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SÓ E ÚTIL O

A
I
Gaz eta
CONHECIMENTO

QUE NOS FAZ

MELHORES.
I>\
E\IÍM,\(
|A

SÓCRATES
indodorAN I ONI0 LAGO
RIO DE JANEIRO —
MAIO DE 1960
ANO XXIX — N.° 337

Sindicato do Comércio Varejista


de P. Farm,
de S. Paulo
CONFERÊNCIA NA ASSOCIACÃO
DOS

FARMACÊUTICOS
CATÓLICOS

ELEIÇÕES
À VISTA

SAO PAULO —
Maio íCGF»
«ft*. competição,
T disputa em
eleições de entidades de classe
nem sempre é mau. Denotam
interesse da classe
pelo destino
de sua entidade. É o
se está
que
passando no Sindicato das Far-
macias em São Paulo. A 17 do i
junho próximo deverá haver v
j6&5%,'i
eleição de diretoria. Após ges-
ÍÓC.S Vá! ias. OllP S'rt
dois candidatos. Félix Cote et,
nt';;il
presidente, e O.ive t os'
Zeltun e. líder
rposconista,
rada representando
qual t?n-
aências e crientaçáo
que se
checam, lsnçflram-sc na arena
tia lutn eleitoral. Ambos os
candidatos, estruturando sua
chapa com nomes e persenali-
d;.des traduzem
que e espelham
o
pensamento das respectivas
ccrrentcs da oposição classista.
empenham-se na Recilizou-se no
disputa dc pussado dia 6, a conferência
eleitorado. Nán deixa de ser do Major "A
Morais c Banos, sôbre
animador Ação Católica Pe-
e estimulante o e>pe-
taculo de li ta los Farjjiaccut cos
e intcrèsse em . /I fotografia tirada
foi na ocasião
torno da eleição do Sindicato,
cm que o Major Morais
coisa e Barros a
que, quase sempre, se proferia palestra.
pro-
cessava no morno Aparecem ainda
ambiente das a farmacêutica Thcreslnha Tomasini
combinações
': e das acmodaçóes.
T fi 2 t \x (bibliatccária da A.F C.)
; •>j * *
^^Ejf y sem maiores conseqüências
e o Presidente Paulo Seabra,
Y. e re-
percussão no seio da classe. que, juntamente com o conferencista, ostenta a meda-
^
Êste mérito não
^Hyn I t se poderá ne- lha simbólica da sociedade, anteriormente aposta
gar aos atuais licitantes por
da pre-
i * sidència Monsenhor lio, Secretário
Ml ' do Sindicato de S. Emcia. D. Jaime
das Far- de
?'•' ,1V« ** w*S^^P' V macias de Sáo Paulo Barros Câmara.

5.° 01
Congresso
Pan-Americano

de Farmácia
e Bioquímica

Oc
Os fr^hülhnu
trabalhos nwa»rt 4.:.;..- «¦_» .
preparatórios brasileiros do próximo
Congresso, a ser efetuado em Santiago, estão sendo desen-
volvidos com êxito pela Comissão Nacional, constituída
pe-
os farmacêuticos. --
Dr. Theodoro Dnvivier Goulart
(Presidente); Prol. hvaldo de Oliveira (Secretário) e Dr
acadêmicot de Farmácia "passeata Hermes Sprengler
de Araraquara, durante a (Tesoureiro).
dos calouros A Comissão
promovem a propaganda da Jornada está envidando esforços no sentido do
Brasil apresentar uma grande Delegação e uma fart, con-
tnbuiçao cientifica capaz de dignificar í Farmacia e a
Jornada Farmacêutica Bioquímica.

0 Pre^<*n|e foram
"PROF. jú organizadas, diferentes
om4. pelas
entidades estaduais as seguintes Comissões:
CARLOS HENRIQUE IIBFMLU"
ASSOCIAÇAO FARMACÊU- nal do S." C Pan-Americano de
T1CA DO PARA — Presidente. Farmácia
. Prossegue e Bioquímica.
onimodomente o organização, Dra. Philomena Cordovil Pin- E' necessário não deixarem cs
to. Secretário. Dr. Cêlio Va- farmacêuticas
.do certame para a última
de setembro em Araraquara. lente de Athayde; Tesoureiro,
Dr Carlos (Conclui na 4/ pás.)
Ramos de Albu-
mo Já anunciamos no núme- professóres Abel de Oliveira. querque,
anterior da GAZETA DA Gabriel Silvestre Teixeira d? SOCIEDADE
: AUMACIA, DE FARMACIA
o Departamento Carvalho (ex-reitor da Univer- E
' QUÍMICA DO RIO GRANDE
i< ntíflco tle Farmácia do Cen- sidade de Sáo
*:" Paulo), Lúcio DO SUL — Presidente. Dr. Ro- 05 ESi
RESPONSÁVEIS PELA
Acadêmico Sampaio COW1IKÜÇÃO
Vidal. Carvalho Lima e os srs. Tai- dolpho Herschorfer; Secretário.
Faculdade de Farmácia e quínio Barbosa de Oliveira Dr Odacyr Luiz Tirmn: Tesou-
>ntologia de Araraquara. do «presidente do Sindicato da retro. Dr. Flauslno Ponc^ano
êrno do Estado de 8. Pau- Indústria de Produtos Far ma- Gomes.
DO INSníUIO FARMACÊUTICO
O C A, Sampaio Vidal tem céuticos de Sáo Paulo», J. B.
• ASSOCIAÇAO FARMACÊU-
seu crédito a rcali<uicáo das Marigo Martins (president? da TICA DE PERNAMRTTPO —
nada. uiiteiiuitk. cuja Min- União Farmacêutica), alem dos Presidente, Romualdo Oliveira
Pies seqüência anual Já evi- professóres locais, dis Dcmós- de Amorim: Secretário. DE SAO PAULO
ncia Manoel E 0 NOSSO
o espirito de está tenes JORNAL
que Orsini (Farmaco Diná- de Souza Gomes Júnior: Tesou-
animado
aquele centro mica>,
estudan- Antônio Longo <Quimi- retro. Prof, Waldomiro Soare.s
11. O diretor Ao ensejo
da de nosso aniversá- o desabrochar
geral jornada ca Analítica» e Weber Diiil Coutinho. da idéia > d A
'•».
acad*'»lco 1 rio, o vice-presidente da Comis- GAZETA,
Maitinho da Química Biológica». O acolhimento en u-
i° patro- ASSOCIAÇAO
alma DE FARMA- sáo
e Melo, vice-presidente no da Pro-Ci nstruçào do Institu- si.ista e inestimável
Jornada, professor C. H. incentivo.
CÉUTICOS DO ESTADO DO
° ^tro e to Farmacêutico de
4° ani.sta de Fai- Liberalli. fará uma Sáo Paulo, Assim e na
conferência pensando, qi;a-
RIO DE JANEIRO — Presiden-
nacia, secundado 'História dr.
acadê- sobre Oliveiros Zeituni, lidade de vice-presidente do
|>elo da Farmácia le — prestou-
Dr Álvaro Caetano de
Mario Sato, nos carinhosa homenagem con- Instituto Farmacêutico,
.",co diretor do Brasileira", tema solicitado a in-
pe- Oliveira: Secretário, Dr. Lucas
apartamento substanciada na seguinte
C i e u t i í leo dr> los acadêmicos men- tcrprttar r, da nos-
próprios arai a- Gcuvéa do pensamento
"Prof Amaral; Tesoureiro,
entro a sagem: so
Jornada Cai- caríssimo e mui digno
quarenses. Dr. HéKo V. dos presi-
>os Santos.
Henrique A função de noticiar, divul- dente.
Liberalli" des- Renato Purchio. bem co-
que Alem das « nferéncias e dis-
vez UNIÃO FARMACÊUTICA DE
homenageia gar e honestam»nte orientar, mo da unánimidade dos mem-
a figura do disso.**, será executado um SAO PAULO
P»esidente E SOCIEDADE tem na A GAZETA
da Sociedade DA FAR- bres da Comissão Diretora
de social pro-
programa e cultural com DE FARMACIA E
Farmácia QUÍMICA MACIA, desde o seu
e São nascer, construção da sede do Institu-
Química de visitas ás indústrias locais DE SAO PAULO — As '
l aulo agre- exercido
e secretário-geral
da So-
com descrição, decói o e tc. venho, a - cnsei t do 28 a»M-
• Usina Tamoio. açúcar; Ander- miaçòes de Sá(>
ciedade Paulo constitui- espirito construtivo.
Brasileira Atestam-no versario d< A GAZETA DA FAR-
de HiiOoiia son-Clayton, rain
óleas vegetais; e a seguinte Comissão Regio-
ann*Cia, quantos, na profissão, lhe vêm MACIA, test munhar ao »nu-
se estenderá de Nestle, laticínios». nal — Dr.
15 Eduardo Valente S;-
7 dr acompanhando os nente dr. Antônio Nunes Lauo,
* lembro passos.
!f. m próximo, môes; Dr. J. H. Helou:
As adesões e de in- Dr. Em São Paulo, nossos
Sede pedidos meios seu diuno diretor, e aos seus
a P'ópi ia Fa-
. t.iH ,COtno
tuldade. formações Mírcio Paula Pereira: Dr. Má-
ora podem ser enviados associativo-profissionais nela admiração
em fase de colaboradores, nessa
gran- rio Ferreira Migliano:
u» diretor-eeial da Jornada. Dr. Joáo têm encontrado, sempre, ativo estima e alto aprêeo. E um
e »PerfeiçoB- Frne.sto
mental™?®'*®0*5 Centro Ccelho Júnior: Dia.
aP°* Acadêmico Sampaio e eficiente colaborador, entu- de E aqui,
sua lncoipoiaçáo postulado justiça
an » Maria de A Casta Valente; siasta e desinteressado, ein com .satisf.içáo. de manifesto
"f'cal d" «mino Vidal. Avenida Espanha. Ara- o
.m' 511. Dr. Antônio Ferreira Pinto;
nertor e suas iniciativas e campanhas. proclamamos
0 *>b » eíi- raquara. Dr. José Warton
cTe.íte h° Stado- Fleury.
O Instituto Farmacêutico de
do Ilieio Sáo Paulo. 1930 — Olrveiros
Feri 1/ llre,,RO prof. No número, daie- ACADEMIA
próximo NACIONAI DE São Paulo,
Cat<,t,látUü que poderíamos de-
do FARMACIA — Zeituni — Vice-presidente da
FarmacoJíSS. Náo constituiu siRnar
mos o programa completo da ctmo sendo, depois do
Comissão, solicitando aos Srs. '
Conselho e êste Estado, a Comissão pró-construção do
Jornada, á auguiamos o para
qual Acadêmicos
™njr„ís.scoivl'1j^d.ror efetuarem as ms- máxima obra do século, no Instituto Farmacêutico
que de
merecido êxito. cxiçóes com a Comi>sáo Nacio- tange á Farmácia, teve <de>de Pa ulo.
Página 2

llllllllllllll

EXPEDIENTE

• — «alas 301 e 302


Ku» da Conceição 31 i. andai

Posta» VÍ8
Caixa

- e d?s 14 âs 17 Ms
da Redação 43-a044 üut a as 12
Teieíone DE AZEVEDO
DR. ALBERTO BRAGANÇA

ite 1955 oor Antônio La«jo


Fundadc sm i93'J e dirigiai dual de Sergipe, e, ainda,
Ainda há pouco, dando
membro efetivo da IV Se-
a notícia do falecimento
DR ^NIONIO NUNES LAGO de Estudos de Teses.
Oiretoi Proprietário- ção
do Francis-
farmacêutico
UR MAK1U AL.tíU(aíUfciR(<«fUlt bEITE Pertencia à Associação
Secretario.
co Bragança de Azevedo, II
Sergipana de Imprensa,
cujo desenlace ocorrera na
- da qual era membro efeti-
O» Cuelutic CvutinhC St Oeul:ndO
COLABORADORES: capital de Sergipe. disse-
- - •>» vo desde 1951.
ü» Uurvai Torres Tomou
Amorim aca-
mos gue a Farmácia
EvulcLi OlweiTü • ü» Marte Uai- na VIII Convenção
11 parte
- bava de um de seus
gei - O» Milton Hnratzt S» Se» perder Brasileira de Farmacéuti-
*'vn*ecu - S"> 4rnitcat Carüoru lideres tnais representati-
bastia» cos, relizada no Recife, em
C frança Carreiro vos. De era êle um
Di fato. 1952, tendo delegado
sido
autêntico lider, no seio de
e secretário-geral da res-
«R O 3.) — Dr Zó- sua classe, pelas suas qua-
Santt» Maria Comissão de Le-
CORRESPONDENTES: pectiva
zimc Lopes dos Santos lidades pelo seu
pessoais, Em 1953 elei-
gislaçáo. foi
Paulo - Dr Juse Warton Fieury
Sáo amor à causa farmacéuti- to tesoureiro da Comissão
P Alegre — L/r M Roso Bento Jr.
ca, sua competência
pela Executiva Regional, de
Medicina do Rio de Janei-
Fêz-se esti-
profissional. Sergipe, para a IX Con-
1913. De 1913 a 1915,
dentro ro, em
3AZETA DA PARMACIA esta registrada ao ON1 mado e admirado, vençõo Brasileira de Far-
A e
- -elade "om curso de análise pes-
sot o a lüU3y Êstf tornai e de acordo e tora do meio farmacêu- fèz macêuticos e o II Seminá-
s a s, no Laboratório
o artigo 45 3c Regulamente Postai em vigor
tico, pelos q u i rio de Professores de Far-
justamente "Bruno
Lóbo", nesta cida-
IRAS sevs méritos próprios. mácia, em Curitiba; cou-
ASSINAI
Voltou Sergipe,
como de. para
PARA O BRASIL PARA O ESTRANGEIRO Tendo começado be-lhe, ainda, figurar na
onde se tornou proprietá- a
de na 4 Comissão de Estudos
Cr» UO Poi um mo .... Cr» *ho tw praticante farmácia, "Farmácia
| Registrado Bragan-
se rio da
lW)iHi a vulto 6 0# Bahia, onde estudou e de Teses, como secretário
rrê> «ao» Crí Numero . .<CrS
| de Laran-
ça", na cidade
via aérea Cr$ »00 «11 Número atr »sado Crt 7 00 veio a ser uma e membro efetivo. Perten-
Pot formou,
'Triburw de 1919 a 1945.
Composto da impnnsa" mais expressi- jeiras, cia ao quadro efetivo da
t impresso nus jficinus tu das figuras
Além da atividade pro- Associação Brasileira de
vas da classe farmacéuti-
RlODEJANblRO
da so- a se dedicou Farmacêuticos. Em 1955,
ca, como também frssional, que
~llllllllltlllllllllllllllllllllllllllHIMIItllllllllllllllllllll<lltlllllllllllllllHIIIIIHIIIIIIIIIIIIIIIHIMIIIIIIItllllMIIIII
em ra- desde a mocidade, teve como membro efetivo da
ciedade sergipana,

de ainda grande influência X Convenção Brasileira de


ido, principalmente,
11a vida intelectual e poli- Farmacêuticos, reunida em
suas múltinlas atividades

seu Es- tica de Sergipe. Em 1920, Pôrto Alegre, representou o


na vida de
pública
nomeado Presidente da Govêrno de seu Estado. Ain-
tado. foi

Alberto Junta Municipal de Po- da cnmo representante do


Nasceu o dr

na voamento do Solo. em sua Govêrno de Sergipe,


É bom saber Braqança de Azevedo par-

cidade Exerceu, ali mes- ticipou do I Congresso Na-


Cidade de Laranjeiras,

nove de mo. o cargo secretário


de cional de Museus, cm Ouro
Sergipe, 110 dia
"1 0
do Clube Literário de Preto.
do Brasil si- do casal Epíma-
A Indústria Farmacêutica 1884. filho
Abril" Em 1924 era eleito
e d. Terezi- Ainda é oportuno recor-
co de Azevedo
tua-se em sexto lugar no Mundo Ocidental, Conselheiro Municipal
de Azeve- dar que o dr. Alberto Bra-
nha Braaança
os (hoje vereador». De 1934 Azevedo faleceu
nosso DU- terminado ganca de
economizando o povo de do Tendo
para país
a 35, foi Prefeito do Muni- efetivo
e secun- como diretor do
cursos primário
ZENTOS MILHÕES DE DÓLARES EM DIVI-
cipio de Laranjeiras Arquivo Público de Sergi-
sua cidade natal,
dário em
a cida- Tomou no III Con- pe. cargo que exerceu com
SAS ANUALMENTE transferiu-se para parte

e. ali. foi Sul-Americano de Ioda a eficiência desde


de do Salvador gresso
no Rio de Janei- 1945.
Farmacêutica do Brasil tem trabalhar como pratican- Química
A Indústria
em 1910. ro e em São Paulo. Em linhas,
te de farmácia. poucas por-
sido fator decisivo nr aumento da duração
Drogaria e Farmácia Entre 1941-45 nova- tanto, cs nossos leitores
na fei

em vinte anos, a era. tía época, mente de Laran- encontrar ele-


de vida de nossa Caldas, que prefeito poderão
gente, que.
uma das maiores Droga- Era membro efeti- mentos para a biografia
jeiras.
elevada de 30 P^RA 50 ANOS APROXI-
teve
rias da Bahia Foi tam- vo do Instituto Histórico do ilustre farmacêutico

MADAMENTE. COMO TÊRMO MÉDIO DE bém de farmá- e Geográfico de Sergipe. sergipano, cuja vida pú-
praticante

cia em Laranjeiras e. de- Teve ação muito relevan- blica e profissional é uma
EXPECTATIVA DE VIDA.
no Ric de Janeiro, te no IV Congresso Brasi- sucessão brilhante de rea-
pois,

tendo servido no Labora- leiro de Farmacêuticos, lizacôes em de sua


prol
moléstias havidas infa-
Inúmeras por Farm Mi- reunido na Bahia em 1950, classe como ainda em be-
tório Químico
'Upra. neficio dos interesses co-
tuberculose, etc.) litar Formou-se em lar- tendo sido o vice-presi-
mantes ou incuráveis
mácia Faculdade de dente da Comissão Est'a- letivos
pela
são hoje controláveis e curáveis
perfeitamente

com os recursos terapêuticos desenvolvidos

nos laboratórios industriais farmacêuticos.

As infecções bacterianas, respondiam por


que

mais de 40c/< dos casos de imobilização e mor-

te até 1935, CONSTITUEM UM CAPÍTULO


CLIMA TROPICAL!
SUPERADO NA PROJEÇÃO DA SAÚDE PU-

BLICA. COM AS DESCOBERTAS DE NOVOS

'JTICOS
TERAPÊ DESDE AS
AGENTES
DIVITIMON

SULFAS ATÉ OS ANTIBIÓTICOS DE LARGO

ESPECTRO.

TROPICAL

Cinqüenta mil operários, técnicos e cien-

tistas trabalham na indústria Farmacêutica


Complexo de Vitaminas B

do Brasil RAMOS DE PRODU- *


QUARENTA Vitaminas —
C drágeas

DIVERSOS TÊM SUA EXISTÊNCIA


ÇAO

E DESENVOLVIMENTO ASSEGURADOS

PELA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA DO

• te • •
BRASIL.

A de nossa em todos
qualidade produção N. V. .
OtGANON OSS - HOiiAWO

os os exportamos é consi-
países para quais
ORGANON DO MASIi S.A.
derada DENTRE AS PE MELHOR PADRÃO

INDUSTRIAL EM TODO O MUNDO.

Pomada de silicone no
prurido genital

Nos cascs tão freqt entemen-

te rebeldes de prurido vulvar,

de vulvite p de bnHnono-fte

II (inflamação da «lande do pé-


4» nis» os médicos ersent nos es-

tão usando pomada de silicone.

8ihcone, como s» sabe é um Saúde Forca


torres tíàHi
conjunto de polímeros de silí
f mmrmm «a rs scj:u
cio caracterizados repeli- HAEMATOGEN
por

rem a umidade, formando na


PO' INDIANO doD"HOMMEL

pele uma camada fina mas con-


IN HONORE VIRTUS
M D 5 C R 5 0 5 C R D H ! C D S tínua a lAI «EUNIOOS PARANÁ
e firme que prcteRe LOA.

epiderme contra elementos am- Coiao '8S — CurU bO


COTAS INDiRNfiS ClfflM
bientes irritantes.
A(iaietaj

MAIO DE 1960
o\ Faimacia. á i n a
g

paraV e r m e s

ORA, PÍLULAS!

SEBASTIAO FONSECA E ANEMIAS

Dentadura» postiças para va- "larga!"


Quando o starter berrou

cas de raça estão sendo aper- Foi batata, a conta:


foi VERMINÓTICAS
"Dentist "Boticário\
Ward já na penta,
feiçoadas pela
Botou dez corpos na frente!
Newcomb". de Nebraska, Esta-
E assim foi na oposta,
pista Of
Têm QVO oyp^Qf
Idos Unidos. elas por fim Na grande curva completa,
rv,
evitar os bovinos, ruminan- Até que, entrando na reta,
que
Estacou subitamente!
do matérias estranhas com o

capim, sofram o desgaste dos


Oue diabo terin havido
dentes, o resultar "crack"
que poderá Para que o indòmito '

em doenças e até Sofresse tamanho baque,


no encurta-
GSs
Tão grande e feio fracasso?
mento da vida dos animais.
E enquanto os outros cruzavam,
Em largo galope a meta,
Quem conhece o Jaime Torres,
O bobalhâo do pateta
Galeno super-notorio,
Vinha longe, a
Chefão do Laboratório pasco passo...

lhe deve o nome e a vida, r stlula


Que
Até hoje ainda se fala
Sabe que o mesmo, em Campinas,
Na tremendérrima vuia
Possui um haras bacana
Terminado o anancamcnto, Oue. ao vê-lo fechar a raia,
No qual a criar se dana
Com muito sangue e saliva, Todo o
púbico lhe d°u
Puros-iangues de corrida.
Esperou-se que a gengira "perna-de-pau!
Bacamarte!
Murchasse, ficasse limpa Matungo! Burro de carga!"
Não sei se èle cria vacas,
"crack" Feito o que, tirado o molde, Eis a messe farta e amarga r/miZMnv*
Se é ou nio nesse oficio;
Prevarou-se a dentadura. De apodos èle colheu.
que
So sei que seu grande vicéo Que b'bza de brancura!
(Segundo afirma o Fleury»
Que dentadura supimpa.' Só na manhã do outro dia,
f: ficar, horas inteiras.
Quando a era varrida,
pista
Faca calor, faca frio,
A principio, como é lógico. Foi, afinal, ccnhecida
Dctcalco, à beira do rio,
aquè'e troco A ra*óo daouele fiasco.
Com na bòca,
Vendo se sai latnbari.
Achou-a vm camlarico.
Foi quase vma coisa louca
Em três pedaços nurbrada,
Mas, ou assim ou assado. Para o do cavafo:
pebre Naturalmente
pisada
Cne ou não crie as bnv nas. Não comer For TRATAMENTO RACIONAL SEM VERMIQDAS
iwdiu milho. qualquer eqüino casco.

Enquanto penteia as crinas Só mingaus. sopas Visado S. N. F. M. —————


e papas. polo
Azar... l
(lamenta-se o Jaime
De seus velozes corcéis. Até conseguir as chapas
que
Quando alguém no assunto tcca
O fato é que o Jaime é um gajo Na bòca formassem ca'o. Ou tenta fazer fofoca
Cam "Bot
por cento progressista. Em tòrno de cário"). O CAFÉ CONTÉM VITAMINA B
Quando is o ocorreu, caramba, Só
Sempre em busca pelo azar de um espirro
da conquista
Cavalo mais e evférico, A xícara de café que você to- i pertantes quantidades de vita-
prosa Dado tora do memento
De noiws grandes luuréis. "crack" ma
Df alegria ma'$ pela manhã talvez esteja mina, se fôr tomado em doses
pletórico. Foi quê um cem por cento j
Nunca num haras viu contribuindo de maneira signi- suficientes.
se Como o meu o páreo! |
*nha perdeu
Não duvido, pois, que t "BoUcório", licativa a manutenção
ao ver'as éguas, para de
A niacina existente no café
(Segundo o Fleury me narra, sua saúde. Esta a
Abria um lar no sorriso. é conclusão
E. então, ficamos sabendo talvez ajude a explicar
Sèriamente e não de farra) ' porque
E dizer é de um grupo de pesquisadores
nem preciso Oue. auando o cavalo. a não é encontrada
grande ' pelagra em
Fe-to a tal experiènca "fiu-fiu"... da Tulano. no
lhes fazia Universidade de
Que Os outros, longe, a escoltá-lo, algumas regiões onde seria de
Botar dentadura em bcho, F.stad > de Luisiana. xíca-
Uma
Entrou na reta final. esperar a sua em vir-
Segundo wado presença
o processo ra de café contém de trés
Claro está que Jaime Torres, Qva'quer cisco inesperado perto
q tude da deficiência de vitami-
E plenamente aprovado miligramas de niacina. uma im-
"crack" nho,
"cracks" Vendo seu tão l ndo Lhe penetrou no foc na B na alimentação. O cos-
Por outros da ciência. vitamina B mais co-
Obr'qando portante
o coitadinho ' tume de tomar café talvez seja
E a todo instante sorr;ndo. nhecida pela sua função de evi-
A dar o esnirro fatal. a explicação, sugeriram os dou-
Apenas, naturalmente. "mobília",
Mostrando a nova tar a Esta dose repre-
E ésse espirro foi tão forte, pelagra. tores Grace A. Goldsmith, O.
Ccmo é fccd aceitá-lo, senta um terço ou um
Achou nenhum cavalo De tamanha envergadura, quarto
que Neal Miller, Walter G. Unglaub
Não Io, vaca, foi cava'o da necessidade mínima diária
Conseauiria Oue arrancou a dentadura e Karen Kercheval no número
vencê-lo.
O bicho que éie escolheu: de um adulto. As experiências
E avacalhou o animal!... de dezembro de 1959 dos Anais
Um cavalo puro-sangve E. pois, tratou de inscrevê-lo realizadas em cinco adultos de-
MBoticário da Sociedade de B ologia e Me-
Oue se chama "Grande
No Prêmio Brasília". monstram que a niacina con-
"b^ològicamente dicina Experimental dos Eíta-
De cujo primeiro páreo tida no café é
"crack'* dos Unidos, em Nova Orleans.
Ncs jornas muito se leu. o deu entrada aproveitada homem" e é
Quando pelo
O SABONETE
Na grama verde da absorvida e excretada da mes- (A hoje virtualmen-
pista pelagra,
Mandou, po.s, v,r de Nebraska Do Jóquei Clube ma maneira que a substância te inexistente nos Estados Uni-
paulista,
D"ntista-Vetrrinàrio Não queiram saber, meninos! química pura. Para isto. porém, dos, era muito freqüente, só-
"Boticário", Todo
Contiando-'he o público presente é preciso que o café seja bem bretudo. no sul do pais. Carad-

Seu formoso gamnhão De assombro so lando uni brado, torrado teriza-se a moléstia por lesões

E durante um mAs inteiro, Ficou logo escravizado O café mal torrado contém na pele, náuseas, vômitos e diar-
"Kolina*"! —
Sem da--anfo ou domingo, De seu sorriso RESINA menos niacina perto de uni réias e, finalmente, alterações

miligrama xicara — mas tio sistema nervoso


Ficru assi tmdo o nr.ngo por central, co-

Maróbrar o bot câo... Nem é eu diga pode fornecer ainda assim im- mo a demência).
preciso que è umo nv*rovilhot

Que o favorito pareô do


Claro esta que o puro-, angue, "Boticário",
Foi o nosso
Bòca mo'.e. dssdentodo.

encibu'aito Sorriso feito corcel.


SentUt-se Crianças
"crack'' que
Sempre que via uma cgua. Surgiu, afinal, o

Mas o inu?w. que nor certo, nascem


Capaz de, na areia ou grama,
Tnl fenômeno previa.
Rasgai o cartaz e a fama /Voro hipotensor,
Não descrrwfva um vi dia com manchas
'-crack" "Farwell"!
E no não dava trégua. Do invencível
desprovido de nçfio depressora xóhrc 9
vermelhas

Muitas criauas nascem sistema nervoso central.


com

an-rierms. comumente chama-


"sanais
dos de morando" São

t um ares formados por pequenos


vasos ranguíncos Há v^rrs ti-

pos. mus a maioria desaparece


FORÇA! DECASERPIL 5 mg
eventualmente se"i qualq-ieres-
Hf tr*»t*me!.to

Pe o médico aconselha esne- • motoxi • dossrpidina)


(10
rar oara ver se o sinal da crian-

ça desuoarece- nâo insiftam em

fnrer alguma coisa ou em pro-


curar o'ttro médico que quebra

w- wPk^ xxin tratar do anciorra com nroíii-


I rill iM
tos ou'm«ccs ou re»nové-!o nela queda lenta, progressiva e durável das

cirurga. Pod«*r-se-á mais tardo tensões máxima e mínima

recorrer á cirurg'a pMstica, se atenuação rápida dos sinais funcionais


lôr necessário
ausência de acumulo no organismo
O t'no comum de sinal de
possibilidade de tratamentos prolongados
meranao nas crianças cresce

dur-ante vários meses e, às vê-

zcs. assume nrororeões assus-

t adoras Penois néra e comera

a desaparecer vazaro^mente

Se o s'na' é muito trrande e cs-

par de deixar rugas na pele

quando n dc^o^rrráo houver


m TUTAMENTO BA HKRTENSAO ARTERIAL
desaparecido é coisa que pode
st corrWida i>ela cirurgia piás-
tjr-j Fo fic1 cm lupar que po«sa
ser not?dn.

N?m todes os angiomas são

do tipo que desaparece


Frases cw 1S ctnprinüiss

dosãdts i 5 m§
0 Al FO |.A\ %\I»S
caTciotõne

VIT.V COM VOn"


SIMPIES COM

• •
RECAIWFICAME TÍMC9 NERVOSO MltttfMKI
SILVA R0USSEI
ARAUJO-ROOSSEL S.A.
^LABORATÓRIOS

DESDE 19»
nuuncAo EJ III IE JANEIRO
© GEMOL

INSTITUTO MHTIINO CUlMIRlES DES F-l


O.) tiu u urnirado mnilio •
IIOPOIOINA (M

Ma orüh« se e»ori«
MAIO Dl 1960
IufÃ*MACIA.
P ó i n a
g

A PEDIDOS

Ao Comércio

de S. Paulo
Farmacêutico

colega da Farmácia: .
Prezado
de Voce para vencer
Comércio Varejista precisa
Nosso
afetam sua sobrevivência e pros-
os problemas que
graves

peridade.^
fôrças, de tôdaa as energias é in-
as
Varejista não deve desgastar-
, O Comércio
dispensável.
com todas as classes que nos
conflitos
se em permanentes
de nossas reivindicações. Não
ajudar na conquista
podem
os interesses de nossa coletivi-
igualmente pôr
podemos

dade a serviço do carreirismo pessoal.

Varejista unido no ideal de encon-


Somos o Comércio
de amparo comum, contra as
trar soluções de progresso e

e inutilizam, criando Inimi-


dissençôes nos dilaceram
que
Somos o Comércio Varejista uni-
em todos os setores.
gos
e na honra de quem constrói,
do, com base na dignidade

exemplo, de serve. _
de dá o quem
quem
mim para as eleições que
Nossa chapa, encabecada por
Comercio Varejista de Pro-
se realizarão no Sindicato do

São Paulo, em 17 de tunho de


dutos Farmacêuticos de
nossa classe. —
a lutar nós, por
<$$&&$&. 19fi0, e que se propõe por
alheias — é a seguinte:
não e ingerências
e por pretensões

*
DIRETORIA
— Farmácia Drogalar
OLIVEIROS ZE1TUN1
— Farmacia Buenos
iSi^ ALVA RO M ARQUES
'VB^v'OK WL QUEIROZ

Aires
— Farmácia Silva Bueno
JOSÉ SOTELLO
GEVRAL PROTEÍNA

SUPLENTESt
Suplemento d( vitaminas, minerais •
• Pó — Gomes
proteínas DE CAMARGO Farmácia
JOSÉ FERNANDES
— Farmácia Nossa Senhora do
ADALGISO VOLPINI

Sion

DE OLIVEIRA - Farmacia Vila


NEWTON TAVARES
Suplemento nutritivo de
grande valor
M»r'»na

aqueles devem ingerir CONSFLHO FISCAL:


para que eleva-
COM ESI — Farmácia Bandeira
JOSÉ

RAU.VO — Farmácia Araújo


das de LHIZ S*LV%
quantidades proteínas man-
GEVRAL SALLES — Farmácia N. S. MonfSerrat
JOSÉ RUBENS

tendo baixo teor de também é


calorias. 60°/o
SUPLENTES:
apresentado
GANDRA VIEIRA — Farmácia Drogaselina
JOSÉ
de seu é constituído
peso de em cápsulas
proteí- MOl'RA — Farmácia AUanra
WALDEMAR

NICO^MUS — Farmácia N. 8. dos Remédios


RUBENS
nas fáceis de ingerir e de assimilar.

DELEGADOS:

ZEITUN1 — Farmácia Droraiar


OLIVETROS

FLEURY — Farmácia Oliveira


JOSÉ WARTON

PEREIRA DE MELLO — Farmácia Jaragua


ANTÔNIO
GEVRIL

SUPLENTES:

EUCLYDES BORGES — Farmácia N. S. de Fátima


Divisão UDEME
JOAQUIM DE OLIVEIRA — Farmácia Santo Estêvão

M*»C»ONI — Farmácia Cantareira


Cyanamid ATÍLIO
Química do Brasil S. A.

Rio da Janeiro • Av. Rio -


branco, 131 21.° a Farmácia de todo o
Com seu voto congraçaremos

São Paulo - Rua Lavapés, 326 Brasil para realizarmos:


o _ cujo
1 o CONSELHO FEDERAL DE FARMACIA,

se acha no Senado, e que dará a mnito* do* nossos


projeto
companheiros independência e estabilidade or^fis^nai,

além de vantagens aue o Conselho nrooorolonará.


Tecidos de
2.® — O INSTITUTO FARMACÊUTICO DE SAO PU'-

LO, dando instalações e meios a exnansáo da ch«e


para
nylon enti-
Carne de aves equilibram produzem e sua projeção em relação ás demais as-oriacões e

dades ligadas á nossa ativid»**» nrof<s«ion*l:

alergia? 3.® — A DEFESA DO COMÉRCIO VAREJISTA, encon-

trando as bases de cooperarão econômica entre o atacado


Ouvem-*e multa* queixa* de
e o varejo, evitando a competirão destrutiva e encontran-
a taxa de colesterol alergia » tendes de nylon pes-
soas hé que afirmam nfto poder do os meios de progredirmos em harmonia:
vrstlr roupa* de fínm lo- le«ri*tmaa
di- ca, segundo muitos .nyiou. 4.® — A cononista de nns«ps reivindicações
Ültimamente, trabalhos de mediccs,
go com renego u!*r^'ca: urticàrla
vulgaçào tém aparecido na un- transtornas, em relação à Indústria F?rw*M'itVa:
graves principal- dermatlie. et r
chamando a atenção do mente às pessoas que sofrem 5.® — A DEFESA DO COM^dO VAREJISTA. garan-
prensa
Investlua<;Aes feita* Da Alemã-
público para a importância da de distúrbios circulatórios Re-' tindo-lhe subsistência, a criarão de
a condiciona odo-se
nha, com a minúrta própria dos
taxa sangüínea do cole.sterol. ferem, ainda, o» clínicos, que a
germânicos <>< nduiram ao novos estabelecimentos ao nermltido oeln desenvolvimen-
que.
Essa substância nor- ingestão de certos alimentos
produzida contrário do aue ae supunha, o* no supHmen-
to do mercado e obtendo melhores condizes
malmente no organismo deve gordurosos promove o aumento ca soe de reac&o nAn ser
podem
to de nossas farmácias.
estar contida em limites cer- da taxa de colesterol no san- atribuído* ao nvlon. em vl*ta da
Com amisade. compreensão e energia aplicadas ao
tos, o seu aumento fato êste tem levado lusolub lidade rtn material e da
poi5 provo- gue, que
obnervaçâo de as irritações bem da Farmácia, caminharemos nara vitória e a
muitas pessoas. Inclusive por que a para
cutâneas *fco mal* freauentea com
Indicaç&o médica, a se priva- luta construtiva, resolvendo de todos e para
problemas
os tecido* muito fechado*
rem de determinados alimentos. todos.
O nylon m imotema da gordura
5.° O Hwnnto, de npor- Cordialmente
Congresso Pon- grane'.? cut&ncn e o tornn auasc tnaper-
tnnidade, vem merecendo sérios tneAvel è latia Oliveiros Zeltuni

Americano de For- estudos dos pesquisadores, ten-

do, recentemente, o dr. M L

macio e Bioquímico Scott, professor da Univei sida-

de de Cornell "USA), verifica- AS


* COLEGAS: INDICANDO GENTIS CLIENTES
tConrlvfffto da I om 1
do que as gorduras de carnes

hora o preenchimento das ms- de aves apresentam o tipo de

criçôes Portanto devem composição capaz de beneficiar


pro-
curar com urgência, as sede» a taxa de colesterol. Uma oas

tias sociedades estaduais, salte* mais significativas conclusões

fazendo ok requisitos regula- do trabalho desse nutricionista


"mesmo
mentares. é a seguinte: quando
a taxa de colesterol do sangue
Como delegado (farmacêutico
é alta. a sua red»câo pede
que comparecerá ao Chile to*
ser obtida pela ingestão de ali-
mando parte nos trabalhos, pas-
mentos contendo ácidas graxos
seios e festividades» a taxa e
nio saturados" «característica
de 20 (vinte) dólares ou Crf

5.000.00 (cinco mil cruzeiros). esta exclusiva da carne dc ave»

Como correspondente (farma- enquanto que as das especies

céutico que náo irá ao Chile pRAotrrn parm acpittico n\


de açougue encerram gordu/a* para o TKATAMRvrn
mas poderá enviar trabalho de
saturada.*>.
sua autoria, moçáo. etc.) a taxa CCTIS, TEREIS PRATICADO UM ATO
' OE COLEGUISMO
de inscriçáo 10 ou As conclusóes do professor
é de dólares

CrS 2500.00 (dois mil e Scott confirmam trabalhos de


qui-
nhentos cruzeiros). Agradecidos
outros médicos e pesquisadores
«

O Congresso ê eminentemen- todos recomendando a inciusà*

te cientifico-profissional de maior número de vézes das


STUDART S/A. IND. E COM.
E' dever tomar parte neste carnes de aves nas dieta* das

ates- Farmacêuticos
Congresso Pai-Americano. pessoas portadoras de certes

tando a pujança da Farmácia distúrbio?, principalmente os

Brasileira. hipertensos.
AGakta^

MAIO DE 1960
n% Fãímacia»
Pagino S

Forma
mva

de im
um mi
medicamento tradicional:

TRANSPULMIN

Quinino

óleos
etéreos

Cànfora

0
CONTRA TOSSE

Éter
glícéro-guaiacólico

Citrato
de oxeladin

I II HI
¦ m il I

Concessionária: sao Paulo


I.M.I.D.A.S. S A

A ciência e a
a técnica na A de um av
artigo
época
propósito

do Infante D.
D Henrique
sobre Antônio Lago

y. W
__
Conferência Carlos homenagem memória
proferida pelo prof Em à trar a distinção, que teve o
de Antônio Lago, o inesquecí- dr. Ivolino Vasconcelos para
Henrique Liberalli, na Casa de Portugal
vel fundador de GAZETA DA com êste órgão, ressaltando o
FARMACIA. Uve o nosso ami- trabalho e as qualidades pes-
de Sào Paulo
go dr. Xvolino de Vasconcelos, soais de seu antigo diretor. Do

que foi grande amigo de Antô- artigo dito, so-


propriamente
A Casa de Portugal de S prof. José Pedro Leite Cordei- nio Lago, a gentileza de re- mos suspeitos fazer apre-
para
Paulo 110 seu ci- ro do Instituto His- "Tribuna
prossegulndo presidente na Médi- ciação, mas a intenção do au-
produzir,
cio de conferências henriquia- tórico e Oeográfico da capital; ca" de 13 de maio, um artigo, ter muito nos sensibiliza, tan-
nas apresentou, no passado dia prof. Flamlno Favero; Ernesto sôbre
que escrevera, a pessoa to pela sua espontaneidade,
4. o prof Carlos Henrique Li- Soares e Antônio Loureiro, res-
e ação de nesso fundador. Ê ccmo pelo sentido de
judicioso
beralli, da Faculdade de Fár- pectivamente presidente da As-
uma recordação que muito nos seus conceitos, escritos de for-
mácia e Odontologia da Uni- sembléia Representativa e vice- comove, sobretudo pelos laços ma escorreita bem da
própria
versidade de Sfto Paulo que da diretoria central
presidente de afeto que nos ligam àquele de Ivolino de Vasconce-
"A pena
abordou o tema Ciência e da Ca.>a de Portugal: escritora. a quem tudo devemes. los, além de estudioso e
que
a técnica na época do Infante D. Ligia Ferreira Lopes: prof. Embora já tenhamos publi- mestre da História da Medi-
D Henrique" Cantidio Moura Campos; prof. cado rápido se
o trabalho, que cina. é também um esotitor
Além do ilustre orador, to- Almeida Magalhães; Tito "Antônio
prof. intitula Lago. Parsi- flrente e penetrante.
maram assento à mesa. os srs Lfvio Ferreira e representantes fal da Farmácia Brasileira", Muito obrigado, sinceramen-
da Associação Comercial. R ta- não deixar regis- *e.
Brandão. vice- O Liberalli podemos de ao autor e ao editor.
Álvaro Soares professor quando
ry Club e Sindicato da Indús-
pro feria a conferência
cônsul de Portugal, a quem
tria Têtil "rq
coube a presidência dos traba- O conferencista foi apresen- terminiamo geográfico-histórico
11-os; Salvador Rocco; tado pelo dr Álvaro Soares Portugal teve no mo» fcti
prof. de que
Brand&o, antigo colega do pro- mento o herói
preciso, provi-
fessor Liberalli. que, com jus- dencial agindo tato e
que. com
tiça. evidenciou o valor e o mé- discernimento, pôde paulatina» pia
rito do (lustre orador da noite. mente, fundado em sadio em-
fa ti togo 'dietna
O Carlos Henrique Li- canalizar dc mudo utll de otoatas atiltrada? em Medicina e
prof pirismo,
"Se
beralli. disse Inicialmente: as tremendas energias de uma Farmacia liado» prineinats: tingem «inonimia parte
é certo n&o pudesse, no côro de nacáo. E foram homens asada
jovem onnnpal» earaetere» » constituinte» químico»
voses que se levanta, em todos práticos, peritas nos seus mis-
•ao» farmaro-terapêutico» forma» farmacêuticas babl-
"mundo
os cantos do que o teres (pilotos, cartógrafos e ta-
Nexa tuat» o»«"iogla prroara Ae» evtempnrinea» obtida» de
criou" — e mesmo bricantes de instrumentos) os
português
extrato fluido etc Erguido de memento terapéwtiet e
fora dêle — cantar a gló- os fatôres
para que permitiram que
D Henrique, apontados convergissem numa tmtiee ^ori<iota
ria do Infante

neste centenário ds sua resultante extremamente pode-


quinto
morte, nfto faltar a vos rasa". - — Farmco
pudesse ClilÇAO 1942 esgotada
Raio História da Ciência, nunca E terminando, entre vibran-
da Raul Co-mbra
"Hoje,
tido mais mesquinho In- tes aplausos: no cora-
terá
honra de aer aqui ção da América, além do ooea-
têrprete A
— revista - I95t —
selva t. KIMÇAO e aumentada
seu veiculo, devo a no subjugado e da do-
e agora o
¦atalntes mada, a energia de um cr- pelo Pra F-.rn.ct & ütnii ia Silva cate-
tão sòmcnte à generosa ititen- povo
"aos
Casa gueu ventos que háo de dratico Farmácia Galénkca da Fac. Nac.
çáo dos dirigentes desta de
Isco pronto — er- vir" uma cidade de sonho, me- do Brasil e
benemérita monumento Farmácia da Universidade
trópole da fé e da esperança,
á concórdia luso-brasilei» Catedrátlco de Farmarognosia da Fac.
guido
Formulo de capital do futuro Em seu bra-
olemô ra, tanto á fama Rio.
quanto Farm. e Odontologia do Est do
— sáo heráldico voam no campo
Portugal ao programarem
verde — oceano e selva — aos
êles êste Ciclo de Conferências
do 13? paginas Preço: Cri 1W.H
quatro pontos quadrante.
Henriquinas"
setas de ouro. a repro-
quatro
Km seguida, o Prof. Carlos
duzir, na forma em expansão, Edição do Labora orio Cltntro Silva Araájo S 1
Henrique Liberalli. passou a
o signo das caravelas de Cris-
transmitir à numerosa e seleta
Rua Senador Fartado, 121 — RIO DE JANEIRO
to. A seta lançada pelo Gigan-
assistência os capitulos dôsse
"para
sejam, a cultura te — o Infante, além do
trabalho, ou
Pedidos os editores, acompanhados cheque ou
em Portugal no século XV". para por
horizonte azul", cristalizou, na
"As vale-postal, de Janeiro
ciências na organização pagável no Rio
* "A seta dourada das armas de Bra-
dos descobrimentos e toe-
Um produto AGRO-LAS ca- silia, o espirito de Sagres, qual
nica na obra do Infante",
"a
em afirmou: epo- símbolo do Ímpeto lusíada a
pitulo que
teve Ho Rio de Janeiro, encontra-se à venda também na
Mvo das navegações não
Gl>c«' 0.465 C P 0473 péia renovar-se. agora, naqueles que
SAO origem nos eruditos legados da Livraria Francisco Alves
»AtliO espaço-lemoo. a
continuam, no
ciência medieval, nem foi por

Motivou-a de» epopeia da Raça'.


êles orientada. o
A(ÍA2:ETA^

MAIO DE 1960
oa Faímacia.
P ó i n a
g

00 MUNDO"
EI
EM VÁRIOS PAl®
I
ENSINO DE FARMÁCIA
O

seis çóes em Farmácia. Pesquisas em


farmacêutica começa 1 secundo uno. que constará de
Instrução
DR. ANTÔNIO DA SILVA JÚNIOR da diversos ramos da ciência farma-
um ano de aprendizagem cadeiras, haverá um estágio
com prá-
céuttca Incluindo descobertas re-
tica numa farmácia, onde o estu- «rês ineses numa farmácia hospl-
CECC FARMACÊUTICO") centes.
dante começa a ensaiar os talar; o terceiro ano tem oito ma
primei-
em Farmacêu- fim do ano As dificuldades de aersso a è -
ros passos Técnica ténas; no quarto
Cândido Fontoura, sempre tão atento aos problemas conduzindo
1 tica e Farmácia Oaiènlca. No fi- cinco cadi-lras. ln- tes cursos ao grau du
«onstando de
carta a seguir transcreve- 1 ."Master" fazem com êles se-
da farmácia, enviou-nos a que nal deste primeiro estágio o alu- cMuslve. História da Revolução que
no será submetido a um exame a a farmacêu» jam uns autênticos cursos de es-
mos. bem explicando o título e o conteúdo da matéria: Turca, o candidato
fim de ser apurado o seu aprovei- em uma col. No ano letivo 1047-48, enire
tico estugiará novamente
Meu caro Lago: as de alunos matricula-
tamento. Aprovado nesse exame, o duração de centenas
"Eco rarmácia. porém, com
A revista Farmacêutico", sob estudante estará apto a Iniciar os dos ein Farmácia na Universidade
querida portuguêsa três meses. Após êste curso geral
estudos toórlcos em tôda a de Colúmbla. apenas 12 consegui-
a incansável direção da nossa colega D. Silvina Fontoura que de especialização
ná ainda cursos
Orécla só poderão ser freqüenta- rum a sua matricula nesses cur-
vários ramos, os quais demo-
de Carvalho, cuja ilustre e prestante todos eni
personalidade dos na Seção de Farmácia da Fa- sos.
mVis dois anos a concluir.
r<im
aprendemos a admirar aqui no Brasil, tem publicado uma culdade de Ciências da Universl-
existe uma "Doctor".
Na Turquia apenas Quanto ao grau de em
sobre o en- dade de A'enas. Em quatro anos
série de artigos do dr. Antônio da Silva Júnior, ens:nando Farmácia
universidade rei^ra apenrs a éle concorrem os
sáo ministradas quinze cadeiras,
sino e o exercício da Farmácia em diversos pàises. De to- a de Istambul. que se destinam ao magistério uni-
algumas das quais em dois ou
versitário. Além dêstes cursos,
dos os colegas que tive a ventura de conhecer mais anos No final de cada ano — 8ô hà uma Facul- "Phar-
portugueses 12) Israel
ainda existem os chamados
1951, letivo há os exames de
praxe. No em todo o ter-
durante minha inesquecível estada em Portugal em dade de Farmácia
exa- macy Extensias Courses", aos
fim do quarto ano além dos Al«umas cadei-
— far- rltórlo israelense
foi com D. Silvina manter como todos os quais podem concorrer os alunos
que pude mes concernentes ás cadeiras do na Faculdade de
ras eão cursadas
— das que tenham completado os quatro
macéuticos brasileiros contacto permanente através ano. ainda haverá exames num é de anos
Ciência. O curso quatro
anos de estudos teóricos constan-
certo número de cadeiras denoml- vinte e seis cadei-
da sua apreciada revista em belo gesto de con- com o total de
paginas que, tes de dez cadelra6 sendo uma
"A nadas báslci.s" Sendo aprovado, destas dadas em
ras. sendo duas
fraternizacào, mantém uma seção Vos do delas (Parasltologia) desdobrada
permanente: o candidato a farmacêutico é obri-
dois anos consecutivos.
da fazer mais estágio nu- em três partes. A
proporção de
Brasil" á assim D. Silvina uma verdadeira consulesa gado a um
Estados Unidos da América
ma 131 senhoras entre o total de pessoas
— farmácia dumnte um ano, íln-
nossa classe em Portugal. As boas amizades na felis — O sistema de ensino
do Norte formadas em (armáda nos Esta-
do o qual reyresisrá á Faculdade
os seus é assaz
expressão de Monteiro Lobato - são como os bons vinhos: em todos grátis dos Unidos da América do Norte
para se submeter aos últimos exa-
e muito variável de Es-
complexo é de apenas 7 cento.
melhoram com o tempo. Assim, o tempo volvido desde a mes* provas práticas em alguns por
Estndo A duração dos
•outros tado para
assuntos e orais em Apos Exercido nos festa-
minha viagem a Portugal só tem feito aumentar a nossa de Farmácia va- profissional
estudos teóricos
se4s anos (na melhor das hlpóte- dos Unidos da América do Norte;
ria de a sc4s anos. segun-
admiração obra e de D. Silvina Fon- sesi quatro
pela personalidade de ter Iniciado os seus estu- 1.® — Farmácias Particulares on-
do os Estados A partir do pre-
toura de Carvalho. dos universitários, queé uma pes- de exercem a sua atividade cêrra
ano a extensão do
soa sente (19601
na Orécla poderá oruilhar-t>e de dois térços nos t ossos colegas
Procurando divulgar no Brasil o interessante trabalho unificada em tôda a
curso será
ie ser farmacêutico. norte-americanos;
norte-americ-na com a du-
do dr. Antônio da Silva Júnior, ao meu prezado cola- nação
pedi
estudos teóricos em 2° — Farmácia Hospitalar. Além
7>. Holanda — NOs Países Pai- ração dos
borador e amigo, dr. João H. Heloa que lhe fizesse um re-
anos. A duração rio estáulo das ocumçóes Inerentes a
xos o curso de Farmácia é admi- cinco qunllda-,
sumo, o éle realizou proficientemente, t ésse resumo é muito variável é co- de de Diretor, o farmacêutico aln-
que niatrudo nr.s Faculdades cie Ciên- também
em alguns Estados a obrl» di riesemi»enha, dentro do H^sn -
lhe remeto, o abrigo lhe dar nas colu- cias O curso é dividido em três muni
que para que puder
de um -ano c.e está- tal. mais as seguintes funçóes:
MGazeta clcioa. tcrmlnnnlo cada um gatoriedadr
nas da Farmácia", com a convicção de por um
da que pres- os estu-
exame. O pio antes rte se Iniciarem elabora o formulário hospitalar; dá
primeiro ciclo dura qua»
tará a numerosos dos seus leitores o mesmo serviço de pre- teóricos. Uma característica aulas nos cursos de enfermagem:
tro anos que termina com um exa- dos
me "Cnndidaatscxa- dos currículos além de nv-tétlas médicos e cirurgiões; tein voz atl-
ciosa Informação que me prestou. denominado
meu" cientificas compreende matérias va em assuntos sanitários.
abraeo o secundo
período tem a
Um cordial,
duração culturol* (Inglês, liimias estran- 3.® — Indústria Farmacêutica —
regulamentar de três anos,
O VELHO FONTOURA História. Sociologia. Filoso- como diretores de no
mas a maior dos alunos só gelras, produefio:
parte
o vence fia etc.! No ensino universitário contrôle químico e bloWVIco: em
ao fim de três anos e melo
Atendendo à solicitacão do llus- prletárlo da farmácia. Para aber- a americano há os senulntes çraus: traba'hos de Investigação: na
quatro anos No final dêste se- "Doctor".
"Bacholor". "Mas^er"
tre amigo, divulgamos o resumo tura de uma nova farmácia abre- ciclo e criarão de novos medicamentos.
gundo há um exame cha-
o dr JoAo H. Helou fêz do 'doctoraal" o currículo do
que se concurso, ao só podem mado O terceiro O autor apresenta
qual ciclo 4.° — Serviços Públicos ai l,u-
trabalho: "College da Uni-
referido concorrer os farmacêuticos sem é um curso de of Pharm-icy".
especialização nu- sares eóbre a alçada do Oovêrno
ma das versldade de Columbla. como uma "U.s
farmácia e que tenham p?lo me- seguintes especlaMdades: Federal: no Public Hcalrh
1) E-panha: A licenciatura em o curso varia de
nos anos de exercido da Química Análftlca. Análises citação, lá que «r^ss
dez pro- cüni- Service"; nns 1 Armadas: no
Farmácia estende-se por seis anos Estado. Os estudos "Dep-trtment "Fe-
escolhido cas. Fltoqufmio.i. Bioquímica. Far- Estado para of
fissão O farmacêutico Justice"; no
de estudos universitários. mesma ao de "ln-
macologla ou Bactertologia trórloos conduzindo grau
só terá a pagar o valor intrínseco "B.tchelor deral Trade Commisslon"; no
extensão do curso de Medicina. O ln Pharma-
of Sdence
da farmácia. O tucro legal sóbre ternil Revcnue Den->tm"nt"; no
primeiro ano é cursado nas Fa- Durante tôda a extensão io anos. num "Bureau "Food
ty" preenchem quatro
a venda das especialidades far- of NarcotlcS"; no
cuidados de Ciências e os restan» Curso é obrigado a fazer e uma mitérlas.
peque- totn] de vinte
oscila entre 21 » M md Drug Administration" .ino-
tes cinco nas Faculdades de Far- macêutlcas nos estágios numa farmácia em duas
Pu- send-j algumas delas
mr^damente nos serrlços labora-
mácla Num total de dore Univer- por cento. A limitação das far- ra completar o curso é nrcessário (Economia Farmacêutica e Farmá-
torlals e como Inspetores da ln-
sldades espanholas existem quatro mádas é função exclusivamente do ainda um ano estágio em
de que en- da de substâncias medicina*s).
dús ria farmacêutica e gênc-de
Faculdade de F rmácla:. de Ma- número de habitantes: oito mil globa vários i ou
assuntos que é r ma- três (Tecnologia F rmaeêuti^a
roa alimentícios e indústria ali-
drid Barcelona. Santiago de Com- nas e dez mil nas zonas tado mais Oalê- "Indian
cidades por um exame, essen- em quatro parles (Farmácia n-entar): no Bure- u"; no
postela e Granada. São ao todo rurais. Tódas as farmácias clalmente nas ano. a dura-
pre- prático, mn»érias nica». A partir dêste Federal no
"Ba- Securlty Auency":
26 cadeiras, ateumis ministradas de seguintes: "Veterana
param uma extensa gama me- Botânica. Quirtlcs Aua- ção dos estudos teóricos para
èm Administration" t
dois anos. Os Licenciados em lítlca
dicamentcs. Os eél?bres medica- Quantitativa e Qualitativa, cholor" passará a ser de cinco
Farmácia obter, depois de bl Lugares do âmbito dos ko-
podem mentos — abreviatura de Química Orgânica. anos. o de resto acoutecerá
STADA Química Onor- que "State
fazerem o curso correspondente, "Standespemeinschaft "College». vernes Estaduais: nos
Deutsche? ganicfl e Farmácia OHlênlca Só em todos os of Phnr-
diplomas de especialização em Beards of Pharmacv (noirenda-
são no fim de tantos anos de estudos, macy" dos Estados Unidos da
Apotheker". As suas fórmulas
Análises Clinicas e Biológicas estáírioa mente em pesquisas químicas e
(6 a» e evames, o estudante América do Norte. Após os estu-
comuns a tódas as farmácia* e de
cadeirasi Farmácia Industrial olológicas e como inspetorrs c e
(8 Farmácia consegue dos terços vem o estáiíio no
iguais, só dlferendo reunir as con- que
cadeiras». embalacens "Colle.-e farmácias i; em servir os n^ofssto-
FitobiolcgEa Aplicada (7 dlçóes ter da Unlver-
para direito ao título of Pharmacv" "Person-
cadeira"). no fome do farmacêutico prepa* "Apotheker" nals e clentiflc.es do 1
Fermentações (6 cadei- de o mais lon-
sldade de Columbla é
ras> Cadn um dos cursos de radot Clapsificatlon Dlvislon. U8 Cl\ 11
es- anos Umes Universl-
po: quatro Servir# "8'*Ul
iupeclaltz- efio está dividido dois 81 — — Conuulssion" no«
em — Iugoslávia Os estudos dades americanas admitem alunos
3) — França O ensino de
, períodos de meses. teóricos Deiartnnients of Health"; nos
quatro duram quatro anos. A com classlficacão. De- '"State
Farntàcia na República Oauleza qualquer
ft suficiente o grau dr Licencia- aprendizagem Boards of Narcotlcs"'
prática também é pois, como nest s sr ;undas' Uni-
* do em estende-se por cinco anos: qua- Ci Lugares de»>endentes dos mu-
Farmácia para habilitar o de quatro anos Êsscs cursos, teó- versldades. os cursos sáo mais
tro de estudos teóricos e um de niclpics'
farmacêutico a concorrer nos departamentos sanl»
para: rico e prático, poderá ser elevados, os formPdos por elas go-
0 — Sáo dezessete feitos
t exercido da far- estágio compulsório. tárlos municipais
profissão paralelamente Há o» zam de nreterêncla absoluta sóbre
ainda cur-
nincêutlca na distribuirão de me- cadeiras. —
soa de especialização os diplomados outras, náo 5° Nns mais variadas espé-
nos seiiuin- pelas
diomentos nas ofi#inas de fRr- eles
— — tes scôres: só m setor como até de analises: Hldiolõgicas Bro-
4» Suíça Na Confederação Indústria Farmacêu- particular
mfiria oficiais e particulares; em concursos públicos E é es'a a matoirtulraa Bxcterloióiiiíais, Bio-
Helvética. a instrução farmacêuti- tica. Análi-es Clinicas. Farmaeog-
Setrurido em concorrência razão pela os norte-anierlea- químicas e Toxlcológlcas.
com ca dura seis anos e divide-se em nosia e Bromato|Og4a. o curso de qual
os titulares nos no fim do titulo aca- —
para os quais se re-
quatro partes: 1 'i — um curso Farmácia na Iugoslávia só node pócm 6° Na Indústria Alimentar
conheça competência ca- d^mico a Universidade que o con- 7° — N:*s Indústrias
profissional de três semestres com quatro ser freqüentado nss Universlda- Químicas
simPar a» — Para o exercido das - feriu. e de Perfumes e Cosméticos
detrás: 2.*» um curso de três des di Belgrado e Zagreb.
atividades cientificas de análises rspe- "Bach.ior"
semestres de aprendizagem A seeub ao tie 14> Canadá: O ensino da Far-
— grau
químleo-b'ológicas- de medica- 9| Noruega - Neste "Master""
dalmente prática. denonvnado país es- há o de Sáo ss se-iuli,- i mácla neste náo é ministra-
pais
mentos: toxlcológicna e •'Praktikum" êste candlnavo o '
forenses: Durante todo plano de estudo* está tes o do de manei ri comum em todo
as condieôts que Bachelor
de alimentos: bloquimicas e sua dividido em três ciclos,
lndus- tempo o estudante comeca a cada um tem de saMsfazer a fim dt lhe ser o seu território. Há aoerrs oito
tris's: b» — dos quais tem a
para o exercício das tanto teórica como prá- duração de de- autorl/ario freqüentar cursos: — Universidades rns'nundo Furrt-
formação
8r'vidnd'<s zolto o meses, "Orr.duate — "Ia tiô-
científica* derivadas no tica. da Técnica Farmacêutica e primeiro dclo é Cmjraes" nu* dão A duração dos estudes
fabrico Industrial de cursado Faculdade na "Mister é ou mais anos
de medlcamen» da Farmácia Oalêniea. Terá de C:ô:'c as acesso ao titulo of de ricos de quatro
tos. a?«lm como s-u • compreende • letivos Ém tódas rs Faculdades
nss indústrias de relatórios de todo o quatro cadeiras. Sclense In Pharmacv" ter feito o
elaborar
Apsovado. 'Bachelor" — doze a
alimento* dletéticos e de todos dêste o aluno inicia o s gun* curso de com distinção; há estágios obrigatório
trabalho No final período
do ciclo, dezd'0 meses — na maioria de-
aquê'es que para a sua conser- se submeter a um exame que consta d» dezo!to pessar uum c-xame feito por um
terá de
vacão "Asslstentenirufung" Fi- meses de estudos teórlco-prá';cos, designado diretor do lr»s finalizado |Kir um exame Tra-
necessitam de estabilização — Júri pe'o
o "College";
"Assis- realizados balha-se atua'mente. no Canadá a
e normas espaciais oue torna-se numa farmácia. Tudo preparar e apresentar
evitem a cando aprovado
— como os haverá exames um trabalho em nível sa'lafurório fim de unifcado o curso em
pêrda das propriedades nutritivas; tenten". 3.*> Um ano quais em Far-
"Ora- *óda
— •'Assistenten" mácla Oalêniea. Téenlca sóbre tema aprovado a Federação.
c» para o exercido das ativida- O aluno trabalha- Pirnii- pelo
"Cole;f";
des cientificas durante um cêutica. Farmácia Forense du.tte Comiiílttee" do IS) Cubs: Na República das Ca-
derivadas da pro- rá numa farmácia e Co»
nhecimentos de Medlcim^ntos. demonstra um conhecimento sa- raíbus. os estudos teóricos duram
fissão nas funções de cultura, •no sob a orientação de um far- o
último dclo é freqüentado tl^iatótio de leitura <'e trechos anos São po todo de/cs-
aclimatação e comervaçio de Neste na Fa» quatro
macêutico qualificado. pe-
culdade de Farmácia e c entífico de Alemão e Francês. sete cadeiras, sendo uma dela»
plantas medicinais: dl — a riodo. estudante completará a aprexeuta
para o
sete "Mas- ministrada tm três anos consecutl-
docência cadeiras Na Norueta. o cur* Ofc candidatos ao v:rau de
de matérias químicas e sua formação em Técnica Farina-
so d? Fnrm'ic«a fó ter of Science ln vo (Ti^cnlca Farmacêutica e Far-
bionVrlcaa em escolas rurais c«mo poderá ser fre» Phartnacy" po-
que céuttca e aprenderá ainda
d< m escolher um dos cinco macia Oaiènlca) O curso de Far-
se oreani/em elevar o nivel quentado na Universidade de raiuos
para gerir técn'ca e administrativa-
Oslo. seguintes: Contróle Farmacêutico. mácla apen»s poderá ser frequen-
mente uma farmácia «."! O '.suo
Industria Farmacêutica. Fanuaçog- n« UuHrenudsde ar Havaua.
nhó's. "Pachstudlum"
Nota: segundo estatística chamado de q"a- 10 > — Finlândia — Neste nosia; Mlcrobilo^ia de Produtos Oreánls: 16. AustráUa Cada um
de ná miatro ou cinco anos atrás, êste 01- pais
tro srmestres. Durante
nórdico o curso de Farmácia está Farmacêuticos, Síntese de Medica» dos seis Estados, constituem
que
havia uma liaeira maioria de In- tlmo de sua carreira aca-
período dividido em mentos. Transcrevemos os cursos a Federação Auatraliana, tem o
quatro ciclos No pri»
dividuos do sexo masculino entre démlea o estudante terá uma "Oradua-
metro ciclo, que dura dola anos. que lhe dizem respeito: seu sistema de ensino nróprio. Na
o total de aluno* estudante# de instrução cientifica.
puramente o aluno estagia te Courses" Mé'odot> de Contrôle Austrálli. fazem-se estorvos tam-
numa farmácia e.
Farmácia nas Universidades es- cursos teóricos com «eis
Haverá simultaneamente, Mlcrob-oló;;lco, Mlcrobilcg a em bétn no sentido de ser unificado
é Obrigado a
panhnlas. cadeiras e nrático» de. igualmen- "Trabalho
executar Alimentos. Investigações em Micro» o ensino em todo o território i
d.» Canino",
— seis fapenas as cadei-
2) Alemanha Ocidental — Os te. cadeiras consiste biologia. Prepararão de Agentes O mala vuVar é um curto teó-
que na colheita e eoie»
ras de Tecnologia Farmacêutica. rico de anos e este-
estudos fnrmie.Hit:cos começam de duzentas Farmacêuticos e Químlco-terapêu» quatro um
çáo oianfat. O se»
e Bacteriolozla têm em
com dois anoa de aprendizagem Farmacognosia ticos. Métodos de Contrde Far- Kio igualmente de oua*io anos.
gundo ciclo consta de um ano de
teóricos e O rc -.ra correndo de
findo o* tem lu- cursos práticos» estudos macêutico. Farmacognomlu Apli- estas duss fases
prática quais teóricos de sete tra*éria»
"Pachstudlum'* anenas ê adminls ensino simultaneamente
exame de ministradas c»da. Métodos de Coti*role Micros-
gar um aproveltamen- na Faculdade de Par»
Universidades de Ber- cópico. Investigações
to. simultaneamente, e trado nas mácla. problemas de Exlate apenas um centro de ins-
prático O terceiro ciclo consts de
na. Basiléia. Oenehra e l.a^sane especiais em Furinacognosia, ln- truçáo uui
oral Após aprovação nos exames. um estávj'0 farmacêutica em cada
"Tchnlcal povo de dois anos em
College de Zurl- dústria Farmacêutica. Investida- dos
os estudos teóricos. Os ou no uma Ist idc» da Federação
Iniciam-se farmácia Mo quarto ddo o
anos letivos universitários são que". aluno freouenturá duran*e dois
con*«dos por aenestre O curso de anos. da Faculdade de Ciênc:as,
Si — Itália — Ne<te pais. o pia-
Farmácia tem * menes 2 iem"s- cadeiras eoncei nemes aos arvtuin-
estudos farmacêxiticos aprt-»
no de
três em relação ao de Medicina. o da tes assuntos Botânica. Química.
senta certa semelhança com
En»re as cadeiras e cur-os que ?a- Mat mátlc» e dursnte outros dois
Alemanha Oddental Há um gru-
cem do olano de estudos, as anos. na Faculdade de Farmácia,
parte de cadeiras comuns a tódas
po Orientadora I
há um certo número cujo ordem cursará as seguintes cadeiras Fi- 0 Lida.
Faculdades de Farmácia e cuja
de distribuição através dos sem es- dos slca Apl*cada BacterloJogla Far-
ordem de distribuição através
comum a 'Adns as fscuida- macoiogia. Técnica de Esterillr..i»
três é também
é comum: e
anos letivos DIRETORES: —
distribuídas Cáo Administração D rs. Abrahào G. B. Braga C. Taddei
des «nore cadeiras — os chamados e Conierdal O
existem outra*
em seis semestres sendo algumas — são aluno terminará o cutso de Par-
i cursos rotnnlementares que J. M. Flrury — A. Ferreira Pinto
dada? em dola três oti qua- m«*da depois de nove anos de rs-
nelas ! variaveis consoantes as Faculda-
e outros cuja dis- tudos «uDTicres Na Flnlâtnll» vó i
tro semestres»: só no número como tam- ]
des. não
-«três con- evl«te uma Un^versMade a de • SERVIÇOS JUNTOS REPARTIÇÕES —
tribulcáo pelos fcm está A ALIMEN-
b*m na ordem de distribuição pe-
conse- Hel> nque. admin strando o ensine t
dicionnda ao critério dos estados
los anos letivos Após os — —
d« Farmácia TAÇAO PÚBLICA LICENCIAMENTOS MAR-
lha» escolares das várias Paculda- é obrl-
teóricos vem o
rstáalo. que
des «nove cadeiraa. sendo duas mi» 'níerlor a aes
gatório e nunca CAS PATENTES REPRESENTAÇÕES ETC.
i Após ÁSIA
nistradas cm dois semestres Assim, na Itália, o curso
mrwv
estndos teóricos há ainda tiir. c:nco
os de Farmácia tem cêrca de
111 — Turquia — Eli o ! •
'Xteu^áo plano Rua 15 de Novembro, 197-7.* and. salas 7tl 707
ano estádio findo o qual o alu- ano* de A« cadei >as co-
*,'«!•' fle
estudos na Republica Otoinnn».
obtém entéo a sua licença de a tódas as Faculdades de
muns — -*endo
l.° ano tréa cadeiras. que
farmacêutico. Farmácia são em número de on- TeLi 37-6521 —
no fim do ano letivo haverá um São Paulo SP
ze distribuídas em quatro anos
tieirírto «a — A lei «atáuio de seis meses numa far-
proiioún
o pro- i «> Orécla — Entre os helenos, a mac>a de uma cidade; no lim do I
tiivf que seja farmacêutico
A Gazeta^

DE 1960 n\ FÀJmacia-
MAIO

Em São Paulo as maiores Instalações mundo de BCG liofilizado'


do

A fabricaç&o do BCG sêco, em São Paulo, tem a

mesma grande importância a saúde dos brasilei-


para

ros como para a de todos os do mundo, ainda *^SsSBs:--?-JT^k


povos

vítimas do insidioso bacilo de Koch, da ter-


provocador

rível tuberculose.

Para o leigo, esta notícia nào de


pode parecer

muita importância. Entretanto, ela marca uma nova

e brilhante etapa na história da medicina. Sobretudo,

coloca mais uma vez em destaque o a ma-


progresso,

turidade, a capacidade de realização da indústria far-

macêutica brasileira.

BCG CONTRA A LEPRA? nascidos são vacinados

com absoluto êxito, sem

Exatamente. Além de isso seja neces-


que para
contra a tuber- sàrio afastar a criança, '..¦''wiyy|Sv>X'^
protetor >«^^E2L V$fc^

culose. os estudiosos da durante 3 meses, da con-


7^HMnF:. ¦^b, vp;;.

lepra vêm se impressio- vivência dos e faml- y^^BMBBmwk; W^»; i;-B


pais

nando. ha quase 10 anos. liares tuberculosos, como

com os efeitos preserva- acontece nos países que

dores da mesma vacina- intra-


praticam o método

nas formas graves e dérmico.


ção

contagiantes da lepra. Os

leprólogos do Brasil estão


POR QUE VACINA

hoíe enveredando coral o-


LIOFILIZ ADA ?
samente por uma política j^!tw»i— vBKiBMEBaBw*^ IKPr

de antl-leprosa
profilaxia Desde 1921, a vacina

com a ajuda do BCG. É


BCG era uma suspensão

honroso assinalar que es-


de culturas recentes (até

ta mesma está
profilaxia 21 dias). O Brasil teve a !p
¦.
sendo adotada por outros ¦HnHH T^p
primaria de preparar va-

entre os quais a j|J|J^^J||||||||^


países, cinas com culturas de me-

França, em seus territó-


nos dêsse prazo, alegando
Tc.ureiro, a Bênção Solene das
O Bispo Auxiliar de São Paulo, D. Paulo Rulim quando proceda
rios de influência, princi- a vitalidade maior dos
do BCG lio lizado, vendo-se ainda o Ministro áa Saúde e
instalações LAFI para a produção
no Continente mais novos. A e ntre outras altas
palmente germes o Prefeita da Capital Paulista, personalidades

afri<",r,r>. de então, to-


partir quase

dos os laboratórios passa-


absoluta em talou e equipou um gran-
está a vantagem: esta perioridade
O MELHOR
Ql'\L ram a fabricar BCG com
relação todos aquêles laboratório a fa-
liofilização conserva a va- a de para
MÉTODO DE cultura de 10 dias. Dês«e
utilizados em outras na- bricação do BCG sêco em
lidade do BCG por muito
modo, as suspensões de
VACINAÇAO va- Segundo inquérito larga escala. Sua produ-
mais tempo do que na ções.
BCG tinham validade in-
resíduo realizado União In- inicial é estimada em
cina liquida, se o pela ção
O BCG ser dado te^ral apenas por duas
pode tam- ternacionaí contra a Tu- 32.000 doses diárias, sufi-
pulverulento estiver
via bucal ou através semanas, findas as quais
por berculose, em 1953, cientes atender às
bém mantido em geladei- junto para
da meio de inle- os germes nelas contidos
pele por a alguns verificou- necessidades de campa-
ra. países,
via oral. as do- perdiam o seu poder de
çõ?s. Por se nesse ano o Brasil nhas em massa.
que
me- multiplicação, portanto, de VITÓRIA DA INDÚSTRIA
ses têm que ser, pelo manipulara, no preparo
exercer o seu imu- Obra de enver-
nos. mil vêzes maiores que papel FARMACÊUTICA grande
da vacina, 400
quase qui-
nizante. Sobretudo, se não o custo dessa in-
as das outras vias. Isto gadura,
BRASILEIRA los de BCG.
fôssem conservadas em versão aproxima-se de 70
dificulta o emprégo da

condições favoráveis à sua Note-se, a milhões de cruzeiros. Dois


vacina em mas- O uso do BCG bucal, porém, que
grandes
sobrevivência, que são o requer solução do da anos foram necessários
sas de Já que ser eficaz, problema
população, para
frio e a ausência de luz. liofilização só veio tomar a sua completa exe-
exige dos labora* órios doses elevadas de germes para

No rumos definidos depois cucão. Os aparelhos de


técnicas especiais de vivos nas suspensões.
pro-
A liofilização do BCG são dos maio-
Brasil estado atual da técnica, a que os excipientes das liofUzação
dução maciça. O
afastou estas dificu'da- suspensões res do mundo e vieram da
a do- consecução de tão gran- (glicose, lac-
foi o primeiro país
des. E liofilização não é Grande
des massas vivas é difícil tose, sacarose) cederam Alemanha. parte
minar esta técnica, ado-
mais do congelar a —
que lugar ao de só- da aparelhagem é pa-
tada hoje na Argentina 9 e depende, em primeiro glutamato
suspensão da vacina e, — de fa-
lugar, da obtenção de dio. Éste excipiente, en- ra nosso júbilo
em Cuba, usam a va-
que
logo em seguida, evapo- saiado inteiramente na-
culturas adequadamente no Japão, permite bric*cão
cinação oral.
rar a massa congelada cm
abundantes. a vitalidade absoluta da cional.

bu- temperaturas de 20 a 40
De resto, o método vacina, ni?.o mais con-

VANTAGEM DO
o abaixo de zero, até Felizmente, os métodos
cal é tão eficaz quanto graus servada em do-
geladeira,
reduzi-la ao constituí- de cultivo do BCG empre- BCG SÊCO
intradérmico e seus suco- pó, rém em temperatura am-

do exclusiva- no Brasil, além de


dáneos. No Brasil, onde quase que gados biente, segundo nôde ser
Segundo depoimento do
dos da serem constantes e eco-
so se emprega a via oral mente germes pri- confirmado no Rio de Ja-
ministro da Saúde, dr.
suspensão. E aí nômicos, provaram su-
o BCG, os recém- mitiva já neiro. O BCG brasi'ei'o,
para
Mário Pinotti, são inúme-
quando liofilizado com
ras as vantagens do BCG
glutamato, conserva par-
liofilizado. Entre as mais
ciaimente sua vitalidade,
imoortantes está a sua
me^mo na temperatura
^HBB^^^Mf.S *4^ >jjv4c4w^^ 4 capacidade de conserva-
de 37°.
atingir até
ção que poderá

MILHÕES DE BCG PARA 3 macPc. em tOYr,r)°ratMni

ambiente, a vaci-
MILHÕES DE quando

na comum (líquida) não


BRASILEIROS
tem duração superior a 15

A cobertura imunizant.e e necessita de tem-


dias

das grandes populaçoes


adequada para
peratura
requer, naturalmente,
sua conservação. Como
uma produção avultada

decorrência dêsse tempo


de vacinas. Fazendo pro-
"vida
va de um mais dilatado de
pioneirismo

mundial, o Laboratório
útil", o BCG liofilizado

Farmacêutico Internado-
a'.'a ser transportado,
4. a' v Iki *8^x4 W pode
nal, em São Paulo, dis-

com segurança, para qual-


pôs-se a patrocinar os es-

tudos sóbre novos do Brasil e <Jo


proces- quer ponto

sos de liofilização, asso- tem-


mundo, a qualquer
ciando-se aos técnicos da
sem necessidade
peratura.
Fundação Ataulpho de
de acondicionamento es-
Paiva, sob a orientação

do Prof. Arlindo de Assis Isto dará ao govêr-


pecial.
— o Pai do BCG brasilei-
no a de pro-
possibilidade
ro —
titulo que em sua
mover a vacinação em
reconhecida modéstia nào
massa da bra-
população
aceita.

sileira, de acôrdo, eviden-

Animado pelos resulta-


temente, com os planos
' Labo-
dos dêsses estudos, o
I. ^3BMMgPMiwfe^<,; "* ^^^mHHIHHV *»
traçados Ministério
ratório Farmacêutico In- pelo

ternacionaí (LAFI) ins- da Saúde.


na arpa ettériI
Manipulação
À Gakta
3=*

MAIO DE 1960
oa Faiiiacia.
o i n o 8
g

O antibiótico de ação
primeiro

DE FELICITAÇÕES
fungistática, eficaz via oral TELEGRi
TELEGRAMAS E MENSAGENS
por

SPOROSTATIN mensagens de congra-


Continuamos a receber carinhosas

de nosso XXVIII aniversário de


tulações
Griseofulvina pela passagem

sotisfoçào as
fundação. E é com que publicamos

"Apresentamos de São }ho, Presidente da S. Brasileira


cumprimentos macéuticos do Estado
força da História da Farmacia, en-
aniversário GAZETA DA FAR- Paulo, cargo em que, por
ninguém viou-nes a seguinte mensagem:
MACIA". de circunstâncias que
foi da- Desde a fundaçfo da nossa
João Ernesto ignorar, pouco nos
pode
SPORORTATTN * indica rK i cratamentr ia.« micoses e Associação
do fazer em dos interêsses querida prestigiosa
prol
«uoerflriaií ria oele dos cabeio* e daí- unhas Brasileira de Farmacêutico*,
GAZETA DA da Classe. Posso testemunhar que
Ao completar A
fiquei conhecendo seu faleci-
nestas colunas honestas e
FARMÁCIA 28 anos de exis- que
3P0R08'I A 1'IN combate a? ctnna.« 1» saoeça « da oarba Lasro.
A GAZETA do pai Antônio Com o
téncia em teve o sempre sinceras de
íir * a • semanas a Mnha íoror *tp « • I gloriosa que
1r tempo, verifiquei a dedicação
DA FARMACIA temos encon-
'o^-d*-atleta» *ir mérito, entre todos, considerá-
semanas: • tinha do? dp* 1 a C e
e élc tinha á prolis«ão aos
vel interêsses trado acolhimento generosos que
semanas: «onicomicose» em I < de defender os
e a tinha das unhas i Em 1932, lançou a GA-
isso, na efé- amigos
•neses da classe, receba um amigo. Por grata
grande
ZETA DA FARMACIA Parecia
meride de seu 28.° aniversário
abraço do
uma temeridade. Lutou e ven-
quero, em nome do Sindicato
SPOROSTATIN apresenta-se cm frascos contendo Mário Ferreira Migliano
São ceu. Ao morrer, deixou aos fi-
Farmacêutico do Estado de
J0 compr midos de 250 ms
lhos e no6 farmacêuticos do
Paulo, apresentar ao autoriza-
Ao ensejo feliz de mais um formidá-
nossos Brasil uma trincheira
do órg&o da Farmácia,
aniversário de A GAZETA DA de nossa far-
Indústria e Farmacêutica ao mes- vel para defesa
Química efusivos cumprimentos,
FARMÁCIA — o XXVIII - eu
mátia. O filho, compreendeu o
mo tempo que saudamos com
me associo ao contentamento do e a GAZETA
o mais fervoroso sentimento de idealismo pai
de seus diretores, colaborado- leva a todo o
fraternidade, a todos os mem- da FARMACIA
res, anunciantes e leitores, au- autorizada dos
bros da família farmacêutica. Brasil a palavra
A. gurando ao órgão impar da im- mais eminentes
SCHERING S. São Paulo, 30 de abril de farmacêuticos
prensa especializada brasileira nossa Assim, quan-
1960. de pátria
o mesmo brilho inextingüível do transcorre mais um antver-
Mcacyr Silva
RIO D€ JANEIRO
que vem emprestando ás lídi- da sua fundação, quero
sário
mas causas da Farmácia. Tostes S A., ilustre colerra e ami-
Ruo Moro<»« e silvo 43 Do l aboratório levar ao
Paulo, abril de 1960 — e v<«-
São recebemos a seguinte carta: no c^ meus cumprimentos

- Antônio Ferreira Pinto dos San- contlnul a obra


d PACJLO — CUR1HBA - t ALKCiKK B HORIZONTE Prezado S.nhor. tos para que
- - - - tos, ex-presidente da União Far- notável do Antônio Lago. para
J Üí PORA SAL V ADOH RECIFE fX)R'l ALE&A dê.ste
Em nome da Diretoria
macêutica. as novas gerações possam
Laboratório tenho o de que
prazer do
• Marca de Fábrica completar a transformaçao
cumprimentá-lo pc!a passagem
Ao prczadissimo amigo Lago Brasil. Sei a responsabilidade
do 28.° aniversário de fundação
de A GAZETA DA FARMACIA. da hora atual. Ma*, devemos

embora com algum atraso, o dês se emérito órgão. fé futuro da nacionah-


ter no
Augurando-lhe os mais fe- dos nos-
meu abraço d" felicitações. dadr e na canacidade
cundos e anos fu-
INTERCÂMBIO CIFNTIF1C0-CUL1URAI Renato Nogueira promi?eores sos profissionais.
turos. «ubscrevmo-nos os
Não se eso.jeça de animar

í aboratório de nossa Farmá-


Em seu 28.° an.ver.sa.iiJ, os Atenciosamente historia dor ?s
Tostes S \ — Heitor Daniel e admirador
esta subscrevem, membros cia. amieo
que
EM SÀO PAULO --
da chapa concorreiá às Dia? Diretor Comercial. âfn.l .)
que
Dr. Coriolano d> Car\aIno,
eleições para a Dirt. torta do
TELEGRAMAS E MENSAGEM «
ria Soe. Bras. de His
Sindicato dos Farmacêuticos do Presidente
Importante iniciativa da Organização LAFI
Estudo de Sao Paulo, enviam O Dr. J. Coriolano de Carva- tória da Farmácia
i
seus cumprimentos mais coí-
A fim de incrementar ainda o progresso da indústria e da dias. E asrim espontaneamen-
mais o intercâmbio científico- ciência em nosso tomou a te o fazem reconhecimen-
país por
cultural com as diversas sec- iniciativa de visitas to no espírito e móveis sem-
promover que
ções Regionais da Associarão de caravanas a diversas cida- nortearam êste DE PROCTOLOGIA
pre jornal pro- CONGRESSO
Paulista de Medicina, bem co- des. dando ensejo a se in- constante e honesro de
que pósifo
mo entre as sociedades filiadas tensifique largamente o inter- servir à cau^a »la Farmácia.
Está assegurada a presença
A Associação Latino-Ameri-
àquela importante entidade mé* . câmbio seio classe médi- (pss.) Mirrio de Paula Perei-
da Truclove, Morson e
de Proctologia fará reali- de Brooke.
dica. cana
deverão realizar-se no ca e. com isto, se dê estímulo ra (e os demais componentes
a 17 Tcdd, da Inglaterra; Swenson,
zar em São Paulo, de 11
corrente mês, na interior dp S. ao estudo. ao esnírito de nes- da chapak
Jackman. Turtibull e Turell,
de setembro, es:
Paulo, Sód o patrocínio do La- qiiisa e aos debates científicos, Em meu nome e dos
pessoal dos Estados Unidos; Bauer e
sboratório mineiros, envio- I Congresso Latino Ameri-
Farmacêutico farmacêuticos
Inter- cada vez mais necessários nos Stebner, da Alemanha: Ben-
'nacional lhe efusivos crande cano e II Congresso Interna-
— parabéns Hughes, ria
S.A. LAFI. impor- dias atuais É. uma saúde, da França:
portanto, eféride GAZETA DA FARM A- cional, serão realizados si-
que
Austrália. a!ém d e inúmeros
conferências científicas. iniciativa não dnxar CIA fazendo votos continue és- multa neam<inte com o X Bra-
jantes que node | rutrrs representantes dêsses
a cargo de elementos notória- de ser apreciada te prestimoso mensário prestar sileiro de Proctologia
com aplausos, Sué-
e do Canadá Itália,
oficiais do Congresos; países
erandes benefícios causa fax- Temas
mente categorizados classe sobretudo pela sua significação cia, Portugal, Espanha. Israel e
pa e
mácia nossa terra aproveito li Megarolr-n Arqutrido
médica A organização LAFI, no de todes os da América
campo da ciência médica em pafsris
oportunidade reverenciar me- Congênito;
Latina.
que tanto tem contribuído para nosso mória ilustre vulto Antônio La-
país 2) Câncer dos Colons*
ro momento Ministério da aos referi-
3) Retocolite Ulcerativa: O assessoramento
Guerra presta lhe merecida ho- ao
4» Ileostomias e Colosto- cios congressos foi cmfiado
menagem póstuma atenciosa- s Pú-
mias; as quais serão discutid Departamento de Pelacô«s
mente Aluísio Pimenta — Pre-
sob a ferma de Simpósio e de blicas do Laboratóri" Farma-
sidente. —
Mesa Redonda. Haverá também cêutico Internacional S A.
|
um Colóquio sôbre Moléstia He- "LAFI"
j
do qual a Comissão
Em meu nome e no de Sarsa morroidal.
elevada hormonal *fusi- tem recebido comoleta corpera-
atividade Farmacêutico apresento
Os Temas Oficiais serão dis-
çáo A diretoria dos congressos
impregnação massiça do organismo vos cumprimentos XXVIII ani-
cutidos per especialistas de re-
está asim crnstiti'iria:
versário GAVETA auguranco
nome mundial. O Colóquio cri-
crescente prosperidade serviço
entado por um moderador, per- Dr. Dahor Cutait. presidente
Farmácia.
mitirá ampla trcca de Idéias des Congressos e da Associação
Virçilio Lucas ontre congressistas, e Latino-Americana
todos os de Proctolo-

portanto completa atualização g'a.


Pelo transcurso de mais um sôbre o assunto.
"A
aniversário dr GAZETA DA Dr Valdcmlro Nunes, vice-
Serão realizadas Conferências
LUTOGYL FAP.MACIA", legitima repre- presidente dos Congressos e
sôbre palpitantes problemas da
sentante da nossa classe no presidente da Scciedade Brasi-
Especialidade, a cargo de proc-
pais. quero congratular-me com leira de Proctologia
tologistas e cirurgiões mundial-
100 mg
seus lídimos diretores por tfto
mente conhecidos.
Secretárlrs* dr Felipe Jasé
prata efeméride nio podendo Paralelamente ás sessões cien-
cristalizada) Figliolinl. dr Heládio Francis-
(Progesterona nesta oportunidade, deixar de
tificas funcionarão cursos de
co Cupisano. dr José Thiago
render as minhas homenagens
Patologia Especializada assim
Pontes, dr Milton César Ri-
de saudade ao granrie batalha-
como exposição radiolôgica e
dor beiro
e meu querido amigo. An-
exibição de filmes científicos.
HORMÔNIO 00 CORPO AMARELO
tônio Lago. a quem muito deve
FM AIT4 P05AGFU Serão desenvolvidos amplos Sede- Avenida Brigadeiro
• »n»cêu'.icH
4i cNs*e f» orasi-
programas sociais e turísticos Luiz Antônio. 278 11° andar.
leira
estfio «endo cuidadosa men- Associação Medi-
que Paulista de
Cordirlme.-ue.
te elaborados. cina.
Renato Marcos V. Funari.
ABORTO IMINENTE

AftÔRTO HABITUAL Ao ensejo da efeméri-


grata
de aniversaria da honrada OA-
AMENORRÉIAS PRIMÁRIAS
ZETA DA FARMÁCIA, o pe-
SÍNDROMES HIPERFOLICULÍNICAS núcleo é a Soe F.
queno que
Católicos de S Paulo, qu' te-
• LISTERCAINA-FATOR H-3
nho a honra de representar

reste momento expressa aos

Caixa com 2 ampolas de 2 cm3 dosadas seus re-ponspveis os mais sln-


Medicação eulrófica e psico-sinionizante
ceros votos de aumentos e fe-
a 100 mg de progesterona em solução
licidade uso
oleosa. para geriátrico
São Paulo. 2 de maio de 1960

Manoel Lrite Ce*ar

Ao completar o seu 28° ani- Velhire


prematura e senectude Revitali/adot
Injeções intramusculares versário. estadeia-sf A GAZE-
profundas.
TA DA FARMACIA — institui-
do üislema —
Cnrdio-Vascular e Nervoso
çáo que o velho e saudoso An-

tônio Lago. em seu idealismo,

a serviço —
pôs da profissão
como refulgente bastião na de-
LABORATÓRIOS SILVA ARAUJO-ROUSSEL S.A. LABORATÓRIO ttsni
USUR LTDA.
fesa de nossos postuladas Vem

sendo ela, através des«as quase


III IE IANEIII
três décadas, um elo no entre- Rua Teixeira Mendes. —
53 Caixa Postal, 3312
tecimento e formação do nosso
IUT 100 M associativismo e incipiente sin-

dicalismo SAO PAULO

Presidente durante cêrca de

seis anos do Sindicato das Far-


DE 1960
MAIO

NOVO CONCEITO EM ANTIBIOT1COTERAP1A

NA
MICI
ti EDER

Demetilclortetraciclina

MUITO MAIOR COM


ATIVIDADE ANT1MICR0BIANA

DOSE MUITO 1EN


MENOR

ESPECTRO DE AÇÃO
ANTIBIÓTICO DE AMPLO
ÚNICO

INTENSA E PROLONGADA
RÁPIDA,

"DOIS

ATIVIDADE APÓS A SUSPEN-


7_T3 DIAS A MAIS" DE

SAO DO [RI
TRATAMENTO

LEDERLE
Fabricado
por

DO BRASIL S. A.
divisão da CYAANAMID QUÍMICA
150 mg 4 vêies oo dia
1 Cápsula de

O Professor da Medicina
História
de
B
Brasileiro
! Instituto

H. Liberalli Sessão Inaugural


C. Programa da

do corrente ano

ue História da Mediei-
nos 28 Ce abril ú1- nacional
alvo de novas Reuniu-se.
na Grécia, de
IHRiipirn] na. a celebrar-se
limo. em sua S-isâ-.)
14 de setembro <io correu-
sob a Presi- 4 a
rio corrente ano
Abertura nas inseri-
Ivolino cie te ano.
ciência tio Professor
G — Registro de Ef:>me-
distinções Instituto Bi><- cftcs.
Vasrcneellc* o —
Médicas de l'.l60. II)
fia Medicina, ridis
sileiro de História
ies:ue, o Comunirpcft'» diversas. pma FARMÁCIAS
1 AAAAAA sido o aue ^
t-ndo
— —
reunifto Ordem do Dia
de«sa II Parte
prorrnma
O Carlos Henrique — 1» Dr Mário Fe'-
prol I parte Exoe^i^nte 7- — Almirante
- "O
Liberam, aluai presidente Comunl^arAjR da Presidência França Cinquente- Indústria Gráfica
reira
da vocicdade de Farmácia e instalação Jo;e Fran-
— 1 Em louvor da nário da morte dc NwdwMmtitU apardliadc
de São Paulo vem Con- Lima Mestre ria
Quimica do Estcdo da Guanabara. lisco da 8ilv«i
•fertet MtM
recb'¦"do %'wnificit'ra se- fundacío de 2
sobre Tropicoloma Brasileira
tiderav^es
lhe - "FTanc?sco ESPECIALIDADES EM RÓTULOS,
rie de disfnrôe.'' que "Instituto Ouanabnrjno d> His- Horta
Dr Arv
tem side atribuída'' por cir- dr«5n da da qui- no ké dt melhor mi
tória da Medicina", T~»rti e o.s nrimórdios qu«
ruies est*vnh~« à F"rm<>riu de História General Dr. •
Nacional mioteraplV S ^u«lidad« perftifào.
Federucfto
ra- — "ílíla-
nump eloqiient* demons' Ciètuias Afinv 'ienjamim
rta Medicina c Gonçalves
cá o de que o s"u pre*tinto *« Comemorações ''o XV Ani- Serviços de Sa;i-
entre os SoÜdlt s#m compromisso •
çftw
lem uPrapassado os dotní- Brasileiro e o Direita Inter-
ver-ário do Imtltwto de Militares MOSTtUÀIIO com 21 modllos
nios da para Pro- de 4 — Dr Ho-
profissão e Fedfação Nacional nacional Médico"
da
setores — nos mois voriodos
ietnr-se em outros e cieu- de Menr/es
História da Medicina berval Bwrra
No decurso do •'Irrh"t*p fl«nir- cic tamanhos o coros.
culturais em 30 d- novrmbro
cias Afiar p-imelr-»
mês maio
de /ot o professor ria Mediei- da nntieui-
'••Dia dn História médico na neblina
r>rn
tjb~rr'li e ~itn « r o
S - Oomemo- P - Dr Ivo-
na"» de 1960 rtade" Professor
"A
São Paytn entida- A"a- — »'
Clube de Aniversário da Vasconcellos
raçlo do II lino de
de eoim» se sabe eo»i- na de Hi^- sérulo d^ IntanTe
que de*"!a Pnn-Americ» Mer»!cir.a no
- W .
seletivamente homens O Bi-cent» fL«&'
prega Medicina <* comunica- D Henrique" b»
tória da
i> ntr n^o tilHflPik
d" letras, em lodo «òbre de seu or- Dr Manuel ,»os? t
iào fundarão nárir> do
n r ' 'Rtvista
F"n' /•'-•t o Pan* _ Patviarc» Mcsfr\s
kSo oficial a irpla "D
reiro H'stòrico dp Mj- r>
do Imtitn*o dc* Histeria Brpsileiro- de M^d^ina"
American»
e Geooratiec de São Pavio - da d.i funáaçfo PtEÇQS E C0M0KÒES
riicina" 4 Orpanlzacro 152° aniversário
faleci- Brasil —
na vaqa aberta pelo Brasil ao II Con- Medico 10
Dcle»ac*;> do do Encino
rnofeitor ".loriosav 8.000 RÓTULOS om I ta-
wento do titular «resso d.- Hi-- óuhs ele-
Pnn-Americano Cvocarâo d*
Dario Pires Correia liem e o monhos diferontes sondo
a c-lebrar- mé'ides- o U' de fevereiro
tória da Medicina,
"Semana "A
como lora anler:ormenie <e Ho 1808" d' Ca- 4 rodondos o 4 retonfu-
na Pnn-America» de abril
'meara» a
nomeado para "hrií 19»1. tm Caracas d0 HisTória ri"' M?cucina
na" de l°dra lares om umo ou mois
recém-criada Contusão de do
Venezuela Abcr- no a*ual Pro'eto de reforma
República da
da- céros...
História da Medicina «r» Orga-
tur 1 das insoiçó?s em tramitação
Ensino Médi-o.
quele sodaltcto. do Bn- CRS 2.000,00
n<taçAo da Peleaaçfco
na Câmara Federal"
vil Cancre-sc Inter-
_ _
ro XVI? .
OS RÓTULOS SÂ0
fffiv •» «%>sNNsSm
0RNECID0S CORTADOS

As romessas serão feitos

Reemfcôlso Postal.
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Pneumonia, CAIXA
Gripe
Pagino 10

" **w MOTAS E COMENTÁRIOS


r
y
J fflsgsa:
TÍFKOS
OIEN
*W

Tríplice efeito terapêutico

• antiinflamatório, antiinftccioso • H EMATDRI AS

antiprvriginoso •
de mina com sangue espontânea[ou
•w Hematúria é a emissão
microbianas ou indica a existência
nas afecções cateterismo E' um sinal dt alarma que
por
infectadas do urinãrio seja profusa
secundàriamente de uma afecçãc orgânica ao-velho
ou não. m-
e da mucosa nasal. mínima só ou associada a outros sintomas dolorosos
da pele
benigna ou maligna
tegrando um síndromo clinico je etiologia
curévei ou incurável
passive' tie tratamento clínico *i cirúrgico
-PCMAOA fazemos apreciaçar
Neste momento
DÉRMCA
mzmm sinal ae
FRAMSONA sucinta vir ordem dêste
prática
significativo valor semiolõelco
w se na
é nec*ssório saber
IniciaImerte
SOFRAMICINA) no
(PREDNISOLONA + sangue na urina ou se a côr empresto

« à ineestão de substfln-
à mesma devida

cias dar tonalidade semelhante


¦V capazes de
— »»bor- dirime a dúvida
Eczemas: alérgicos, dicrtéticos, A pr>\a df Hellei
*%£? lixivia de *>da
dobras «m suas consistindí em adiciorar Esperança
vy réicos • dai
assim para
ou potass? à urina dissolvendo-se
ionnas impetiginosas. vsmfr
os e formando-se um
crlóbulos vermelhos doentes de vitiligo
forrosos ao fervei
•V precinitadc de fosfatos
vv- -v.v.*
contato. %<w urina trrastando consigo a hemoRlnbi* o vltiuiíc é uma discromia um
%¦' Dermatoses exsudativas e de a
na ao ferver cornos enir descora mento da Dele q\ie u
denosuando-sc
Pruridos circunscritos superinfectados. tanto no* brancos como do. pré-
Aoós a in«
coloração oardo-avermelbada
ruibar- tos Grandes placas de®rnr i^n»
Formas congèstivas de piodermites. substâncias sene
gestão de »or
aumentam o doente unrer»
'oloracâc desapare-
Otites externas. bo a mna apresenta reação de semelhante "nele
d»* sapo" fica de^eanerado.
cendo oor^m ao adirtonar-ee icide ac^tico B 'Ar uma mulher nvein e
W Também ieve-sr saber h de snneue existen-
BiSNAGA COM S g nia» quantionde »aidosa*
te v«r1á"el roíativp suieita a Prro a suma- Né'» e consôlo nars o doe-t. r|i-
na u^ina E' muito e
'M
ria neta côr Ho can«*u<nro carreado Del» urina fx-l^e o médico que «uei
avaliacfir volume
°m ur»ra '*<->uto ti"ha éwe mal »
P^de oastar "ma colHor-de-cbA ip saneie tini
Utro d*
-SUSPENSÃO Mf-Mf nn i.rt
NASAL -o acy"iu curâ-lo" A
se tei cór A ^er desdp r^sa oáMdo
FRAMISONA para venr»«lba nuance DOde
Mu'tas tentativas so
b«»matíiria l»ode pnrar
(água de carne1 até o ruh-o o<ttdo ou escuro Uma
fas^m. todm os dtas
de côr mais viva a da é«rua 1e lavagem d«* rprne d^^m-nte
que 1
+ SOFRAMICINA Até recentemente, o medica-
(PREDNISOLONA será corseoüente a um orocesso renal «nefritel mas indicara
mais eficaz era <> unu ien-
m-iUo
+ NAFTAZOLINA) % uma Ipsão nor litfps® tumor tuberculose etc
to de hidrocortUone ince'atf. p
A «•ei 1 macrc-hematúría > ou
hematúria node. também visível 1 ou 2 c mo».,
nl^r^corttoone a por
agudas infecciosas ou "-oo-o
Rinites inaparente só visível ao micros «m> cro - hema tú ri a > Aw:o-a surge nova eunerança r»

— Sinusites. Em outras circunstâncias a urina é de cõr normal aoresen- Êate madic.Mmento rui-
alérgicas iis°iai«no
tando 'coágulos if-n o», eris*a!inOf- i *
no entan»o. filamentos san^uinolentos pequenos principio*
de uma planta esdrrlu a
FRASCO COM 8 CM3 'W filamentos purulent"s c*m estila* sanpuínpas.
» .ocalirACão Amn ' maju"
E' de crande ímnortânHo
o *ratamento é local. i»<ir me o
Para localizar a hrmatrtria a côr da urin» sanguinolenta não
veiculo hidm -<>-
ue remada com
e de «rende valia Uma eoloracãr vermelho- clara é observada se
l-ROUSSEl .i'.vel Começa-ae co«i 0iU*f. c«n»
LABORATÓRIOS SILVA ARAÜJO-ROUSSEL S.A.
o sanerue Dermanece oouco temDc misturado ccm a urina o que « entraçfto, i)f'Kf cvi-
aumenta-we
acontece esn^cialmpntp nas he^^rraBlas 1ns baixas do
partes i,vni li te
w 110 BI JANEIRO trato renais
urináric mas também se vonfirandr rias b®mntúrias ram nem
o medicamento pooe
intensas que coincidem com "m* evacuacfto fr»oiipnte da bexiga <*»? soo a formu de
Atminiatrado
S*A F-2 Por o
outro ladr>. uma coloração . ardo-avemielhada indica que c »oi| rimidoa-
¦s^r yqpr
sancue permaneceu mu'to mistu^adr com * urina o qu»-
,temp«" "miarthritan-
autoriza a pensar em uma orie^n? renal oor®m nod®r^ ter tpuai

apresentação a urina pmitlda depoi- oup vrandes coásulos ha-

oprmanpcidr '
Jam muito temno na bexiga labukatoriu
De maíoi imnortênci» spmiótv-fl a or^va de luvon ou da
n
ieiti,fa IdÔtP I 1 c O
dos trps conos aue r>erm»t» a seeuinte seleção AN I
Novo tratamento Sulfas e Hematúria — icual Intensl-
total onando i côr da urina é de PODIROSO
j
,dadp durante tôda a miecão 'os tifo conos com a m"sma côr>
I
das contusões antibióticos no -
Hemalúria inicial quand' predomina o saneue no inicie jnereict
Piureucc auve t
«Só o orímeirc cooo colorido'
As contusões são o traumatis- : estimulante da* ceiuia?
tracoma - saneue <os 1
Hematúria terminal quan.-k existe no tim doif ran<»nai
mo mais comum, em muitos ca- na^ rratamente
Na tndiai pesquisadores trata- primeiros copos incolores e 'erceiro colorido) iu-
cento dos o iiatest Orica t ia>
sos atingem a 75 por da
ram de 400 doentes de tracoma Nc entanto o.*
também seró terminal quando dois primeiros rins oexiwa e
acidentes ençaí 1or
com antibióticos e sulfas Os i°-
copos contive-em sangue nredominando contudo no terceiro ;riau
niDciwnaôef art
experi- antes foram dividido* i>m grupos
Médicos americancs Se á trés «t^soc^armoc
orova dos cooos a sintomatologia que
cada empo recebia um medica-
mentaram um novo e simples 'nflul
precede acomnanha condiciona ot sôbrp a hematúria maioi
mento
tratamento das contusões uma
comparativos fo- seré a possibilidade de uma localizacão 1o ponto de origem
Os resultados SAMPAIO
neomicina e hi« HhlTOK
pomada com ram Resumindo - a total é uretro-
és»e« hematúria é renal a inicial
drocortizona <2.5 por cento de
pros*át.»cfl e a terminal vesical IM
"2 Rua üenerti CaMweii
acetato de hidrocortizona e 2,5 Sultacetnmida ide curas» 6" seus
A nematúria com variad'* aspectos de apresentação, ex-
de sulfato de neomi- Irgaten tsulíai 71 1»
per cento teriorizs hs mais diversas entidades mórbidas oreãnicas gerais e
Erltromicina 40 %
pina) A pomada era fricciona- do aoprpiho cênito-urinário em
40 particular
Aureomtcina *ias
da durante 2 minutos na re- Assim a e Obvio sen»
31 nãr ser nas hematu eraves agir no Como
Cloranfenicol preparar
afetada a fricção era re- tido diagnóstico institui* medida ter a
gião Terramlcina 23.3r& cansai ant.es de qualauei
ptida a cada 3 horas Todas as drogas suprimiam. «*m péutica O Dior que se fazei ao paciente será Instituir um cenoura
poderá
48 a 72 horas a tnfecçáo secundá- tratamento sintomático a «rigem da hematúria < local) só
A aplicação deter, pois
primeira de
ria e um vegetal
diminuição da pode ser conhecida ao examinar o doente no momento de sua A cenoura
minava grande
O cr<t^rio para a avaliação da e mm-
"panou*" perda snncuinea valor nutritivo
dor e do edema local Não hou- grande
cura fo. a regreaaâo do
os Portanto antes de recorrer aos coagulantes. fazei o dlagnós- to usado entre nós
ve equimose Em 24 horas corpUsculos de in«
e a ausência de
localização agradável e Dom
da* tico de De aspecto
pacientes estavam livres cluaAo no material retirado das
na
sabor tem vária* aplicn.côc-
conseqüências da contusão conjuutivas.
sôpas en-