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Aula 4 – Concavidade e pontos de inflexão do

gráfico de uma função


O conceito de concavidade é muito útil no esboço do gráfico de uma curva.
Na figura abaixo, observamos que dado um ponto qualquer c entre a e b, em
pontos próximos de c o gráfico de f estará acima da tangente à curva no ponto
P (c, f(c)). Dizemos que a curva tem concavidade voltada para cima no
intervalo (a,b).

Como f ´(x) é a inclinação da reta tangente à curva, observa-se na figura


abaixo que no intervalo (a,b) a derivada f´(x) é crescente.

Geometricamente falando isso significa que a reta tangente gira no sentido


anti-horário à medida que avançamos sobre a curva da esquerda para a direita.

Analogamente, o mesmo vale para uma função que tem concavidade voltada
para baixo no intervalo (a,b).

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Na figura b, vemos que a tangente gira no sentido horário quando nos
deslocamos sobre a curva da esquerda para a direita. A derivada f ´(x) é
decrescente em (a, b).

Assim temos as seguintes definições:

DEFINIÇÃO 1: Uma função f é dita côncava para cima no intervalo (a,b), se f


´(x) é crescente nesse intervalo.

DEFINIÇÃO 2: Uma função f é côncava para baixo no intervalo (a,b), se f´(x)


for decrescente neste intervalo.

P o n t o d e i n f l e x ã o  f ( x ) = 0

f  ( x ) < 0 f ( x ) > 0

C ô n c a v a p a ra b a ix o : C ô n c a v a p a ra c im a :
d e riv a d a d e c re s c e n te d e riv a d a c re s c e n te

Derivada crescente  variação da derivada maior que zero  f  (x) > 0


Derivada decrescente  variação da derivada menor que zero  f  (x) < 0

Reconhecer os intervalos onde uma curva tem concavidade voltada para cima
ou para baixo, auxilia muito no traçado de seu gráfico. Faremos isso,
analisando o sinal da segunda derivada, ou seja, f´´(x).

PROPOSIÇÃO: Seja f uma função contínua no intervalo [a,b] e derivável


até segunda ordem no intervalo (a,b):

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a) Se f´´(x) > 0 para todo x Є (a, b), então f é côncava para cima no
intervalo (a,b).
b) Se f´´(x) < 0 para todo x Є (a, b), então f é côncava para baixo no
intervalo (a,b).

Podem existir pontos em uma função na qual o gráfico muda de sentido ( de


côncava para cima para côncava para baixo e vice e versa). Esses pontos são
chamados pontos de inflexão.

PONTOS DE INFLEXÃO

Um ponto P (c, f(c)) do gráfico de uma função contínua f é chamado de um


ponto de inflexão, se existe um intervalo (a,b) contendo c, tal que uma das
seguintes situações ocorra:

a) f é côncava para cima em (a,c) e côncava para baixo em (c, b).


b) f é cõncava para baixo em (a,c) e côncava para cima em (c, b).

Na figura abaixo, os pontos c1 , c2, c3 , c4 são pontos de inflexão. Vale observar


que c2 e c3, são pontos extremos de f e que f não é derivável nesses pontos.
Nos pontos c1 e c4, existem as derivadas f´(c1) e f´(c4). Nos correspondentes
pontos (c1 , f(c1)) e (c4 , f(c4)) a reta tangente corta o gráfico de f.

Os pontos de inflexão são os pontos em que f  (x) = 0

EXEMPLOS:

1) Determinar os pontos de inflexão e reconhecer or intervalos onde as


funções seguintes tem concavidade voltada para cima ou para baixo.

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a) f(x) = (x-1)3.

Temos f´(x) = 3(x-1)2 e f´´(x) = 6(x-1).


Fazendo-se f´´(x) =0 temos:
6(x-1) = 0
6x-6 = 0
x=1

_______________________________
---------------------1++++++++++++++

Portanto no intervalo (1, +∞), f´´(x) > 0. Analogamente, no intervalo (-∞, 1), f
´´(x) <0. Então f é côncava para baixo em (-∞, 1) e no intervalo (1, +∞) f é
côncava para cima.

No ponto c=1 a concavidade muda de sentido. Logo, neste ponto, o gráfico de


f tem um ponto de inflexão.

Assim:

2) f(x) = x4 – x2
Temos, f(x) = 4 x3 – 2x e f´´(x) = 12 x2 – 2
Fazendo-se f´´(x) = 0, vem
12x2 -2 =0
x2 = 1/6.

____________________________________
+++++++ -√1/6 ------------- √1/6 +++++++

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Então, x> √6/6 ou x < -√6/6

Portanto f tem concavidade voltada para cima nos intervalos (-∞,√6/6) e (√6/6,
+∞), pois nesses intervalos f´´(x) >0

No intervalo (-√6/6, √6/6) , f´´(x) <0 portanto neste intervalo f é côncava para
baixo.

Nos pontos √6/6 e -√6/6 a concavidade muda de sentido portanto nesses


pontos f tem pontos de inflexão.

O gráfico dessa função é:

ASSÍNTOTAS HORIZONTAIS E VERTICAIS

Em aplicações práticas encontramos com muita frequência gráficos que se


aproximam de uma reta à medida que x cresce ou decresce.

Essas retas são chamadas de assíntotas.

Exemplo: As retas y=1 e y =-1 são assíntotas horizontais do gráfico de y =


x/√x2 +2 porque o

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lim x/√x2 +2= 1 e lim x/√x2 +2= -1
x→∞ x→∞

Assim:

Exercícios:

Nos seguintes exercícios:

a) Encontre os pontos de inflexão do gráfico da função.


b) Use a derivada Segunda para determinar onde o gráfico é côncavo para
cima ou para baixo.
c) Faça um esboço do gráfico.

1) f( x) = x2 + x -2
2) f (x) = 1/3 x3 -3/2x 2 + 2x -1
3) f(x) = x3 + 9x
4) f(x) = x3 + x -5
5) f(x) = 2x3 + 3x2 – 12x + 1
6) f(x) = (x + 2)3