Sunteți pe pagina 1din 1

As redes sociais, a cada dia que passa, vêm se tornando um forte instrumento de comunicação,

informação e também de socialização, reproduzindo no meio virtual interações que, até então,
eram mais interações humanas interpessoais de forma física.

Esse volume de interações e acesso informativo tem provocado transformações significativas,


alterando de forma positiva ou negativa diversos setores da sociedade – sociais, financeiros,
jurídico – criando novos parâmetros de interferência na vida do indivíduo. O acesso à esses
meios de comunicação, se tornou tão rápido e prático, que não tem mais o controle de como
essa informação pode chegar e alcançar, ainda mais com o acesso fácil por meio de telefones,
notebooks, e outras fontes.

Assim como as redes sociais, o direito é algo renovador, criativo e que se desenvolve conforme
os processos evolutivos das sociedades, ou seja, tem a necessidade de adequar as normas com
a realidade atual mantendo a segurança jurídica, afim de cumprir garantias constitucionais,
como a vedação do anonimato e a tutela contra a violação de direitos básicos relativos à
privacidade e intimidade da pessoa.

Logo, conclui-se que, as redes sociais pode ser uma “faca de dois gumes”, podendo trazer
benefícios e malefícios, desafiando o âmbito jurídico para a manutenção e proteção
relacionados com os direitos de personalidade de seus usuários, exigindo maior esforço estatal
na tutela destes direitos. Entretanto, a força do Estado para regulamentar estas atividades das
redes midiáticas, se esbarra em questões que podem gerar grades discussões, como a violação
da liberdade de expressão.