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Aula 4

Compactação do Solo
A compactação do solo tem em vista dois aspectos: aumentar o contato entre os grãos e tornar o
aterro mais homogêneo. Também é desejável o aumento da densidade ou reduzir o índice de vazios
pois as propriedades do solo melhoram com isso.
O início da compactação é creditado ao engenheiro Proctor em 1933, que mostrou que ao se aplicar
uma certa energia de compactação, a massa específica resultante é função da umidade em que o
solo estiver.
Quando se compacta com umidade baixa, o atrito é muito grande e não se consegue significativa
redução de vazios.
A quantidade de partículas e de água permanecem constantes, a massa específica aumenta devido
à redução do índice de vazios.
A partir de certo teor de umidade, a compactação não consegue mais expulsar o ar dos vazios pois o
grau de saturação é elevado e o ar está envolto por água.
Portanto existe um teor de umidade ótimo para a energia aplicada, que conduz a uma massa
específica seca máxima, ou uma densidade seca máxima.

O Ensaio de Compactação
O ensaio é o NBR 7182/86.
- Amostra seca e destorrada;
- Acrescenta-se água até que o solo tenha 5% de umidade abaixo da umidade ótima. Geralmente a
umidade ótima é um pouco abaixo do limite de plasticidade.
- Coloca-se uma porção do solo num cilindro padrão e submetida a 26 golpes de soquete.
- A porção do solo compactado deve ocupar cerca de um terço da altura do cilindro.
- Repete-se o processo mais duas vezes até atingir uma altura um pouco maior que a do cilindro então
raspa-se para aparar.
- Calcula-se a massa específica do corpo de prova obtido.
- Com uma amostra do interior, determina-se a umidade do mesmo.
- Com esses dois valores, calcula-se a densidade seca.
- Destora-se a amostra e aumenta em 2% a umidade. Compacta de novo e descobre-se nova umidade
e densidade seca.
- A operação é repetida até que a densidade seca suba e depois caia. Quando a densidade úmida se
mantém constante em duas tentativas sucessivas, a densidade seca já caiu.
Se o ensaio começou de fato com umidade 5% abaixo da umidade ótima, e os acréscimos forem de
2% a cada tentativa, com 5 determinações o ensaio está concluído.
Com os dados faz-se a curva de compactação que consiste na representação da densidade seca em
função da umidade.
Gráfico:

Determina-se da figura, a equação das curvas em função do grau de saturação:

Os pontos ótimos da curva geralmente estão entre 80 a 90% de saturação.

Valores Típicos
Solos Argilosos q densidades secas baixas e umidades ótimas elevadas. Umidades ótimas de 25 a
30% correspondem a densidades secas máximas de 1,5 a 1,4 kg/dm³ e são comuns em argilas.
Solos siltosos q Também valores baixos de densidade, geralmente com curvas de laboratório bem
abatidas.
Areia com pedregulho bem graduadas e pouco argilosas q Densidades secas máximas
bem elevadas, de 2 a 2,1 kg/dm³ e umidades ótimas baixas, 9 a 10%.
Areias finas argilosas lateríticas q umidades ótimas de 12 a 14% com densidades secas
máximas de 1,9 kg/dm³.
Os solos lateríticos apresentam o ramo ascendente da curva mais íngreme que os solos residuais e os
transportados não lateríticos.
Métodos Alternativos de Compactação
A norma brasileira prevê as seguintes alternativas:
Ensaio sem reuso do material q cada ponto da curva pode ser feito com amostras virgens, o
resultado final é mais fiel. Quando as partículas são quebradiças deve ser feito dessa forma.
Ensaio sem secagem prévia do solo q Ensaio a partir da umidade natural, que se assemelha
à vida real porque em aterros o solo não é secado previamente. Porém deve-se reduzir a umidade
até 5% abaixo da umidade ótima. Porém a pré-secagem influencia em alguns solos, provocando por
exemplo umidade ótimas menores em solos arenoargilosos lateríticos;

Ensaio em Solos com Pedregulho


No cilindro de 1000 cm³, o ensaio de compactação só é feito com solos com diâmetro máximo de 4,8
mm. Quando conter pedregulhos, a norma indica que a compactação seja feita num cilindro maior,
de 2085 cm³. O solo é aplicado em 5 camadas com 12 golpes cada vez.
Também pode ser realizado o teste apenas com a fração do solo menor que 4,8 mm, pois na vida real
os pedregulhos ficam envoltos com a massa de solo fino, calcula-se a massa específica apenas do solo
fino e apenas do pedregulho, e então faz-se a média ponderada entre as duas, porém esse
procedimento só pode ser realizado se a porcentagem de pedregulho for menor do que 45%.

Influência da Energia de Compactação


A densidade seca máxima e a umidade ótima são índices físicos do solo. São valores que dependem
da energia aplicada. Um ensaio tomado como referencia para a compactação das camadas mais
importantes dos pavimentos onde as melhorias do solo justificam um maior custo de compactação é
o ensaio Proctor Modificado, onde é utilizado mais energia para compactar o solo.
Quando o solo se encontra com umidade abaixo da umidade ótima, uma maior energia de
compactação provoca um aumento da densidade seca; quando a umidade é maior que a ótima, uma
maior energia de compactação não influi em nada no aumento da densidade, pois não consegue
expelir o ar dos vazios.
No campo, quando isso ocorre, o diz se que o solo é borrachudo: passa-se o rolo e logo em seguida o
solo volta ao normal, não se mantém compactado, o que se comprime são as bolhas de ar ocluso.
Portanto, uma maior energia de compactação leva a uma maior densidade seca máxima e uma menor
umidade ótima, deslocando a curva para a esquerda e para o alto.
Os pontos de máxima densidade seca e umidade ótima, para o mesmo solo e várias energias de
compactação, ficam ao longo de uma curva parecida com uma curva de igual grau de saturação:
Definindo-se a energia de compactação pela expressão:

Onde M é a massa do soquete, H a altura de queda e Ng o numero de golpes por camada, Nc o


número de camadas, e V o volume de solo compactado, constata-se que existe uma correlação do
tipo:

Expressões assim são encontradas tanto para a densidade seca máxima como para as densidades
secas correspondentes a uma determinada umidade no ramo seco, com diferentes valores cos
coeficientes a e b.
b – quanto mais argiloso o solo, maior.
Essas expressões são úteis em lab para prever qual energia aplicar para obter certas características
do solo.
Em solos argilosos, a densidade seca máxima depende muito mais da energia de compactação do que
em solos arenosos; em solos argilosos é necessária mais energia.
Esses procedimentos acima são chamados de compactação dinâmica. Também existe a compactação
estática, onde se aplica pressão num molde, a compactação por pisoteamento, etc.

Aterros Experimentais
São feitos quando se executam obras muito grandes. Pega-se um terreno e divide-o em 4 ou 6
subtrechos com diferentes umidades, e passa-se o rolo para a avaliar em qual atinge-se mais
facilmente a densidade seca máxima ou o mais próximo dela.
Estrutura dos Solos Compactados
A estrutura do solo compactado depende da energia aplicada e da umidade no ato da compactação.
Umidade baixa q atração face-aresta não é vencida pela energia aplicada q estrutura floculada.

Maiores umidades q repulsão entre as partículas aumenta q estrutura dispersa.


Para a mesma umidade, quanto maior a energia, maior o grau de dispersão.

Compactação no Campo
Escolha da área de empréstimo;
Transporte do solo e epalhamento;
Acerto da umidade por irrigação ou aeração;
Compactação;
Controle da Compactação;

Compactação de Solos Granulares


Para areia e pedregulhos, a melhor compactação é através da vibração. Maiores densidades secas
são atingidas com a areia saturada e depois com a areia seca. Teores de umidade intermediários
podem resultar em menores densidades secas, em virtude das tensões capilares que constituem uma
resistência ao rearranjo das partículas.
A compactação das areias é controlada por meio da compacidade relativa, a qual geralmente deve
ser igual ou superior a 65 ou 70%. Compacidade acima de 66% define a areia como compacta.