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“Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram,

severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de


outra maneira também tu serás cortado” (Romanos 11:22).

Resumo do texto e contexto:


Este texto nos fala acerca da rejeição parcial de Deus a Israel (v. 1,5) por causa de sua
incredulidade (v. 11). Diante dessa rejeição, foram enxertados os gentios crentes (v. 11). O
apóstolo compara o povo eleito por Deus agora como uma oliveira, e os gentios como
galhos de zambujeiro que foram enxertados (v. 17). Entretanto, em seguida o apóstolo faz
uma forte advertência aos gentios crentes:
"Não te glories contra os ramos; e, se contra eles te gloriares, não és tu que sustentas a
raiz, mas a raiz a ti. Dirás, pois: Os ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado.
Está bem; pela sua incredulidade foram quebrados, e tu estás em pé pela fé. Então não
te ensoberbeças, mas teme.
Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também.
Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram,
severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de
outra maneira também tu serás cortado.
E também eles, se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados; porque
poderoso é Deus para os tornar a enxertar. Porque, se tu foste cortado do natural
zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são
naturais, serão enxertados na sua própria oliveira!” (Romanos 11:18-24)

Duas coisas a considerar:


➢ A Bondade (benignidade) de Deus – A expressão “bondade” (gr. chrestotes) é a
bondade moral, integridade, benignidade de Deus. É a gentileza simpática ou
doçura de gênio que deixa os outros à vontade e recua diante da ideia de provocar
dor. A benignidade de Deus jamais deve ser confundida com passividade ou
permissividade. Deus não falha em ser gentil e doce – o homem que erra em sua
perversidade e em, muitas vezes, tentar se aproveitar dessa doçura. Em nós, a
benignidade pode ser traduzida em sentirmos pelos outros o mesmo que o Senhor
sentiu por nós.
1. Deus é benigno até com os maus - “Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e
emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos
do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus” (Lucas 6:35).
2. A benignidade de Deus induz ao arrependimento - “Ou desprezas tu as riquezas da
sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de
Deus te leva ao arrependimento?” (Romanos 2:4).
3. Deus é grande em benignidade - “Misericordioso e piedoso é o Senhor; longânimo
e grande em benignidade” (Salmos 103:8).
4. Deus não nos tratou como merecíamos - “Não nos tratou segundo os nossos
pecados, nem nos recompensou segundo as nossas iniqüidades. Pois assim como
o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os
que o temem. Assim como está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós
as nossas transgressões. Assim como um pai se compadece de seus filhos, assim
o Senhor se compadece daqueles que o temem” (Salmos 103:10-13).
5. A benignidade por nós em Cristo Jesus - “Estando nós ainda mortos em nossas
ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), E nos
ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em
Cristo Jesus; Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua
graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus. Porque pela graça sois
salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras,
para que ninguém se glorie;” (Efésios 2:5-9).
6. A benignidade que nos proveu salvação - “Porque também nós éramos noutro
tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências
e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros. Mas
quando apareceu a benignidade e amor de Deus, nosso Salvador, para com os
homens, Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua
misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito
Santo, Que abundantemente ele derramou sobre nós por Jesus Cristo nosso
Salvador; Para que, sendo justificados pela sua graça, sejamos feitos herdeiros
segundo a esperança da vida eterna” (Tito 3:3-7). Aparecer (gr. epiphaino) significa
manifestar-se, tornar-se visível.
7. Devemos também ser benignos - “Antes sede uns para com os outros benignos,
misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou
em Cristo” (Efésios 4:32).
8. Sua benignidade dura para sempre - “Louvai ao Deus dos céus; porque a sua
benignidade dura para sempre” (Salmos 136:26).

➢ A severidade de Deus – A severidade (gr. apotomia) significa “severidade,


rispidez, rigor”. Segundo o dicionário da língua portuguesa, severidade é
“austeridade, intransigência; Atitude rígida e inflexível no julgamento, na disciplina,
na punição; rigor moral” (Michaelis). Precisamos compreender que, enquanto
permanecermos na benignidade do Senhor, Ele usa de benignidade conosco. Pela
sua benignidade Ele nos ensina a sua palavra (Salmos 25:8; 119:68). Ele é bom
diante dos seus santos (Salmos 52:9). Entretanto, existem aqueles que rejeitam
esta benignidade. A estes, resta a severidade. Deus é santo, é íntegro, vela pela
sua palavra, e portanto, não pode negá-la. Deus tratará àqueles que rejeitam a
graça conforme as suas obras, e o julgamento não será com generosidade – será
com austeridade. Aqui vemos duas qualidades de pessoas:
✔ Aqueles que rejeitam a graça:
“Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não
verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece” (João 3:36).
“Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”
(Marcos 16:16).
“E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo”
(Apocalipse 20:15).
E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as
trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. (João 3:19).
“Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de
meu Pai, que está nos céus” (Mateus 10:33).
“Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem
os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os
sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os
maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6:9,10).
✔ “Em resumo, não existe base escriturística para a esperança ilusória de que todos
serão salvos. A razão básica é bastante simples: Deus criou os seres humanos
com livre-arbítrio, e aqueles que se decidirem não crer não poderão ser forçados a
crer. Déus é amor, e o amor age de forma persuasiva, nunca na base da coação”
(Norman Geisler).
✔ Aqueles que caem da graça:
“Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom
celestial, e se fizeram participantes do Espírito Santo, E provaram a boa palavra de
Deus, e as virtudes do século futuro, E recaíram, sejam outra vez renovados para
arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus, e o
expõem ao vitupério.” (Hebreus 6:4-6). Aqui, uma palavra muito dura aos apóstatas
(gr. Parapipto = cair da graça) – existem pessoas que chegam a um nível tão cruel
de dureza e desvio da verdade, que para estes se torna, simplesmente, impossível
o seu retorno, porque em seu coração já não há mais arrependimento. Esaú
chorou, mas não alcançou perdão porque não havia nele arrependimento (Hebreus
12:16,17). AQUI FAÇO UM ALERTA A AQUELES QUE ESTÃO, AOS POUCOS, SE
AFASTANDO DE DEUS – VOLTE LOGO, ENQUANTO AINDA É TEMPO.
ARREPENDA-SE HOJE, POIS O ARREPENDIMENTO PRECEDE O PERDÃO DE
DEUS!
“Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo
conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos
nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque
melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o,
desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; Deste modo sobreveio-
lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito,
e a porca lavada ao espojadouro de lama.” (2 Pedro 2:20-22). Como um homem
pode escapar da corrupção deste mundo por seus méritos próprios? Ao homem
natural, é impossível agradar a Deus, e somente pelo conhecimento de Jesus o
homem pode escapar do mundo. A expressão utilizada por Pedro para denominar
conhecimento (Epignosko) significa conhecer e ser conhecido, conhecer
completamente, e deriva da raíz (ginosko) que significa conhecimento fundado na
experiência pessoal. O apóstolo, portanto, está falando de falsos mestres
(contexto) que outrora conheceram a Cristo e foram conhecidos dEle. Mas as
corrupções do mundo os venceram, e agora o seu estado é pior do que o anterior.
“Quando o espírito imundo tem saído do homem, anda por lugares secos,
buscando repouso; e, não o achando, diz: Tornarei para minha casa, de onde saí.
E, chegando, acha-a varrida e adornada. Então vai, e leva consigo outros sete
espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e o último estado desse
homem é pior do que o primeiro.” (Lucas 11:24-26). Este texto, também contido em
Mateus 12:43-45, fala da apostasia de Israel. E o princípio é tão aplicável à vida de
um crente, que Pedro o utilizou em sua epístola, conforme já vimos. A influência
maligna sobre alguém que apostata da fé é muitíssimo maior do que aquele que
nunca conheceu de fato a Jesus.
“Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento
da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, Mas uma certa expectação
horrível de juízo, e ardor de fogo, que há de devorar os adversários. Quebrantando
alguém a lei de Moisés, morre sem misericórdia, só pela palavra de duas ou três
testemunhas. De quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele
que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi
santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça? Porque bem conhecemos aquele
que disse: Minha é a vingança, eu darei a recompensa, diz o Senhor. E outra vez:
O Senhor julgará o seu povo. Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.”
(Hebreus 10:26-31). O pecado voluntario (gr. Ekousia = deliberadamente,
intencionalmente) é aquele que não é motivado por fraqueza ou ignorância. O
autêntico cristão não é perfeito, e portanto, peca (1 João 1:8-10). Mas o Espírito
que habita nele é Deus, e abomina o pecado. O Cristão passa a abominar o
pecado, e por isso, quando peca, recorre, arrependido, a Cristo, que por seu
sangue nos purifica de todo pecado. “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo,
para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai,
Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente
pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.” (1 João 2:1,2). Mas o que
pode ser feito por alguém que peca de propósito? Alguém que quer pecar? O
escritor aos Hebreus é enfático na advertência: Se pecarmos (nós), deixando claro
que este texto é para crentes! Jesus não salvará da perdição (expectação horrível
de juízo, e ardor de fogo) aqueles que não querem ser salvos, e isso não é falta de
amor! É respeito ao livre-arbítrio. Fica claro aqui também que o cristão neste
caminho de pecado voluntário, ele faz três coisas:
1. Pisa o Filho de Deus – Pisar (gr. Katapateo) significa pisar, esmagar com o pé,
pisotear; tratar com rispidez e desprezo; rejeitar, tratar com negligência insultante.
2. Profana o sangue da aliança – Profanar (gr. Koinoo) significa tornar comum;
tornar (leviticamente) imundo, fazer impuro, corromper; declarar ou considerar
imundo.
3. Agrava o Espírito da graça – Agravar (gr. Enubrizo) significa insultar.
“Apesar de o Senhor nos garantir a habitação, a proteção e a provisão do Espírito
Santo, nos garantir vitória sobre as tentações e até mesmo sobre o pecado, existe,
sim, a possibilidade de apostatar da fé e, deliberadamente, afastarmo-nos dos
caminhos do Senhor” (Francisco Brito).
“Deus ama a todos (Jo 3.16). Ele enviou o seu Filho para pagar os pecados de
todos os homens (1 Jo 2.2). De fato, Ele deseja que todos se arrependam e
recebam a sua misericórdia (2 Pe 3.9). Contudo cada pessoa tem de receber a
misericórdia divina. Todo aquele que se arrepende será receptor dela. Deus não
reterá a misericórdia de todo aquele que a desejar, mas Ele também não enfiará o
seu amor goela abaixo dos que não o querem (Mt 23.37)” (Norman Geisler).