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Michel Miguel Elias Temer

Presidente da República
Brasília - DF
21/09/2018
Prezado senhor Presidente da República:
Sou aluno do curso de Letras – Língua Portuguesa da PUC - GO; como atual
estudante, venho há tempos analisando e refletindo sobre as diferentes metodologias
apresentadas pelo Sr. Rossieli Soares da Silva, atual Ministro da Educação, como
caminho alternativo para o corpo estudantil.
A metodologia por ele proposta, na educação básica e colegial, tem me deixado
com relativas dúvidas em relação aos seus resultados. Uma de suas propostas, é o
iminente uso do Construtivismo de Skinner, ao qual não tem trazido plausíveis resultados
como vemos atualmente. Este método de aplicação pedagógica tem deixado muitos dos
alunos em questões objetivas com implicações hermenêuticas do subjetivismo
epistemológico, uma vez que, como o próprio Skinner afirma, o professor deve atuar
como agente intermediário no processo de formação estudantil. Além deste, outro fator
tem contribuído significativamente para a desqualificação nas instituições, escolas,
colégios e, nas implicações das políticas educacionais estudantis: a falta de supremacia
plena, autoridade e autonomia do professor em salas de aulas, o que tem deixado o
ambiente escolar desapropriado aos alunos interessados.
Como possível solução para aumento de qualidade acadêmica nas escolas, com
humildade de minha parte como atual aluno da PUC – GO e, futuro profissional da
educação, proponho a substituição da metodologia aplicada – o Construtivismo
Skinneriano – na educação básica, por apresentar iminentes suspeitas de proficiência
pedagógica e metodológica, o que estaria levando o estudante, como dizia Platão, para
dentro de uma obscura caverna de ignorância cientifica, porém, permanecendo no
colegial, como incentivo acadêmico, o Behaviorismo Pavlovloviano como um método
pedagógico alternativo e eficiência acadêmica em outros países, como a China. A
substituição pedagógica em relação a atual metodologia, em poucos anos, com certeza
apresentará significativas mudanças acadêmicas nos futuros estudantes da educação
brasileira.
Em relação a autoridade do professor, vejo como uma possível solução
pedagógica, o livre arbítrio institucional dos diretores e representantes da educação
tomarem as devidas providencias necessárias, se possível a expulsão aos estudantes que
apresentarem frequentes rebeldias.
Desde já agradeço pela atenção, Obrigado.

Gabriel Filipe de Oliveira Santos


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