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Técnicas Convencionais de Desobstrução Brônquica

Prof. Victor Braga – Fundamentos de Pneumologia

1) Inaloterapia
- Hidratação e Fluidificação das secreções brônquicas
- Solução Salina Hipertônica (SF 0,9%) NBZ
- Estimular Ingestão Hídrica + Avaliar desidratação do pct.

2) Drenagem Postural (12 Posições – 3 a 15 min cada)


- Bons resultados com Bronquiectasias, Fibrose Cística e Discinesia Mucociliar
(> 30 ml/dia de muco)
- Protocolo Único + Pouco esforço do pct
- Pode ocasionar Hipoxemia, broncoespasmo, hipotensão aguda, aumento da
PIC, Hemoptise, Vômito/Refluxo, Broncoaspiração.
I) D.D. cabeceira elevada 45º - ambos os Lobos Superiores - segto apical
II) D.D. cabeceira elevada 30º - L.S.E – segto anterior
III) D.D. plano – L.S.D. – segto anterior
IV) D.V. cabeceira elevada 30º - L.S.E. – segto posterior
V) D.V. plano – L.S.D. – segto posterior
VI) D.L. Direito Trendelemburg – L.S.E. – Língula
VII) D.V. plano – ambos os lobos inferiores – segto superiores
VIII) D.L. Esquerdo – Lobo Médio Direito
IX) D.D. Trendelenburg – Lobos Inferiores – Segmentos anteriores
X) D.L. Esquerdo – Lobo Inferior Direito - Segmento Lateral
XI) D.V. Trendelenburg – Lobos Inferiores – Segtos Posteriores
XII) D.L. Direito – Lobo Inferior Esquerdo – Segto Lateral

3) Percussão Torácica Manual (Tapotagem)


- Ondas mecânicas atigem árvore brônquica e a sua vibração descola e
desloca o muco.
- Percussão com as mãos em concha com o pct em posição de drenagem.
- Freqüência Ideal = 25 – 35 Hz
- Freqüência Real = 1 – 8 Hz
- Pode gerar colapso das VA!
- Observar Hipoxemia – Oxigenoterapia
- Observar obesidade mórbida.
- Aum. Broncoespasmo e dispnéia.

4) Vibração – Vibrocompressão (Vibração Manual + TEMP)


- Gera 3 a 75 Hz, sendo ideal 13 Hz durante 1h!
- Aumenta a velocidade do batimento mucociliar por ressonância
- Mín. 13 Hz para modificar características físicas do muco.
- Somente na fase expiratória, hemitórax afetado posicionado supra-
lateralmente.
- Eficácia depende das características da secreção (Viscosidade, Elasticidade e
Hidratação).
- Cuidados com: infecções cutâneas; dificultar cicatrização de lesões cutâneas;
aumentar enfisema subcutâneo e provocar interferências em marca-passo cardíaco.

5) Tosse Assistida
- Potencializa a tosse, aumentando sua eficácia.
- Após outras técnicas de Desobstrução Brônquica
a) Sobre o tórax superior
b) Sobre o tórax inferior
c) Manobra Abdominal (Heimlich)
d) Compressão da traquéia
- Cuidados com: hipotensão arterial; síncope; cefaléia; refluxo gastrointestinal;
hérnia inguinal; incontinência urinária; fraturas de costelas; osteoporose; enfisema
intersticial e pneumotórax.

6) Técnica de Expiração Forçada (TEF)


- Uso de Bocal
- Expiração prolongada a médio volume; gasta menos energia e mobiliza
maiores quantidades de muco; evita colapso precoce das VA de menor calibre.

7) ELTGOL/ELTGO (Expiração Lenta Total com a Glote Aberta em Decúbito Infra-


Lateral)
- Manobra ativa, inspirações e expirações lentas da CRF ao VR usando um
bocal.
- Posicionamento do terapeuta: diante das costas do paciente em DL, uma das
mãos sobre o abdome e tórax dependente, enquanto que a outra mão sobre o tórax
inferior do lado não-dependente. Devem-se realizar compressões sempre na fase
expiratória.
- Fluxo aéreo eficiente mobiliza das secreções dos brônquios de menor calibre
até as vias aéreas mais centrais; sendo expectorada através de tosse espontânea
precipitada pela própria manobra; associado à manutenção da glote aberta evita o
colapso precoce das VA de menor diâmetro;
- Indicada para pacientes colaborativos e com tosse eficaz.
- Contra-indicações: Lesões cavitárias; cautela em infecções pulmonares uni-
laterais; descompensação cardiorrespiratória.