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AMEBÍASE

 ESTRUTURA DAS AMEBAS


-Podem ser nuas ou encerradas em
uma teca (tipo de carapaça).
-O citoplasma está dividido em um
ectoplasma externo, claro e rígido, e
em um endoplasma interno mais fluido.
-Pseudópodes (falsos pés):
-> Os lobópodes apresentam uma
forma arredondada de ponta obtusa e
são mais largos, tubulares e compostos
com ectoplasma e endoplasma.
->Os filópodes são estreitos, claros,
ramificados, mas os ramos não se
interligam extensivamente a ponto de
formar redes.

 O QUE É AMEBÍASE?
-É uma infecção causada por parasita ou protozoário que acomete o homem, podendo ficar
restrita ao intestino.
-O agente causal é a Entamoeba hystolitica. Este parasita infecta aproximadamente 1% da
população mundial, principalmente a população pobre de países em desenvolvimento.
-Recentemente identificou-se um parasita com a mesma forma da Entamoeba hystolitica que
não causa doença. Isto é importante, pois comprova que o achado da ameba nas fezes de um
indivíduo não necessariamente caracteriza amebíase.

 TRANSMISSÃO
-Contaminação fecal da água de consumo humano e alimentos com cistos da ameba, os quais
são relativamente resistentes à cloração.
-Contato direto de mãos contaminadas ou objetos sujos, bem como, sexualmente pelo contato
oral-anal (pouco frequente).

 CICLO
 DIAGNÓSTICO
-No caso da forma mais invasiva, são feitos exames de imagem (tomografia computadorizada,
ecografia ou ressonância magnética).
-Algumas vezes para confirmação do diagnóstico, agulhas finas puncionam os abscessos.
-Se o diagnóstico não for possível por identificação do cisto, utilizam-se exames de sangue para
a detecção da presença de anticorpos contra o parasita.

 TRATAMENTO
-O Antimicrobiano metronidazol é a forma de tratamento mais utilizada.
-O tempo de tratamento pode variar conforme o comprometimento da pessoa.
-Quando houver a formação de abscessos hepáticos, pode ser necessário aspirá-los com
agulha para tratamento.
-Muito raramente são feitas cirurgias.

 PREVENÇÃO
-Medidas de saneamento básico como tratamento da água e esgotos.
-Higiene dos alimentos crus rigorosa com detergentes potentes, seguido de imersão em
solução de vinagre ou ácido acético (vinagre). A água somente após ser fervida fica totalmente
livre destes protozoários.
-O tratamento adequado dos pacientes ajuda a eliminar fontes de propagação da doença,
principalmente na zona rural onde a água tratada não é sempre disponível.
-Hábitos gerais de higiene, como lavar as mãos após o uso do sanitário.
-Fiscalização dos prestadores de serviços na área de alimentos pela vigilância sanitária.
OBS: Recentemente a possibilidade de vacina para um futuro não muito distante mostrou-se
viável.