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Elaborado por: Elder Ayres, Missão Brasil Santa Maria CC oo ll ee tt ââ nn
Elaborado por: Elder Ayres, Missão Brasil Santa Maria
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Coletânea de Discursos de ‘A Igreja de Jesus Cristo dos
Santos dos Últimos Dias” para auxílio de missionários
e membros. –“Estaremos mais perto do Céu lendo
estes discursos inspirados sobre temas srcinais. ”

APOSTILA

MISSIONÁRIA

OLETÂNEA DE DISCURSOS PARA AUXÍLIO DE NOVOS

C

MISSIONÁRIOS E MEMBROS DA

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

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SUMÁRIO
SUMÁRIO

1. O Poder Purificador Do Getsêmani

01

2. O Perfil De Um Profeta

03

3. “O Único Deus Verdadeiro, E Jesus Cristo, A Quem [Ele Enviou”

06

4.

O

Plano De Salvação Presidente Armstrong,

08

5.

A

Expiação

14

6.

A LínguaDos Anjos

24

7.

Aprender A Ouvir A Voz Do Senhor

27

8.

Eleitos Do Senhor, A Doutrina Do Chamado E Eleição

29

9.

O Missionário Desafiador E Testificador

32

10. O Significado De Uma Benção Patriarcal

36

11. Fé No Senhor Jesus Cristo

37

12. Sermão Do King Follet

39

13. A Luta Pela Alma

45

14. A Conversão De Simão Pedro; O Apóstolo De Jesus Cristo

49

15. O Mundo Espiritual, Nosso Futuro

53

16. Trazei Almas A Mim

58

17. Uma Manifestação Celestial

61

18. Humildade

65

19. Por Que Comemorar A Amizade?

69

20.

As Marcas De Um Homem

70

21. Como Será

Realizada A Ressurreição

71

22. Segurança Para Alma

72

23. E Para Eles Não Há Tropeço

74

24. Dispostos A Se Submeter

77

25. A Ordem Das Coisas Não

Escritas

80

26.Inteligência

85

27. Alegria Na Jornada

89

28. Pré-Existência, Para Que Propósito?

92

29. O Escudo Especial Da Síndrome De Down

98

30. 24 Desafios Ao Mundo

99

31. Sobre Almas, Símbolos, Sacramento

101

32. Retrato De Jesus

104

33. Bem E Mal

105

34. Limitação Dos Seres Espirituais

107

35. Templo De Houston, Texas

108

36. Visão Médica Da Crucificação

110

37. Os Milagres

113

38. Cofre Genealógico

114

1

1. O Poder Purificador do Getsêmani

ÉLDER BRUCE R. MCCONKIE (1915–1985)

Do Quórumdos Doze Apóstolos

into, e o Esp rito parece confirmar, que a doutrina mais importante que posso proclamar e o testemunho mais veemente que posso prestar

sobre S o sacrif cio e piat rio do Senhor Jesus Cristo.

Sua E pia o o evento mais sublime que j ocorreu ou

ocorrer desde a aurora da Cria o at a eternidade sem fim. o supremo ato de bondade e gra a que somente um deus poderia reali ar. Por meio dele, todos os termos e

condi es do plano eterno de salva o do Pai tornaram se operantes. Por meio dele s o levados a efeito a imortalidade e a vida eterna do homem. Por meio dele, todos os homens s o salvos da morte, do inferno, do diabo e do tormento eterno. E por meio dele, todos os que crerem no evangelho de Deus e o seguirem, todos os que forem fi is

e leais e vencerem o mundo, todos os que sofrerem por

Cristo e Sua palavra, todos os que forem perseguidos e afligidos por causa Dele, a quem pertencemos todos se tornar o como seu Criador e se sentar o com Ele em Seu

Para trono discorrer e reinar sobre o com essas Ele para coisas sempre maravilhosas, em gl ria usarei eterna. minhas pr prias palavras, embora voc s talve venham a achar que s o as palavras das escrituras ditas por outros

ap stolos e profetas.

verdade que elas foram proclamadas antes por outras

pessoas, mas agora s o minhas, pois o Esp rito Santo de Deus testificou para mim que s o verdadeiras, e agora como se o Senhor as tivesse revelado para mim em primeira m o. Assim, ouvi Sua vo e conhe o Sua palavra.

No Jardim do Getsêmani

H dois mil anos, fora dos muros de Jerusal m, havia um

agrad vel jardim chamado Gets mani, onde Jesus e seus amigos mais pr imos costumavam retirar se para meditar

e orar. L , Jesus ensinava a Seus disc pulos as doutrinas do reino, e todos eles entravam em comunh o com Ele que

minist o Pai de rio todos e reali n s. avam Eles Sua estavam obra. engajados em Seu

Aquele local sagrado, [assim] como o den onde viveu Ad o, como o Sinai onde Jeov deu Suas leis, como o Calv rio onde o Filho de Deus ofereceu Sua vida como resgate por muitos, o local onde o Filho sem pecados do Pai Eterno tomou sobre Si os pecados de todos os homens mediante arrependimento.

N o sabemos, n o podemos imaginar, nenhuma mente

mortal capa de conceber a total abrang ncia do que

Cristo fe no Gets mani. Sabemos que Ele suou grandes gotas de sangue de cada poro ao sorver do c lice amargo que o Pai Lhe dera.

Sabemos que Ele sofreu, tanto f sica quanto espiritualmente, mais do que poss vel a um homem sofrer, sem que morra. Sabemos que de alguma forma incompreens vel para n s, Seu sofrimento satisfe as e ig ncias da justi a, resgatou das dores e penas do pecado as almas penitentes e p s a miseric rdia ao alcance de todos que crerem em Seu santo nome. Sabemos que Ele ficou prostrado por terra enquanto as dores e agonias de um fardo infinito O fa iam tremer e que Ele desejou n o ter que tomar da ta a amarga. Sabemos que um anjo saiu das gloriosas cortes celestiais para fortalec Lo nessa prova o e supomos que tenha sido o grande Miguel, que ca ra no princ pio para que o

Se homem que mortal podemos e istisse. estimar, comnossa compreens o limitada, estimamos que essas agonias infinitas esse sofrimento incompar vel tenham durado cerca de tr s ou quatro horas.

A Prisão, o Julgamento e a Tortura do Senhor

Depois disso com o corpo j debilitado e sem energia Ele ficou cara a cara com Judas e os outros dem nios de carne e ossos, alguns do pr prio Sin drio, e foi condu ido com uma corda em volta do pesco o, como um criminoso comum, para ser julgado pelos arquicriminosos: no caso dos judeus, aqueles que ocupavam o assento de Aar o e, no caso dos romanos, aqueles que e erciam o poder de C sar. Levaram No a An s, Caif s, Pilatos, Herodes e de volta a

Pilatos. saliva deles Ele foi escorreu acusado, Lhe insultado pelo rosto e agredido. ao mesmo A tempo imunda em

que golpes perversos enfraqueciam Lhe o corpo dolorido. Com juncos, desferiram Lhe furiosamente golpes nas costas. Seu rosto banhou se de sangue quando uma coroa de espinhos perfurou Sua fronte tr mula. Mas acima de tudo, Ele foi a oitado, levou 40 chibatadas menos uma, com um chicote que tinha v rias pontas de couro com ossos afiados e metais cortantes nas e tremidades. Muitos morriam apenas com os a oites, mas Ele Se ergueu ap s o supl cio das chibatadas a fim de sofrer uma morte ignominiosa na atro cru do Calv rio. Ent o Ele carregou Sua pr pria cru at desfalecer sob o peso, a dor e a agonia crescente de todo aquele padecimento.

Na Cruz

Por fim, num monte chamado Calv rio mais uma ve , fora das muralhas de Jerusal m sob o olhar dos disc pulos impotentes, que sentiam na pr pria pele a ang stia mortal, os soldados romanos O deitaram na cru . Com grandes malhos, pregaram cravos de ferro em Seus p s, m os e pulsos. Ele foi verdadeiramente ferido por nossas transgress es e mo do por nossas iniquidades. Ent o a cru foi erguida para que todos vissem, pasmassem, insultassem e escarnecessem. E assim fi eram, com perversidade e malevol ncia, por tr s horas, das 9 horas ao meio dia. Ent o os c us escureceram. Trevas cobriram a terra por tr s horas, como aconteceu entre os nefitas. Houve uma

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forte tempestade, como se o pr prio Deus da nature a estivesse agoni ando.

E de fato estava, pois nas tr s horas em que ainda ficou

pendurado, do meio dia s 15 horas, todas as agonias infinitas e dores inclementes do Gets mani voltaram. E, por fim, quando o mart rio e piat rio chegara a seu doloroso fim e a vit ria fora conquistada e o Filho de Deus cumprira a vontade de Seu Pai em todas as coisas Ele disse ent o: Est consumado (Jo o 19:30) e

voluntariamente entregou o esp rito.

No Mundo Espiritual

Quando a pa e o consolo da morte misericordiosa O libertaram das dores e pesares da mortalidade, Ele entrou

no para so de Deus. Depois de fa er de Sua alma uma oferta pelo pecado, estava preparado para ver Sua semente, de acordo com as promessas messi nicas. Tratava se de todos os santos profetas e santos fi is do passado; de todos os que tinham tomado sobre si o nome Dele e que, por terem sido gerados espiritualmente por Ele, tinham se tornado Seus filhos e filhas, assim como acontece conosco; todos aqueles estavam reunidos no mundo espiritual, para ver Seu rosto e ouvir Sua vo . Depois de cerca de 38 ou 40 horas tr s dias de acordo com a forma judaica de contar o tempo nosso Senhor

aben oado foi at o sepulcro de Arimateia, onde Seu corpo parcialmente embalsamado fora colocado por Nicodemos

e Jos de Arimateia.

Sua Ressurreição

corpo Ent o, que de modo ainda incompreens n o se deteriorara vel para e ergueu n s, Ele Se retomou na gloriosa o imortalidade que O tornou como Seu Pai ressuscitado. Assim Ele recebeu todo o poder no c u e na Terra, alcan ou a e alta o eterna, apareceu para Maria Madalena e muitos outros e ascendeu ao c u, para l sentar Se m o direita de Deus, o Pai Todo Poderoso, e reinar para sempre em gl ria eterna. Sua vit ria sobre a morte no terceiro dia coroou a

Convido os a unirem se a mim para adquirirmos um conhecimento s lido e seguro da E pia o. Devemos dei ar de lado as filosofias dos homens e a sapi ncia dos s bios e ouvir o Esp rito que nos concedido para guiar nos a toda a verdade. Precisamos e aminar as escrituras, aceit las como a mente, vontade e vo do Senhor e o pr prio poder de Deus para a salva o. Ao lermos, ponderarmos e orarmos, receberemos na mente uma vis o dos tr s jardins de Deus o Jardim do den, o Jardim do Gets mani e o Jardim do Sepulcro Va io, onde Jesus apareceu para Maria Madalena.

A Criação, a Queda e a Expiação

No den, veremos todas as coisas criadas em estado

paradis aco sem morte, sem procria o, sem

e peri ncias probat rias.

Compreenderemos que tal cria o, hoje desconhecida para o homem, era a nica maneira de ensejar a Queda. Ent o veremos Ad o e Eva, o primeiro homem e a primeira

mulher, sa rem de seu estado de gl ria imortal e paradis aca para tornarem se os primeiros humanos mortais da Terra.

A mortalidade, que inclui a procria o e a morte, entrar no mundo. E por causa da transgress o, come ar um

estado probat rio de tribula es e testes. Ent o no Gets mani veremos o Filho de Deus resgatar o homem da morte temporal e espiritual que nos advieram em virtude da Queda.

E, por fim, diante do sepulcro va io, constataremos que

Cristo nosso Senhor rompeu as correntes da morte e Se ergue para sempre triunfante sobre a sepultura. Assim, a Cria o a srcem da Queda, pela Queda veio a mortalidade e a morte, e por Cristo veio a imortalidade e a vida eterna. Se n o tivesse havido a Queda de Ad o, por meio da qual adv m a morte, n o poderia haver a E pia o de Cristo, por meio da qual vem a vida.

Seu Sangue Expiatório

E agora, no que tange a essa E pia o perfeita, reali ada com o derramamento do sangue de Deus testifico que

E

pia o. Mais uma ve , de modo incompreens vel para

ela ocorreu no Gets mani e no G lgota, e no tocante a

n

s, os efeitos de Sua Ressurrei o se aplicam a todos os

Jesus Cristo, testifico que Ele o Filho do Deus vivo e foi

homens, a fim de que todos se levantem da tumba. Assim como Ad o trou e a morte, Cristo trou e a vida; assim como Ad o o pai da mortalidade, Cristo o pai da imortalidade.

crucificado pelos pecados do mundo. Ele nosso Senhor, nosso Deus e nosso Rei. Isso sei por mim mesmo, independentemente de qualquer outra pessoa. Sou uma de Suas testemunhas, e um dia sentirei as marcas

E

sem ambos, a mortalidade e a imortalidade, o homem

dos cravos em Suas m os e em Seus p s e molharei Seus

n o pode operar sua salva o e elevar se s alturas al m do c u onde deuses e anjos habitam para sempre em

gl ria eterna.

Conhecimento da Expiação

A E pia o de Cristo a doutrina mais b sica e

fundamental do evangelho, e a menos compreendida de todas as nossas verdades reveladas. Muitos de n s t m um conhecimento superficial e confiam no Senhor e em Sua bondade para que nos ajude a vencer

as prova es e os perigos da vida. Mas caso queiramos ter f como Enoque e Elias, precisamos acreditar no que eles acreditavam, saber o que sabiam e viver como viviam.

p s com minhas l grimas.

Mas nesse momento n o saberei melhor do que j sei agora que Ele oFilho Onipotente de Deus, que Ele nosso Salvador e Redentor e que a salva o vem por meio de Seu sangue e piat rio e de nenhuma outra forma. Que Deus permita que todos n s andemos na lu , j que Deus nosso Pai est na lu , a fim de que, de acordo com as promessas, o sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifique de todo pecado. Nenhuma mente mortal capa de conceber a total abrang ncia do que Cristo fe no Gets mani. Os efeitos de Sua Ressurrei o se aplicam a todos os homens a fim de que todos se levantem da tumba.

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2. O Perfil de um Profeta

PRESIDENTE HUGH B. BROWN (1883–1975)

O Perfil de um Profeta

H B. B S L C , U , 24 1883, L J H M B . A 15 , C .

E 17 C O. C 1908, ( C Z Y , A C , , C ) B Y , T S L . T . O P B C E U . S P G M . D 1946 1950, U B Y . E 1953, R O D C C L . (C D P C , L .), A D A . E 10 1958, A , 22 1961, P D O. M K . S P P P M K 18 1970, Q D A . M 2 1975.

E u gostaria de defender por alguns minutos a id ia de que o evangelho de Jesus Cristo foi restaurado em nossos dias e de que esta Sua Igreja, organi ada

sob Sua dire o por meio do Profeta Joseph Smith. Apresentarei algumas ra es para minha f e minha lealdade Igreja. Talve consiga fa lo de modo mais sucinto se mencionar uma entrevista que tive em Londres, na Inglaterra, em 1939, pouco antes da eclos o da [Segunda Guerra Mundial]. Eu conhecera um cavalheiro ingl s muito importante, membro da C mara dos Comuns e anteriormente um dos magistrados da Suprema Corte da Inglaterra. Em minhas conversas com esse homem, desconcertantes para a alma , como ele as qualificara, trat vamos de diversos assuntos, como neg cios, direito, pol tica, rela es internacionais, guerra e com freq ncia

religi o. Certo dia, telefonou me e pediu que eu fosse a seu escrit rio para e plicar lhe alguns aspectos do evangelho. Ele observou: Acho que vai haver uma guerra. Se isso acontecer, voc ter que voltar para a Am rica e talve nunca nos voltemos a ver . Seu coment rio sobre a imin ncia do conflito e da possibilidade de n o nos encontrarmos novamente mostrou se prof tico. Quando cheguei ao seu gabinete, ele disse que ficara intrigado com algumas de minhas afirma es. Pediu me que preparasse um dossi sobre o mormonismo ( ) e o discutisse com ele como se tratasse de uma quest o jur dica.

Ele disse: Voc afirmou crer que Joseph Smith foi um profeta. Garantiu acreditar que Deus o Pai e Jesus de Na ar apareceram a ele. N o consigo entender como um advogado do Canad , um homem treinado em l gica e provas, pode aceitar tais declara es absurdas. O que me falou de Joseph Smith parece inacredit vel, mas acho que deveria preparar um dossi em cerca de tr s dias e dei ar me e amin lo para que possa discutir com voc o assunto .

Sugeri que come ssemos imediatamente e tiv ssemos uma reuni o de media o, que um encontro entre ambas as partes litigantes de uma a o judicial. Nela, o quei oso e o r u, com o respectivo advogado, e aminam as reivindica es de cada um e tentam chegar a um acordo, sem ter que ir a ju o posteriormente. Propus que ach ssemos alguns pontos comuns a partir dos quais poder amos discutir minhas id ias inacredit veis . Ele concordou prontamente.

Nos poucos minutos de que disponho agora, posso fornecer lhes apenas uma breve sinopse da conversa de tr s horas que se travou em seguida. Para fa er melhor uso do tempo, empregarei o m todo de perguntas e respostas em ve da narra o. Comecei indagando: Posso proceder, vossa senhoria, partindo do pressuposto de que cirst o?

S . S B V N T ? C ! A ? A ! V D ? A , . C D S ? C . T B . E A ? S . C E , N , A , M , J , J ? C . A D J T ?

N , , . C J F D ? E . A J , , , S T , D J N , , ? A . S ?

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A J C , E S . E ( ) D S . C , . P ? N . A D S ? T . D ; ? N . P : D S . E . E : . B , , E S . E S . N , , D . E E , , , D . T D .

Ent o ele declarou, com a vo tr mula ao pensar na guerra que se apro imava: S . B , D

. T E S .

Minha resposta foi: E S , . E , L .

Em seguida, come amos a preparar o que eu poderia chamar de perfil de um profeta . ( ) N s dois concordamos que as seguintes caracter sticas devem distinguir um homem que afirme ser profeta:

A. Ele afirmaria com destemor que Deus lhe falou.

B. Qualquer homem que se proclamasse profeta, seria um

homem honrado com uma mensagem honrada; nada de

grandes alardes, conversas com os mortos, nem vis o sobrenatural, mas com uma declara o inteligente da

verdade.

C. Qualquer homem que afirmasse ser um profeta de Deus

proclamaria sua mensagem sem medo e sem fa er nenhuma concess o covarde opini o p blica.

D. Se ele falasse em nome de Deus, n o recuaria, ainda

que seus ensinamentos fossem novos e contr rios s id ias comumente ensinadas na poca. Um profeta presta testemunho do que viu e ouviu, e raramente se vale de argumentos e racioc nios elaborados para provar que est certo. O importante sua mensagem e n o ele pr prio.

E. Esse homem falaria em nome do Senhor, proclamando:

Assim di o Senhor , como o fi eram Mois s, Josu e outros profetas.

F. Esse homem prediria acontecimentos futuros em nome

do Senhor e eles se concreti ariam, como aconteceu com Isa as e E equiel.

G. Ele teria uma mensagem importante n o apenas para

seus contempor neos, mas com freq ncia para todas as

pocas futuras, como foi o caso de Daniel, Jeremias e

outros.

H. Ele teria coragem e f suficientes para enfrentar as

persegui es e dar sua vida, se necess rio, pela causa que

abra ou, como fi eram Pedro, Paulo e outros.

I. Tal homem denunciaria a iniq idade com aud cia.

Certamente seria rejeitado ou perseguido pelas pessoas de sua poca, mas as gera es posterioers, os descendentes de seus opositores, construiriam monumentos em sua

honra.

J. Ele seria capa de fa er coisas sobre humanas, proe as que nenhum homem poderia reali ar sem a ajuda de Deus. As conseq ncias ou resultados de sua mensagem e obra seriam uma evid ncia convincente de seu chamado prof tico. Pelos seus frutos os conhecereis [Mateus

7:20].

K. Seus ensinamentos estariam em perfeita harmonia com

as escrituras e suas palavras e ensinamentos se tornariam escritura. Porque a profecia nunca foi produ ida por

vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Esp rito Santo (II Pedro 1:21).

Apresentei lhe apenas um esbo o que vossa senhoria pode completar, e pandir e ent o avaliar e julgar o Profeta Joseph Smith em rela o obra e magnitude de outros

profetas.

Como estudioso da vida do Profeta Joseph Smith h mais de 50 anos, digo lhe que ( ), por esses padr es, Joseph Smith qualifica se como um profeta de Deus.

Creio que Joseph Smith foi um profeta de Deus porque falava como um Profeta. Foi o primeiro homem desde a morte dos Ap stolos de Jesus Cristo a fa er as afirma es que os profetas sempre fi eram, [a saber], que Deus Se comunicara com ele. Ele viveu e morreu como um profeta. Creio que foi um Profeta de Deus porque deu a este mundo algumas das maiores revela es jamais feitas. Creio que foi um Profeta de Deus porque predisse muitos eventos futuros, fatos que s Deus poderia p odu ir.

Jo o, o bem amado disc pulo de Jesus, declarou: O testemunho de Jesus o esp ritode profecia [Apocalipse 19:10]. Se Joseph Smith tinha o testemunho de Jesus, ele tinha o esp rito de profecia e, se tinha o esp rito de profecia, era um profeta. Declaro lhes, como declarei ao meu amigo, que assim como qualquer outro homem que j viveu, ele tinha um testemunho de Jesus, pois, como os Ap stolos da antig idade, ele O viu e O ouviu falar. Ele deu sua vida por esse testemunho. Desafio qualquer homem a

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citar algu m que tenha dado mais provas do chamado divino de Jesus Cristo do que o Profeta Joseph Smith.

Creio que Joseph Smith foi um profeta, pois fe muitas coisas sobre humanas. Uma delas foi tradu ir o Livro de

M rmon. Alguns n o concordam, mas asseguro lhes que o

Profeta Joseph Smith, ao tradu ir o Livro de M rmon, fe algo sobre humano. Desafio os ( ) a escrever uma hist ria sobre os antigos habitantes da Am rica. Redijam como ele, sem nenhuma fonte de consulta ou material de refer ncia.

Incluam em seu relato 54 cap tulos relativos a guerras, 21 cap tulos de hist ria, 55 cap tulos sobre vis es e profecias

e n o se esque am de, ao come arem a escrever sobre

vis es e profecias, certificar se de que seu registro esteja

em estrita concord ncia com a B blia. Escrevam 71 cap tulos sobre doutrina e e orta o e, a tamb m, precisam harmoni ar cada declara o com as escrituras ou ser o desmascarados como impostores. T m que redigir 21 cap tulos sobre o minist rio de Cristo e tudo o que afirmarem que Ele disse e fe , e cada testemunho que inclu rem em seu livro sobre Ele devem estar em absoluta conformidade com o Novo Testamento.

Pergunto lhes: gostariam de incumbir se de tal empreendimento? Sugiro lhes que empreguem figuras de linguagem, s miles, met foras, narra es, e posi es, descri es, recursos de orat ria, aspectos picos, l ricos, l gicos, bem como par bolas. Estariam dispostos a incumbir se de tal trabalho? Pe o que se lembrem ainda de que o homem que tradu iu o Livro de M rmon era um rapa que n o tivera a oportunidade de estudar como voc s, mas ainda assim ditou essa obra em pouco mais de

dois Por mais meses de e 100 fe anos, pouqu alguns ssimas dos corre melhores es, se estudiosos queas fe e .

eruditos do mundo v m tentando refutar o Livro de

M rmon usando a B blia, mas nenhum conseguiu mostrar

que algo escrito nele n o esteja em estrita harmonia com

as escrituras. ( )

Joseph Smith incumbiu se de outras obras sobre humanas

e, entre elas, reali ou as seguintes: Ele organi ou a Igreja.

(Saliento que nenhuma constitui o escrita pelos homens

sobreviveu mais de 100 anos sem modifica es ou

emendas, nem mesmo a constitui o dos Estados Unidos.

A lei b sica ou constitui o da Igreja jamais foi alterada.) Ele come ou a levar a mensagem do evangelho a todas as

na es, uma proe a ainda em curso. Come ou, por ordem

divina, a reunir milhares de pessoas em Si o. Instituiu a obra vic ria pelos mortos e construiu templos com essa finalidade. Prometeu que certos sinais acompanhariam os

que cr em e h milhares de testemunhas do cumprimento dessa promessa.

Eu disse a meu amigo: ( ) N o compreendo por que vossa senhoria di que minhas afirma es s o fantasiosas. Tampouco entendo por que pessoas que alegam crer em Cristo perseguiriam e e ecutariam um homem cujo nico prop sito era provar a veracidade do que elas mesmas professavam, ou seja, que Jesus o Cristo. Eu poderia entender que elas perseguissem Joseph caso ele dissesse:

Eu sou o Cristo ou afirmasse: Cristo n o e iste ou declarasse que outra pessoa era o Cristo. Se fosse assim, os seguidores de Cristo estariam justificados para opor lhe

resist ncia. Mas o que ele proclamou foi: Falo vos Daquele a quem afirmais servir. ( ) Testifico que O vi e falei com Ele. Ele o Filho de Deus. Por que me perseguis por isso? ( )

Talve alguns de voc s estejam curiosos para saber qual foi a rea o do jui ap s nossa conversa. Ele permaneceu sentado e escutou com aten o; em seguida, fe algumas perguntas precisas e pertinentes e por fim declarou: Sr. Brown, ser que seu povo d o devido valor ao significado de sua mensagem? O senhor d ? E prosseguiu: Se o que o senhor me disse for verdade, trata se da maior mensagem transmitida a este mundo desde que os anjos anunciaram o nascimento de Cristo .

Essas foram as palavras de um jui , um grande estadista, um homem de rara intelig ncia. E ele lan ou o desafio: O senhor tem no o da import ncia do que disse? E continuou: Quisera que fosse verdade. Espero que seja verdade. Deus sabe que deve ser verdade. Quem me dera , disse ele com l grimas nos olhos, que algum homem aparecesse na Terra e declarasse com autoridade:

Assim di o Senhor .

Como disse anteriormente, nunca mais o vi. Apresentei lhes de modo sucinto alguns dos motivos pelos quais creio que Joseph Smith foi um Profeta de Deus. Mas acima de tudo, digo lhes de todo o cora o que, pelas revela es do Esp rito Santo, sei que Joseph Smith foi um Profeta de Deus. Embora essas provas e muitas outras que poderiam ser citadas, contribuam para conceder a algu m uma convic o intelectual, somente pelos sussurros do Esp rito

Santo meio dessa algu m influ pode ncia, vir declaro a conhecer saber as que coisas Joseph de Deus. Smith Por um profeta de Deus. Agrade o a Deus por esse conhecimento.

Trechos da versão modificada e publicada de um discurso proferido na Universidade Brigham Young em 4 de outubro de 1955; a pontuação, o uso de iniciais maiúsculas e a ortografia foram atualizados.

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3. “O Único Deus Verdadeiro, e Jesus Cristo, a Quem Ele Enviou

ELDER JEFFREY R. ROLLAND

Do Quórum dos Doze Apóstolos

D P , F E S , .

C omo o lder Ballard j mencionou, as conflitantes tend ncias do mundo atual atraem cada ve mais a aten o das pessoas para A Igreja de Jesus Cristo

dos Santos dos ltimos DiasO. Senhor disse, no passado, que a obra destes ltimos dias seria uma obra maravilhosa e um assombro 1, e isso verdade. Mas ainda que convidemos todas as pessoas a e aminar mais de perto essa , h algo que n o gostar amos que lhes causasse incerte a nem : o fato de que somos, sem nenhuma d vida, crist os. Em geral, toda controv rsia a esse respeito decorre de duas quest es doutrin rias: nossa vis o da Trindade e nossa cren a no princ pio da revela o cont nua que nos

d um din mico c none de escrituras. Para abordar essas

quest es, n o precisamos fa er apologia de nossa f , mas

tamb m n o queremos que nos entendam mal. Portanto, no intuito de melhorar o entendimento e afirmar, com toda a clare a, a nossa condi o de crist os, abordarei, hoje, a primeira das quest es doutrin rias mencionadas.

Nossa primeira e mais importante regra de f na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos ltimos Dias : Cremos em Deus, o Pai Eterno, e em Seu Filho, Jesus Cristo, e no Esp rito Santo .2 Cremos que essas tr s pessoas divinas, que constituem uma nica Trindade, s o unidas em prop sito, modo de agir, testemunho e miss o. Cremos que est o imbu dos do mesmo sentimento divino de

miseric rdia e amor, justi a e gra a, paci ncia, perd o, e reden o. Acho correto di er que cremos que Eles

s o em todos os aspectos eternos, significativos e

uma imagin s subst veis, ncia, no conceito de que de s Trindade o tr s pessoas nunca unidas citado em nas escrituras porque n o verdadeiro. De fato, uma fonte de refer ncia muito respeitada,

o H B D , afirma que a doutrina formal

da Trindade, como definida pelos grandes conc lios da igreja nos s culos IV e V, se encontra no [Novo Testamento] .3 Portanto, toda cr tica de que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos ltimos Dias acredita na vis o contempor nea de Deus, Jesus e o Esp rito Santo se

da Trindade difere da que surgiu na hist ria crist posterior ao Novo Testamento, e retorna doutrina ensinada pelo pr prio Jesus. Assim, um breve relato da hist ria do per odo subseq ente ao Novo Testamento pode ser til.

No ano 325 d.C., o imperador romano Constantino convocou o Conc lio de Nic ia para abordar, entre outras coisas, a quest o cada ve mais discutida da suposta

trindade em unidade de Deus. A conclus o desses

inflamados debates entre cl rigos, fil sofos e dignit rios eclesi sticos passou a ser chamada, ap s 125 anos e mais

tr s conc lios importantes,4 de Credo de Nic ia, tendo

havido reformula es posteriores, como no Credo Atanasiano. As v rias evolu es e vers es desse credo e de

declaravam outros, que que viriam o Pai, a surgir o Filho no e transcorrer o Esp rito Santo dos s eram culos, seres

abstratos, absolutos, transcendentes, onipresentes, consubstanciais, coeternos e incognosc veis, sem corpo, partes ou pai es, que habitavam fora do espa o e do tempo. Nesses credos, todos os tr s membros s o pessoas distintas, mas constituem um nico ser: o freq entemente citado mist rio da Trindade . S o tr s pessoas distintas, contudo, n o s o tr s Deuses, mas apenas um. As tr s pessoas s o incompreens veis e formam um nico Deus, que incompreens vel. Concordamos com aqueles que nos criticam quanto a esse

ltimo ponto: tal conceito de Deus realmente

incompreens vel. Com uma defini o t o confusa de Deus imposta igreja, n o admira que um monge do s culo IV

tenha e clamado: Ai de mim! Tiraram de mim o meu Deus ( ) e n o sei mais a quem adorar ou dirigir minhas

s plicas .5C podemos dedicar f , amor e adora o

sem di er o esfor o para ser semelhantes a um Ser que

e emplo? Como compreender a ora o de Jesus a Seu Pai Celestial, de que a vida eterna esta: que te , a

ti s , por nico Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem [T ] enviaste? 6

N o temos a inten o de menospre ar as cren as ou

doutrinas alheias. Temos por sua doutrina o mesmo respeito que pedimos que tenham pela nossa. (Isso tamb m est em nossas Regras de F .) Mas se algu m disser que n o somos crist os porque n o acreditamos em um conceito de Deus do s culo IV ou V, o que di er, ent o, dos primeiros santos crist os muitos dos quais foram testemunhas oculares do Cristo vivo que tampouco tinham essa cren a?7 Declaramos que as escrituras ensinam claramente que o Pai, o Filho e o Esp rito Santo s o pessoas separadas e distintas, tr s seres divinos, e ressaltamos, como e emplos

indiscut veis, a grande Ora o Intercessora do Salvador, que acabamos de mencionar, Seu batismo pelas m os de Jo o, o evento ocorrido no Monte da Transfigura o e o mart rio de Est v o, para citar apenas quatro.

incompreens vel e incognosc vel? Como seguir Seu

Tendo em vista essas refer ncias do Novo Testamento,

al m de outras que nos ocorrem8, seria redundante

perguntar o que Jesus quis di er ao declarar: o Filho por si mesmo n o pode fa er coisa alguma, se o n o vir fa er o

Pai .9 Em outra ocasi o, Ele disse: Porque eu desci do

c u, n o para fa er a minha vontade, mas a vontade daquele que
c u, n o para fa er a minha vontade, mas a vontade
daquele que me enviou .10 Sobre Seus antagonistas, Ele
disse: [Eles] me odiaram a mim e a meu Pai .11 E
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refere a nossa dedica o a Cristo, mas, sim, a um reconhecimento correto, por sinal de que nossa vis o

7

tamb m, vemos a sempre complacente submiss o ao Pai, que levou Jesus a di er: Por que me chamas bom? N o h bom sen o um s , que Deus .12 Meu Pai maior do que eu .13 Para quem Jesus orava t o fervorosamente durante todos aqueles anos, inclusive em s plicas t o angustiadas quanto: Meu Pai, se poss vel, psase de mim este c lice 14 e Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste? 15 Reconhecer a prova das escrituras de que os membros da Trindade, perfeitamente unidos em todos os outros sentidos, s o, n o obstante, seres separados e distintos n o nos torna culpados de polite smo. Trata se, sim, de parte da grande revela o que Jesus veio conceder nos sobre a nature a de seres

divinos. melhor, Talve ao di er: o Ap Cristo stolo Jesus Paulo ( tenha ) sendo se em e pressado forma de

Deus, n o teve por usurpa o ser igual a Deus .16 Uma ra o correlata pela qual A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos ltimos Dias e clu da, por certas pessoas, da categoria de igreja crist o fato de acreditarmos, tal como os antigos ap stolos e profetas, em um Deus corp reo, mas, sem d vida, glorificado.17 Para aqueles que criticam essa cren a tendo por base as escrituras, pergunto, ao menos retoricamente: se o conceito de um Deus corp reo ofensivo, por que as doutrinas fundamentais e particularmente caracter sticas de toda a cristandade s o a Encarna o, a E pia o e a R do Senhor Jesus Cristo? Se ter um corpo algo n o apenas desnecess rio mas tamb m indesej vel para Deus, por que o Redentor da humanidade redimiu S corpo das garras da morte e do sepulcro, garantindo que ele jamais voltaria a separar se de Seu esp rito, tanto nesta vida

quanto na eternidade?18T D C . Ningu m que afirme ser verdadeiramente crist o faria isso. Para todos os que me ouvem e que alguma ve duvidaram de nossa condi o de crist os, presto este testemunho:

testifico que Jesus Cristo literalmente o Filho vivo de nosso Deus vivente. Esse Jesus nosso Salvador e Redentor, o Qual, sob a orienta o do Pai, foi o Criador do c u e da Terra e de tudo o que neles h . Presto testemunho de que Ele nasceu de uma virgem, e que em Sua vida terrena reali ou milagres grandiosos, que foram testemunhados por in meros disc pulos Seus, bem como por Seus inimigos. Testifico que Ele tinha poder sobre a morte, porque era divino, mas sujeitou Se voluntariamente a ela, por n s, porque, por algum tempo, Ele foi, tamb m, mortal. Declaro que, em Sua volunt ria submiss o morte, Ele tomou sobre Si os pecados do mundo, pagando um pre o infinito por todo sofrimento e enfermidade, cada triste a e infelicidade, desde Ad o at o fim do mundo. Ao fa lo, conquistou tanto a morte, fisicamente, quanto o inferno, espiritualmente, libertando assim toda a humanidade. Presto testemunho de que Ele foi literalmente ressuscitado e, depois de ascender ao Seu Pai, para concluir o processo dessa Ressurrei o, apareceu muitas ve es a centenas de disc pulos, no Velho e no Novo Mundo. Sei que Ele o Santode Israel, o Messias que um dia voltar em gl ria final, para reinar na Terra como o Senhor dos senhores e Rei dos reis. Sei que n o h nenhum outro nome dado sob os c us pelo qual um homem possa ser salvo, e que somente confiando

inteiramente em Seus m ritos, miseric rdia e gra a eterna19 podemos alcan ar a vida eterna. Meu testemunho quanto a essa gloriosa doutrina o de que, em prepara o para Seu reinado milenar nestes ltimos dias, Jesus j veio, mais de uma ve , em majestosa gl ria corp rea. Na primavera de 1820, um rapa de quator e anos, confuso com muitas das mesmas doutrinas que ainda perturbam a cristandade, foi a um bosque orar. Em resposta quela sincera ora o, feita por algu m t o jovem, o Pai e o Filho apareceram, como seres corp reos e glorificados, ao menino profeta Joseph Smith. Aquele dia marcou o in cio do retorno do verdadeiro evangelho do Novo Testamento do Senhor Jesus Cristo e da restaura o de outras verdades prof ticas reveladas desde Ad o at os

dias atuais. Afirmo lhes que meu testemunho dessas coisas verdadeiro e que os c us est o abertos a todos os que buscarem essa mesma confirma o. Por meio do Santo Esp rito da Verdade, que venhamos a conhecer o nico Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem [Ele enviou] .20Depois disso, que possamos viver Seus ensinamentos e ser verdadeiros crist os, tanto em obras quanto em palavras, minha ora o. Em nome de Jesus Cristo. Am m.

Notas

1.

Isaías 29:14.

2.

Regras de Fé 1:1

3.

Paul F. Achtemeier, ed., (1985), p. 1099; grifo do autor.

4.

Constantinopla, 381 d.C.; Éfeso, 431 d.C.; Calcedônia, 451 d.C.

5.

Citado em Owen Chadwick, Western Asceticism, 1958, p. 235.

6.

João 17:3; grifo do autor.

7.

Para uma discussão mais completa deste assunto, ver: Stephen

E. Robinson, Are Mormons Christian?, pp. 71–89; ver também

Robert Millet, Getting at the Truth, 2004, pp. 106–122.

8. Ver, por exemplo, João 12:27–30; João 14:26; Romanos 8:34;

Hebreus 1:1–3.

9. João 5:19; ver também João 14:10.

10. João 6:38.

11. João 15:24.

12. Mateus 19:17.

13. João 14:28.

14. Mateus 26:39.

15. Mateus 27:46.

16. Filipenses 2:5–6.

17. Ver: David L. Paulsen, “Early Christian Belief in a Corporeal

Deity: Origen and Augustine as Reluctant Witnesses”, Harvard Theological Review, vol. 83, n o . 2, (1990), pp. 105–116; David L.

Paulsen, “The Doctrine of Divine Embodiment: Restoration, Judeo-

Christian, and Philosophical Perspectives”,

n o 4, (1996), pp. 7–94; James L. Kugel,

Lost World of the Bible, (2003), pp. xi–xii, 5–6, 104–106, 134–135;

Clark Pinnock,Most Moved Mover: A Theology of God’s Openness,

(2001), pp. 33–34.

18. Ver Romanos 6:9; Alma 11:45.

BYU Studies , Vol. 35,

The God of Old: Inside the

19. Ver 1 Néfi 10:6; 2 Néfi 2:8; 31:19; Morôni 6:4; Joseph Smith

Translation, Romanos 3:24.

20. João 17:3.

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8

4. O Plano de Salvação

PPRREESSIIDDEENNTTEE AARRMMSSTTRROONNGG,,

Conferência de Zona, 29/julho/1995

D ei e me ver as m os daqueles que j leram a parte selada do Livro de M rmon. (Pausa) Ningu m? Ningu m leu a parte selada do Livro de M rmon.

OK, quem pode me di er o que cont m a parte selada do

Livro de M rmon? A hist ria da terra desde o come o at

fim, as profecias sobre o que acontecer ? Algu m quer

argumentar com isto? Vamos abrir o Livro de ter no Livro de M rmon ( ter 3:20 22). L nos temos o Irm o de Jared

e lhe foi dito para selar esta informa o. Vamos dar uma

olhada em 2 N fi 27:6 10. Assim, claro, a parte selada do Livro de M rmon cont m uma vista, uma vis o do mundo do come o at o fim. E nenhum de n s leu o livro porque foi selado. Afortunadamente, embora como alguns livros que n s n o lemos, como o Livro de Enoque, por e emplo, podemos encontrar por es espalhadas em outras escrituras e assim catando das outras escrituras, n s podemos chegar ao conhecimento do que tem na parte selada do Livro de M rmon. E o que vamos fa er hoje.

N s vamos desvendar os segredos da parte selada do Livro

de M rmon. Agora vamos entrar em regi es que voc s n o discutem com seus investigadores. N s j tivemos a parte da Confer ncia de Zona que fala sobre as coisas que n s falamos para os nossos investigadores. N s j falamos sobre aquelas coisas e as maneiras de como proceder. Mas torna se importante que entendamos porque fa emos isto. Vem a ser importante que entendamos os trabalhos, antes que possamos efetivamente falar com nossos investigadores. Quando voc s est o falando com seus investigadores voc usam as discuss es aprovadas que s o documentos inspirados. Voc s n o come am com doutrina profunda. E n s n o vamos entrar em doutrina profunda agora, mas tentaremos ver a hist ria do come o at o fim como se encontra nas escrituras. Eu desenvolverei um diagrama que ser dif cil para voc s copiarem. Eu tenho

uma c pia para cada um de voc s o qual poder o recorrer.

E no verso est o todas as escrituras relativas a hist ria,

assim voc s saber o que n o tirei da minha cabe a. Assim voc s podem reconstru la juntos:

o

No Come o

O que significa? Um dos problemas

um contrato de que eles seriam a Autoridade Presidente

sobre certas cria es. Eles eram, Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Esp rito Santo. E assim como seguidamente acontece nas escrituras eles s o conhecidos pelos t tulos e

n o pelos nomes, e Deus o Pai o Criador, Deus o Filho o

Mediador e o Esp rito Santo o Revelador ou Testador. E aqueles nomes, aqueles t tulos descrevem a fun o que estes tr s Deuses t m na Deidade. N s temos um Criador, o homem que promove a cria o. N s temos o Mediador,

aquele que intercede em favor do povo. E temos o Revelador que revela ao povo as coisas pertinentes a Deidade. N s tamb m descobrimos, como estamos discutindo a Deidade, que h tr s condi es sob a qual o povo pode viver. H uma condi o Celestial, h uma

Terrestrial uns du entos e h anos uma depois Telestial. da morte E quando do Salvador, o mundo perderam Crist o

a vis o das tr s pessoas na Deidade, eles perderam a vis o

dos tr s graus de gl ria. E assim o mundo Crist o acabou com um Deus, um C u e um Inferno. Mas antes que ca ssem em Apostasia, eles sabiam sobre as condi es Celestiais, Terrestrial e Telestial e sabiam sobre Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Esp rito Santo. Voc s perceber o no diagrama que eu pus os graus de gl ria pr imos ao membro correspondente da Deidade, porque onde eles pertencem. Quando estamos numa condi o Celestial,

estamos na presen a de Deus o Pai. N s podemos entrar em sua presen a, podemos suportar a sua presen a, podemos suportar a sua gl ria. Quando estamos numa condi o Terrestrial, n s podemos entrar na presen a de Deus o Filho e podemos nos comunicar com o Pai. Quando estamos numa condi o Telestial n s estamos na presen a ou podemos estar na presen a do Esp rito Santo e

podemos nos comunicar com nosso Pai atrav s do Filho.

s fa emos todas as coisas em nome de Jesus Cristo, o

mediador, assim, n s vamos atrav s do mediador para chegar ao Pai quando estamos numa condi o Telestial. No Come o, em algum lugar na linha do tempo, o homem era uma intelig ncia. Intelig ncia ou lu da verdade, n o foi criada, nem pode ser criada. O homem estava no Come o com Deus. Ele era co equal, co eternal com Deus no Come o. Em algum est gio de seu progresso como uma intelig ncia ele se tornou um filho de Deus. Ele tornou se um filho espiritual de Deus. Deus tornou se seu Pai. N s come amos como intelig ncias, nos tornamos ent o filhos espirituais. Deus o Pai ent o chamou Seus filhos espirituais e delineou um plano. Um plano pelo qual alguns deles podem tornar se como Ele. N s nos desenvolvemos como intelig ncias e chegamos a um est gio onde Deus tomou aquelas intelig ncias e deu lhes corpo espiritual e naquele est gio nos tornamos filhos e

N

com o Cristianismo que eles acreditam em Eternidade, e eles pensam que significa que eles viver o para sempre,

mas eles esquecem que viver para sempre significa que voc s viveram para sempre, que houve alguma coisa antes tanto quanto alguma coisa depois. Eu gosto do conceito

eg pcio. Em antigos documentos eg pcios, eles n o falam

de come os, eles falam sobre hori ontes. OK, assim, voc alcan a um hori onte, h outro hori onte e outro hori onte. Mas normalmente nas escrituras quando

di emos, No Come o

outra fase. No Come o havia tr s Deuses que se juntaram e fi eram

filhas de Deus. N s n o dev amos a nossa e ist ncia anterior como intelig ncias cria o de Deus. O homem estava no Come o com Deus e como intelig ncias n s alcan amos um ponto onde Ele nos tomou e nos fe Seus

filhos espirituais. Ent o Deus juntou Seus filhos espirituais

n o todos Seus filhos espirituais juntou um grupo de Seus

filhos espirituais e disse lhes, este grupode filhos espirituais vai descer a um planeta chamado terra e neste planeta chamado terra ir o aprender a se tornar como eu . Daquele grupo que Ele juntou para enviar ao planeta terra,

1/3 rebelou se sob a lideran a de L cifer, o portador da

lu , o portador oficial, o Anjo em Autoridade na presen a

de Deus, o Anjo que disse, Eu elevarei meu trono acima de

queremos di er, no in cio de

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9

Deus e se tornou um tanto ambicioso. Ele pensou que

podia tomar o lugar de seu Pai Celestial. Sob a influ ncia deste Anjo, 1/3 das hostes dos filhos espirituais destinados

a esta terra, se rebelaram. E por causa deles terem se

rebelado, eles foram jogados do Mundo Celestial para esta terra, para uma condi o chamada de o Mundo Espiritual.

E assim que 1/3 dos esp ritos rebeldes est o na face da

terra em outra dimens o, sendo que voc s n o podem

v los mas eles est o aqui, como alguns de voc s sabem.

Deus o Pai, ent o continuou com o Seu plano com Seus outros filhos e Ele disse, OK, n s vamos coloc los na terra e Ele criou uma condi o onde desceriam a terra numa condi o Terrestrial. Eles estavam numa condi o Celestial, e desceram a terra numa condi o Terrestrial

que chamamos Naquela condi de Jardim o Terrestrial do den. toda a terra do planeta

est junta num s lugar e est rodeada pelo mar. N o h doen a, n o h morte, n o h decomposi o, tudo est espl ndido, e ceto que eles n o est o indo a lugar nenhum. Assim n s temos o homem e a mulher nesta condi o. Numa condi o Terrestrial, claro, eles podem ter Deus o Filho com eles todo o tempo, ele podem ter o

Pai os visitando e todas as coisas est o bem e ceto que

n o v o a lugar nenhum. Satan s aparece e persuade a mulher, acertadamente ou erradamente, que ela pode

ganhar conhecimento e tornar se como o Pai Celestial se

fi er certas coisas. Se comer da rvore do Conhecimento

do Bem e do Mal. Paulo nos di que a mulher foi enganada, assim de alguma maneira ele conseguiu engan la, ainda que ele

estivesse certo de como ela poderia ganhar conhecimento.

O homem, Paulo nos conta, n o foi enganado. O homem

estudou o acontecido e chegou a conclus o que assim tinha que ser, em termos do que foi lhe ensinado e nos

termos do mandamento de se multiplicar e encher a terra.

E o homem e a mulher chegaram a uma conclus o. Eles

Seres Terrestriais, nos foi dito, est o l para dirigir outros mundos Terrestriais.

N s n o sabemos muito sobre isto, o que n s sabemos

que a cidade de Enoque foi levada. N s tamb m sabemos que depois que a cidade de Enoque foi levada, No e seus filhos continuaram a pregar ao povo e outras pessoas foram convertidas, foram levadas e juntaram se a cidade de Enoque. Assim n s movemos para cima para uma condi o transladada e ent o chegamos a um grande evento na hist ria da terra. N s chegamos ao dil vio o Grande Dil vio. Muitos eruditos querem nos fa er acreditar, que o grande dil vio foi puramente local ocorrido em volta da cidade da Babil nia. Mas o fato que foi bem mais do que isto porque o dil vio foi o batismo da

terra. A terra um ser f sico.

terra tem um esp rito, sendo assim a terra teria que

ser bati ada por imers o. Assim de acordo com a cronologia da B blia, a terra foi bati ada 1656 anos depois que Ad o saiu do Jardim do den. Agora percebam como a terra mudou. A terra era um globo Terrestrial, caiu para um estado Telestial. Foi movida dos c us para um local diferente. Foi movida de uma rbita Celestial para uma

rbita Terrestrial, para uma rbita Telestial. Houve grandes mudan as na terra. No Jardim do den n o havia inverno,

n o havia ver o, n o havia grande montanhas ou vales

profundos. Tudo era agrad vel. Ent o caiu a uma condi o Telestial onde temos espinhos, cardos, espinheiros e mosquitos e toda sorte de coisas que nos afligem na face da terra. Assim houve uma grande mudan a na face da terra desde

a queda. H tamb m uma grande mudan a na face da

terra durante o Dil vio. Mudan as maci as na terra

aconteceram enquanto mudavam os c us Algum tempo depois disto n s n o sabemos quanto tempo depois disso

n s chegamos aos dias de Pelegue. Agora, o nome de

Pelegue significa divis o , assim nos diasde Pelegue houve

A

chegaram a uma decis o, de que eles necessitariam sair desta condi o para outra condi o. Eles n o ca ram

uma divis o. O movimento dos continentes mais uma ve em toda a face da terra.

porque cometeram pecado se ual, eles eram casados. Eles

N

o sabemos e atamente o que aconteceu, mas

foram casados para a eternidade pelo Pai Celestial mesmo,

sabemos que houve uma divis o. 4000 anos, quase

assim eles n o poderiam cometer pecado se ual. Isto n o

e

atamente 4000 anos depois que Ad o caiu do Jardim do

foi um terr vel engano, era parte do plano, mas Deus o Pai

den, n s chegamos a um evento altamente significativo

n o podia mand los fa er isto porque seria mand los

rebai arem se. E sendo um Ser perfeito, Ele n o podia mandar algu m fa er algo imperfeito. Sendo assim Ele disse, aqui est o voc s, voc s est o numa condi o Terrestrial, estas s o as condi es sob as quais voc s podem permanecer numa condi o Terrestrial e quando voc s quebrarem estas condi es, voc s cair o. Mas voc s podem escolher, sua a decis o . Eles tomaram aquela decis o. Eles ca ram do Jardim do den para uma condi o Telestial. Eles foram lan ados num mundo solit rio e triste. Perderam o Jardim do den e estavam numa condi o Telestial. Agora, de acordo com as revela es dadas ao irm o de Jared e tamb m a outras revela es, esta condi o Telestial perdurar por 6 mil anos. E agora estamos entrando em territ rio mais familiar. Agora n s podemos documentar o que est acontecendo. Pouco depois de eles ca rem para uma condi o Telestial, eles se separaram em povo bom e povo mau. O evangelho foi pregado. Algumas pessoas aceitaram o evangelho, n s lemos que a cidade inteira de Enoque foi transladada e eles voltaram a uma condi o Terrestrial.

na hist ria do mundo. Chegamos a crucifica o de Jesus Cristo. E n s lemos na revela o dada a Enoque como se encontra na P rola de Grande Valor, que Cristo veio a esta

terra, ao contr rio de todas as outras terras que seu Pai criou. Ele veio a esta terra para ter Seu corpo e morrer, porque entre todas as cria es que Deus criou nos c us,

n o havia nenhuma t o in qua como esta. Esta era a mais

in qua das cria es de Deus (Mois s 7:29 36). E n s lemos

no Livro de M rmon que ele n o s veio para a mais in qua das cria es de Deus mas ele foi Na o Judia que o mais in quo de todos os povos na face da terra naquele tempo. Eles eram o nico povo que poderia crucificar seu

pr prio Deus. Como de fato fi eram (2 N fi 10:3).

Agora, nesta crucifica o a terra e perimentou tremendas mudan as novamente. N o muito nos Continentes Orientais. Houve 3 horas de terremoto l , mas elas n o mudaram a face da terra t o dramaticamente. No Hemisf rio Ocidental aquelas 3 horas de terremotos foram seguida por 3 dias de escurid o e houve mudan as maci as na face da terra. N s lemos como cidades foram sepultadas no mar. De fato, algumas daquelas cidades

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foram encontradas hoje e elas est o quil metros abai o no fundo do mar. Cidade inteiras intactas 3000 4000 p s sob o mar. Houve uma mudan a maci a na face da terra naquele tempo quando o Senhor morreu. Isto dei a 2000 anos restantes porque se foram 4000 anos. 2000 anos restantes at que chegamos ao fim do mundo. Agora quando eu falo sobre o Fim do Mundo o que eu quero di er? O que o Fim do Mundo? O fim deste estado Telestial! Quando eu digo, sa v s do mundo , o

que eu quero di er? Fora da iniq idade, fora da Babil nia,

sa v s da Babil nia. Pare de ser indiferente, saia de perto das pessoas que quebram a leis. Isto marca o Fim do Mundo, n o o Fim da terra o Fim do Mundo, o mundo do qual Satan s o rei. Isto que o fim do mundo.

terr veis que acontecer o nesta pequena janela do tempo. Agora, o evento sobre o qual n s estamos interessados relativo a esta janela do tempo, a vinda do Salvador, Jesus Cristo. Isto onde Ele vem pela segunda ve . Ele na realidade aparece 4 ve es. Sua primeira apari o subitamente em Seu Templo. Isto foi parcialmente cumprido quando Ele apareceu no Templo de Kirtland, mas Ele vir tamb m ao Grande Templo, o Templo que ser constru do para Ele no local de Adam ondi Ahman, Jackson Count , Missouri. Assim Ele vem subitamente ao Seu templo e aparece a Seu profeta. Segundo, Ele aparece no vale de Adam ondi Ahman para 144.000 Sumo Sacerdotes. Considerem este nome, Adam ondi Ahman tradu ido do Ad mico para o ingl s, significa O lugar onde Ad o

chegamos Mas justo a um antes per odo de chegarmos mais interessante, ao fim do o mais mundo, n s

interessante per odo na hist ria da terra. o per odo sobre

o qual todos os profetas profeti aram. o per odo que eles

t m aguardado desde o come o dos tempos os ltimos dias. Agora nos ltimos dias, nos foi dito que haver um grande e terr vel dia do Senhor. Grande e terr vel para quem? Os justos, aqueles que est o aguardando pela vinda do Salvador. Assim ser um grande dia para os justos, mas ser um dia terr vel para os injustos. O mundo , os in quos, aqueles que est o vivendo na Babil nia. O fim do seu

mundo como eles o conhecem. E nos foi dito que v rias coisas acontecer o naquele tempo, os chamados Sinais dos Tempos acontecer o. Quais s o alguns destes sinais? Terremotos. E qu o destrutivos eles ser o? Tal como a terra nunca e perimentou antes. N s lemos sobre muitos sinais que preceder o a Sua vinda, tal como o aparecimento do Livro

de M rmon. Guerra e rumores de Guerra. A coliga o de Israel. A terra cambalear de c para l como um b bado.

O sol esconder sua face. A lua se tornar em sangue.

Cristo vir subitamente ao Seu Templo. As 10 tribos vir o

do Norte, seus profetas golpear o o gelo, e o gelo derreter em sua presen a e uma auto estrada aparecer no meio da grande profunde a e eles vir o a frente e se unir o a Efraim. Todas as coisas ser o reveladas. Si o ser constru da. As chaves ser o dadas ao Salvador na reuni o em Adam ondi Ahman. Todas as massas de terra se juntar o como era no Jardim o den (isto acontecer um pouco por causa de um terremoto). A cidade de Enoque voltar . N s teremos os registros de Enoque e Jos e todos aqueles outros registros que perdemos. Doen as, tal como

a terra nunca soube O v rus da Aids foi uma parte disto.

Jerusal m ser sitiada. Os profetas ser o mortos e ja er o nas ruas. OK, eu penso que capturamos a imagem. E todas

estas coisas ter o lugar nos ltimos dias. Uma das minhas pragas favoritas que acontecer