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Trabalho de Mecânica Quântica:

Teoria de Perturbação Dependente


do Tempo

Vinícius Bernardes da Silva


00232960

1 Perturbação Constante
Dado um sistema quântico com Hamiltoniano H0 e com uma perturbação

H 0 (t) = V (R), (1)

que modifica o Hamiltoniano do sistema para H = H0 + H 0 , a amplitude de


transição do estado |ii para o estado |f i é, em primeira ordem,

Vif t 0 iωif t0
Z
(1) Vif
1 − eiωif t ,

ai→f = dt e = (2)
i~ 0 ~ωif

onde
Vf i = hf |V (R)|ii, (3)
Ef − Ei
ωf i = , (4)
~
e Ei e Ef são as energias dos estados |ii e |f i, respectivamente. A probabilidade
de transição é 2
|Vf i |2 t2 sin α

(1) 2
Pi→f = |ai→f | = , (5)
~2 α
onde
ωf i t
α= . (6)
2
Para tempos muito grandes, i.e.
1
t =⇒ α  1, (7)
ωif
(1)
e ωif 6= 0, então sin2 α é limitado e 1/α → 0. Daí Pi→f = 0. Se ωif = 0, temos

sin α
6= 0, (8)
α
2 Perturbação Harmônica 2


(1) |Vif |2 t2
Pi→f = kδ(α) (9)
~2
Aí vemos que
∞ ∞ 2
|Vf i |2 t2 sin α
Z Z 
(1)
dαPi→f = dα
−∞ −∞ ~2 α
∞ 2
|Vf i |2 t2 πt2
Z 
sin α
= 2
dα = 2
|Vf i |2 ,
~ −∞ α ~
então k = π e
πt2
(1)
|Vif |2 δ(α)
Pi→f = (10)
~2
ou ainda, utilizando a propriedade δ(ax) = δ(x)/|a|,
(1) 2πt
Pi→f = |Vif |2 δ(ωif ). (11)
~2

2 Perturbação Harmônica
Se a perturbação é da forma
H 0 = V (R) cos ωt, (12)
a amplitude de transição entre |ii e |f i em primeira ordem fica
Vif t 0 iωif t0 Vif t 0  i(ωif +ω)t0
Z Z 
(1) 0 0
ai→f = dt e cos ωt = dt e + ei(ωif −ω)t , (13)
i~ 0 2i~ 0
que é equivalente à soma de duas amplitudes devido a perturbações constantes,
(1)
com Vif → Vif /2 e ωif → ωif ± ω. Ou seja, ai→f = b+ + b− , onde
Vif t 0 i(ωif ±ω)t0 Vif 1 − ei(ωif ±ω)t
Z
b± = dt e = . (14)
2i~ 0 2~ ωif ± ω
Aí a probabilidade de transição fica
(1)
Pi→f = |b+ |2 + |b− |2 + b∗+ b− + b∗− b+ . (15)
Os dois primeiros termos são equivalentes às probabilidades de transição da
perturbação constante, com as modificações indicadas. Explicitamente,
2
|Vf i |2 t2 sin α±

2
|b± | = , (16)
4~2 α±
com α± = (ωif ± ω)t/2. Quando t → ∞, esses termos tornam-se deltas
πt
|b± |2 =
2
|Vif |2 δ(ωif ± ω). (17)
2~
Olhando para a expressão (14), vemos que quando t → ∞, b± se torna a
transformada de Fourier da exponencial imaginária, que é uma delta em ωif ±ω.
Então, nesse limite, os produtos b∗+ b− e b∗− b+ se anulam. A probabilidade fica
apenas
(1) πt
Pi→f = 2 |Vif |2 [δ(ωif + ω) + δ(ωif − ω)] . (18)
2~
3 Gráficos 3

3 Gráficos
3.1 Perturbação Constante
Para fazer um gráfico da probabilidade de transição em função da frequência
ωif , reescrevemos a expressão (5) como
A
P = 2
sin2 (ωif t/2) (19)
ωif
onde A e t são constantes. Utilizando A = 1 e t = 1, 10 e 100 fez-se os gráficos
apresentados nas figuras (1a), (1b) e (1c), respectivamente. É possível notar
como a função se aproxima de uma delta em ωif = 0 quando t aumenta. Por-
tanto, quanto maior o intervalo de tempo da interação, maior a probabilidade
de que a transição ocorra para um estado de mesma energia.
0.25 25
t=1 t=10

0.2 20
probabilidade de transição

probabilidade de transição

0.15 15

0.1 10

0.05 5

0 0
-10 -5 0 5 10 -10 -5 0 5 10
omegaif omegaif

(a) t=1 (b) t=10


2500
t=100

2000
probabilidade de transição

1500

1000

500

0
-10 -5 0 5 10
omegaif

(c) t=100

Figura 1: Perturbação constante: probabilidade de transição em função de ωif


para diferentes valores de t, e A = 1.

3.2 Perturbação Harmônica


Podemos reescrever a probabilidade de transição (15) como
P = |b+ |2 + |b− |2 + 2Re(b∗+ b− ) (20)
onde (de acordo com (16))
|Vif |2 sin2 (ω± t/2)
|b± |2 = 2
(21)
~2 ω±
3.2 Perturbação Harmônica 4

com ω± = ωif ± ω. O outro termo fica (utilizando (14))

|Vif |2 1
 
∗ −iω+ t iω− t
 
2Re(b+ b− ) = 2Re 1−e 1−e
4~2 ω+ ω−
|Vif |2 1
= {(1 − cos ω+ t) (1 − cos ω− t) + sin ω− t sin ω+ t} .
2~2 ω+ ω−

Então, definindo A = |Vif |2 /~2 , a probabilidade de transição fica


 2
sin (ω+ t/2) sin2 (ω− t/2)
P =A 2
+ 2
ω+ ω−

(1 − cos ω+ t) (1 − cos ω− t) + sin ω− t sin ω+ t
+ .
2ω+ ω−

Nas figuras (2a), (2b) e (2c) encontram-se gráficos da probabilidade de tran-


sição em função de ωif , com ω = 100 e t = 1, 10 e 100. Podemos ver que
conforme t aumenta, a função se aproxima de duas deltas em ωif = ±ω. As-
sim, quanto maior o intervalo de tempo da interação, maior a probabilidade
de que a transição ocorra para um estado cuja nova energia seja um acréscimo
ou decréscimo de ~ω. A interpretação dessa transição é a absorção ou emissão
estimulada de um quantum do agente da interação. O exemplo principal é
a perturbação causada pelo campo eletromagnético. Nesse caso, a transição
corresponde a absorção ou emissão estimulada de fótons.
0.4 30
t=1 t=10
0.35
25
probabilidade de transição

probabilidade de transição

0.3
20
0.25

0.2 15

0.15 10
0.1
5
0.05
0
0

-0.05 -5
-150 -100 -50 0 50 100 150 -150 -100 -50 0 50 100 150
omegaif omegaif

(a) t=1 (b) t=10


2500
t=100

2000
probabilidade de transição

1500

1000

500

-500
-150 -100 -50 0 50 100 150
omegaif

(c) t=100

Figura 2: Perturbação harmônica: probabilidade de transição em função de


ωif para diferentes valores de t, ω = 100 e A = 1.