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TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria-Geral de Controle Externo Secretaria de Fiscalização de Pessoal

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GLOSSÁRIO

Accountability: obrigação de prestar contas. Responsabilização. Envolve não apenas a transparência dos processos como também a definição de responsabilidades e identificação dos responsáveis. É válido lembrar que a responsabilização não compreende somente o controle de processos, mas também a cobrança de resultados.

Alta Administração: conjunto de gestores que integram o nível estratégico da organização com poderes para estabelecer as políticas, os objetivos e a direção geral da organização. Equivale ao conceito de “dirigente” do setor privado. No setor público, compõem a “Alta Administração” os principais dirigentes da organização (p. ex. Ministros e Secretários de Estado, secretários-executivos, secretários ou autoridades equivalentes, presidentes de tribunais, presidentes e diretores de agências nacionais, autarquias, fundações mantidas pelo Poder Público, presidentes de empresas públicas e sociedades de economia mista).

Atividade: ação, em geral repetitiva, que permite gerar um determinado produto (bens e serviços), estendendo-se por tempo indeterminado.

Avaliação de desempenho: diagnóstico e análise do desempenho individual e grupal dos servidores.

Avaliação de riscos: processo que envolve determinar o nível de risco e determinar se o risco e/ou sua magnitude é aceitável ou tolerável.

Colaboradores: compreende toda a força de trabalho da organização (p. ex. servidores, empregados, temporários), à exceção dos membros da alta administração e dos demais gestores.

Competências: conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias para a realização com êxito de determinado trabalho ou para o desempenho de papéis especializados ou gerenciais.

Competências organizacionais: conjunto das melhores práticas para o cumprimento da missão e a construção da visão de futuro da organização. São competências singulares e essenciais que distinguem a organização no seu negócio e ambiente de atuação.

Competência profissional: capacidade do membro da organização de mobilizar seus conhecimentos, habilidades e atitudes e de demonstrar um saber agir responsável que o leve a obter desempenho compatível com as expectativas de seu espaço ocupacional.

Cultura da excelência: conjunto de métodos, práticas e atitudes que, utilizados de forma continuada, levam a organização a uma situação excepcional da sua gestão e dos resultados obtidos.

Cultura organizacional: Um conjunto de valores que é compartilhado por um grupo de pessoas, incluindo expectativas quanto ao comportamento das pessoas, ideias, crenças e práticas.

Economicidade: minimização dos custos dos recursos utilizados na consecução de uma atividade, sem comprometimento dos padrões de qualidade. Refere-se à capacidade de uma organização de gerir adequadamente os recursos financeiros colocados a sua disposição.

Eficácia: grau de alcance das metas programadas, em um determinado período de tempo, independentemente dos custos e dos recursos implicados. A eficácia é a comparação entre o que se pretendia fazer e o que efetivamente se conseguiu realizar.

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Eficiência: relação entre os produtos (bens e serviços) gerados por uma atividade e os custos dos insumos empregados para tal em um determinado período de tempo. Se a quantidade de produto está predeterminada, procura-se minimizar o custo total; se o gasto total está previamente fixado, procura-se otimizar a combinação de insumos para maximizar o produto; em ambos os casos a qualidade deve ser mantida. Essa dimensão, portanto, mede o esforço do processo de transformação de insumos em produtos. A eficiência significa a correta utilização dos recursos (meios de produção) disponíveis.

Efetividade: relação entre os resultados alcançados e os objetivos que motivaram a atuação organizacional, entre o impacto previsto e o impacto real de uma atividade.

Estratégia: caminho pré-definido a ser seguido para garantir a legitimidade e sobrevivência da organização a longo prazo. É o conjunto de ações de médio e longo prazos necessárias ao cumprimento da missão organizacional e ao alcance da visão de futuro da organização. A visão de futuro define o destino a ser alcançado para concretização dessa visão.

Estrutura organizacional: forma pela qual as atividades desenvolvidas por uma organização são divididas, organizadas e coordenadas. Num enfoque amplo inclui a descrição dos aspectos físicos (ex.:

instalações), humanos, financeiros, jurídicos, administrativos e econômicos.

Espaço ocupacional: contexto de atuação profissional caracterizado por objetivo específico, conjunto de responsabilidades e de perfis profissionais a ele inerentes, e requisitos de acesso, que tem por finalidade orientar o desenvolvimento e o desempenho dos servidores.

Forças: características positivas internas e controláveis, que propiciam condições favoráveis para a organização atingir suas metas. Referem-se às habilidades, capacidades e competências básicas da organização que atuam em conjunto para ajudá-la a alcançar suas metas e objetivos.

Fraquezas: características negativas internas e controláveis, que representam riscos ao alcance das metas planejadas pela organização. São características que podem inibir ou restringir o desempenho da organização. Referem-se à ausência de capacidades e/ou habilidades críticas. São, portanto, deficiências e características que devem ser superadas ou contornadas para que a organização possa alcançar o nível de desempenho desejado.

Gestor: pessoa que ocupa função formal de gestão em qualquer nível hierárquico da organização. Membro da organização que têm outros membros formalmente subordinados a ele (p. ex. gerentes, supervisores, chefes);

Gestão de riscos: atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que se refere ao risco. Compreendem os processos envolvidos com a identificação, a análise e as respostas ao risco.

Gestão do conhecimento: abordagem voltada para a identificação, o registro, o desenvolvimento, a disseminação e o controle do conhecimento no ambiente organizacional.

Gestão por competências: programa sistematizado e desenvolvido no sentido de definir perfis profissionais que proporcionem maior produtividade e adequação ao negócio organizacional, identificando pontos de excelência e de carência, objetivando suprimir lacunas e agregar conhecimento.

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Gestão estratégica: conjunto de decisões estratégicas que determinam o desempenho de uma organização no longo prazo. Esse tipo de gestão inclui uma análise profunda dos ambientes interno e externo e a formulação, implantação, avaliação e controle da estratégia.

Governança corporativa: sistema pelo qual as organizações são dirigidas e controladas. Pode ser entendido como o conjunto de ações e responsabilidades exercidas pela alta administração da empresa, órgão ou entidade, com o objetivo de oferecer orientação estratégica e garantir que os objetivos sejam alcançados, com simultânea gerência de riscos e verificação de que os recursos são utilizados de forma responsável.

Identificação de riscos: processo de busca, reconhecimento e descrição de riscos, que envolve a identificação de suas fontes, causas e consequências potenciais. A identificação de riscos pode envolver dados históricos, análises teóricas, opiniões de pessoas informadas e de especialistas, e as necessidades das partes interessadas.

Indicador (item de controle): ponto a ser medido e monitorado para garantir a qualidade do produto ou serviço de acordo com a expectativa do cliente. É o padrão utilizado para avaliar e comunicar um desempenho alcançado frente a um resultado esperado. Mostra a situação relativa de um determinado item considerado relevante em função do que lhe é possível estabelecer, orientando a tomada de decisão e as ações e atividades. Tem foco sobre o resultado do processo.

Indicadores de gestão: medidas utilizadas para avaliar o resultado dos processos da organização e o nível de alcance das metas estabelecidas. São essenciais ao planejamento e ao controle dos processos da organização. Ao planejamento, por possibilitar o estabelecimento de metas quantificadas e o seu desdobramento na organização. Ao controle, por possibilitar a análise crítica do desempenho da organização, subsidiar o processo decisório e permitir o replanejamento.

Indicadores de processo: representação objetiva de características do processo que devem ser acompanhadas ao longo do tempo para avaliar e melhorar o seu desempenho. Medem a eficiência e a eficácia dos processos.

Indicadores de resultado: indicadores que medem se os objetivos foram alcançados após um período de tempo suficientemente longo para se confirmar os efeitos.

Indicadores de tendência: indicadores que medem os meios, as ações e as causas antes do efeito se confirmar, permitindo a correção de rumos frente a possíveis desvios.

combinação de variáveis utilizadas para medir o

Indicadores estratégicos:

desempenho estratégico.

Iniciativas estratégicas: conjunto de ações específicas necessárias ao alcance dos objetivos estratégicos, desempenhando um papel fundamental na transição entre a performance atual e as metas futuras. Normalmente se confundem com projetos e programas.

Lacuna ( Gap) de competência: diferença entre o grau de domínio da competência apresentado pelo servidor e o grau de domínio requerido em determinado espaço ocupacional, quando o grau de domínio apresentado estiver aquém do requerido.

Meta: resultado ser atingido no futuro.

macrovariáveis ou

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Missão: é a razão de ser de uma organização, estando, por isso, ligada diretamente aos seus objetivos organizacionais e aos motivos pelos quais ela foi criada. É a finalidade mais ampla ou objetivo maior que engloba a contribuição da organização para a sociedade.

Mitigar risco: resposta a risco indicada para reduzir o nível de risco por meio da introdução de controles.

Modelo de competências: é um mapa que descreve as competências exigidas para o bom desempenho das ocupações existentes na organização. As competências devem estar alinhadas com a missão, a visão e os objetivos estratégicos da organização.

Monitoramento: verificação, supervisão, observação crítica ou identificação da situação, executadas de forma contínua, a fim de identificar mudanças no nível de desempenho requerido ou esperado. Monitoramento pode ser aplicado a riscos, a controles, à estrutura de gestão de riscos e ao processo de gestão de riscos.

Melhores práticas: atividades ou processos que comprovadamente obtiveram sucesso quando usado em várias organizações.

Necessidades: conjunto de requisitos, expectativas e preferências dos clientes/cidadãos ou das demais partes interessadas.

Negócio: determina o âmbito de atuação de uma organização. Representa o ramo de atividades no qual a organização atua, indicando o foco dos benefícios que ela irá gerar para sua clientela.

Objetivo: direcionamento da ação. Direção a ser seguida. Rumo.

Objetivos estratégicos: fins a serem perseguidos pela organização no cumprimento de sua missão organizacional, num determinado período. É o conjunto de resultados que se almeja concretizar no horizonte temporal do Plano Estratégico. Em última instância, determinam o direcionamento das ações.

Ocupações críticas: cargos, empregos, funções ou especialidades consideradas essenciais (core) para o cumprimento da missão organizacional. Tais ocupações normalmente estão relacionadas diretamente à missão da organização.

Oportunidades: condições decorrentes de variáveis externas e não controláveis que podem criar circunstâncias favoráveis ao alcance das metas planejadas pela organização, desde que se tenha meios e interesse de usufruí-las. São aspectos positivos capazes de melhorar o desempenho da organização quando aproveitados.

Padronização: atividade sistemática de uma organização para estabelecimento e utilização de padrões. É um mecanismo de coordenação obtido a partir de concepções prévias das formas como as operações serão realizadas, onde os processos ou as habilidades ou, ainda, as saídas, são programados por meio do estabelecimento de padrões de execução, de requisitos de conhecimentos e capacidades necessários para assegurar os resultados de cada processo organizacional.

Papel: conjunto de responsabilidades, atribuições, atividades e autorizações concedidas a uma pessoa ou equipe.

Partes interessadas: indivíduos ou grupo de indivíduos com interesse no desempenho da organização. As partes envolvidas podem incluir: fornecedores; clientes diretos do produto do projeto; clientes

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indiretos ou consumidores; parceiros; fundações, tais como instituições financeiras; subcontratados, organizações fornecedoras de produtos às organizações responsáveis pelo projeto; sociedade, tais como órgãos jurídicos ou legais e o público em geral; pessoal interno, tal como membros da equipe do projeto. Também são conhecidos como stakeholders .

Planejamento estratégico: atividade que abrange a definição das metas de uma organização, o estabelecimento de uma estratégia global para alcançá-las e o desenvolvimento de uma hierarquia abrangente de planos para integrar e coordenar atividades.

Plano de ação: plano de curto prazo elaborado com a finalidade de especificar ações, responsabilidades, prazos e recursos para o alcance das metas. É formado por um conjunto de medidas de ação direta (não-desdobráveis) encadeadas de forma lógica ao alcance da meta.

Plano de comunicação: documento que descreve os procedimentos que serão utilizados para gerenciar todo o processo de comunicação com as partes envolvidas do projeto.

Plano de diretrizes: plano anual que contém um conjunto de diretrizes estabelecidas para determinado período, representando o ponto de partida dentro do processo de desdobramento para elaboração dos planos diretores, os quais admitem, também, desdobramentos subsequentes. São definidas após a elaboração dos objetivos estratégicos, de um diagnóstico de ambiente e da análise projetos em andamento.

Plano estratégico: plano de médio e longo prazos que contém a estratégia, os objetivos estratégicos e as metas da organização, elaborados após um diagnóstico de ambiente, interno e externo. Além disso, deve conter, como elementos mínimos, a declaração do negócio, da missão e da visão de futuro e os indicadores de gestão.

Problema: é o resultado indesejável de um processo de trabalho. Situação indesejada (estado atual) na realidade e/ou fatores que constituem estrangulamentos (obstáculos) internos que impedem ou reduzem as perspectivas de desenvolvimento local. Para sanear um problema devem ser identificadas as suas causas e atuar sobre elas. Resolver problemas é atingir metas.

Processo: conjunto de atividades executadas de forma sequencial e contínua, necessárias e suficientes para obtenção de produtos e serviços capazes de satisfazer as necessidades, explicitadas a nível de segmentos, dos clientes de uma organização. Envolve mão-de-obra, medidas, método de trabalho, equipamentos, meio ambiente e recursos.

Processo de planejamento: compreende as atividades necessárias para o planejamento e a manutenção de um esquema de trabalho viável para o alcance dos objetivos do negócio que determinaram a existência do projeto.

Profissional de RH: membro da organização lotado em unidade de Gestão de Pessoas.

Projeto: esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. É um conjunto de atividades ou medidas planejadas para serem executadas com responsabilidade de execução definida, objetivos determinados, abrangência definida, prazo limitado e recursos específicos. Sua principal característica é criar um novo produto, serviço, processo ou resultado.

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Política: Instruções claras e mensuráveis de direção e comportamento desejado que condicionem as decisões tomadas dentro de uma organização. Intenções e expectativas gerenciais documentadas formalmente.

Risco: efeito possível que pode causar perdas ou danos, ou afetar a habilidade de atingir objetivos. Um risco é calculado pela probabilidade de uma determinada ameaça ocorrer, pela vulnerabilidade do ativo

a essa ameaça e pelo impacto gerado caso ela tivesse ocorrido.

Stakeholder: qualquer pessoa, grupo ou organização que de alguma forma está envolvida ou é afetada pelo projeto ou por seus resultados. Parte envolvida.

Unidade de Gestão de Pessoas: unidades organizacionais especializadas na coordenação ou execução de iniciativas de gestão de pessoas (p. ex. unidades de treinamento e desenvolvimento, recrutamento e seleção, integração, qualidade de vida no trabalho, gestão de desempenho, pagamento de ativos e inativos).

Valores organizacionais: conjunto de crenças e princípios que orientam as atividades da organização.

Visão de futuro: representa o sonho de realidade futura de uma organização, o qual lhe serve de guia.

É estabelecida sobre os fins da organização e corresponde à direção suprema que a organização busca

alcançar. É um plano que descreve o que a organização quer realizar objetivamente num prazo determinado. É mutável por natureza e representa algo concreto a ser alcançado. A visão de futuro é aquela que detecta os sinais de mudança, identificando oportunidades e ameaças, e direciona os

esforços, inspirando e transformando produtivamente o propósito em ação, em fato concreto.

Referências:

Guia de Referência do Sistema de Planejamento e Gestão. Brasília: Tribunal de Contas da União, Seplan, 2006. 62 p.

Manual de auditoria de Natureza Operacional Brasília: TCU, Coordenadoria de Fiscalização e Controle, 2000. 114 p.

Manual de Gestão Projetos Brasília: TCU, 2006. 110 p.

Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização GESPÚBLICA; Prêmio Nacional da Gestão Pública PQGF: Instrumento para Avaliação da Gestão Pública ciclo 2006 Brasília: MP, GESPÚBLICA, SEGES Versão 1 / 2006. 62 p.

Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR ISO 31000: gestão de riscos: princípios e diretrizes. Rio de Janeiro, 2009.

HOPKIN, P. Fundamentals of risk management: understanding, evaluating and implementing effective risk management. Londres: IRM, 2012.

Glossário ITIL® v3.1.24, 11 Maio 2007 versão v2.0 em Português do Brasil

United States Office of Personnel Management. Human capital management glossary. Disponível em: https://www.opm.gov/policy-data-oversight/human-capital-management/reference- materials/#url=Glossary