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LIÇÃO 10

SUBSÍDIO PARA O ESTUDO DA 10ª LIÇÃO DO 4º TRIMESTRE DE


2018 – DOMINGO, 8 DE DEZEMBRO DE 2018

PRECISAMOS DE VIGILÂNCIA ESPIRITUAL

Texto áureo

“Vigiai e orai, para que não


entreis em tentação; na verdade,
o espírito está pronto, mas a
carne é fraca.” (Mt 26.41)
LEITURA BÍBLICA EM
CLASSE – Mateus 24.41-51.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

Distinto e dileto Amigo Leitor, nesta dada Lição vamos estudar e aprender que
devemos “Conscientizarmos a respeito da necessidade de vigilância espiritual”.

Assim, nesta 10ª lição, estudaremos a Parábola dos Dois Servos;


Reafirmaremos a Necessidade de se ter Vigilância; e, Valorizaremos o Exercício do
Discernimento.

Portanto, distinto amigo leitor - boa leitura e bons estudos!

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I – INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DOS DOIS SERVOS

Segundo Lockyer não podemos viver como desejamos, se verdadeiramente


cremos que ele pode vir a qualquer momento. Essa esperança deve governar a
nossa vida no lar e impedir-nos de viver uma vida sem moderação e sem disciplina.
Se nos conscientizarmos da volta do Mestre, e deixarmos que essa conscientização
impere em todos os aspectos da nossa vida, então viveremos. Quando o servirmos
de maneira a honrá-lo, teremos verdadeira comunhão uns com os outros, santidade
de vida e estaremos vigilantes.

Para aqueles servos maus que escarnecem da verdade de sua vinda e


arrogantemente destratam os outros, e se associam com os glutões, há uma
condenação repentina e veloz. Que a graça nos seja concedida para que possamos
viver de tal maneira que não sejamos envergonhados perante ele em sua vinda.

1. O servo bom e fiel.

O servo bom e fiel representa os verdadeiros cristãos que cuidam de


administrar com zelo e a favor dos outros os tesouros espirituais que Deus lhes
confiou. Logo os servos bons fazem a vontade do Senhor e cuidam daqueles que se
acham necessitados, tanto espiritualmente quanto materialmente.

Os servos bons, que são os crentes genuínos, aguardam a volta de Cristo


com comprometimento e fidelidade. Tal como o senhor da parábola, quando Jesus
voltar Ele colocará todos os seus servos fieis num grau eterno de glória e honra.

2. O mau servo.

Já os servos maus representam pessoas iníquas e hipócritas que serão


severamente castigadas no dia do juízo. Essas pessoas se mostram
despreocupadas com as coisas de Deus. Ao invés de cuidarem dos necessitados, os
servos maus fazem crueldades contra eles. Os servos maus não agem com
prudência, ao contrário, se comportam de forma leviana e inconsequente. Por isso
eles serão lançados num lugar de eterna desgraça e desesperança.

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3. O destino escatológico.

Um total de seis parábolas, ilustram a necessidade de haver esta atitude de


vigilância:

1º O porteiro (Mc 13.35-37);

2º O pai de família (Mt 24. 43,44);

3º O servo fiel (Mt 24. 45-51);

4º As dez virgens (Mt 25. 1-13);

5º Os talentos (Mt 25. 14-30);

6º As ovelhas e os bodes (Mt 25. 41-46).

Portanto, o vigiar segundo se vê aqui, inclui o fiel exercício de todas as


virtudes cristãs: aguardar a volta de Cristo, cumprindo o dever, desenvolvendo
talentos e amparando os aflitos.

II – UM CHAMADO À VIGILÂNCIA

1. Vigilância.

Esta palavra vem do latim vigilantĭa,ae, que significa “hábito de velar, de estar
acordado”.

O verbo vigiar, no Novo Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa (1986, p.


673), possui, dependendo da função com a qual seja empregado em uma frase,
diferentes significados. Assim, utilizado como verbo transitivo direto, vigiar significa
“observar atentamente, estar atento a, atentar em, velar por, procurar, campear,
tomar cuidado, observar ocultamente, espreitar” (p. 673). Já como verbo intransitivo,
essa palavra significaria “estar acordado ou atento, estar de sentinela, estar alerta,
velar” (p. 673).

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Vigiar, de acordo com o Dicionário Etimológico Nova Fronteira (1982), deriva-
se da palavra latina vig-lre, formada a partir do radical vig-l, que, por sua vez,
segundo o Dicionário de Latim-Português (1983), forma também outros verbetes
latinos com significados semelhantes, tais como: o substantivo feminino vig-l-a
(vigília, insônia), o adjetivo vig-lãns (atento) e o verbo vig-lõ (velar, não dormir, estar
acordado). Coerentemente, em relação aos seus derivativos, vig-l é um adjetivo e
corresponde a “estar bem vivo, bem acordado, atento”.

Portanto, podemos entender que vigilância, definida como ação ou efeito de


vigiar, refere-se ao ato ou ao resultado de um indivíduo ou um grupo estar em um
estado de alerta permanente.

Biblicamente falando, No hebraico o verbo é “shamar” que significa: “vigiar,


guardar”. No grego o termo é “gregoreo” que significa literalmente “vigiar” e é
encontrado em 1 Ts 5.6,10 e em mais 21 outros lugares nos quais ocorre no Novo
Testamento (por exemplo, em 1 Pe 5.8). É usado acerca de: (a) “manter-se
acordado” (Mt 24.43; 26.38.40.41): (b) “vigilância espiritual” (At 20.31; 1 Co 16.13; Cl
4.2; 1 Ts 5.6.10; 1 Pe 5.8; Ap 3.2.3; 16.15.

Portanto, a palavra “vigiar” tem conotação exortativa, visando chamar a


atenção dos ouvintes a estarem prontos para o retorno do Messias.

Como Já vimos a palavra “vigiar” significa: “estar atento”. O contrário da


palavra “vigiar” é justamente “dormir” (Mc 14.37; Ef 5.14; Rm 13.11). Do ponto de
vista bíblico, o sono espiritual, tem conotação negativa, pois leva o homem a um
estado de invigilância. Jesus falou disto quando disse: “Vigiai, pois, porque não
sabeis quando virá o senhor da casa; se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do
galo, se pela manhã, para que, vindo de improviso, não vos ache dormindo” (Mc
13.35,36).

Foi quando as dez virgens cochilaram que chegou o esposo “E, tardando o
esposo, tosquenejaram todas, e adormeceram” (Mt 25.5). A “demora” da volta de
Cristo se constitui num teste de resistência e fidelidade para aqueles que professam
segui-lo. Por isso, somos exortados a perseverança (Mt 24.13; Lc 8.15; Rm 2.7; I Tm
4.16; Ap 3.10-11). Devemos também exorta-nos uns aos outros (Hb 10.25).
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2. Ninguém sabe o dia.

De fato, não é bom sabermos exatamente quando Cristo retornará – embora


os sinais sejam contundentes a cada dia que se passa. Se soubéssemos a data
precisa, poderíamos ser tentados a negligenciar a obra de Cristo e o nosso cuidado
espiritual contínuo.

Pior ainda, poderíamos planejar continuar pecando e desobedecendo à


Palavra de Deus, e distanciando-nos dos retos caminhos do Senhor, e da sua
Palavra, e correr para Deus no último momento.

Indubitavelmente, o céu é o nosso maior objetivo, porém temos muito trabalho


a fazer aqui. Devemos continuar trabalhando até a morte ou até vermos o
inconfundível retorno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

III – VIVENDO COM DISCERNIMENTO

1. Vida dissoluta.

Viver dissolutamente é viver quais os contemporâneos de Noé: sem visão


espiritual e totalmente alheios a Palavra de Deus (Mt 24.38).

Viver imprudentemente é viver qual o mundo dos ímpios (Tg 2.5). Ora se
Deus não poupou os anjos, nem as pessoas que viveram antes do Dilúvio ou mesmo
os cidadãos de Sodoma e Gomorra, evidentemente, também não poupará aqueles
que vivem de maneira estultícia, sem discernimento espiritual e respeito ao sagrado.

É interessante notar que algumas pessoas imaginam ou querem nos fazer


crer que Deus – ao cabo de tudo – salvará a todos, por ser extremamente amoroso.
Mas é non sense pensar que Ele cancelará o Juízo Final. Os três exemplos
exauridos do capítulo dois de Tiago (vv. 4-6), nos advertem claramente de que Deus
pune os pecados (vv. 12,13), logo, os pecadores impenitentes não escaparão.

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2. Vida santa (1 Pedro 1.15).

O retorno iminente de Cristo deve nos motivar a vivermos de modo santo para
Ele.

O Deus de Israel e da Igreja é santo; Ele estabelece o padrão da moralidade.


Diferentemente dos muitos deuses pagãos cultuados pela hodierna sociedade, este
nosso Deus não é impuro, adúltero ou profano. Diferentemente dos deuses das
seitas pagãs populares do primeiro século até o atual, Ele não é sanguinário ou
promíscuo. Ele é um Deus de misericórdia e justiça que se importa pessoalmente
com cada um de seus seguidores.

Destarte, nosso Deus Santo espera que o imitemos, seguindo seus altos
padrões morais e espirituais e sendo tanto misericordiosos quanto justos.

3. Administrando os bens.

Com esta parábola aprendemos que tanto os nossos bens quantos os dons
devem ser bem administrados.

Infelizmente algumas pessoas, bem cientes de seus dons, bens ou


habilidades, acreditam que têm o direito de usá-los como quiserem. Outras pensam
que não têm nenhum talento especial.

Neste texto, o apóstolo Pedro trata justamente sobre pessoas com as


características elencadas acima.

Todos nós temos algum dom, cabe a nós tão somente descobri-los e usá-los.
Todos os nossos dons devem ser usados para servir aos outros; nenhum é para
nosso exclusivo prazer. Portanto, devemos ser bons despenseiros das coisas
celestiais e de tudo que Deus faz chegar as nossas mãos.

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CONCLUSÃO

Destarte, como bem escreveu o comentarista da Lição: “O vigilante guarda o


que tem, exercitando seus talentos. Ele administra com fidelidade os bens de seu
Senhor, sabendo que um dia será promovido às mansões celestiais”.

Assim sendo, louvemos ao Senhor com estas influentes palavras – extraídas


do hino de número 548 – da nossa Harpa Cristã, sabedor de que devemos estar
vigilantes a tudo que acontece ao nosso lado, sobretudo, quanto às coisas
espirituais, pois não basta somente orar – isso é muito importante -, mas antes, o
que se pede é vigilância, primeiro! (Mt 26.41).

Breve Jesus há de vir lá do céu,


Buscar-nos para o Lar.
Devo estar pronto, ao Jesus chegar,
E assim vou para o Lar.

[Jairo Vinicius da Silva Rocha. Professor. Teólogo. Tradutor. Bacharel em


Biblioteconomia – Presbítero, Superintendente e Professor da E.B.D da Assembleia
de Deus no Pinheiro.]
Maceió, 8 de dezembro de 2018.