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SENTADA – CASAMENTO E AS CONDIÇÕES FINANCEIRAS

Esclarecimento foi providenciado em relação à similaridade com as outras sentadas


especialmente a décima onde se discutiram as condições mínimas para o casamento. Realçou-se
que o foque naquela era em relação aos passos para o casamento onde se focou mais em volta
da preparação, pedido, festa de casamento e casa. Nesta no entanto, o que se tem em vista são
as condições financeiras existentes já dentro do casamento, questões como alimentação,
transporte, educação, renda e etc.

São necessárias condições financeiras para o casamento? É o dinheiro necessário?

Partindo do princípio de que é o homem a quem é entregue à responsabilidade da filha


respondendo o mesmo agora por ela perante Deus (Nm.) e que sendo a cabeça lhe é exigido o
sustento do lar, então a resposta é sim que é necessário que haja condições financeiras para que
o mesmo garanta o lar.

Essas condições implicam sempre que o mesmo trabalhe?

Foram levantados casos como os de Abraão com Isaac, onde em sua riqueza os pais podem
muitas vezes casar filhas para os seus filhos e assegurarem o sustento da mesma. No entanto,
estes foram tidos como casos extremamente raros à situação económica actual predominante
no país.

O normal continuará a ser o filho ter mão no trabalho para o sustento da casa.

Como se enquadra o ministro a tempo integral na obra?

É sabido que vários ministros em sua actuação são levados a abandonar o ministério e servirem
inteiramente no evangelho. Aos mesmos embora o evangelho garante que sejam sustentados
pela igreja e pelos santos, é sabido de vários que passaram por situações financeiras tais que não
foram capazes de manter a sua casa. Foi aconselhado que as irmãs que casarem com esses irmãos
devem estar cientes desse possível. No entanto, o mesmo ministro não está isento de como Paulo
procurar algum sustento no local onde foi enviado para poder sustentar os seus caso, o sustento
não exista. O mesmo também, pode optar por deixar a irmã enquanto vai e retornar com
frequência como nos casos de alguns missionários. O que deve o missionário considerar é que
seja quais forem suas actividades ministeriais o mesmo deve saber que ainda assim é responsável
pelo sustento de sua casa.

A irmã que se apercebe disto e nega aceitar casar com o irmão?

Há casos de irmãos que são chamados para o ministério integral já dentro do casamento. Outros
porém enquanto solteiros/noivos. No caso da irmã se aperceber desse factor ao deixar esse
irmão, ela peca? Alguns argumentaram que não, desde que ela não sinta que tenha graça de
Deus para isso. Outros porém, argumentaram que raramente a mesma conseguiria justificar a
espiritualidade de tal atitude, ao tomar tal decisão, acabaria por revelar quase sempre falta de
fé na provisão de Deus, falta de coragem para seguir a Cristo no meio do sofrimento, falta de
interesse pela obra de Deus ou até mesmo amor pelo louvor da família. Apenas se tais elementos
não forem traspassados e em pura pureza ela decidir, não peca.

Uma vez que o trabalho é então o meio normal e mais apropriado para o sustento da casa, que
tipo de trabalho ou então, que salário minimamente se ter?

Se discutiu sobre quais seriam as coisas mínimas necessárias na vivencia do casal ou da família.
E se estabeleceram como críticos: alimentação, transporte, casa/moradia, roupa e vestuário. Foi
feita uma estimativa bem básica nos preços em mercados informais de coisas essenciais como
arroz, frango, óleo, massa, peixe, 2 taxis por dia, etc. E se viu que seriam necessários no mínimo
dos mínimos um valor dificilmente abaixo dos 20.000 Kz em alimentação e táxi, viu-se que no
actual quadro habitacional do país, excepto se o casal conseguir algum espaço cedido por
parentes ou amigos, seria necessário um custo adicional ali para a renda que varia dependendo
de muitos factores como a localização. Estimou-se como mínimo a roupa e o vestuário por ser
algo que pode-se comprar uma vez por ano nos casos mais extremos, ainda se discutiu a questão
dos gastos com a saúde e consultas pre-natais, preferiu-se não se considerar o aspecto saúde,
por ser algo imprevisível – estranho, contar com a doença!
Logo, considerando que o cálculo acima feito foi meramente por uma questão de esclarecer mais
ou menos os irmãos sobre que responsabilidades pesam sobre o mesmo se tiver que tomar uma
família nas costas, deve-se saber que tal valor é meramente especulativo podendo ou não
podendo se aplicar. O que deve ficar esclarecido é que a renda da casa, transporte diário (alguns
comentaram gastar quase 40% do salário em táxis) a questão da alimentação que vai crescendo
quanto maior a família são factores inegociáveis!

Qual deve ser a atitude dos irmãos em relação a isso?

Se alguém sabendo do custo de vida actual em Angola, sabendo conscientemente não ter
capacidade para tal e ainda assim dizer querer formar uma família, demonstra pura falta de amor
para com os seus. Paulo reputa um homem que não cuida dos seus como pior que o infiel, um
homem que assim procede propositadamente demonstra ser pior que o infiel igualmente.

Foi contado que nossos pais, em seu sofrimento lutaram para poder dar condições melhores aos
filhos sacrificando-se muitas vezes de comer para poder alimentar os filhos, o amor deve levar o
chefe de família a buscar sempre o que é melhor para a sua casa.

E…se o irmão por sua fé ainda assim quiser mesmo casar?

Fé deve sempre andar de mãos dadas com a sabedoria. Se a pessoa tem fé suficiente para crer
que virá um emprego após o casamento, não deve o mesmo crer que pode vir antes do
casamento? É mais sensato o mesmo esperar e crer em Deus pelo emprego para o casamento
do que “no” casamento

O que fazer se o casal não ter condições mínimas de vivência?

Podemos resumir tudo que se falou nas palavras de Salomão: “”

O irmão deve assegurar alguma fonte de rendimento suficiente para minimamente sustentar
uma família. Caso, a renda do irmão não fôr suficiente para sustentar um lar de 2 ou mais
pessoas, o mesmo deve procurar melhores oportunidades de trabalho ou emprego (desde que
não o impeça de exercer suas responsabilidades divinas no lar como amar a mulher e educar os
filhos e governar a casa), e, segundo, a irmã pode como a “mulher prudente” se engajar em
alguma actividade laboral – desde que não a impeça de exercer as suas responsabilidades dadas
por Deus no lar (cuidar dos filhos, amar o marido e governar a casa).