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ACADEMIA DE MÚSICA DE CASTELO DE PAIVA

PROVA DE APTIDÃO ARTÍSTICA

Emmanuel Séjourné

Concerto para Vibrafone e Orquestra de Cordas

Autor:

José Gabriel Oliveira Teixeira

Professor orientador:

Bruno Costa

Curso Secundário de Música

Regime Supletivo

Ano Letivo de 2016/2017

AMCP, 31 de Maio de 2017


ACADEMIA DE MÚSICA DE CASTELO DE PAIVA

Índice

1. Introdução ............................................................................................................................ 3
2. Biografia ............................................................................................................................... 4
2.1 Educação ............................................................................................................ 4
2.2 Carreira ............................................................................................................... 4
2.2.1 Como professor ........................................................................................................ 5
2.2.2 Como artista .............................................................................................................. 5
2.2.3 Como compositor...................................................................................................... 6
3. Concerto para Vibrafone e Orquestra de Cordas .......................................................... 8
3.1 Breve análise ...................................................................................................... 8
3.2 Características e influências .............................................................................. 11
4. Coletânea de obras .......................................................................................................... 13
5. Conclusão .......................................................................................................................... 17
6. Bibliografia ......................................................................................................................... 18
7. Anexos ............................................................................................................................... 19

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1. Introdução

A Prova de Aptidão Artística (PAA) surge no âmbito do final de curso


secundário de música da Academia de Música de Castelo de Paiva.

Neste trabalho, irá ser abordado o percussionista e compositor Emmanuel


Séjourné, nomeadamente a sua vida e obra, com destaque para o seu Concerto para
vibrafone e orquestra de cordas, no qual estou a trabalhar.

Escolhi este tema por se tratar de um dos melhores e mais influentes artistas
no mundo da percussão, ainda no ativo.

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2. Biografia

Emmanuel Séjourné nasceu a 16 de julho de 1961 em Limoges, França. É um


compositor e percussionista francês e coordenador do departamento de percussão no
Conservatório de Estrasburgo. A sua música, sendo rítmica, romântica e enérgica, é
influenciada pela música clássica ocidental e pela música popular (rock, jazz, música
não europeia).

2.1 Educação
Depois de estudar piano clássico, violino, história da música, acústica e análise
musical no Conservatório de Estrasburgo, Séjourné continuou aí a sua educação, e
em 1976 entrou na classe de percussão de Jean Batigne, diretor fundador de Les
Percussions de Strasbourg (As Percussões de Estrasburgo). Sob a sua orientação,
Séjourné tornou-se interessado pela música contemporânea e improvisada. Ganhou o
primeiro prémio (Médaille d'or) em percussão, em 1980, e depois especializou-se em
percussão de lâminas.

2.2 Carreira
Em 1984, tornou-se professor de percussão, na variante de lâminas, no
conservatório, e ganhou o Grande Prémio de Audiovisual Europeu pelo seu CD
Saxophone e Percussão, de 1981. Como músico, é considerado um dos
percussionistas mais proeminentes de lâminas e expandiu a interpretação de vibrafone
e de marimba tendo introduzido o jogo de seis baquetas e o vibra-midi. Começou a
compor por volta da mesma altura em que começou a ensinar. Enquanto mantinha as
suas atividades no palco e no ensino, Séjourné foi dando mais relevo à composição.

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2.2.1 Como professor


Depois de se instalar no Conservatório de Estrasburgo, Emannuel Séjourné
recebeu o seu Certificat d'Aptitude (Certificado de Aptidão) em percussão, em 1991.
Em 1994, foi nomeado consultor académico do Ministério da Cultura francês para a
preparação do Certificat d'Aptitude. Regularmente faz parte de júris de competições
internacionais e dá/ leciona masterclasses nas principais academias de música na
Europa, Ásia e América do Norte. As suas composições educacionais incluem um
método de percussão de lâminas em 6 volumes. Também é coautor de 10 ans avec la
percussion (10 anos com a percussão), de 2002.

2.2.2 Como artista


Em 1981 Séjourné e o saxofonista Philippe Geiss fundaram o grupo Noco
Music (que gravou Saxofone e Percussão). Em 1996, acompanhado pelo Coro de
Câmara de Nova Londres, Séjourné criou “Séance” para soprano, coro e vibra-midi,
pelo compositor inglês James Wood.

Como membro do ensemble contemporâneo Accroche-Note (Nota-Suspensa)


desde 1988, estreou mais de uma centena de obras de compositores como Donatoni,
Dillon, Aperghis, Manoury, Fedele, Mash e Pesson. O seu repertório artístico inclui
concertos, música de câmara e solos.

Fez vários recitais na Europa, Ásia e América do Norte e atuou com orquestras,
incluindo a Orquestra Filarmónica de Luxemburgo, com a qual gravou o Concerto para
Marimba e Orquestra de Camille Kerger (1997). Participou em vários festivais, entre os
quais "Archipelago" em Genebra, "Ars Musica" em Bruxelas, "Ultima" em Oslo e
"Musica" em Estrasburgo, nos festivais de Huddersfield e Zurique e nas Biennales de
Veneza e Zagreb. Gravou para os estúdios Universal, Fingerprint e Auvidis.

Séjourné interpretou música improvisada e jazz, particularmente com o


guitarrista suíço Max Lasser, o percussionista suíço Fritz Hauser e Friedemann - o
compositor com quem ganhou o Prémio de Jazz Alemão Gold 2012 para o Concerto e
num dueto de percussão de lâminas com Sylvie Reynaert.

Como percussionista, Séjourné especializou-se em marimba e vibrafone. Ele


foi considerado "um dos melhores vibrafonistas do mundo".

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2.2.3 Como compositor


Séjourné começou a compor por volta da mesma altura em que se tornou um
membro no conservatório, focando-se cada vez mais neste ofício, enquanto que
continuava a atuar e a ensinar.

Nos seus trabalhos, Séjourné varia os conjuntos, compondo para orquestras,


ensembles de câmara, coro e solistas. A sua música é eclética. As suas composições
incluem música incidental e musicais, bem como dança e música de filme. Também
trabalha como compositor para a France Culture, para as redes de televisão alemãs
ARD e ZDF e para o canal de televisão cultural franco-alemão ARTE.

A sua música incidental composta em 1984 ganhou o prémio de Melhor


Música, no Festival de Avignon.

Fascinado pela relação com outras formas de expressão artística, ele também
compõe música para teatro, televisão, e para marcar os dois mil anos da cidade de
Estrasburgo, compôs a música do show "The Invaders" (Os Invasores) para Ballet du
Rhin, em 1988. Ele escreveu Planet Claviers (Planeta Teclados), em 1998, para o
conjunto Percussions Claviers de Lyon numa comissão do Festival Grame. O trabalho
foi realizado mais de 120 vezes entre 1998 e 2001. Em 2001, voltando à sua
preferência por uma mistura de formas de expressão, compôs Famim, peça que
combina música improvisada, contemporânea e popular, comissionada e estreada
pelo pianista de jazz Michael Borstslap e o grupo de percussão de Amsterdão. Em
2004, a pedido do Teatro Nacional de Luxemburgo, escreveu o musical School
Boulevard (Escola Boulevard).

Séjourné compôs concertos para percussão e orquestra, dois dos quais


atraíram a atenção internacional. O seu Concerto para Vibrafone e Orquestra de
Cordas, composto em 1999 e estreado pela Orquestra do Auvergne, tem sido bem
recebido pelos críticos. O Luxemburger Wort escreveu: "[O concerto] é prova viva do
tremendo crescimento da percussão, do surgimento do processo de criação na música
contemporânea. E tem todas as qualidades para mostrar artistas excepcionais. O
trabalho, denso e rico, é incrivelmente sedutor. (...)". O Concerto para Marimba e
Orquestra de Cordas (2005), encomendado e executado por Bogdan Bacanu
acompanhado pelos Solistas de Salzburgo, tornou-se um trabalho padrão no repertório
de marimba. Anne-Julie Caron, uma percussionista canadiense, descreveu-o como

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"único porque é uma das raras peças que coloca a marimba num contexto romântico".
Uma apresentação no FestivalWashington Square, em Nova Iorque, foi classificada
por um crítico como "lindamente composta". Tal exibição foi gravada no álbum True
Colors (Cores Verdadeiras).

Séjourné é apoiado no seu trabalho por muitos patrocinadores, incluindo nas


cidades de Arrás, Aurillac, Estrasburgo e Luxemburgo, assim como o Conselho Geral
das Bouches du Rhône, o Instituto Europeu de canto coral e a Ópera de Paris. Foi
comissionado e gravado por Gary Cook, John Pennington, Grupo de Percussão Ju,
Bob Van Sice, Nancy Zeltsman, Marta Klimasara, Katarzyna Mycka, Sylvie Reynaert e
o Grupo de Percussão de Amsterdão. As suas obras são frequentemente incluídas em
repertórios orquestrais, incluindo: RadioSinfonieOrchester de Estugarda, Filarmónica
de Nagoya, Filarmónica de Osaka, Sinfonia Toronto, Sinfonia Rádio e Televisão da
Croácia, Filarmónica de Luxemburgo, Orquestra de Câmara de Lausanne, Orquestra
da Suisse Italienne, Orquestra da Suisse Romande, Camerata de Bourgogne,
Orquestra de Auvergne, de Cannes, Nice, Pau, Mulhouse, Bochumer Symphoniker,
Wurttembergisches Kammerorchester, entre muitas outras.

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3. Concerto para Vibrafone e Orquestra de Cordas

Uma das peças mais notáveis do compositor é o concerto para Vibrafone,


composto em 1999.

3.1 Breve análise


Quanto ao 1º andamento, ao nível da estrutura formal, uma das divisões
frásicas possíveis está directamente relacionada com a mudança de determinados
centros tonais, como podemos ver no seguinte quadro-resumo:

Centro Tonal (Maior) Números dos compassos


Lá 1-29
Fá 30-43
Réb 44-47
Si 48-50
Láb 51
Mi 52
Láb 53
Lá (Tema 2) 54-63
Dó 64-65
Lá 66-67
Dó 68-71
Fá 72
Réb 73
Fá 74
Réb 75-78
Mi 79
Réb 80
Mi 81
Réb 82
Mi 83
Réb 84-87
Lá 88-106

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Este quadro não mostra a complexidade harmónica do andamento, pelo que


será mais interessante associar a forma e a respetiva estrutura frásica às possíveis
mudanças de modo.

A harmonia resulta da sobreposição de camadas, onde por vezes soa mais


politonal ou mesmo pantonal. Nos compassos 24 a 27 é visível uma das formas de
Séjourné adicionar novo material harmónico, neste caso, no final do tema. A nota Si
gera uma nova sonoridade. Em toda a obra, a mudança de harmonia é realizada por
pequenas nuances, notas acrescidas aos acordes que provocam, com o tempo,
mudanças nas estruturas harmónicas e nos respetivos centros tonais (por exemplo,
nos compassos 51 a 54).

Melodia:
A estrutura melódica tende para o modalismo, onde o tema principal, que se
inicia no compasso 17, é baseado no modo lócrio de Sol#, acompanhado pela
orquestra sobre o centro tonal de Fá# menor. No compasso 30 a harmonia do
acompanhamento muda para Ré menor enquanto o solo modula para o modo lócrio de
Mi.
A partir do compasso 54 o tema é revisitado, a meio do andamento. O ritmo
torna-se mais intricado e intenso. Uma variação prolonga-se até ao compasso 63 e a
tonalidade muda para dó maior. A intensidade cresce através de uma melodia
dinâmica e florida. A partir do compasso 71 a melodia começa a dissipar-se e
apresenta vários movimentos descendentes.

Ritmo:
O ritmo neste andamento é gerado pela oposição, contraste e a
complementaridade . O acompanhamento rítmico permite a Séjourné construir uma
melodia elaborada e de alguma complexidade rítmica. Séjourné utiliza hemíolas para
criar enfase no ritmo flutuante que caracteriza o solista (por exemplo, no compasso
44).
No geral, o ritmo melódico intensifica-se e esvanece-se no final. Com a entrada
do vibrafone, no compasso 17, o ritmo torna-se disperso. O clímax ocorre no
compasso 72. A partir deste ponto o motivo rítmico torna-se simples e no compasso 88
regressa ao estado do tema inicial.

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Quanto ao 2º andamento, ao contrário do 1º andamento que tem uma


introdução antes do tema e do tempo, este inicia-se logo com o carácter enérgico e
agressivo que o caracteriza com a entrada da orquestra no andamento definido,
mostrando fuga a uma tonalidade e mais ênfase no ritmo.

Com a entrada do vibrafone no compasso 49, surge um contínuo de ritmo até


ao compasso 62, terminando em suspensão o este fulgor inicial.

A partir daqui o vibrafone explora harmonias baseadas em meios tons, com


uma base harmónica de apoio, tudo em tempo rubato, até que no compasso 75, o
carácter inicial regressa com ritmo contínuo no vibrafone.

No compasso 95, surge uma melodia definida na mão direita, acompanhada


por um ostinato na mão esquerda até ao compasso 103. Sendo que esta passagem é
enriquecida pela presença mais brusca da orquestra nas acentuações do vibrafone
nos compassos 99, 104, 105, 115 e 116, como se fosse um instrumento de percussão
a dar ênfase ao solista, criando um balanço novo.

No compasso 118, inicia-se uma secção marcada pela singularidade, gerada


com um acompanhamento leve da orquestra, onde o solista inicia um ritmo contínuo
de notas a preencher os compassos todos à volta da nota lá, em estilo swing,
adicionando notas acima ou abaixo desta, aumentando o âmbito à medida que a
passagem vai decorrendo. É embelezado pelas acentuações que criam um balanço
nítido, o que dá mais valor ao desenho melódico que é semelhante a um improviso.

Surge de novo uma paragem brusca no andamento. A partir do compasso 155,


o tempo abranda muito para o uso de uma das técnicas inovadoras de Séjourné: o uso
de quartos de tom, auxiliado por uma baqueta de glockenspiel. A passagem também é
enriquecida por uso do arco nos compassos 172 e 173. A partir do compasso 176,
existem jogos de ritmo e harmonia até à reexposição final.

No compasso 191, retoma a energia e a agressividade do início do andamento,


com o vibrafone a realizar mais um contínuo de ritmo. Existe uma passagem distinta
de contratempos do vibrafone que servem para diferenciar este contínuo rítmico,
acontecendo nos compassos 221 a 230 e 251 a 260.

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Até ao fim do andamento, são utilizados os elementos que já haviam surgido


no início e a meio do andamento, como o ênfase nas acentuações do vibrafone por
parte da orquestra nos compassos 247 e 248.

O andamento termina com um rallentando súbito onde, sem preparação alguma,


surge o acorde de lá maior, arpejado no vibrafone, pondo fim a este grande concerto.

3.2 Características e influências


Do ponto de vista da sonoridade geral, Séjourné combina vários modos, níveis de
dinâmicas, e variação de andamentos e várias técnicas e recursos do instrumento,
nomeadamente, o arco que produz uma atmosfera etérea no primeiro andamento.

Sobre o prisma da harmonia, o compositor utiliza harmonias não-tradicionais e


frases melódicas baseadas em vários modos criando, desta forma, um conjunto de
cores específicas. O movimento harmónico é bastante minimal, composto por diversos
padrões rímicos e melódicos. Não existe uma tonalidade definida uma vez que
depende do fluir de determinados padrões, por isso existem vários centros tonais.

Performance:
O grande desafio da execução deste concerto é a conceção rítmica da melodia. O
problema não é tanto a dificuldade da execução do ritmo mas sim a interacção com o
acompanhamento. A outra dificuldade é o uso do arco. Os arcos são usados na parte
superior e inferior das lâminas do vibrafone, no início e no fim do andamento. O
executante necessita de acções rápidas e precisas para que as linhas melódicas
sejam claras.

Técnicas pouco comuns:


- o uso do arco, sonoridade de cordas, som etéreo, notas longas; uso de
quartos de tom.
Relação com a Orquestra:
- orquestra de cordas: ostinato rítmico;
- melodia - cor modal, pentatónica, uso de repetição;
- acordes de 7ª, 9ª e 11ª;
- princípio de variação melódica, padrões rítmicos repetidos;

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- uso de trémulos.

 1º andamento: forma cíclica; termina com o ambiente inicial; abrandamento do


discurso; jogo de intensidades; etc.
 2º andamento: virtuosismo; ritmicamente abundante e agressivo; tecnicamente
mais complexo; etc.

Este concerto foi influenciado pelos trabalhos de Maurice Ravel e Bèla Bartok, por
exemplo, pelas semelhanças entre o 1º andamento deste concerto e o Concerto para
Piano em Sol Maior de Ravel (2º andamento).

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4. Coletânea de obras

 Orquestra / Grande Ensemble / Coro com solista:


 Concerto para Vibrafone e Orquestra de Cordas (1999);
 Concerto para Solo de Percussão e Orquestra de Metais (2002);
 Concerto para três Percussões e Orquestra de Metais (2002);
 Concerto para Vibrafone e cinco Percussões (2002);
 Livro de Gemmes (2003) – para coro misto, duas percussões; texto em
latim do bispo Marbode (1037-1125);
 Concerto para Marimba e Orquestra de Cordas (2005);
 Ketsana (2006) - para Orquestra Sinfónica;
 Carmina 86 (2007) – para coro misto, dois pianos e cinco
percussionistas;
 Concerto da Taça da América (2007) – para solo de multipercussão e
orquestra;
 A Tua Voz contra a Pobreza (2008) - Suite para tenor, soprano, coro,
sintetizador e duas percussões, baseado na “Declaração dos Direitos
do Homem”;
 ConCerto Fuoco (2009) - para marimba e orquestra de metais;
 Concerto Magellan (2010) - para percussão e orquestra de cordas –
cinco andamentos;
 Concerto Duplo para Vibrafone, Marimba e Orquestra (2012).

 Música de Câmara:
 Duo de Canções Africanas (1994) – para duas marimbas;
 African Songs Trio de Canções Africanas (1992) – para três marimbas;
 Tribos Marcianas (1995) – para quatro percussões;
 Losa (1999) - duo para marimba e vibrafone;
 Famim (2001) - para piano e quatro percussões;
 Famim 2 (2002) - duo para piano e percussão;

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 Resiliência (2004) – música visual para oito percussionistas;


 Partida (2005) - duo para duas marimbas de cinco oitavas;
 Peças de Eluard (2006) - para marimba de cinco oitavas e barítono;
 Sosso-Bala (2007) – para oito percussionistas;
 Suite para marimba e quartet de percussão (2007);
 Atração (2007) - para violino, marimba de cinco oitavas e faixa;
 Calienta (2009) - para guitarra e marimba de cinco oitavas;
 Abalone (2011) - para flauta e duas marimbas de cinco oitavas;
 Avalanche (2012) - para percussão (vibrafone, marimba) e piano.

 Solo:
 Nancy (1989) – para marimba de cinco oitavas;
 African Songs (1991) – para marimba;
 Katamiya (1995) - para marimba;
 Chandigarh (2007) – para marimba de cinco oitavas;
 Romantica (2007) - para marimba de cinco oitavas;
 Prelude (2012) - para marimba de cinco oitavas.

 Música Teatral:
 Planeta Teclados (1998) - performance para cinco percussionistas;
 Quarto para Quatro (2001) - performance para quatro percussionistas;
 Resiliência (2004) - performance para oito percussionistas;
 Como fazer para o sol (2004);
 Escola Boulevard (2005) – teatro musical.

 Música para públicos jovens:


 Issa (2004) – para ensemble de percussão, coro de crianças, tenor e
soprano;
 A Floresta (2006) – para ensemble de percussão, quarteto de jazz, e
narrador;
 Kiga (2007) – para grande ensemble de percussão;

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 Esperanto (2010) – para ensemble de sopros, percussão, harpa, coro


de crianças;
 Alcyan (2011) – para grande ensemble de percussão e coro misto.

 Dança:
 Gwen (1985) – para faixa magnética; coreografia de J. Garcia para o
grupo de dança “A Ópera do Rhin”;
 A saga dos Rohan (1989) - fresco histórico;
 Feu (1989);
 Síndrome 87 (1987) – para faixa magnética; coreografia por Marie-Anne
Thil;
 Musicoregraphiline (1987) - trio para duas percussões e saxofone,
coreografia por Marianne Thil;
 Os Invasores (1988) – para grupo de percussão, sintetizador, e seis
instrumentos de metal;
 Festa Nacional (2002);
 Metátese (2014) – para duas percussões e dois dançarinos.

 Teatro:
 Schpaane e Scharwe (1983) – Teatro Drapiers;
 A lenda dos séculos (1985) - Companhia MAL / TJP;
 Jacques, o pintor (1985) – Teatro Drapiers;
 Na noite (1987) – Teatro Drapiers;
 Brel à noite (2001) - Wallgrabentheater Freiburg (Alemanha);
 Quarto azul (2001) - Wallgrabentheater Freiburg (Alemanha).

 Rádio e Televisão:
 Alemanha em Agosto (1985) – filme ZDF (Alemanha);
 Sujidade sem fronteiras (1986) – filme ARD (Alemnaha);
 O mosteiro assombrado (1986) - France Culture serial;

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 Jogo de morte (1987) – Curta-metragem;


 O duende nas fitas (1987) - France Culture serial;
 A minha consciência diz não (1988) – ficção ZDF (Alemanha);
 Incomodado na arte (1989) – filme ARD (Alemanha);
 Parábolas (1990) – filme ARD (Alemanha);
 Parábolas (1991) – filme ARD / ORF / GIS;
 Parábolas (1997) – filme ARD (Alemanha);
 Mississippi (2000) – filme ARTE;
 Eu vi mudar a terra (2010) - France 5 serial;
 Raízes e asas (2011) - France 3;
 Thalassa (2013) - France 3.

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5. Conclusão

A realização deste trabalho necessitou de grande esforço e rigor. Todas as


informações nele presentes foram ponderadas e confirmadas antes de serem
incluídas.

Tal tarefa permitiu-me não só aprimorar as capacidades de pesquisa e de


organização de informação, mas também obter um conhecimento aprofundado deste
compositor e sobretudo deste concerto. Este trabalho fez-me compreender melhor as
suas características e especificidades, permitindo-me desenvolvê-lo da melhor
maneira possível e, consequentemente, extrair e mostrar o seu valor e significado.

Obviamente, surgiram algumas dificuldades na realização deste trabalho,


nomeadamente na análise do concerto, pelo que solicitei a ajuda do professor de
Análise de Técnicas e Composição, Rúben Andrade.

Ao longo deste processo, da realização deste trabalho, o meu professor


orientador, Bruno Costa, desempenhou uma função crucial na pesquisa dos conteúdos
e, posteriormente, na melhor organização possível do trabalho.

Agradeço a estes dois professores assim como à minha professora de


Português, Manuela Amaral, que ajudou-me a nível da organização linguística.

Em suma, concluo que consegui cumprir os objetivos propostos, pelo que


adquiri conhecimentos, capacidades e competências, enriquecendo as minhas
aprendizagens enquanto aluno e percussionista.

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6. Bibliografia

 http://www.emmanuelsejourne.com/
 https://en.wikipedia.org/wiki/Emmanuel_S%C3%A9journ%C3%A9
 https://www.google.pt/search?q=emmanuel+s%C3%A9journ%C3%A9&biw=13
66&bih=638&source=lnms&tbm=isch&sa=X&sqi=2&ved=0ahUKEwjmy5fvzq7S
AhWDNxQKHV9EDUkQ_AUIBigB
 http://krex.k-
state.edu/dspace/bitstream/handle/2097/4203/EmoryDease2010.pdf?sequence
=1

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Anexos

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