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ESTRATÉGIAS EXTRAORDINÁRIAS PARA

MELHORAR A AUTO-CONFIANÇA
18/03 91 Por Miguel Lucas em Desenvolvimento Pessoal

No próximo minuto, pense na forma como você se vê a


si mesmo. Que grau de auto-confiança você tem em si
mesmo? Em que medida você se sente confiante
relativamente ao seu trabalho? E quando você está com
os seus amigos? Com o seu parceiro, caso tenha um? E
em relação à sua família? Qual o grau de confiança no
que diz respeito às suas finanças? E em relação a
outras coisas, tais como fazer uma apresentação na
escola ou trabalho, conversar com um estranho, ou até
mesmo falar em público? Você sente-se confiante em si
mesmo na grande maioria das situações? Você sente-se
confiante, independentemente das situações em que se
encontra?

Citação: “A auto-confiança é o primeiro requisito


para as grandes realizações.” – Samuel Johnson

O QUE É A AUTO-CONFIANÇA
A auto-confiança refere-se à segurança no momento respeitante à sua própria dignidade, capacidade e poder,
independentemente da situação em que você se encontra. Alguém que é auto-confiante tem um forte senso de
convicção e certeza em si mesmo. Ele/ela transpira serenidade, tranquilidade e é auto-consciente.
A auto-confiança é frequentemente associada à posse de certos conhecimentos, de habilidades ou
capacidades, inatas ou adquiridas. Apesar de poder possuir uma determinada aptidão numa determinada área
ser um importante fator de ajuda ao reforço da sua auto-estima, não é um requisito único para a auto-confiança.
Mesmo alguém que possua poucas competências e/ou aptidões em algo, ainda assim, pode ser auto-confiante.
Eu posso não saber algo, mas sentir-me confiante para aprender. A auto-confiança estabelece um paralelo com
a intencionalidade face a algo, e a uma perspectiva probabilística de ser capaz de arranjar uma forma de vir a
ser bem sucedido.
A FALTA DE AUTO-CONFIANÇA É ANIQUILADORA
Você conhece alguém que tenha uma baixa auto-confiança? Como é que essa pessoa age junto de você? Uma
pessoa que tem uma auto-confiança baixa ou diminuída, tem uma falta de auto-crença, geralmente causada por
um sentimento de incerteza sobre qualquer coisa .

APRESENTO OITO COMPORTAMENTOS TÍPICOS DE


PESSOAS COM BAIXA AUTO-CONFIANÇA:
Menosprezam a sua capacidade sobre o que são capazes de fazer.
Assumem a culpa, mesmo quando não é culpa sua.
São excessivamente tímidas e reservadas.
São Excessivamente críticas de si mesmo, por exemplo, os perfeccionistas e neuróticos.
Ficam presos aos resultados negativos e “falhas” do passado.
Excessiva preocupação com os possíveis resultados negativos e de fracasso, mesmo que eles não se
tenham manifestado ainda.
Têm uma atitude temerosa e efeitos adversos para a maioria das coisas.
Fazem muitas coisas para agradar aos outros.
As pessoas com baixa auto-estima e baixa auto-confiança tendem a repelir as pessoas ao seu redor. As suas
formas de raciocinar e formas de agir desadequadas e limitantes fazem com que se sintam como um “fardo”
quando estão com outras pessoas. As pessoas com auto-confiança diminuída, vão reforçando um conjunto de
redes neuronais (mapa da consciência), especializadas em ler sinais exteriores (estímulos situacionais) e
igualmente interiores (memórias) que promovem o sentimento de culpa, vergonha, apatia e medo. Acabam por
construir um conjunto de redes neuronais especializados na leitura da desgraça, infortúnio e insucesso.

Constatação: A falta de auto-confiança é uma característica incapacitante, pois muitas vezes limita a
pessoa nas suas oportunidades e põe em risco as suas chances de sucesso, o que leva a uma auto-
realização de profecias.

Vamos imaginar que você tem um projeto que está encarregado de realizar e coordenar. Digamos que lhe falta
auto-confiança, e você prevê que não será capaz de corresponder às expectativas. O que é que acha que vai
acontecer em seguida? Muito provavelmente, esta falta de auto-crença vai influenciar os pensamentos e ações
que você terá, tanto ao nível consciente como ao nível subconsciente. Quando você está constantemente
pensando num resultado negativo, isto leva a que direcione o seu foco atencional para fora da zona do
processo necessário para alcançar um resultado desejável. Isso acaba levando a uma auto-realização de
profecias. Ou seja, quando um resultado indesejável acontece, porque você julgava não conseguir alcançá-lo,
ele acontece exatamente porque você agiu de acordo com aquilo que antecipou vir a acontecer (não ser capaz
de realizar algo com sucesso). Desta forma a sua crença negativa em si mesmo é reforçada e você continuará
a ter uma baixa auto-confiança.
Por outro lado, se você é uma pessoa auto-confiante (se não for imagine ser), tente colocar-se exatamente no
mesmo cenário? O que você acha que vai acontecer? As possibilidades serão certamente muito mais positivas
e favoráveis. Quando você tem uma elevada certeza de um sucesso iminente, fará tudo o que é necessário para
que isso aconteça. Se você não tem as habilidades, você vai arranjar forma de as adquirir. Se você não tem o
conhecimento, você vai aprender. Se algo completamente sem precedentes acontece, colocando-o à prova, de
alguma forma a sua confiança accionará as partes do seu cérebro que lhe permitirão encontrar uma solução. Irá
accionar um conjunto de redes neuronais especializadas em encontrar soluções para os problemas, é como que
uma inclinação mental (tendência) para o sucesso, que, posteriormente reforça a sua auto-estima e auto-
confiança, levando-o à obtenção de mais sucessos. Mesmo que você tenha começado a partir do mesmo ponto
que os outros, se tiver uma auto-confiança bem desenvolvida, irá permitir que possa chegar muito mais além do
que alguém que não tem.
Assim, tendo uma auto-confiança elevada e bem solidificada é claramente um trunfo para todos nós na
vida. Não só irá promover um estado físico e psicológico melhor e mais positivo, como também prepará-lo para
conseguir o que pretende. Ter auto-confiança permite que você destemidamente e conscienciosamente
perseguia os seus sonhos. Uma elevada auto-confiança irá capacitá-lo para a conquista dos seus
desafios, não importa o quanto possam parecer insuperáveis para si. Munido de uma elevada auto-
confiança aquilo que se propõe irá parecer-lhe mais razoável de alcançar, promovendo a crença numa vida
melhor e mais satisfatória.
No entanto, muitas pessoas têm uma baixa auto-confiança devido a acontecimentos passados. Sobretudo
porque enraizaram o hábito de se colocarem num estado de espírito de incapacidade, lamuria e auto-pena. Esta
falta de auto-confiança, coloca-as num ciclo infinito de pensamento da desgraça (inclinação mental auto-
depreciativa) que conduz a uma incapacidade de gerar cursos de ação promotores de caminhos para a solução.
Estes acontecimentos negativos reforçam-se a si mesmo, fazendo crescer uma espiral negativa de auto-crença
incapacitante. Como podemos então quebrar este ciclo auto-depreciativo e negativo?

COMO AUMENTAR A AUTO-CONFIANÇA?


Há uma série de maneiras diferentes que você pode usar para aumentar a sua auto-confiança:

CONDICIONAMENTO
A primeira é através do condicionamento, em que o objetivo é implementar o sentido de auto-crença positiva. É
uma abordagem virada para um conjunto de estratégias com o objetivo de implementar confiança em si mesmo
através de auto-sugestões e ações. O ser humano expressa-se de várias formas de acordo com as capacidades
do nosso organismo. A forma de comunicação que usamos no relacionamento com os outros e connosco
mesmo, tem um grande peso na construção da nossa auto-confiança.
Exemplos do uso do condicionamento para aumentar a sua auto-confiança:

Forma de vestir: Vista-se de forma adequada para as situações, imagem apresentável, clara e que se
encaixe na forma como se expressa e movimenta.
Linguagem corporal: Caminhar com confiança, colocar o tom de voz firme e com ritmos adequados, ser
calmo e composto, cabeça erguida, ter uma boa postura, sorrir.
Técnicas mentais: Pensamento positivo, visualização de resultados/cenários positivos, focando os seus
pontos fortes e não os fracos.
Autoverbalizações: Ser cuidado na forma como fala consigo mesmo, usar afirmações e frases
capacitadoras, orientadoras e encaminhadas para a solução do problema/situação. Dizer palavras
motivadoras e de incentivo a si mesmo.
Técnicas complementares: Ouvir música animada, ler, ver e ouvir matérias de inspiração.
Estas ações são eficazes, porque dão-lhe o impulso necessário para pouco a pouco ir implementando hábitos
(expressões, verbalizações, tom de voz, raciocínio, postura) que irão construir numa base sólida a sua auto-
confiança. No entanto, os efeitos não são imediatos, você precisa lembrar-se repetidamente e praticar de forma
consciente até que se torne numa atitude e forma de estar solidificada/condicionada.

AQUISIÇÃO DE INFORMAÇÃO SIGNIFICATIVA


A segunda, é trabalhar em si mesmo para colmatar as lacunas que estão fazendo com que sinta uma baixa
auto-confiança. Como mencionado no início deste artigo, a auto-confiança é muitas vezes relacionada com a
posse de certos conhecimentos, habilidades ou capacidades. Muitas pessoas não têm confiança em si mesmo,
porque eles sentem que lhes falta uma certa competência. Se for o seu caso, não desespere, é possível
melhorar desde que perceba que tem capacidade e vontade para aprender e adquirir conhecimento que lhe
permitirá aumentar a confiança em si mesmo. Pessoas que têm um alto nível de competência numa
determinada área, muitas vezes desenvolvem uma elevada auto-confiança nessa área, como resultado.

Citação: “A confiança não é uma garantia de sucesso, mas um padrão de pensamento que irá
melhorar a sua probabilidade de sucesso, a busca tenaz de maneiras de fazer as coisas
funcionarem”. – John Eliot

A competência em qualquer coisa ou área pode ser desenvolvida através da prática, preparação e experiência.
A chave para o desenvolvimento de competências, é envolver-se na aquisição de conhecimento, e aplicá-lo
várias vezes até que se torne eficaz. Por exemplo, se é um assunto académico, leia, tanto quanto é possível
através de diferentes fontes. Se pratica um esporte ou pretende melhorar uma técnica, continue treinando todos
os dias. Se pretender fazer uma apresentação ou falar em público, pratique falando para si mesmo, para amigos
e/ou familiares para ir desenvolvendo confiança necessária para uma boa expressão dos conteúdos que irá
apresentar. Se for algo social, como falar com um desconhecido, comece com pequenas metas e pequenas
abordagens de ir falando com um estranho (pode ser no pedido de uma orientação para um lugar, perguntar
quem é a última pessoa da fila, a que horas abre o estabelecimento, entre outras). Faça as coisas de forma
progressiva, não pretenda ou tenha a intenção de resolver e/ou melhorar o seu problema de um dia para o
outro, isso levaria ao insucesso. Ao suportar-se na sua experiência treinada e trabalhada, irá paulatinamente
sentir-se mais preparado, o que o conduzirá a sentir-se naturalmente mais auto-confiante.
Além da competência, existem os símbolos de valor, dos quais os mais comuns são:
Atributos
tais como
o nível de

atratividade e popularidade.

As posses materiais, tais como a quantidade de riqueza que você possui, carro, imóvel, marcas de luxo, e
assim por diante.

Símbolos de status, como as qualificações académicas, as suas conquistas, o título do trabalho.

Exemplos de sucesso como vencer um jogo, situações em que você sai vitorioso.
Dependendo do símbolo de valor que acha relevante para você, pode adquiri-lo para aumentar a sua auto-
confiança. Por exemplo, você vê pessoas diferentes que buscam coisas diferentes, a fim de reforçar o
sentimento de auto-estima. Algumas pessoas esforçam-se para se tornarem mais atraentes e populares.
Algumas pessoas tentam adquirir bens materiais, como ganhar mais dinheiro e ter artigos de valor. Algumas
pessoas procuram obter símbolos de status e títulos. Algumas pessoas lutam por sucesso em tudo aquilo que
fazem.
O problema com a aquisição de símbolos de valor para aumentar a auto-confiança, é que o aumento na auto-
confiança só dura enquanto os símbolos durarem ou lhes atribuir valor. Se eles forem removidos de você ou
perdem a sua relevância como um símbolo de dignidade e valor, muito provavelmente a sua auto-confiança irá
diminuir.
Certamente que ter, adquirir ou trabalhar para alguns símbolos de valor, é positivo e promove o aumento
da auto-estima. No entanto, o que importa abordar relativamente a este assunto, é a forma e a razão pela qual
queremos conquistar esses símbolos. Se esses símbolos forem fruto e resultado do seu esforço,
dedicação, motivação, trabalho, empenho, alegria e auto-realização, ou seja, se chegou aí, não porque apenas
quer ter determinado símbolo de valor, mas sim porque foi uma consequência da sua forma de estar na vida,
isto será muito enriquecedor de si mesmo. Porque ao valorizar outras pequenas coisas, por desenvolver
aptidões, conhecimento, experiência, habilidades, valores, virtudes, atitudes saudáveis, tudo o resto se seguiu.
Imagine um jogador de ténis que mede o seu valor com base apenas nas suas vitórias nos seus jogos de ténis.
Ele continua treinando para aumentar suas chances de vitórias. Sempre que ele ganha, a sua auto-confiança
ganha mais um impulso, no entanto, sempre que ele perde, a sua auto-confiança diminui. Esta pessoa entra
num ciclo de sobe e desce da sua auto-confiança, pois está dependente dos resultados dos jogos. Muito
provavelmente seria mais benéfico para este jogador, associar também a sua auto-confiança ao nível da sua
técnica de servir, de apanhar bolas altas, de velocidade de reação, ou seja, coisas que durante o jogo estão
dependentes dele e não apenas do resultado.
Ou, imagine alguém que tem uma baixa auto-confiança e que trabalha como executivo. Ele vê a sua posição na
sua carreira (status) como indicador do seu valor pessoal. Ele trabalha muito duro na sua empresa e é
promovido sendo promovido a gerente. A sua confiança, o seu senso de valor vai-se ligando única e
exclusivamente à sua posição. Se a empresa sofrer perdas de capital e ele for destituído do cargo ou mesmo
despedido, irá fazer baixar a sua auto-estima novamente. Este é um cenário muito comum, em que na grande
maioria das vezes pode levar a pessoa à depressão e ansiedade após o despedimento. Aparte das questões
financeiras, muitas pessoas ligam o seu senso de valor pessoal aos seus bens materiais e a símbolos de
status, o que pode confirmar-se como uma condição vulnerável para a sua auto-confiança.
Assim, para trabalhar na sua auto-confiança através de uma solução permanente e de longo prazo, temos um
terceiro método:
TRABALHE NA SUA CRENÇA DE VALOR
A terceira forma de trabalhar na sua auto-confiança, é investindo naquilo que valoriza e não apenas nos sinais
e/ou símbolos de valor. As duas formas anteriormente referidas podem considerar-se como técnicas auxiliares e
facilitadoras para o aumento da sua auto-confiança. São estratégias de âmbito técnico. Na verdade, é como se
as duas primeiras formas tratassem dos sintomas do problemas de uma baixa auto-estima (o que é importante e
necessário para a pessoa se sentir bem), mas não indo à raíz do problema. Assim sendo, e para solidificar de
forma permanente a sua auto-confiança, temos de trabalhar igualmente no cerne da questão. Temos de
trabalhar naquilo que valorizamos e/ou nos valoriza.
A questão prende-se então com o seguinte: coisas, como não ter um nível de competência suficiente, não ser
bem sucedido o suficiente, não ter a atitude correta, ser indeciso ou não se expressar de forma assertiva, são
tudo sintomas do problema. A raiz do principal do problema é a sua crença negativa, ou seja, você acredita
que necessita primeiro de ter as coisas e/ou conquistar algo para poder sentir-se confiante e ter uma
elevada auto-estima. Não podia estar mais errado, porque a auto-confiança e a auto-estima não derivam da
obtenção das coisas, mas sim da forma como as conseguiu obter. Se foi devido ao seu investimento pessoal, ou
se as conseguiu alcançar sem esforço e dedicação?
Quando obtemos sucesso na vida devido às nossas habilidades, aptidões e que dependem do nosso esforço,
estamos a contribuir para o nosso capital psicológico, estamos a acrescentar valor a nós mesmos. Este valor
que acrescentamos a nós mesmo, pode ser utilizado em qualquer altura, pertence-nos, o que automaticamente
promove a melhoria do nosso senso de auto-confiança.
Por exemplo, você acha que precisa de ser bom em alguma coisa previamente para se sentir confiante? Você
precisa ter alguns sucessos para que possa sentir alguma auto-estima? Você pode pensar que ter uma elevada
auto-confiança, é ter uma boa postura, vestir-se de maneira inteligente e falar devagar. E assim por diante. No
entanto, ao contrário da crença popular, alguém com absolutamente zero habilidades, sem sucesso no passado
e com fracos conhecimentos, pode desenvolver auto-confiança. O que você precisa entender é o seguinte:

A reter: O único pré-requisito para a auto-confiança é um sentimento de auto-crença (acreditar em si


mesmo).

Pense num símbolo de valor para você. É competência? É a quantidade de dinheiro que você ganha? É sentir-
se atraente? Identifique-os primeiro. Então, pergunte a si mesmo: Porque é que isto é um símbolo de valor para
mim? Porque é que eu primeiro tenho de ter estes símbolos para me sentir digno e confiante? Onde é que está
escrito, ou que lei existe, que diga que estes símbolos de valor são pré-requisitos necessários para poder vir a
sentir auto-estima e auto-confiança?
Estes pressupostos acerca do que representa um determinado valor (para si) são em grande parte devido à
percepção social. Todas as crenças que temos de ter que ter certas habilidades, certos comportamentos, etc,
para ter certeza de tudo e sermos confiantes e com uma boa auto-estima, foram implementadas e disseminadas
pela sociedade.
O problema que precisa ser abordado é o apego a estes símbolos com se fosse um cheque de auto-confiança.
Todas as suas crenças sobre o que representa um determinado valor só podem ser verdadeiras se você permitir
que elas sejam verdadeiras. A chave é quebrar a ligação entre todos os acontecimentos externos (como o
próprio passado, o nível actual das competências/habilidades, os resultados dos eventos, as opiniões
dos outros, etc) como uma avaliação do próprio valor. Se você não vê a competência como uma
representação do seu valor, então ela não será. Se você não vê o dinheiro como uma avaliação do seu valor,
então ele não será. Relembre-se que todas essas representações de valor ou símbolos de valor, são apenas os
objetos/situações externas, e não você mesmo. Se você não deixar que uma coisa represente ou tenha valor
para si, ou que contribua para o seu valor pessoal, ela não terá.

Citação: A confiança é um estado de espírito pelo qual você acredita que nada é impossível. ” – John
Eliot

TORNE-SE NUMA PESSOA AUTO-CONFIANTE


Sempre que vir qualquer circunstância em que você não se sente auto-confiante, pergunte-se: Porque não me
estou a sentir auto-confiante? De onde é que essa incerteza vem? Ao que é que estou a associar (anexar) a
minha auto-estima?
Quando se torna consciente do que você associa ao seu valor pessoal, começará a diminuir e a destruir a
terrível crença limitante, de que você só pode sentir-se digno ou confiante face a determinados pré-requisitos.
Quando você fizer isso, você vai encontrar-se preenchido por um senso de auto-estima que estará sempre
presente, independentemente do que aconteça. Você irá perceber que este tipo de auto-estima vai ser o que o
levará aos seus resultados desejados, e permitir-lhe ser aquilo que deseja vir a ser.

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