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ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DO CONDOMÍNIO RESIDENCIAL PARQUE BORGHESI,

realizada em trinta de novembro de dois mil e dezoito, sexta-feira, no Espaço Gourmet do Condomínio PARQUE
BORGHESI, localizado na Rua Andrea Camargo de Oliveira, n. 1-50, Jardim Contorno, Bauru/SP, CEP 17047-287,
foi apregoado o início da Assembleia Geral Extraordinária às 18h30 em primeira chamada. Não atingindo o
quórum mínimo de deliberação em primeira chamada, 50% (cinquenta por cento) dos condôminos, a Assembleia
geral extraordinária foi instalada e iniciada às 19h em segunda chamada, com a presença de 25 (vinte e cinco)
condôminos, representando suas respectivas unidades habitacionais, constante na lista de presença os
proprietários, sendo a Sra. Fabiana Tentor Lopes, proprietária da unidade 507 do bloco 05 devidamente
representada por instrumento particular de procuração, que receberam na entrada placas de identificação da
unidade a qual representavam. Foi eleito o presidente da mesa o condômino da unidade 1-506, Sr. Vinicius
Marion de Oliveira, inscrito no CPF/MF n. 359.748.918-48, residente e domiciliado na Rua D’Annuncio
Cammarosano, n. 1-30, Vila Souto, na cidade de Bauru/SP, CEP 17051-090, que se ofereceu, sem oposição de
qualquer participante, a qual presidiu a assembleia. Foi nomeado o Sr. Eliezer Pinheiro dos Santos, proprietário
da unidade 7-101, inscrito no CPF/MF n. 342.329.738-77, residente e domiciliado na Rua Andrea Camargo de
Oliveira, n. 1-50, Apto 7-101, Jardim Contorno, na cidade de Bauru/SP, CEP 17047-287, como secretário. Antes de
iniciar a leitura do Edital, o Sr. Daniel Lini Perpetuo, representante da administradora GECON pediu a palavra,
para informar aos presentes, que sua empresa de administração/assessoria jurídica, foi contratada pelo síndico,
mas para assessorar o condomínio, e não apenas o síndico, alegando que, segundo ele, havia comentários e
questionamentos circulando no condomínio a respeito de que a sua empresa estaria sendo tendenciosa,
protegendo apenas síndico, sem acatar os interesses dos condôminos. Informou também que discorda dos
condôminos que exigiram do síndico incluir na pauta de convocação da presente Assembleia sua própria
destituição, não sendo de sua vontade a renuncia ao cargo de síndico, que foi devidamente eleito em AGO
20/03/2018; acrescentou também que orientaria no mesmo sentido qualquer condômino na posição de síndico.
Ao final esclareceu que a destituição do cargo de síndico deveria ser convocado pelos condôminos, no quórum
previsto na Convenção do Condomínio. Também informou que havia um entendimento equivocado antes da
assembleia que o item 4 (quatro) deste Edital de Convocação, seria para tomar providências judiciais contra a
síndica que geriu o condomínio na época em que a Administradora Consiste foi contratada para prestar serviços
correlatos ao condomínio, e que, na verdade, esta pauta era apenas para deliberar e votar sobre o ingresso da
ação indenizatória, ou não, contra a Consiste. Dois condôminos presentes pediram a palavra para manifestar
descontentamento com a fala deste representante da administradora, informando que o mesmo estava sendo
tendencioso e atacando os moradores com suposições, antes mesmo de iniciar a assembleia, informando que
sua presença é como convidado (do síndico), e por não ser proprietário, deveria participar de forma passiva e
aguardar ser lhe dirigido a palavra. O advogado esclareceu, por fim, que iniciou os esclarecimentos para tentar
amenizar e preparar alguns assuntos que foram convocados para a ordem do dia, cumprindo, portanto, a
neutralidade desejada. O presidente iniciou então a leitura do Edital de Convocação, datado de vinte e dois de
novembro de dois mil e dezoito, distribuído aos condôminos, a qual constava a seguinte ordem do dia: 1 -
Demonstrativo/comparativo da economia gerada pela atual administração. 2 - Eleição de novos
subsíndicos para os Blocos 5 e 7, em virtude da renúncia dos respectivos subsíndicos; 3 -
Retificação/anulação da "Regra da Gestão Financeira", aprovada na AGE realizada em 16/04/2018; 4 -
Informações sobre indenizações trabalhistas pagas e devidas na gestão Consiste e aprovação de
providências judiciais cabíveis para ressarcimentos dos valores ao condomínio. O Sr. Presidente solicitou
aos condôminos que queiram se manifestar, que façam o uso da sua placa de identificação para solicitar a
palavra, e alertou que todas as informações serão registradas em ata. O Sr. Marcus Marcato (7-303) solicitou a
palavra para tecer opiniões favoráveis aos ex-síndicos e ao atual síndico e opinou que deve haver uma
integração constante entre os membros da administração para garantir que toda tomada de decisão seja
embasada no bem comum, que os cargos deste condomínio (síndico, subsíndicos e conselheiros) não são cargos

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políticos, são postos criados para administrar visando o bem comum e a manutenção do condomínio,
trabalhando em grupo, ouvindo o coletivo, acertando as prioridades, zelando pelo cumprimento das regras e
resolvendo os problemas que surgirem afim de não prejudicar os proprietários e moradores. O Presidente
colocou em discussão o Primeiro Item. Demonstrativo/comparativo da economia gerada pela atual
administração; O Sr. Bruno Vaz de Haro (Síndico), informou que possui uma apresentação a ser mostrada no
retroprojeto, porém não será possível a visualização neste momento em razão da claridade do dia e pediu para
apresentar os slides ao final da assembleia, após, passou a palavra para o Sr. Daniel Lini Perpetuo (GECON) que
realizou uma explanação sobre a "Planilha de Custos ABRIL/2018", elaborada na gestão da antiga administradora
(Totus), entregue aos condôminos, a qual foi elencando os sete empregados que trabalham no condomínio, e
demonstrado as seguintes informações: Salário, jornada, adicional noturno, hora extra, acúmulo, anuênio,
encargos, vale transporte, cesta básica, ISS, PIS/CONFINS e INSS bem como o gráfico de custos mensais com o
serviço oferecido pela atual empresa de gestão de condomínio (Gecon), mostrando um gráfico em forma de
“pizza” onde demonstra os gastos com Salário, Adiantamento de Salário, Vale Transporte, Cesta
básica/Alimentação, INSS, FGTS e Seguro de Vida, ambos entregues aos presentes. Após a leitura, informou que
o síndico decidiu pela substituição e mudança de administradora, contratando a Gecon pelo fato de não realizar
a terceirização de mão-de-obra, optando, assim, pela contratação dos empregados diretamente pelo
condomínio, sem intermediação de administradora, tornando os gastos com folha de pagamento
aproximadamente 17% (dezessete por cento) mais econômico (média dos últimos meses), gerando economia
mensal entre R$ 7.000,00 (sete mil reais) à R$ 8.000,00 (oito mil reais). Os condôminos teceram questionamentos
sobre a economia e nova forma de contratação/administração de empregados, questionaram sobre a
composição dos impostos pagos e informações detalhadas sobre como a economia informada foi originada, que
foram prontamente respondidas pelo Sr. Daniel Lini Perpetuo (GECON) e também pelo Sr. Bruno Vaz de Haro
(síndico), inclusive indicando e pontuando sobre a prestação de contas “online” disponível do site do
condomínio para que todos os condôminos possam acompanhar os pagamentos e dados do balancete de forma
rápida e diária. O presidente sugeriu que as futuras alterações de administradora, bem como substituição de
modelo de gestão (contratação indireta/direta) seja deliberado em assembleia (com os respectivos três
orçamentos) para que possíveis responsabilizações se recaiam sobre a pessoa jurídica (condomínio), evitando
decisões unilaterais. Sugeriu incluir na pauta da próxima assembleia a votação para manutenção ou substituição
de administradora, bem como modelo de gestão, para garantir a prevalência do interesse comum. (Item 4.6 do
Manual do Borghesi). O presidente colocou em discussão o Segundo Item. Eleição de novos subsíndicos para
os Blocos cinco e sete, em virtude da renúncia dos respectivos subsíndicos. O Sr. Eliézer Pinheiro dos Santos
(7-101) solicitou informações sobre o motivo da saída dos subsíndicos. O Sr. Bruno Vaz de Haro (síndico)
informou que o subsíndico do bloco cinco se mudou, e houve a renúncia do subsíndico do bloco sete O Sr.
Cícero Domiciano Netto (7-404), ex-subsíndico do bloco sete, pediu a palavra para expor seus motivos quanto a
sua decisão de renunciar a este cargo. Informou que tomou a decisão por estar em desacordo com a forma de
gestão unilateral do atual síndico, administrativamente e financeiramente, com a realização de serviços
profissionais da Empresa do síndico dentro do próprio condomínio (sem orçamentos), e a recusa de se realizar
assembleia para deliberar sobre vários apontamentos realizados em uma reunião dos membros da
administração que aconteceu em agosto do ano corrente. Citou um fato ocorrido no Grupo de Discussão do
condomínio, no mesmo dia desta assembleia, onde um funcionário do condomínio, Sr. Helton, porteiro do turno
da noite, realizou duas postagens tecendo opiniões favoráveis ao síndico e ofendendo os condôminos que se
opõe à sua gestão, chamando-os de “lixo”. Após foi dada a ampla defesa ao Sr. Bruno Vaz de Haro (síndico), que
esclareceu, primeiramente, que suas tomadas de decisões não são unilaterais e que sobre a questão da
prestação de serviço de sua empresa no condomínio de fato não foi cobrada, fato que pode ser verificado no
balancete, sendo que não haverá nenhum pagamento endereçado à empresa do síndico ou sua pessoa física
para esta finalidade, ao final, informou que tal funcionário também será advertido. Após os esclarecimentos

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houve a candidatura para o cargo de Subsíndico do Bloco 05, o condômino da unidade 05-408, Sr. Guilherme de
Paiva Daniel, inscrito no CPF/MF n. 285.394.158-28 e para o cargo de Subsíndico do Bloco 07, a condômina da
unidade 07-203, Sra. Beatriz Almeida da Silva, inscrita no CPF/MF n. 067.660.446-32, ambos cientes das
atribuições, conforme convenção do condomínio, dentre elas: a) mediante indicação dos demais subsíndicos dos
blocos, substituir o síndico em suas ausências e impedimentos temporários; b) realizar a administração das
atividades de manutenção, limpeza, conservação e segurança do bloco para cuja representação foi eleito; c) ser o
porta voz privilegiado dos condôminos do bloco residencial, pelo qual foi eleito; d) ser, por sistema de rodízio entre
os demais subsíndicos, relator dos recursos que forem interpostos à Assembleia Geral. Foi colocada em votação a
escolha dos subsíndicos, DELIBEROU-SE: para o Bloco 5 (cinco), sendo o candidato e condômino do Bloco 05 o
único presente deste Bloco, votou em si mesmo, sendo eleito pelo mandato remanescente de 30/11/2018 a
20/03/2020. Para o Bloco 7 (sete), com a presença de 07 (sete) condôminos, a candidata foi eleita por
UNANIMIDADE dos presentes deste Bloco, sendo eleita pelo mandato remanescente de 30/11/2018 a
20/03/2020. Após a votação a Sra. Fernanda Camila Martinez Delgado (7-105) pediu a palavra e informou que
também solicitou renuncia ao cargo de Conselheira Fiscal e explicou seus motivos, os quais vieram ao encontro
das justificativas do ex-subsíndico Cícero Domiciano Netto (7-404), que também renunciou. Informou também
que renunciou como advogada do condomínio, após analisar que sua forma de atuação estava incomodando o
atual síndico e que suas contribuições estavam sendo ignoradas, tornando sua atuação profissional
comprometida. Os condôminos teceram opiniões favoráveis à ex-conselheira e em seguida, questionaram sobre
a possibilidade de se eleger também um sucessor a este cargo, mas foram informados pelo Sr. Daniel Lini
Perpetuo (GECON) que a renúncia da referida ex-conselheira ocorreu após o dia vinte e dois de novembro, data
a qual foi encaminhado o Edital de Convocação desta assembleia aos condôminos e que seria necessário
agendar nova assembleia para que conste em pauta. Colocou-se em discussão o Terceiro Item.
Retificação/anulação da "Regra da Gestão Financeira", aprovada na AGE realizada em 16/04/2018. O Sr.
Presidente fez a leitura da referida regra, deliberada na última assembleia geral extraordinária realizada no dia
dezesseis de abril do ano corrente: "É obrigatório a assinatura dos cheques emitidos pelo condomínio por dois
membros da Administração, sendo o Sr. Síndico juntamente com um subsíndico indicado." Questionou aos
presentes, que aqueles que gostariam de opinar a respeito desta regra, que se manifestassem. O Sr. Daniel Lini
Perpetuo (GECON) pediu a palavra para informar que a tal regra decidida na AGE 16/04/2018 ao contrário das
informações passadas na mencionada assembleia, tal regramento é nulo desde o principio em razão da
Convenção do Condomínio e Código Civil prever que somente o síndico tem a responsabilidade de
representação do condomínio, não existindo hipótese de representação do condomínio em caráter solidário ou
em conjunto. Explicou, ainda, que o modo correto de se deliberar e aprovar a referida “Regra de Gestão
Financeira” seria alterando a Convenção do Condomínio, através de convocação especifica para este fim, bem
como alcançar a presença do quórum necessário em assembleia. Contudo, tal item foi pautado para prestar
esclarecimentos sendo que a aprovação da manutenção da regra ainda restaria inócua. O Presidente se
posicionou a favor da votação, apesar dos esclarecimentos prestados, para ficar registrado tal revogação em ata
de assembleia. Citou um exemplo de uma assembleia realizada durante a primeira gestão do condomínio, onde
foi deliberado investimentos em obras voluptuárias sem o quórum exigido na Convenção/Código Civil, e que
mesmo assim seria necessária uma impugnação da assembleia (judicial) ou uma nova assembleia para revogar
tal deliberação. Na época, os condôminos optaram pela assembleia, convocada pelos mesmos. Os condôminos
teceram opiniões favoráveis e contrárias quanto a atual regra, e iniciou-se o debate deste item com ampla
discussão, até que se chegasse a um bom senso. Ao abrir votação, 13 (treze) condôminos votaram pela
revogação desta regra, 05 (cinco) condôminos votaram pela manutenção da regra e 07 (sete) condôminos se
abstiveram, DELIBEROU-SE pela revogação da regra à partir da data de hoje, permanecendo a regra prevista na
Convenção do Condomínio sendo de única assinatura e representação do Condomínio em face do síndico, Sr.
Bruno Vaz de Haro, brasileiro, engenheiro eletricista, inscrito no CPF/MF n. 298.957.568-52, residente e

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domiciliado na Rua Andrea Camargo de Oliveira, n. 1-50, Apto 5-304, Jardim Contorno, Bauru/SP, CEP 17047-281,
eleito na AGO 20/03/2018. O Presidente citou que a deliberação de regras em assembleias é um ato comum,
mas as mesmas não podem alterar itens dispostos no Manual. Caso altere, é necessário seguir o quórum exigido.
Colocou-se em discussão o Quarto Item. Informações sobre indenizações trabalhistas pagas e devidas na
gestão Consiste e aprovação de providências judiciais cabíveis para ressarcimentos dos valores ao
condomínio. O Sr. Daniel Lini Perpetuo (GECON) realizou a explanação sobre todos os processos trabalhistas
que foram movidos contra a antiga administradora do condomínio, Consiste, que ao encerrar as atividades não
arcou com as verbas rescisórias de seus funcionários, e que o condomínio Borghesi está respondendo
solidariamente, na condição de tomador de serviços, tais passivos trabalhistas. Elencou e explicou caso a caso,
citando inclusive aqueles que já haviam sido pagos e os que ainda estavam provisionados para pagamentos
futuros, que totalizou, entre acordos celebrados e condenação pendente, cerca de R$ 56.000,00 (cinquenta e seis
mil reais). Citou o caso trabalhista, do ex-funcionário Leandro, que há condenação do condomínio e não foi
celebrado acordo, com valor superior à R$ 46.000,00 (quarenta e seis mil reais), já inclusos no valor supra citado,
o qual o condomínio deverá em breve, pagar ao ex-funcionário Consiste/Borghesi, sendo trazidos esses dados
processuais para que os condôminos tomem ciência dos gastos arcados pelo condomínio refletidos pela
administradora Consiste e solicitou à assembleia para que se deliberasse instruções para lidar com estas ações
trabalhistas, bem como possível ação indenizatória contra a empresa Consiste. Os condôminos realizaram amplo
debate sobre todas as informações prestadas e possíveis cenários para solução desta última condenação, de
maior valor, em que não foi realizado acordo até o presente momento. O Sr. Eliézer Pinheiro dos Santos (7-101)
opinou por realizar duas deliberações para esta pauta, a primeira seria pela possibilidade do departamento
jurídico da administradora tentar um acordo com este ex-funcionário, para oferta de um valor à vista, com
desconto, ou parcelado; e a segunda deliberação seria pela possibilidade de se entrar com a ação indenizatória
contra a Consiste. Os condôminos teceram opiniões favoráveis quanto ao proposto e complementaram com
novas contribuições inerentes aos fatos. O Sr. Daniel Lini Pérpetuo (GECON), advogado, esclareceu que são
ínfimas as possibilidades de restituição destes valores por meio de ação indenizatória contra a Consiste, haja
vista a falta de bens ante a quantidade de ações e credores que aguardam o recebimento. Além das chances de
conseguir êxito na fase de execução do processo indenizatório, o Condomínio precisaria arcar com o pagamento
das custas processuais no importe de 1% (um por cento) sobre o valor da causa, acrescidos de custas com taxa
de mandato e taxa para citação via oficial de justiça e mais aquelas que se fizerem necessárias no curso do
processo, entretanto, se manteve à disposição para ingressar a qualquer momento contra a administradora
Consiste, destacando, ainda, que os honorários advocatícios não serão cobrados a parte para a realização do
trabalho, haja vista a assessoria jurídica completa incluída no contrato de prestação de serviço. A Sra. Ângela
Maria de Melo (603-2) se dirigiu ao Sr. Daniel Lini Perpetuo (GECON) questionando qual seria o advogado que
entraria com a possível ação contra a Consiste, uma vez que até então a Advogada do condomínio renunciou de
seus serviços, em virtude de pressão ocasionada pela atual administração e indagou se não seria conflito de
interesses e antiético um advogado da Consiste entrar com ação contra própria Consiste. O Sr. Daniel (GECON)
informou, primeiramente, que o contrato de gestão condominial inclui a assessoria jurídica praticada pelo
próprio Sr. Daniel e sua equipe, após, esclareceu que pelo Estatuto da OAB bem como Código de Ética OAB e
suas jurisprudências, é pacifico que realmente os advogados não podem postular ações contra quem já o
remunerou pelo prazo de 2 (dois) anos, sendo que tal prazo já está expirado no que tange à Consiste, assim,
entendeu o Tribunal de Ética da OAB que não constitui infração regulamentar a atuação contra quem o
remunerou após o prazo de 2 (dois) anos e, portanto, poderia ingressar com a Consiste, sem qualquer prejuízo
pessoal na Ordem dos Advogados do Brasil. A Sra. Ângela Maria de Melo (603-2) realizou uma tréplica,
demonstrando um documento judicial, a qual constava uma interação formal do Sr. Daniel, em favor da Consiste,
ainda no mês corrente. Quanto a publicação apresentada, esclareceu se trata de sistema automático do Tribunal
de Justiça que publica as intimações via Diário Oficial diariamente, contudo, não há movimentação processual de

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fato em nome do Dr. Daniel há menos de 2 (dois) anos. Não havendo mais manifestações dos demais presentes,
abriu-se em votação: a) por UNANIMIDADE dos condôminos presentes, DELIBEROU-SE à atual administração o
contato com o advogado do ex-funcionário Leandro, a qual possui a ação trabalhista (contra Consiste/Borghesi),
propondo acordo judicial (pagamento a vista com desconto, ou seja, inferior à indenização homologada pelo juiz,
ou montante parcelado pela maior quantidade de parcelas possíveis), devendo nas próximas Assembleias ser
pontuado e atualizado sobre o andamento do processo e das tratativas de acordo; b) sobre ingressar ação
contra consiste, 03 (três) condôminos foram favoráveis a ingressar a ação, 15 (quinze) condôminos foram
desfavoráveis a impetrar a ação e 07 (sete) condôminos se abstiveram, portanto, DELIBEROU-SE também por
NÃO ingressar com ação indenizatória contra a Consiste. Retornando ao Primeiro item
Demonstrativo/comparativo da economia gerada pela atual administração; que não pode ser demonstrado
no inicio da assembleia no retroprojetor pela claridade ainda presente do dia, o Sr. Bruno Vaz de Haro (sindico)
projetou uma apresentação para demonstrar seu trabalho nos 8 (oito) meses de sua gestão, voltado à
manutenção e melhoria visual e econômica do condomínio. Durante a apresentação, os condôminos interagiram
com opiniões favoráveis e contrárias à algumas exposições. Sra. Sirlene Colpani (7-501) cobrou uma atuação
mais profissional da administração, com mais transparência e foco no atendimento aos interesses comum.
Somente para esclarecimento à Sra. Sirlene, o síndico Sr. Bruno informou que as melhorias e manutenções
almejadas por todos os condôminos dependem de previsão orçamentária, uma vez que o condomínio
atualmente, além as despesas fixas, ainda está arcando com o pagamento dos acordos trabalhistas, conforme
acima elucidado, que pretende fazer mais melhorias, contudo, sempre dentro do orçamento para que não seja
necessário aprovação de rateio para custear tais gastos. Dado por encerrado este último item, foi iniciado o
debate em pauta livre, sobre assuntos que não poderão ser deliberados. No término, a Sra. Juliane Pereira
Rodrigues Zorzan (subsíndica, 3-505) questionou qual seria a motivação de se mudar a pauta desta assembleia,
retirando as pautas propostas em uma reunião da administração, realizada com a presença de quase todos os
membros (síndico, subsíndicos e conselheiros). O Sr. Bruno Vaz de Haro (síndico) justificou que cabe ao síndico a
prerrogativa de se convocar a assembleia com as pautas que o mesmo achar necessárias ao condomínio, e que
as demais pautas seriam tratadas na assembleia geral ordinária, que deverá ocorrer no próximo trimestre. Sra.
Juliane repudiou tal decisão e justificativa, a qual obteve concordância de outros condôminos. A Sra. Ângela
Maria de Melo (2-603) também cobrou uma atuação profissional do Sr. Bruno Vaz de Haro (síndico) que se
defendeu alegando que seu trabalho seria mais fácil se não houvesse uma fiscalização informal de sua jornada
de trabalho, por parte do cônjuge da mesma. O Sr. Daniel Lini Perpétuo (GECON) pediu a palavra, ponderando
que é impossível agradar a todos e que sempre haverá oposição, e que o mais importante é que o síndico
desempenhe seu papel amparado nas leis em vigor. Também informou que atualmente o condomínio não
possui “Fundo de Reserva” e que será necessário deliberar em próxima AGO. O Presidente informou que existe
Fundo de Reserva, e conforme deliberado nas últimas cinco assembleias gerais ordinárias, sua constituição é
baseada em receitas provenientes de mensalidade condominiais de unidades habitacionais não comercializadas
pela MRV, portanto, o que não existe é uma outra fonte de receita, e que é prudente deliberar um percentual em
próxima AGO. Aproveitou para informar também que se considera co-responsável pela interação indesejada do
funcionário, Sr. Helton, no grupo de discussão do condomínio, e justificou que não mora no condomínio a três
anos e que não sabe filtrar os membros que realmente são moradores e/ou proprietários, e por isto, pediu para
que alguns membros da administração se voluntariem para também serem moderadores deste grupo. Com o
término das pautas livres, foram deliberados em comum acordo com os presentes, as seguintes pautas para a
próxima assembleia: Rediscussão da Lista de prioridades de investimentos (voluptuários); Rediscussão da regra
para investimentos (voluptuários); Lista de prioridades para manutenções e reparos (obras necessários);
Possibilidade de criar comissão de obras; Rediscussão, esclarecimentos e deliberações acerca do investimento no
Poço Artesiano; Deliberações sobre possível ação contra a empresa prestadora de serviço deste investimento;
Manutenção ou não da administradora GECON, e em caso de não manutenção, apresentação de três

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orçamentos para aprovação de nova administradora; Votação para forma de gestão de pessoas, contratação
direta ou indireta; Eleição de Conselheiro Fiscal/Consultivo; Deliberação sobre “Regra de Gestão Financeira”
sobre a possibilidade de outro membro da administração realizar pagamentos (assinaturas dos cheques e contas
bancárias) juntamente com o síndico (necessário deliberação via assembleia Cédula de votação com poder de
procuração, para atendimento ao quórum de 2/3 exigido no Manual/Convenção/Código Civil); Levantamento de
novas propostas de alterações de regras previstas em Manual, para apreciação e aprovação via cédula de
votação com poderes de procuração.

Nada mais havendo a ser deliberado, encerrou-se a assembleia, dela se lavrando a presente Ata que será
assinada pelo Presidente da mesa, Sr. Vinicius Marion de Oliveira, pelo Síndico, Sr. Bruno Vaz de Haro e por mim
Sr. Eliezer Pinheiro dos Santos, na qualidade de secretário, dela se extraindo cópias para os fins legais.

Bauru/SP, 30 de novembro de 2018.

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Vinicius Marion de Oliveira Eliézer Pinheiro dos Santos
CPF/MF n. 359.748.918-48 CPF/MF n. 342.329.738-77
Presidente Secretário

“Ata encaminhada para conhecimento do Síndico, Sr. Bruno Vaz de Haro, no dia 04/12/2018, porém o mesmo
não manifestou interesse em sua assinatura, portanto seguindo o disposto no Art. 17º, parágrafo único, da
Convenção Borghesi, a ata foi devidamente assinada pelo presidente e secretário, dando devida publicidade à
este instrumento. ”