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QUESTIONÁRIO DO GRAU 16

1. Porque os Cavaleiros do Oriente desconfiam dos Irmãos?


- Os Cavaleiros do Oriente desconfiam dos Irmãos por que os filhos de
Israel estão no cativeiro. Os cavaleiros trabalham para libertá-los, mas
os judeus podem não compreender os propósitos e impedir a tarefa.

2. Quem destruiu o Templo? Complete com suas próprias palavras.


- Os babilônios destruíram o Templo de Jerusalém, aquele que fora
levantado por Salomão. Liderados por Nabucodonosor, rei da Babilônia,
Jerusalém foi sitiada no 11º ano do reinado de Sedécias, 21º rei da raça
de David. A ignorância de uns e a força bruta de outros. Há que se
ressaltar que Jerusalém estava enfraquecida, o Rei Salomão havia sido
tomado pelo orgulho, avelhantado, rodeado de concubinas, abusando do
vinho de romãs, o afrodisíaco para lhe permitir uma vida de vício. Ele
arrastou o seu povo ao declínio. Sião corrompeu-se, a casa do Senhor
foi empestada. Os descendentes de David tornaram-se covarde, os ricos
cúpidos, os operários pobres, a grande massa da nação caiu na miséria.
Esse foi o resultado da indolência dos Eleitos, que pensaram que o
trabalho havia sido concluído e não souberam utilizar-se da própria
liberdade. Dessa forma, a ignorância em que caíram os filhos de Israel
e a força bruta empregada pelos babilônios durante a invasão de
Jerusalém se complementam como condicionantes da destruição do
Templo de Salomão.

3. Com base no Ritual do Grau 15, qual o objetivo essencial da Maçonaria


e qual o principal caráter do Maçom? Complete com suas próprias
palavras.
- O objetivo essencial da Maçonaria é sua ação moral e o principal
caráter do Maçom é ser livre de bons costumes. Para ter liberdade o
Maçom necessita ampliar sua cultura intelectual, para que possa
enfrentar os preconceitos e os sofismas. Em síntese, a Maçonaria
alicerça-se na verdade e na moral o que norteia a todo ao Maçom ser a
livre e de bons costumes.

4. Com base no Ritual do Grau 15, por que se escuta pregar a Moral na
Maçonaria? Complete com suas próprias palavras.
- Escuta-se pregar a Moral na Maçonaria, porque se está em um
Templo, em uma Instituição antiga e sólida, onde a Doutrina e a
Sabedoria resultantes de esforços seculares nos dominam e nos
dirigem, porque a lição jamais está em contradição com a nossa
consciência nem com nosso bom senso.
- Pela entendimento do que é Moral (conjunto de regras adquiridas
através da cultura, da educação, da tradição e do cotidiano, e que
orientam o comportamento humano dentro de uma sociedade) e das
regras que ela definem, as quais regulam o modo de agir das pessoas,
sendo uma palavra relacionada com a moralidade e com os bons
costumes. E, ainda, por esta estar associada aos valores e convenções
estabelecidos coletivamente por cada cultura ou por cada sociedade a
partir da consciência individual, que distingue o bem do mal, ou a
violência dos atos de paz e harmonia, compreende-se que é peça
fundamental a ser pregada na nossa Ordem.

5. Por que o Escocesismo (no ritual equivocadamente escocismo) pratica a


ciência filosófica? Complete com suas palavras.
- No REAA temos um sistema numeroso de graus, de ensinos
permanentes, verdadeiramente democráticos e progressistas, que
praticam a filosofia e a ciência. Os trabalhos confeccionados pelos Ir,
são pessoais e científicos. Nos capítulos existe liberdade de ação e os
trabalhos internos são organizados com toda independência. Assim
sendo o Escocesismo é democrata e progressista, pratica
obrigatoriamente a ciência filosófica, porque o progresso só pode ser
conseguido pela ciência.

Mas antigamente o rito era mais primitivo composto por 25 graus e foi
Frederico II, Grão Mestre do REAA que o aumentou para 33 graus,
fundando com maçons deste último grau um Supremo Conselho
Regularizador.

6. Durante a cerimônia de Iniciação, o Gr M indaga o Ir 1º Vig após revelar


todo o pensamento, esclarecer a razão, estimular a coragem para o
trabalho e garantir a liberdade, o que mais o candidato poderia esperar?
Que fim tiveram os descendentes de David, os ricos, os operários e a
massa da nação? Complete com suas palavras.
- Mais nada, uma vez que se a razão do candidato for impotente, para
que servirá sua liberdade. Os descendentes de David tornaram-se
covardes, os ricos tornaram-se cúpidos, os operários ficaram pobres, a
massa da nação quedou-se na miséria. Quando estagnamos na
construção do nosso templo interior, quando a indolência nos faz
acreditar que não necessitamos mais buscar o conhecimento científico e
filosófico, tornamo-nos escravos das religiões, políticas e ideologias,
ficamos vulneráveis as tiranias.

7. Quem foi Zorobabel?


- No Rito Escocês Antigo e Aceito, Zorobabel é a figura central na lenda
do Grau 15 (Cavaleiro do Oriente, ou Cavaleiro da Espada).
Conforme a tradição maçônica, Zorobabel nasceu no exílio, durante
o Cativeiro Babilônico, e apelou a Ciro II (ou Ciro, o Grande), rei da
Pérsia, pela libertação do povo hebreu, bem como pelo retorno do seu
povo à Jerusalém, a fim de poderem reconstruir o Templo de Salomão,
destruído durante a invasão pelos guerreiros babilônicos.
- Zorobabel foi o governador de Judá que reconstruiu o templo de
Jerusalém, quando os israelitas voltaram do exílio. A construção
enfrentou várias dificuldades mas Zorobabel não desistiu. Deus enviou
alguns profetas para encorajar Zorobabel.
Zorobabel significa “o libertador” ou “o restaurador”, e realmente
conseguiu congregar o seu povo e restaurar a fé, prosseguindo a
trajetória tradicional dos hebreus
O Cavaleiro da Liberdade representa Zorobabel, o príncipe da tribo de
Judá, descendente de Davi, que chegava da Babilônia com a missão de
reconstruir o Grande Templo de Salomão, arrasado pelos babilônios.
Zorobabel foi quem convenceu o poderoso Ciro - Rei da Pérsia a
permitir o retorno dos israelitas escravizados e conduzidos para a
Babilônia por setenta anos.
Zorobabel erigia a construção, sob a proteção armada dos israelitas, daí
a denominação de Cavaleiro da Espada.
A história de Zorobabel é fascinante, um verdadeiro aventureiro,
vencendo todos os obstáculos que se lhe antepunham.
Mas por questões de desenvolvimento ritual, toda a ambientação e as
referências históricas estão vinculadas à reconstrução do Templo de
Salomão, promovida por Zorobabel no inicio do século IV a.C após a
conquista persa.
Historicamente, o personagem chamado Zorobabel foi um rabino, líder
dos judeus que voltaram para Jerusalém com a permissão do rei Ciro,
da Pérsia, após aquele rei ter derrotado os caldeus e libertado os povos
que eles tinham levado cativos para a Babilônia. Diz o cronista Esdras
que se tratavam de 42.360 pessoas, além de seus servos e servas, o
que pressupõe que os judeus, já nessa época, não viviam mais como
cativos no império persa.
Como eram muitas as incursões dos inimigos de Israel contra o canteiro
de obras, Zorobabel criou uma espécie de milícia para protegê-lo. Os
pedreiros, ao mesmo tempo em que trabalhavam na construção, a
defendiam, “mantendo em uma mão a trolha e a argamassa e na outra a
espada”.

8. O que o Rei Kurosch pediu a Zorobabel em troca da liberdade?


Complete com suas palavras.
- o Rei Kurosch pediu que Zorobabel entregasse o Delta, oculto entre os
iniciados do seu povo e se dissesse o nome que nele havia. Zorobabel
respondeu que se era com a violação dos seus sentimentos que poderia
recuperar a liberdade, preferia então morrer na escravidão, pois era
guardião do fogo. Esta solicitação feita pelo Rei a Zorobabel foi um teste
de fidelidade, uma vez que aquele Rei sabia que ele era um dos
Mestres da Luz.

9. Quem foi nomeado Tharshata pelo Rei Kurosch e o que significa?


Complete com suas palavras.
- Zorobabel foi nomeado Tharshata pelo Rei Kurosch, cujo significado é
Governador da Judéia e restituiu-lhe a espada e o anel, sinais de
autoridade. Também, passou-lhe instruções secretas , recomendando-
lhe que passasse somente aos iniciados no Templo a reedificar.

10. O que representa a ponte de Gabara? Complete com suas palavras.


- Zorobabel partiu da Pérsia, região a leste da Palestina, e rumou para a
Judeia com seus cavaleiros, conduzindo um grupo de mais de 42.000
hebreus, esperançosos por retornarem à sua pátria.
No trajeto em retorno à Judeia, a caravana de Zorobabel sofreu uma
emboscada numa ponte sobre o rio Eufrates, na região de Gabara. Os
agressores eram soldados babilônios, residentes na Samaria.
A batalha foi vencida pelas tropas de Zorobabel e a dura travessia da
ponte de Gabara assumiu o significado da difícil passagem da
escravidão para a liberdade.
Zorobabel marcou a vitória em Gabara nas pilastras da ponte, com as
letras: LDP (liberdade de passar).
Após chegar em Jerusalém, como forma de priorizar a reconstrução
do 2º Templo de Jerusalém, Zorobabel realizava as reuniões com seus
conselheiros e auxiliares nas proximidades das ruínas do Templo.

11. O que diz o Artº 27 do Regulamento Geral para os Órgãos e Corpos


Subordinados?
O Artº 27, da Seção IV “Do Sublime Capítulo Rosa-Cruz”, do
Regulamento Geral para os Órgão e Corpos Subordinados
prescreve o seguinte;
“ O Sublime Capítulo Rosa-Cruz deverá realizar, no mínimo, uma
sessão mensal durante o ano, para instrução ou iniciação. A
colação do Grau 18 deverá ser levada a efeito, preferencialmente,
nas sessões de Conclave de Cavaleiros Rosa-Cruzes, durante a
Semana Santa.”
12. O que prevê o Artº 41 do Regulamento Geral para os Órgãos e Corpos
Subordinados?

O Artº 41 da Seção VII “Normas Gerais para os Corpo” do


Regulamento Geral para os Órgão e Corpos Subordinados prescreve
o seguinte:

“ O requerimento para a concessão da Carta Constitutiva será


entregue na respectiva Delegacia, se for o caso, que o encaminhará
ao Supremo Conselho, para posterior deliberação, juntando-se ao
requerimento os seguintes documentos:

a) cópia da ata de fundação, com os nomes e assinaturas dos


fundadores;
b) designação do título distintivo, devidamente justificado;
c) nominata da administração do Corpo a ser instalado e
indicação do futuro presidente;
d) local de funcionamento e agendamento das atividades.”