integração dos novos decididos foi uma prá­
tica diária na vida de Jesus.
Jesus convidou hom ens a segui-lo. "Se alguém
quer me seguir, esqueça os seus próprios interes­
ses, carregue a sua cruz e me acom panhe"
(M ateus 16. 24 BLH). Conviveu com eles, chamou-
os para o m inistério, treinou-os para o discipulado
Prático

e enviou-os para integrar os novos decididos nes­


te m inistério. "Jesus subiu um monte, chamou os
que ele quis, e eles foram para perto dele. Então
Discipulado

escolheu doze homens para ficarem com ele e


serem enviados para anunciara mensagem de sal­
vação. Chamou esses doze de apóstolos" (M arcos
3.13 e 14 BLH).
Os discípulos orientaram, com clareza, os no­
vos decididos a se batizarem, a viverem unidos em
a m o r e o ra ç ã o , c o m p ro m e tid o s com os
ensinam entos de Cristo.
0 batism o é essencial à integração dos novos
decididos, por isso, devem os encorajá-los a se
batizar.
Os discipuladores são conselheiros imediatos.
Devem procurar sentar-se ao lado do visitante, au­
xiliando-o durante o culto. O m elhor acom panha­
mento será feito pela pessoa que fez o convite ou
por quem a evangelizou.
A in te g r a ç ã o com eça no a p e lo . O
a co n se lh a m e n to é fe ito de m o d o bem pessoal.
E o m o m e n to de v e rific a r se a pessoa que se
m a n ife sto u en te n de u o apelo. M u ita s vezes as
pessoas to m a m uma decisão, levadas pela e m o ­
ção e não sabem as suas im p lica çõ e s. O utras
pessoas vão à fre n te porque tê m m edo de ir para
o inferno. O u tro s q uerem algum tip o de ajuda.
Q uando uma pessoa se m a nifesta, não sabem os
qual a razão desta m a n ifestaçã o .
A m a n ife s ta ç ã o p ú b lic a não p o de ser c o n ­
side ra d a um a c o n v e rs ã o , m as um a o p o rtu n i­
Pós-Evangelismo

dade para e va n g e liza çã o p e ssoa l e tra n q ü ila no


lar. Pense em o u tra s s itu a ç õ e s q ue v o c ê vai
e n c o n tra r: o m a n ife s ta n te que q u e r re c o n c ili­
ação, o ra çã o , ajuda fin a n c e ira ou se batizar.
L e m b re -se que cada m a n ife s ta n te te m o seu
m o tiv o pessoa
As pessoas serão levadas para um lugar devida­
m ente preparado e receberão o aconselham ento
pelos d iscip u la d o res treinados. Para cada uma,
haverá um conselheiro.
A atuação do conselheiro deverá ser discreta e
objetiva, lim itando-se ao preenchim ento de uma
ficha com to d o s os dados. Deve-se evitar esclare­
cim en tos prolongados sobre a Bíblia e a Igreja,
assuntos que serão tratados nas futuras visitas.
Logo em seguida, o conselheiro deverá m arcar a
prim eira visita em local e horário mais convenien­
te para a pessoa que se m anifestou.
Ao final, o conselheiro fará uma oração, aben­
ç o a n d o a vid a do d e c id id o . A d u ra ç ã o do
aconselham ento não deverá ser superior a cinco
m inutos, a não ser que a pessoa esteja com algum
problema e necessite de apoio em ocional im edia­
to, situação em que o conselheiro deverá ouvi-la e
d a r um a p a la v ra de in c e n tiv o , e s p e ra n ç a e
encorajam ento.
As fichas com os dados dos decididos serão re­
p a ssad o s para o s e c re tá rio re sp o n sá ve l p elo
processam ento dos dados e na mesma semana,
será providenciado o envio da primeira, das cinco
cartas ao decidido.
Nesta m esm a semana, cada um deverá rece­
ber a visita de um discipulador treinado para reali­
zar o estudo bíblico indicado (Boas Novas para
Você). É aconselhável que seja realizada a lição
na prim eira visita. Entretanto, pode ser necessá­
rio que o d iscipulador aproveite a oportunidade
para aum entar o vínculo de amizade com o deci­
dido e sua fam ília, procurando conhecê-lo, tornar-
se con he cid o e criando um clim a de confiança
mútua. Nesta situação, a prim eira lição passará
para a segunda visita. A partir deste ponto, deve­
rá ser m inistrada uma lição a cada visita.
Ao m esm o te m p o , o d iscip u la d o r deverá e s ti­
m ular o d e cid ido a fazer parte da com unhão na
igreja, p a rticip a n do das atividades que a igreja
prom ove. M atriculá-lo na Escola Bíblica D om in i­
cal, na classe de novos de cid ido s, a fim de levá-
lo ao b a tism o logo que possível. D evem os o fe ­
recer info rm a çõ e s sobre as atividades da Igreja:
m u itim in isté rio , coral, orquestra, EBD, aco m pa ­
n ham ento no lar, e stu d o b íb lico no lar, c u lto s,
grupos de com unhão, etc.

APRESENTAÇÃO DOS NOVOS IRMÃOS

A festa dos novos

A festa dos novos cren­


Pós-Evangelismo

tes é um encontro que visa


a diversas finalidades. Ex­
pressar a gratidão a Deus
por eles, mostrar o interes- ■
se da igreja em ajudá-los a
conhecer a Igreja e a sua lidí
rança.
0 programa deve ser curto e informal. O objetivo
é estimular a confraternização entre os novos cren­
tes e os membros antigos da igreja.
Todos que se batizaram no ú ltim o m ês e seus
fa m ilia re s serão c o n v id a d o s para esse e n c o n ­
tro , inclu sive os d is c ip u la d o re s . É m u ito im p o r­
ta n te a p a rticip a çã o da liderança da igreja. Pode-
se o fe re c e r um lanche s im p le s, c o n fo rm e um
plano elaborado pela e q uip e responsável da fe s ­
ta dos novos.

3.1 Certeza da vida eterna

O estudo "Boas Novas" está m ostrando com o


ter a vida eterna, através de Jesus Cristo. Depois
de seis semanas de estudos, muitas pessoas esta­
rão preparadas para serem batizadas, outras en­
tretanto, necessitarão de um tem po m aior para que
possam ser batizadas.
Depois de fazer as seis primeiras lições de "Boas
Novas" passa-se ao plano de salvação, "Como ter
a Vida Eterna" . Explica-se diretam ente e faz-se o
Prático

apelo para as pessoas aceitarem Jesus Cristo com o


Senhor, Salvador e M ediador de suas vidas.
2‘ ) Discipulado

3.2 Batismos

O Senhor Jesus, antes de subir aos céus, dei­


xou orientação sobre sua vontade (M ateus 28.16-
20). O rdenou a seus seguidores que fizessem no-
vo s d is c íp u lo s e q u e os m e s m o s fo s s e m
batizados "em nom e do Pai e do Filho, e do Espí­
rito Santo'', e integrados nos seus ensinam entos,
sem pre contando com a sua presença. O b a tis­
mo é ordenança clara de Jesus para to d o aquele
que crer.

3.2.1 - O Batismo bíblico

Para um batism o bíblico é ne­


ce ssá rio : água (João 3.23). O
s im b o lis m o d e c o rre n te d e s te
ato leva à visão da m orte para o
pecado e para o m undo; sepul-
tam ento para o pecado e para o
m undo; ressurreição para uma
vida viva em Cristo e de salva­
ção. (Rm 6.4)
O batism o deve ser m inistra­
do apenas àqueles que se arre­
pendem, creem e aceitam Jesus com o Salvador
de suas vidas (Atos 8.36-38). Ao se batizarem te s ­
tem unham e te s tific a m a to d o s desta operação
interior. £
O batism o não salva e nem torna ninguém ^
a>
santo. Não confere graça especial, mas é sím bo­ O)
c
(O
lo de que se é realm ente um seguidor de Jesus >
Cristo. Este é um dos passos de obediência e de tf)
'O
testem unho público da transform ação que Cristo
operou no coração.
3.2.2 - Por que ser batizado?

A q u e le que crê em C risto deve ser batizado


pelas s e g u in te s razões (M a rc o s 16.16):

1) Para obedecer a Cristo. 0 batism o foi ordenado


por Jesus Cristo. Quem não se sujeita ao batism o
está desobedecendo às ordens de Cristo;

2) Para dar um testem unho público de sua fé em


Jesus Cristo, m ostrando a todos a transform ação
ocorrida em seu coração após sua conversão:
m orte para o pecado e para o m undo; ressurreição
para uma nova vida em Cristo;

3.2.3 - Quando se batizar?

Quando a pessoa fo r esclarecida sobre a obra


redentora de Jesus Cristo e crer de to d o o cora­
ção, ela estará pronta para ser batizada.
Não há data estabelecida, som ente critérios que
o recém convertido deva satisfazer. "Pelo que, se
S alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas
'to velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2
^ Coríntios 5.17).
"2
CD
Todos nós te m o s de te r em m e n te quando
= evangelizam os alguém , de levá-lo a este nívei de
'ü com prom isso tão im portante com Cristo e com a
5 igreja.
3.3 Visitas de Restauração

São visitas que você faz


aos afastados da igreja
e do seu Grupo
de C om unhão.
Nós tem os uma
grande respon­
sabilidade: pro­
curar, até e n co n tra r
as ovelhas desgarradas. Qual de vós é o homem
que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma de­
las, não deixa as noventa e nove no deserto, e não
vai após a perdida até que a encontre?" (Lucas
15.4).

3.4 Discípulo Multiplicador

3.4.1 - Como formar outros


Discipuladores

O discipulador que se dispuser a form ar novos


discipuladores,não deve se esquecer de ensinar os
Pós-Evangelismo

seguintes itens:

01. O Propósito Geral;


02. Os Propósitos Específicos;
03. Os Propósitos Pessoais.
04. Explicar o FIEL e o Plano
Salvação, enfatizando que no ca
de um só encontro com a pessoa, o testem unho
"Como Ter a Vida Eterna deve ser apresentado
na íntegra.
05. Treinar o testem unho pessoal, até sabê-lo de cor.
06. Apresentar todos os estudos bíblicos ofereci­
dos pela igreja.
07. Ensiná-lo a preencher corretam ente os relatóri­
os e fichas.
08. Fazer uma prova oral ou escrita que inclua o
FIEL e os versículos do Plano de Salvação exigin­
do que o aluno tire a nota máxima. Se não conse­
guir a nota desejada, ele deverá refazê-la em um
outro m om ento.
09. Levá-lo à visita e ao estudo bíblico com você ,
para que aprenda, na prática, a ser um discipulador.
10. Só serão diplom ados os que fizerem teoria e
prática.
11. Incentivá-lo a fo rm a r
outros discipuladores.
12. Dizer sobre a im por­
tância de se freqüentar as
reuniões, para atualizar-se
sobre o discipulado e para
Prático

a p re s e n ta r re la tó rio de
suas atividades, sem anal­
mente.
co) Discipulado

13. Incentivá-lo a estudar diariam ente a Bíblia.


14. Ao term inar de discipulá-lo, passar o seu nome
para a secretaria da igreja, para que seja providen­
ciado seu certificado de discipulador.
3.4.2 Como iniciar o processo?

a) Comece pela oração. Todo discipulador precisa


com eçar com a oração. É o prim eiro e o mais im ­
portante passo. Se você não orar, estará fadado ao
fracasso. Precisamos colocar diante do Senhor os
nom es das pessoas que vam os
e v a n g e liz a r e tr e in a r no
Discipulado Prático. Um m inis­
tério sem oração é um m inis­
tério sem poder.
b) Saia do discurso e vá para
a prática.
c) Inform e à igreja, por meio
de serm ões e estudos, sua in­
tenção de iniciar o m inistério
de discipulado prático.
d) Deus já colocou nomes de
pessoas no seu coração; re­
lacione e convoque essas pessoas e abra espaço quem
quiser participar do treinamento.
e) Se você fo r im plantar este programa em sua igre­
ja, você precisará estar motivado e apaixonado
Pós-Evangelismo

p e lo p ro je to e d is p o s to a in v e s tir na
conscientização, im plantação, consolidação e
ampliação desse m inistério.
f) Sua igreja precisará investir na com pra do m ate­
rial necessário, para a im plantação do projeto
g) IMPORTANTE: Você vai levar, aproxim adam en­
te, 12 semanas estudando este projeto, durante
uma hora por semana. Atente para as partes que
necessitam ser decoradas.
h) Na primeira reunião, você vai explicar os m o ­
tivo s que o levaram a criar o m inisté rio . Conte-
lhes que eles são respostas de suas orações. Ini­
cie o tre in a m e n to explicando os Propósitos, pá­
gina 15.
i) Na segunda reunião, você deverá explicar a "Vi­
são Geral", página 17.
j) Na terceira reunião, você deverá explicar "As
Bases Bíblicas", na página 21.
k) Na quarta reunião, você deverá explicar "O pré-
evangelismo", na página 28.
I) Na quinta reunião, vo cê deverá e xp lica r "O
evangelismo Pessoal e o Testemunho", na pági­
na 41.
m) Na sexta e sétima reunião, você deverá expli­
car o plano de salvação, "Como Ter a Vida Eterna",
nas páginas 47 a 55.
n) Na oitava reunião, vo cê deverá e xp lica r o
"Evangelismo Em Lições", nas páginas 56 a 58.
o) Na nona reunião, você deverá explicar o "Pós-
evangelismo", nas páginas 59 a 63.
g p) Na décima reunião, você deverá explicar a "Cer­
O.
teza de Vida Eterna", nas páginas 64 a 66.
O
T3 q) Na décima primeira reunião, você deverá expli­
3
5
a. car o "Discípulo Multiplicador", na página 67.
"'5 r) Na décima segunda reunião, você deverá fazer
v>
uma prova oral ou escrita, com seus alunos, m oti­
ve-o a tirar a nota máxima.
FUNCIONAMENTO DAS CLASSES DO
DISCIPULADO

Existem três classes de discipulado, a saber:

a) Discipulado básico. Duração: três meses. Esta


classe é direcionada para pessoas recém-batizadas,
que já participaram da festa dos novos. Eles estu­
darão as doutrinas fundam entais da Bíblia. Os es­
tudos deverão ser conduzidos por alguém que co­
nheça bem as doutrinas, preferencialm ente o pas­
to r da igreja. Após o térm ino o aluno será encam i­
nhado para a classe seguinte.

b) Discipulado I. Duração: três meses. O aluno


receberá inform ações sobre o livro "D iscipulado
Prático". Pré-evangelismo; plano de salvação; te s ­
tem unho pessoal e toda a seqüência de versículos
para o evangelism o pessoal.
Aprenderão a dirigir as lições dos estudos "Boas
Novas Para Você", "O Que Jesus Deseja Que Você
Faça", integração e visita de restauração.
Formulários
e Planilhas
FICHA DE P R E -E V A N G E L IS M O
TESTEMUNHO
PESSOAL
Para escrever seu testem unho, as seguintes per­
guntas devem ser respondidas:

a) Como era minha vida antes de receber Jesus?


(Falar sobre religião, atitudes, estilo de vida e pe­
cados).

b) Como eu percebi que precisava aceitar Cris­


to? (O que levou você a se converter? Quais as
dores, problemas, que fizeram com que você per­
cebesse que precisava mudar? Como você bus­
cou a Deus?)

c) Onde e como eu aceitei Cristo? (O que você


fez de m odo específico? Onde aconteceu? Como
foi?)

o d) Como é minha vida desde que aceitei Cristo?


o
+3 (Quais os benefícios? Os problem as foram resolvi­
-m
CL dos? Como isso melhorou seu relacionamento?)
O
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3 Conclusão: Termine o seu testem unho dizendo:
Q.
'5 Agora eu tenho certeza da vida eterna. Deixe-me
explicar, pela Bíblia, como você também pode ter
certeza da vida eterna. (Memorize esta frase)

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1. P R É -E V A N G E L IS M O
1.01 - Grupo de Comunhão

1.02 - Novas Amizades

1.03 - Visita à Igreja

2. E V A N G E L IS M O
2.01 - Evangelismo Pessoal

2.02 - Evangelismo em Lições

2.03 - Manifestações

3. IN T E G R A Ç Ã O
3.01 - Certeza da Vida Eterna

3.02 - Batismos

3.03 - Visitas de Restauração

3.04 - Discipulo Multiplicador

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1. P R É - E V A N G E L IS M O

1.01 - Encontro da Família e do Amigo

1.02 - Novas Amizades

1.03 - Visita à igreja

2. E V A N G E L IS M O

2.01 - Evangelismo Pessoal

2.02 - Evangelismo em Lições

2.03 - Manifestações

3. I N T E G R A Ç Ã O

3.01 - Certeza da Vida Eterna

3.02 - Batismos

3.03 - Visitas de Restauração


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3.04 - Discípulo Multiplicador


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EUTENHO UMA MISSAO:A mi nha missão é fa^er- discípulos


Plano Sem anal
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PEDIDOS DE ORAÇÃO
DUPLA DE O R A Ç Ã O :

TELEFONE:

DUPLA DE O R A Ç Ã O :

TELEFONE:

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1
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PÁGINA DE ORAÇÃO
ORAR: adorar, confessar, agradecer, interceder e suplicar

DIARIAMENTE DOMINGO SEGUNDA TERÇA


F ir m a , e m p re g a d o s , P e s s o a s p erd id as ,
C ô n ju g e , filh o s , p aís e irm ã o s A lu n o s d a E B D , p a s to r e fam ília
p a trã o e fam ília a fa s ta d o s e a m ig o s

QUARTA QUINTA SEXTA SABADO


M is sio n ário s e lid e re s G o v e rn a n te s d o p a is P ro je to s d a igreja, d is cip u la d o .
P a re n te s p róxim o s
1 T im ó te o 2 : 1 - 2 e v a n g e lis m o e co n stru ção

Usando este método você orará por muitas pessoas diariame


Cartão de Visitantes
Nomtí Dia/Mês Aniversário

Q M asc Q F e m

Endereço N°/Apto

Bairro Ponto de referência

Cidade CEP Telefone Celular E-mail

□ 13 a 15 0 1 6 a 20 0 2 1 a 25 Q 2 6 a 30 D 31 a 40 0 4 1 a 50 (I)5 1 a 6 0 Q 61 a 70 D a c im a d e d e T I

Escolaridade
□ Solteiro O Casado O Divorciado □ Viúvo O Fundamental Q Ensino Médio Q Superior

□ Convidado (por quem?) ______

□ Membro de outra igreja (Qual?)

□ Outro _____________________

Continua no verso I

Minha decisão hoje


□ Aceito Jesus com o m eu S alvador □ Q uero se r batizado

Minha opinião sobre a igreja

R EC EP Ç Ã O CORDIALIDADE MUSICA PALESTRA


□ Ótima □ Ótim a □ Ó tim a □ Ótim a
Formulários e Planilhas

□ Boa □ Boa □ Boa □ Boa


□ Razoável □ Razoável □ Razoável □ Razoável
□ Ruim □ Ruim □ Ruim □ Ruim

Estou interessado em
0 Saber como me tornar membro □ Pertencer a um pequeno grupo
D Servir em um ministério □ C u rs a r as classes de treinamento do discipuado

Receber estudos bíblicos □ Seg □ Ter □ Qua □ Qui □ Sex Q S a b Q Dom Hora: ]:[ I

! W ^ios de oração O utras inform ações


(cidade), (mês) de, (ano).

Amigo (a)

Alegramo-nos muito em saber que você aceitou a


Jesus Cristo como seu Salvador pessoal.
Estamos escrevendo-lhe esta carta, porque você é
ainda novo na vida cristã e como todo recém-converti-
do, precisa de cuidados especiais para o seu crescimen­
to em Cristo. Esses cuidados você pode receber em
sua casa e também na igreja,
Que tal crescer como Jesus cresceu? Sabe como?
Em Lucas 2.52 encontramos a resposta: "Assim Jesus
crescia, tanto em estatura como em sabedoria, e era
amado por Deus e pelos homens. " Então, o cresci­
mento de Jesus na terra foi mental, físico, espiritual e
social .
Jesus Cristo é o nosso exemplo em tudo. Para que
você cresça espiritualmente é necessário que:
1 - Freqüente à igreja.
2 -Converse sempre com Deus como um Pai, atra­
vés da oração.
3 - Leia diariamente sua Bíblia, deixando Deus falar
com você.
4 - Dê testemunho do que tem feito Jesus Cristo em
seu coração, falando aos seus amigos.

Você irá receber algumas cartas. Nelas explicaremos


com mais detalhes os quatro pontos que citamos para
seu crescimento em Cristo. Esperamos que você guar­
de todas as cartas. Estamos orando por você.

Com amor em Cristo,

Pastor
(cidade), (mês) de, (ano).

Amigo (a)

Ao se tomar crente, você assumiu a responsabilidade


de viver a vida cristã. A verdadeira vida cristã requer uma
comunhão com os irmãos. Por isso, ao salvá-lo, Jesus
Cristo lhe deu o direito de pertencer a uma igreja.
A palavra igreja não é um lugar que se freqüenta. A
igreja são as pessoas! Não são os prédios ou organiza­
ções. Igreja são os chamados para fora. Pessoas cha­
madas para fora do pecado para salvação, das trevas
para luz, da morte para vida, do inferno para o céu, e da
escravidão de Satanás para servir ao Salvador. Essa pa­
lavra é usada na Bíblia em dois sentidos:
1) Uma comunidade espiritual, no céu. "Na casa de
meu Pai(céu) há muitas moradas. Eu vou preparar algu­
mas para você." (João 14.2).
2) Uma comunidade física, na terra. "Para: Os cris­
tãos de Corinto, convidados por Deus para serem seu
povo, feitos dignos dele por obra de Cristo Jesus. E para:
Todos os cristãos em toda a parte - todos quantos invo­
cam o nome de Jesus Cristo, Senhor nosso e deles tam­
bém" (1 Coríntios 1.12), à qual passamos a pertencer
depois do batismo "E aqueles que acreditaram na pre-
gação de Pedro foram batizados - ao todo uns 3.000!" £
(Atos 2.41). c
No sentido de comunidade terrena, a igreja pode E
ser entendida no aspecto local, que é a comunidade a>
reunida na casa de um irmão "saudações a todos aque- §
les que se reúnem na casa deles para os cultos. Saú-
dem meu bom amigo Epêneto. Ele foi o primeiro na "5
Ásia, a se tornar cristão" (Romanos 16.5) ou num local E
apropriado de uma cidade "E foram fazer uma reunião o
de oração num cômodo do andar superior da casa onde
estavam" (Atos 1.13).
Você poderá ver como surgiram as igrejas na Bíblia,
lendo o livro de Atos dos Apóstolos.
Embora as igrejas sejam compostas de pessoas
regeneradas, não são elas perfeitas, porque os homens
podem falhar. As igrejas do Novo Testamento foram atin­
gidas por problemas morais e espirituais, mas tinham
também meios de resolvê-los e poder para continuar
sua missão. As características da Igreja de Cristo, se­
gundo o Novo Testamento, são as seguintes:
a) Ela crê em um só Deus, em Jesus Cristo como
divino e único Salvador e no Espírito Santo como divino
Consolador.
b) Ela é uma comunidade local, soberana, que coo­
pera com outras igrejas na promoção do reino de Deus.
c) Ela só aceita como membro as pessoas converti­
das a Cristo.
d) Ela batiza seus membros.
e) Ela crê que a bíblia é a infalível Palavra de Deus.
f) Ela pratica a evangelização e tem como meta levar
Cristo a todas as nações. Como você foi salvo por Je­
sus, o seu lugar é na sua igreja. Você deve participar
dos cultos da igreja, de suas classes de estudos bíbli­
cos, de suas atividades evangelísticas, sociais e recrea­
tivas. Que Deus o abençoe no encontro da igreja que
fará parte vital de seu crescimento em Cristo.

Sinceramente em Cristo,

Pastor
(cidade), (mês) de, (ano).

Amigo (a)

Em o Novo Testamento, comunhão significa uma


relação crescente, baseada em amor. Essa palavra re­
fere-se à relação que você tem com Cristo e com ou­
tros crentes . Você poderá medir a plenitude de sua
vida cristã pelos momentos que você dedicar à comu­
nhão com Cristo, à oração e ao estudo da Bíblia.
Separe em cada dia um tempo para crescer em sua
comunhão com Cristo, à oração e ao estudo da Bíblia.
Determine um período e faça dele o tempo mais impor­
tante de sua vida. Leia um texto da Bíblia, medite sobre
ele e ore. Na continuidade desta prática, você descobri­
rá que vai precisar de mais tempo para isso.
Nesse momento devocional, você vai falar com Deus
e permitir que ele lhe fale pela Bíblia e pela sua consciên­
cia. Faça planos de ação para esse dia e para o futuro.
A oração é comunicação. É diálogo com Deus. É
compartilhamento. Tente ser natural em sua conversa
com Deus. Deus não quer ouvir palavras decoradas ou
frases artificiais.
Jesus nos deu algumas idéias sobre a oração: "Orem
desta maneira: Nosso Pai do Céu, nós adoramos o seu $
santo nome" {Mateus 6,9-13). A oração deve ser inicia- £
da com a chamada de Deus (invocação, petição e ação {5
de graças). A oração do cristão é sempre feita em nome E
de Jesus " Vocês podem pedir a Ele qualquer coisa, o
em meu nome, e Eu o farei, e assim o Pai será glorifi- g
cado através do Filho" (João 14.13). 'C
Sempre que reconhecemos a grandeza de Deus, 3
passamos a sentir 0 nosso estado pecaminoso. Isso é £
um assunto que nos leva à confissão de nossos peca- o
dos. Fale com ele sobre os seus problemas. Ore pelos
outros (isso pode levá-lo a ajudar outros).
Uma lista de assuntos pode ajudar muito.
Devemos estar em constante atitude de oração Per­
maneçam sempre em oração" (1 Tessalonicenses. 5.1 7)
Procure orar com outros irmãos e também na igreja
ter novas experiências de oração.
Ao lado da oração, procure também estudar a Bíblia.
O Novo Testamento é o coração da mensagem de Deus.
Este seria o melhor ponto para você começar o seu es­
tudo. Comece no Evangelho de João e depois leia Atos
e Romanos, para ter um conhecimento básico da men­
sagem cristã. Continue então com o estudo de outros
livros da Bíblia, na ordem que preferir.
Quando estiver iendo, faça a si mesmo estas per­
guntas: O que diz esta mensagem? Qual é a idéia prin­
cipal apresentada? Como posso aplicar esta passagem
à minha vida para que ela se torne mais significativa
para mim?
Que Deus o ajude a ter uma vida crescente de comu­
nhão com Cristo, de oração e de estudo bíblico.

Sinceramente em Cristo,

Pastor
(cidade), (mês) de, (ano).

Amigo(a)

Todo crente recebe de Jesus a gloriosa tarefa de dar


testemunho daquilo que aconteceu em sua vida. Teste­
munhar é compartilhar. É contar a experiência de con­
versão. E o transbordar de sua experiência em Cristo,
com a intenção de passá-la a outrem. Jesus disse: "Por­
que as Escrituras declaram que rios de água viva cor­
rerão do íntimo de todo aquele que crer em Mim" (João
7.38).
Nas atividades normais da vida, você conhece e en­
contra-se com pessoas. Por que não permitir que o Es­
pírito Santo use esses contatos diários para levar ou­
tras a Cristo? Essa pode ser a ocasião quando as boas
novas de Cristo podem tornar-se mais significativas,
quando estão sendo demonstradas através de sua vida.
Testemunhar não é só falar de Cristo, pela eloqüência
das palavras, mas comunicar experiências de vida sob a
liderança do Espírito Santo, que glorifiquem a Cristo.
Procure integrar-se na igreja e matricular- se no trei­
namento de evangelização pessoal, para aprender como
testemunhar.
Para facilitar a sua tarefa, sugerimos-lhe o seguinte: $
1) Escreva o seu testemunho em poucas palavras . £
2) Comece por contar como era sua vida antes de =
conhecer a Cristo. Sua religião, sua maneira de viver, E
suas dúvidas, etc. a>
3) Conte quando você ouviu o evangelho pela pri- g
meira vez, onde foi que o ouviu, quem o levou a ouvi-lo '*»
e como foi a sua decisão. —
4) Conte o que aconteceu em sua vida, depois de E
aceitar Jesus. o
Aplicação - Procure contar sua experiência de con­
versão a uma pessoa hoje mesmo. Ore para ter essa
oportunidade. Deus colocou você nesse lugar por um
motivo especial. Seja natural e use as palavras certas.
Não force a pessoa a ouvir. Ao terminar seu testemu­
nho, pergunte se a pessoa não gostaria de ter a mesma
experiência . Em caso positivo, leve-a a falar com Deus,
aceitando a Cristo e entregando -se a ele. Ajude-a , se
precisar, nessa oração.
Interesse-se por essa pessoa e mais tarde volte para
ajudá-la a crescer espiritualmente.
Procure orar ao levantar-se. Diga a Deus: "Senhor, eu
pertenço a ti e este novo dia é teu. Ajuda-me a ser sen­
sível ao teu Espírito, em cada contato que eu tiver hoje.
Dá-me sabedoria e poder para que Cristo seja uma rea­
lidade em mim e eu possa falar dele aos outros."
Agradeça a Deus porque alguém falou de Cristo a
você e peça a ele que a ajude no privilégio de falar de
Cristo a outrem.

Sinceramente, em Cristo,

Pastor

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(cidade), (mês) de, (ano).

Amigo (a)

Foi uma grande satisfação e privilégio ter estado com


você, tentando ajudá-lo um pouco,
Estamos orando por você e desejamos ajudá-lo no
que puder. Sinta-se à vontade para nos procurar sem­
pre que quiser.
Ficamos felizes por você ter completado o Estudo
Bíblico Boas Novas. Esteja memorizando os versículos
das Escrituras. Para sua saúde espiritual, é importante
que estude a Palavra de Deus regularmente e desfrute
diariamente, do maravilhoso privilégio da oração.
Não deixe de freqüentar a igreja todos os domingos,
para adorar a Deus e ter comunhão com pessoas que
professam a mesma fé que a sua.

Sinceramente,
MATERIAL DIDÁTICO

Abaixo está a sugestão de material di­


dático para realização dos núcleos de Estu­
do Bíblico e formação de um discípulo.

• Livretos: JM N (Junta de M issões


Nacionais).
• Boas Novas Para Você.
• O que Jesus deseja que você faça.
• E agora?
• Discipulado Prático - do autor.
Bibliografia

AKINS, Thomas Wade. Treinamento para teste


munho pessoal. 3. ed. Rio de Janeiro: Junta
de M issões Nacionais da CBB, 1989.
AKINS, Thomas Wade. Evangelismo Pioneiro. 3 . ed.
Rio de Janeiro: Junta de M issões Nacionais
da CBB, 1989.
BLACKMON, Dennis Lester. Pré-evange/ização. 3 .
ed. Rio de Janeiro: Junta de M issões Nacio­
nais da CBB, 1989.
BLACKMON, Dennis Lester. Integração. 3. ed. Rio
de Janeiro: Junta de M issões Nacionais da
CBB, 1989.
BLACKMON, Dennis Lester, Eagora?. 9. ed. Rio de
Janeiro: Junta de M issões Nacionais da CBB,
1989.
MOORE, W alloon B. Multiplicando discípulos. Rio
de Janeiro: Junta de Educação Religiosa e Pu­
blicações da CBB, 1994.
WARREN, Rick. Comprometidos com a membresia.
Rio de Janeiro: 2001.
WARREN, Rick. Uma igreja com propósitos. São
Paulo: Editora Vida.
WILLINS, Jr. Avery, T. Vida Magistal. Rio de Janei
ro: Junta de Educação Religiosa e Publicações
da CBB, 1991.
NEIGHBOUR, Randail G. Quebra-ge/os. Touch
Outreach M inistries, Inc, 1999.
SENA, Joselito F. Discipulado e células. Visão
Missionária. Rio de Janeiro.: U M B .B . 2000
Gilberto
Penido Bertho

| Discipulado |
PRÁTICO

os últim os dias de treinam ento de seus seguidores, Jesus deu ênfase à importância de

N se fazer discípulos. A maioria dos membros de nossas igrejas não faz discípulos porque
nâo sabe como.

0 discipulado é um dos melhores meios para se alcançar uma pessoa para Jesus, pois ele, mais
que evangelizar, tem por finalidade conduzir à pessoa a conversão, integração na igreja e m atu­
ridade quando estará frutificando.

Os discípulos estavam reunidos em Jerusalém, aguardando o cum prim ento da promessa da


vinda do Espírito Santo. Pedro prega no dia de Pentecoste e quase três mil almas se convertem.

0 crescim ento numérico fazia parte da vida da igreja prim itiva. Era uma rotina e não uma exce­
ção. Lucas escreve vários textos mostrando este crescim ento que só aconteceu em decorrên­
cia da fidelidade em cum prir os objetivos deixados pelo Senhor Jesus.

Isto é o que esperamos ver em nossas igrejas.

ilberto Penido nasceu em Paracambi - RJ. Por m uitos anos tem percorrido o Brasil como

G discipulador, treinando pastores e igrejas dentro deste empolgante método de evange-


lísmo e discipulado. Possui os graus de Bacharel em Teologia, Educação Religiosa e Pós-
graduado em Psicanálise.

Em mais de duas décadas de m inistério, pastoreou diversas igrejas em Minas Gerais, trabalhou
como m issionário e organizou a segunda igreja Batista de Três Corações e a Segunda e a Terceira
Igreja Batista da Varginha. Coordenou projetos especiais de evangelização, com o a Trans-
Uberlândia, a Trans-Triângulo e coordenou a Campanha "M inha Esperança Brasil", da Associação
Evangelística B illy Graham, em MG:

Foi diretor e professor do Seminário Teológico do Triângulo Mineiro. Desde 2006 é o relator do
com itê de evangelismo e Missões da Convenção Batista Mineira. É casado, há 25 anos, com
Mara Raquel e tem um filho, Jônatas. 2008. Foi diretor e professor do Seminário Teológico Batista
do Triângulo Mineiro.

w w w .tra n sm u n d ia l.co m .b r