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1 dois tipos de equipamentos de visão noturna: Sistemas Intensificadores de Imagens (I2) e os

Sistemas de Imageamento Termal.

2 contudo, necessitam alguma quantidade de luz para funcionar.

3 A tecnologia mais avançada no campo dos equipamentos de visão noturna é o Imageamento Termal,
que detecta a energia infravermelho.

4 detectam o calor irradiado pelos objetos e não necessitam de luz para funcionar.

5 GERAÇÃO I:-Década de 60. Inversão eletroestática – aceleração de elétrons.

6 Equipamento passivos. (lua)

7 Vietnã. Ganho de 1.000x . Vida de 2.000 h

8 GERAÇÃO II. Decada 70 . Prato de microcanais .

9 Ganho de 20.000X -Vida Útil de 2.500H


10 Melhora nas operações sob altos e baixos indices de luminosidade.

11 GERAÇÃO III. Década de 80.


- Fotocatodo de Arsenato de Galio.

12 Ganho de 30.000-50.000 x. Vida útil de 10.000 h. Maior consumo de energia.

13 Além das aulas teóricas, o piloto voou cerca de vinte horas com NVG.

14 Com a autorização e supervisão da FAE II, o primeiro voo operacional com o NVG na FAB ocorreu
em 12 de novembro de 2002, em Santa Maria – RS.

15 Em 2010 uma Tripulação do 2º/10ºGav foi ao 5º/8ºGav receber instrução teórica e pratica.

16 TIPOS DE NVG‟s

17 Monocular .- UM OLHO .- UM TUBO.

18 Biocular. DOIS OLHOS .UM TUBO.

19 Binocular . DOIS OLHOS .DOIS TUBOS.

GM-6

ANVIS-6

ANVIS-9

21 Sistema Passivo – Não emite luz . Acuidade Visual – 20/40 diurna 20/20 noturna 20/200. • Não
Corrige Astigmatismo .• Não há ampliação da imagem .• Percepção de profundidade é afetada pela luz,
contraste e experiência. • Campo de visão – 40 graus .• Aviso de baixa carga ≤ 2,4v (+ou- 30min)

Faixa de Temperatura (-32° A 52°) 38º pode ocorrer embaçamento .•Ajuste Focal ( 28 cm a 33 m
-infinito) .•Peso 590g(ocu 23mm 550g)contra-peso(340 a 620g) .•Possibilidade de desconectar 10 a15g
•CUIDADO: FÓSFORO BRANCO .•Dispositivos de segurança: ABC e BSP

22 Controle Automático de Brilho (ABC - Automatic Brightness Control): Quando existe muita luz, a fonte
elétrica reduz a tensão distribuída à placa de microcanais, mantendo assim o brilho do intensificador
dentro dos limites.

23 Proteção Contra Uma Fonte Brilhante (BSP - Bright Source Protection): Essa proteção atua
reduzindo a tensão que chega ao fotocatodo quando os visores são expostos a grande iluminação,
poupando assim o conjunto intensificador. Complementa o dispositivo
de Controle Automático de Brilho.

24 TIPOS DE DEFEITOS.
OPERACIONAIS (INADMISSÍVEIS).
COSMÉTICOS (ADMISSÍVEIS*)

25 DEFEITOS OPERACIONAIS

•SOMBRA

•BRILHO NAS BORDAS

•CINTILAÇÃO OU ‘FLASHES’ (OPERACÃO INTERMITENTE)

26 DEFEITOS COSMÉTICOS

•PONTOS BRILHANTES/ PONTOS DE EMISSÃO

•MANCHAS NEGRAS

•TELA METÁLICA

•DISTORÇÃO DE IMAGEM

•RUÍDO DE PADRÃO FIXO

•IMAGEM DESIGUAL

•VARIAÇÃO DE INTENSIDADE LUMINOSA

27 COMPONENTES.
ÓCULOS.
CAPACETE E MONTANTE.
UNIDADE DE POTÊNCIA E BATERIAS.

28 É NECESSÁRIA A INSTALAÇÃO DE UM VELCRO NA RETAGUARDA DO CAPACETE PARA SE


FIXAR TANTO O CONTRAPESO QUANTO AS BATERIAS.

29 Unidade de potência (04 AA) G1 / G2 / G3.

CONTRAPESOS

30 A FIM DE PREVENIR DANOS AO NVG, SEMPRE COLOQUE O INTERRUPTOR NA POSIÇÃO


„OFF‟ ANTES DE TROCAR AS BATERIAS, CONECTANDO A UNIDADE DE POTÊNCIA AO VISOR OU
MONTANTE
31 CONTROLES MECÂNICOS DO MONTANTE NO CAPACETE. BOTÃO DE AJUSTE VERTICAL.
RETÉM.

32 CONTROLES MECÂNICOS DO CONJUNTO BINOCULAR. PLATAFORMA DE AJUSTE E


INCLINAÇÃO. BOTÕES DE AJUSTE DA DISTÂNCIA INTER-PUPILAR. BOTÃO DE AJUSTE
LONGITUDINAL. ALAVANCA DE AJUSTE DE INCLINAÇÃO.

33 CONTROLES MECÂNICOS DO CONJUNTO MONOCULAR.


ANEL DE AJUSTE DE FOCO DA LENTE OBJETIVA.
ANEL DE AJUSTE DE FOCO DA LENTE OCULAR.

34 PRECAUÇÃO
NÃO TENTE REBATER O NVG PARA CIMA/BAIXO SEM PRESSIONAR O RETÉM.

35 CHEQUES PÓS-OPERAÇÃO

•COLOQUE O INTERRUPTOR NA POSIÇÃO „OFF‟

•RECOLOQUE AS TAMPAS NAS LENTES

•REMOVA AS BATERIAS

•GUARDE A UNIDADE DE POTÊNCIA NA CAIXA COM O CABO PARA CIMA

•AJUSTE A DISTÂNCIA INTER-PUPILAR A FIM DE PERMITIR QUE O BINÓCULO ENTRE NA CAIXA

•INSIRA A LENTE OBJETIVA VOLTADA PARA BAIXO NA CAIXA

•REPORTE / ANOTE QUAISQUER DISCREPÂNCIAS

36 NÃO EXPONHA O NVG SEM AS TAMPAS DE PROTEÇÃO DAS OBJETIVAS ÀS LUZES CLARAS
E/OU DE ALTA INTENSIDADE.

37 SOMENTE OPERE O NVG EM AMBIENTES OBSCURECIDOS.

38 EXECUTE O CHEQUE COM O CAPACETE CORRETAMENTE CONTRA-BALANCEADO .

39 PROCEDIMENTO DE AJUSTAGEM DO NVG


•PROCEDIMENTO INTERNO

•PROCEDIMENTO EXTERNO

Ajuste focal de 28/41cm a 33m

40 PADRÃO DE TESTE (TS) 4348/UV

TESTE DE RESOLUÇÃO PARA LEITURA COM BAIXA LUMINOSIDADE.


TESTE DE RESOLUÇÃO PARA LEITURA COM ALTA LUMINOSIDADE.

41 UNIDADE DE TESTE.
(TS) 4348/UV.
ANV-20/20.

42 A visualização da imagem ideal acontece quando os eixos ópticos dos monóculos estão alinhados
com a linha de visada do operador e as lentes oculares encontram-se na máxima distância de seus
olhos que ainda permite que se tenha o máximo campo de visão proporcionado pelo equipamento (40º).
Para atingir o ponto de ajuste da visada ideal (PAVI),
43 VARIAÇÕES DA VISUALIZAÇÃO

44 CUIDADO O INDICADOR DE CARGA BAIXA DAS BATERIAS TEM QUE SER CHECADO COM O
BINÓCULO REMOVIDO OU REBATIDO PARA A POSIÇÃO SUPERIOR

45 PERIGO . A PARTE SUPERIOR DA ARMAÇÃO DOS ÓCULOS PODE OBSCURECER O


INDICADOR DE CARGA BAIXA DAS BATERIAS

46 NÃO TOQUE OU RISQUE AS LENTES OBJETIVAS E OCULARES. NÃO UTILIZE MATERIAIS


ABRASIVOS PARA LIMPAR OS CONTATOS ELÉTRICOS. ESCOVE QUALQUER SUJEIRA
LEVEMENTE .USANDO UM PANO, LIMPE TODAS AS SUPERFÍCIES, EXCETO AS LENTES
.ENXUGUE TODAS AS SUPERFÍCIES MOLHADAS, EXCETO AS LENTES .LIMPE AS LENTES COM
O MATERIAL APROPRIADO (PINCEL CERDAS FINAS, ALGODÃO FIBRAS LONGAS, KIT
FOTOGRÁFICO) . ARMAZENE O NVG NA BOLSA, LIMPO E SECO

47 CONDIÇÕES AMBIENTAIS ADVERSAS

ÁGUA SALGADA . POEIRA E/OU AREIA .CALOR, FRIO, UMIDADE E CHUVA. ( - 32º até 52ºC)