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Artigo de Revisão

Os efeitos do Método Pilates no tratamento da dor lombar não


específica.

The effects of Pilates in the treatment of non-specific lower back


pain.

Patrícia Cardoso de Assis¹; Giulliano Gardenghi²

1. Fisioterapeuta Graduada pela Universidade Salgado de Oliveira - UNIVERSO.


Pós-Graduanda em Pilates pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás/CEAFI
Pós-graduação/GO.
2. Fisioterapeuta, Doutor em Ciências pela FMUSP, Coordenador Científico do
Serviço de Fisioterapia do Hospital ENCORE/GO, Coordenador Científico do CEAFI
Pós-graduação/GO e Coordenador do Curso de Pós-graduação em Fisioterapia
Hospitalar do Hospital e Maternidade São Cristóvão, São Paulo/SP – Brasil.
2

Resumo

Introdução: O Método Pilates foi idealizado pelo alemão Joseph Hubertus


Pilates.Joseph criou uma série de exercícios baseados nos movimentos
progressivos que o corpo é capaz de executar. O método é guiado por seis
princípios: centralização, concentração, controle, ritmo, fluidez e respiração. De
acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população mundial já
tiveram, tem ou terá um episódio de dor lombar. Objetivo: Descrever os efeitos do
Método Pilates no tratamento da dor lombar não específica. Métodos:Trata-se de
um uma revisão de literatura, utilizando do método bibliográfico de pesquisa,
baseada em materiais encontrados nas seguintes bases de dados online: Scielo,
Bireme, Lilacs, Google Scholar e periódicos brasileiros e estrangeiros. Foram
utilizados livros e artigos científicos publicados, de revisões de literatura e pesquisas
de campo. O levantamento bibliográfico foi realizado durante o primeiro e segundo
semestre de 2016 com publicações de 2002 a 2014, utilizando referências
publicadas nos idiomas inglês e português.Resultados: A maioria dos estudos
pesquisados, em relação à dor lombar indicaram significante melhora quando
cotejado o grau inicial de dor e o final, quando do término do tratamento.
Conclusão:Tendo em vista os resultados apontados pelos diversos estudos
analisados, temos que o Método Pilates é um eficiente meio de tratamento para os
pacientes com quadro de dor lombar inespecífica.

Palavras-chave: Dor Lombar; Método Pilates; Lombalgia; Power House.

Abstract

Introduction: The Pilates method was designed by the German Joseph Hubertus
Pilates. Joseph created a series of exercises based on progressive movements that
the body is able to perform. The method is guided by six principles: centering,
concentration, control, rhythm, flow and breathing. According to World Health
Organization (WHO), 80% of the population have had, has or will have an episode of
low back pain. Objective: To describe the effects of Pilates method in the treatment
of non-specific low back pain. Methods:This is a literature review using the
bibliographic search method, based on material found in the following online
databases: Scielo, Bireme, Lilacs, Google Scholar and Brazilian and foreign journals.
scientific books and articles, literature reviews and field research were used. The
bibliographic research was conducted during the first and second half of 2016 with
2002 publications to 2014, using references published in English andPortuguese.
Results: Most of the surveyed studies, in relation to low back pain showed significant
improvement when collated the initial degree of pain and end at the termination of
treatment. Conclusion: In view of the results presented by the various studies
analyzed, we have the Pilates Method is an effective means of treatment for patients
with nonspecific low back pain frame.

Keywords: Back Pain; Method Pilates; Back pain; Power House


3

Introdução

O Método Pilates foi idealizado pelo alemão Joseph Hubertus Pilates (1880-
1967). Joseph era uma criança com raquitismo, asma e febre reumática. Sua
determinação em se tornar fisicamente mais forte o levou a estudar várias formas
diferentes de movimento. Os exercícios praticados levaram com que Joseph, aos 14
anos, atingisse uma musculatura tão definida que ele servia como modelo para atlas
anatômicos. Adulto, tornou-se boxeador profissional e instrutor de lutas greco-
romanas. Em 1912, com 32 anos, foi para Inglaterra, onde trabalhou como
boxeador, artista de circo e instrutor de autodefesa1,2.
Em 1914, quando a I Guerra Mundial estourou, foi considerado “inimigo
estrangeiro” e foi transferido para um campo de concentração em Lancaster. Nesse
campo de concentração encorajou seus companheiros a realizarem um programa de
trabalho visando o condicionamento físico realizado no solo. Seus companheiros
passaram ilesos por uma grande epidemia de gripe que matou milhões em 1918, e a
partir daí começou o reconhecimento de seu trabalho3.
Após esse fato, Joseph foi transferido para a Ilha de Man, onde aplicou seus
conhecimentos para ajudar a reabilitar os feridos de guerra. Ele já tinha sua série de
exercícios de solo definida, mas, como encontrou apenas pessoas acamadas, foi
levado a repensar os exercícios de modo que fossem praticados por esses
indivíduos. Então ele percebeu que fazer exercícios com resistência ajudava os
pacientes a recuperar o tônus muscular mais rapidamente. Isso levou ao
desenvolvimento dos aparelhos usados até hoje1,4.
Joseph denominava seu método de Contrologia que é o controle consciente
de todos os movimentos musculares do corpo. É a correta coordenação do corpo, da
mente e do espírito. Por meio dela, desenvolve o corpo uniformemente, corrige a má
postura, restaura a vitalidade física, revigora a mente e eleva o espírito. A
Contrologia prepara-nos para dar flexibilidade, graça natural, habilidades e força
muscular, que serão refletidas no desenvolvimento uniforme de todo o corpo ao
adquirirmos uma boa forma física5.
Quando Joseph se mudou para os Estados Unidos, os exercícios passaram a
ser usados por bailarinos, mas a técnica era de uso exclusivo de seu criador. Foi
4

somente nos anos 80 que houve reconhecimento internacional da técnica de Pilates,


que na década de 90 ganhou popularidade no campo da reabilitação. Recentemente
ganhou espaço e popularidade no tratamento de atletas de elite na reabilitação;
sendo também empregado no tratamento de desordens neurológicas, dor crônica,
problemas ortopédicos e lombalgia6.
Joseph criou uma série de exercícios baseados nos movimentos progressivos
que o corpo é capaz de executar. Sendo que os exercícios são adaptados às
condições do aluno, e o aumento da dificuldade respeita as características e
habilidades individuais. O método é guiado por seis princípios: centralização,
concentração, controle, ritmo, fluidez e respiração1,6,7.
Os exercícios que compõem o método envolvem contrações isotônicas
(concêntricas e excêntricas) e principalmente, isométricas, com ênfase no que
Joseph denominou de power house (ou centro de força). Este centro de força é
composto pelos músculos abdominais, glúteos e paravertebrais lombares, que são
responsáveis pela estabilização estática e dinâmica do corpo1.Esse método contém
vários exercícios de alongamento e fortalecimento, os quais podem ser divididos em
duas grandes categorias: Mat Pilates (exercícios realizados no solo) e Studio Pilates
(exercícios realizados em aparelhos)8.
De acordo com Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população
mundial já tiveram, tem ou terá um episódio de dor lombar. A dor nas costas é
considerada a doença crônica mais comum entre os brasileiros. Estima-se que de
70% a 85% da população terá algum episódio de dor nas costas no decorrer da
vida9.
A lombalgia, definida como dor, tensão muscular ou rigidez localizada abaixo
da margem costal e acima das dobras glúteas, com ou sem dor na perna, é uma das
principais causas de afastamento do trabalho nos dias atuais. A dor lombar pode ser
causada por uma série de fatores que são classificados em específicos ou não
específicos. Entretanto, estudos sobre esse problema de saúde demonstram que
85% de todas as lombalgias são inespecíficas, ou de causa desconhecida10.
A lombalgia ocasionada pelo fato de a musculatura abdominal estar
enfraquecida é a mais frequente. Para sustentar a carga do corpo e equilibrar as
forças dos músculos da coluna, os músculos abdominais precisam estar fortes. Uma
musculatura fraca faz aumentar as chances do surgimento da dor lombar3. Dessa
forma, má postura, musculatura fraca, posturas em pé por períodos prolongados,
5

levantamento excessivo de peso e trabalhos repetitivos, podem lesionar a coluna


lombar8.
Com base no que foi exposto acima, o presente estudo tem como objetivo
descrever os efeitos do Método Pilates no tratamento da dor lombar não específica,
que é um dos grandes males que tem acometido a população em geral.

Métodos

Trata-se de um uma revisão de literatura, utilizando do método bibliográfico


de pesquisa, baseada em materiais encontrados nas seguintes bases de dados
online: Scielo, Bireme, Lilacs, Google Scholar e periódicos brasileiros e estrangeiros.
Foram utilizados livros e artigos científicos publicados, de revisões de literatura e
pesquisas de campo. O levantamento bibliográfico foi realizado durante o primeiro e
segundo semestre de 2016 com publicações de 2002 a 2014, utilizando referências
publicadas nos idiomas inglês, português, empregando as palavras-chave: Dor
Lombar, Método Pilates, Lombalgia e Power House.

Revisão de Literatura

Atualmente, a população busca muitas formas para a melhora da qualidade


de vida. Cada indivíduo apresenta suas preferências e procura atividades que
trabalhem o corpo de uma forma global e interessante. Nota-se um grande aumento
no número de técnicas disponíveis para esses objetivos e entre elas está a moderna
e discutida técnica Pilates. Na realidade, apesar de o Método Pilates só começar a
ser difundido entre os brasileiros durante a década de 90, foi em 1923, que o alemão
Joseph Hubertus Pilates o levou para os Estados Unidos. O Método Pilates já é
usado por milhares de pessoas no Brasil e em outros países. Nos EUA existem mais
de 300 centros especializados7,11,12.
6

Pilates é um método de exercício físico programado para condicionar e


relacionar o corpo e a mente, corrigir desequilíbrios musculares, melhorar a postura
e tonificar o corpo através de princípios básicos de controle do corpo. O domínio
consciente dos movimentos musculares do corpo, através dos princípios do método
preconizam a melhora das relações musculares entre agonistas e antagonistas11,13.
A literatura aponta como vantagens do Método Pilates: estimular a circulação,
melhorar o condicionamento físico, a flexibilidade, a amplitude muscular e o
alinhamento postural. Pode melhorar os níveis de consciência corporal e a
coordenação motora14. Tais benefícios ajudariam a prevenir lesões e proporcionar
um alívio de dores crônicas11.
Muitas pessoas que iniciam um programa de condicionamento físico voltado à
saúde apresentam lombalgia e procuram encontrar no exercício físico um meio de
minimizar dores e melhorar a qualidade de vida. Apesar de a literatura não ter
demonstrado que pessoas com melhor condicionamento físico apresentem menos
lombalgia, visto que a lombalgia é multifatorial, já foi demonstrado que o exercício
físico é uma das melhores alternativas para a melhora da dor lombar crônica. Assim,
é muito importante que o profissional compreenda o que é dor lombar e saiba como
incluir em seu programa exercícios específicos para a prevenção e até mesmo para
a solução desse problema10.
O principal objetivo do Pilates é fortalecer o núcleo do corpo, que corresponde
à região situada entre os quadris e o osso esterno. Os músculos centrais incluem os
músculos dorsais, os músculos adutores, os ílio-psoas e quatro camadas de
músculos abdominais. Esses músculos trabalham em conjunto para sustentar a
coluna vertebral, o que, por sua vez, promove a boa postura e melhora do equilíbrio
muscular11.
O termo postura pode ser definido como sendo a posição ereta adotada pelo
ser humano em perfeito equilíbrio com a ação da gravidade, gastando o mínimo de
energia possível. Esse baixo gasto energético é decorrente de menor sobrecarga
articular, que, por sua vez, determina uma atividade muscular menos intensa15.
Sabendo que as dores da coluna têm diversas origens, a avaliação realizada pelo
fisioterapeuta tem fundamental importância para o diagnóstico correto das causas e,
consequentemente, para a elaboração do tratamento mais adequado e específico ao
paciente15.
7

A boa postura é um bom hábito que contribui para o bem-estar do indivíduo. A


estrutura e a função do corpo provêm o potencial para se atingir e se manter uma
boa postura. Defeitos posturais persistentes podem dar origem ao desconforto, à dor
ou à incapacidade16.
Hulseet al17 realizaram um estudo com o objetivo de analisar a eficácia do
Método Pilates com Bola no tratamento de mulheres portadoras de lombalgia em
relação ao quadro álgico e flexibilidade. A amostra do estudo contou com 10
pacientes do gênero feminino, de 20 a 50 anos, sedentárias e com queixa principal
de lombalgia. Foram realizados 12 atendimentos, sendo o primeiro para avaliação,
10 para aplicação do tratamento e o último destinado a reavaliação. Duas vezes
semanais com duração de 60 minutos. Na primeira sessão foi avaliada a intensidade
de dor através da escala analógica visual de dor, que varia de 0-10, onde 0
considera-se nenhuma dor, e 10 o grau máximo de dor. Nesta pesquisa 100% da
amostra relataram dor na avaliação, variando de 6-10 grau, sendo que 10%
relataram grau 6, 50 % grau 7, 20% grau 8 e 20% grau 10 de dor. Na reavaliação a
amostra teve melhora significativa da dor, 80% relataram não ter mais dor (grau 0), e
20% a diminuição da dor (grau 1).Conclui-se que, o Método Pilatescom Bola pode
dar uma importante contribuição no tratamento de dor lombar, reduzindo, ao mesmo
tempo, as limitações funcionais.
Segundo Joseph18, se você realizar os exercícios da Contrologia com
seriedade e regularidade, apenas quatro vezes por semana durante pelo menos três
meses, verá seu corpo atingir o desenvolvimento ideal. Você desenvolverá força
muscular com capacidade correspondente para desempenhar tarefas árduas, correr
ou viajar por longas distâncias, sem sentir cansaço corporal inadequado.
Para o tratamento de dor lombar, exercícios abdominais tem sido uma
estratégia terapêutica amplamente utilizada, a fim de proporcionar um melhor
suporte à coluna lombar, promovendo maior estabilidade nessa região. Os músculos
abdominais participam no suporte da coluna, funcionando de uma maneira que
diminua a tensão exercida sobre a mesma, com o enfraquecimento de tal
musculatura esse suporte poderá ser diminuído, visto que o fortalecimento dos
músculos abdominais trará mais estabilidade à coluna vertebral17.
Um estudo, realizado por Pereira et al19, teve como objetivo verificar a eficácia
da aplicabilidade terapêutica do Método Pilates na lombalgia. Participaram 2
indivíduos do sexo feminino, a paciente 1 de 22 anos, e a paciente 2 de 25 anos,
8

ambas sedentárias e portadoras de lombalgia, não realizavam nenhum outro tipo de


tratamento para lombalgia.Foi realizada a avaliação fisioterapêutica inicial para a
detecção dos déficits através da ficha padrão, foi aplicado uma escala visual
analógica de dor onde as pacientes deveriam enumerar de 0 a 10 a intensidade de
sua dor e também foram instruídos a marcar o local onde sentem dor.Foram
realizadas 12 sessões de Pilates com duração de 90 minutos no período de agosto a
outubro de 2006.O protocolo foi desenvolvido em três fases, visando propiciar aos
pacientes uma evolução gradual do controle do Power House. A primeira fase foi
constituída de exercícios para ganho da conscientização do Power House. A
segunda fase iniciou-se a mobilização da área da lesão e a terceira fase, com a
maior conscientização corporal, principalmente do Power House, iniciou-se os
exercícios mais dinâmicos. O tratamento foi realizado de forma individual por um
único terapeuta. Após o término das 12 sessões, foi realizada uma reavaliação.
Paciente 1 apresentou na avaliação um nível numérico da intensidade da dor 8 e na
reavaliação o nível numérico da intensidade da dor 0. Paciente 2 apresentou na
avaliação um nível numérico da intensidade da dor 5 e na reavaliação o nível
numérico da intensidade da dor 1. Neste estudo concluiu-se que o Método Pilates
apresentou uma interferência positiva no quadro de lombalgia de ambas pacientes.
Reinehr et al20realizaram um estudo no intuito de verificar como um programa
de exercícios de estabilização central influencia a estabilidade e a ocorrência de dor
na região lombar da coluna vertebral. Este estudo contou com a participação de 6
mulheres, com idade média de 23 (±1) anos. Todas apresentavam dor lombar
crônica há mais de um ano. Foram realizadas 20 sessões de treinamento específico
para estabilização central, com uma frequência semanal de três sessões, com
duração de 45 minutos, sendo a coleta de dados realizada antes e depois do
período de treinamento, por meio da aplicação de uma escala qualitativa para dor
lombar e testes de estabilidade lombar. Os resultados indicaram que após o período
de tratamento ocorreu a ausência total ou decréscimo da dor na região lombar em
todos os sujeitos, além de se observar também o aumento da força de estabilização
do complexo lombo-pélvico. Os resultados indicaram que a aplicação de um
treinamento com base em exercícios de estabilização central como tratamento de
sujeitos com lombalgia foi efetivo já com 20 sessões, visto que acarretou diminuição
da dor e aumento da força muscular em todos os sujeitos avaliados, sem a aplicação
de qualquer droga ou terapia analgésica.
9

O tipo de exercício indicado para o fortalecimento dos músculos oblíquos


depende dos outros músculos envolvidos e dos problemas posturais associados
com a fraqueza. A maneira pela qual os movimentos são combinados em exercícios
determina se eles serão terapêuticos para o indivíduo. Exercícios adequados aos
músculos abdominais devem fazer parte de programas de terapia preventiva e de
condicionamento físico. A boa força desses músculos é essencial para a
manutenção da boa postura16.
Fonseca21 realizou um estudo com o objetivo analisar a marcha de pacientes
com lombalgia crônica através de uma esteira com plataforma de força (Gaitway™).
Para tanto, foram selecionados 19 adultos, divididos em dois grupos: Grupo Controle
(GC), composto por 11 pessoas saudáveis, sem queixa de dor lombar ou
musculoesquelética, com idade média de 25,36 ± 5,85 anos. O segundo grupo foi
constituído por 8 pacientes com queixa de lombalgia (GP), idade média de 31,62 ±
10,29 anos. A marcha de ambos foi analisada durante a realização da velocidade
confortável relatada pelos voluntários e na velocidade de 5,5 Km/h. Após esse
procedimento, foram aplicadas sessões do Método Pilates no GP e feita novamente
a análise neste grupo. Os resultados apresentados mostraram que pacientes com
lombalgia exerceram um maior impacto do calcanhar esquerdo no solo durante a
marcha em velocidade confortável, lado que os pacientes apresentavam maior
incidência de dor. Após aplicação do método, os pacientes apresentaram maior
intensidade na força em médio apoio esquerdo, sugerindo uma melhora na descarga
de peso neste membro na realização da marcha na velocidade 5,5 Km/h. Em
relação aos parâmetros clínicos, o método mostrou-se eficiente na redução da
frequência semanal de dor, na escala analógica de dor e na descrição da dor
apresentada.
Segundo Pilates18, uma boa postura pode ser adquirida com sucesso
somente quando todo o mecanismo do corpo estiver sob controle perfeito.
Naturalmente isso é acompanhado de um andar gracioso. A arte de andar
corretamente consiste, simples e principalmente, em uma leve inclinação à frente da
postura ereta adequada, alternando a posição de um pé antes do outro com o peso
do corpo equilibrado sobre os metatarsos. Tome cuidado para não travar os joelhos
durante esse movimento, pois isso causará um choque na coluna e interromperá o
movimento rítmico de caminhar18.
10

Vanícola et al10 definem a instabilidade da coluna como perda da capacidade


de manutenção do seu padrão de deslocamento sob cargas fisiológicas mesmo
quando não há déficit neurológico, deformidade ou dor incapacitante. A estabilidade
da coluna constitui-se de três subsistemas: a própria coluna vertebral, que provê
estabilidade intrínseca; os músculos da coluna que se localizam ao seu redor e que
proveem estabilidade dinâmica e a unidade de controle neural que avalia e
determina os requerimentos para a estabilidade e a resposta muscular.
A incapacidade de estabilização da coluna vertebral causada pelo
desequilíbrio entre a função dos músculos extensores e flexores do tronco é um forte
indício para o desenvolvimento de distúrbios da coluna lombar. Atualmente, existem
evidências que sugerem a inclusão de exercícios voltados para o fortalecimento dos
músculos envolvidos na flexão e extensão do tronco nos programas de prevenção e
reabilitação da dor na região da coluna lombar (lombalgia)14.
Kolyniak et al14, realizaram um trabalho com objetivo de avaliar o efeito do
Método Pilates sobre a função de extensores eflexores do tronco. Para tanto, foram
selecionadas 20 pessoas (16mulheres com idade média de 34,06 ± 7,21; quatro
homens com idade média de 33,5 ± 6,68 anos) com habilidade para executar
osexercícios do nível intermediário-avançado, que completaram 25sessões durante
12 semanas. Os voluntários foram submetidosao teste isocinético de avaliação da
flexão e extensão do tronco no início e ao final do período de treinamento. A função
dos extensores do tronco apresentou aumento em todos parâmetros analisados
(pico de torque – 25%; trabalho total – 28%; potência – 30%; quantidade total de
trabalho –21%) em relação ao período pré-treinamento. Com relaçãoaos músculos
flexores, foi detectado discreto aumento paratrabalho total (10%) e para quantidade
total de trabalho (10%). Analisando a razão flexor: extensor, em todosos parâmetros,
foi detectada redução significativa em relação aosíndices obtidos no pré-treinamento
(pico de torque – 24%; trabalho total – 23%; potência – 25%; quantidade total de
trabalho – 14%). O Método Pilates(nível intermediário-avançado) mostrou-se uma
eficiente ferramentapara o fortalecimento da musculatura extensora do tronco,
atenuandoo desequilíbrio entre a função dos músculos envolvidos naextensão e
flexão do tronco.
Sassi et al22 realizaram uma pesquisa com o intuito de analisar a influência
dosmétodos isostretching e pilates na mobilidade da coluna lombar de idosos.
Foram selecionados 20 indivíduos, ambos os sexos, faixa etária entre 60 – 80 anos
11

que apresentavam diminuição da Amplitude de Movimento de coluna lombar. Após a


avaliação, os pacientes foram divididos em grupo ISO (método isostretching), grupo
PIL (Método Pilates). Os métodos foram aplicados 2 vezes por semana, durante 50
minutos, num total de 10 sessões. Após as sessões os indivíduos foram reavaliados
para comparação dos resultados. No grupo ISO houve melhora na variável simetria
entre rotações mensurada pelo flexímetro. No grupo PIL houve melhora na variável
distância C7-chão e no grupo ISO x PIL a variável que obteve progresso estatístico
foi teste de schober em extensão. Após realização do estudo, concluiu-se que os
métodos aplicados nos idosos não podem ser considerados protocolos de
tratamento para melhora da flexibilidade e mobilidade de coluna lombar.
Corroborando com a pesquisa citada acima, Sebastião-Franco23 diz que a
carga que a coluna lombar suporta está relacionada ao alinhamento da coluna
vertebral; com o envelhecimento, ocorre perda da mobilidade das articulações da
coluna vertebral, diminuição na potência muscular e ocorrência de hipotrofia dos
músculos abdominais, com o predomínio do ílio-psoas e os paravertebrais lombares
sobre a musculatura anterolateral do abdômen. Tal fato provoca estruturação dos
componentes da coluna lombar na posição de hiperlordose, configurando
hiperextensão do conjunto lombossacro.
Nas pessoas com idade acima de 60 anos, a coluna tende a acentuar suas
curvaturas fisiológicas, causando uma diminuição da estatura dos indivíduos,
podendo variar de 2 a 7 centímetros22.
As mudanças no sistema musculoesquelético relatadas com o
envelhecimento são inevitáveis. Perda de massa muscular (sarcopenia), disfunções
posturais, redução no ciclo da marcha, e perda do controle do equilíbrio estático são
consequências das mudanças musculoesqueléticas que ocorrem durante o processo
natural de envelhecimento. Exercícios baseados no Método Pilates, que é um
método popular de melhora da força do torso, oferecem outros benefícios incluindo
mobilidade na coluna vertebral e nas articulações, e ainda propriocepção, equilíbrio
e treinamento de coordenação. Idosos que incluírem exercícios baseados no Método
Pilates terão benefícios ao integrarem nos seus programas tradicionais de
treinamento de força e equilíbrio24.
A boa flexibilidade na coluna lombar, bem como, na musculatura isquiotibial
parece estar associada à menor incidência de lesões lombares crônicas. As
restrições impostas por estes encurtamentos podem resultar em lesões
12

musculoesqueléticas e dificuldades nas atividades de vida diária. A incapacidade de


estabilização da coluna vertebral causada pelo desequilíbrio entre a função dos
músculos extensores e flexores do tronco é outro forte indício para o
desenvolvimento de distúrbios da coluna lombar25.
Almeida et al26realizaram um estudo para avaliar os benefícios do Método
Pilates solo em pacientes portadores de lombalgia crônica, comparando os
resultados da amostra, antes e após intervenção fisioterapêutica. A amostra foi
constituída por três pessoas, do sexo feminino e iniciantes no Pilates solo, idade
entre 40 e 50 anos; diagnóstico clínico de lombalgia crônica e ausência de
tratamentos associados. As sessões ocorreram 3 vezes por semana, com duração
de aproximadamente 1 hora, durante o período de 1 mês, totalizando 12 sessões,
sendo que a primeira e a última sessão foram utilizadas para avaliação pré e pós-
intervenção. Na pré-avaliação foi possível observar que todas as pacientes
relatavam dores e dificuldades em realizar tarefas em geral. Foi aplicada a escala
visual analógica – EVA, os testes específicos e o questionário de Roland-Morris. O
teste Fingerfloor que é conhecido como a distância do dedo médio ao solo, foi
utilizado com o objetivo de avaliar o nível de flexibilidade da coluna vertebral e dos
membros inferiores. Entre as 3 pacientes submetidas ao teste, todas pacientes
(100%) apresentaram uma diminuição na distância do dedo médio ao solo. A
paciente 1 passou de 26cm de distância para 12cm, paciente 2 passou de 20cm
para 10cm e a paciente 3 melhorou de 16cm para 8cm. Mostrando a eficácia no
aumento da ADM das pacientes. Já o teste de inclinação lateral do tronco, é
realizado para mensurar a distância do dedo médio ao chão durante a inclinação
lateral da coluna, em ambos os lados. Podemos concluir que todas as pacientes
obtiveram melhoras da pré para a pós avaliação. Paciente 1 teve um ganho de 9cm
passando de 49cm para 40cm, paciente 2 passou de 43cm para 38cm e a paciente
3 melhorou de 39cm para 35cm de inclinação lateral direita. Foi possível observar
também a melhora das pacientes em relação a inclinação lateral da coluna à
esquerda, sendo que na pré-avaliação a paciente 1 apresentava 47cm e na pós,
39cm, a paciente 2 começou com 41cm e evoluiu para 36cm e a paciente 3 que
anteriormente estava com 38cm ao final melhorou sua mobilidade para 35cm. Para
avaliar a incapacidade das pacientes foi aplicado o questionário de Roland-Morris
que contém 24 frases descrevendo a si mesmas quando sentem dor nas costas
variando os resultados de 0 a 24 de acordo com a incapacidade de cada um. Os
13

resultados obtidos no teste apontam que na pré-avaliação a paciente 1 apresentava


75% (18) de incapacidade e após a intervenção com o Método Pilates passou para
29% (7). A paciente 2 no início apresentou-se com 66% (16) de incapacidade, que
após o tratamento diminuiu para 25% (6). Já a paciente 3, começou o tratamento
com 58% (14) e ao término estava com 25% (6). Ou seja, todas apresentaram
melhora. Com objetivo de auxiliar na aferição da intensidade da dor do paciente,
utilizou-se a EVA para verificar a evolução durante o tratamento. De acordo com os
resultados do pré e pós intervenção, a paciente 1 passou de um quadro de dor
intensa para moderada, já as pacientes 2 e 3 passaram de um quadro álgico
moderado para leve. Podemos concluir após toda intervenção que o Método Pilates
solo proporcionou a todas as pacientes bem-estar, e melhora emocional individual
de cada uma, restaurando o corpo e mente.
A maioria dos casos de lombalgias crônicas, devem ser atribuídos a uma
hiperlordose acentuada e o tratamento deve ser baseado em alongamentos e
fortalecimento abdominal. Mudando o seu comportamento e reforçando os músculos
abdominais, os profundos e os superficiais, as dores lombares podem ser evitadas27.
Em uma pesquisa do tipo experimental, quantitativa, de caráter descritivo e do
tipo longitudinal, teve como objetivo analisar o efeito do Método Pilates em mulheres
com lombalgia crônica, comparando a intensidade da dor, no início e após o
tratamento. Participaram da pesquisa 10 mulheres na faixa etária de 25 a 30 anos,
com lombalgia crônica a mais de 06 meses. OGrupo Controle, que não sofreu
nenhum tipo de intervenção no período da pesquisa e o Grupo Experimental, no qual
foi aplicado o Método Pilates, individualmente. Após selecionadas, foi realizada uma
avaliação postural. Seguindo, foi aplicado o pré-teste através da Escala
Comportamental para analisar o nível de dor, relacionado com as atividades de vida
diária. Por último, foi feito a divisão aleatória do Grupo Controle e do Grupo
Experimental. Após isso, foi aplicado o Método Pilates no Grupo Experimental
durante 08 semanas, totalizando 16 aulas, com a duração de 60 minutos. Após a
intervenção, foi feita a reavaliação da dor, nos dois grupos. Através da reavaliação
no Grupo Controle, percebe-se que não houve melhoria no nível da dor em 80% dos
avaliados e que em 20% houve uma pequena melhoria. Após a coleta dos dados da
reavaliação aplicada no Grupo Experimental, levantou-se que 80% das participantes
tiveram um decréscimo importante nos níveis de dor, onde deste total 75%
diminuíram significantemente a dor, e 25% diminuíram discretamente.De acordo com
14

a reavaliação, dos 20% restantes deste grupo, foi observado que não houve
diferença comparado ao resultado do Pré-teste. Os resultados da reavaliação do
Grupo Controle e do Experimental apresentaram uma diferença importantíssima.
Nota-se que a aplicação do Método Pilates em mulheres com lombalgia crônica,
com idade entre 25 e 30 anos, apresentou resultados relevantes na diminuição do
nível da dor. Percebe-se ainda que a maioria das participantes do Grupo Controle
mantiveram os níveis de dor e uma pequena parcela aumentaram o estágio da sua
dor lombar. Esta pesquisa evidenciou que os exercícios do Método Pilates geram
efeitos positivos quando aplicado em mulheres com lombalgia crônica, pois 80% das
participantes tiveram redução dos parâmetros adotados28.
A dor crônica afeta negativamente o cotidiano de uma pessoa e os fatores
psicossociais e emocionais são influenciados, o estado emocional está ligado com a
atitude postural do indivíduo. Os problemas emocionais agem através da tensão
nervosa e da tensão muscular, restringindo e agredindo as estruturas da coluna
vertebral danificadas, alterando posturas corporais. Os fatores que levam ao início
da dor lombar, bem como a natureza e a duração da dor, propiciam importantes
pistas para a busca da provável causa28,29,30.
Rodrigues et al29, realizaram um estudo com objetivo de analisar o impacto
nos fatores psicossociais de gestantes com queixas de lombalgias associada à falta
de atividade física antes da gravidez. A amostra foi composta por 66 gestantes,
selecionadas aleatoriamente, no período de setembro a novembro de 2009. Para a
coleta dos dados foi utilizado um questionário epidemiológico,dando-se ênfase às
perguntas sobre dor lombar, atividade física e fatores psicossociais. Para análise
dos dados aplicou-se o SPSS 16.0, para a estatística descritiva de percentual
relativo e crosstabs foi realizado para razão de prevalência entre presença da dor
lombar e a relação com a idade gestacional, e a presença do hábito depraticar
atividade física e fatores psicossociais. Para a dor lombar no grupo estudado,
realizou-se o cálculo do odds ratio, com intervalo de confiança de 95%. A
prevalência da dor lombar foi de 75%, observando-se que os fatores psicossociais
estão relacionados com a presença da dor. Das mulheres com dor lombar, 42,8%
referiram ansiedade e 38,7% apresentaram cansaço físico no final do dia. Observou-
se ainda um percentual maior de dor (53%) nas mulheres que não praticavam
atividades físicas antes da gravidez. A lombalgia associada à falta da atividade física
15

antes da gravidez interfere em fatores psicossociais de gestantes atendidas pela


Estratégia de Saúde da Família do município de Cuitegí.
A terapia com o Método Pilates é indicada para a prevenção e reabilitação da
dor lombar, uma vez que, promove maior estabilidade para os segmentos vertebrais,
em decorrência do treinamento específico para a musculatura abdominal profunda.
Na fisioterapia, estudos mostram que o Pilates tem sido utilizado principalmente com
fins reabilitadores,como na estabilização do segmento lombo-pélvico31.
A literatura não é consensual no que diz respeito à necessidade de um
programa de exercícios específicos para quem tem lombalgia. Para tanto, sugere
que sejam realizados exercícios aeróbicos e exercícios específicos de resistência
muscular, força dos abdominais e extensores da coluna vertebral, atentando para a
graduação das forças compressivas impostas por eles10.

Considerações Finais

O presente estudo delimitou-se na perspectiva de analisar osefeitos do


Método Pilates no tratamento da dor lombar não específica. A maioria dos estudos
apresentados, em relação à dor lombar, indicaram significante melhora quando
cotejada a avaliação inicial do nível de dor com a avaliação final, após aplicação do
Método. Tendo em vista tais resultados, temos evidência de que o Método Pilates é
um eficiente meio de tratamento para os pacientes com quadro de dor lombar
inespecífica.Assim, é muito importante que o profissional compreenda melhor o que
é a dor lombar e saiba como incluir em seu programa de exercícios específicos para
a prevenção, reabilitação e até mesmo para a solução desse problema.

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