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Por que votar em políticos além

de imoral é antiético
A ação de votar implica em legitimar um sistema que agride os direitos
naturais do homem: a sua vida, liberdade e a propriedade.
A democracia é um sistema onde as pessoas votam para conceder aos
políticos uma autoridade que elas mesmas não possuem, legitimam via
voto direitos ilegítimos para que estes políticos legislem sobre a vida de
todos e também possam expropriar-nos (roubar-nos) sem
nosso consentimento voluntário. O voto é uma armadilha que a armam de
4 em 4 anos para que as vítimas ingênuas caiam. É literalmente uma
emboscada.
As pessoas falam: “É, não vote, aí alguém vai escolher quem vai te governar.”
Entendam… Se eu desejo que ninguém me governe, então eu não voto, já os
que votam sim, desejam que alguém os governem. Simples assim. Quem está
errado na teoria e na prática são os que votam, não eu que me abstenho de
escolher alguém para governar. Ao votar você não apenas está
desejando ser governado, mas também impõe que outros que desejam
apenas serem livres de toda coerção, também sejam governados contra a
sua vontade.

Se as consequências do voto recaíssem exclusivamente sobre você, não haveria


nada de antiético com o voto. Mas não recaem. O voto é um número de
representatividade. Não importa se você vota no candidato A ou B, se você
queria ou não votar. A única coisa que o voto representa é uma legitimação
da entidade agressora – no caso o estado. E não importa se essa não era a
sua intenção. É mais ou menos como matar alguém sem querer; é uma agressão
ou não? A ética é binária; sua atitude é ética ou não. Não existe meio ético. Se
para se livrar de uma situação de coerção, a sua atitude coloca outros sob
coerção, então você também passa a ser um agressor.

Você é responsável pelas suas ações e ainda que sua ação não represente
uma agressão direta como é o caso do voto, mas sim uma externalidade
negativa proposital a um terceiro, continua sendo uma agressão e portanto
antiética.
O sistema está aí, ele se mantém e se protege pelo uso da força, não só a força
usada que legitima esse sistema, mas todas as pessoas que seguem essa
cadeia da obediência que legitimam essa força e consequentemente o sistema,
o votante está na extremidade da outra ponta dessa cadeia da obediência
dizendo “Sim! Eu quero esse sistema funcionando!”, enquanto do outro lado
da cadeia da obediência estão os agentes do governo que agem diretamente
usando a força através de juízes, promotores, policiais, oficiais do exército,
fiscais e outros agentes do estado. E nos observando de fora estão os políticos,
onde programam a violência a ser praticada diretamente por agentes do estado,
legislando sobre como irão nos retirar mais liberdades e nos expropriar.

Sim, o votante na democracia é a parte essencial da engrenagem do sistema


como nenhum outro. Sem o apoio dos eleitores, políticos por mais
perigosos, maléficos, embusteiros e nocivos que sejam, não teriam o poder
de causar desgraças na vida de tanta gente. Já ouviu falar da cadeia da
obediência? É ela que dá suporte para que maníacos que estão no poder
exerçam autoridade!
Quem vota está autorizando que terceiros exerçam uma autoridade que ela
não possui de nenhuma forma e nunca possuiu, para que eles (os políticos
vencedores) mandem na vida de outras pessoas.
O estado se mantém com dinheiro alheio que foi obtido de forma coerciva. É
totalmente antiético votar, porque você está apoiando um regime baseado em
todo tipo de violência contra pessoas pacíficas, desde fraude, roubo, sequestro,
até assassinato. Esse argumento é sólido e por si só basta para evocar o fim da
escolha de políticos para governarem e se esse argumento não for o suficiente
pra você em termos éticos e morais, então seu conceito ético está totalmente
pervertido, degradado.
Devemos saber encontrar a posição ética sobre votar em políticos. Se o voto é
uma ferramenta de e para um sistema antiético, logo ele não pode ser apenas
imoral, pois se fosse somente imoral, o sistema criminoso também seria apenas
imoral e não antiético. E é sabido que o estado é antiético desde sua formulação
e também em sua forma de manter-se. Então sigo a regra ética, se o estado é
errado por ser antiético, então não posso legitimá-lo, e se outras pessoas o
fazem, elas que estão em erro, não eu.
Agora, já que a pessoa entendeu que a democracia é um arranjo político antiético
porque uma maioria submete sua vontade a uma minoria que nem mesmo
participou do processo da escolha desses políticos e que apenas deseja ser livre
de agressão, e que agride os direitos naturais das pessoas causando milhões de
mortes, porque cargas d’água a pessoa que compreendeu isso ainda insiste em
rodar essa engrenagem do mal contra outras pessoas?
Cada pessoa, ao votar, aprova a violência usada pelos agentes do estado. O elo
na cadeia de responsabilidade por essa violência está envolta em cada eleitor
quando ele aperta o botão na urna eleitoral. Votar é um ato de violência
presumível pois cada eleitor assume o direito de nomear um guardião político
sobre outros seres humanos. Nenhum eleitor individual ou mesmo uma maioria
de eleitores tem tal direito. Quem vota é cúmplice. Toda votação implica em
escolher quem irá violar a propriedade de pessoas pacíficas!
Nada ameaça mais o establishment democrático e a classe política do que a
descrença no esquema que permite que sigam parasitando. O estado é uma
ideia e se você der suporte a essa ideia, então sim, ele continuará existindo. É
deixando de votar que você tem a possibilidade de vir a minar a aura de
autoridade que o governo possui justamente por conivência dessas pessoas que
seguem a cadeia da obediência… votando!