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Responsabilidade Editorial/Edição de texto Mailson Rafael dos Santos Ferreira

Revisão Andréa Pachêco Bandeira

Organização Mailson Rafael dos Santos Ferreira

Edilene da Silva Souza

Edição de capa Mauro Garcia Rego Junior

1ª Edição
1ª Impressão

Amazonas. Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas. Departamento


de Políticas e Programas Educacionais. Gerência do Ensino Fundamental Anos Finais.
Cartilha de experimentos de baixo custo / SEDUC, DEPPE, GENF 2. Mailson Rafael dos
Santos Ferreira, Edilene da Silva Souza, organizadores – Manaus: SEDUC, 2017. 47 p.

2017
Todos os direitos reservados pelos organizadores
Rua Waldomiro Lustoza, 350 - Japiim II - CEP: 69076-830.
Sala da Gerência de Ensino Fundamental II – Térreo – Ala à Direita
Tel.: (92) 3614-2271 – SEDUC/DEPPE/GENF II
seduc.am.gov.br
deppe@seduc.net / genf2@seduc.net

2
APRESENTAÇÃO

Experimentos de Baixo Custo para o Ensino de Ciências da Natureza

O Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Educação e


Qualidade do Ensino, do Departamento de Políticas e Programas Educacionais e da Gerência de
Ensino Fundamental - Anos Finais (SEDUC/DEPPE/GENF II) realizou entre Setembro e Dezembro de
2016 a Ação “Experimentos de Baixo Custo para o Ensino de Ciências dos Anos Finais do Ensino
Fundamental”, cujas atividades se concentraram na realização de: 1. Encontro formativo para
professores; 2. Circuito de Experimentos de Ciências.

Os objetivos de nossas ações são compartilhar junto aos professores da SEDUC-AM, a


aplicação de experimentos de baixo custo realizados junto aos alunos, ou até mesmo por eles
próprios; desenvolver o Circuito de Experimentos de Ciências para alunos das Escolas Estaduais do
Amazonas; e Confeccionar a Cartilha de Experimentos de Baixo Custo para uso nas escolas da
SEDUC, buscando a melhoria do processo de ensino e aprendizagem de Ciências da Natureza.

Para o encerramento das atividades propostas, a Coordenação de Ciências dos Anos Finais
do Ensino Fundamental vem por meio desta, apresentar a Cartilha de Experimentos de Baixo Custo
para uso nas escolas da SEDUC. Estão contidos nesta, os roteiros das experiências dos participantes
do “I Circuito de Experimentos de Ciências para alunos dos Anos Finais do Ensino Fundamental das
Escolas Estaduais do Amazonas”, que foram desenvolvidos por professores e alunos em 2016.

Toda a proposta foi desenvolvida sob a responsabilidade do Professor Mailson Rafael dos
Santos Ferreira, Biólogo – Mestre em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva, da Coordenação
de Ciências da SEDUC/DEPPE/GENF II –, com a colaboração da Professora Edilene da Silva Souza,
Química – Mestre em Ensino de Ciências e Matemática, da SEDUC/CEPAN/GEFOR –, para
contemplar os professores de Ciências de 6º a 9º ano do Ensino Fundamental.

Desejamos que seja recebida como mais uma ferramenta no auxílio do


desenvolvimento das atividades de Ciências em nossas escolas.

Saudações,
Departamento de Políticas e Programas Educacionais - DEPPE
Gerência de Ensino Fundamental II
Coordenação de Ciências

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Professores participantes do I Circuito de Experimentos de Ciências dos Anos Finais
do Ensino Fundamental das Escolas Estaduais do Amazonas
Alice Carvalho da Silva
Andréia Cristina Farias de Freitas
Bruna Barbosa de Souza
Cristina Alcântara da Silva Rodrigues
Débora Pereira de Almeida
Eleonora Souza
Elyane da Silva Tavares
Ernesto Augusto
Everaldo da Paixão Barros
Felipe Augusto da Silva
Filomena Correa de Souza
Gabriel Muca do Vale Pereira
Gebiane Ferreira Fernandes
Geovânia Freitas da Silva
Gilcicleide Fernandes
Giselle Pereira
Hellen Cristina Rezende de Lima
Hellen Lopes
Isis da Silva Sousa
Ivan Montes
Jessica de Aguiar Coelho
João Carlos
Joaquim Ferreira do Nascimento Neto
José Felipe de Souza Pinheiro
Kiuzze Klicya Leite de Souza
Liane Castro
Maria Alcivandra Farias Pantoja
Maria Domingas Delgado Lopes
Marilene Martins de Melo
Michele Adriane Cruz da Costa
Rafaella Bruno Antunes De Souza
Raulison de Almeida Xavier
Renata da Silva Xavier
Rennie Pantoja Nogueira
Riodomar de Souza costa
Ruth Raposo
Silvana Brandão
Stephane Ladislau
Sueli do Nascimento Menezes
Suzely da Silva Nobre
Tânia Pontes
Taylor Mores Fragoso
Whellina Gardna Silva De Jesus
Wilson Abtibol Machado
Zulmarina Pereira

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SUMÁRIO

EXPERIMENTO 1: DETERMINAÇÃO DO CARÁTER ÁCIDO-BASE DAS SUBSTÂNCIAS


UTILIZANDO O EXTRATO DE REPOLHO ROXO COMO INDICADOR ALTERNATIVO ...................... 6
EXPERIMENTO 2: NUVEM NA GARRAFA (PRESSÃO/TEMPERATURA) ............................................ 8
EXPERIMENTO 3: OVO NA GARRAFA ................................................................................................... 9
EXPERIMENTO 4: “RESPIRANDO FUNDO: O VENENO DO CIGARRO” ........................................... 10
EXPERIMENTO 5: MÃOS DE FOGO ..................................................................................................... 12
EXPERIMENTO 6: MODELO DE PILHA ALTERNATIVA ...................................................................... 13
EXPERIMENTO 7: ROMPENDO A TENSÃO SUPERFICIAL DA ÁGUA .............................................. 14
EXPERIMENTO 8: EXTRAÇÃO DE DNA DE CÉLULAS DA MUCOSA BUCAL HUMANA.................. 15
EXPERIMENTO 9: ENCHER A BEXIGA DENTRO DA GARRAFA PET............................................... 16
EXPERIMENTO 10: BALÃO QUE NÃO ESTOURA ............................................................................... 17
EXPERIMENTO 11: COLA DE CASEÍNA............................................................................................... 18
EXPERIMENTO 12: FORÇA DE DEFORMAÇÃO.................................................................................. 19
EXPERIMENTO 13: EXTRAÇÃO DE FERRO DE ALIMENTOS ........................................................... 20
EXPERIMENTO 14: CONDUÇÃO DE ÁGUA E NUTRIENTES EM PLANTAS USANDO CORANTE
ALIMENTÍCIO .......................................................................................................................................... 21
EXPERIMENTO 15: TELEFONE DE BARBANTE.................................................................................. 22
EXPERIMENTO 16: INVASÃO DAS CORES ......................................................................................... 23
EXPERIMENTO 17: AS AVES AQUÁTICAS E A POLUIÇÃO ............................................................... 24
EXPERIMENTO 18: VERSÓRIO............................................................................................................. 25
EXPERIMENTO 19: BOMBA D’ÁGUA SEM ENERGIA ELÉTRICA ...................................................... 26
EXPERIMENTO 20: MOTOR DE PILHA................................................................................................. 27
EXPERIMENTO 21: MOTOR EÓLICO ................................................................................................... 28
EXPERIMENTO 22: CONSTRUÇÃO DE UM FILTRO CASEIRO ......................................................... 29
EXPERIMENTO 23: CONVECÇÃO TÉRMICA....................................................................................... 30
EXPERIMENTO 24: PRESSAO ATMOSFÉRICA, TEMPERATURA E FOGO ..................................... 31
EXPERIMENTO 25: OBSERVAÇÃO DO FENÔMENO DA OSMOSE EM CÉLULAS ANIMAIS E
VEGETAIS ............................................................................................................................................... 32
EXPERIMENTO 26: PULMÃO ARTIFICIAL............................................................................................ 33
EXPERIMENTO 27: DENSIDADE DE LÍQUIDOS.................................................................................. 34
EXPERIMENTO 28: INDICADOR ÁCIDO- BASE COM REPOLHO ROXO (2)..................................... 35
EXPERIMENTO 29: VULCÃO DE LAVA ESPUMANTE ........................................................................ 36
EXPERIMENTO 30: LUZ E VISÃO: A LUZ QUE FAZ CURVA .............................................................. 37
EXPERIMENTO 31: SIMULAÇÃO DAS LINHAS DE CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA .................... 39
EXPERIMENTO 32: A QUASE LÂMPADA DE LAVA ............................................................................ 40
EXPERIMENTO 33: SERPENTE DO FARAÓ ........................................................................................ 41
EXPERIMENTO 34: CAMALEÃO QUÍMICO .......................................................................................... 42
EXPERIMENTO 35: A ÁGUA QUE MUDA DE COR .............................................................................. 43
EXPERIMENTO 36: A VIOLETA QUE DESAPARECE .......................................................................... 44
EXPERIMENTO 37: DUAS REAÇÕES QUE OCORREM NO PROCESSO DE DIGESTÃO ............... 45
AGRADECIMENTOS ............................................................................................................................... 46

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EXPERIMENTO 1: DETERMINAÇÃO DO CARÁTER ÁCIDO-BASE DAS SUBSTÂNCIAS
UTILIZANDO O EXTRATO DE REPOLHO ROXO COMO INDICADOR ALTERNATIVO

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Olga Falcone


Professora-Orientadora: Maria Alcivandra Farias Pantoja
Alunas: Carla Laura da Silva Mouzinho; Vitória Magno Leão da Silva

Palavras-chave: Ácido-base; Indicador; Repolho roxo, pH.

INTRODUÇÃO
Ácido – Segundo Arrhenius, é toda substância que, ao ser dissolvida em água, sofre ionização e apresenta
como único íon positivo o cátion H+ ou H3O+ (FELTRE, 2008,p.289).
Ex: HCl  H+ + Cl-
Base: Segundo Arrhenius, é toda substância que ao ser dissolvida em água sofre dissociação iônica e
apresenta como único íon negativo o ânion hidroxila OH- (FELTRE, 2008,p.289).
Ex: NaOH  Na + + OH-
Um dos métodos mais comuns de identificar ácidos e bases consiste no uso de indicadores ácido -base.
Indicadores de ácido-base: são substâncias que têm a propriedade de mudar a cor conforme o meio
seja ácido ou básico e estimar o seu pH. Essa mudança de cor pode ser usada para indicar o caráter ácido ou
básico de uma solução analisada. A maioria dos indicadores ácido-base usada em laboratório é artificial
(fenolftaleína, azul de bromotimol, alaranjado metila, etc.).
Porém, alguns indicadores são encontrados na natureza e fazem parte do nosso dia a dia, como os que
estão presentes no repolho roxo, na beterraba, nas pétalas das rosas, no açaí, etc. (USBERCO, J.;
SALVADOR, E. 2009).
pH: é a concentração de íons H+ em uma determinada solução. Esse índice pode variar de 0 a 14,
onde os ácidos possuem pH com valores menores do que 7, enquanto que as bases têm valores maiores do
que 7. Já as soluções neutras tem pH 7.

OBJETIVO
Determinar o caráter ácido-base de substâncias que usamos no dia a dia utilizando o extrato de repolho roxo
como indicador alternativo.

MATERIAIS

1 Liquidificador 500 mL de água


1/ 2 Repolho roxo 1 colher de chá de sabão em pó
Colheres descartáveis 1 colher de chá sal de cozinha
10 Copos descartáveis ou de vidro transparentes 1 colher de chá colher de açúcar
1 Caixinha de suco de laranja 3 comprimidos de ácido acetil salicílico triturado
25 mL de leite magnésia 25 mL de vinagre de álcool
1 Garrafa pequena de refrigerante (Coca-cola) 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
25 mL de detergente

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

Passo 1: Triturar 1/2 repolho roxo picado em 500 mL de água em um liquidificador. Em seguida filtrar para obter
uma solução (extrato).

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Passo 2: Identificar os copos conforme a tabela a seguir e adicionar os reagentes.

Copo Reagente Copo Reagente


1 3 comprimidos de ácido acetil salicílico triturado 6 1 colher de sal de cozinha
2 25 mL de vinagre 7 1 colher de chá colher de açúcar
3 25 mL de refrigerante 8 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
4 25 mL de suco de laranja (caixa) 9 1 colher de chá de sabão em pó
5 25 mL de detergente 10 25 mL de leite magnésia

Passo 3: Em seguida adicionar em cada reagente o extrato do repolho roxo. Observar a mudança de coloração.
Passo 4: Observe se há mudanças de coloração decorrente da mistura das substâncias com o estrato de
repolho roxo. Preencha a tabela para anotações dos dados obtidos, de acordo com a coloração obtida após
a adição do indicador. Identificar o pH das misturas.

Coloração do extrato de repolho roxo de acordo com o pH.

Cor VERMELHO ROSA ROXO AZUL VERDE AMARELO

pH 1,0 – 3,0 3,5 – 5,5 6,0 – 7,0 7,5 – 8,5 9,0 – 12,0 12,5 – 14,0

Tabela para anotações dos dados obtidos

Solução Classificação da substância pH


Comprimidos de ácido acetil salicílico
Vinagre
Refrigerante
Suco de laranja (caixa)
Detergente neutro
Sal de cozinha
Colher de açúcar
Bicarbonato de sódio
Sabão em pó
Leite magnésia

RESULTADOS E DISCUSSÃO
O repolho roxo contém uma molécula de pigmento chamado Flavina (antocianina). Esta substância
apresenta a propriedade de alterar cor na presença de ácidos ou bases. Notar-se-á que as antocianinas
possuem cor avermelhada em meio ácido, violeta em meio neutro e azul em meio básico, caso a substância for
fortemente básica torna-se amarela. Ao adicionar o extrato de repolho roxo nos reagentes, foi possível observar
as mudanças de coloração, assim como identificar quais substâncias eram ácidas ou básicas e construir um
escala de pH a partir dos resultados obtidos. Portanto, é possível determinar se uma substância é ácida ou
básica e o pH de uma solução com base na variação de coloração do extrato do repolho roxo.
REFERÊNCI AS
LIMA, J. B; MACIEL, A.P. Experimentos de química com materiais alternativos para a educação básica. São
Luís: EDUFMA, 2011. Vol. 1, p45-49.
LIMA, J. B. Experimentos de Química Utilizando Materiais Alternativos com Aplicação no Ensino
Médio.Monografia de conclusão de curso.São Luís_ MA:2004,129 p.p 20-23.
FELTRE, R. Química, 7ª edição. São Paulo: Ed. Moderna, 2008. Vol. 1, p.288-305.
USBERCO, J.; SALVADOR,E. Química 1: química geral, 14ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2009. p. 132. Disponível
em: <http://www.manualdomundo.com.br/2010/11/ a-magica-da-agua-que-muda-de-cor/> acesso: 14/11/2016.

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EXPERIMENTO 2: NUVEM NA GARRAFA (PRESSÃO/TEMPERATURA)

Este experimento foi desenvolvido no CETI João dos Santos Braga


Professora-Orientadora: Kiuzze Klicya Leite de Souza
Alunos: Fabio Menezes; Wenderson Monteiro.

Palavras-chave: Pressão, Vapor, Temperatura, Condensação, Evaporação.

OBJETIVO
Verificar, experimentalmente, a existência de pressão por meio de líquidos e gases.

MATERIAIS
1 garrafa PET
1 rolha que encaixe na boca da garrafa PET
1 bomba de encher bola (daquelas que tem uma agulha na ponta)
1 garrafa pet de água mineral de plástico mole
Um pouquinho de álcool (usar a tampa da garrafa de álcool como medida)

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

1. Furar a rolha com a agulha da bomba de encher bola no sentido vertical, até o furinho passar do outro lado
da rolha.
2. Após encher a tampinha da garrafa com álcool e colocar dentro da garrafa PET.
3. Fechar a garrafa com a tampa e chacoalhar por aproximadamente 30 segundos.
4. Após isso tampar a garrafa com a rolha e começar a encher usando a bomba de encher bola (cuidado para
não ficar com o rosto próximo a boca da garrafa, pois corre o risco de a rolha sair e provocar machucados).
5. Encher a garrafa com ar até ela ficar bem durinha, e dê uma puxada de leve na rolha. Ela deve se soltar.
6. Observar o que acontece (uma nuvem deverá sair de dentro da garrafa).
 Uma variação mais simples do experimento para quem não conseguir uma bomba de encher bola, é utilizar
garrafinhas de água mineral de plástico mole, colocando uma tampinha de álcool dentro da garrafa, a
fechando e torcendo bastante. Em seguida, solte para que ela volte ao seu estado inicial. Abrir a tampa da
garrafa e ver que dela também sairá uma nuvem.

Fotos: Kiuzzy Souza.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Na hora que se chacoalha a garrafa, grande parte do álcool evapora e fica dentro da garrafa. Quando
você começa a injetar ar na garrafa a pressão dentro dela vai aumentando. Esta pressão maior acarreta
temperatura maior. Então temos um ambiente que está esquentando e está cheio de vapor de álcool, na hora
em que você tirar a rolha, a pressão diminui. Logo, a temperatura também diminui, e grande parte do vapor de

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álcool se condensa, formando uma nuvem dentro da garrafa. E ainda, quando você novamente injeta ar, a
nuvem desaparece, porque a garrafa volta a esquentar e o álcool que estava condensado na nuvem, evapora e
desaparece.
A explicação para a garrafinha é a mesma: por dentro, ela estará cheia de vapor de álcool. Quando se
torce, a temperatura aumenta (pois aumenta a pressão); quando se destorce, o vapor diminui e se condensa.

REFERÊNCI AS
Disponível em: www.manualdomundo.com.br.
Gowdak, Demétrio Ossowski -Ciências novo pensar – Edição renovada, química e física, 9º ano: Demétrio
Ossowski Gowdak, Eduardo Lavieri Martins. – 1. Ed. – São Paulo: FTD, 2012. – Edição renovada.

EXPERIMENTO 3: OVO NA GARRAFA

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Professor


Júlio Cesar de Moraes Passos
Professora-Orientadora: Débora Pereira de Almeida
Alunos: Nathan Bezerra de Sousa; Claudiney V. Auzier.

Palavras-chave: Pressão atmosférica, Diferença de pressão, Dilatação de gases .

OBJETIVO
Demonstrar a força da pressão atmosférica

MATERIAIS

1 garrafa de boca larga (por exemplo, as de suco de uva integral)


1 maço algodão
1 palito de churrasco sem ponta
1 fósforo ou isqueiro
1 ovo cozido e descascado (“sem machucado”)
Álcool (se for necessário)

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Pegue um pouco de algodão e enrole na ponta do palito de churrasco (pode embeber com um pouco de álcool),
em seguida, acenda com fósforo ou isqueiro e coloque o algodão queimando dentro da garrafa e
imediatamente, posicione o ovo na boca da garrafa. Observe.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Colocar o algodão queimando dentro da garrafa, faz com que o ar em seu interior aqueça. O
aquecimento provoca a dilatação dos gases. Por esse motivo, parte do ar presente no interior da garrafa é
expelida para o ambiente externo, o que ocasiona a diminuição da pressão do ar dentro da garrafa. Espera-se
que o ovo entre na garrafa, empurrado pela força da pressão atmosférica, que é maior do que a pressão dentro
da garrafa.
Discuta em sala de aula os conceitos apresentados: pressão atmosférica, dilatação dos gases e
diferença de pressão.

REFERÊNCI AS
https://www.youtube.com/watch?v=geCwaKOfof8&spfreload=5.

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EXPERIMENTO 4: “RESPIRANDO FUNDO: O VENENO DO CIGARRO”

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Professor Roberto dos


Santos Vieira
Professoras-Orientadoras: Maria Domingas D. Lopes e Michele Adriane C. da Costa
Alunas: Diná kerolayne Mesquita Cardoso; Kayllany Rocha Cavalcante

Palavras-chave: Fumaça, Cigarro, Tabagismo, Gases, Tóxico.

OBJETIVO

Visualizar a proporção de gases que atingem o pulmão durante o uso do cigarro.

Objetivos Específicos:

 Sensibilizar a comunidade escolar sobre causas e consequências que o cigarro causa à saúde.
 Demonstrar aos alunos através de experimentos a ação e consequências de gases tóxicos no pulmão dos
fumantes.
 Informar e orientar os efeitos prejudiciais à saúde.

MATERIAIS

2 garrafas PET 2l 1 balão

1 Cigarro 1 recipiente

Água 1 pedaço de 8cm de mangueira

Cola quente 1 rolha

1 Elástico 1 Corante amarelo

1 Guardanapo

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

Passo 1: Separe as duas garrafas PET, corte o bico de uma garrafa e use como modelo para fazer um furo
circular na base lateral da outra;
Passo 2: Encaixe bem o bico dentro da garrafa e coloque bastante cola quente para vedar a passagem de
líquido;
Passo 3: Faça um furo pequeno no centro das duas tampinhas;
Passo 4: Encaixe a mangueira em uma das tampas e tampe com uma rolha;
Passo 5: Após isso, encha a garrafa com água, encaixe o cigarro dentro da tampa de cima, acenda e retire a
rolha da base para a água sair;
Passo 6: Colocar um cigarro no furo da tampa na parte superior.
Passo 7: Encher a garrafa com água e corante.
Passo 8: Fechar a boca da garrafa com o cigarro fixado na tampa.
Passo 9: Acender o cigarro.
Passo 10: Retirar a tampa da mangueira para que a água possa sair.
Passo 11: Deixar o cigarro queimar totalmente.
Passo 12: Tirar o excesso da água.
Passo 13: Tire a tampa da garrafa e coloque o lenço de papel, fixado com um elástico.
Passo 14: Encha o balão e fixe na ponta da mangueira para que o ar do balão expulse o ar de dentro da
garrafa.

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 Nota-se que a partir do passo 6, ocorre a montagem do aparelho que será usado para forçar a saída da
fumaça.

Passo a passo de como fazer o experimento. Fotos: Michele Costa.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

A fumaça do cigarro tem mais de 4,7 mil substâncias tóxicas. O alcatrão, por exemplo, é composto de
mais de 40 compostos cancerígenos. Já o monóxido de carbono (CO) em contato com a hemoglobina do
sangue dificulta a oxigenação e, consequentemente, ao privar alguns órgãos do oxigênio causa doenças como
a aterosclerose (que obstrui os vasos sanguíneos). A nicotina é considerada pela Organização Mundial da
Saúde (OMS) droga psicoativa que causa dependência. Ela também aumenta a liberação de catecolaminas,
que contraem os vasos sanguíneos, aceleram a frequência cardíaca, causando hipertensão arterial.
O tabagismo está relacionado a mais de 50 doenças sendo responsável por 30% das mortes por câncer
de boca, 90% das mortes por câncer de pulmão, 25% das mortes por doença do coração, 85% das mortes por
bronquite e enfisema, 25% das mortes por derrame cerebral. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS),
todo ano mais de cinco milhões de pessoas morrem no mundo por causa do cigarro. E, em 20 anos, esse
número chegará a 10 milhões se o consumo de produtos como cigarros, charutos e cachimbos continuar
aumentando.
Visualização da fumaça que entra nos pulmões com apenas um cigarro: ao tirar o guardanapo da boca
da garrafa, você verá parte das sujeiras do cigarro que ficaram presas. E elas nada mais são que algumas das
4.700 substâncias tóxicas presentes na fumaça do cigarro, que são altamente nocivas ao homem.

REFERÊNCI AS

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Instituto Nacional de Câncer. A situação do câncer
no Brasil. Coordenação de Prevenção e Vigilância, Rio de Janeiro, INCA, 2006.
Experimento de biologia sobre os venenos do cigarro. Disponível em:
https://www.youtube.com/watch?v=YJXmS0Y 4nCU. Acesso em 14/11/2016.
http://www.brasil.gov.br/saude/2014/08/cigarro-mata-mais-de-5-milhoes-de-pessoas-segundo-oms. Acesso:
24/11/2016.
http://www.manualdomundo.com.br/2013/12/conheca-o-veneno-do-cigarro-2/. Acesso: 24/11/2016.

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EXPERIMENTO 5: MÃOS DE FOGO

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Rilton Leal


Professora-Orientadora: Liane Castro
Alunos: William Albert F. Santos; Graziele Dias Mendes; Matheus Viana

Palavras-chave: Combustão, Reação, Calor.

OBJETIVO

Exemplificar um dos processos dos princípios básicos das reações.

MATERIAIS

Detergente comum

1 balde ou bacia cheio de água

Qualquer spray com gás inflamável (desodorante, creme de barbear e etc.).

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

1. Encher o balde com água. Em seguida, colocar algumas gotas de detergente, chacoalhar com as mãos a
água com o detergente até formar bolhas.
2. Borrifar o spray dentro da água com detergente, molhar as mãos nesta mesma água e pegar determinada
quantidade de bolhas que se formaram na mistura.
3. Acender o isqueiro nas bolhas que estão sobre as mãos. As mesmas irão pegar fogo, sem que as mãos
sofram queimaduras.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Como resultado foi possível observar que a mistura dessa reação química transmitiu a sensação de
calor por conta do fogo. Isso acontece porque a mistura do detergente com o spray na água garante que o fogo
não queime as mãos, pois suas fórmulas contêm além do oxigênio, as moléculas anfipáticas do detergente e
éster de poliglicerina do spray, assim como outras substâncias que são adquiridas nos componentes citados.

REFERÊNCI AS

www.infoescola.com/química/alcool-combustivel/.
www.educador.brasilescola. uol.com.br/estratégias-ensino/evaporando-primeiro.htm.
www.accelerated-ideas.com/perguntas-e-respostas/saude/como-evaporar-alcool-1052564-spage.aspx.
www.cienciaparaavida.blogspot.com.br/2009/09vaporizacao-espontanea-evaporacao.html.

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EXPERIMENTO 6: MODELO DE PILHA ALTERNATIVA

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Eldah Bitton Telles da Rocha
Professor-Orientador: Gabriel Muca
Professor-Colaborador: Ernesto Augusto
Alunos: Edeyr do Carmo Ventura; Flávia Alessandra Rodrigues Pereira

Experimento semelhante foi desenvolvido na Escola Estadual Carvalho Leal


Professor-Orientador: Riodomar de Souza Costa
Aluna: Thaís Cristina Gonçalves Ramos

Palavras-chave: Limão; Reação química; Condução elétrica.


OBJETIVO
Confeccionar um modelo de pilha utilizando materiais de baixo custo.

MATERIAIS

1,5 m de fio elétrico 6 garra-jacaré (opcional)


2 limões 1 emborrachado
4 pregos 1 calculadora ou 1 LED
4 moedas de cobre (R$0,05)

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Para a confecção de um modelo de pilha precisaremos cortar os limões ao meio. Usaremos apenas 3
bandas. Em seguida, serão enfiados em cada banda de limão, uma moeda de cobre (R$ 0,05) e um prego,
tomando o devido cuidado para que os dois não se encostem.
2. Corte cinco pedaços de fio no tamanho de 7 cm, descascando as extremidades em aproximadamente um
centímetro.
3. Agora faremos ligações entre os limões, que deverá ser feita de forma al ternada. Para isso, enfileire as
bandas de limão. Em seguida, enrole a ponta de um dos fios descascados na moeda enfiada na banda de
limão posicionada no meio e a outra ponta deste mesmo fio, no prego presente na primeira banda de limão.
Agora conecte o prego da banda de limão do meio com a moeda da terceira banda de limão. Desta forma, as
três bandas de limão estarão interligadas pelos fios no sentido: Prego ↔ Moeda/Prego ↔ Moeda. Logo, a
moeda da primeira banda de limão e o prego da terceira banda ficarão livres para serem conectados à
calculadora (LED). Enrole a ponta do quarto fio nesta moeda livre e a ponta do quinto fio neste prego livre.
Caso tenhas adquirido as garras-jacaré, retire uma das pontas de plástico da garra, passe o fio por dentro e enrole a
ponta descamada na parte metálica. Depois encaixe novamente a parte plástica da garra de forma a cob rir o fio enrolado
na mesma. Por fim, conecte as garras nos pregos e nas moedas, concluindo as ligações alternadas.
4. As duas extremidades restantes devem ser conectadas nos polos positivo e negativo da calculadora (ou do
LED), que são os espaços onde se coloca a pilha. Para dar sustentação aos fios, coloque um pedaço de
emborrachado (do tamanho do espaço da pilha) enrolado, de modo a fixar os fios nos pontos internos da
calculadora. Ao conectar, a calculadora se ligará (ou o LED irá acender).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Este experimento demonstra a reação química e da condução elétrica que ocorre graças ao potencial
dos ácidos – no caso, o ácido cítrico do limão – de condução elétrica pela dissociação de íons quando estão em
meio aquoso e da presença dos metais da qual são compostos o prego (ferro), a moeda de R$ 0,05 (cobre) e o
fio de cobre como condutor ligando a sequência de pilhas.
A moeda de cobre servirá de polo positivo, enquanto o prego será o polo negativo, sendo assim , os
eletrodos deste experimento. Quanto maior a área de contato destes com o limão, melhor será a condução
elétrica. Caso ocorra oxidação dos metais, deve-se retirar e fazer a limpeza para que não interfira na voltagem
produzida.

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REFERÊNCI AS
Este experimento foi adaptado das seguintes fontes:
https://www.youtube.com/watch?v=anXqqp_m6Ow. Acessado em 03 de novembro de 2016 às 10h15minh.
https://www.youtube.com/watch?v=EKqSlB-qyrA. Acessado em 03 de novembro de 2016 às 10h28minh.
Sangari, ELETRICIDA DE: livro do aluno. 10ª edição, 169 p. São Paulo, Sangari do Brasil, 2006.
Cruz, Roque, Experimentos de Química em Microescala. Roque Cruz - 1ª Ed. São Paulo: Scipione.1995.
Disponível em http://www.cienciatube.com. Acesso em 24 de novembro de 2016.

EXPERIMENTO 7: ROMPENDO A TENSÃO SUPERFICIAL DA ÁGUA

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Eldah Bitton Telles da Rocha
Professora-Orientadora: Filomena Correa de Souza
Aluno: Flavio Henrique Bentes de Souza

Palavras-chave: Moléculas, Força, Atração; Romper.

OBJETIVO
Discutir e entender a tensão superficial e as forças intermoleculares em líquidos .

MATERIAIS

1 prato fundo com água


Um pouco de talco ou corante de alimento ou pedacinhos de papel
Detergente comum
Palitos de dente

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Coloque um pouco de água em um prato fundo e espere até que fique bem parada no prato.
2. Jogue um pouco de talco na superfície da água e observe. Você pode ver que o talco não afunda na água.
3. Molhe a ponta de um palito de dente com detergente comum.
4. Com cuidado, encoste a ponta do palito com detergente no centro do prato onde está o talco e observe: “o
que aconteceu com o talco?”.
5. Faça a mesma experiência usando corante de alimento. O corante deve ser colocado com bastante cuidado
na superfície da água. Agora, você vai colocar o detergente na lateral do prato e deixar escorrer até alcançar a
água. Observe o que acontece com o corante quando o detergente encontra a água.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Quando você colocou o talco na água, ele não afundou. Certo? Isso ocorre porque as moléculas de
água que estão na superfície sofrem a atração apenas das moléculas na horizontal e das outras que estão
abaixo, no líquido, já que em cima tem apenas ar.
Desta forma, as partículas de talco se mantêm na superfície porque a tensão superficial impede que
elas afundem. Entretanto, o detergente consegue romper a tensão superficial e o talco pode, então, afundar na
água.

REFERÊNCI AS
Ciências Novo Pensar 6 ano FTD.
FOGAÇA, Jennifer Rocha Vargas. "Tensão Superficial da Água"; Brasil Escola. Disponível em
http://brasilescola.uol.com.br/quimica/tensao-superficial-agua.htm. Acesso em 15 de novembro de 2016.

14
EXPERIMENTO 8: EXTRAÇÃO DE DNA DE CÉLULAS DA MUCOSA BUCAL HUMANA

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Prof. Sebastião Augusto Loureiro Filho
Professor-Orientador: Wilson Abtibol Machado
Alunos: Gabriel Praia Lira; Ana Paula Braga Cordeiro

Palavras-chave: DNA; Extração; Mucosa; Células.


OBJETIVO

Extrair o DNA das células da mucosa bucal humana e compreender os processos relacionados.

MATERIAIS

Copo de vidro transparente Corante


NaCl (Sal de cozinha) Detergente
Água (de preferência mineral) Béquer graduado
Álcool etílico gelado

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

Solução para extração do DNA Bucal através de bochecho: Foi utilizada 90 mL de água, 2 pitadas de sal, 5mL
de detergente (foi adicionado posteriormente à coleta).

Para extração do DNA contido nas células bucais, colocar a solução de extração (sem o detergente) na boca e
fazer bochecho por cerca de 2 minutos; logo em seguida, derramar a solução do bochecho no copo de vidro;
após, misturar suavemente 5 mL de detergente à solução; por último, acrescente lentamente o álcool etílico
gelado até que o mesmo esteja pela metade do copo; se preferir, adicione algumas gotas de corante para
melhoramento da visualização. Feito todo o procedimento, aguardar em repouso a solução por cerca de 5
minutos.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
O DNA consiste de dois filamentos paralelos de nucleotídeos que se enrolam um em torno do outro,
formando uma dupla hélice. Esta, por sua vez, se liga por pontes de hidrogênio entre as bases. O DNA constitui
os genes de todos os seres vivos, sendo um polímero constituído por macromoléculas que carregam as
informações necessárias para a síntese de proteínas. A função de algumas dessas proteínas, por exemplo, é
manter o DNA enrolado num espiral muito apertada.

 Por que adiciona o detergente?


Porque o detergente desestrutura as moléculas de lipídios presentes nas membranas celulares. Com a
ruptura das membranas, o conteúdo celular (incluindo as proteínas e o DNA) se solta e se dispersa na solução.

 Por que se usa o álcool? Por que tem que ser gelado?
Porque o DNA é insolúvel em etanol. Quando as moléculas são solúveis em um dado solvente, elas se
dispersam e não são, portanto visíveis. Quando as moléculas são insolúveis em um dado solvente, elas se
agrupam, tornando-se visíveis. Quanto mais gelado estiver o álcool, menos solúvel o DNA vai estar.

 Por que não se pode ver a dupla hélice?


Porque a estrutura de dupla-hélice só pode ser visualizada de modo indireto e através de aparelhos e
técnicas sofisticadas (como por exemplo, por raios-X). O que se observa são milhares de fitas de DNA que
juntas formam um pool de DNA.
REFERÊNCI AS
LEITE DE SÁ, M. S. RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA SOBRE A EXTRAÇÃO DE DNA DAS CÉLULAS.
Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAe27gAF/relatorio-aula-pratica-sobre-a-extracao-dna-das-
celulas-mucosal. Acesso em: 09.11.2016.

15
EXPERIMENTO 9: ENCHER A BEXIGA DENTRO DA GARRAFA PET

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Drª Zilda Arns Neumann
Professora-Orientadora: Andréia Cristina Farias De Freitas
Aluna: Heloisa Janaina Matos Paiva

Palavras-chave: Propriedade; Matéria; Impenetrabilidade; Bexiga; Garrafa PET.

OBJETIVO

Mostrar uma das propriedades gerais da matéria, a impenetrabilidade, onde dois corpos não podem ocupar o
mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo.

MATERIAIS

2 Garrafas PETS 2 Bexigas (balões) 1 Prego

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

 Fazer alguns furos em uma das garrafas com o prego. Em seguida, colocar a bexiga
vazia, dentro desta pelo gargalo. Vire o bico da bexiga em torno do gargalo da garrafa, de
modo a envolvê-lo e o prenda nas bordas, mantendo a bexiga aberta para a atmosfera.

 Fazer o mesmo processo com a outra bexiga, só que desta vez em outra garrafa (não
furada).

 Numerar as duas garrafas: a não furada será a Nº 01 e a furada será a Nº 02.

 Por fim, convidar uma pessoa para tentar encher as duas bexigas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Quando solicitamos para que uma pessoa encha a bexiga da garrafa de Nº 01, a mesma afirma não ser
possível enchê-la. Agora, quando solicitado para encher a bexiga da garrafa de Nº 02, a pessoa afirma
conseguir enchê-la com muita facilidade.
Qual seria a explicação para tal acontecimento?
A matéria é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. É uma das propriedades da matéria é a
“Impenetrabilidade”, onde dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tem po. Sendo
assim, no interior da garrafa Nº 01 não é possível encher a bexiga, porque existe oxigênio ocupando todo o
espaço interno da garrafa. Já na garrafa Nº 02 (a que está furada) o balão enche com facilidade, pois o ar
existente no interior da garrafa é empurrado para fora da mesma através dos furos.

Resultado esperado:
Você só conseguira encher a bexiga que está dentro da garrafa com furos, pois nesta o ar pode circula r
e assim possibilitar o enchimento da bexiga.

REFERÊNCI AS
Disponível em: https://integralbakhita.wordpress.com/anos-anteriores/faca-ciencia/encher-bexiga-dentro-da-
garrafa-pet/. Acessado em: 11/11/2016.
GEWANDSZNAJDER, F. Projeto Teláris: ciências: ensino fundamental. Fernando Gewandsznaider. 2. Ed. –
São Paulo: Ática, 2015.

16
EXPERIMENTO 10: BALÃO QUE NÃO ESTOURA

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Francisca de Paula de Jesus Izabel
Professora-Orientadora: Suzely da Silva Nobre
Alunos: Adevan Neves Santos; Mateus Cosmo Alves

Palavras-chave: Calor, Calor específico, Balão, Água, Ar.

OBJETIVO

Demonstrar de forma simples e divertida que é possível compreender o conceito de calor específico e as suas
particularidades na absorção de calor por diferentes substâncias.

MATERIAIS

1 vela 1 fósforo ou isqueiro 2 balões Torneira à disposição

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

1. Encha um balão com ar e o outro com água;


2. Acenda a vela;
3. Posicione o balão com ar por cima da vela. Observe que ele estoura facilmente;
4. Agora posicione o balão com água por cima da vela. Observe que o balão escurece, porém não
estoura.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Para a Física, o calor é a "energia térmica em trânsito entre corpos de diferentes temperaturas". Já o
"calor específico", tratado na experiência, é uma grandeza que define a variação térmica de determinada
substância ao receber determinada quantidade de calor.
Neste experimento, observa-se a presença de dois sistemas: o primeiro “balão-ar”, e o segundo “balão-
água”. E uma fonte de energia externa, fogo da vela, que fornece calor aos dois sistemas.
No primeiro sistema, o balão estoura imediatamente. Ao receber calor, o ar se aquece rapidamente e se
expande devido ao seu baixo calor específico (característica das substâncias) que nos fornece a informação de
quanto calor é necessário para que se varie a sua temperatura em 1°C por grama. O que quer dizer que ele
precisa de pouca energia para variar a sua temperatura. Como o balão se encontra fechado, a pressão em seu
interior aumenta cada vez mais, e no local onde o fogo o aquece, o látex se torna mais frágil, pois ele está
recebendo uma grande quantidade de calor em uma área pequena e está dilatando, tornando a superfície mais
fina. Dessa forma, o balão não consegue manter a pressão do ar e se rompe.
Já com a presença da água em seu interior, o sistema se torna mais resistente. A água tem um calor
específico alto e absorve mais calor, de modo que o látex não esquenta tanto. Por se encontrar no estado
líquido, a água sofre pouca dilatação, fazendo com que a variação de pressão dentro do balão seja mínima.
Com uma superfície pouco dilatada e uma pressão controlada, o balão sobre se queima, mas resiste sem se
romper.

REFERÊNCI AS

BALDEZ, Xambin. Balão que não estoura!, 2016. Disponível em


http://www.pontociencia.org.br/experimentos/visualizar/balao-que-naoestoura/1210. Acesso em 11 de Novembro
de 2016.
TELECURSO, Laboratório Telecurso – Balão à Prova de Fogo. Disponível em:
http://educacao.globo.com/telecurso/noticia/2015/10/laboratoriotelecurso-balao-prova-de-fogo.htmL. Acesso em
11 de Novembro de 2016.

17
EXPERIMENTO 11: COLA DE CASEÍNA

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Rilton Leal Filho


Professor-Orientador: Taylor Mores Fragoso
Alunos: Edvaldo de Lima; Francisleide Canuto

Palavras-chave: Leite, Cola, Caseína.

OBJETIVO
Este experimento tem por objetivo o preparo de uma cola que utiliza leite como matéria-prima.
MATERIAIS

2 copos de extrato de tomate Jornal


1 Papel filtro/Coador 30 mL de vinagre
1 Funil 1 cx de leite líquido desnatado
2 colheres 1 g de bicarbonato de sódio
1 tigela

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Dissolva o leite: Adicione 30 mL de vinagre ao leite e agite bem. Se for utilizar leite em pó, dissolva a
quantidade em água para um volume de 125 mL. Será formada uma solução em duas fases: uma sólida
(caseína) e outra líquida (líquido). Coloque o papel filtro no funil e filtre a mistura de caseína e soro obtida.
Este procedimento é lento e poderá ser acelerado se pequenas quantidades da mistura forem adicionadas,
sempre com a posterior retirada da caseína.
2. Separando a caseína: Após a separação da caseína, que deverá ter consistência semelhante a de um
queijo cremoso, coloque-a na tigela. Adicione o bicarbonato de sódio e misture bem até que se torne uma
massa homogênea.
3. Hora do teste: Utilize pequenos pedaços de papel para testar a cola. O resultado poderá ser observado em
algumas horas.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A caseína é a principal proteína do leite. É bastante solúvel em água por se apresentar na form a de um
"sal de cálcio". É um polímero natural e representa uma pequena, mas importante parte dos polímeros naturais
usados para a fabricação de adesivos à base de água. Sua solubilidade é afetada pela adição de ácidos
(vinagre) que altera sua estrutura e faz com que essa proteína precipite. Por isso, ela se separa da fase líquida
do leite quando você adiciona o vinagre. Essa fase líquida é chamada de "soro".
Quando se adiciona o bicarbonato de sódio, forma-se um "sal de sódio" que tem propriedades adesivas,
Além disso, como reage com ácidos, o bicarbonato elimina resíduos de vinagre da cola.
A cola de caseína tem um grande poder de adesão e, como você viu, pode ser preparada com
facilidade. Hoje essa cola é usada para colar rótulos em garrafas de vidro (de cerveja, champanhe e alguns
vinhos) e para aumentar as características adesivas de tintas. Apesar de seu grande poder de adesão, não tem
sido usada em móveis, pois pode causar manchas na madeira.
Com esta experiência é possível observar a eficácia da cola em questão. Tem um grande nível de
eficácia em cerâmica, papel e cartão, mas não revela eficácia quando utilizada em madeira, minerais, plásticos
e materiais orgânicos (como folhas de árvore). Podemos ainda observar que a cola de caseína pode colar vidro,
mas com eficácia reduzida.
Para acelerar o processo, colocamos os materiais colados em um ambiente quente, com
aproximadamente 50ºC, e deixamos repousar até secar.
“Vale lembrar que essa é uma cola caseira e não tem a durabilidade de uma cola comercial. El a pode estragar
rapidamente e a melhor forma de conservá-la por alguns dias é armazenar em um pote com tampa, dentro da
geladeira”.

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REFERÊNCI AS
Luiz Henrique Ferreira, Ana Maria G. Dias Rodrigues, Dácio R. Hartwig e Cesar Roberto Derisso. Revista
Química Nova na Escola no6, de novembro de 1997.
http://www2.bioqmed.ufrj.br/ciencia/ColaLeite.htm. Acessado em: 01/11/16.
http://www.notapositiva.com/pt/trbestbs/quimica/10_preparacao_de_uma_cola_de_caseina_d.htm . Acessado
em: 08/11/16.
http://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias -ensino/cola-que-vem-leite.htm. Acessado em: 08/11/16
http://pontociencia.org.br/experimentos/ visualizar/cola -de-caseina/335. Acessado em: 08/11/16.
C. L. Borgford e L. R. Summerlin, Chemical Activities, Teacher Edition, American Chemical Society, Washington,
DC, 1988, p. 141-143.
J. L. Stein e K. Imhof, Milk and Dairy products, in Ulmann’s Encyclopedia of industrial chemist ry, Weinheim, Vol.
A16, p. 631-632.

EXPERIMENTO 12: FORÇA DE DEFORMAÇÃO

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Adalberto Valle


Professor-Orientador: Felipe Augusto da Silva
Alunos: Maria Regina Araujo Souza; Raquel dos Santos Rodrigues

Palavras-chave: Força, Dinamômetro, Deformação.

OBJETIVO
Comparar forças por meio da deformação de um elástico em um dinamômetro caseiro.

MATERIAIS

1 régua de 30cm Barbante

1 elástico Fita adesiva


4 caixas de fósforo, cada uma contendo
1 clipe
pesos diferentes de areia em seu interior

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Pendure um clipe em um elástico e em seguida em um barbante.
2. Amarre o barbante no ponto inicial (marcação de 0 cm) de uma régua de 30 cm, e passe a fita adesiva para
prender o barbante
3. Anote a marcação da ponta do clipe.
4. Amarre um barbante em cada caixa de fósforo, deixando uma alça no nó.
5. Pendure as caixas, uma por vez, no barbante e anote a deformação gerada no elástico (a diferença entre
marcação da ponta do clipe inicial e final).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
O dinamômetro é o aparelho empregado para medir a força. Com esse experimento o aluno pode
desenvolver seu próprio medidor de forças e entender que o peso é uma força. Além disso, quando se emprega
no aparelho mais de uma força, pode-se abordar o conceito de vetores e forças resultantes.
REFERÊNCI AS
GOWDAK, D. O.; MARTINS, E. L. Ciências: novo pensar – 9º ano 1. ed. renov. São Paulo: FTD, 2012.

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EXPERIMENTO 13: EXTRAÇÃO DE FERRO DE ALIMENTOS

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Padre Pedro Gislandy


Professora-Orientadora: Stephane Ladislau
Alunos: Carlos Daniel Meireles Trovão

Palavras-chave: Ferro; Nutrição; Cereal matinal.


OBJETIVO
Identificar a presença de ferro nos alimentos utilizando um método simples de separação de substâncias.
MATERIAIS

1 Pilão 50 g de cereal matinal em flocos contendo de 14% a 20% de ferro

Imãs recobertos por plásticos 1 folha de papel A4

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Colocar 15 flocos de cereal sobre uma mesa limpa;
2. Aproximar o ímã dos flocos;
3. Observar se os flocos se movimentam na direção do imã ou se aderem a ele;
4. Triturar os flocos no pilão;
5. Espalhar o pó sobre um papel limpo.
6. Colocar o imã sobre a mesa e, sobre ele, movimentar o papel com o pó batido;
7. Observar o que acontece.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
O experimento demonstra a existência de ferro nos alimentos e que é possível fazer essa separação de
mistura a partir do método de separação magnética, utilizada para separar misturas heterogêneas, geralmente,
sólidas.
O ferro faz parte do grupo de nutrientes chamados de sais minerais. É de suma importância para a
alimentação, pois, garante-nos força e vitalidade no dia a dia. É encontrado principalmente nos alimentos de
origem animal - como carnes bovina, suína e de peixes; fígado e outros miúdos; mariscos e galinha caipira -, e
também em alguns vegetais - como couve e agrião; em grãos, como feijão, grão-de-bico, ervilha e lentilha; além
de frutas secas.
O ferro é importante para a saúde porque, além de prevenir a anemia, funciona também como um
combustível para que a hemoglobina, presente em células eritrocíticas do sangue, transporte o oxigênio para
todo o corpo. Para as crianças com até 10 kg, por exemplo, a recomendação diária é de 1 a 2 mg/kg; para os
homens, a ingestão deve ser em torno de 10 mg de ferro por dia; e para as mulheres, essa necessidade sobe
para 15 mg, principalmente após a menstruação ou em caso de gravidez, quando pode ocorrer perda de ferro
pelo sangue.
REFERÊNCI AS
USBERCO, S. et al. Companhia das Ciências. 8º ano. 4. Edição. São Paulo: Editora Saraiva. 2015.

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EXPERIMENTO 14: CONDUÇÃO DE ÁGUA E NUTRIENTES EM PLANTAS USANDO
CORANTE ALIMENTÍCIO

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Olga Falcone


Professora-Orientadora: Cristina Alcântara da Silva Rodrigues
Alunas: Polyana Teixeira de Oliveira; Isabella Carolina Ferreira dos Santos

Palavras-chave: Vasos condutores; Plantas, Condução, Nutrientes, Água.

OBJETIVOS
 Conhecer a importância dos vasos condutores das plantas ;
 Conhecer como ocorre a condução de água nos tecidos vegetais usando corante alimentício;
 Observar a mudança da coloração das pétalas.
MATERIAIS

Ramos com Flores brancas Copo descartável ou fundo de garrafa pet


Palito de picolé 1 Tesoura ou estile
Corante alimentício

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Encha um copo descartável com aproximadamente ¾ de água. Em seguida,
colocar algumas gotas de corante alimentício na água e mex er com o palito de
picolé até que fique uma solução bem homogênea e concentrada. Colocar a flor
branca de forma que a extremidade do caule fique dentro da solução e faça um
corte transversal no talo da planta, dentro da solução, de acordo com a figura 1
(CDCC, 2016). Aguarde aproximadamente 1 hora para observar a mudança de cor
das pétalas. Fig.01. Corte do talo (CDCC –
Experimentoteca, 2016).
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Espera-se que a água com corante seja transportada pelo caule da planta até atingir as flores. Isso será
evidente quando elas estiverem na mesma cor do corante utilizado. Uma vez que isso aconteça, será possível
comprovar para os alunos como funciona o sistema de condução de água e nutrientes nas plantas vasculares.
Por que isso ocorre?
As plantas cobrem boa parte dos ambientes do planeta. Em geral, os cientistas consideram importantes
critérios de classificação das plantas. A presença (vascular) ou não (avascular) de vasos condutores de seiva é
uma delas (PEREIRA, et al. 2015).
Para que as plantas alcançasse o ambiente terrestre, profundas modificações vegetativas e produtivas
aconteceram. Enquanto em ambiente aquático, não há possibilidade de dessecamento das células das plantas,
devido a estas estarem em contato direto com a água. Já as plantas de ambiente terrestre precisaram
desenvolver, através de mutações, um sistema radicular para retirar a água do solo, um sistema vascular para
distribuir a água no corpo da planta e um sistema de revestimento para evitar a perda de água (MENEZES,
2008).
O sistema vascular das plantas é formado pelo Xilema e Floema, cuja função é o transporte de seiva. O
Xilema é o tecido que colabora com o transporte de seiva bruta (água e sais minerais) e pela sustentação nas
plantas. O Floema é o tecido condutor de seiva elaborada (substância orgânica derivada da fotossíntese), tendo
também a função de redistribuir água e vários outros compostos solúveis (Portes, 2008). Entretanto, para
realizar a fotossíntese, as plantas precisam também retirar gás carbônico do ar, bem como água e sais minerais
do solo, que são absorvidos através de suas raízes.
Corroborando mais, Melo et al. 2011 mostraram que o transporte de água acontece devido a dois
processos: a transpiração (natureza fisiológica) e diferença de potencial hídrico (natureza físico-química), cujo
papel é essencial para a vida da planta, ocorrendo a partir da raiz, passando pelo caule e indo até as folhas,
flores e frutos pelos vasos condutores do Xilema.

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REFERÊNCI AS
CHAVES, V. W. Por onde a água sobe. Disponível em:
http://www.pontociencia.org.br/experiment os/ visualizar/por-onde-a-agua-sobe/240>. Acesso em 16 out. 2016.
PERREIRA, A. M. ; SANTANA, M.; WALDHELM, M. Projeto Apoema Ciências 7. 2 ed. São Paulo: Editora
Brasil, 2015.
Metabolismo das plantas. In: Experimentoteca: Seres Vivos. Ensino Fundamental. Centro de Divulgação
Científica e Cultural. USP. Disponível em: http://www.cdcc.usp.br/exper/fundamental/roteiros/me51.pdf. Acesso
em: 16 out. 2016
MENEZES, N. L. A conquista do ambiente terrestre pelas plantas. In: Santos, D. Y. A. C.; Chow, F.; Furlan, C.
M. A Botânica no cotidiano. Ensino de Botânica. Curso de atualização de professores de Educação básica.
Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. 124p. 2008.
MELO, A. C. S.; COSTA, COSTA, A. P. G.; PINTO, E. T. S.; RIBE IRO, M. B.; SANTOS, M.; VIDOCA, M. A. P.
S.; PARENTE, N. R.; MARTINS, R. Transporte de água nas plantas. In: IX Simpósio de base Experimental das
Ciências Naturais. Universidade Federal do ABC. São Paulo, 2011.
PORTES, T.de A. Translocação de solutos orgânicos. Universidade Federal de Goiás. Instituto de Ciências
Biológicas. Departamento de Biologia Geral. Goiânia, 2008.

EXPERIMENTO 15: TELEFONE DE BARBANTE

Este experimento foi desenvolvido no Centro Educacional Berenice Martins


Professor-Orientador: Ivan montes
Aluno: Gabriel Oliveira Carneiro

Palavras-chave: Som, Vibração, Condução.


OBJETIVO
Compreender o processo de condução do som por vibração.
MATERIAIS

2 copos descartáveis 2 clipes


Barbante Lápis
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Faça um furo com o lápis no fundo do copo.
2. Passe a ponta do barbante pelo fundo do copo e, na sequência, amarre o clipe na ponta do barbante que
está dentro do copo.
3. Repita todo o procedimento na outra ponta do barbante.
4. Chame um amigo, peça para ele colocar um dos copos no ouvido e depois estique o barbante e comece a
falar do outro lado.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Sua voz passa pelo barbante, dando para falar como se fosse um telefone. Isso acontece, porque
quando falamos, o ar vibra, fazendo o fundo do copo também vibrar. Essas vibrações são transmitidas pelo
barbante até chegar ao fundo do outro copo, que provoca uma vibração do ar ao seu redor. Isso produz o som
que escutamos. Para transmitir essas vibrações o barbante precisa ficar bem esticado.
REFERÊNCI AS
Experimento adaptado de informações retiradas do site da UNICAMP, conforme informações do professor.
OBS: A experiência foi modificada por segurança e para facilitar a utilização dos alunos. Era feita com lata de
alumínio ou de ferro, passando a ser executada com copos plásticos, pois além de ser maleáveis, são de fácil
aquisição.

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EXPERIMENTO 16: INVASÃO DAS CORES

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Professor Reinaldo Thompson


Professora-Orientadora: Ruth Raposo
Alunas: Anna Caroline Clem; Beatriz Damaceno Silva

Palavras-chave: Cores primárias, Cores secundárias, Capilaridade, Água.

OBJETIVO

Transportar as soluções através do papel toalha, formando novas cores.

MATERIAIS

Corantes alimentícios nas cores: vermelho, amarelo e azul


Água
7 Copos Descartáveis
6 folhas de Papel Toalha

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

1. Alinhe os copos um ao lado do outro. Em seguida, encha os copos ímpares com água;
2. No primeiro copo e no sétimo, misture à água o corante vermelho. No terceiro, o corante azul. E no
quinto o corante amarelo.
3. Dobre os pedaços de papel toalha, de modo que forme um “V” e em seguida coloque um entre cada
dois copos, unindo um copo com água e outro sem água através do papel toalha. Observe.

Representação do experimento. Foto: Rafael Ferreira.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Ao colocar o papel entre os copos, será possível observar que, por capilaridade, a água passa de um
copo para outro por meio do papel, enchendo os copos pares. Como nos copos ímpares estão as cores
primárias, ao passarem para os copos pares, formarão nestes as cores secundárias, de acordo com a ilustração
a seguir.

Ilustração: Rafael Ferreira.

REFERÊNCI AS
https://www.youtube.com/watch?v=Dm3xitos3Yk.

23
EXPERIMENTO 17: AS AVES AQUÁTICAS E A POLUIÇÃO

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual de Tempo Integral Bilíngue Professor
Djalma da Cunha Batista
Professora-Orientadora: Renata da Silva Xavier
Alunos: Julio Vinicius da Silva Oliveira; Mateus da Silva Barros

Palavras-chave: Poluição; Detergente; Óleo; Aves aquáticas.

OBJETIVO
Simular os efeitos de poluentes, como os detergentes, sobre as aves aquáticas.

MATERIAIS

100 mL Detergente comum 1 Bacia

1 L de Água 1 Colher de sopa

100 mL Óleo de soja

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Coloque água na bacia.
2. Derrame algumas gotas de óleo na bacia e observe como elas ficam.
3. Despeje um pouco de detergente e mexa lentamente com a colher.
4. Observe como ficaram as gotas de óleo.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Ao colocar o óleo na água, percebe-se a formação de grandes gotas do produto sobre a superfície.
Após a adição de detergente, as grandes gotas de óleo são divididas em gotículas, que se espalham por toda a
superfície. Isto ocorre porque o detergente tem a capacidade de “quebrar” as gotas de óleo, deixando-as
menores e mais dispersas no meio em que se encontram.
As aves aquáticas possuem uma glândula que produz uma substância oleosa que deixa suas penas
impermeáveis. Isso é muito importante para a ave, pois ajuda na flutuação e evit a que a ave fique encharcada
quando está à procura de alimentos, nadando (como os patos) ou até mesmo mergulhando (como os biguás e
biguatingas). Se a ave não tivesse essa substância impermeabilizante, possivelmente morreria afogada, pois
não conseguiria voar e afundaria na água quando suas penas se encharcassem.
Observando os resultados deste experimento, percebe-se os efeitos da poluição das águas por
detergente sobre as aves aquáticas. Os detergentes dissolvem a substância oleosa impermeabilizante de su as
penas, induzindo a ave à morte por afogamento.
Com os resultados deste experimento, é possível compreender a importância do tratamento do esgoto
nas cidades, para a preservação do meio ambiente e principalmente das espécies que dependem diretamente
da água para viver, como os peixes e aves aquáticas.

REFERÊNCI AS
GOWDAK, Demétrio e MARTINS, Eduardo. 2015. Ciências Novo Pensar 7º ano. 2 ed. São Paulo: FTD

24
EXPERIMENTO 18: VERSÓRIO

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Padre Luis Ruas


Professor-Orientador: Raulison de Almeida Xavier
Professor-colaborador: João Carlos
Alunos: Milena Gomes Colares; Júlio Cesar Da Cruz Correa

Palavras-chave: Cargas; Positivo; Negativo; Atração; Repulsão.


OBJETIVO
Compreender os processos de atração e repulsão por cargas elétricas.
MATERIAIS

2 canudos 1 flanela ou folha de papel Papel higiênico


1 palito (de churrasco) Massinha de modelar

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Sobre a flanela ou uma folha de papel que servirá de base, coloque uma quantidade boa de massinha de
modelar, de modo que seja suficiente para que sustente o palito em pé.
2. Dobre um dos canudos bem no meio, de modo que forme uma espécie de “chapéu” e o coloque (bem na
dobra feita) sobre a ponta do palito.
3. Uma vez confirmado que o canudo dobrado não cai, retire-o novamente, e o atrite (esfregue) bastante com
um pedaço de papel higiênico para que fique negativamente carregado. Coloque-o de volta sobre o palito.
4. Comprovando o principio da atração de cargas elétricas: Aproxime uma de suas mãos do canudo, sem tocá-
lo e observe o que acontece. Faça movimentos em giros em torno do canudo (você perceberá que o canudo
é atraído pelo corpo neutro, no caso, sua mão, acompanhando seus movimentos).
5. Comprovando o principio da repulsão de cargas elétricas: Atrite o segundo canudo com um pedaço de papel
higiênico, de modo que ele também fique com carga negativa. Em seguida, gire este em torno do canudo
que está sobre o palito e observe. O canudo sobre o palito vai girar, se repelindo do segundo, comprovando
que cargas semelhantes se repelem.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Esta experiência mostra que o plástico atritado influencia ou é influenciado por corpos próximos,
dependendo se ele está carregado ou neutro. Desta forma, pode-se concluir com este experimento que:
 Corpo neutro atrai corpo negativo ou corpo positivo.  Cargas semelhantes se repelem.
REFERÊNCI AS
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAffrAAG/eletricidade?part=5.
https://www.youtube.com/watch?v=J_DqupoOBj4.

25
EXPERIMENTO 19: BOMBA D’ÁGUA SEM ENERGIA ELÉTRICA

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Manuel Rodrigues de Souza


Professora-Orientadora: Silvana Brandão
Alunos: Lucas de Souza Silva; Thiago Barbosa de Carvalho

Palavras-chave: Energia, Baixo-custo, Água, Sustentabilidade.

OBJETIVO

Mostrar a força da água e a pressão do ar no funcionamento de uma bomba sem a utilização de energia
elétrica.

MATERIAIS

1 garrafa PET 2 conectores

2 mangueiras com espessuras diferentes 2 Baldes

1 tampa de garrafa pet 1 presilha ou braçadeira

Cola universal

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

1. Fazer um furo no fundo da garrafa PET e outro na tampa;


2. Colocar o conector no furo e fixar com cola;
3. Colocar as mangueiras nos conectores, prendendo-as com uma presilha plástica;
A bomba está pronta para seu funcionamento.
4. Encher a garrafa PET com água e fechar com a tampa;
5. Colocar a mangueira de entrada no recipiente de água;
6. Soltar a mangueira de saída, forçando a entrada da água por sucção.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Uma vez acionada, a bomba caseira ficará por tempo indeterminado puxando água de um recipiente
para o outro até esta termine ou que o processo seja interrompido. Esse projeto é de extrema importância ao
meio ambiente, não depende de energia elétrica, não polui e pode ser utilizado na agricultura, na criação de
aves domésticas ou outros locais onde haja a necessidade de transporte de água.

Espera-se que a bomba d’água atenda todas as necessidades de forma fácil e barata, sem agredir o
meio ambiente.

REFERÊNCI AS

www.manualdomundo.com.br/tag/experimentos-esperiências-feira-de-ciências-e-cult ura/ page/3/.

26
EXPERIMENTO 20: MOTOR DE PILHA

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Manuel Rodrigues de Souza


Professora-Orientadora: Elyane da Silva Tavares
Alunos: Erasmo Gomes da Costa; Wilderson Rodrigues

Palavras-chave: Energia, Eletroímã, Motores.

INTRODUÇÃO

O funcionamento de um motor elétrico é basicamente devido a ímãs e magnetismo: um motor usa ímãs
para criar movimentos, onde os polos opostos se atraem e polos iguais se repelem. Dentro de um motor elétrico
essas forças de atração e repulsão criam movimentos de rotação.
O princípio de funcionamento desses motores consiste num condutor, podendo girar em torno de um
eixo, percorrido por uma corrente elétrica e mergulhado num campo magnético com corrente elétrica. Se um
condutor percorrido por uma corrente elétrica está imerso em um campo eletromagnético, ele sofre ação de
uma força. A proposta desse experimento é levar os alunos a repensarem na força magnética que age na
bobina, onde ocorre a transformação de energia elétrica em cinética.

OBJETIVO

Obter um movimento rotatório da bobina do cobre através da interação entre os campos eletromagnéticos.

MATERIAIS

1 pilha grande Fio de cobre

1 bexiga 2 ímãs

2 ligas elásticas 6 clipes

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

1. Cortar o balão em forma de anel, colocar entorno da pilha e prender com a liga. Fixar os clipes nos polos
positivo e negativo da pilha.
2. Construa uma bobina enrolando de 5 a 10 voltas de fio de cobre em forma de círculo, deixando duas pontas
livres de aproximadamente 3 cm de cada lado do fio. Retire o verniz das pontas dos fios de cobre.
3. Coloque um pedaço de ímã embaixo da pilha para formar uma base de apoio e outro sobre a pilha para que
o motor funcione.
4. Posicionar o fio de cobre entre os clipes e girar para dar partida. Observe.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os motores elétricos possuem grande importância para a tecnologia moderna. E com esse experimento ,
pode-se observar que não é tão complexo trabalhar com temas ligados ao cotidiano dos alunos, despertando
interesse e compreensão dos fenômenos físicos.
Espera-se que ao final do experimento os alunos possam compreender sobre o funcionamento do motor
elétrico, a ação magnética de um condutor e o princípio fundamental do eletromagnetismo.

REFERÊNCI AS
www.manualdomundo.com.br/tag/experimentos-esperiências-feira-de-ciências -e-c ultura/ page/3/.

27
EXPERIMENTO 21: MOTOR EÓLICO

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Demóstenes Belduque Araújo Travessa
Professora-Orientadora: Elyane da Silva Tavares
Alunos: Bruno Bezerra Moura; Aldenor Vieira Pinheiro Filho

Palavras-chave: Baixo-custo, Sustentabilidade, Energia.

INTRODUÇÃO

A energia eólica ainda é pouco difundida no mundo, sendo utilizada apenas pelos países desenvolvidos
e em pouca quantidade. Essa energia é considerada uma fonte limpa, diferente de outros recursos energéticos,
não emite poluentes para o ar, evitando, assim, o agravamento dos problemas ambientais em nível local e
global. É de fontes renováveis, podendo ser sempre reaproveitada. O Brasil por sua vez, possui alto potencial
para produzir energia a partir dos ventos, principalmente em áreas litorâneas da região Nordeste. Se faz
importante alertar a população sobre a importância do uso da energia eólica, para reduzir os impactos
ambientais e preparar um mundo melhor para as futuras gerações.

OBJETIVO

Gerar energia de forma sustentável por meio de experimento de baixo custo.

MATERIAIS

1 garrafa PET com tampa 2 pedaços de fios

15 Palitos de churrasco 1 Tesoura

1 Motor de aparelho DVD ou de impressora reciclados 1 Faca ou alicate

Cola quente

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

1. Com os palitos de churrasco faça uma base para o motor, de aproximadamente 30 cm de altura;
2. Fixe o motor na parte superior da base;
3. Recorte a garrafa PET para confeccionar as hélices;
4. Prenda a tampa para fixar;
5. Fixar os fios ao motor.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

O funcionamento do motor dependerá da quantidade de vento no ambiente. Se o ambiente não for


ventilado, será necessário usar alternativas como ventilador ou secador para que o experimento obtenha o
resultado.
Espera-se que o motor gere energia para movimentar a hélice, sem depender de energia elétrica,
demonstrando assim, que a energia eólica tem grande vantagem de ser inesgotável e causar pouquíssimo
impacto ao meio ambiente.

REFERÊNCI AS
manualdomundo.com.br/tag/experimentos- esperiências-feira-de-ciências-e-cultura/page/3/.
planetasustentavel.abril.com.br.

28
EXPERIMENTO 22: CONSTRUÇÃO DE UM FILTRO CASEIRO

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Zulmira Bittencourt


Professora-Orientadora: Rafaella Bruno Antunes de Souza
Alunas: Geovana Araújo Bento; Geovana Torres Brucio

Palavras-chave: Experimento; Materiais simples; Filtro de água, Tratamento da água; Ensino de Ciências.
OBJETIVO
Construir um filtro de água com materiais simples para simular parte do processo de tratamento da água.

MATERIAIS

1 garrafa PET de 2 L transparente 1 batedor de carne


1 maço de algodão (ou um filtro de papel, usado para
1 tesoura de pontas arredondadas
coar café)
1 copo pequeno com areia limpa 1 copo com água
1 copo pequeno com pedras pequenas (brita, utilizada
2 colheres de terra de jardim
em construções)
2 pedras de carvão 1 punhado de folhas secas
1 pedaço de pano Luvas, para manusear a terra

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Com cuidado, corte a garrafa plástica um pouco acima da sua metade: a parte do bico da garrafa formará
uma espécie de funil e a outra será o suporte.
2. No funil, coloque uma camada de algodão (ou o filtro de café).
3. Com o auxílio de um adulto, coloque o carvão dentro do pedaço de pano e o quebre em pedaços bem
pequenos, utilizando o batedor de carne.
4. Coloque as luvas, pegue os pedaços do carvão e deposite sobre a camada de algodão dentro do funil.
5. Acrescente uma camada de areia e por fim cubra com as pedras.
6. Posicione o funil dentro da outra parte da garrafa, encaixando uma dentro da outra.
7. Misture a água com a terra e as folhas secas, formando uma água suja.
8. Despeje a água suja no funil e observe o seu aspecto quando estiver filtrada e acumulada no fundo do
suporte.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
1. Esse experimento pode ser comparado a qual etapa do tratamento da água?  Esse filtro caseiro é
comparável à primeira etapa da estação de tratamento, que é a filtração.
2. Cada camada do filtro é responsável por retirar um dos elementos que estão poluindo a água.
 As pedras e a areia servem de barreira física às partículas de terra misturadas na água e aos pequenos
objetos – como as folhas secas.
 O carvão filtra os poluentes químicos – invisíveis a olho nu -, como metais dissolvidos na água, pesticidas e
outros.
 Responda: para que serve o algodão?  O algodão do filtro retém as partículas menores.
3. A água que ficou acumulada no suporte, embora possa parecer limpa, não deve ser usada para consumo.
Sabendo disso, responda:
 Por que não se deve consumir essa água, mesmo depois de passar pelo filtro?
 Que etapa do tratamento da água permite que ela se torne própria para o consumo?
 O que é preciso fazer caso a água usada para consumo não seja proveniente de uma estação de
tratamento?
 Qual é o aspecto da água que ficou acumulada no suporte?  A água saiu bem limpa depois de passar pelo
filtro caseiro.
 O que aconteceu com as partículas de sujeira que estavam na água?  As partículas de sujeira que
estavam na água foram retidas pelas camadas do filtro.

29
A água filtrada pelo filtro caseiro não pode ser consumida porque pode apresentar microrganismos. Na
estação de tratamento de água, além de passar por filtros, a água recebe produtos químicos que eliminam os
micro-organismos que possam estar nela presentes. Isso acontece na cloração.
REFERÊNCI AS
Jornadas. Cie – Ciências, 6° ano. Editora responsável Maíra Rosa Carnevalle – 2ª. Ed – São Paulo: Saraiva,
2012, p. 163.

EXPERIMENTO 23: CONVECÇÃO TÉRMICA

Este experimento foi desenvolvido no CETI Prof. Eng. Sérgio Alfredo Pessoa Figueiredo
Professora-Orientadora: Hellen Cristina Rezende de Lima.
Alunos: Sarah Letícia Costa da Silva; João Victor Silva Neves

Palavras-chave: Corante; Termologia; Densidade.

OBJETIVO

Demonstrar como ocorre a convecção térmica num líquido com diferentes temperaturas.

MATERIAIS

2 L de água

Corante alimentício vermelho ou azul

Recipiente 1 com volume para 2 L (maior tamanho)

Recipiente 2 com volume para 150 mL (menor tamanho)

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

1. Encher o recipiente 1 com 1,8 L de água em temperatura ambiente;


2. Encher o recipiente 2 com 150 mL de água quente e adicionar o corante;
3. Fazer um furo na tampa do recipiente 2 e o feche;
4. Inserir o recipiente 2 dentro do recipiente 1, até alcançar o fundo do mesmo;
5. Observar o que ocorre.

REFERÊNCI AS
Experiência de ciências: O vulcão submarino. Disponível em: www.cienciatudo.com\2012\08\experiencia-de-
ciencias—vulcao-submarino.html.m=5. Acesso em: 21\11\2016.

30
EXPERIMENTO 24: PRESSAO ATMOSFÉRICA, TEMPERATURA E FOGO

Este experimento foi desenvolvido no EETI Gabrielle Cogels


Professora-Orientadora: Tânia Pontes
Alunos: Ednelson Thiago; Antonio Eliton

Experimento semelhante foi desenvolvido na Escola Estadual Dom Jacson Damasceno Rodrigues
Professora-Orientadora: Whellina Gardna Silva de Jesus
Alunos: Estevan Leandro Sousa Tavares; Giselle Ribeiro dos Santos

Palavras-chave: Ar, Água, Oxigênio, Combustão, Pressão.

A pressão atmosférica faz com que as coisas impossíveis aos nossos olhos, tornem-se possíveis. A física
explica. Para isto, teremos a seguir a apresentação de duas metodologias que abordam o tema proposto.

OBJETIVO
Observar a ação da pressão atmosférica sobre as coisas.

MATERIAIS

Frasco Erlenmeyer ou copo


Vela
transparente
Isqueiro Desodorante spray

Placa de Petri Água quente

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

Experimento 1: Coloque a vela em pé na placa de Petri, depois a água. Acenda a vela, logo após coloque o
frasco Erlenmeyer sobre a mesma. Observe que a chama da vela vai diminuindo e a água vai subindo para o
interior da garrafa.

Experimento 2: Acione o spray sobre o frasco Erlenmeyer e, usando o isqueiro, produza uma labareda de fogo
para esquentar este frasco (ou esquente-o mergulhando em água quente). Lembrando que, se você esquentar
com o spray, o frasco já deve estar sobre a placa de Petri com água (para este procedimento não será preciso
ter vela). Porém se você for esquentar com a água quente, após esquentar o frasco, coloque-o sobre a placa de
Petri com água (também não necessita de vela). O resultado é o mesmo: a água vai subindo para o interior da
garrafa.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Nesse experimento temos duas explicações: uma antiga e outra atual.


 Explicação antiga: A chama da vela consome o oxigênio contido dentro do frasco Erlenmeyer, deixando um
vácuo que precisa ser preenchido, nesse caso pela água que está na placa de Petri.
 Explicação atual: Ao colocar o frasco Erlenmeyer aquecido sobre a água, todo o ar frio sai, permanecendo
ali dentro o ar quente, formando uma pressão interna. Essa pressão começa a competir com a pressão
atmosférica e essa pressão dentro do frasco perde essa competição. A pressão atmosférica, por sua vez,
empurra a água da placa para dentro do frasco Erlenmeyer, derrubando assim a primeira explicação.

REFERÊNCI AS
Disponível em: www.manualdomundo.com.br/ experiencias.

31
EXPERIMENTO 25: OBSERVAÇÃO DO FENÔMENO DA OSMOSE EM CÉLULAS
ANIMAIS E VEGETAIS

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Antonio Telles De Souza


Professora-Orientadora: Isis da Silva Sousa
Alunos: Laura Karoline dos Santos Nobres; Jaqueline Hadassa Duarte Leal

Palavras-chave: Osmose, Isotonia, Hipotonia e Hipertonia, Células.

OBJETIVO
 Entender a importância do fenômeno da osmose, comparando como ocorre em células animais e vegetais;
 Classificar as soluções em Isotônica, Hipotônica e Hipertônica.

MATERIAIS

3 copos grandes 3 pedaços de batata inglesa


6 copos pequenos Água
3 pedaços de carne bovina Sal de cozinha (NaCl)

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Nos copos grandes, colocar água até próximo da borda e preparar os três tipos de solução:
 No Primeiro, não colocar NaCl e identificar o copo como “solução hipotônica”.
 No segundo, pôr uma pequena quantidade de NaCl e identificar o copo como “solução isotônica”.
 E no Terceiro, colocar NaCl até a solução ficar saturada, identificando o copo como “solução hipertônica”.
2. Enumere os copos pequenos de 1 a 6. Nos três primeiros, colocar um pedaço de batata em cada. Nos três
últimos, um pedaço de carne em cada.
3. Cubra as amostras 1 e 4 com a solução hipotônica, as amostras 2 e 5 com a solução isotônica, e as
amostras 3 e 6 com a hipertônica.
4. Espere pelo menos 5 minutos e observe os resultados adquiridos em cada um.
5. Comparar os resultados entre as células animais e vegetais.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Ao final do experimento, espera-se que os alunos compreendam a diferença entre: Isotônica: a solução
tem a mesma concentração que outra, Hipotônica: a solução é menos concentrada do que outra e Hipertônica:
a solução é mais concentrada do que outra. Compreendendo como funciona o processo de osmose.
Efeitos da osmose em células animais e vegetais:
Glóbulos vermelhos colocados em solução de baixa concentração (hipotônica) ganham água e acabam
por romper a membrana plasmática (hemólise). Se colocada em solução hipertônica, perde água por osmose e
murcha, ficando com a superfície enrugada ou crenada: o fenômeno é chamado crenação.
As células vegetais, quando imersas em soluções fortemente hipertônicas, perdem tanta água que a
membrana plasmática se afasta da parede celular, acompanhando a redução do volume int erno. Esse
fenômeno é denominado plasmólise e as células nesse estado são chamadas de plasmolisadas.
Se for mergulhada a célula em meio hipotônico, ela volta a absorver água, recuperando, assim a
turgescência (torna-se novamente túrgida — cheia de água), fenômeno denominado desplasmólise.
A existência da parede celular geralmente impede o rompimento da membrana plasmática da célula.
REFERÊNCI AS
Manual de aulas práticas de Ciências Naturais. Disponível em:
https://jucienebertoldo.files.wordpress.com/2012/11/manual-de-aulas-prc3a1ticas-de-cic3aancias-naturais-
biologia-quc3admica-fc3adsica.pdf. Acesso: 23.11.2016.

32
EXPERIMENTO 26: PULMÃO ARTIFICIAL

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Getúlio Vargas


Professora-Orientadora: Zulmarina Pereira
Aluno: Miguel de Paiva Oliveira

Palavras-chave: Pulmão, Respiração, Simulação.

OBJETIVO
Simular o funcionamento dos pulmões utilizando materiais de baixo custo.
MATERIAIS

01 garrafa PET de 2 litros 01 fita isolante


03 balões nº 65 Cola quente
60 cm de tubo fino (mangueirinha) ou canudo 25 cm de elástico (se precisar)

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Comece cortando a garrafa ao meio, pois vamos utilizar somente a parte de cima. Ela representará nosso
corpo. Na tampinha da garrafa deve ser feito um pequeno furo.
2. Corte o tubo de forma que obtenhamos três pedaços do mesmo tamanho, com cerca de 10 a 15 cm cada.
Eles devem ser arranjados em forma de Y invertido. O tubo do meio deve ter dois furos nas laterais,
próximos a uma das pontas para os outros se encaixarem. Prenda com a fita adesiva ou cola quente.
3. Duas das bexigas serão nossos pulmões. Basta fixá-las com a fita nas extremidades dos dois tubos das
pontas (ponta debaixo do Y invertido). A ponta de cima do Y invertido será posteriormente posicionada e
fixada com cola quente no furo feito na tampinha da garrafa (simulando a entrada de ar pelo nariz e boca), de
modo que os pulmões fiquem para dentro.
4. Abra a terceira bexiga (corte lateral) a fim de fechar a abertura da garrafa que cortamos ao meio. Ela servirá
como nosso diafragma e fará com que os pulmões se encham. Prenda-a com a fita adesiva ou elástico.
5. O pulmão artificial está pronto: conforme puxar o centro dessa bexiga grande, os pulmões vão encher e,
quando soltar a bexiga, eles vão esvaziar.

https://blogbirutagaivota.wordpress.com/2014/01/16/como-funciona-o-pulmao/

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Quando o diafragma contrai (puxa o balão) e o balão (pulmão) enche de ar. Quando o diafragma relaxa (volta à
posição normal), o balão (pulmão) seca, ou seja, fica sem ar, simulando o processo de respiração pulmonar.

REFERÊNCI AS
Disponível em: https://blogbirutagaivota.wordpress.com/2014/01/16/como-funciona-o-pulmao/.

33
EXPERIMENTO 27: DENSIDADE DE LÍQUIDOS

Este experimento foi desenvolvido no CETI Professor Garcitylzo do Lago Silva


Professora-Orientadora: Eleonora Souza
Alunos: Jenatan Matos Farias; Matheus Souza Batista

Palavras-chave: Densidade, Massa, Volume.

OBJETIVO
 Reconhecer a propriedade química da matéria chamada de densidade;
 Conhecer a diferença de densidade de líquidos diferentes;
 Possibilitar que os alunos compreendam por que alguns líquidos flutuam sobre outros.

MATERIAIS

5 líquidos diversos, usados no cotidiano escolar ou em casa. Para esse experimento, usamos: óleo de
soja, vinagre, álcool, água e detergente.
1 Copo de vidro ou um frasco transparente de 150 ml

Dosador ou proveta

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
No recipiente dosador ou proveta medir 30 mL de cada líquido e acrescentar na ordem que quiser os líquidos
(sempre lentamente pela borda do frasco). Observe.
Caso haja material suficiente, permita que o grupo repita a experiência colocando os líquidos no copo, na ordem
da qual puseram na primeira vez.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Ao término do experimento, pode-se fazer os seguintes questionamentos aos alunos:
1. O que vocês acham que vai acontecer com os líquidos?
2. A sequência em que foram colocados os líquidos no recipiente influenciou no resultado?
3. Conhecendo sobre densidade, explique a importância para o experimento de indicar a mesma quantidade de
líquidos.
4. Podemos mudar a ordem dos líquidos? Teremos o mesmo resultado?
Os alunos perceberão que os líquidos não se misturam e um se sobrepõe ao outro, formando camadas
facilmente visualizadas devido à coloração diferenciada dos líquidos. Isto se deve a diferente densidade dos
líquidos, onde o líquido com menor densidade permanece no topo das camadas, o líquido mais denso,
permanece no fundo do copo e os líquidos com densidade intermediária, permanecem entre o mais e o menos
denso.
Independentemente da ordem pela qual os líquidos sejam colocados no recipiente, eles vão sempre
ocupar a mesma posição de acordo com a sua densidade. E, recolhendo um volume igual para cada um dos
líquidos analisados, o volume recolhido de líquido mais denso seria o que apresentava maior quantidade de
matéria (massa), sendo por isso o mais pesado.

REFERÊNCI AS
Moretti, Renata. Ciências nos dias de hoje - 9º ano. Editora Leya, 2012.

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EXPERIMENTO 28: INDICADOR ÁCIDO- BASE COM REPOLHO ROXO (2)

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Getúlio Vargas


Professora-Orientadora: Marilene Martins de Melo
Alunas: kamila Daianny; Lais do Carmo

Palavras-chave: Ensino da química; Ácido; Base.

OBJETIVO
Observar as propriedades dos indicadores e reconhecer substâncias ácidas e básicas no cotidiano.

MATERIAIS

1 Repolho roxo Água

1 Panela Coador

4 copos transparentes Bicarbonato de sódio

Vinagre Soda cáustica

Água sanitária Liquidificador

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

1. Bata o repolho roxo em água quente no liquidificador e coloque para ferver.


2. Após esfriar, coe, e ponha em um recipiente.
3. Enumere os 4 copos e coloque o extrato de repolho roxo em cada um
deles.
4. Acrescente nos copos de 1 a 4 as seguintes substâncias, na respectiva
ordem: soda cáustica, bicarbonato de sódio , vinagre e água sanitária.
5. Observe as cores das soluções.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As substâncias presentes nas folhas de repolho roxo que o fazem mudar de cor em ácidos e bases são
as antocianinas. Esse indicador está presente na seiva de muitos vegetais, tais como uvas, jabuticabas,
amoras, beterrabas, bem como em folhas vermelhas e flores de pétalas coloridas. As antocianinas são as
responsáveis pela coloração rosa, laranja, vermelha, violeta e azul da maioria das flores.
Em água (pH neutro = 7), esse indicador tem coloração roxa, mas conforme visto no experimento, ele
muda de vermelho em solução ácida (pH < 7) para púrpura e depois verde em solução básica (pH > 7). No caso
da solução ser fortemente básica, ele se torna amarelo.
Observe que, geralmente, os produtos de limpeza são básicos. A soda cáustica, por exemplo, é a base
hidróxido de sódio (NaOH). Em contrapartida, muitos alimentos possuem caráter ácido, como é o caso do
vinagre, que é composto pelo ácido acético, e o limão, que possui ácido cítrico e ácido ascórbico (vitamina C),
tendo um pH muito baixo (pH do limão = 2).
Você pode aumentar a quantidade de substâncias a serem testadas quanto ao seu pH no experimento.

REFERÊNCI AS

Disponível em: http://manualdaquimica.uol.com.br/experimentos-quimica/indicador-acido-base-com-repolho-


roxo.htm.

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EXPERIMENTO 29: VULCÃO DE LAVA ESPUMANTE

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Professora Maria Teixeira Goes
Professor-Orientador: Joaquim Ferreira do Nascimento Neto
Alunos: Bryan de Souza Nogueira; Luciana Araújo Teles

Palavras-chave: Vulcão; Experimento; Ciências; Placas tectônicas.

OBJETIVO GERAL
Simular a erupção vulcânica por meio de materiais de baixo custo.

MATERIAIS

O vulcão de lava espumante é um experimento simples que pode ser realizado em um recipiente comum, mas
propomos aqui a construção de uma maquete de vulcão para tornar o experimento mais próximo da realidade.

Tábua de madeira aprox. 40 x 40 1 Pote de plástico


2 Folhas de Isopor bem largas Colher (ou outro medidor)
Gesso de secagem rápida (ou argila, ou barro) Pincel
Dois potes de vidros (200 mL aproximadamente) Lápis de cor
Tinta guache marrom, vermelha e amarela Pincel atômico
Jornal velho Detergente líquido
Fita adesiva Água
Papel alumínio Corante para bolo vermelho
Cola de isopor Bicarbonato de sódio
Cola branca Vinagre (ácido acético)

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Montagem do vulcão:
1. Cole as duas folhas grandes de isopor (ao final da montagem, faça um desenho esquemático, nas bordas
das mesmas, de fissuras de placas tectônicas, que são os principais locais de formação do vulcanismo).
2. Em seguida, empilhar dois copos de vidro de aproximadamente 200 mL ao centro da folha de isopor, os
mesmos foram presos com fita adesiva e rodeados com papel alumínio para conferir resistência aos copos.
3. Acrescente jornal amassado em trono dos copos, de modo que fiquem presos com fita adesiva formando o
cone vulcânico.
4. Em seguida, no pote de plástico, colocar aproximadamente 500 mL de água e o gesso de secagem rápida
(polvilhando aos poucos para evitar a formação de grânulos), despejando quantidade suficiente para se obter
uma massa pastosa. Despeje o gesso aos poucos sobre o jornal, de cima para baixo, de forma que fiquem
ondulações simulando as imperfeições da crosta vulcânica.
5. Após a secagem do gesso, utilize tinta guache para pintar as bordas do vulcão de forma a representar a
lava.
O gesso pode ser facilmente substituído por barro ou argila, que depois de seco confere resistência ao modelo,
porém o gesso seca mais facilmente e apresenta melhores resultados na modelagem.
Para a produção da lava espumante:
Adicionar no pote de vidro, que se encontra no centro do vulcão, nessa ordem:
 Aproximadamente 100 mL de água; algumas gotas de corante vermelho (que vai atribuir ao experimento, cor
semelhante a da larva incandescente);
 Três a quatro colheres de bicarbonato de sódio;
 A mesma quantia de detergente líquido;
 E aproximadamente 50 mL de vinagre (ácido acético).

36
RESULTADOS E DISCUSSÃO
No presente experimento, a água fornece o ambiente para que ocorra a reação entre o bicarbonato de
sódio e o vinagre (ácido acético), que em meio aquoso irá produzir um sal em água e a liberação do gás
carbônico da reação. O gás pode ser visualizado pela presença do detergente na água que, na presença de
uma fonte de gás ou ar, no caso, o CO2 produzido pela reação do bicarbonato de sódio e vinagre, irá produzir
bolhas que irão transbordar pelo pote de vidro que até extravasar pelo cone vulcânico, representando a larva.
REFERÊNCI AS
CARNEVALLE, Maíra Rosa. Jornadas.cie, 6º ano. 2. Ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
GODOY, Leandro Pereira de; OGO, Marcela Yaemi. Vondade de saber ciências, 6º ano. 1. ed. São Paulo: FTD,
2012.
Tudo sobre vulcão, vulcões: Portal Power. Disponível em: http://www.portalpower.com.br/trabalho-
escola/vulcao-vulcoes-tudo-sobre. Acesso em: 01 nov. 2016.
Vulcão de gesso nota 10 para feira de ciências #livreparadescobrir: Manual do Mundo. Disponível em:
http://www.manualdomundo.com.br/2016/08/vulcao-de-gesso-nota-10-para-feira-de-ciencias-livreparadescobrir/.
Acesso em: 01 nov. 2016.

EXPERIMENTO 30: LUZ E VISÃO: A LUZ QUE FAZ CURVA

Este experimento foi desenvolvido nas seguintes escolas:


Escola estadual Professor Jorge Karam Neto
Professora-Orientadora: Alice Carvalho da Silva
Alunos: Ana Beatriz; Allan Dias
Escola Estadual de Tempo Integral Bilíngue Professor Djalma da Cunha Batista
Professora-Orientadora: Jessica de Aguiar Coelho
Alunos: Fracimir Willie Rego; José Felipe Golveia Queiroz

Palavras-chave: Física, Reflexão, Fibra ótica

OBJETIVO
Simular o funcionamento da fibra óptica abordando o conceito físico da reflexão total da luz.

MATERIAIS

Apontador de laser Cola quente

1 Garrafa PET Tesoura

1 Canudo Um recipiente para aparar a água

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Na lateral da garrafa PET transparente, fazer um furo (do mesmo diâmetro do canudo) próximo à base (mais ou
menos quatro dedos acima da base), de modo que a pressão seja suficiente para fazer a água jorrar. Depois
cortar o canudo (cerca de 3 cm) e inserir no furo, vedar seu entorno com cola quente, ou qualquer outra cola a
prova d’água (não pode ficar nenhum pedaço do canudo pra dentro da garrafa). Encher a garrafa com água
fazendo fluir pelo canudo, formando uma curva d’água. Por fim, basta apontar o laser para o fio de água que
corre, posicionando-o pelo lado oposto do furo, e observar o efeito da luz. Para melhor observação, diminuir a
luminosidade da sala, apagando as luzes. Não se esquecer de colocar um recipiente para aparar a água.

37
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A luz quando percorre o interior do fio de água, vai sofrendo várias reflexões sucessivas, sempre que se
aproxima da superfície que separa a água do ar. Comporta-se exatamente da mesma forma que a luz quando
viaja no interior da fibra ótica.
A figura abaixo mostra um pouco melhor como se dão as reflexões da luz no interior da fibra ótica. E
dentro do fio de água, o processo é semelhante.

http://w w w .explicatorium.com/experiencias/luz-curva-na-agua.html

http://w w w .explicatorium.com/experiencias/luz-curva-na-agua.html

REFERÊNCI AS
http://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias -ensino/fibra-optica.htm. Acesso em: 23/11/2016.
http://pontociencia.org.br/experimentos/ visualizar/reflexao -total-em-fibra-otica/1211. Acesso em: 23/11/2016.
http://www.manualdomundo.com.br. Acesso em: 22/11/2016.
https://www.youtube.com/watch?v=F69tWoZ. Acesso em: 20/11/2016.
http://www.explicatorium.com/experiencias/luz-curva-na-agua.html. Acesso em: 20/11/2016.

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EXPERIMENTO 31: SIMULAÇÃO DAS LINHAS DE CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Estelita Tapajós


Professora-Orientadora: Gilcicleide Fernandes
Alunos: Alexander dos Santos Silva; Karolinne Alexandre Ramos

Palavras-chave: Campo magnético, Linhas de campo, Imã.

INTRODUCÃO
O campo magnético é uma extensão próxima da carga elétrica que influencia outras, porém essa é uma força
de atração e repulsão. A linha do campo magnético se conecta nos ímãs desde o polo norte até o polo sul,
assim fazendo uma linha de indução ou no caso contrário (polo norte/polo norte ou polo sul/polo sul) se
repelindo.

OBJETIVO
Conferir a ação do campo magnético e suas linhas de força; e, o efeito de atração e indução.

MATERIAIS

Ímã Folha de sulfite


Pedaço de vidro, papelão ou plástico mais
Limalha de ferro
firme do tamanho do sulfite (para suporte)

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Posicionar o ímã centralizado sobre a mesa;
2. Colocar sobre ele o vidro (ou outra superfície rígida) de modo a deixar o ímã centralizado abaixo do mesmo;
3. Sobre o vidro, posicione o papel sulfite;
4. Polvilhar a limalha de ferro sobre o papel de modo a favorecer a formação do campo. Evite o acúmulo de
limalha, procure jogá-la uniformemente. (Colocar a limalha em um saleiro ajuda esse processo).

RESULTADOS E DISCUSSÃO
É importante que o professor pergunte previamente aos alunos o que estes esperam que aconteça. Feito o
experimento, poderá voltar a questionar os alunos sobre os resultados: O que aconteceu de diferente do
esperado? Por que vocês acham que aconteceu isso?
Pode-se mudar a posição do ímã e perguntar como ficará a figura agora. Isto ajuda a fazê-los perceber a
relação entre os polos e as linhas; e ainda, a perceberem que, de fato, há linhas de campo distribuídas no
espaço (o campo magnético é tridimensional).
Observações:
 Para montar o experimento é importante fazer com que a folha de sulfite esteja bem apoiada. Caso contrário,
a limalha cairá nas laterais da folha e isso interferirá na figura.
 Por isso há a necessidade de um pedaço de vidro, um papelão, uma capa de caderno, etc. Se o ímã for mais
fraco e essa superfície de separação interferir muito em seu campo, podem -se apoiar as quatro pontas do
papel sulfite com canetas ou lápis de mesmo tamanho.
 O ímã não deve entrar em contato com a limalha, porque é muito difícil separá-los depois. Pode-se encapá-lo
com plástico para evitar que eles se grudem.
 Um substituto bom para a limalha é esponja de aço moído. Pode-se esfregá-la ou passá-la em um ralador.
(Se você molhar a esponja de aço e deixá-la secar, ela se despedaça mais facilmente).

REFERÊNCI AS
Adaptado de:
http://fap.if.usp.br/~lumini/f_bativ/ f1exper/magnet/mapc amag.htm.
http://www.pontociencia.org.br/experiment os/ visualizar/ visualizacao-do-campo-magnetico/1201.

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EXPERIMENTO 32: A QUASE LÂMPADA DE LAVA

Este experimento foi desenvolvido nas seguintes escolas:


Escola Estadual Professora Alda Barata
Professor-Orientador: Everaldo da Paixão Barros
Aluno: João Pedro Simplício
Escola Estadual Francelina de Assis Dantas
Professora-Orientadora: Maria Alcivandra Farias Pantoja
Aluna: Camilly Tavares Carneiro

Palavras-chave: Lâmpada de lava; Densidade; Mistura.


OBJETIVO
Criar um efeito luminoso similar a uma lâmpada; Aplicar as características dos líquidos, apresentando conceitos
como misturas homogêneas e heterogêneas; densidade e reações por meio da elaboração da lâmpada de lava.

MATERIAIS

Recipiente transparente e alongado (pote de vidro ou garrafa PET com tampa, vazia e limpa)
Óleo vegetal
Corante alimentício (ou tinta de caneta)
Água
Comprimido efervescente (antiácido ou comprimido de vitamina C) ou Sal (NaCl)

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Em uma vasilha de pelo menos 500 mL (para que se possa ver direito o experimento), colocar óleo vegetal até
aproximadamente ¾ da capacidade da garrafa. Dissolva o corante na água (pingue dez gotas de corante
alimentar ou uma quantia suficiente para deixar a solução bem escura), e acrescente a mistura na garrafa, junto
do óleo vegetal. Deixe o líquido descansar até as bolhas sumirem.
Coloque o comprimido efervescente na água. Se preferir usar sal, use um saleiro de mesa e adicione sal por
cerca de cinco segundos.
Se preferir, ponha uma lanterna ou uma luz forte debaixo da garrafa. Assim, as bolhas ficam iluminadas e o
efeito é mais intenso ainda. No entanto, não deixe a garrafa em cima de uma superfície quente. O plástico vai
derreter e derramar óleo por toda parte. Observar e anotar os resultados.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
O óleo e a água nunca se misturam por apresentar diferentes densidades. O que acontece é que eles
se dividem formando as bolhas que você vai ver passando umas sobre as outras. A adição do efervescente faz
toda a coisa acontecer de verdade. O sal desce até o fundo da garrafa, arrastando uma porção de óleo com ele.
Depois que o sal se quebra e se dissolve na água, o óleo volta a subir e flutuar na superfície novamente. O
comprimido efervescente (sal) reage com a água e solta pequenas bolhas de dióxido de carbono (CO2). Essas
bolhas se ligam às bolhas de água colorida e sobem até a superfície. Quando as bolhas coloridas estouram, o
CO2 é liberado e água retorna para baixo.
Portanto a mistura não apresentou as mesmas características em toda sua ext ensão devido às
substâncias apresentarem densidades diferentes. Assim, a mistura foi classificada como mistura heterogênea.

REFERÊNCI AS
FELTRE, R. Química, 7ª edição. São Paulo: Ed. Moderna, 2008. Vol.1, p. 288-305.
USBERCO, J.; SALVADOR,E. Química 1: química geral, 14ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2009. P. 132.
RUSSEL, J. B. Química Geral 2º ed. V. 1, São Paulo: Pearson Makron Books, 2008, 40 p.
Disponível em: http://clube-ciencia.blogspot.com.br/2011 acesso em 09/11/2016.
Disponível em: http://www.manualdomundo.com.br/2013/07/com o-fazer-lampada-de-lava/.

40
EXPERIMENTO 33: SERPENTE DO FARAÓ

Este experimento foi desenvolvido nas seguintes escolas:


Escola Estadual Marquês de Santa Cruz
Professor-Orientador: José Felipe de Souza Pinheiro
Alunos: Leonardo Viana da Silva; Matheus Nogueira Lima
Escola Estadual Professora Leonor Santiago Mourão
Professora-Orientadora: Hellen Lopes
Aluno: Marcio Icaro da Cunha Costa

Palavras-chave: Decomposição termal; Carbono; Combustão; Sacarose.

OBJETIVOS
 Fazer uma pastilha utilizando bicarbonato e açúcar que sai debaixo da terra;
 Demonstrar a ocorrência de fenômenos químicos (reações químicas);
 Transformar um ou mais materiais (reagentes) em outros (produtos).

MATERIAIS

Açúcar Palito de dente


Bicarbonato de sódio 01 tesoura
Álcool etílico Bacia grande
Recipiente com graduação (proveta ou seringa) Conta gotas
01 garrafa PET de 250 ml com tampa Colher de chá
Fósforo ou isqueiro Almofariz com pistilo ou pilão com socador ou liquidificador
Êmbolo de uma seringa de 20 mL Areia

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Coloque a areia na bacia até formar uma camada de aproximadamente 3 cm.
2. Coloque no almofariz uma parte de bicarbonato (uma colher de chá) para duas de açúcar (uma colher de
chá), triture bem com o pistilo ou bata no liquidificador, formando uma mistura bem fina e homogênea;
Adicione algumas gotinhas de álcool para que a mistura dê liga;
3. Corte a parte da seringa onde se coloca a agulha e coloque dentro dela essa mistura, a fim de formar uma
espécie de coluna. Quanto maior você fizer, maior será o resultado do experimento. Depois, empurre com o
êmbolo para que a coluna saia da seringa e se deposite sobre a areia; Ou Corte a garrafa PET, com o auxilio
da tesoura, cerca de dois dedos abaixo da tampa e com o auxilio da colher de chá, adicionar a mistura no
interior da parte recortada da garrafa até altura da tampa, pressionando bem, com o êmbolo da seringa, a
mistura presente na tampa da garrafa para que ela fique bem compactada. Adicionar 10 a 15 gotas de álcool
à mistura presente na seringa ou na tampa da garrafa PET. O objetivo é formar uma pastilha com a mistura;
e coloque a coluna de mistura formada com cuidado sobre a areia, retirando da tampa (ideal é que ela seja
retirada inteira).
4. Logo após, misture bem utilizando o palito de dente ou derrame o álcool ao redor dessa coluna quando já
estiver sobre a areia;
5. Adicionar cerca de 20 mL de álcool em volta e sobre a pastilha. Em seguida, risque o fósforo e com muito
cuidado, coloque fogo no sistema. Observar os acontecimentos.

Você observará que à medida que queima, a coluna vai ficando preta e vai crescendo. Com a ajuda da pinça e
com muito cuidado para não se queimar, vá guiando a “serpente” para que ela cresça no sentido que desejar.

PRECAUÇÕES:
 Não deixar o frasco com álcool próximo ao experimento;
 Não adicionar álcool diretamente na chama;
 Não posicionar a pastilha próxima da borda da bacia.

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RESULTADOS E DISCUSSÃO
Após colocarmos fogo na pastilha, espera-se que várias reações químicas diferentes ocorram, formando assim
uma massa preta cilíndrica que lembra uma serpente, que é constituída por substâncias oriundas da reação.
As reações químicas que ocorrerão durante o experimento são:
 Combustão do álcool comum (etanol);  Decomposição do bicarbonato de sódio;
 Combustão completa do açúcar;  Decomposição do carbonato de sódio.
 Combustão incompleta do açúcar;
O açúcar comum é a sacarose (C12H22O11) e o bicarbonato de sódio é o sal hidrogenocarbonato de
sódio ou carbonato ácido de sódio (NaHCO 3).
Quando a sacarose queima, ocorre a sua combustão completa e, assim como ocorre com todos os
compostos formados por carbono, hidrogênio e oxigênio, os produtos liberados são dióxido de carbono e água:
C12H22O11(s) + 12O2 (g) → 12CO2(g) + 11H2O(l)
Ocorre também a decomposição térmica do bicarbonato:
2NaHCO3(s) → Na2CO3(s) + CO2(g) + H2O(l)
Na2CO3(s) → Na2O(s) + CO2(g)
Além disso, nesse processo também ocorre a combustão incompleta da sacarose, em que um dos
produtos é o carbono, constituinte do carvão. É por isso que se forma a estrutura de cor preta. O gás carbônico
liberado tanto na combustão completa da sacarose, quanto na decomposição do bicarbonato faz a estrutura de
carbono inflar, crescendo, e é isso que dá o efeito de uma serpente subindo.
REFERÊNCI AS
http://www.pontociencia.org.br/experiment os/ visualizar/a-serpente-do-farao/175.
www.youtube.com/manualdomundo.
www.brasilescola.uol.com.

EXPERIMENTO 34: CAMALEÃO QUÍMICO

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Maria de Lourdes Rodrigues Arruda
Professora-Orientadora: Giselle Pereira
Alunos: Wilkson Ervans Gomes Bezerra; Emily Vieira Almeida
Palavras-chave: Reação química, Misturas, Solução.
OBJETIVO
Observar uma reação química que muda de cor.
MATERIAIS
Permanganato de potássio Água
Jarra (aproximadamente 1 litro) Açúcar
Soda caustica (03 colheres de sopa)
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Preparar duas soluções, uma com soda caustica, açúcar e água, e outra com permanganato de potássio e
água. Posteriormente, misturar esta última solução na água, e em seguida colocar devagar a solução com
permanganato. Observar a mudança de cores.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Quando o açúcar e a soda cáustica são misturados, o açúcar libera elétrons, e o íon permanganato
pega os elétrons liberados. No começo da experiência, o permanganato de potássio (KMnO 4) tem a coloração
violeta. Depois ele se transforma em manganato (K 2MnO4) que é verde, e finalmente em dióxido de manganês
(MnO2) que é marrom, mas quando diluído fica amarelo claro.
REFERÊNCI AS
www.manualdomundo.com.br. Acesso em 17/11/16.

42
EXPERIMENTO 35: A ÁGUA QUE MUDA DE COR

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Fueth Paulo Mourão


Professora-Orientadora: Gebiane Ferreira Fernandes
Alunas: Emanuelli Ribeiro Cordeiro; Kayte Oliveira da Silva

Palavras-chave: Reação química, Misturas, Mudança de cor, Substâncias ácidas e básicas.


OBJETIVO
Compreender através da mudança de cor da água, depois de adicionado o indicador ácido-base, o que são
substâncias ácidas e básicas.

MATERIAIS

Repolho roxo Soda cáustica


Água 1 colher

Vinagre branco 3 copos transparentes (plástico ou vidro) numerados

Bicarbonato de sódio

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Cortar o repolho em pedaços e colocar para ferver com aproximadamente 300 mL de água. Quando a água
estiver roxa, retirar do fogo.
2. Pegue os 3 copos numerados de 01 a 03 e acrescente uma medida de aproximadamente três dedos de
água.
3. No primeiro copo acrescente uma colher de chá de bicarbonato, no segundo copo acrescente o vinagre e no
terceiro copo acrescente uma colher de chá de soda cáustica. Depois mist ure a água do repolho roxo em
cada um dos copos e observe o que acontece.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
A mistura presente em cada copo apresentará uma coloração diferente após a adição do indicador
ácido-base, conforme o tipo de substância que contêm.

REFERÊNCI AS
Adaptado de: www.manualdomundo.com.br. Acesso: 11/11/2016.

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EXPERIMENTO 36: A VIOLETA QUE DESAPARECE

Este experimento foi desenvolvido nas seguintes escolas:


Escola Estadual Professora Alda Barata
Professora-Orientadora: Bruna Barbosa de Souza
Aluna: Cindy Tapudima Gomes
Escola Estadual Demóstenes Belduque Araújo Travessa
Professora-Orientadora: Sueli do Nascimento Menezes
Alunos: Dhomini Dias da Silva; Alice Beatriz Fideles da Costa

Palavras-chave: Baixo-custo; Reações químicas, Cor, Desaparecimento, Transparência.

Introdução
As reações químicas são transformações que envolvem alterações, quebra e/ou formação, nas ligações entre
partículas (átomos, moléculas ou íons) da matéria, resultando na formação de nova substância com
propriedades diferentes da anterior. Algumas evidências da ocorrência de uma reação química são mudança de
cor, evolução de calor ou luz, formação de uma substância volátil, formação de um gás, entre outros.
Este experimento tem como objetivo observar a mudança de cor resultante das diferentes organizações
realizadas pelos átomos através das substâncias adicionadas.

OBJETIVO
Demonstrar como as reações químicas podem modificar a cor de uma solução.

MATERIAIS

3 Copos transparentes 1 colher


40 mL de água 20 mL de água oxigenada de 10 volumes
01 pílula de permanganato de potássio
20 mL de vinagre branco (incolor)
(5g) (pílula para curar Catapora)

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
1. Adicionar a água no copo.
2. Acrescentar o permanganato e misturar para diluir até a mistura ficar na cor violeta.
3. Adicionar 20 mL de vinagre e logo em seguida 20 mL de água oxigenada e misturar novamente com uma
colher até a cor violeta desaparecer.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Na hora que colocarmos o permanganato de potássio (KMnO 4) na água ele se dissocia e forma os íons
potássio (K+) e permanganato (Mn04-), tornando a solução numa cor violeta. Na hora que o íon de
permanganato, que é violeta, se mistura com água oxigenada e com o vinagre, ele perde o seu oxigênio e vira
um íon, deixando a solução completamente transparente.
Agora se você colocar só a água oxigenada e não o vinagre, a cor mudará e ficará marrom. Isso
acontece porque a água oxigenada com o permanganato de potássio formou o dióxido de manganês (MnO2);
como dióxido de manganês é marrom e não é solúvel na água se você deixar descansar essa solução, ela irá
decantar.
Podemos perceber que os mesmos átomos conseguem formar cores completamente diferentes
dependendo da forma como se organizam.
REFERÊNCI AS
https://www.youtube.com/watch?v=sJe89ZEQ3gg.
http://educacao.globo.com/quimica/assunto/materiais -e-suas-propriedades/reacoes-quimicas.html.
http://www.manualdomundo.com.br/2011/11/o-violeta-que-desaparece-experiencia-de-quimica/.

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EXPERIMENTO 37: DUAS REAÇÕES QUE OCORREM NO PROCESSO DE DIGESTÃO

Este experimento foi desenvolvido na Escola Estadual Nilo Peçanha


Professora-Orientadora: Geovânia Freitas da Silva
Alunas: Dandara Costa Silveira; Nicole Letícia de Andrade Barbosa

Palavras-chave: Digestão, Mastigação, Ação da bile.


INTRODUÇÃO
O sistema digestório é responsável pela transformação dos alimentos. É composto pelo tubo digestivo e suas
glândulas anexas. Tem como função retirar dos alimentos ingeridos os nutrientes necessários para o
desenvolvimento e manutenção do organismo (Carvalho e Guimarães, 2011). Os processos químicos de
digestão começam na cavidade oral durante a mastigação, onde a saliva umedece o alimento e age sobre ele,
decompondo o amido e transformando-o em outra substância. O processo continua no estômago e termina no
intestino delgado, onde na primeira porção do duodeno ocorre a digestão da maior parte dos nutrientes
ingeridos. No duodeno é lançada a bile – produzida no fígado e armazenada na vesícula biliar – cuja função é
fragmentar as placas de gorduras dos alimentos em partículas menores (Carvalho e Guimarães, 2011).

OBJETIVO
Entender a importância da mastigação e como ocorre a quebra de moléculas de gordura durante a digestão.
MATERIAIS

2 comprimidos efervescentes Óleo de soja

4 copos transparentes (plástico ou vidro) enumerados 1 colher

Água Detergente de cozinha

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Reação 1:
1. Triture um dos comprimidos efervescentes e deixe o outro inteiro;
2. Coloque 300 mL de água nos copos 1 e 2;
3. Acrescente o comprimido triturado em um dos copos e o inteiro no outro;
4. Observe em qual dos copos haverá primeiro, a diluição.
Reação 2:
1. Nos copos 3 e 4 coloque 300 mL de água;
2. Coloque duas colheres de óleo em ambo;.
3. No copo 4, acrescente uma colher de detergente e agite;
4. Observe a diferença entre as misturas nos dois copos.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os experimentos aplicados em sala de aula devem despertar nos alunos uma visão mais ampla a
respeito dos processos químicos de digestão, não apenas com os conceitos, mas com a aplicação prática e
observatória daquilo que se estuda teoricamente em sala de aula. Além disso, podem -se fazer relações com
problemas digestivos, como uma mastigação feita de maneira errada e a digestão excessiva de gorduras.

REFERÊNCI AS
CARVALHO, W.; PACHECO, L. Ciências para o nosso tempo: 8º ano. Curitiba. Editora Positivo, 2011.
SCHECHTMANN, E.; MARTIN H. V.; USBERCO, J.; MARTINS, J. M.; FERRER, C. L. Companhia das
Ciências: 8º ano (Ensino Fundamental). Saraiva Livreiros Editores. 2ª Ed. 2012.

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AGRADECIMENTOS
A toda a Equipe da GENF 2:
Alfredo Tadeu de Oliveira Coimbra
Élmar Leão Bezerra
Francisca Hérmogenes Pinheiro de França
Francisco Sales Bastos Palheta
José de Alcântara Filho
Kleitson José Lima Tenório
Nilo da Silva Sena Filho
Ozeli Martins Sarmento
Priscyllane da Silva Macedo
Raimunda Nonata Freitas de Sousa
Simara Brasil Couto de Abrantes
Simone de Souza Lima
Às Coordenadorias Distritais de Educação da Capital, em especial aos Coordenadores Adjuntos dos Anos
Finais do Ensino Fundamental e supervisores abaixo citados que auxiliaram na época de desenvolvimento das
atividades:
CDE 01: Maria do Perpétuo Socorro Moura.
Supervisora Pedagógica: Greicemeiri Marques da Silva.
CDE 02: Mirlene Neves Carvalho.
Supervisora Pedagógica: Aldaleia Carmo dos Santos.
CDE 03: Valcilene da Silva Vieira.
Supervisor Pedagógico: Antonio Nonato Lopes Ramos.
CDE 04: Ana Lúcia Uchoa de Melo.
Supervisoras Pedagógicas: Herna regina Tavares Cavalcante; Lucineide da Silva Sousa.
CDE 05: Ana Célia da Silva Ximenes.
Supervisoras Pedagógicas: Maria do Carmo da Rocha Bezerra; Mozanda dos Santos Assunção Chaves; Mirza
Scott Oliveira Ribeiro; Neucilene Colares dos Santos.
CDE 06: Ivony Freitas Maia.
Supervisoras Pedagógicas: Nívea Priscila Sales Figueira.
CDE 07: Ivan Sales dos Santos.
Supervisores Pedagógicos: Daniela Siqueira de Oliveira; Marileide de Souza Lima; Newton de Melo Ramos;
Samira da Silva Lima dos Santos.
Ao Gerente da Gerência de Atendimento Educacional à Diversidade - GAED: Nilton Carlos da Silva Teixeira.
Assessora pedagógica da GAED e Coordenadora do Grupo de Trabalho de Linguagens – GTLin: Andréa
Pachêco Bandeira.
À Assessoria de Comunicação da SEDUC - ASSCOM, em especial ao Designer Gráfico Mauro Junior.
Ao Diamantino Oliveira de Araújo Júnior, Assessor de Comunicação da SEDUC.
Ao professor Orlando Félix de Moura, gestor da Escola Estadual de Tempo Integral Bilíngue Professor Djalma
da Cunha Batista, onde foi realizado o Encerramento do Circuito de Experimentos.
Aos colegas do Grupo de Trabalho de Ciências da Natureza.
Aos professores que foram avaliadores no Circuito de Experimentos: Hiléia Maciel, Marcos Alho, Maria
Aparecida Carvalho, Thelma Prado, Elizandra Vasconcelos, João Marcelo, Darcilene Souza, Maria Eliete
Santos, Waléria Maria Donizetti, Lismar Bindá, Cassiane Oliveira, Karen Kelly.
À Coordenação de Educação Ambiental da SEDUC por colaborar com a premiação de professores.

A todos, portanto, que contribuíram ao longo deste processo, mesmo que não tenham sido citados.

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Dep. David Antônio Abisai Pereira de Almeida
Governador do Estado do Amazonas

Arone do Nascimento Bentes


Secretário de Estado de Educação e Qualidade do Ensino

Darcília Dias Penha


Secretária Executiva de Estado de Educação

Raimundo Luiz Vidal Aleluia


Secretário Executivo Adjunto de Gestão

Carlos Antônio Magalhães Guedelha


Secretário Executivo Adjunto da Capital

Ana Maria Araújo de Freitas


Secretária Executiva Adjunta do Interior

Marcus Túlio Tomé Catunda


Secretário Executivo Adjunto Pedagógico

Aurilex da Silva Moreira


Diretor do Departamento de Políticas e Programas Educacionais

Eriberto Barroso Façanha Filho


Gerente de Ensino Fundamental II – Anos Finais

Mailson Rafael dos Santos Ferreira


Coordenador de Ciências do Ensino Fundamental II – Anos Finais

Kátia Regina Menezes Mendes


Diretora do CEPAN

Adriana Passos Moreno


Gerente de Formação do CEPAN

Edilene da Silva Souza


Professora Formadora de Química da Gerência de Formação

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