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POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS

NOTA INSTRUTIVA Nº 19 /93 - CG

Trata do isolamento e da preservação de locais de crime


pela Polícia Militar.

1. FINALIDADE

Reforçar orientações visando melhorar a qualidade do serviço prestado pelo


policial militar quando da atuação em ocorrências que exijam o isolamento e
preservação do local de crime.

Neutralizar as contundentes críticas que costumeiramente são feitas à


Polícia Militar, por outros órgãos do Sistema de Defesa Social, quanto a
adulteração dos locais onde é chamada a intervir.

2. CONSIDERAÇÕES FUNDAMENTAIS

a. Importância do isolamento e preservação dos locais de crime

A Polícia Militar, como polícia administrativa tem competência voltada


para a preservação criminal e à repressão imediata. Nesta última fase, logo após
a ocorrência delituosa, deve agir de imediato tendo como um dos procedimentos
básicos no local de crime, o seu isolamento e preservação. A atuação eficiente da
polícia ostensiva nesses eventos é fundamental para:

1) Contribuir de maneira bem concreta para a determinação da Autoria do


delito. No local de crime a polícia colhe os elementos necessários à elucidação do
fato e à fixação das responsabilidades. Daí a grande importância quase lhe atribui
nas investigações policiais, podendo-se dizer que da sua preservação e do seu
correto aproveitamento decidem quase sempre o êxito dessas investigações.

2) Assegurar a preservação de provas e vestígios, pois ao contrário da


prova testemunhal e daquela que decorre da confissão do autor, que em função
de suas peculiaridades e ausência de contraditório, são recebidas com reserva na
fase judicial, a prova que decorre da análise técnica, sempre é definitivamente
aceita em juízo, raramente contestada formalmente na abertura do contraditório,
dada à sua inquestionável característica de seriedade e, igualmente, à sua
capacidade de ser aferida sob critérios eminentemente objetivos, desde que
esteja devidamente fundamentada.

3)Conservar a materialidade dos fatos determinando as circunstâncias do


delito, porque, além dos dados que possibilitam descobrir a identidade do
criminoso, o local de crime pode oferecer elementos preciosos na fixação das
responsabilidades.

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4) Influir decisivamente na aplicação das leis, pois, quantos delinqüentes
de comprovada periculosidade escapam às penas da lei, apenas por falta de
provas suficientes! E quantos outros alcançam absolvição em crime de homicídio,
graças à habilidade de seus advogados que, sentindo a inconsistência da prova,
conseguem atrair para seus constituintes os favores da legítima defesa! E,
amiúde, tudo isso tem origem na defeituosa interpretação do local de crime e no
mau aproveitamento dos indícios e provas que ele oferece.

b. Aspecto legal

Os aspectos legais do isolamento e preservação do local de crime estão


expressos no Código de Processo Penal Brasileiro, nos artigos 6_ e 169 e no
Código de Processo Penal Militar, nos artigos 12 e 339, onde o legislador
determina aos policiais que comparecem ao local para que não permitam a
alteração do estado e conservação das coisas até a chegada dos peritos.

A atuação dos peritos surgiu quando a lei processual penal brasileira


reconheceu a necessidade de colocar a ciência a serviço da justiça e dispôs
sobre a obrigatoriedade da perícia sempre que a infração penal deixar vestígios
(Artigos 158 a 184 do CPP e artigos 314 a 346 do CPPM).

c. Críticas dos integrantes da Polícia Judiciária

A revista "Isto é Minas", de 24Mar93, publicou reclamação do Chefe do


Departamento de Investigações, onde alega que "nos casos de arrombamento,
muitas vezes quando o pessoal da perícia chega, os militares já deixaram
impressões digitais por todos os lados e descaracterizaram o local".

Este mesmo Chefe formulou em 1991 denúncia ao Procurador de Justiça -


Chefe da Coordenadoria de Acompanhamento das Atividades Policiais (CAAP),
comunicando "que os primeiros policiais militares a chegar nos locais de crime os
tornam inidôneos, caracterizando descrédito da Polícia Militar em relação às
atividades inerentes à Polícia Civil. Reclama o delegado que Sargentos, Cabos e
Soldados, invariavelmente, informam que retiraram a arma do local a fim de
informar a seu superior o número da mesma; o corpo da vítima foi retirado do
lugar ou teve sua posição alterada, em busca de documentos de identificação e
para que sua identidade fosse passada ao superior hierárquico, que exigia essa
providência pelo rádio; objetos, coisas, roupas, armas, etc, foram removidos ou
tiveram a posição anterior, do momento do crime, alterada para facilitar
rastreamentos ou recolher informações, sempre cumprindo ordens superiores,
as quais, se não atendidas, redundariam em punições para os hierarquicamente
inferiores".

Tendo em vista o acima mencionado, vários foram os ofícios oriundos da


Polícia Judiciária que chegaram ao Comandante-Geral, dando conta da violação
de locais de crime por parte de policiais militares.

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As deliberações tomadas por Cmt de Guarnição, restringindo o imediato
exercício de polícia judiciária, tornam inidôneo para exame pericial o local de
crime, perdendo-se vestígios essenciais à elucidação da autoria e à comprovação
das circunstâncias materiais de sua prática.

Também é preciso que todos os militares entendam que a presença mais


freqüente do Delegado de polícia judiciária nos locais de crimes, a dinamização
do uso dos recursos da polícia técnica e uma maior atenção à população,
certamente resultarão em aprimoramento dos serviços de segurança pública
como um todo. A violação do local de crime por policiais militares, inviabilizando
as providências determinadas na lei processual, é inconcebível, além de constituir
crime previsto no artigo 166 do Código Penal Brasileiro.

d. Vídeo e Cartilha sobre "A atuação policial em local de crime"

A Resolução Nº 2480, de 12Dez90, publicada no BGPM 227, da mesma


data, aprovou o supra mencionado material instrutivo, que foi idealizado com
prioridade, dentre outros trabalhos técnicos de instrução, face a situação reinante,
onde várias eram as dúvidas sobre a missão específica da Polícia Militar e
também face às críticas que já se recebia acerca da adulteração dos aludidos
locais por militares em serviço.

A necessidade da constante utilização do vídeo e da cartilha nas


instruções torna-se mais patente por ser um excelente material.

A metodologia para o seu emprego deve variar consoante o grau de


conhecimento dos instruendos, profundidade que se quer dar ao assunto, etc.
Contudo, é absolutamente imprescindível que, antes da exibição do filme o
instrutor conheça a cartilha de orientação, inclusive o roteiro do filme.

Dentre outros procedimentos, pode-se observar:

1) Exibição do filme, explanação do assunto, nova exibição com


comentários, encenação prática, crítica da encenação prática, etc.

2) Explanação do assunto, exibição do filme com comentários, encenação


prática, críticas à encenação prática.

3) Exibição do filme, discussão dos assuntos, críticas, nova exibição com


comentários sobre os detalhes, encenação prática e crítica da mesma.

Os conhecimentos teóricos devem ser complementados com a prática, a


qual poderá ser vivenciada através de encenações teatrais. A montagem de tais
peças é de grande valia para a sedimentação de conhecimentos, além de trazer
outros benefícios, especialmente quanto a desinibição do militar. O treinamento
deve ser freqüente e deve envolver todos os instruendos.

e. O Manual Básico de Policiamento Ostensivo

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O Manual Básico de Policiamento Ostensivo traz instruções técnicas sobre
o assunto em epígrafe e seu aproveitamento é recomendado, bem como indica-
se ainda o artigo do Desembargador Álvaro Lazzarini, intitulado "A Segurança
Pública e o Aperfeiçoamento da Polícia no Brasil, 1991", encontrado na separata
da Revista "O Alferes" (V-10, n_ 34,
Jul/Set 1992).

f. Estudos de Casos

A utilização de Estudos de Casos na instrução tem se revelado um bom


instrumento de aprendizado, pois sai da teoria do ensino curricular e trata de um
assunto prático recém-ocorrido; portanto, estimulando a elaboração de novos
estudos, bem como o aproveitamento dos já prontos, estará havendo reciclagem
da tropa e deixando o assunto em epígrafe sempre palpitante.

g. Resolução para os Cursos em 1994

A Resolução n_ 2869 de 24/03/93 que dispõe sobre o funcionamento de


Cursos em 1994, publicada no BGPM n_ 057, de 25/03/93 prevê o Curso de
Especialização e Extensão para oficiais e praças cujo tema é "atuação policial
em locais de crime" e que tem por finalidade familiarizar todo militar com o
presente
assunto.

3. CONCEITOS BÁSICOS

a. Ocorrência Policial

É todo fato que de qualquer forma afete ou possa afetar a ordem


pública e que exija a intervenção da Polícia Militar, de ofício ou em cumprimento a
requisição, por meio de ações e/ou operações policiais militares. Compreende
ocorrências típicas de polícia, atípicas e de bombeiro.

b. Local de Risco

É todo local que, por suas características, apresente grande probabilidade


de ocorrência policial militar.

c. Crime

Derivado do latim "Crimen" (acusação, queixa, agravo, injúria). Em


acepção vulgar significa toda a ação cometida com dolo, ou infração contrária aos
costumes, à moral e a lei, que é legalmente punida, ou que é reprovada pela
consciência.

Ato ou ação, que não se mostra abstração jurídica, mas ação ou omissão
pessoal; tecnicamente diz-se o fato proibido por lei, sob ameaça de uma pena,
instituída em benefício da coletividade e segurança social do Estado.

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Crime pode ser entendido ainda como uma infração penal que ofende ou
põe em perigo bem ou interesse jurídico protegido pela lei penal.

É a ação típica, antijurídica e culpável.

d. Local de crime

É todo local de ocorrência, cujo fato gerador assuma configuração de


crime. Portanto, assim deve ser considerado desde um local de simples furto ao
de encontro de cadáver.

O local de crime é o ponto de encontro da polícia ostensiva e da polícia


judiciária. A primeira atuando com o objetivo de prevenir a ruptura da ordem ou
de restabelecê-la; a segunda, a fim de assegurar a aplicabilidade da lei penal
com relação àqueles que a violam, reprimindo-os.

4. O PAPEL DA POLÍCIA MILITAR

a. Polícia Ostensiva

Compete à Polícia Militar o exercício da polícia ostensiva, agindo de forma


preventiva, na conformidade das Cartas Constitucionais Federal e Estadual. A
Polícia Militar, como força pública do Estado, é a verdadeira agência de proteção
e socorro disponível e de acesso imediato para o cidadão e órgãos públicos, para
esses como garantia do exercício do poder de polícia respectivo.

É responsabilidade da Polícia Militar o provimento eficaz da Segurança


Pública. Esse procedimento se verifica a partir do momento da ruptura da ordem,
quando o militar, por questões óbvias, é o primeiro agente de segurança a
comparecer ao local. Neste momento, o militar assume uma responsabilidade
determinante e a ele caberá atuar de forma eficiente e eficaz.

b. Apoio aos demais órgãos para assegurar o cumprimento de suas


atividades

O militar será a maior autoridade no local, preservando-o, procedendo os


levantamentos iniciais e só se desobrigará dessa responsabilidade com a
presença dos peritos da polícia judiciária, pois a ela compete "a apuração...das
infrações penais...e lhe são privativas as atividades pertinentes à polícia técnico-
científica", conforme prescrição na Constituição do Estado de Minas Gerais, de
1988.

Assim, o militar que chega ao local de crime é o "dono do local" e o


responsável pela sua preservação, até a chegada da perícia legal e esse
entendimento é corroborado pelo Ministério Público, quando o ilustre Promotor
Antônio Francisco afirma que:

"É sempre um homem da Polícia Militar que primeiramente entra em


contato com o crime, resultando desse contato séria responsabilidade para a

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Corporação, pois, como conseqüência direta das ações que passaram a ser
desenvolvidas pelo policial, podem resultar na preservação de importante
realidade fática, capaz de influenciar positivamente na colheitados elementos de
convicção e favorecer ao Ministério Público subsídios preciosos para o bom
êxito da futura persecução penal".

O trabalho eficaz da PM no local de crime constitui apoio incomensurável


para as ações da Polícia Judiciária, Ministério Público e Justiça.

c. Atuação no local do crime

O militar que comparece a um local de crime deve estar consciente das


atividades que normalmente deve desenvolver. Via de regra, são as seguintes:

1) Assistência à vítima;

2) Prisão do criminoso com apreensão do instrumento do crime e/ou seu


produto, se for o caso;

3) Isolamento e preservação do local;

4) Arrolamento de testemunhas;

5)Comunicação do fato à autoridade de Polícia Judiciária;

6) Vigilância;

7) Relacionamento com a imprensa, na forma preconizada na Cartilha de


Orientação do Instrutor;

8) Relacionamento com os diversos órgãos que compõem o Sistema de


Defesa Social, contribuindo para que o ciclo completo de polícia seja efetivado;

9) Controle do trânsito de veículos e pessoas;

10)Acionamento dos planos particulares pertinentes ao fato delituoso;

11) Outras, conforme a exigência do local.

5. CONDUTA OPERACIONAL

A preservação do local do crime é o ato de mantê-lo rigorosamente no


estado em que o criminoso o deixou ou tal qual o militar o tenha encontrado. Os
representantes da polícia judiciária tomarão as providências seqüenciais,
principalmente os peritos, que serão os primeiros a entrar em local isolado, para
início dos trabalhos de levantamento de vestígios.

O militar que tem a responsabilidade do local deve:

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- isolar a área que serviu de palco aos acontecimentos;

- não permitir que se modifique a posição do cadáver, ou que se toque no


mesmo; pode-se apenas cobri-lo se estiver descomposto;

- não permitir que se ponham em ordem as coisas que estiverem


desarrumadas;

- não permitir que se toque em armas e instrumentos do crime e nos


diversos vestígios espalhados pelo local;

- proteger os vestígios, quando se fizer necessário a fim de serem


aproveitados pelos peritos (manchas de sangue, pegadas, impressões digitais,
sujeitas a desaparecerem pela ação da chuva, etc);

- acompanhar os trabalhos dos peritos, inclusive anotando o material


apreendido, com a finalidade de assegurar a lisura da polícia ostensiva na
condução de suas tarefas;

- não permitir que os elementos de folga ou mesmo em serviço, andem no


local, a fim de não prejudicarem o aproveitamento dos vestígios;

- não permitir que os repórteres e fotógrafos invadam o local do crime antes


da chegada da autoridade policial;

- finalmente, comparecendo a autoridade de polícia judiciária, ou quem suas


vezes fizer, entregar-lhe o local e transmitir-lhe todas as informações já obtidas;

- o representante da polícia judiciária mandará proceder ao levantamento do


local e recolher material para a perícia, tomará outras medidas que julgar
convenientes e determinará a remoção do cadáver;

- o local ficará desimpedido após o trabalho dos peritos na retirada do


cadáver.

O procedimento de apreensão de objetos deve ser desencadeado, em


princípio, por integrante da polícia judiciária (delegado de polícia ou perito), que
são os responsáveis pelo levantamento dos locais de crime. Em último caso,
quando definitivamente não for possível o comparecimento da polícia judiciária ao
local, deve o militar proceder, na presença de testemunhas, à arrecadação dos
materiais encontrados, encaminhando-os discriminadamente no boletim de
ocorrência, ao delegado de polícia.

O local de crime propriamente dito pode não estar limitado simplesmente à


presença de um corpo, por exemplo. Existe a possibilidade de se encontrar
vestígios, provas, em locais mais afastados, tomando-se como referência um
determinado ponto dito principal, e este local necessariamente deverá ser
preservado.

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A conduta operacional recomendada visa não somente procedimentos em
locais de crime contra a pessoa, pois em casos de crime contra o patrimônio a
conduta é semelhante. É dever do militar assimilar e adaptar seus procedimentos
para cada caso encontrado.

Com o objetivo ilustrativo e instrutivo apontamos como locais mais comuns


de crimes contra o patrimônio:
a. Locais de furto, incluindo furto de energia.

b. Locais de roubo (assaltos e assemelhados).

c. Locais de vistorias em cercas energizadas, em áreas, em imóveis, em


rede elétrica, em veículos, em celas, em cercas limítrofes, em redes de água, em
chassi de veículo, em casa de tavolagem, em motores e aparelhos elétricos em
geral e similares.

d. Local de usurpação em geral, como de água, esbulho possessório,


suspensão ou alteração de marcas em animais.

e. Local de danos, por exemplo, em imóveis, em veículos, em cercas, em


móveis.

f. Locais de extorsão.

g. Locais de apropriação indébita.

h. Locais de coleta de materiais (rios, lagos, córregos, caixas d'água,


cisternas, coletas de gêneros alimentícios com
suspeita de envenenamento, etc.).

i. Avaliações diretas ou indiretas de produtos de furto.

j. Constatação de crimes contra a economia popular.

Também como objetivo ilustrativo, apontamos alguns vestígios e materiais


que são considerados importantes, e muitas vezes vitais, para a elucidação do
crime:

- Manchas de sangue, documentos (manuscritos, datilografados,


desenhados, etc.), resíduo de explosivo, explosivos, armas e munições, fibras
(tecidos, por exemplo), impressões digitais (mãos, pé, etc), vidros (copos, jarras,
janelas, etc.), cabelos, líquidos, metais, pinturas (marcas de tintas em carros,
entre outras), plásticos, gesso, concreto, argamassa, cordas, linhas, cordões,
saliva, sêmen, sujos, poeira, escombros, pneus e suas marcas, ferramentas e
suas marcas, material tóxico, veículos, vômito, fios e cabos, madeira, manchas
diversas, como graxa, tinta, orgânicas, etc.

Para que o militar possa prestar um bom serviço no teatro de operações e


cristalize seus conhecimentos na prática, torna-se necessário o investimento de

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cada Comandante na fiscalização e supervisão, tendo em mente que um bom
planejamento da instrução resulta numa boa execução.

É preciso considerar a importância da supervisão. Ela pode avaliar o


desempenho, agindo de maneira necessária para manter o subordinado na trilha
ditada pelos planos.

6. CONCLUSÃO

Em resumo, o objetivo é despertar a tropa para a necessidade do


conhecimento das técnicas e procedimentos mencionados, aliando a teoria à
prática. Para a consecução dos objetivos precisamos primar pela fiel observância
das normas de procedimentos, alocadas nos diversos documentos doutrinários
da Corporação.

Cada Comandante deverá valorizar a instrução e o ensino sobre local de


crime nos programas de instrução da tropa, com a utilização de recursos audio-
visuais, Manuais de Técnicas Policiais, encenações e outros meios necessários,
principalmente nas Unidades de Policiamento Ostensivo. A disciplina

Criminalística, que está inserida nos currículos de cursos de formação,


deverá ser levada para os programas de instrução da tropa.

Esta Nota Instrutiva deve ser difundida a todos os componentes da


Corporação.

Q C G, em Belo Horizonte, de abril de 1993

-: MÁRIO LÚCIO CALÇADO, CORONEL PM :-


- Comandante-Geral