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15/12/2018

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Prova da Disciplina de Direito Civil (Início e Fim das Provas: 09:00 às 18:00 Horário de Brasília)

1 - Maria decidiu alugar um imóvel de sua propriedade para Ana, que, no momento da assinatura do

contrato, tinha dezessete anos de idade. Nessa situação hipotética, o contrato celebrado pelas partes é:

a) nulo, uma vez que foi firmado por pessoa absolutamente incapaz, condição que pode servir de

argumento para Ana extinguir o contrato.

b) anulável, portanto passível de convalidação, ressalvado direito de terceiros.

c) válido, desde que tenha sido formalizado por escritura pública, visto que tem por objeto um bem

imóvel.

d) nulo, porque Ana deveria ter sido representada por um de seus genitores.

e) diante da incapacidade de Ana, o contrato deve ser tido por inexistente.

2 - Assinale a opção CORRETA em relação às pessoas naturais e à teoria geral do negócio jurídico.

a) É taxativa, ou seja, não conta com ressalva legal, a regra de que negócio jurídico existente, porém

inválido, não gera efeitos, ainda que tenha sido celebrado de boa-fé pelos contratantes.

b) São absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos da vida civil os excepcionais sem

desenvolvimento mental completo.

c) Em algumas situações, o ato-fato jurídico praticado pelo menor absolutamente incapaz produz efeitos.

d) A falta de legitimidade do agente para a prática de um ato jurídico resulta na invalidade do respectivo

ato.

e) Todas as alternativas anteriores estão corretas.

3 - Hugo, ao descobrir que sua filha precisava de uma cirurgia de urgência, emite ao hospital, por exigência deste, um cheque no valor de cem mil reais. Após a realização do procedimento, Hugo descobriu que o valor comumente cobrado para a mesma cirurgia é de sete mil reais. Agora, está sendo cobrado pelo cheque emitido e, não tendo a mínima condição de arcar com o pagamento da cártula, procura a Defensoria Pública de sua cidade. Diante desta situação, é possível buscar judicialmente a anulação do negócio com a alegação de vício do consentimento chamado de:

a) coação.

b) estado de perigo.

c) lesão.

d) erro substancial.

e) dolo.

4 - Suponha que informações sigilosas sobre o comportamento de um estudante menor de idade da

escola XXX vazaram na internet. Imagens com relatórios internos, feitos por professores entre 2016 e 2017, foram divulgadas nas redes sociais por um adolescente de 15 anos que invadiu o computador da escola e tomou conhecimento desses dados. Os relatórios continham informações confidenciais sobre o desenvolvimento acadêmico, perfil emocional e informações sobre a orientação sexual do estudante. Nesse caso:

a) houve a prática de ilícito civil que gerará o dever de indenizar a vítima.

b) houve apenas a prática de um ilícito penal pelo adolescente, sem reflexo na esfera civil.

c) como quem divulgou os dados é um incapaz, a prática do ato ilícito é nula.

d) como a vítima é menor e o autor do ato também não existe a prática de ato ilícito.

e) nenhuma das respostas anteriores está correta.

5 - Lúcia, pessoa doente, idosa, com baixo grau de escolaridade, foi obrigada a celebrar contrato

particular de assunção de dívida com o Banco FDC S.A., reconhecendo e confessando dívidas firmadas pelo seu marido, esse já falecido, e que não deixará nenhum patrimônio para a Lúcia. O gerente do banco ameaçou Lúcia de não efetuar o pagamento da pensão deixada pelo seu falecido marido, caso não fosse assinado o contrato de assunção de dívida. Considerando a hipótese acima e as regras de Direito Civil, assinale a afirmativa CORRETA.

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a) O negócio jurídico celebrado entre Lúcia e o Banco FDC S.A. é anulável pelo vício da coação, uma

vez que a ameaça praticada pelo banco foi iminente e atual, grave, séria e determinante para a celebração da avença.

b) O ato negocial celebrado entre Lúcia e o Banco FDC S.A. é anulável por vício de consentimento, em

razão de conduta dolosa praticada pelo banco, que ardilosamente falseou a realidade e forjou uma situação inexistente, induzindo Lúcia à prática do ato.

c) O instrumento particular firmado entre Lúcia e o Banco FDC S.A. pode ser anulado sob fundamento

de estado de perigo, uma vez que Lúcia assumiu obrigação excessiva sobre premente necessidade.

d) O contrato particular de assunção de dívida assinado por Lúcia é anulável por erro substancial, pois

Lúcia manifestou sua vontade de forma distorcida da realidade, por entendimento equivocado do negócio praticado.

 

e)

O ato celebrado não apresenta nenhum defeito invalidante, portanto deve ser considerado eficaz.

6

- “(

)

não prevalece o interesse público, mas o interesse particular dos agentes contratantes. O

negócio jurídico não é perfeito, mas seus defeitos poderão ser sanados (

com o ordenamento é menos grave, de maneira que se limita a criar para a parte um direito

potestativo (

V. I. Rio de Janeiro: Renovar, 2004, p. 318. No trecho citado, o autor se refere:

).

(

).

A desconformidade

).”

Gustavo Tepedino. Código Civil Interpretado conforme a Constituição da República.

a) à inexistência de um negócio jurídico - e por consequência a uma invalidade.

b) a um ato anulável.

c) a um ato nulo.

d) a um ato eficaz.

e) a um ato ineficaz.

7 - Assinale a alternativa CORRETA.

a) O possuidor direto, pois exerce posse temporária, não tem proteção possessória contra terceiros.

b) O novo Código Civil, em termos de teoria possessória, adotou a concepção subjetiva de Savigny,

dando especial destaque ao “animus domini”.

c) A detenção, à luz do ordenamento jurídico vigente, é consectária da degradação anímica, onde o

sujeito tem a coisa com mera “affectio tenendi”.

d) O novo Código Civil aboliu o instituto da autotutela da posse.

e) Pela dicção do Código Civil em vigência, não cabe proteção possessória contra o possuidor de boa-fé.

8 - Assinale a assertiva CORRETA.

a) O arrendatário, desde que tenha realizado no imóvel objeto do arrendamento obras ou serviços de

caráter produtivo, pode usucapir na forma do artigo 1.238, parágrafo único, do Código Civil de 2002.

b) Há desdobramento da posse na justaposição entre pessoa e coisa.

c) Prepondera o entendimento na doutrina e na jurisprudência que o “animus domini” desvela-se, no

usucapião, pela ausência de obstáculos objetivos na “causa possessionis”.

d) O fâmulo da posse, uma vez que se confunde com a figura do possuidor direto, tem proteção

possessória em sentido estrito.

e) A posse precária é “menos injusta” do que a posse advinda da violência.

9 - Assinale a alternativa CORRETA.

a) Para obtenção da adjudicação compulsória, na perspectiva do Código Civil em vigência, dispensa-se o

registro da promessa de compra e venda.

b) A boa-fé que se exige no chamado usucapião tabular diz com o vício nulificador do ato translativo da

propriedade.

c) As pessoas jurídicas de direito público interno, seja qual for o suporte fático manejado, não podem

usucapir.

d) As terras devolutas, de acordo com o balizamento constitucional, pertencem aos Estados-membros ou

Municípios.

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e) Não há referência a justo título no suporte fático do usucapião ordinário geral (artigo 1.242, “caput”,

CC/02), operando-se a substituição de tal requisito pelo cumprimento de pressuposto que se convencionou chamar de “atendimento da função social da posse”, expressa na moradia habitual ou obras ou serviços de caráter produtivo.

10 - Assinale a alternativa CORRETA.

a) A aquisição da propriedade no usucapião, independentemente do registro da carta de sentença, dar-se-

á pela satisfação dos pressupostos do correlativo suporte fático.

b) O usucapião extraordinário privilegiado no tempo, previsto no parágrafo único do artigo 1.238 do

novo Código Civil, exige que o prescribente não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural.

c) O usucapião extraordinário geral, previsto no “caput” do artigo 1.238 do novo Código Civil, modo

derivado de aquisição do domínio, difere apenas no que tange ao tempo de posse em face do usucapião extraordinário previsto no artigo 550 do Código Civil de 1916.

d) No usucapião, a citação, de per si, em demanda possessória ou petitória, é suficiente para quebrar o

requisito da pacificidade.

e) O usucapião extraordinário privilegiado no tempo reclama justo título e boa-fé.

11 - Assinale a alternativa CORRETA.

a) No usucapião urbano individual previsto no artigo 9°, parágrafos, da Lei n.° 10.257/01, não é possível

levar-se a efeito aquisição de terreno inferior ao mínimo módulo urbano.

b) O usucapião rural consagrado no artigo 1.239 do CC/02, pois exige a chamada posse

trabalho/moradia, não reclama “animus domini” de parte do usucapiente.

c) As terras devolutas, à luz do novo Código Civil Brasileiro, podem ser usucapidas.

d) O usucapião coletivo previsto no artigo 10, parágrafos, da Lei n.º 10.257/01 admite a “accessio

possessionis” a título singular;

e) O promitente comprador pode usucapir tendo como supedâneo o suporte fático do usucapião ordinário

privilegiado no tempo previsto no parágrafo único do artigo 1.242 do Código Civil.

12 - Quanto à chamada aquisição da propriedade por interesse social (§§ 4º e 5º do artigo 1.228 do

CC/02), é correto afirmar:

a) O domínio se aperfeiçoa em mãos dos adquirentes pela mera satisfação dos pressupostos previstos no

§ 4º do artigo 1.228 do Código Civil/02.

b) O protagonista de ato espoliativo poderá adquirir, cinco anos após o bem imóvel que esbulhou tendo

como supedâneo os §§ 4º e 5º do artigo 1.228 do Código Civil/02.

c) Somente a população de baixa renda pode valer-se do modo de aquisição da propriedade previsto nos

§§ 4º e 5º do artigo 1.228 do Código Civil/02.

d) A aquisição da propriedade por interesse social pode ser arguida como matéria de defesa em sede de

ação reivindicatória.

e) A aquisição da propriedade por interesse social é modo originário de aquisição da propriedade e pode

ter como objeto área pública.

13 - Considere as seguintes alternativas.

I. Uma vez julgado procedente o usucapião coletivo previsto no Estatuto da Cidade (Lei n.° 10.257/01), o juiz determinará o registro da área usucapienda como condomínio especial. II. O possuidor pode, para o fim de contar o tempo exigido no usucapião extraordinário geral (artigo 1.238, “caput”, CC/02), acrescentar à sua posse a do seu antecessor, mesmo sendo este proprietário da “res soli” usucapienda. III. Dispensa-se justo título do cedente de direitos possessórios, para fins de usucapião ordinário geral (artigo 1.242, “caput”, do CC/02), quando a “accessio possessionis” a título singular for instrumentalizada por escritura pública. Assinale a opção CORRETA.

a) Apenas a alternativa I está correta.

b) Apenas a alternativa II está correta.

c) Apenas a alternativa III está correta.

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d) As alternativas I e III estão corretas.

e) As alternativas I e II estão corretas.

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14 - Considerando o princípio da boa-fé em nosso sistema jurídico, é incorreto afirmar que:

a) o princípio da boa-fé subjetiva implica na proteção daquele que acredita em uma situação de fato,

tendo-a como legítima, como ocorre em relação ao herdeiro de boa-fé.

b) a boa-fé objetiva é prevista como princípio tanto no Código Civil como no Código de Defesa do

Consumidor.

c) a proteção ao possuidor de boa-fé é um exemplo de aplicação da boa-fé objetiva.

d) a boa-fé objetiva atua também na fase pré-contratual.

e) a boa-fé objetiva atua também na fase pós-contratual.

15 - O princípio da boa-fé objetiva atua como uma das principais fontes do direito das obrigações. Em

relação ao princípio da boa-fé objetiva, é correto afirmar que ele propicia a formação dos seguintes deveres anexos:

a) informação, lealdade, cooperação e segurança.

b) informação, esclarecimento, aconselhamento e lealdade.

c) solidariedade, cooperação e colaboração.

d) segurança, tutela, proteção e informação.

e) segurança, informação, lealdade e fidelidade.

16 - Considerando a teoria da imprevisão, indique a alternativa que não contempla requisito para a

sua aplicação:

a) contrato que se prolonga no tempo.

b) ocorrência de fato superveniente à formação do contrato.

c) contrato firmado por adesão.

d) ocorrência de fato extraordinário ou imprevisível.

e) onerosidade excessiva.

17 - O vício redibitório, nos termos do Código Civil:

a) somente ocorre em relação ao vício oculto.

b) acarreta a responsabilidade do alienante em indenizar as perdas e danos experimentados pelo

adquirente.

c) somente se refere a vício de bem imóvel.

d) proporciona, ao adquirente, o direito de exigir a troca imediata do produto.

e) permite a reclamação judicial do adquirente, no prazo decadencial de três anos.

18 - É CORRETO afirmar que de acordo com as regras do Direito Civil, na evicção:

a) o adquirente poderá reclamar os seus direitos no prazo decadencial de um ano.

b) o direto do evicto somente poderá envolver o reembolso da quantia paga, sem direito de reclamar

perdas e danos.

c) podem as partes, por cláusula expressa, reforçar a responsabilidade pela evicção.

d) mesmo tendo conhecimento que a coisa era alheia, pode o adquirente demandar pela evicção.

e) a garantia pela evicção não subsiste nos casos de aquisição em hasta pública.

19 - O contrato de compra e venda no Direito Civil é classificado como:

a) contrato consensual

b) contrato formal

c) contrato real

d) contrato unilateral

e) contrato aleatório

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20 - A doação será considerada inoficiosa quando:

a) o doador realiza a doação de todos os seus bens ficando sem patrimônio suficiente para a sua

subsistência.

b) for passível de ser revogada em função da prática de ato de ingratidão pelo donatário

c) for realizada a descendente.

d) o doador realiza a doação mediante condição.

e) violar a legítima dos herdeiros necessários, sendo nula quanto à parte que exceder àquela que o doador

poderia, no momento da liberalidade, dispor em testamento.