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SEMINÁRIO MAIOR “DOM JOSÉ ANDRÉ COIMBRA”

CURSO DE FILOSOFIA
DISCIPLINA PSICOLOGIA GERAL
PROFESSOR: Pe. JOSÉ RONALDO OLIVEIRA
ALUNOS: ANDRÉ MENDES
ANTÔNIO MARCOS DE LIMA PEREIRA.
ALAN NOGUEIRA PEREIRA
EDUARDO MARTINS DE MEIRA
ERIVAN SILVA DE SOUZA
MARCOS HENRIQUE DIAS MOREIRA
RAFAEL HENRIQUE DA SILVA
VITOR ALEXANDRE PEREIRA DE CASTRO.

1.O que é o determinismo genético? E o que ele professa na sua teoria?

O código genético é uma espécie de carta que define perfeitamente as


informações mais relevantes da vida de uma pessoa. Sabemos através da ciência
genética que todos os seres tem um código genético, que se chama DNA que é uma
estrutura molecular chamada genes, que é responsável por determinar as nossas
características físicas, orientação sexual, saúde, doenças e até mesmo o nosso
comportamento.
Essa ideia é chamada de determinismo genético, que por sua vez propõe que
quando se conhecer exatamente a sequência de bases genéticas do DNA se sabe
como os genes causam diversas doenças, o comportamento violento, etc.
É importante sabermos que os comportamentos considerados “anti-sociais”,
foram imputados às características genéticas, dentre eles, o alcoolismo, os
drogados, dentre outros. E por outro lado, algumas características desejáveis ou
favoráveis também foram atribuídas às características genéticas, como por exemplo,
a inteligência.
Enfim, o perigo deste determinismo genético é reduzir o ser humano a apenas
as suas características genéticas ou biológicas.
2. O que predominava no conceito ideológico do Determinismo genético?
O determinismo genético foi uma ideologia das classes dominantes durante o
século XIX e primeira metade do século XX. O determinismo genético, denota a
ideia de que os traços humanos, sob a influência dos genes, são totalmente fixos em
sua caracterização fenotípica e pouco afetados por mudanças no ambiente físico e
social, ou seja, os traços atribuídos aos genes não estariam sujeitos a mudanças
externas. No determinismo genético as variações nos genes são determinantes
essências de saúde e doença e de variação na maioria das características humanas,
tais como comportamento, inteligência, orientação sexual e status social, com pouco
ou nenhum efeito do ambiente.

3. Fale da Discriminação Genética e suas consequências diante de um


determinismo?
O determinismo genético é um princípio segundo o qual determinado
indivíduo já carrega consigo desde sua gestação patologias que são determinadas
pelo seu gene. Algumas dessas patologias posteriormente acarretam a este
indivíduo sérias consequências, como por exemplo, o preconceito. No século XIX, tal
teoria serviu para fomentar a discriminação racial, estigmatizar portadores de
deficiência, marginalização dos pobres e privá-los de direitos. A discriminação
genética é um erro ético consequente do reducionismo genético de ideias
deterministas errôneas, segundo as quais a presença de uma variação alélica
particular em um gene necessariamente causa o desenvolvimento de uma doença
ou comportamento mental, que por sua vez não será afetada por fatores ambientais.
O texto trata de pessoas que possuem certas disposições genéticas, tais como,
diabetes, obesidade, câncer, doenças mentais e cardiovasculares, que enfrentam
dificuldades em conseguir vagas de emprego ou até mesmo adquirir um plano de
seguro-saúde, isso acarreta discriminação devido à pessoa portar certa deficiência
genética.

4. Quais são os principais problemas éticos do determinismo genético?


Os principais problemas genéticos são: discriminação racial; marginalização
dos pobres e dos privados de direitos; “estigmatização” de portadores de deficiência
física ou psíquica; violação de direitos reprodutivos; preconceito com viciados em
álcool e em drogas, com criminosos, com homossexuais e com enfermos;
discriminação no ambiente de trabalho e em planos de saúde ou seguros;
preconceitos quanto à capacidade intelectual; justificação do aborto e da eutanásia;
justificação de medidas políticas inviáveis ou da ausência das mesmas.

5. Em discussão grupal, respondam as posições críticas diante do texto: Se é


possível afirmar de acordo com o determinismo genético que uma pessoa
segundo a sua classe, etnia, região em que reside, preferencias sexuais que
optou, já nasce pré-determinada para esta realidade ou isto é um erro ético-
científico que nega as potencialidades dessa mesma pessoa? Quero saber a
postura ética de vocês!
A turma do terceiro ano de filosofia do Seminário Maior “Dom José André
Coimbra” diante deste questionamento chegou às seguintes colocações:
 Desconsideração do determinismo genético concebido como absoluto, o que
leva a geração de diversos preconceitos, e aprovação de um certo
determinismo enquanto previsibilidade de futuras doenças, comportamentos e
entre outros pontos; levando em conta as importantes influencias do meio
exterior, tais como as relações interpessoais, a cultura a região, a religião, a
educação e etc.
 É incontestável que o estudo da genética é muito importante, principalmente
na época em que vivemos, pois este pode ajudar em diversos âmbitos,
colaborando assim para o melhoramento da saúde e desenvolvimento
humano. Mas dentro disso surge uma problemática, a questão do
determinismo genético, este por sua vez diz que todos estamos
predestinados de acordo com os nossos genes. E isso causa uma série de
problemas, pois nega as potencialidades humanas, colocando as pessoas
sem saída. Penso que o determinismo genético é correto em partes, como no
descobrimento de certas doenças e comportamento, mas em outras não, pois
somos influenciados direto e indiretamente a todo o momento, ou seja,
podemos mudar, tratar, escolher, etc.
 Cremos que as pessoas não nascem pré-determinadas a nada, mas as
escolhas posteriores que ele faz posteriormente é que determinam o seu
estilo de vida e não o fato de estarem geneticamente determinadas à certo
tipo de vida.
 Primeiramente vamos entender o que foi o determinismo genético. O
determinismo genético foi uma ideologia das classes dominantes durante o
Séc. XIX. Tal ideologia deu abertura para a discriminação racial e
marginalização de grupos pobres e marginalizados, contribuindo também
para a ideologia da “higienização racial”, destacamos aqui a prática nazista. O
determinismo defende a ideia de que o indivíduo já nasce com uma Pré-
determinação. Se tem a ideia de que o ser humano é reduzido aos seus
aspectos genéticos, isto é, as suas informações, características genéticas já
atribuídas. Sendo assim todas as características como preferencias sexuais,
vícios, etc, já foram determinados pelos genes.
Este determinismo abre margem a discursões éticas, pois exclui a ideia
de influências externas para o surgimento de doenças, em outros termos
exclui a teoria de que o uso de tabaco, por exemplo, é um dos causadores de
câncer. E abraça a teoria de que problemas como a violência é causada por
genes defeituosos, e não das péssimas condições de educação,
infraestrutura das cidades, a pobreza e etc. Atualmente se discute a questão
da homossexualidade ser uma “doença”. Segundo o determinismo o
homossexualismo seria uma alteração genética, outros defendem a ideia de
que tal fenômeno é causado por influência social, porém nenhuma destas
alegações foram comprovadas por estudos científicos. Provavelmente a ideia
do determinismo abriria margem a pole mica atual da “cura Gay” lançada
recentemente por deputados brasileiros. Sobre questões como essa, as
grandes mídias sociais influenciam e “mascaram”, alteram, as verdades sobre
pesquisas. Estas dão ênfase as informações sensacionalistas, porém não dão
a devida importância quando descobertas são falseadas, manipulando assim
as informações. Estes meios de propagações tentam, e conseguem, moldar o
discurso popular.
Contudo, o determinismo genético é um problema que traz
consequências sérias como a discriminação genética, que se torna um erro
ético, as minorias são vistas como “diferentes” devido a alguma deficiência ou
pertencimento a grupos étnicos. Além disso o determinismo também traz
consequências nas decisões reprodutivas de casais que trazem em suas
descendências problemas genéticos. Ajuda também a fundamentar a ideia de
que um indivíduo que nasce a margem da sociedade está determinado a viver
as condições de marginal para o resto da vida. Algo totalmente errôneo e
infundável. O determinismo exime a sociedade, as estruturas
socioeconômicas de sua responsabilidade pelo coletivo e abre cada vez a
discriminação e divisão de pessoas. Concluímos também que o determinismo
exclui a ideia do homem expostas pela filosofia existencialista que o coloca
como um ser de possibilidade, um ser responsável pela sua própria existência
pelo seu poder de ser no mundo, exclui a ideia do homem ser o “Pastor do
seu Ser” de sua existência.