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Auditoria Contábil

ETIMOLOGIA DA AUDITORIA

A palavra auditoria se origina do Latim


audire (ouvir). Inicialmente foi utilizada
pelos ingleses (auditing) para significar o
conjunto de procedimentos técnicos para
a revisão da contabilidade.

1
AUDITORIA ATUAL
É o ato de confrontar a condição (situação
encontrada) com o critério (situação que deve ser).

CONCEITO DE AUDITORIA
É A TÉCNICA CONTÁBIL
DA REVISÃO
SISTEMÁTICA,
VISANDO A OBTENÇÃO
DA REALIDADE E
SINCERIDADE DAS
EVIDÊNCIAS DOS
FATOS PATRIMONIAIS,
COM OBJETIVO DE
SOBRE ESTAS EMITIR
UMA OPINIÃO.

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empresas que são legalmente obrigadas a serem
auditadas
Lei 6.404/76 companhias abertas devem ser auditadas
por auditores independentes registrados na CVM;
a Lei 11.638/07, que alterou a lei das S.A., empresas de
grande porte, ainda que não constituídas sob a forma de
S.A., devem ser auditadas por auditores independentes
registrados na CVM;
CVM, por meio da Instrução 247/96, obrigou que as
demonstrações consolidadas de controladoras e
controladas sejam submetidas à auditoria independente;

OBRIGATORIEDADE DA AUDITORIA
EXTERNA
As Demonstrações Contábeis das companhias
abertas e das sociedades de grande porte devem
observar as normas expedidas pela Comissão de
Valores Mobiliários e são obrigatoriamente
auditadas por auditores independentes ou
externos registrados na mesma Comissão (art. 177 da
Lei n.º 6.404/76 e art. 3º da Lei 11.638/07).

Considera-se de grande porte as sociedades com


Ativo Total de R$ 240 milhões ou Receita Bruta Anual
superior a R$ 300 milhões.

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NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE

As NBC estabelecem regras de conduta


profissional e procedimentos técnicos a
serem observados quando da realização dos
trabalhos pelo Contabilista.

Normas Brasileiras de Contabilidade

CLASSIFICAÇÃO
As Normas - Profissionais estabelecem regras
de exercício Profissional, caracterizando-se pelo
prefixo NBC P.

As Normas - Técnicas estabelecem conceitos


doutrinários e procedimentos aplicados de
Contabilidade, caracterizando-se pelo prefixo
NBC T.

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Normas Brasileiras de Contabilidade

AS NORMAS PROFISSIONAIS

NBC P A – Normas Profissionais de Auditor


Independente

NBC PP 01 – Normas Profissionais de Perito


Contábil

NBC P 3 – Normas Profissionais de Auditor Interno

Objetivos gerais do auditor independente

Resolução 1.203/09 do Conselho Federal de Contabilidade


(CFC) – a NBC TA 200.

O objetivo da auditoria é aumentar o grau de


confiança nas demonstrações contábeis por parte
dos usuários. Isso é alcançado mediante a
expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as
demonstrações contábeis foram elaboradas, em
todos os aspectos relevantes, em conformidade
com uma estrutura de relatório financeiro
aplicável.

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Não é objetivo do auditor

elaborar relatórios financeiros ;


identificar erros e fraudes ;
garantir a integridade da informação, ou
seja, que todos (100%) os lançamentos
contábeis foram efetuados corretamente;
assegurar a viabilidade futura da entidade;
atestar a eficiência ou eficácia dos negócios

NORMAS DE AUDITORIA

Regras ou parâmetros básicos que o auditor


deve respeitar em relação aos objetivos a serem
alcançados, aos procedimentos e técnicas de
auditoria utilizados, ao relatório que deve ser
elaborados e à qualidade do trabalho.

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Normas Brasileiras de Contabilidade

AS NORMAS TÉCNICAS
NBC T 1 – Das características da Informação Contábil
NBC ITG 2000 – Da Escrituração Contábil
NBC T G – Das Demonstrações Contábeis Consolidadas
NBC T A – Normas Técnicas de Auditoria
Independente
NBC T I – Da Auditoria Interna
NBC T P – Da Perícia Contábil

AUDITORIA INTERNA X
EXTERNA

Interna: é realizada por profissionais


empregados da própria entidade auditada.
Além das informações contábeis e
financeiras, se preocupam também com os
aspectos operacionais.

Externa: é realizada por profissionais que


não são empregados da entidade auditada.
Tem por objetivo emitir parecer sobre as
contas e a situação financeira.

7
AUDITORIA INTERNA X
EXTERNA

PRINCIPAIS DIFERENÇAS

Concordância com os termos do


trabalho de auditoria independente.
• Resolução CFC nº 1.204/2009 que aprovou a NBC TA 210
“Concordância com os Termos do Trabalho de Auditoria”

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Não aceitação do trabalho de
auditoria

Acordo sobre termos do trabalho de auditoria

Carta de contratação

Auditoria recorrente

Aceitação de mudanças nos termos do


trabalho de auditoria

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Ética profissional
• Integridade
• Objetividade
• Competência e zelo profissional
• Confidencialidade
• Comportamento (ou conduta)
profissional

Independência
• NBC PA 290 alerta para algumas ameaças:
1. Interesse próprio
2. Autorrevisão
3. Defesa de interesses do cliente
4. Familiaridade
5. Intimidação

Salvaguardas

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Controle de qualidade da auditoria de
Demonstrações Contábeis.

Representam o conjunto de técnicas ou


métodos que permitem ao auditor obter
evidências ou provas suficientes e adequadas
para fundamentar sua opinião sobre as
demonstrações contábeis.
Abrangem os Testes de Observância e os
Testes Substantivos.

Responsabilidade legal

O auditor é responsável pelo atendimento das


normas da profissão contábil e pelas regras e
procedimentos destinados a promover a
qualidade dos trabalhos de auditoria. Ou
seja, sua responsabilidade é limitada aos
próprios objetivos da auditoria das
demonstrações contábeis.

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Sigilo e da guarda da documentação de
auditoria
• O dever de guarda sigilo é disciplinado, de
forma geral, pela resolução CFC nº 1.100/07,
que aprovou a NBC P 1.6; por sua vez, a NBC
TA 230 trata da documentação de auditoria.

• A documentação do trabalho de auditoria é


de propriedade da firma de auditoria

• O período de retenção para trabalhos de


auditoria geralmente não é inferior a cinco
anos a contar da data do relatório.

Controle de qualidade da auditoria de


Demonstrações Contábeis.
• Pouco cobrado em provas
• Tratado na Resolução 1.205/09, que aprovou a
NBC TA 220
• O auditor e as firmas de auditoria devem
estabelecer e manter um sistema de controle de
qualidade do trabalho realizado a fim de obter
segurança razoável de que todas as normas
técnicas, bem como as exigências regulatórias e
legais estão sendo cumpridas; e de que os
relatórios sobre as demonstrações contábeis
estão corretos e apropriados

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ERRO X FRAUDE:
Auditor Interno X Auditor Externo

Auditor interno assessora a administração no


trabalho de prevenção de erros e fraudes,
obrigando-se a informá-la, de maneira reservada,
sobre indícios ou confirmações de erros ou fraudes
detectados.
Auditor externo planeja seu trabalho de forma
a detectar fraudes e erros com efeitos
relevantes nas demonstrações contábeis.
Responsabilidade primária na detecção de fraudes
e erros é da Administração.

ERRO X FRAUDE, pelo CFC


Fraude: ato voluntário de omissão e manipulação
de transações e operações, adulteração de
documentos, registros, relatórios e demonstrações
contábeis, tanto em termos físicos quanto monetários.
Erro: ato involuntário de omissão, desatenção,
desconhecimento ou má interpretação de fatos na
elaboração de registros e demonstrações contábeis,
bem como de transações e operações.

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Fraudes e a Responsabilidade do Auditor

O auditor deve comunicar a


(aos)... Nos casos em que...

Administração encontrar fraudes, mesmo que irrelevantes;

houver participação da administração nas


Responsáveis pela fraudes;
governança
houver participação de funcionários chaves de
organização (principalmente responsáveis pelo
controle interno) nas fraudes;

encontrar fraudes relevantes;


encontrar fraudes irrelevantes (opcional);
Órgãos reguladores e de controle
(terceiros) existam exigências legais.

NBC TA 300

PLANEJAMENTO DA AUDITORIA

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NBC TA 300

PLANEJAMENTO DA AUDITORIA
É a etapa do trabalho na qual o auditor
independente estabelece a estratégia
geral dos trabalhos a executar na entidade a
ser auditada, elaborando-o a partir da
contratação dos serviços, estabelecendo a
natureza, a oportunidade e a extensão
dos exames, de modo que possa
desempenhar uma auditoria eficaz.

Estratégia Global Para O Trabalho

Estratégia global para o trabalho

Norteia

Plano de Auditoria

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PLANO DE AUDITORIA

Plano de auditoria é um relatório do conjunto


de decisões tomadas no planejamento, inclui a
natureza, a época e a extensão dos
procedimentos de auditoria a serem realizados
pelos membros da equipe de trabalho.

Planejamento de Auditoria

Atividades Preliminares

Planejamento de auditoria inicial

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Materialidade e Relevância no
planejamento e na execução

1) Relevância

2) Materialidade para as demonstrações


contábeis como um todo

3) Materialidade para execução da auditoria

Materialidade e Relevância no
planejamento e na execução

São considerados relevantes os valores que


podem influenciar decisões econômicas de
usuários tomadas com base nas
demonstrações contábeis.
A materialidade é, portanto, um valor de
referência para o auditor (parâmetro)

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Identificação e avaliação dos Riscos de
Distorção Relevante

Entendimento da entidade
Seu ambiente
Controle interno

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO

NBC TA 315

É o conjunto de procedimentos, métodos ou rotinas com os


objetivos de:
1. Proteger os ativos;
2. Produzir dados contábeis confiáveis;
3. Ajudar a administração na condução ordenada dos
negócios da empresa

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Classificação do Controle Interno (NBC T 16.8)

Tipo de controle Foco

Operacional Ações que propiciam o alcance dos objetivos da


entidade

Contábil Veracidade e à fidedignidade dos registros e


das demonstrações contábeis

Normativo Observância da regulamentação pertinente

PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
CONTROLES INTERNOS

1. Custo x Benefício do Controle


2. Atribuição de Responsabilidades;
3. Definição Rotinas Internas;
4. Limitação do Acesso aos Ativos;
5. Segregação de Funções;
6. Confronto dos Ativos como os Registros;
7. Amarrações do Sistema;
8. Auditoria Interna; e
9. Limitações do Controle Interno.

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Limitações do Controle Interno

Custo x benefício

Conluio entre empregados

Eventos externos

COSO

• O Comitê de Organizações Patrocinadoras (COSO) é


uma entidade do setor privado, sem fins lucrativos,
voltada para o aperfeiçoamento da qualidade de
relatórios financeiros por meio de implementação de
controles internos e governança corporativa.

COSO I (Controles Internos – Estrutura Integrada)

COSO II (Estrutura Integrada de Gerenciamento de Riscos)

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COSO

• controle interno é um processo, desenvolvido para garantir,


com razoável certeza, que sejam atingidos os objetivos da
empresa, nas seguintes categorias:

1. Eficiência e efetividade operacional (objetivos de


desempenho ou estratégia)

2. Confiança nos registros contábeis/financeiros (objetivos de


informação)

3. Conformidade (objetivos de conformidade) com leis e


normativos aplicáveis à entidade e sua área de atuação.

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REVISÃO E AVALIAÇÃO CONTROLE
INTERNO
PROCEDIMENTOS:

1. Discussões com funcionários;

2. Exame documental;

3. Acompanhar transações

4. Observar procedimentos

TÉCNICAS DE DOCUMENTAÇÃO:

1. Elaborar: Memorando, Questionários


ou Fluxogramas.

ipsa

RISCOS DE AUDITORIA
O risco de auditoria é a possibilidade de o
auditor vir a emitir uma opinião
tecnicamente inadequada sobre
demonstrações contábeis significativamente
incorretas.

Para sua determinação o auditor deve


compreender: a função e envolvimento dos
administradores; a estrutura organizacional e
os métodos de administração.

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RISCOS DE AUDITORIA

O risco de auditoria é uma função de dois tipos


de risco:
dos riscos de distorção relevante (é o
risco de que as demonstrações contábeis contenham
distorção relevante antes da auditoria)

do risco de detecção (é o risco de que os


procedimentos não detectem uma distorção existente que
possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com
outras distorções)

riscos de distorção relevante

Esses podem existir em dois níveis:

no nível geral da demonstração contábil e

no nível da afirmação para classes de


transações, saldos contábeis e divulgações.

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nível da afirmação para classes de
transações, saldos contábeis e divulgações
Podem ser classificados da seguinte forma:
Risco Inerente: é a suscetibilidade de uma
afirmação a um erro ou classificação indevida
material, supondo que não haja controles.

Risco de Controle: é o risco de que um erro ou


classificação indevida de materiais que possam
constar de uma afirmação não sejam evitados ou
detectados tempestivamente pelos controles
internos da entidade.

Normas Antigas (NBC T11) Novas Normas (NBC TA 200)

Risco Inerente Risco Inerente


Risco de distorção
relevante
Risco de Controle Risco de
Controle

Risco de Detecção Risco de Detecção

O risco final (risco de auditoria) pode ser calculado como sendo o produto
dos diferentes tipos de risco:

Risco de Auditoria =
Risco de Distorção Relevante x Risco de Detecção

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PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA

Representam o conjunto de técnicas ou


métodos que permitem ao auditor obter
evidências ou provas suficientes e adequadas
para fundamentar sua opinião sobre as
demonstrações contábeis.

Procedimentos de Auditoria

Evidência de auditoria compreende as


informações utilizadas pelo auditor para
chegar às conclusões em que se
fundamentam a sua opinião

SUFICIÊNCIA ADEQUAÇÃO

QUANTIDADE QUALIDADE

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Confiabilidade da Evidência

fontes independentes fora da entidade;


gerada internamente é maior quando os
controles relacionados são efetivos;
obtida diretamente pelo auditor;
em forma de documentos;
em forma de documentos;

Fontes de Evidência

Evidência física
Evidência documental
Evidência analítica
Evidência matemática
Evidência testemunhal ou verbal
Evidência por confirmação
Evidência por representações

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Procedimentos de Auditoria

TESTES SUBSTANTIVOS

Visam à obtenção de evidência quanto à suficiência,


exatidão e validade dos dados produzidos pelo sistema
contábil da entidade, dividindo-se em:
Normas Antigas (NBC T11) Novas Normas (NBC TA 330)

• Testes de observância • Teste de controle


• Testes substantivos, • Procedimentos
divididos em: substantivos, divididos
• Testes de transações e em:
saldos • Testes de detalhes
• Procedimentos de
• Procedimentos
revisão analítica
analíticos
substantivos

Procedimentos de Auditoria

TESTES DE OBSERVÂNCIA (CONTROLE)

São aqueles empregados pelo auditor, a fim de


determinar se os procedimentos (controles
internos) determinados pela empresa estão
sendo cumpridos pelos seus colaboradores.

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Procedimentos de Auditoria

1. Inspeção Física e Contagem;


2. Observação;
3. Indagação;
4. Reexecução;
5. Recálculos;
6. Circularização ou Confirmação Externa;
7. Procedimentos analíticos

Circularização ou Confirmação

Pedido de Confirmação

Positivo Negativo

Branco Preto

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Direção dos Testes

Superavaliação Contas devedoras

Subavaliação Contas Credoras

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Omissão de Receitas

Bens e direitos que somente existem no


Ativo Balanço Patrimonial, mas de fato não constam superavaliação
Fictício
no patrimônio da empresa.

Ativo Bens e direitos que existem de fato e não são


Oculto apresentados no Balanço Patrimonial. subavaliação

São as obrigações que somente constam nas


Passivo demonstrações, mas de fato não existem ou já superavaliação
Fictício
foram quitadas.

Passivo São obrigações que existem e não estão


Oculto contabilizadas nas demonstrações. subavaliação

Indício e Presunção

Por indício entende-se o fato ou parte de um fato certo


que se liga a outro fato que se quer provar. É um sinal, um
vestígio, uma pista que aponta na direção da situação
investigada.

Já na presunção o que importa é o resultado do


raciocínio lógico, baseado em fato conhecido (indício), no
qual se busca deduzir a presumível ocorrência de um outro
fato, este desconhecido.

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Saldo credor de caixa

Jamais, em situações normais, a conta caixa deverá


apresentar saldo credor, pois, tal situação indica a
realização de pagamentos em montante superior ao
disponível para tanto.

CAIXA 2

Termos importantes

Suprimentos de caixa

Falta de Emissão de Nota Fiscal

Levantamento Quantitativo por Espécie

Levantamentos econômicos ou financeiros

Falta de Escrituração de Pagamentos

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DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS A SEREM AUDITADAS LEI Nº
6.404/76 e LEI Nº 11.638/07
I. Balanço Patrimonial;

II. Demonstração do Resultado do Exercício;

III. Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados;

IV. Demonstração de Fluxos de Caixa – DFC;

V. Demonstração de Valor Adicionado – DVA;

VI. Notas Explicativas.

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - DISPONÍVEL

Superavaliação
contagem física do numerário;
confirmação dos saldos bancários e das aplicações;
confirmação das pessoas autorizadas a
movimentar as contas bancárias e aplicações
financeiras;
análise dos controles de distribuição de senhas;
verificação da existência de limites de alçadas;
conferência de somas e revisão das conciliações
bancárias ;
conferência de cálculos da remuneração das
aplicações.

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PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - CLIENTES

confirmação de contas a receber relevantes;


circularização das duplicatas descontadas;
conferência de cálculo de juros e correções que
foram apropriados;
revisão das classificações de curto e longo prazo;
conferência da adequação dos valores
considerados como provisão para devedores
duvidosos;
exame do registro do razão analítico do contas a
receber;
exame da liquidação subseqüente;

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - ESTOQUES

contagem física do estoque por amostragem;


revisão dos procedimentos utilizados no inventário;
exame dos documentos de entrada e saída do estoque;
análise dos estoque de baixa rotatividade ou morosos;
analise dos estoques obsoletos irrealizáveis;
exame da adoção do critério de custo ou mercado, dos dois o
menor;
confirmação dos estoques em poder de terceiros e de terceiros
em poder da organização e das importações em andamento;
conferência de cálculos de apropriação de custos;
correlação com o CMV e com o FORNECEDOR;

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PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - INVESTIMENTOS

inspeção física dos títulos e dos principais valores


classificados nos investimentos;
exame dos documentos de entrada e de baixa dos
investimentos;
análise dos investimentos considerados como não
realizáveis;
conferência de cálculos:
- de atualizações realizadas;
- da equivalência patrimonial;
- das provisões para perdas;
confirmação com terceiros;

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - IMOBILIZADO

inspeção física dos principais valores;


exame dos documentos de entrada e de baixa;
análise dos bens considerados como inservíveis;
confirmação das importações em andamento;
confirmação dos contratos de arrendamento mercantil;
revisão dos livros de inventário e das reavaliações;
conferência de cálculos de apropriação de depreciação,
amortização e exaustão;
mensuração de ativos por meio do “impairment test”.
correlação com o resultado;

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PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - FORNECEDOR

exame das duplicatas e títulos a pagar, se aplicável;


confirmação dos saldos das contas a pagar;
circularização dos principais fornecedores;
conferência de cálculo:
- de juros e correções incorridos;
- de impostos e contribuições devidas;
- das provisões de férias e outras;
revisão das classificações de curto e longo prazo;
exame do registro do razão analítico do contas a pagar;
correlação com a área de compras e estoques;
exame da liquidação subsequente;

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - PATRIMÔNIO LÍQUIDO


contagem das cautelas de ações;
confirmação da participação acionária;
confirmação dos valores classificados como reservas de
capital;
conferência de cálculo;
- das reservas de lucro;
- das realizações de reservas;
- da distribuição dos dividendos;
revisão das classificações contábeis realizadas;
exame das atas de assembléias;
correlação com a área de resultado;

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PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA - RESULTADO

correlação com as outras áreas do balanço e com os


exames de controle interno;
exame documental da receita e da despesa;
análise de variações;
correlação com os resultados da revisão dos
controles internos das áreas de faturamento, de
pessoal e de custo;
estudo e análise das contas de resultado;
revisão de cálculos de juros, receitas financeiras e
impostos.

DOCUMENTAÇÃO DA
AUDITORIA

A auditoria deve ser


documentada por meio de
papéis de trabalho,
elaborados em meio
físico ou eletrônico, que
devem ser organizados e
arquivados de forma
sistemática e racional.

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PAPÉIS DE TRABALHO
Compreendem o conjunto de
documentos e apontamentos com
informações e provas coligidas
pelo auditor. Devem documentar
todos os elementos significativos dos
exames realizados, que evidenciem ter
sido a auditoria executada de acordo
com as normas aplicáveis.

PAPÉIS DE TRABALHO
Em uma auditoria, todas as evidências
obtidas pelo auditor devem ser compiladas em
papéis de trabalho.
Representam o conjunto de documentos
obtidos ou preparados pelo auditor, de forma
manual, por meios eletrônicos ou por outros meios,
que constituem a prova do trabalho
executado e servem de fundamento dos
comentários emitidos.

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FINALIDADES DOS PAPÉIS DE TRABALHO
Fornecer informações relevantes com relação ao
planejamento de futuras auditorias.
Servir como evidência que fundamente o relatório
emitido.
Registrar a evidência de reexame da supervisão do
trabalho realizado.
Fornecer aos supervisores a oportunidade de avaliar a
qualidade dos membros da equipe quanto à competência
técnica em assuntos de auditoria; senso de
organização e habilidade em planejar, executar e
avaliar o trabalho
Evidenciar o trabalho realizado que embase as
conclusões e comentários significativos.

ARQUIVAMENTO DOS PAPÉIS DE TRABALHO


Pasta Permanente: contém: legislação básica,
estrutura organizacional, plano de contas, fluxogramas,
manual de serviços, bem como outras informações de
natureza permanente. Portanto, nessa pasta são
arquivados os documentos que são utilizados em
diversas auditorias em uma determinada organização.
Pasta Corrente: são arquivados os papéis de trabalho
utilizados em uma única auditoria. Nas auditorias
recorrentes, eles podem ser usados como fonte de
consulta. Como exemplo desses tipos de papéis, tem-se:
análises de transações, programas de auditoria,
memorandos, questionários de avaliação dos controles
internos, balancetes, movimentação de contas, entre
outros.

38
GUARDA DA DOCUMENTAÇÃO

O auditor deve conservar seus papéis de


trabalho pelo prazo de cinco anos, a
partir da data de emissão do parecer.

AMPLITUDES DOS TESTES DE AUDITORIA


Considerando que a atividade de auditoria
não se propõe a verificar a totalidade dos
fatos ocorridos em uma organização, a
auditoria necessita fazer revisão por testes.
O auditor utiliza o sistema de controle
interno da empresa para determinar a
amplitude dos testes de auditoria.

39
ESQUEMA DO CONTROLE
INTERNO PARA A AUDITORIA

PLANEJAMENTO

TESTES DE
CONFORMIDADE

(-) Testes Substantivos (+) Testes Substantivos

OPINIÃO

Auditoria por Testes

OPINIÃO

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AUDITORIA POR AMOSTRAGEM
Compreende o exame de determinada
porcentagem dos registros, dos documentos
ou dos controles, considerada suficiente para
que o auditor faça seu juízo sobre a exatidão
e a legitimidade dos elementos examinados.

Resolução CFC N.º 1.012/05

AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA
É aquela em que a amostra é selecionada
cientificamente com a finalidade de que os
resultados obtidos possam ser estendidos ao
conjunto de acordo com a teoria da
probabilidade ou as regras estatísticas.
O emprego de amostragem estatística é
recomendável quando os itens da população
apresentam características homogêneas

41
TÉCNICAS DE AMOSTRAGEM
Os meios à disposição do auditor para a seleção de
itens são:

• seleção de todos os itens (exame de 100% ou


censo);
• seleção de itens específicos; e
• amostragem de auditoria.

RISCO E ERROS
Risco de amostragem: possibilidade da conclusão
obtida com base na amostragem ser diferente daquela
que seria obtida se 100% da população fosse examinado.
Erro amostral: segundo Barbetta, é "a diferença entre
o valor que a estatística pode acusar e o verdadeiro valor
do parâmetro que se deseja estimar."
Erro tolerável: erro máximo admitido pelo auditor
para poder emitir uma opinião favorável sobre a
população examinada. Ele deve ser definido na fase de
planejamento de auditoria.
Erro esperado: quantidade de erro que o auditor
espera que a população contenha.

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TÉCNICAS DE AMOSTRAGEM
Aleatória: também denominada de amostragem aleatória
simples, é realizada pela simples escolha aleatória,
normalmente por sorteio.
Proporcional estratificada: a escolha dos itens a
serem testados ocorre de forma aleatória, mas dentro de
um determinado estrato da população, que apresenta um
comportamento homogêneo.
Sistemática: este tipo de amostragem é normalmente
utilizado quando os elementos da população já se
encontram ordenados, por exemplo, conjunto de notas
fiscais de 001 a 1000.
Ao acaso: é aquela feita a critério do auditor, baseada em
sua experiência profissional.
Amostragem de unidade monetária: é um tipo de
seleção com base em valores, na qual o tamanho, a seleção
e a avaliação da amostra resultam em uma conclusão em
valores monetários.

Esse risco, de acordo com a conclusão errônea que pode levar e com o tipo
de teste em questão (controle ou detalhes), pode ser classificado em:
• Testes de Controle (Amostragem de Atributos)

o Risco de subavaliação da confiabilidade: controles são considerados


menos eficazes do que realmente são.
o Risco de superavaliação de confiabilidade: controles são considerados
mais eficazes do que realmente são.

• Testes de Detalhes (Amostragem de Variáveis)

o Risco de rejeição incorreta: seja identificada distorção relevante, quando,


na verdade, ela não existe.

o Risco de aceitação incorreta: não seja identificada distorção relevante,


quando, na verdade, ela existe.

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Superdependência X Subdependência

Controle Interno

Aceitação Incorreta X Rejeição Incorreta

Testes Substantivos

Testes de Detalhes Testes de Controle

Eficiência Risco de rejeição Risco de subavaliação da


incorreta confiabilidade

Eficácia Risco de aceitação Risco de superavaliação de


incorreta confiabilidade

Maior problema para o auditor

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Avaliação das distorções identificadas
Esse assunto é normatizado pela NBC TA 450, segundo a
qual o objetivo do auditor é avaliar o efeito de distorções:

• identificadasna auditoria; e
• não corrigidas, se houver, nas demonstrações contábeis.
• Normalmente, as distorções decorrem de erros ou
fraudes.
• O auditor deve, ainda, requerer que a administração
corrija essas distorções.
• Contudo, podem restar ao final dos trabalhos
distorções não corrigidas, que são aquelas que apesar
de detectadas e informadas não foram corrigidas pela
entidade

Avaliação das distorções identificadas


Distorção claramente trivial = Não RELEVANTES
Classificação das Distorções:

Distorção factual é aquela que não deixa dúvida


Distorções de julgamento são aquelas decorrentes de
julgamento da administração sobre estimativas contábeis
que o auditor não considera razoáveis ou inadequadas;
Distorção projetada é a melhor estimativa do auditor de
distorções em populações, envolvendo a projeção de
distorções identificadas em amostras de auditoria para
populações inteiras de onde foram extraídas as amostras.

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DISTORÇÃO
X
PLANEJAMNETO

PROCESSO
AUDITORIAL

46
Opinião do auditor e relatório de auditoria
É a opinião manifestada ou declarada pelo auditor
em decorrência de seus exames sobre as
demonstrações contábeis. Através dele, o
auditor informa aos administradores, sócios,
investidores e demais interessados nas
informações contábeis, de forma clara e objetiva,
se concorda ou não com os fatos
divulgados e apresenta as respectivas razões.

OPINIÃO DO AUDITOR SE AS DEMONSTRAÇÕES:

representam adequadamente a situação


orçamentária, financeira, econômica e patrimonial
de uma organização;
foram elaboradas segundo critérios e
procedimentos de contabilidade geralmente
aceitos no Brasil;
obedecem às regulamentações normativas e às
exigências estatutárias;

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MODELO BÁSICO DE RELATÓRIO

Base para opinião


modificada

Paragrafo
De ênfase

OPINIÃO SEM RESSALVA

O parecer sem ressalva , "limpo" ou padrão indica que o


auditor está convencido de que as demonstrações
contábeis foram elaboradas segundo as disposições
contábeis pertinentes, em todos os seus aspectos
relevantes.
Na hipótese de não observância das disposições
normativas, a emissão de um parecer sem ressalva está
condicionada à avaliação dos efeitos pelo auditor e se as
divulgações cabíveis foram feitas nas demonstrações
contábeis e notas explicativas.

48
FATORES QUE IMPEDEM A OPINIÃO SEM RESSALVA

a) há limitação na amplitude do seu trabalho, ou


seja, há elementos significativos que não puderam ser
auditados (com ressalvas ou negativa de
opinião);
b) há discordância com a administração a respeito
das demonstrações contábeis (com ressalva ou
adversa);
c) há incerteza significativa não divulgada, que afeta
as demonstrações contábeis e cuja solução depende de
eventos futuros (com ressalva ou limpa com parágrafo
de ênfase).

OPINIÃO COM PARÁGRAFO DE ÊNFASE


É emitido quando ocorre uma incerteza
relevante, cujo desfecho poderá afetar
significativamente a posição patrimonial e financeira
da entidade, mas foi devidamente divulgada nas
notas explicativas.
Se o auditor concluir que a matéria envolvendo
incerteza relevante não está adequadamente
divulgada, o seu parecer deve conter ressalva ou
opinião adversa.

49
OPINIÃO COM RESSALVA
É apresentado, quando o auditor conclui que as
discordâncias ou restrições no escopo de um
trabalho não é relevante ao ponto de determinar
a emissão de um parecer adverso ou de uma
negativa de opinião.
É expresso quando o auditor avalia que não pode emitir
parecer sem ressalvas, mas que o efeito da discordância
ou da restrição de amplitude não é tão significativa, que
requeira um parecer adverso, ou mesmo negativa de
opinião.

OPINIÃO ADVERSA
É emitido quando o auditor realiza seus exames mas
discorda completamente das demonstrações contábeis
apresentadas.
Nesse caso, o auditor emite opinião de que as
demonstrações não representam,
adequadamente, a posição patrimonial e
financeira, e/ou o resultado das operações, e/ou as
mutações do patrimônio líquido, e/ou fluxo de caixa
dos recursos da entidade, nas datas e períodos indicados.

50
NEGATIVA OU ABSTENÇÃO DE OPINIÃO

É aquele em que o auditor deixa de emitir opinião


sobre as demonstrações contábeis, por não ter
obtido evidência adequada para fundamentá-la ou
em face de uma restrição significativa.
Todavia, essa negativa não elimina a responsabilidade do
auditor de informar qualquer fato significativo que possa
influenciar a tomada de decisão dos usuários das
demonstrações contábeis.

NBC TA 705

Julgamento do auditor sobre a disseminação de forma


Natureza do assunto que gerou a generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos sobre as
modificação demonstrações contábeis

Relevante mas não Relevante e generalizado


generalizado

As demonstrações contábeis Opinião com ressalva Opinião adversa


apresentam distorções relevantes

Impossibilidade de obter evidência


de auditoria apropriada e Opinião com ressalva Abstenção de opinião
suficiente

51
Responsabilidade Pela Utilização do Trabalho
do Auditor Interno e de Especialistas

• Utilização do trabalho de outro auditor


independente

• Utilização do trabalho de auditoria interna

• Utilização do trabalho de especialista

EVENTOS SUBSEQUENTES
São transações ocorridas entre a data do balanço e a
data de emissão do parecer do auditor, que podem
modificar, se não forem corretamente divulgadas, a
opinião emitida.

São exemplos destas situações:


•perda em contas a receber decorrente da falência do
devedor;
•perdas relevantes em investimentos;
•ocorrência de sinistros;
•alterações significativas na legislação;
•pagamento ou sentença judicial.

52
Estimativas Contábeis - NBC TA
540.

muitos itens contábeis não podem ser


mensurados com precisão.
O uso de estimativas, desde que razoáveis, é uma
parte essencial da preparação das demonstrações
contábeis e não afeta sua confiabilidade.
Ao auditor cabe tomar conhecimento da forma
como as estimativas foram apuradas, analisando
os controles, os procedimentos e os métodos
utilizados pela entidade, e deve assegurar-se que
as estimativas relevantes, individualmente
consideradas, são razoáveis

Continuidade Operacional - NBC TA 570

De acordo com o pressuposto de continuidade


operacional, a entidade é vista como
continuando em operação em futuro
previsível, ou seja, pressupõe-se que as
atividades e os negócios da entidade não serão
interrompidos de uma hora para outra e que
permaneça no mínimo 12 meses.

Existem alguns indicadores, sendo:


Financeiros
Operacionais e

53
Contingências

é algo que não é certo, que não é determinado,


mas que se acontecer pode ter grande relevância
quanto a real situação ou mesmo quanto à
continuidade normal das atividades da empresa.

PROVISÃO PASSIVA :
Provável - a chance de um ou mais eventos futuros ocorrer
é maior do que a de não ocorrer.
Possível - a chance de um ou mais eventos futuros ocorrer
é menor que provável, mas maior que remota.
Remota - a chance de um ou mais eventos futuros ocorrer
é muito pequena.

Contingências

Como regra, a empresa não deverá reconhecer as


contingências em suas demonstrações contábeis,
elas devem ser adequadamente divulgadas nas
notas explicativas. As exceções são: as
contingências ativas praticamente certas e as
contingências passivas prováveis.

54
REPRESENTAÇÕES FORMAIS - NBC TA 580
CARTA DE RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO

É o documento obtido pelo auditor, ao término dos


trabalhos, que evidencia a “responsabilidade da
administração quanto às informações e
dados e à preparação e apresentação das
demonstrações contábeis submetidas aos
exames de auditoria”.
Ela deve ser emitida com a mesma data do parecer
do auditor sobre as demonstrações contábeis.

Partes Relacionadas

Parte relacionada é a pessoa física ou jurídica


que exerce controle ou influência significativa na
entidade auditada.
Conhecer para saber se houve relações entre as
empresas e se estão agindo de maneira
mutuamente independente e buscando os seus
melhores interesses.
Prevenção de Fraude e Erro

55
Normas específicas de auditoria interna
(NBC TI 01)

Uma importante função da Auditoria Interna é


assessorar a administração no trabalho de
prevenção de fraudes e erros,
A Auditoria Interna não é responsável pela
prevenção de erros e fraudes – essa
responsabilidade é da ADMINISTRAÇÃO

Normas específicas de auditoria interna


(NBC TI 01)
No planejamento de Auditoria Interna devem ser
levados em consideração :
conhecimento detalhado da política
conhecimento detalhado das atividades operacionais e dos
sistemas contábil e de controles internos e seu grau de
confiabilidade da entidade
a natureza, a oportunidade e a extensão dos
procedimentos de Auditoria Interna
existência de entidades associadas
uso do trabalho de especialistas
conhecimento de trabalhos anteriores

56
Normas específicas de auditoria interna
(NBC TI 01)

Procedimentos da Auditoria Interna :


testes de observância (=testes de controle)
o foco dos testes de observância ou controle é os controles internos
estabelecidos pela administração
testes substantivos (=procedimentos substantivos),
o foco dos testes substantivos ou procedimentos substantivos
é os dados produzidos pela entidade

Normas específicas de auditoria interna


(NBC TI 01)
As informações que fundamentam os resultados da
Auditoria Interna são denominadas de “evidências”,
que devem ser :
Evidência é Quando

Suficiente É factual e convincente, de tal forma que uma pessoa


prudente e informada possa entendê-la da mesma forma
que o auditor
interno.

Adequada Sendo confiável, propicia a melhor evidência alcançável,


por meio do uso apropriado das técnicas de Auditoria
Interna.

Dá suporte às conclusões e às recomendações da


Auditoria
Relevante Interna.

Útil Auxilia a entidade a atingir suas metas.

57
Compreende os exames, análises, avaliações,
levantamentos e comprovações,
Definição
metodologicamente
estruturados para a avaliação da integridade,
adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos
processos, dos sistemas de informações e de
controles internos
integrados ao ambiente, e de gerenciamento de
riscos.
Auditoria Interna

Assistir à administração da entidade no cumprimento


Finalidade de seus objetivos.
Assessorar a administração no trabalho de prevenção
de fraudes e erros.
Agregar valor ao resultado da organização.
Testes que aplica Testes de observância (=testes de controle)
Testes substantivos (=procedimentos substantivos)

inspeção – verificação de registros, documentos e


ativos tangíveis.
Procedimentos
técnicos observação – acompanhamento de processo ou
procedimento quando de sua execução.
investigação e confirmação – obtenção de informações
perante pessoas físicas ou jurídicas conhecedoras das
transações e das operações, dentro ou fora da entidade.
amostragem estatística ou não.

Auditoria no setor público federal - IN SFC/MF


nº 01/2001

Entidades Fiscalizadoras Superiores (EFS) - pelo Tribunal


de Contas da União (TCU).

INTOSAI é entidade internacional que congrega as EFS de


diversos países e emite normas e regulamentos.
a auditoria governamental é a atividade independente e
objetiva que, através da aplicação de procedimentos
específicos, tem a finalidade de emitir opinião sobre a
adequação das contas governamentais, assim como
apresentar comentários sobre o desempenho
organizacional e o resultado dos programas de governo

58
Auditoria no setor público federal - IN SFC/MF
nº 01/2001

auditoria governamental também se caracteriza por


uma atuação autônoma (independente) com dois
objetivos específicos:
emitir uma opinião sobre a adequação das contas
governamentais (=auditoria de regularidade ou
auditoria de conformidade); e
avaliar e apresentar recomendações sobre o
desempenho das atividades e programas
governamentais (=auditoria de desempenho ou
auditoria operacional ou auditoria de otimização de
recursos).

Auditoria no setor público federal - IN SFC/MF


nº 01/2001

a auditoria governamental pode ser de


regularidade ou de desempenho e o que as
diferencia é o seu escopo.
A primeira foca os critérios de legalidade e
legitimidade, enquanto que
A segunda foca os critérios de economicidade,
eficácia, eficiência e efetividade

59
Tipos de Auditoria

segundo a Secretaria Federal de Controle Interno, a


auditoria governamental pode ser classificada em 5 (cinco)
tipos
Auditoria de Avaliação da Gestão: objetiva emitir uma opinião com
vistas a certificar a regularidade das contas públicas

Auditoria de Acompanhamento da Gestão: com o objetivo de atuar


em tempo real sobre os atos efetivos e os efeitos potenciais
positivos e negativos de uma entidade

Auditoria Contábil: objetiva opinar se os registros contábeis foram


efetuados de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade
e se as demonstrações refletem, adequadamente, a situação
econômico- financeira do patrimônio,

Tipos de Auditoria

segundo a Secretaria Federal de Controle Interno, a


auditoria governamental pode ser classificada em 5 (cinco)
tipos

Auditoria Operacional: Este tipo de procedimento auditorial, consiste


numa atividade de assessoramento ao gestor público, com vistas a
aprimorar as práticas dos atos e fatos administrativos

Auditoria Especial: objetiva o exame de fatos ou situações


consideradas relevantes, de natureza incomum ou extraordinária

60
Formas de Execução

Direta
centralizada – executada exclusivamente por servidores em
exercício nos Órgão Central ou setoriais do Sistema de Controle
Interno do Poder Executivo Federal.
descentralizada – executada exclusivamente por servidores em
exercício nas unidades regionais ou setoriais do Sistema de Controle
Interno do Poder Executivo Federal
integrada – executada conjuntamente por servidores em exercício
nos Órgãos Central, setoriais, unidades regionais e/ou setoriais do
Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal
Indireta
trata-se das atividades de auditoria executadas com a participação de
servidores não lotados nos órgãos e unidades do Sistema de Controle
Interno do Poder Executivo Federal, que desempenham atividades
de auditoria em quaisquer instituições da Administração Pública
Federal ou entidade privada.

Formas de Execução

Indireta
trata-se das atividades de auditoria executadas com a participação de
servidores não lotados nos órgãos e unidades do Sistema de Controle
Interno do Poder Executivo Federal, que desempenham atividades
de auditoria em quaisquer instituições da Administração Pública
Federal ou entidade privada.
compartilhada – coordenada pelo Sistema de Controle Interno do
Poder Executivo Federal com o auxílio de órgãos/instituições públicas ou
privada.
terceirizada – executada por instituições privadas, ou seja, pelas
denominadas empresas de auditoria externa

61
Formas de Execução

Simplificada
auditoria realizadas, por servidores em exercício nos
Órgãos Central, setoriais, unidades regionais ou setoriais
do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo
Federal
pressupõe a utilização de indicadores de desempenho que
fundamentam a opinião do agente executor das ações de
controle.

Normas relativas à execução dos trabalhos

Três características essenciais das evidências:


Suficiência – ocorre quando, mediante a aplicação de testes que resultem na
obtenção de uma ou várias provas, o servidor do Sistema de Controle Interno do
Poder Executivo Federal é levado a um grau razoável de convencimento a
respeito da realidade ou veracidade dos fatos examinados;

Adequação - entende-se como tal, quando os testes ou exames realizados são


apropriados à natureza e características dos fatos examinados; e

Pertinência - a evidência é pertinente quando há coerência com as observações,


conclusões e recomendações eventualmente formuladas.

62
Impropriedades e irregularidades

Semelhante a Erros e Fraudes

Impropriedade Irregularidade
Consiste em falhas de natureza É caracterizada pela não
formal de que não resulte dano observância desses princípios,
ao erário, porém evidencia-se a constatando a existência de
não observância aos princípios desfalque, alcance, desvio de
de legalidade, legitimidade, bens ou outra irregularidade de
eficiência, eficácia e que resulte prejuízo
economicidade. quantificável para o Erário.

Normas relativas à opinião do auditor

Normativos Parecer Relatório

Normas da Conclusões resultantes de uma Conclusões resultantes de uma


INTOSAI auditoria de regularidade. auditoria de operacional.

Peça que exprime a avaliação Forma pela qual os resultados dos


IN 01/2001 conclusiva do Sistema de trabalhos são levados ao
Controle Interno sobre a gestão conhecimento das autoridades.
examinada.

Não preveem o parecer como Instrumento pelo qual a equipe


Normas do
documento para comunicação comunica os resultados de
TCU dos resultados de auditoria3. auditorias de conformidade e
operacionais.

O termo parecer não é mais


Normas do previsto nas normas do CFC,
CFC contudo é consagrado na Resultados dos trabalhos de
literatura técnica e na prática. auditoria interna e independente.

63
Tipos de Parecer e

Parecer Pleno

Parecer com Ressalvas

Parecer Adverso

Parecer com Negativa de Opinião (=abstenção de


opinião)

Tipos de Certificados
Certificado de Regularidade: opinião de que na gestão dos
recursos públicos foram adequadamente observados os princípios da
legalidade, legitimidade e economicidade.

Certificado de Regularidade com Ressalvas:


quando forem constatadas falhas, omissões ou impropriedades de natureza
formal no cumprimento das normas e diretrizes governamentais, quanto à
legalidade, legitimidade e economicidade e que, pela sua irrelevância ou
imaterialidade, não caracterizem irregularidade de atuação dos agentes
responsáveis.

Certificado de Irregularidade: quando for verificado a


não observância da aplicação dos princípios de legalidade, legitimidade e
economicidade, constatando a existência de desfalque, alcance, desvio de bens
ou outra irregularidade de que resulte prejuízo quantificável para o erário e/ou
comprometam, substancialmente, as demonstrações financeiras e a respectiva
gestão dos agentes responsáveis, no período ou exercício examinado.

64
Principais tipos de documento previstos na IN SFCI 01/2001
Documento utilizado para formalizar pedido de documentos,
Solicitação informações, justificativas e outros assuntos relevantes, emitido antes
ou durante o desenvolvimento dos trabalhos de campo.
Documento destinado a dar ciência ao gestor auditado, no decorrer dos
trabalhos, das impropriedades ou irregularidades constatadas, com a
finalidade de obter a manifestação dos agentes sobre fatos que
Nota
resultaram em prejuízo ao erário ou de outras situações que
necessitem de esclarecimentos formais.

Relatório Forma pela qual os resultados dos trabalhos realizados são levados
ao conhecimento das autoridades competentes

Documento que representa a opinião do Sistema de Controle Interno


Certificado
sobre a exatidão e regularidade, ou não, da gestão e a adequacidade,
ou não, das peças examinadas.

Registro de Documento destinado ao registro das verificações significativas


constatações detectadas no desenvolvimento dos trabalhos, a ser elaborado de
forma concisa, com base em cada relatório.

Peça documental que externaliza a avaliação conclusiva do Sistema de


Parecer Controle Interno sobre a gestão examinada, para que os autos sejam
submetidos à autoridade ministerial.

Normas e Procedimentos de Auditoria


do IBRACON
Instituto dos Auditores Independentes do Brasil
constituído por diversos comitês, entre eles, o
Comitê de Normas de Auditoria (CNA) tem por
objetivo acompanhar concomitantemente o
desenvolvimento das normas e demais documentos
elaborados pela IFAC (Federação Internacional de
Contadores).
Aprovam as NBC T

65
Normas e Procedimentos de Auditoria
do IBRACON
Norma Descrição
Procedimentos de Auditoria Independente de Instituições
NPA 02
Financeiras e Entidades Equiparadas.
Procedimentos de Auditoria Independente de Administradoras de
NPA 03
Consórcios.
NPA 04 Revisão Limitada de Demonstrações Contábeis.
Emissão, por parte do auditor independente, de uma Carta de
NPA 12
Conforto.

Estabelecimento de padrões técnicos a serem observados pelo


auditor independente, nomeado como perito ou como empresa
NPA 14
especializada, na emissão de laudo de avaliação a valor contábil ou a
valor contábil ajustado a preços de mercado.

FIM DO MÓDULO

SUCESSO

66