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MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA + URBANISMO

PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR


PROJECTO FINAL DE MESTRADO . 5.ºANO B

Coordenador ano: Pedro George • Docente: Sérgio Padrão Fernandes • Créditos: 21 ECTS • Tipo Aula: TP / 9 horas semanais • Aulas Previstas: 26 aulas

© formaurbis LAB e Catarina Câmara


1. Tema:
METAMORPHOSIS.
Re-uso e transformação urbana da cidade de Setúbal

2. Objectivo

Observação: O tema proposto para o desenvolvimento do Trabalho Final de Mestrado


increve-se na vertente projecto e constitui uma sequência da unidade curricular de
Laboratório de Projecto VI, leccionada no 9.º semestre do curso de Mestrado Integrado em
Arquitectura, com especialização em Urbanismo.

O tema apresentado tem como objectivo explorar uma visão criativa e original
sobre a cidade de Setúbal a partir de uma reflexão crítica sobre a evolução da cidade
construída e da sua hipotética transformação, entendendo os tecidos urbanos em estado
de abandono como uma fase transitória e uma oportunidade para reinventar a forma
urbana.
Assim, suportado no conceito de METAMORFOSE deverá desenvolver-se um grande
exercício de composição urbana e arquitectónica que articule a teoria e a prática, a leitura e
o projecto de modo a evidenciar toda a aprendizagem adquirida ao longo do curso.

3. Enquadramento teórico e conceptual

A partir da referência histórica da exposição “Urban Transformations”, apresentada na


Architectural Association (AA school of architecture) em 1980, propõe-se uma reflexão
sobre o processo de transformação da cidade histórica. Um fenómeno transversal que em
Portugal tem sido polarizado em Lisboa e no Porto e na rápida mutação das suas áreas
antigas.

Neste debate a cidade de Setúbal é ainda uma realidade em suspenso, por um


lado, tem uma localização estratégica entre Tróia/sudoeste Alentejano e a AML, por outro
lado, possui um património urbano e arquitectónico de elevada qualidade, mas num estado
generalizado de obsolescência e abandono. Assim, foi adoptada como caso de estudo e
investigação, para através do projecto reflectir sobre o futuro das preexistências
construídas, as estratégias de re-uso e transformação dos tecidos urbanos de acordo com
as necessidades do Habitar da sociedade de hoje e da sua responsabilidade de participar
na construção da Memória das cidades.

A vertente teórica da unidade curricular Projecto Final de Mestrado visa consolidar


um conjunto de conhecimentos da teoria e crítica do urbanismo e da arquitectura.
Considera uma bibliografia de referência e tem como objectivo desenvolver métodos de
investigação diretamente associados ao projecto, de modo a informar e fundamentar as
opções de desenho.
Com a abordagem teórica desenvolve-se a fundamentação do tema de
investigação do projecto, mas também o reconhecimento de um território urbano
adoptado como caso de estudo, a sua caracterização física, social e cultural e o seu
processo histórico de formação e transformação ao longo do tempo.
No sentido do aprofundamento de alguns conhecimentos específicos foi prevista
uma série de aulas abertas – conferências com convidados e visitas de estudo.

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4. Representação

A natureza de um projecto, tanto urbano como arquitectónico, é inseparável do modo


como é representado e apresentado. É através do desenho, do desenho técnico e da
ilustração, que se comunica de modo directo o imaginário do projecto, ao mesmo tempo
que se expõe o universo cultural do arquitecto.

ilustração / collage
O recurso à celebre fotomontagem do colectivo Superstudio concebida em 1969 e
intitulada “Monumento Continuo, Grand Hotel Colosseo” deve-se à sua reconhecida
abordagem experimental, radial e provocativa.
A ilustração deve ser entendida como uma collage onde cruzam diferentes
linguagens gráficas (por exemplo a “fotografia + desenho”, “fotografia + maqueta”,
manipulação fotográfica, etc.) e representam uma atmosfera, que deve refletir o desejo de
um ambiente imaginado: Vistas Gerais + Vistas de Detalhe; Ambientes Interiores +
Ambientes Exteriores.

desenho técnico
Todos os desenhos técnicos, planta, corte, alçados e axonometria deverão ser a preto e
branco e deverão utilizar apenas linha sobre fundo branco. A mancha e a cor podem ser
utilizadas como excepção, para assinalar a sombra própria das formas construídas ou
alguma singularidade do projecto.
As manchas/texturas utilizadas nos desenhos de linha devem reflectir as intenções
para criar um ambiente e materialidades próprias do projecto.
A representação da vegetação deve reflectir-se no desenho de modo a expressar
os diferentes tipos de plantas utilizadas.

fotografia
Todos as fotografias deverão ser a preto e branco, com luz controlada e fundo preto. Cada
fotografia mostra através da objectiva um enquadramento e/ou enfiamento visual que
revela ideia do projecto na criação de uma atmosfera.

5. Conteúdos

Na unidade curricular Projecto Final de Mestrado explora-se o projecto como


investigação com recurso a abordagens experimentais e inovadoras em
complementaridade com uma vertente manual, onde a maqueta e o esquisso, o desenho
técnico e a ilustração, são sempre as principais ferramentas de trabalho.
Os exercícios devem procurar linhas de investigação e projecto que abarquem
todas as escalas, relacionando a formulação de uma estratégia territorial com a
materialização de soluções de pormenor, desde o plano geral de conjunto, territorial e
urbano, até ao projecto dos elementos urbanos e arquitectónicos.

O Projecto Final de Mestrado comporta um percurso de investigação sequencial,


dividido em 5 fases de trabalho, nomeadamente:

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[ fase 1 ] CONTEXTO
Caracterizar Setúbal, o processo histórico da cidade construída e os projectos para uma
cidade imaginada.

Entrega: 14 de Março

Objectivos:
• Recolha bibliográfica e sistematização de dados sobre a cidade, caso de estudo:
caracterização morfológica (território + forma urbana + imagem da cidade), caracterização
histórica (processo de formação urbana), caracterização social, funcional, etc.

Elementos a produzir:

Booklet 1 [itinerários]

• reconhecimento forma urbana (plantas + cortes + axonometria) 1:2000 + 1:500/1:200

• reconhecimento histórico (fotografia + iconografia + diagramas interpretativos)

• reconhecimento da imagem da cidade (fotografia + diagramas)

[ fase 2 ] ANALOGIA TIPOLÓGICA


Criação de uma narrativa de projecto que permita o enquadramento teórico da
investigação. Aprofundamento dos conceitos-chave do trabalho, apoiada em autores de
referência e em obras/projectos paradigmáticas com diferentes âmbitos de intervenção,
territorial, urbana, arquitectónica.

Entrega: 14 de Março

Objectivos:
• definir o(s) conceito(s) do projecto
• identificar autores e textos de referência de acordo com o conceito do projecto
• investigação/identificação projectos de referência análogos – casos de estudo

Elementos a produzir:

Booklet 2 [case study] 3 analogias 3 escalas

• formulação de um programa de intervenção urbano-arquitectónico

• recolha de projectos [3 escalas] que podem estabelecer uma “analogia tipológica” com
o PFM

• leitura dos projectos de referência e


elaboração de uma analogia entre os projectos de referência e o PFM.

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[ fase 3. PROJECTO INTEGRADO, um lugar ]

Entrega: 11 de Abril

Objectivos:
• definir um organograma funcional (áreas e funções) de acordo com o programa urbano-
arquitectónico
• definir uma solução arquitectónica de articulação entre o sistema público e o edificado

Elementos a produzir:

1. PROGRAMA URBANO-ARQUITECTÓNICO
Programa + Organograma Funcional. Construção de um nexo para relacionar cada uma das funções
propostas com as funções pré-existentes.

2. DESENHO DE APRESENTAÇÃO 1: 500 e/ou 1/200


• planta do sistema público
A planta do sistema público reporta-se para a referência histórica da Planta de Roma elaborada por
Giambattista Nolli e para a celebre noção de Aldo Van Eyck que refere que o “espaço publico é mais
do que o espaço entre os edifícios” e neste sentido pode ser entendido como parte dos próprios
edifícios.
A planta do sistema público mostra a relação de continuidade entre o espaço interior e o espaço
exterior ao nível do piso térreo, nomeadamente as texturas e as estereotomias mais significativas dos
pavimentos. Deve exprimir a relação de continuidade entre a proposta e a realidade preexistente, e
também, as transições entre interior e exterior, entre público e privado, entre a rua e o edificado.

• corte + alçado
O corte permite a compreensão volumétrica dos ambientes propostos, em particular da relação entre
o interior e o exterior, o público e o privado.

• axonometria explodida da proposta


A axonometria representa a articulação volumétrica entre os diferentes elementos que compõem o
projecto e é sempre representada com o contexto.

3. DESENHO DE DETALHE 1:50


O corte atmosférico reporta-se para o imaginário das propriedades das atmosferas arquitectónicas
descritas por Peter Zumthor e da representação do espaço explorado por Paul Rudolph, resultado do
cruzamento entre o desenho em secção e a perspectiva cónica.
O corte atmosférico mostra as relações entre o projecto e o terreno/solo, principalmente os limites e
as transições entre o espaço exterior e o espaço interior.
O corte atmosférico representa o espaço e a materialidade do projecto, dando particular atenção às:
Texturas (materialidade), Luz (claro/escuro), Profundidade do Espaço (perspectiva).

• corte atmosférico
• corte construtivo

4. ILUSTRAÇÃO
As ilustrações devem caracterizar o ambiente urbano-arquitectónico, atmosferas interior e exterior.

5 . MAQUETA 1: 500 | 1:200 | 1:50


A maqueta deverá utilizar apenas um único material.

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[ fase 4. PLANO DE DETALHE, a cidade e o tecido urbano ]

Entrega: 09 de Maio

Objectivos:
• desenvolver um plano de detalhe
• definir um ou mais recortes do plano estrutura – áreas estratégicas de intervenção – para
ensaiar cenários de projecto
• definir uma solução radical de transformação urbana baseada na avaliação crítica da
cidade construída

Elementos a produzir:

1. PROGRAMA URBANO
Programa com a descrição das funções urbanas. Construção de um nexo para relacionar cada uma
das funções propostas com as funções pré-existentes.

2. DESENHO DE APRESENTAÇÃO
• planta geral 1: 2000
A planta geral do contexto de intervenção mostra a organização geral do projecto. O edificado, os
limites, o desenho do espaço público e o tratamento dos pavimentos, nomeadamente as áreas
minerais e a estereotomia dos pavimentos, áreas plantadas e vegetação, áreas de água, etc.

• corte urbano 1: 500 + 1:200


Os cortes permitem a compreensão volumétrica dos elementos urbanos e arquitectónicos, mostram
como se articulam as cotas dos diferentes espaços, como se relacionam as áreas interiores e
exteriores, assim como, os limites entre o público e o privado.

3. ILUSTRAÇÃO
As ilustrações devem caracterizar o ambiente urbano – vistas gerais – a chegada à cidade, as vistas do
território a partir da cidade e as vistas panorâmicas dos espaços urbanos mais emblemáticos da
cidade.

4. MAQUETA 1: 2000 | 1/500


A maqueta deverá utilizar apenas um único material.

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[ fase 5. PLANO ESTRUTURA, cidade e território – estratégia ]
Entender a cidade como uma entidade complexa significa entender a cidade como um organismo
composto por sistemas, onde as ruas e as infraestruturas , os edifícios e o território são partes de uma
entidade onde o espaço público é a estrutura de todo o conjunto e o suporte da vida urbana.

Entrega: 30 de Maio

Objectivos:
• desenvolver um plano de estrutura
• definir um recorte do território – zona de estudo (margem / vale / linha férrea)
• definir uma estratégia territorial e uma ideia de cidade
• definir o programa de intervenção territorial e urbano

Elementos a produzir:

1. MODELO CONCEPTUAL / TRANSFORMAÇÃO TERRITORIAL


• Território [Água] 1:50 000 / 1/25 000
“estratégia ilustrada” – diagramas de ordenamento de Setúbal e estuário do Sado, modelos de forma
urbana e cenários de evolução.

• Identificação/Definição de Áreas Estratégicas de Intervenção


(classificação e salvaguarda de conjuntos urbanos, de edifícios, monumentos, etc.)

• Mobilidade [Percorrer] 1:20 000 / 1:10 000


sistema hierarquizado de circulações, infra-estruturas de mobilidade, interfaces

• Funções Urbanas [Permanecer] 1:5 000


habitação | comércio | serviços | lazer | etc.

• Edificado Significativo [Edificado] 1:5 000


localização (estratégica) de Equipamentos Públicos

• Sistemas 1:20 000


sistema 1 – PERCORRER (percursos mais significativos)
sistema 2 – PERMANECER (locais de permanência mais significativos)
sistema 3 – EDIFICADO (significativo)
sistema 4 – ÁGUA

• Quadro Síntese de Quantificações:


áreas + funções [existentes + alteração = solução proposta]

2. DESENHO DE APRESENTAÇÃO

• Planta de Apresentação 1:5 000


A planta geral representa uma estrutura da cidade baseada numa rede de espaços públicos (ruas e
praças) articulada com funções e edifícios significativos.

• Cortes Urbanos esquemáticos

• Axonometria geral da proposta

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6. Revisão Crítica Final: EXPOSIÇÃO • APRESENTAÇÃO

Uma selecção do trabalho desenvolvido ao logo do semestre será apresentado


publicamente em exposição a preparar no fim do semestre.

Na apresentação final dos trabalhos é importante a organização e disposição de


todos os elementos produzidos, das maquetas de trabalho, assim como, dos desenhos
e/ou painéis na parede. A disposição dos elementos é livre, mas deve ser curada como se
de uma exposição se tratasse.

A apresentação oral do projecto deve basear-se sempre na leitura sensível de


Setúbal, em particular no reconhecimento das suas potencialidades, e numa
fundamentação teórica que justifique as opções de projecto.

A apresentação dever ser sintética, mas com rigor, objectividade e convicção.

No final do semestre todo o trabalho será entregue em formato PDF, devidamente


organizado em ficheiros autónomos, e submetido na plataforma Moodle:
(Projecto Final de Mestrado (MiURB) 2018/19)

(1) desenho rigoroso de todas as escalas do trabalho;


(2) ilustração de acordo com as escalas de resolução do projecto;
(3) fotos das maquetas;
(4) elementos escritos de acordo com o anexo – Estrutura do PFM;
(5) síntese do processo de trabalho (esquissos, maquetas, desenhos, etc.).

7. Avaliação

Extracto do Regulamento do 2.º ciclo de Estudos Conducente ao grau de Mestre:

Entrega do documento provisório e de realização da prova publica

1. O documento provisório de mestrado deve ser entregue nas datas fixadas para o efeito
no calendário académico, acompanhado de declaração do orientador, ou orientadores, em
que este(s) declare(m) que o trabalho final se encontra concluído e em condições de ser
apresentado em provas públicas.
2. A organização e calendarização dos atos públicos de defesa dos trabalhos finais de
Mestrado são da responsabilidade das comissões científicas dos cursos de mestrado,
respeitando os períodos estabelecidos no calendário académico.
3. As provas publicas de discussão do trabalho final de mestrado terão lugar nos períodos
fixados para tal no calendário académico.
4. Sob parecer fundamentado da equipa de orientação, o documento provisório de
mestrado poderá ser entregue numa segunda fase, a qual devera decorrer até ao último dia
do mês de setembro do ano letivo em curso.
5. O aluno que não tenha concluído o trabalho final de mestrado nos prazos estabelecidos
para o efeito ou não tenha obtido aprovação, deve, para efeitos de conclusão do curso de
mestrado, inscrever-se no semestre seguinte.
6. Não existe recurso da decisão do júri das provas finais, desde que a mesma tenha
decorrido dentro do quadro previsto na regulamentação existente e que as decisões
estejam devidamente registadas em acta, incluindo a respetiva fundamentação

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Composição, nomeação e funcionamento do júri

1. Compete às comissões científicas dos cursos de mestrado propor a composição dos júris
e ao coordenador de 2.º ciclo de estudos conducente ao grau de mestre a sua análise e
aprovação, para ratificação final pelo Conselho Científico.
2. O júri e constituído por três membros, devendo um dos membros, que não o seu
presidente, ser o orientador.
3. Sempre que exista mais do que um orientador, apenas um pode integrar o júri.
4. Os membros do júri devem ser especialistas no domínio onde se insere o trabalho final e
são nomeados de entre os nacionais ou estrangeiros titulares do grau de doutor ou
especialistas de mérito reconhecido como tal pelo Conselho Científico da FA ULisboa.
5. As deliberações do júri são tomadas por maioria dos membros que o constituem, através
de votação nominal justificada, não sendo permitidas abstenções.
6. Das reuniões do júri são lavradas atas, das quais constam os votos de cada um dos seus
membros e a respetiva fundamentação, que pode ser comum a todos ou a alguns membros
do júri.

Extracto do Despacho n.º 22/2018. Entrega e Defesa de Trabalhos Finais de Mestrado

3. Conclusão do 2.º semestre de 2018/2019

a) Os mestrandos finalistas que tencionem inscrever-se em Projecto Final de Mestrado no


2.º semestre de 2018/2019 devem obedecer aos seguintes prazos:

11 de Janeiro. Entrega das propostas de Projecto Final de Mestrado, no âmbito da


Unidade Curricular Seminários de Investigação e de acordo com a data limite dos Exames
de Época Normal do 1.º semestre.

14 de Junho. Entrega na Secretaria de Graduação do Documento Provisório do Projecto


Final de Mestrado e dos pedidos de adiamento quando justificados por parecer da
orientação.
(os alunos poderão entregar os projectos finais de mestrado antes da publicação das notas
das outras unidades curriculares, mas as provas públicas só serão agendadas após a
aprovação em todas as outras ucs que compõem o plano de estudos do respectivo curso)

15 a 25 de Julho. Apresentação e defesa pública dos Projectos Finais de Mestrado.

31 de Outubro. Entrega na Secretaria de Graduação do Documento Provisório do Projecto


Final de Mestrado
(para os alunos finalistas que tendo estado inscritos no 2.º semestre 2018/2019 não
procederam à entrega do documento provisório até 14 de Junho de 2019 e entregaram, no
devido tempo, o pedido de prolongamento de prazo com parecer positivo da orientação)

25 de Novembro a 12 de Dezembro. Apresentação e defesa pública dos Projectos Finais


de Mestrado.

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8. Bibliografia Geral

• AA. VV. (coord. Xavier Monteys) – Atlas del aprovechamiento arquitectónico. Estudio
crítico de los edifícios reutilizados em Barcelona, Barcelona: UPC, 2018

• AA. VV. (ed. Jorge Figueira) – Físicas do Património Português, DGPC, 2018

• AA.VV. (ed. Rainer Hehl, Ludwing Engel) – Berlin Transfer. Learning from the Global
South, Berlin: Ruby Press, 2015

• AA. VV. (coord. Carlos Dias Coelho) – O tempo e a forma, cadernos de morfologia urbana
vol. 2, Lisboa: Argumentum, 2014

• AA.VV. (dir. Jean-Marc Michel) – Métamorphose de l’ordinaire. Paola Viganò, Grand Prix
de l’urbanisme 2013, Paris: Parenthèses, 2013

• AA.VV. ed. Ilka & Andreas Ruby – Urban Transformation, Berlin: Ruby Press, 2008

• AA.VV. a cura di Leonardo Benevolo – Metamorfosi della Città, s.l.: Civitas Europaea,
Credito Italiano, Garzanti, Scheiwiller, 1995

• BLAU, Eve; RUPNIK, Ivan – Project Zagreb. Transition as Condition, Strategy, Practice,
Barcelona: Actar, 2007

• CHOAY, Françoise – A Alegoria do Património, Lisboa: Edições 70, 2010 [1992]

• GRACIA, Francisco de – Construir en lo Construido. La arquitectura como modificacion,


s/l: Editorial Nerea, 2001 [1992]

• HOLL, Steven – Cuestiones de Percepción. Fenomenologia de la Arquitectura, Barcelona:


GG mínima, 2011

• MONTEYS, Xavier – La Calle y la Casa. Urbanismo de Interiores, Barcelona: GG, 2017

• PETERSON, Steven Kent – «Urban Design Tactics» in Architecture Review, vol. 49, n.º 3-4,
Cambridge: MIT press, 1979, pp. 76-81

• ROSSI, Aldo – A Arquitectura da Cidade, Lisboa: Edições Cosmos, 2001 [1966]

• SCHITTICH, Christian (ed.) in Detail - Building in existing fabric: Refurbishment, Extension,


New Desing, Basel, Boston, Berlin: Birkauser, 2003

• VIGANÒ, Paola – The Project as producer of knowledge in AA.VV. (dir. François Brouat,
Florence Ibarra) – 2015-2016. École nationale superior d’architecture de Paris-Belleville,
Université Paris-est: s/d

• ZUMTHOR, Peter – Atmospheres. Basel, Boston, Berlin: Birkhauser, 2006

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ANEXOS

ESTRUTURA DO PROJECTO FINAL DE MESTRADO. documento escrito

8.000 a 12.000 palavras – 30 pág.


1 pág. 400 palavras

• Introdução [max. 02 pág.]


. enquadramento e justificação do tema
. objectivo
. metodologia
. estrutura do documento

Parte I. LEITURA

1. Caracterização do TEMA, metamorfose [max. 06 pág.]


(fundamentos teóricos e analogia tipológica)

2. Caracterização do CONTEXTO, Setúbal [max. 06 pág.]

Parte II. PROJECTO

3. Plano de Estrutura [max. 05 pág.]

4. Plano de Detalhe [max. 05 pág.]

5. Projecto Integrado [max. 05 pág.]

• Conclusão [max. 01 pág.]

• Bibliografia

• Anexos
. todos os painéis impressos em formato reduzido
. síntese de todo o processo de trabalho

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Faculdade de Arquitectura - ULisboa ● 5.º Ano ● 2.º Semestre ● Ano Lectivo 2018 / 2019
Mestrado Integrado em Arquitectura, com especialização em Urbanismo

Calendário

Projecto Final de Mestrado - PFM ● turma B

s t q q s s d s t q q s s d s t q q s s d s t q q s s d s t q q s s d s t

fevereiro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28
fase 1 + fase 2

março 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
fase 3 - PROJECTO INTEGRADO

abril 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
fase 4 - PLANO DETALHE fase 5 - PLANO ESTRUTURA
maio 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31

junho 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
Defesa Pública EXAMES / especial (LAB proj VI)

julho 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31

outubro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31

novembro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30

Defesa Pública

dezembro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31

18 Fev - 31 Mai período de aulas do 2.º Semestre

visita de estudo

28 Fev. visita de estudo 01: [Teatro Thalia]

19 Mar visita de estudo 02: [Setúbal] Convento de Jesus

? ... visita de estudo 03: MILÃO ou BERLIM

conferências

07 Mar Conversa entre Estudantes - o PFM CONFERÊNCIA: António Amado + Carolina Santinhos + Joana Pimentel + Rui Justo

crítica intermédia + exposição de trabalhos

11 ou 23 Abr apresentação dos trabalhos [Fase 3 - PROJECTO INTEGRADO]

crítica final + exposição de trabalhos

11 Jun apresentação de todo o trabalho desenvolvido o longo do semestre

fases de desenvolvimento e apresentação do trabalho

14 Mar fase 1 . CONTEXTO

14 Mar fase 2 . ANALOGIA TIPOLÓGICA

11 Abr fase 3 . PROJECTO INTEGRADO

09 Mai fase 4 . PLANO DETALHE

30 Mai fase 5 . PLANO ESTRUTURA

entrega do documento provisório do Projecto Final de Mestrado

14 Jun Entrega na Secretaria de Graduação do Documento Provisório do PFM

15 - 25 Jul Apresentação e Defesa Pública do Projecto Final de Mestrado

31 Out Entrega na Secretaria de Graduação do Documento Provisório do PFM

25 - 12 Dez Apresentação e Defesa Pública do Projecto Final de Mestrado