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Prof.

ana Caroline castro


TESTES DE FILTRAÇÃO GLOMERULAR (FG)
Avaliar a capacidade de FG – depuração.

Medir a rapidez com que os rins são capazes de depurar (retirar) uma
substancia filtrável do sangue.

Substancia analisada não deve fazer parte das que


são absorvidas ou secretadas pelos túbulos.
Fatores de escolha da substancia
Estabilidade da urina
Constância do seu nível plasmático
Disponibilidade no organismo
Facilidade de analise bioquímica
TESTE DA DEPURAÇÃO (CLEARENCE)
 Primeiros testes dosavam uréia – hoje abandonado.
 No entanto, 40% uréia é reabsorvida.

 Utilização de:
 Creatinina
 Inulina
 Β2 – microglobulina
 Rádio-isótopos
TESTE DA DEPURAÇÃO (CLEARENCE)
1. Inulina (polímero de frutose)
 Substancia estável, não reabsorvida ou secretada
no túbulo.
 Injetada via IV
 Procedimento exógeno – raramente é um método
de escolha.
 Não é utilizada rotineiramente com o teste de FG.
TESTE DA DEPURAÇÃO (CLEARENCE)
2. Radionucleotídeos
 Determinar a FG e visualizar a filtração em um rim ou em
ambos.

3. β2 – microglobulina
 Descoberta recente – dissocia-se dos Ag dos leucócitos
 Rapidamente removida do plasma por FG
 Dosagem – rádioimunoensaio e imunoensaio enzimático
 Elevação na [ ] plasmática da BMG é indicador mais sensível da
queda da taxa de FG do que a creatinina
 Não recomendado para pacientes com distúrbios imunológicos
TESTE DA DEPURAÇÃO (CLEARENCE)
4. Creatinina
 Substancia-teste
 Resíduo metabólico muscular
 Procedimento endógeno

 Desvantagens
 Uma parte da creatinina é secretada nos túbulos
 A creatinina urinária será degradada por bactérias
 Depuração da creatinina não é indicador confiável para
pacientes que possuem atrofia muscular.

*método de triagem!
CÁLCULOS
𝑈𝑉
𝐷=
𝑃
 U = [ ] de creatinina na urina – mg/dL
 V = volume de urina – mL/min
 P = [ ] de creatinina no plasma – mg/dL
𝑚𝐿 𝑑𝑒 𝑎𝑚𝑜𝑠𝑡𝑟𝑎
 Onde v =
min 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑐𝑜𝑙𝑒𝑡𝑎 𝑑𝑒 𝑎𝑚𝑜𝑠𝑡𝑟𝑎

*Amostra de urina com cronometragem!


* Cálculos na conversão das medidas laboratoriais em
Velocidade de FG
CÁLCULOS
Calcular a depuração:

U mg/dL V 24h (mL)


Mililitros de plasma depurados/ min = x
mg/dL 1440 min

Exemplo:
 Creatinina na urina: 62 mg/dL
Testes
 Creatinina no soro: 1,37 mg/dL
bioquímicos
 Volume de 24 horas: 1872 mL

62 mg/dL 1872 mL
depuração de creatinina = x = 58,8mL/min
1,37mg/dL 1440 min
𝑈𝑉 1,73
𝐷= x
𝑃 𝐴
• A = estatura real do corpo em m2 de superfície
 Nomograma

 Log A = (0,425 x log peso) + (0,725 x log altura) – 2,144


Para predizer a depuração de creatinina a partir de seus níveis
séricos antes da coleta de 24h:

• Variáveis são introduzidas: idade, sexo, peso.


• Mais utilizada: Cockcroft e Gault:

(140 − 𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒)(𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑒𝑚 𝑘𝑔)


𝐶𝑐𝑟 =
72 𝑥 𝑐𝑟𝑒𝑎𝑡𝑖𝑛𝑖𝑛𝑎 𝑠é𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑒𝑚 𝑚𝑔/𝑑𝐿
Se homem, com peso ~ 72kg, temos
(140 − 𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒)
𝐶𝑐𝑟 =
72 𝑥 𝑐𝑟𝑒𝑎𝑡𝑖𝑛𝑖𝑛𝑎 𝑠é𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑒𝑚 𝑚𝑔/𝑑𝐿

Se Mulher, multiplicar por 0,85.


TESTES DE REABSORÇÃO TUBULAR
 Perda da capacidade de reabsorção:
 pode indicar o primeiro déficit funcional causado por doenças renais;

Conhecido como teste de concentração.


Ultrafiltrado que entra nos túbulos: 1010.

Água (1 copo) Água (4 copos)

Glomérulo Glomérulo

Ultrafiltrado 120mL de água 120mL de água


Ultrafiltrado
300mg de soluto 300mg de soluto
119mL de água
Reabsorção 100mg de soluto 110mL de água
Reabsorçã 100mg de soluto
Urina 1mL de água
Urina 10mL deoágua
200mg de soluto
200mg de soluto

DENSIDADE 1015 DENSIDADE 1005


TESTES DE REABSORÇÃO TUBULAR

A concentração urinária é determinada pelo estado de


hidratação do organismo, o rim normal reabsorverá a
quantidade de água necessária para mantê-lo em equilíbrio;

 Atualmente
 a informação da densidade tem mais utilidade como procedimento
para a determinação da capacidade de concentração renal –
osmometria.

 Capacidade de concentração normal, d=1,025 (prova de


líquidos por 16h)
OSMOLARIDADE

Relaciona-se com o número de partículas;


Partículas de maior interesse:
Na (PM 23) e Cloreto (PM 35,5)
Uréia (PM 60) (contribui para densidade)

1 osmol = 1 grama de peso molecular de uma


substância dividido pelo seu número de partículas
em que nela se dissocia;
Osmolaridade
número de partículas da solução comparado com o
número de um solvente puro.
OSMOLARIDADE

Valores normais da OSMOLARIDADE SÉRICA:


entre 275 e 300 mOsm (miliosmol)

Valores normais da OSMOLARIDADE URINÁRIA:


 entre 50 e 1400 mOsm (miliosmol)

Usa-se a razão entre a osmolaridade séria e a


urinária
que deve ser de 1:1
depois da ingestão de líquidos deve ser 3:1
OSMOLARIDADE

Osmômetros Clínicos
automatização.

SIGNIFICADO CLÍNICO:
Avaliação inicial da capacidade de concentração renal
monitoração da evolução de doenças renais,
monitoração hidroeletrolítica,
diagnóstico diferencial entre hipernatremia,
hiponatremia e poliúria,
avaliação da secreção de hormônios antidiuréticos.
DEPURAÇÃO DA ÁGUA LIVRE
Determinar a capacidade de resposta renal ao
estado de hidratação do organismo;
Mais sensível a razão de osmolaridade

Depuração osmolar
 mostra a quantidade de água que deve ser depurada a cada
minuto para produzir uma urina que tenha a mesma
osmolaridade do plasma
 o ultrafiltrado tem a mesma osmolaridade do plasma, então,
as diferenças osmóticas encontradas na urina são resultantes
dos mecanismos de concentração e diluição dos rins.

𝑈 𝑜𝑠𝑚 𝑥 𝑉
𝐷𝑜𝑠𝑚 =
𝑃 𝑜𝑠𝑚
𝐷𝐻20 = 𝑉 − 𝐷𝑜𝑠𝑚
 Osmolaridade urinária de 600 mOsm (U), um volume urinário
de 2 mL/min (V) e uma osmolaridade plasmática de 300 mOsm
(P), calcular a depuração de água livre.
600 (𝑈) 𝑥 2 (𝑉)
𝐷𝑜𝑠𝑚 = = 4,0 𝑚 𝐿/𝑚𝑖𝑛
300 (𝑃)

𝐷𝐻20 = 2 𝑉 − 4,0 𝐷 𝑜𝑠𝑚 = −2,0


Água livre:
- 2 : indica excreção de água (desidratação
0 : sem concentração e nem diluição renal
+2: diluição renal
TESTES DE SECREÇÃO TUBULAR E DE FLUXO
SANGUÍNEO RENAL

O fluxo sanguíneo total que passa pelo néfron deve


ser medido por alguma substância que seja
secretada pelos glomérulos e não filtrada;

Resultados anormais
redução na capacidade secretora dos túbulos
pela disponibilidade de quantidade insuficiente dessa
substância nos capilares em decorrência da diminuição do
fluxo sanguíneo renal;
TESTES DE SECREÇÃO TUBULAR E DE FLUXO SANGUÍNEO
RENAL

Teste do ácido-p-amino-hipúrico - PAH


Atóxico, alto peso molecular e não se liga às
proteínas plasmáticas (o que permite sua completa
retirada enquanto o sangue passa pelos capilares
peritubulares);
Valores normais: de 600 a 700 mL por minuto.

𝑈 𝑚𝑔/𝑑𝐿 𝑑𝑒 𝑃𝐴𝐻 𝑥 𝑉 (𝑚𝑙/ min 𝑑𝑒 𝑢𝑟𝑖𝑛𝑎)


𝐷 𝑝𝑎ℎ 𝑚𝐿/min =
𝑃 (𝑚𝑔/𝑑𝐿 𝑑𝑒 𝑃𝐴𝐻)
GLOMERULONEFRITE AGUDA
• Processo inflamatório asséptico que afeta os
glomérulos e está associada à presença de sangue,
proteínas e cilindros na urina.
• Rápido inicio - Lesão da membrana glomerular ;
• Adultos e jovens apos ITR.
• Formação de complexos imunes que se depositam na
membrane glomerular.

• Resultados da uroanálise:
• hematúria, alto nível de proteína, oligúria, presença de
cilindros hemáticos, hemácias dismórficas, cilindros hialinos,
granulares e leucócitos.
GLOMERULONEFRITE DE PROGRESSÃO RÁPIDA
• Evolui para insuficiência renal;
• Lesao dos Macrófagos nas paredes dos capilares.
• Achados semelhantes a Glomerulonefrite aguda.

NEFRITE INTERSTICIAL AGUDA


• Inflamação do interstício renal sem anormalidades glomerulares ou
vasculares;
• Causas: intoxicação medicamentosa, septicemia, disturbios
imunologicos entre outros.
• Achados laboratoriais
• hematúria, leucócitos e cilindros leucocitários sem a presença de bactérias,
proteinúria leve/moderada.
GLOMERULONEFRITE CRÔNICA
• Vários distúrbios que produzem lesões
recidivantes ou permanentes nos glomérulos;
• Causas: nefropatia IgA – doença de Berger.
• Achados laboratoriais
• presença de sangue, proteínas e grandes variedades de
cilindros, densidade de 1010 - indica perda da capacidade
de concentração renal e baixa taxa de filtração
glomerular.
GLOMERULONEFRITE MEMBRANOSA
• Espessamento da membrana basal dos capilares
glomerulares e depósitos de IgG nestas;
• Doenças auto-imunes (Ex. Lupus) produzem este
espessamento
• Achados laboratoriais
• hematúria microscópica e elevada excreção urinária de
proteínas.
GLOMERULONEFRITE MESANGIOCAPILAR OU
MEMBRANOPROLIFERATIVA
• Aumento da celularidade da área da cápsula de
Bowman e depósitos densos na membrana;
• Achados laboratoriais:
• Hematúria e proteinúria
• Pode haver associação com distúrbios auto-
imunes, infecções e neoplasias.
SÍNDROME NEFRÓTICA
• Proteinúria, edema, níveis séricos elevados de
lípideos e baixos de albumina;
• Achados laboratoriais
• proteinúria, gotículas de gordura, corpos adiposos
ovais, células epiteliais do túbulo renal, cilindros,
hematúria.
GLOMERULOESCLEROSE FOCAL
• Afeta somente certo números de glomérulos
enquanto outros continuam normais;
• Frequente na síndrome de imunodeficiência
adquirida;
• Presença de depósitos imunes.
• Achados laboratoriais
• hematúria e proteinúria.
PIELONEFRITE
• Decorre muitas vezes de episódios não-tratados de
cistite ou de infecções do trato urinário inferior;
• Achados laboratoriais:
• leucócitos, cilindros, bactérias, reações positivas para nitrito,
proteinúria e hematúria.
INSUFICIÊNCIA RENAL
• Resultado da
• necrose tubular aguda, pode decorres de
vasoconstrição renal
• lesão tubular causada por agentes nefrotóxicos;
• Achados laboratoriais:
• baixa taxa de filtração glomerular, falta de
capacidade de concentração renal e níveis elevados
de nitrogênio e creatinina.