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Uma mudança não necessariamente é uma melhoria, mas somente é possível alcançar
uma melhoria através de uma mudança. O curso de White Belt Seis Sigma nos mostra
mais detalhadamente como podemos alcançar melhorias através de mudanças nos
processos.

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A resposta é não, veremos o porque a seguir.

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Considerando o conjunto de dados obtidos no experimento, temos o quadro com o
tempo de ciclo por semana para cada caso.

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No cenário 1 houve uma melhoria, um impacto significativo na medida de desempenho.
Mas é sempre assim?

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Neste caso não houve uma melhoria. Mesmo com a redução do tempo de ciclo na
semana 9, o tempo voltou a aumentar após a mudança. Trata-se de uma variação
natural do processo.

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Também não podemos afirmar que houve uma melhoria. Existe uma tendência no
processo de redução de tempo de ciclo. Não podemos considerar a mudança na semana
8 como responsável pela diminuição do tempo de ciclo.

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Também não foi uma melhoria. Mesmo com a redução do tempo de ciclo na semana 8,
houve um aumento nas semanas seguintes. Esta mudança não trouxe um impacto
duradouro.

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Portanto, somente o caso 1 é uma melhoria.

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Os 5 porquês é uma ferramenta muito simples. Analisando profundamente o problema
e identificando as causas chegaremos na(s) causa(s) raiz. Com isso, podemos propor
soluções e atacar o problema de uma maneira mais assertiva. No caso acima, colocar o
cabo na tomada não resolve, devemos verificar o que realmente está ocasionando esse
desligamento.

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Para utilizar esta ferramenta precisamos propor as perguntas e respondê-las. Também é
importante determinar o nível corresponde de solução, só assim chegaremos a causa
raiz.

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Para utilizarmos a ferramenta, primeiramente precisamos identificar o problema, o
efeito a ser estudado. Com isso, criaremos grupos de causas com as possíveis sub-causas
em cada categoria.

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É importante lembrar que o diagrama serve para nos indicar aonde podemos atacar o
problema, já que fornece várias possibilidades.

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Essas são as classificações mais encontradas para as causas do problema, mas cada
situação exige uma classificação correspondente.

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Este é um exemplo de aplicação do Diagrama de Causa e Efeito para reduzir os custos
mensais de uma empresa. Identificado o problema, é possível definir um conjunto de
causas e sub-causas.

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Este é outro exemplo de aplicação. Neste caso, deseja-se aumentar a qualidade do
produto de uma empresa.

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O ciclo PDSA é capaz de gerar conhecimento específico sobre um problema. Conforme a
ferramenta é aplicada, existe um maior entendimento de todas as variáveis que afetam
um processo. Primeiro, deve-se estudar e definir o objetivo da melhoria, com questões e
previsões. Define-se um plano completo, com as mudanças necessárias, os responsáveis
e a metodologia a ser utilizada. Após executar o plano, há a coleta de dados e análise
dos fatores relevantes. Os resultados são comparados com as previsões e
documentados. Ao final, ocorre o monitoramento dos resultados, padronização, e a
possibilidade de propor novas mudanças, dando continuidade ao processo de melhoria
contínua.

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Este diagrama nos mostra como funciona o ciclo de aprendizado pelo PDSA. Existem
métodos para gerar conhecimento específico sobre um problema e o PDSA é um deles.

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Para utilizarmos a ferramenta, podemos preencher um formulário como este acima,
com as informações mais importantes do projeto de melhoria.

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Com o plano em andamento, devemos anotar em primeira mão todos os dados obtidos
e as observações mais relevantes.

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Após a coleta de dados, inicia-se o estudo dessas variáveis. Conseguimos responder as
perguntas propostas no início?

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Por fim, temos a etapa final com o que foi aprendido. O que fazer no próximo PDSA?

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Este é o processo de melhoria contínua, continuar desenvolvendo suposições, teorias,
ideias para trazer mais mudanças, resultados e melhorias.

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Um relatório A3 depende de três fatores: Observação, Definição e Análise do Problema
e PDSA. A Observação consiste basicamente em verificar como ocorre a anormalidade
ou incômodo no local de sua causa e a sua consequência. Em seguida, define-se o
problema, quais são os fatores que influenciam essa consequência, quais são as
predições, objetivo e orientações para o caso. A análise é feita com coleta de dados e
utilização de ferramentas. E o PDSA é a metodologia utilizada, através do
desenvolvimento das etapas e aumento do conhecimento específico do problema.

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Deve-se preencher o A3 por etapas, seguindo cronologicamente o desenvolvimento da
melhoria.

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Do lado esquerdo do relatório temos a situação atual, com observação e entendimento
do problema. Já o lado direito é o estado futuro, aonde queremos chegar, com a direção,
método e avaliação.

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Pontos básicos contidos em um Relatório de Proposta A3:
1- Introdução – Breve descrição da situação, com a(s) variável(is) que é(são) afetada(s),
quais são as causas e consequências do problema, um histórico resumido de
acontecimentos que levaram a situação atual, além das pessoas responsáveis pelo
projeto.
2- Proposta – qual é a alternativa escolhida para solucionar o problema, seus pontos
principais, por que a proposta solucionaria o problema
3-Plano de ação – desdobramento das ações, quais são as atividades necessárias, os
motivos, quais os efeitos esperados e os seus respectivos responsáveis. Normalmente
utiliza-se a ferramenta 5W2H, para o desdobramento, que é feito a partir das perguntas
Quem?, O quê?, Por quê?, Onde?, Quando?, Quanto?, Como?
4-Problemas não-resolvidos – Quais serão os obstáculos e limitações para o projeto.
Também deve propor as soluções para essas restrições.
5-Cronograma – Deve organizar os prazos de cada atividade, alinhados com o plano de
ação, proposto anteriormente.

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