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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ


DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE QUÍMICA E BIOLOGIA
BACHARELADO EM QUÍMICA TECNOLÓGICA COM ÊNFASE EM AMBIENTAL /
LICENCIATURA EM QUÍMICA

JOÃO MARCOS LENHARDT SILVA


LEONARDO VIANA DAS CHAGAS LIMA
MICHAEL CHRISTMANN
RAFAEL MARTINS DE PAULA

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RELATÓRIO ACADÊMICO

CURITIBA
2010
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JOÃO MARCOS LENHARDT SILVA


LEONARDO VIANA DAS CHAGAS LIMA
MICHAEL CHRISTMANN
RAFAEL MARTINS DE PAULA

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Relatório acadêmico apresentado a


disciplina de Química Analítica Aplicada
II do curso de Bacharelado em Química
Tecnológica / Licenciatura em Química
da Universidade Tecnológica Federal do
Paraná - UTFPR ± para obtenção de
nota parcial.

Orientadora: Profª. Drª. Érika Pereira


Félix.
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CURITIBA
2010
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   ................................ .............................. 2

2.1 MATERIAL E REAGENTES ................................ ................................ ......... 2


2.2 PROCEDIMENTOS ................................ ................................ ...................... 2
2.2.1 Determinação de Umidade em Trigo de Quibe ................................ .......... 2
2.2.1 Determinação de Cinzas em Trigo de Quibe ................................ ............. 2

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3.1 DETERMINAÇÃO DE UMIDADE EM TRIGO DE QUIBE ............................. 4
3.1 DETERMINAÇÃO DE CINZAS EM TRIGO DE QUIBE ................................ 5

   ................................ ................................ ................................ 10

    ................................ ................................ ............................. 11

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A análise de alimentos ³é aplicada para determinação de um ou vários
componentes ou elementos químicos que o constituem.´ (UNICAMP, acesso em: 2
set 2010), tais análises são geralmente executadas para se avaliar a composição de
um alimento    ou para o controle de qualidade de tais produtos (UFCSPA,
acesso em: 2 set 2010). Os procedimentos de análise podem ser de duas formas,
por métodos convencionais (utilizando vidrarias e reagentes), como foi executado
nessa prática, ou por métodos instrumentais utilizando -se de alguns aparelhos
sofisticados (UFCSPA, acesso em: 2 set 2010).
³A determinação da composição centesimal dos alimentos visa determinar
principalmente os teores de: umidade, cinzas, proteínas, carboidratos, fibras,
lipídios, vitaminas e minerais.´ (UNICAMP, acesso em: 2 set 2010).
Cinzas se referem ao resíduo inorgânico após queima, sem resíduo de
carvão, de toda a matéria orgânica da amostra (BROMATOLAB, acesso: 2 set
2010),´ A cinza é constituída principalmente de grandes quantidades de K, Na, Ca e
Mg; pequenas quantidades de Al, Fe, Cu, Mn e Zn e traços de Ar, I, F e outros
elementos.´ (UNICAMP, acesso em: 2 set 2010). Nem sempre as cinzas possuem a
mesma constituição da amostra devido à possibilidade de volatilização ou interação
entre os componentes da amostra (UFCSPA CINZAS, acesso em: 2 set 20 10).
Outra análise importante é a determinação de umidade da amostra, ³ A
umidade de um alimento está relacionada com sua estabilidade, qualidade e
composição, (...).´ (UNICAMP, acesso em: 2 set 2010). Em um sólido encontra-se a
água de duas formas: 1) Água essencial: forma uma parte integral da estrutura
cristalina ou molecular do sólido , como a água de constituição (SKOOG; WEST et.
al., 2006); 2) Água não-essencial: retida pelo sólido como resultado de forças físicas ,
como a água de adsorção ou a água de a bsorção ou a água de oclusão (SKOOG;
WEST et. al., 2006).
Objetivou-se nessa prática a determinação do teor de umidade e cinzas de
uma amostra de trigo para quibe, bem como a obtenção da média das
determinações e assim o cálculo do desvio padrão associado ao método.
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2.1 MATERIAL E REAGENTES
Quadro 1 - Materiais, Equipamentos e Reagentes.
Materiais, Equipamentos e Reagentes.
2 cadinhos 1 dessecador grande
1 pinça metálica 1 dessecador pequeno
1 espátula Estufa
1 tripé Mufla
1 tela de amianto Balança analítica
1 triangulo de porcelana Amostra de trigo de quibe
Bico de Bunsen

Fonte: Autoria Própria.


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2.2 PROCEDIMENTOS
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2.2.1 Determinação de Umidade em Trigo de Quibe
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Retirou-se um cadinho, previamente tratado, de um dos dessecadores, que
haviam no laboratório, com uma pinça metálica. Então, a massa do cadinho foi
medida em balança analítica. Logo após, cerca de 1 g de trigo de quibe, que era a
amostra, foram medidos também na mesma balança.
O conjunto cadinho mais amostra foram colocados em uma estufa e lá
permaneceram por aproximadamente 60 minutos a uma temperatura entre 100 a
110 ºC. Após o tempo ser atingido, o cadinho foi transferido para um dessecador.
Por fim, com o cadinho à temperatura ambiente, foi medida novamente a
massa do cadinho mais amostra.

2.2.1 Determinação de Cinzas em Trigo de Quibe


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Outro cadinho, também previamente tratado, foi retirado do um dos
dessecadores e cerca de 1 g da mesma amostra de trigo para quibe foram
utilizados. Ambos tiveram suas massas medidas em balança analítica.
Depois, apoiou-se o cadinho mais amostra em um triangulo de porcelana,
este estava sobre um tripé. Então, inclinou -se o cadinho a um ângulo de cerca de
45º e foi posicionado o bico de Bunsen. Aqueceu -se então o cadinho.
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O aquecimento foi interrompido quando visualmente toda a fuligem que


estava presa nas laterais do cadinho sumiu. Em seguida, o cadinho foi levado à
mufla e lá deixado por 60 min a uma temperatura de 550 -600 ºC.
Quando o tempo foi atingido, o cadinho foi p osto em um dessecador e
quando resfriou teve sua massa medida na balança analítica.
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3.1 DETERMINAÇÃO DE UMIDADE EM TRIGO DE QUIBE

Os valores de massa obtidos nessa parte do experimento pela nossa equipe


foram colocados a seguir:

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""
#$%

Cadinho 25,8570
Amostra (trigo para quibe) 1,0034
Cadinho + amostra úmida 26,8604*
Cadinho + amostra seca 26,7871
Tabela 1: Massas medidas do cadinho e amostra
Fonte: Autoria própria

* A massa do ³cadinho + amostra úmida´ foi obtida somando -se a massa do


cadinho mais a massa da amostra.
Pela tabela, a diferença de massa entre a amostra úmida e seca foi igual a
0,0733 g. Como a amostra só foi posta em estufa, ela perdeu não somente água,
mas também quaisquer substâncias voláteis. Porém, considerou-se que a água era
o fator que se encontrava em quantidade muito maior, logo se concluiu que essa
diferença de massa antes e depois se referia a quantidade de água presente na
amostra.
Calculou-se então a porcentagem de umidade, em g% (m/m) presente na
amostra.
Massa inicial da amostra: 1,0034 ----------------100%
Diferença de massa inicial e final: 0,0733 ---- g%
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Por Regra de 3, obteve-se o valor de 7,30% de água na amostra.


Havia duas outras equipes que realizaram o mesmo experimento e seus
resultados foram:
Quadro 3: Porcentagem de umidade obtidas pelas outras equipes
&'!(
)!**
#+%

A 7,29
B 6,99
Tabela 2: Porcentagem de umidade obtidas pelas outras equipes
Fonte: Autoria própria

Com esses dados a média aritmética foi calculada.



 
8   8    

Por fim, o desvio-padrão também foi calculado.
O desvio-padrão das umidades das amostras foi de 14,4%. Ele foi
relativamente alto, porque somente 3 amostras foram utilizadas.
O teor de umidade é importante porque afeta principalmente a validade do
produto, pois ³Assim como nós, os microorganismos necessitam de água para a sua
manutenção´ (UMIDADE). Por isso, como exemplo, são realizadas desidratações em
alimentos, já que reduzir a atividade da água em alimentos visa ³[...] a redução das
taxas de alterações microbiológicas´ (UMIDADE)

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3.1 DETERMINAÇÃO DE CINZAS EM TRIGO DE QUIBE
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Os valores de massa medidos para a determinação de cinzas no trigo de
quibe foram às seguintes:

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""
#$%

Cadinho 21,7306
Amostra (trigo para quibe) 1,0008
Cadinho + amostra úmida 22,7314
Cadinho + cinzas 21,7464
Tabela 3: Massas medidas do cadinho e amostra
Fonte: Autoria própria
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Pela diferença entre a massa de cadinho com as cinzas e ele vazio foi
determinada a massa de 0,0158 g de cinzas, porém poderia não ser simplesmente
cinzas poderia haver resquícios de materiais que não foram completamente
queimados.
Calculou-se então a porcentagem em massa (g%) de cinzas na amostra.

Massa inicial da amostra: 1,0008 ----------------100%


Diferença de massa inicial e final: 0,0 158 ---- g%
Por Regra de 3, obteve-se o valor de 1,58% de cinzas na amostra.

As outras duas equipes que realizaram a mesma análise chegaram às


seguintes porcentagens de cinzas:

&'!(
!,-"
#+%

A 1,70
B 1,63
Tabela 4: Quantidade de cinzas obtidas pelas outras equipes
Fonte: Autoria própria

Com esses dados foi feita a média aritmética de maneira análoga a da


umidade, que resultou em uma porcentagem média de 1,64% com desvio padrão
amostral de 0,060%.
Como as cinzas indicam a presença de elementos inorgânicos no anali to, e
como muitos minerais são indispensáveis para a nossa sobrevivência e de outros
organismos ou ainda pode ser prejudicial para a saúde como , por exemplo, Hg e Pb.
(UFCSPA, acesso em: 2 set 2010), essa análise só dá um indicativo de quanto de
material inorgânico existe e não quais são, para isso seriam necessárias outras
análises.
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A metodologia empregada nessa prática é simples de ser realiza e limpa,


não utiliza nenhum reagente nocivo à saúde ou ao meio ambiente, necessitando
apenas de cuidado do analista ao manusear o aquecimento da amostra no bico de
bunsen e com a mufla.
A analise mostrou que o trigo de quibe é um alimento que possui uma
umidade relativamente baixa se comparado com o pó de café (3,83% de umidade
média das analises), o qual passa por uma série de processos que diminuem sua
quantidade de água como a µtorragem¶, conferindo uma alta validade a esse tipo de
trigo. Além da baixa quantidade de água no grão há nele um grande percentual de
sais minerais, porem esse percentual de cinzas ficou abaixo do pó de café, que
possui uma média igual a 5,08% de minerais em sua mas sa.
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QUÍMICA NOVA, ,./!"


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Disponível em: <http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc29/08 -EEQ-0707.pdf>.
Acesso em: 11 mai 2010.

ATKINS, Peter; JONES, Loretta.  !,45(!0"


*
'5)!46 Questionado a Vida
Moderna e o Meio Ambiente, 3 ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.

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Disponível em:
<http://www.cena.usp.br/irradiacao/cons_umid.html>, acesso em 10/09/2010.

BROMATOLAB. Disponível em: <http://www.bromatolab.com.br/quimico.html>.


Acesso em: 2 set 2010.

UFCSPA. Disponível em:


<http://bioquimica.ufcspa.edu.br/pg2/pgs/bromatologia/2006/introducao.pdf >. Acesso
em: 2 set 2010.

UFCSPA CINZAS. Disponível em:


<http://bioquimica.ufcspa.edu.br/pg2/pgs/bromatologia/2006/cinzas.pdf >. Acesso em:
2 set 2010

UNICAMP. Disponível em:


<http://www.feagri.unicamp.br/ctea/manuais/analise_matbiologico.pdf >. Acesso em:
2 set 2010

SKOOG; WEST; et. al. ',*),0"


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 ,/5!43, 6 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2006.