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disciplina
UFPB
La investigación en Arquitectura Moderna desde sus
publicaciones PPGAU
docentes 2018.2
Nelci Tinem e Ana Esteban Maluenda
aluna
Elis Dantas Medeiros
atividade avaliativa
Cinco revistas de arquitetura: caracterização, contribuições
e artigos utilizados na pesquisa de mestrado

1. Introdução
O presente trabalho corresponde à atividade avaliativa da disciplina ‘‘La investigación en
Arquitectura Moderna desde sus publicaciones’’, ministrada em forma de curso pela professora
Ana Esteban Maluenda (ETSAM/UPM), no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e
Urbanismo da UFPB, entre os dias 22 e 23 de outubro de 2018. Durante esse período, a
professora abordou, ao longo de quatro palestras, os seguintes temas, : Historias de la
Arquitectura Moderna; Publicaciones Periódicas Modernas; Publicaciones Periódicas
Contemporáneas, e; Catálogos de Exposiciones.
Dentro da temática de cada aula, a palestrante expôs subtemas como: La arquitectura
moderna latinoamericana en la historiografia extrajera; La arquitectura moderna brasileña y
latinoamericana en las revistas extranjeras; De America Sur a Latin America / Dos décadas de
evolución en el conocimiento y entendimiento de la arquitectura latinoamericana, e; De ‘Built in
USA’ a ‘Arquitectura Actual de América’ / Trascendencia de los contenidos en las muestras de
arquitectura moderna (MALUENDA, 2018).

Face ao exposto, a proposta desse trabalho é apresentar dentro do contexto das


publicações periódicas de arquitetura, as revistas brasileiras Acrópole e AU - Arquitetura e
Urbanismo, e as estrangeiras Summa, The Architectural Forum e L’Architecture d’Aujourd’hui, com
a proposta de abordar suas principais características e contribuições gerais e de, identificar
nessas revistas, artigos que se relacionem com a temática da pesquisa de mestrado em
andamento no PPGAU/UFPB: ‘‘Espaço e forma na Arquitetura Moderna: as primeiras experiências
de habitação unifamiliar de Gregori Warchavchik em São Paulo (1927-1931)’’.

2. Acrópole
A revista Acrópole foi lançada como periódico mensal em maio de 1938 e surgiu diante de
uma ‘‘necessidade de São Paulo que não possuía uma revista de arquitetura que debatesse os
problemas da cidade e expusesse as construções mais recentes” (PEREIRA, 1952 apud
ALMEIDA, 2008). Roberto Corrêa de Brito, com a colaboração do Conselho Técnico de São Paulo,
fundou e dirigiu a revista até 1952 e, no ano seguinte, Max M. Gruenwald assumiu a sua direção
até a edição nº 390/391 - novembro/dezembro de 1971, última da revista (ALMEIDA, 2008).
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Maisa de Almeida (2008) comenta que a revista foi uma publicação pioneira na área de
arquitetura, e ainda é considerada um dos mais importantes registros documentais de uma época
da cultura brasileira, ao trazer em suas páginas realizações desenvolvidas por arquitetos do Brasil
e principalmente de São Paulo.
A revista, entre os anos de 1955 e 1965, possuía uma periodicidade mensal, e
apresentava um perfil mais técnico, com foco em temas de “interesse da profissão”, como também
na cidade de São Paulo, que, na época já se apresentava como o principal centro econômico do
país (SOBREIRA; RIBEIRO, 2016).
Dentro desse período, a revista publica o Boletim do Instituto dos Arquitetos do Brasil (até
1959), o qual aborda temas relacionados à profissão, mas seu caráter mais técnico e menos
artístico é evidenciado pelas publicações e boletins relacionados à construção civil e à Engenharia.
Outro tema abordado recorrentemente na revista é o de “concursos” será abordado, devido
também à presença do Boletim do IAB-SP, com enfoque em projetos paulistas. A partir da
segunda metade da década de 1950, a Acrópole sofre mudanças importantes, evidenciando a
opção editorial pelo Movimento Moderno (MIRANDA, 1998 apud SOBREIRA; RIBEIRO, 2016).
Por ser uma fonte importante para pesquisadores de várias áreas do conhecimento e
objeto de estudos e pesquisas realizadas em diversos cursos de pós-graduação (SEGAWA, 2014
apud ROSETTO; ULIANA, 2016), em 2012, a Biblioteca da FAU-USP desenvolveu o Projeto
“Digitalização da Revista Acrópole”, com o apoio financeiro da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão
(PRCEU/USP). Desse modo, o formato digital da revista está disponível desde junho de 2014, em
um website (Figura 01), elaborado exclusivamente para o acesso à todas a suas edições
(ROSETTO; ULIANA, 2016)

Figura 01 - Website da Revista Acrópole Digital.

Disponível em: <http://www.acropole.fau.usp.br/> Acesso em: 31 jan. 2019.


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3. Revista AU - Arquitetura e Urbanismo
Hugo Segawa et al. (2003), comenta que o ressurgimento no Brasil das publicações
regulares nos anos 1980, como por exemplo, a AU - Arquitetura e Urbanismo em 1985, ‘‘refletiu as
incertezas de um país no limiar da redemocratização, o atordoamento pós-moderno e a
concordata da modernidade brasileira’’.
A revista surge no contexto do Brasil dos anos 1980, e contribui para aumentar os debates
arquitetônicos desse período, quando os arquitetos estiveram dispostos a buscar novas
alternativas, passando a inovar na arquitetura e na forma de ensino. Nesse período e no início dos
anos 1990, o assunto central desses debates era o impasse entre os discursos modernos e pós-
modernos e a sua influência na arquitetura brasileira praticada, tal discussão contribuiu para as
discussões arquitetônicas no país, principalmente no que diz respeito à constestação da
arquitetura produzida nas décadas anteriores, mas não impulsionou mudanças concretas da
arquitetura brasileira da época (GONÇALVES, 2009).
A revista AU traz em sua Edição de n° 44, de outubro/novembro de 1992, o artigo ‘‘Do
modernismo oficial à realidade brasileira’’ (Figura 02), que apresenta de maneira geral a obra
arquitetônica de Gregori Warchavchik, e, dentre as revistas explodas aqui, é a contribui
diretamente para a pesquisa de mestrado, que tem como proposta o estudo das primeiras
experiências de habitação unifamiliar do arquiteto.

Figura 02 - Revista AU - Páginas 77-83 e 86, edição 44, out./nov. de 1992.

Fonte: Revista AU, 1992.


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O artigo traz interessante material gráfico das residências a serem trabalhadas na
pesquisa: a Residência Gregori Warchavchik - à Rua Santa Cruz (1927); as Residências à Rua
Itápolis, à Rua Avanhandava, a Max Graf e a Cândido da Silva, de 1929; a Residência Luiz da
Silva Prado (1930) e a Antônio da Silva Prado (1931); que permite a exploração e análise por
meio das fotografias e desenhos ténicos das residências. Além disso, o texto apresentado sobre
Warchavchik e sua obra, permite explorar no discurso do autor, o seu ponto de vista sobre o papel
do arquiteto na arquitetura moderna brasileira.

4. Summa
A Revista Summa foi criada na Argentina em 1963, por Carlos Méndez Mosquera,
envolvido com o mercado editorial desde 1951, e por Lala Méndez Mosquera, que assumiu o
comando da revista desde sua quinta edição até o seu fechamento, em 1992. Criada durante uma
época de tensão entre universidade e governo, com a proposta de uma estrutura aberta, a
Summa apresentava ‘‘uma temática mensal, crítica arquitetônica nacional e internacional e
concursos sob a perspectiva de Buenos Aires” (LORENZO-EIROA, 2010 apud GONZAGA, 2016).
A revista não surgiu para criar um espaço de demostração de ideias não publicadas nas
demais revistas existentes, nem para defender uma expressão específica da arquitetura moderna,
tratava-se de uma revista comercial que almejava ser um “meio de comunicação entre todas as
pessoas interessadas em atingir um alto nível de qualidade em arquitetura, tecnologia e design”
(MOSQUERA, 1963 apud GONZAGA, 2016).
A proposta editorial da revista era baseada na relação entre a arquitetura, o design e a
tecnologia produzidos na América Latina, porém durante os trinta anos em que foi publicada, essa
abordagem foi se estendendo com o crescimento da importância do patrimônio histórico,
principalmente pela participação ativa de Marina Waisman no seu corpo editorial, e das
discussões sobre a identidade arquitetônica latino-americana, a partir dos anos 1980. Tais
discussões se estenderiam por toda a América Latina, garantindo a abrangência continental da
revista (GONZAGA, 2016).
A Summa conquistou um grande sucesso comercial durante a sua primeira década de
circulação, tornando-se uma das mais importantes revistas de arquitetura em língua espanhola,
devido a diversos fatores, como por exemplo, as limitações editoriais impostas pelo governo
Franco, da Espanha (LORENZO-EIROA, 2010 apud GONZAGA, 2016). Na década de 1960,
época em que os projetos atribuídos a arquitetos eram a grande maioria, inciou-se uma
diminuição da importância desses personagens em detrimento das corporações, de modo que nos
anos de 1990, esses agentes já dividiam espaço com obras assinadas por arquitetas e empresas
(GONZAGA, 2016).
A revista circulou continuamente entre 1963 e 1992, quando encerrou suas atividades com
a edição 296-297-298-299-300, em meio a uma crise econômica, dando lugar à Summa +, editada
até hoje. Durante os 29 anos em que foi publicada, foram lançadas 42 edições duplas, a partir da
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edição 33-34 de 1971; os outros 41 números duplos foram divididos em quatro categorias gerais:
monografias de arquitetos; edições dedicadas a um tema específico; levantamentos da arquitetura
de uma região argentina, e; edições especiais comemorativas ou dedicadas a um acontecimento
especial. Os últimos três exemplares lançados pela Summa totalizam nove edições; a sua última
edição apresenta uma numeração simbólica de 300, mas a revista soma 261 exemplares
publicados (GONZAGA, 2016).

5. The Architectural Forum


A revista norte-americana The Architectural Forum, surgiu em 1904, como uma revista
informativa, preocupada com a construção material dos Estados Unidos, com pretensões mais
técnicas e menos críticas e reflexivas, e pertencente ao grupo empresarial Time/Life/Fortune de
Nova Iorque. A Segunda Guerra Mundial corresponde a um dos temas recorrentes na revista, que
mantém uma posição bastante otimista, ao utilizar a palavra-chave ‘‘futuro’’ em seus artigos,
principalmente no anos de 1940; planejamento, desenvolvimento, nova tecnologia e,
principalmente, pré-fabricação, são os temas mais utilizados nos anos de 1950 (TINEM, 2006).
A construção diretamente vinculada à indústria, influência de Le Corbusier, foi a temática
principal da revista, pois o progresso e o futuro eram as marcas da cultura norte-americana. A
Forum manteve o corpo editorial estável, sem a participação de grandes nomes do cenário
artístico ou arquitetônico; a partir de 1943, surge a direção artística, e, de 1949 a 1951, a revista
possui um editor de arquitetura. Em 1946, Chloethlel Woodward-Smith, faz parte do corpo de
redatores e é o membro responsável pelos assuntos referentes à América Latina, editando quatro
dossiês sobre: a Colômbia e a Venezuela, a Argentina, o Brasil e, o Uruguai (TINEM, 2006).
Dentre esses países, o Brasil é o único a ser contemplado com um dos poucos números
da revista; alguns projetos de arquitetos brasileiros já tinham sido publicados durante a Segunda
Guerra, mas é apenas na edição especial n° 11 de novembro de 1947 (Figura 03), que a
produção brasileira se difunde com um todo. Woodward-Smith, em seu artigo de abertura da
revista, fala sobre as contradições brasileiras ao comentar a forma aleatória e desigual com que
elas são, ‘‘desde uma surpreendente sutileza até o completo abandono’’ (TINEM, 2006).

Figura 03 - Capa da edição especial da revista The Architecural Forum


sobre o Brasil (n° 11, novembro de 1947).

Disponível em: <http://www.lppm.com.br> Acesso em: 31 jan. 2019.


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6. L’Architecture d’Aujourd’hui
A revista L’Architecture d’Aujourd’hui foi criada no final dos anos de 1929, por André Bloc –
que permaneceu como diretor até sua morte em 1966 –, e Marcel Eugène Cahen – que não
chegou a ver o primeiro número da revista – publicado em Paris em novembro/dezembro de 1930,
com uma tiragem de 1200 exemplares (CAMPELLO, 2011). O corpo de redação era constituído
por um um Chefe, pelo Comité de Patronnage, que incluia representantes de tendências e idades
diversas, como Le Corbusier, Alfred Agache, Auguste Perret e André Lurçat e, por
correspondentes de duas dezenas de países, dentre eles o Brasil.
Por volta dos anos de 1940, principalmente no segundo Pós-Guerra e após a publicação
do livro Brazil Builds, de Philip Goodwin em 1943, as revistas especializadas de arquitetura, como
começam a difundir de forma sistêmica a arquitetura brasileira (TINEM, 2006). Os números
especiais da revista L’Architecture d’Aujourd’hui, entre as décadas de 1940 e 1960, trazem a
arquitetura brasileira em três momentos distintos (Figura 04).
O primeiro número, publicado em setembro de 1947, apresenta a arquitetura brasileira
depois da segunda guerra e relata o Brazil Builds. O número especial de agosto de 1952,
apresenta novos exemplos a partir de um contexto específico – o interesse pela produção da
época – e o diálogo entre Brasil e Europa; por fim, a edição especial de junho/julho de 1960,
apresenta a inauguração de Brasília (CAMPELLO, 2011).

Figura 04 - Capas dos números especiais da revista L’Architecture d’Aujourd’hui


sobre o Brasil, setembro 1947, agosto de 1952 e junho/julho de 1960, respectivamente.

Fonte: CAMPELLO, 2011.

Entre os anos de 1930 a 1950, a L’Architecture d’aujourd’hui foi, umas das revistas mais
importantes na difusão da arquitetura moderna na França e no mundo. A revista teve como alvo a
sondagem das aspirações dos arquitetos e dos rumos que a arquitetura mundial tomava na época,
e buscou incentivar o debate ao realizar pesquisas entre os profissionais, sobre os diversos temas
de interesse do momento e ao organizar conferências e debates políticos, além de viagens de
estudo; porém, a revista não ocultava sua ligação direta com a indústria da construção, ao
publicar informações técnicas e publicitárias (TINEM, 2006).
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7. Considerações finais
A disciplina ‘‘La investigación en Arquitectura Moderna desde sus publicaciones’’,
ministrada por Ana Esteban Maluenda, impulsionou a busca por outros periódicos de arquitetura,
além dos abordados pela professora. Em um momemto inicial dessa pesquisa, pareceu desafiador
encontrar cinco revistas para se trabalhar, fato que durante a elaboração do texto, se mostrou
contraditório, visto que foi difícil escolher apenas cinco periódicos para serem analisados dentro
do contexto da pesquisa do mestrado, o que denota a existência de inúmeras publicações
estrageiras e nacionais sobre a arquitetura brasileira.
Nesse âmbito, dentre as revistas trabalhadas, a AU - Arquitetura e Urbanismo, foi a mais
explorada, ao trazer o artigo ‘‘Do modernismo oficial à realidade brasileira’’ sobre Gregori
Warchavchik, na sua edição n° 44, de outubro/novembro de 1992. Esse artigo relaciona-se
diretamente com o tema abordado na pesquisa de mestrado ‘‘Espaço e forma na Arquitetura
Moderna: as primeiras experiências de habitação unifamiliar de Gregori Warchavchik em São
Paulo (1927-1931)’’. As demais revistas estrangeiras Summa, The Architectural Forum e
L’Architecture d’Aujourd’hui e a brasileira Acrópole foram abordadas de maneira mais geral.
Não obstante, sabe-se que essas revistas abordam a arquitetura moderna brasileira,
principalmente a Acrópole, que tem como foco a arquitetura paulista; além da norte-americana
The Architectural Forum e a francesa L’Architecture d’Aujourd’hui, que possuem edições especiais
sobre a arquitetura do Brasil. Porém, para o presente trabalho, não foi possível acessar e explorar
tais exemplares, assim priorizou-se por abordar apenas as principais características e as
contribuições gerais desses periódicos, não abandonando a possibilidade de pesquisar mais
sobre as contribuições dessas revistas para a dissertação em andamento.

8. Referências

ALMEIDA, Maísa Fonseca de. Revista Acrópole publica residências modernas: análise da
revista Acrópole e sua publicação de residências unifamiliares modernas entre os anos de
1952 a 1971. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo) – Departamento de Arquitetura
e Urbanismo, Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos (SP),
2008.

CAMPELLO, Maria Beatriz Camargo. Recepção e difusão da arquitetura moderna brasileira


nos números especiais das revistas especializadas européias (1940-1960). 9° Seminário
DOCOMOMO Brasil - Interdisciplinaridade e experiências em documentação e preservação do
patrimônio recente. Brasília, 2011.

FAUUSP. Revista Acrópole. Disponível em: <http://www.acropole.fau.usp.br/> Acesso em: 31 jan.


2019.

GONÇALVES, Carla Augusto. AU - Revista Arquitetura e Urbanismo (1985-1999): projetos


publicados. CICAU 2009 – Congresso de Iniciação Científica em Arquitetura e Urbanismo. In:
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MDC. Revista de Arquitetura e Urbanismo. Disponível em: <https://mdc.arq.br/2009/07/17/cicau-
2009-congresso-de-iniciacao-cientifica-em-arquitetura-e-urbanismo/> Acesso em: 31 jan. 2019.

GONZAGA, Mário. A Argentina e o Brasil vistos através das revistas Summa e Módulo.
Sessão Temática - Palavras e imagens impressas: as publicações periódicas especializadas e
sua contribuição e sua contribuição para a pesquisa em arquitetura e urbanismo. IV Enanparq -
Encontro da Associação de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Porto Alegre,
2016.

LPPM. Laboratório de Pesquisa, Projeto e Memória - UFPB. Produção - Livros. Disponível em:
<http://www.lppm.com.br> Acesso em: 31 jan. 2019.

MALUENDA, Ana Esteban. Notas de aula do curso ‘‘La investigación en Arquitectura


Moderna desde sus publicaciones’’. PPGAU/UFPB. João Pessoa, 2018.

ROSETTO, Marcia; ULIANA, Dina. Preservação e acesso a periódicos brasileiros de


arquitetura e urbanismo: iniciativas da FAU-USP. In: Rev. CPC, São Paulo, n. 21, p. 103-118,
jan./jul. 2016.

SEGAWA, Hugo; CREMA, Adriana; GAVA, Maristela Gava. Revistas de arquitetura, urbanismo,
paisagismo e design: a divergência de perspectivas. Artigo, 2003. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19652003000300014> Acesso em:
31 jan. 2019.

SOBREIRA, Fabiano; RIBEIRO, Paulo Victor. O lugar dos concursos na propaganda da


Arquitetura Moderna Brasileira: registros e análises das revistas Acrópole e Módulo entre
1955 e 1965. 11° Seminário DOCOMOMO Brasil - O campo ampliado do Movimento Moderno.
Recife, 2016.

TINEM, Nelci. O alvo do olhar estrangeiro. João Pessoa, Editora da UFPB, 2006 (2ª edição).