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Análise do Jornal-laboratório Senso in Comum – 38ª edição,

fevereiro/março 2018

O jornal laboratório Senso In Comum, desenvolvido pelo curso de Jornalismo


da Universidade Federal de Uberlândia, desde 2011, foi reformulado
editorialmente e graficamente no ano de 2017.

A edição 38, veiculada nos meses de fevereiro e março de 2018, tem como
matéria de capa “Sentimento de imunidade impulsiona DSTs”. Essa está
inserida na editoria “especial” e engloba duas páginas do jornal. O assunto é de
grande relevância social, dentro e fora da universidade, visto que o público
principal do jornal são os jovens universitários, grupo mais suscetível às DSTs,
por considerar desnecessário o uso de preservativos. Matérias de
conscientização, como essa, devem permanecer sendo produzidas no jornal.

A primeira página do jornal é composta pela editoria “Da redação”, que


apresenta um editorial a respeito do tema principal do jornal, um texto de
opinião e uma charge. O editorial é de grande importância para situar o leitor
sobre a matéria de capa e trazer a visão daqueles que a produziram.

O texto de opinião, ainda que breve, é um diferencial das matérias imparciais


do restante do jornal. No caso dessa edição, aborda a exaustão mental dos
estudantes e profissionais de medicina, trazendo a reflexão de que aqueles que
deveriam cuidar da saúde da sociedade precisam ser cuidados.

A charge é uma forma de promover uma reflexão “bem humorada” sobre o


assunto de capa, mostrando que as DSTs são silenciosas e não se relacionam
com a aparência dos parceiros.

Em seguida, encontra-se a editoria de “Políticas”. É interessante o uso da


palavra no plural, pois consegue abranger mais o assunto, não se limitando à
politica como “governo”, mas tudo que política engloba, e pode ser exercida por
todos, todos os dias. No entanto, essa edição do jornal apresenta três matérias
dessa editoria, enquanto na pesquisa de opinião feita com o público, “política”
não aparecia entre os cinco assuntos mais desejados de serem lidos. Uma
alternativa seria dividir melhor a quantidade de matérias por editoria.

Após a matéria principal, analisada anteriormente, tem-se a editoria


“Cotidiano”. Nessa edição, ela aborda os benefícios e desafios dos alunos que
participam do Programa de Educação Tutorial (PET), da UFU. Essa editoria é
de grande interesse, pois é uma forma de o leitor se enxergar no jornal,
expondo o que ele vivencia na Universidade.

Na editoria “economias”, mais uma vez, a palavra no plural remete a temas que
não se limitam a economia engessada e que pode afastar o leitor. Assim,
aborda todos os temas que se relacionam a dinheiro, investimentos, compra,
venda e campanhas – como é o caso da matéria dessa edição.

Em “Experimentos” pode-se encontrar matérias relacionadas à ciência e saúde.


Essa é uma forma mais amena e agradável de se referir a assuntos que podem
ser considerados difíceis ou desinteressantes pelo público. Além de ser
bastante abrangente e diferenciada.

A editoria de “Esportes” se faz importante não apenas por ser um assunto de


grande interesse do público, mas também para divulgar os benefícios dessas
atividades e programas que existem dentro da Universidade. Esse é o caso da
matéria dessa edição, pois apresenta um programa social de judô e o quanto
ele é valido.

A editoria “Anota aí” mostra-se um pouco perdida nessa edição. Ainda que a
intenção de dar dicas de alimentação aos universitários seja válida, a matéria
mostra-se limitada a valores e calorias. Dessa forma, o leitor pode ficar um
pouco desorientado quanto a intenção da editoria, considerando-a superficial e
pouco aprofundada.

Por fim, a editoria “Diversidade” é de suma importância. No caso dessa edição,


ela visou mostrar que a universidade só funciona graças a servidores que se
dedicam e, muitas vezes, não são reconhecidos. Esse deve ser um diferencial
do Senso, um jornal mais humanizado e próximo do leitor, visto que o público
principal são os universitários.
Ainda que seja trabalhoso executar um jornal grande, uma boa alternativa para
aprimorar o senso seria acrescentar mais matérias e mais fotos. A matéria de
capa, por exemplo, possui apenas uma foto e uma ilustração, o que poderia ser
melhor aproveitado.

Algumas editorias obtiveram três matérias grandes, enquanto para outras


restaram poucas linhas, necessitando de um melhor equilibrado.

No mais, o projeto gráfico da edição é coerente com a proposta e contempla a


necessidade de um jornal de aparência menos sóbria.

A linguagem utilizada poderia ser um pouco mais próxima do leitor, visto que se
trata de um jornal laboratório e o público é majoritariamente universitário. Isso
não significa uma linguagem com jargões na proposta, mas mais simples e
acolhedora.

Dessa forma, a 38ª edição do jornal se mostra completa e com necessidade de


poucas alterações.