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FARMACOTÉCNICA

HOMEOPÁTICA
UNIDADE 1

Homeopatia e seus Fundamentos

Profº. Walter Atta R. Bittencourt Júnior


Homeopatia e seus Fundamentos

Homeopatia
Homoios: semelhante
Páthos: doença ou sofrimento
A Lei dos Semelhantes
Ciência terapêutica baseada
na lei natural de cura
“Similia simillibus curentur”
ou “sejam os semelhantes
curados pelos semelhantes”

Substância cujos sintomas assinalados na


experimentação no indivíduo são, coincidirem com
aqueles do quadro mórbido a ser tratado representará o
simillimum deste doente ou remédio adequado para
curá-lo.
Variantes Interpretativas

Hahnemann descobriu um processo


terapêutico baseado na correlação
clínica da doença com fenômeno da
reação às drogas.
Variantes Interpretativas

Denis Demarque

• Toda substância, em doses ponderáveis, capaz de


produzir em indivíduo sadio porém sensível, um
quadro mórbido subjetivo e eventualmente objetivo
ou lesional, será igualmente capaz de, em doses
convenientes conforme o caso, curar o indivíduo
sensibilizado pela doença, um quadro mórbido
semelhante, excetuando as lesões irreversíveis.
A Semelhança na
Interpretação
de Hipócrates


• “A doença é produzida pelos semelhantes, e através
dos semelhantes, o paciente retorna à saúde”.
• Adota o procedimento pelos contrários conforme a
origem e a natureza da doença e preconiza o
procedimento pelos semelhantes, também na
dependência da origem e natureza da doença.
• “Similia similibus curentur”
• “A doença é produzida pelos
semelhantes e, através dos
semelhantes, o paciente retorna à saúde”.
• Adota o procedimento pelos contrários e
preconiza o procedimentos pelos semelhantes.
• “Similia similibus curentur”
Christian Samuel Hahnemann
• 1755: Meissen (Alemanha) - 1843: Paris.
A Contribuição de Hahnemann à
Ciência Médica
• Fundamentou a Lei dos Semelhantes
como método de tratamento.
• Estudo clínico-patológico do efeito
secundário das drogas.
• Valorização dos sintomas mentais na
gênese das doenças somáticas.
• Interpretação do contágio das doenças
através de “seres minúsculos”.
A Contribuição de Hahnemann à
Ciência Médica
• Reconhecimento do estado de sensibilização do
organismo pela doença.
• Poder energético medicamentoso contido nas
doses mínimas dinamizadas, inclusive
substâncias consideradas farmacologicamente
inertes.
A Observação de Paracelso
• 1493 – 1541.
• Admitiu o tartarato de amônio como causa de doenças
pulmonares: passou a prescrever o licor de tártaro em dose
ponderável, mas não considerou a sintomatologia global do
doente na prescrição.
A Observação de Paracelso
Teoria das assinaturas
A aparência das plantas indicaria
as doenças a serem curadas.

Saxifraga
• Folhas reniformes
• Litíase renal
A Observação de Paracelso
Teoria das assinaturas

Cyclamen
• Folhas no formato
auricular.
• Afecções no ouvido.
A Observação de Paracelso
Teoria das assinaturas

Orchis mascula

• Bulbo semelhante aos testículos.


• Afrodisíaco.
A Observação de Paracelso
• Designou doentes pela primeira vez na Medicina com o
nome da substância que os individualizava
toxicologicamente e que seria capaz de curá-los:

Morbus helleborinum; Morbus terebinthinum.

Mas não transformou essas observações em métodos


terapêuticos, referindo-as como fatos isolados.

• Venenos podem atuar como remédios, desde que em


pequenas doses ou quando modificados por
manipulação química, mas na prática, adotou
irrestritamente as doses maciças.
Pensamentos Médicos sobre Similitude
• HIPÓCRATES - Séc. IV a.C : A doença é produzida pelos
semelhantes e através dos semelhantes, o paciente retorna à
saúde.
• ERASTUS – 1595: sustenta que o método de curar segundo a
uma correlação de semelhança seria o único viável.
• SALA – 1638: Pb em quadro de obstrução intestinal.
• BOULDUC – 1710: Qualidade purgativa do Ruibarbo como
consequência das suas virtudes antidiarreicas.
• STAHL – 1738: Declara absurda a regra de curar através dos
remédios opostos às manifestações do doente.
• STOERK – 1769: Afirma que o Stramonium capaz de provocar
distúrbios mentais, por essa razão atuaria nos maníacos.
• Hahnemann – 1790: Decide experimentar a china em si
mesmo.
A Auto Experimentação
da Quinquina
• Cullen: atribuía o mecanismo de atuação no paludismo
às qualidades amargas do seu córtex, responsável pelo
aparecimento de outra substância contrária à febre.
A Auto Experimentação
da Quinquina
1790: Hahnemann: experimenta a
droga em si mesmo:
- esfriamento das extremidades,
- prostração geral,
- sonolência,
- pulsações na cabeça,
- rubor facial e sede:
FEBRE INTERMITENTE.

Desta experiência adveio o raciocínio de que a China


officinalis atua na febre intermitente por sua capacidade
de produzir quadro semelhante em organismos sadios.
Deduções Práticas
da Primeira Experimentação
• Sulphur
• Mercúrio
• Beladona
Deduções Práticas
da Primeira
Experimentação
• Digitalina
• Prata
• Ouro
Deduções Práticas
da Primeira Experimentação

• Ferro

• Ipecacuanha
Deduções Práticas
da Primeira Experimentação

• Cicuta
Deduções Práticas
da Primeira Experimentação

Do registro dos sintomas das numerosas


drogas, passou-se à sua aplicação em
portadores de sintomatologia semelhante,
positivando-se que a administração de droga
escolhida com base na semelhança ao quadro
clínico, era seguida pela cura do doente.
Experimento com Novas Drogas
• 1790 – 1796: Hahnemann experimenta numerosas
substâncias em indivíduos sadios.
• 1796: Expõe os resultados no Jornal de Medicina
Prática.
• Experimenta em si próprio cerca de 50 substâncias,
inclusive substâncias tóxicas e venenos, catalogando o
poder farmacodinâmico e curativo de cada um.
• Das doses sub tóxicas passa às grandes diluições.
• 1806: Publica: “As indicações sobre o uso
homeopático dos medicamentos”, sendo pela 1ª vez
na história adotada a palavra HOMEOPATIA.
Patogenesia
• Conjunto de manifestações apresentadas pelo
indivíduo sadio e sensível, durante a
experimentação de uma droga.

• Reunião de patogenesias: Matéria Médica


Homeopática.

• Experimentação com China officinalis: 1ª


patogenesia.

• Sintoma patogenético: qualquer manifestação


observada pelo experimento no indivíduo
sadio.
Matéria Médica Homeopática
• Reunião de patogenesias;

• Efeitos registrados nas intoxicações


acidentais;

• Sintomas e sinais curados na clínica


durante a utilização de determinada
droga.
Matéria Médica Homeopática
Doses Mínimas
Diluição e Dinamização
Dentro do raciocínio da semelhança, adotou-se a aplicação
clínica das drogas em doses reduzidas, subtóxicas, embora
em nível ponderável, sobrevindo curas sempre que a
correlação de semelhança era obedecida.
Frequente agravamento inicial atribuído à soma da doença
já existente, com aquele artificial induzido pelo simillimum.
Para contornar este inconveniente, Hahnemann procedeu à
redução das doses numa técnica de diluição em água e
álcool, em escala centesimal progressiva, tendo o cuidado
de homogeneizar cada diluição por sucussões.
Surpreendeu-se ao constatar que as diluições não apenas
conservavam, mas adquiriam um maior potencial curativo.
Doses Mínimas
Diluição e Dinamização
• As doses mínimas ou infinitesimais se vincularam à
Lei da Semelhança.
• Diluição, potência e dinamização passaram a ser
indistintamente empregados sob o ponto de vista
prático, pois não se admite em Homeopatia uma
diluição que não esteja complementada por
sucussões numa técnica padronizada.
• Subindo paulatinamente na escala de dinamizações,
Hahnemann se deteve na prática com a dinamização
C30
• Dose mínima passou a representar um dos
fundamentos do novo método, o mais polêmico até a
atualidade.
Diluição e Dinamização
• As doses mínimas ou infinitesimais
se vincularam à Lei da Semelhança.
• Diluição, potência e dinamização.
• Dose mínima passou a representar
um dos fundamentos do novo
método, o mais polêmico até a
atualidade.
Diluição e Dinamização
• As doses mínimas ou infinitesimais
se vincularam à Lei da Semelhança.
• Diluição, potência e dinamização.
• Dose mínima passou a representar
um dos fundamentos do novo
método, o mais polêmico até a
atualidade.
Remédio Único
Se:

• A doença se manifesta por sintomas;
• Os medicamentos revelam suas propriedades
em experimentações no indivíduo sadio;
• A relação entre as manifestações da doença e
aquelas de uma droga representam a Lei de
Semelhança,
A prescrição deverá ser feita com base nesta
correlação de semelhança.
Remédio Único

• O medicamento identificado ou simillimum


será administrado unicamente, sem a
interferência de outro.

• É um dos fundamentos da Homeopatia: o


mais importante sob o ponto de vista
médico-científico e o mais difícil na prática.
Simillimum
• É o medicamento cuja patogenesia
• melhor coincidir com as
• manifestações apresentadas por
• um doente.

• Será capaz de curar o portador de determinada


doença, desde que os sintomas coincidam,
estando a indicação desta ou daquela droga na
dependência exclusiva das características
pessoais do doente.
A Necessidade de Experimentação
no Homem São
Farmacocinética
• Absorção
• Distribuição
• Biotransformação
• Eliminação
Diferença entre
Homeopatia e Alopatia
Alopatia
• Importam os sinais patognomônicos da doença.
• Conduta terapêutica condicionada ao
diagnóstico clínico.

Homeopatia
• Identificação do simillimum.
• Manifestações próprias da doença.
• Reação individual do doente.
Fundamentos da Homeopatia

• Lei da Semelhança ou Similia similibus curentur


• Experimentação no homem são
• Dose mínima
• Remédio único
Fundamentos da Homeopatia

• Lei da Semelhança ou Similia similibus curentur


• Experimentação no homem são
• Dose mínima
• Remédio único