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Antigos Limites ou Landmarks


São "ANTIGOS LIMITES" - diz o reputado maçom dom Aurelio Almeida - aqueles princípios
ou regras de governo maçônico que por conter a essência da Instituição, e vir de tempos mais ou
menos remotos, têem-se em sua maior parte por invioláveis.
A palavra "limite", aplicada ao nosso direito pelos maçons ingleses como "landmark", foi tomada
da Bíblia, e relembra as marcas, confins ou balizas (cêrcas), sagrados e invioláveis, que dividiam
umas de outras, terras de diferentes donos. Em Maçonaria chamam-se assim os Limites, porque
segundo o que foi dito, são regras tradicionais; encerram o essencial da Instituição, e geralmente
nenhuma Grande Loja ousa infringí-los ou invalidá-los.
Alguns estão escritos; outros se conservam por tradição, e só se nos consigna o dever de não os
revelar; mas... acreditem! num ponto tão importante, os autores mais eminentes de Maçonaria não
estão de acordo sobre o número e os têrmos precisos dos que devam ser considerados como verda-
deiros "Antigos Limites" da Instituição. Deve-se em grande parte a essas vacilações, ao diferente
ponto de vista adotado pelos jurisconsultos; uns, buscando só a antigüidade da regra ou costumes,
na tentativa de incluir entre os Limites preceitos desejados pela grande maioria das Grandes Lojas;
como o do candidato a iniciação já haver nascido livre e estar inteiramente são e completo no seu
corpo; outros tentam nivelar a mulher à escravos ou classificá-las impuras; outros, atentos ao in-
variável, incluem como "antigo" o que, se bem que invariável, é muito "moderno"; outros ainda,
esquecem regras verdadeiramente antigas e invioláveis; ao menos por ora.
Em tal confusão, temo-nos decidido pela compilação dos Limites feita pelo Ilustre Irmão Enrique
A. Lecerff, baseada nas mais notáveis obras de jurisprudência maçônica; e cremos, assim, haver-
mos apresentado um quadro completo e acabado das verdadeiras leis fundamentais e invariáveis,
tanto antigas quanto modernas, da Instituição Maçônica.

ANTIGOS LIMITES ou LANDMARKS ANTIGOS LANDMARKS DA ORDEM


01- A Maçonaria é a Instituição orgânica da 01- Os processos de reconhecimento são os mais
Moralidade. legítimos e inquüestionáveis de todos os
Landmarks. Não admitem mudanças de qual-
02- Seus princípios são a Moral Universal e a
quer espécie.
Lei Natural, ditadas pela Razão e definidas
pela Ciência; reconhece ao Ser Supremo; não 02- A Maçonaria Simbólica é dividida em três
admite más diferenças entre os homens, se- gráus imutáveis que são os de Aprendiz,
não o mérito e o desmérito; a nada repele por Companheiro e Mestre.
suas crenças ou opiniões, e não dá guarida 03- A lenda do terceiro gráu deve ter a sua inte-
a debates acerca de religião ou de política. gridade respeitada. Qualquer Ritual que a ex-
03- A Instituição é una e indivisível, e seus en- cluísse ou que a alterasse cessaria por isso
sinamentos se comunicam em três graus: mesmo de ser um Ritual Maçônico.
Aprendiz, Companheiro e Mestre. 04- O governo da fraternidade é presidido por
04- Seu espírito, seus meios de reconhecimento um Oficial denominado Grão-Mestre, eleito
e a fábula ou lenda do terceiro grau, são pelo povo Maçônico. Se o atual sistema de
inalteráveis. governo legislativo por Grandes Lojas fosse
abolido, sempre seria mister a existência de
05- A Maçonaria respeita a organização civil e um Grão-Mestre.
política do país em que vive.
05- É prerrogativa do Grão-Mestre presidir to-
das as reuniões maçônicas, ocupando o trono
quando se ache presente.

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06- Aprecia nos homens o mérito pessoal, não 06- É prerrogativa do Grão-Mestre conceder li-
pelo prestígio ou pela antigüidade; em seu cença para conferir gráus em tempos anor-
seio todos os Irmãos são iguais, sem que a mais.
Instituição os despoje dos méritos civis que 07- É prerrogativa do Grão-Mestre dar autoriza-
possuam. ção para fundar e manter Lojas. Em virtude
07- Só podem ser recebidos como Maçons; ho- dela, pode conceder a um número suficien-
mens livres, de bons costumes e de idade te de Mestres Maçons o privilégio de se re-
adulta. unir e conferir gráus. As Lojas assim cons-
tituídas são chamadas "Lojas Licenciadas"
08- Os maçons têem o dever de conduzirem-se
moral e decorosamente dentro e fora da Lo- e, qualquer que seja o prazo de sua existên-
cia, podem ser dissolvidas por ato seu.
ja. Se intitulando de "Irmãos", devem amar-
se, proteger-se, e viver em harmonia. 08- É prerrogativa do Grão-Mestre criar Mestres
Maçons por sua deliberação. Para tanto, o
09- O governo da Institução está basado no su-
Grão-Mestre convoca em seu auxílio seis
frágio universal.
outros Mestres Maçons pelo menos, forma
10- Um Grande Mestre é o chefe Supremo da uma Loja e, sem nenhuma prova prévia, con-
Fraternidade. fere os gráus aos candidatos. Feito isto, dis-
11- Esta emprega sinais, toques e palavras se- solve a Loja e despede os Irmãos. As Lojas
cretas para reconhecer os Irmãos, e os jura- convocadas por esse meio são chamadas "Lo-
mentos que dão a qualidade do Maçom. jas Ocasionais" ou "Lojas de Emergência".

12- Todo Maçom deve pertencer a uma Loja, 09- Os Mestres Maçons devem se congregar em
assistir aos trabalhos e compartilhar das Lojas com o fim de se entregarem a tarefas
obrigações gerais. operativas. Antigamente, essas reuniões eram
ocasionais e esporádicas, sem lugar certo pa-
13- Nenhum Maçom pode ser iniciado pela auto- ra reunião. Convocadas para assuntos espe-
ridade de um Irmão isoladamente, senão ciais, eram dissolvidas, separando-se os Ir-
por uma Loja. mãos para de novo se reunirem em outros
14- A Loja tem todos os direitos gerais da socie- pontos e em outras épocas. O sistema de Lo-
dade: admitir ou recusar candidatos; legis- jas com Cartas Constitutivas e regulamen-
lar sobre os assuntos de sua competência; tos internos, é de um período mais recente.
administrar seus negócios e fundos; ajuizar 10- O governo da Fraternidade congregada em
e punir seus membros. Loja só é válido e legal quando exercido por
15- A Loja congregada deve estar a coberto da um Venerável e dois Vigilantes. Qualquer
curiosidade dos estranhos. outra denominação desses três dirigentes
não confere à reunião o reconhecimento de
16- Um Venerável Mestre e dois Vigilantes, que Loja.
o substituem em sua ausência, governam a
Loja. 11- A Loja, quando reunida, deve estar à cober-
to.O Guarda do Templo deve velar para que
17- O Maçom tem direito de assistir a todas as o local das reuniões esteja absolutamente
Lojas (Particulares, Gerais, ou Grandes Lo- vedado à intromissão de profanos. É seu
jas); de afiliar-se; de ser socorrido na des- dever guardar a porta do Templo, evitando
graça; de acusar, queixar-se, apelar, defender que se ouça o que dentro dele se passa.
e representar.
12- Cada Irmão tem o direito representativo nas
18- O desconhecido deve ser examinado antes reuniões gerais da Fraternidade. Antigamen-
de ser tratado como Irmão. te, cada Irmão se representava por sí mesmo.
19- A Grande Loja governa soberana e exclusi- Hoje, porém, nas Grandes Lojas, só têm di-
vamente a Asociação da Maçonaria em sua reito de assistência os Veneráveis, sendo os
jurisdição,e está formada pela confederação Irmãos representados por seus Oficiais. Ape-
das Lojas. sar dessa concessão, feita em 1717, nem

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20- O Grão Mestre é o Presidente nato da Gran- por isso deixa de existir o direito de repre-
de Loja e Lojas Particulares; exerce o Poder sentação.
Executivo, e é responsável pelos seus atos 13- O direito de recurso de cada maçom, nas de-
perante a Grande Loja. cisões de seus Irmãos em Loja para a Gran-
21- As Lojas são iguais e soberanas; não poden- de Loja ou Assembléia Geral dos Irmãos, é
do intervir umas nos assuntos de outras, nem um Landmark essencial para a preservação
dar ascensão a seus membros sem seu bene- da justiça e para previnir a opressão.
plácito.
14- Todo maçom tem o direito de visitar e tomar
22- Têm direito a fixar o tempo de suas sessões assento em qualquer Loja. O consagrado
e o lugar de seu domicílio; eleger e instalar "direito de visitar" sempre foi reconhecido
seus funcionarios; impor cortribuições a como direito inerente a todo Irmão em via-
seus membros; apelar do Venerável Mestre gem pelo Universo. Dessa forma, as Lojas
à Grande Loja; ser representada nesta, e dar são encaradas como meras divisões por con-
instruções a seus representantes. veniência da família maçônica universal.
23- Devem congregar-se periòdicamente, e con- 15- Nenhum desconhecido dos Irmãos da Loja
servar-se incólume em espírito e na forma pode ser admitido como visitante sem que
Fraternal em seus trabalhos. seja primeiramente examinado conforme os
antigos costumes. Só pode esse exame ser
24- A Loja não pode desobedecer nem julgar a
dispensado se o maçom for conhecido de
seu Venerável Mestre.
algum Irmão do Quadro que por êle se res-
25- As eleições de funcionários são anuais. ponsabilize.
26- Todo Irmão está submetido às leis da juris- 16- Nenhuma Loja pode intrometer-se em assun-
dição maçônica em que reside, ainda que tos que digam respeito a outras nem conferir
não seja membro de nenhuma Loja, ou o gráus a Irmãos de outros Quadros.
seja de outra distante.
17- Todo maçom está sujeito às leis e regulamen-
27- A iniciação reveste do caráter de maçom; tos da jurisdição maçônica em que residir,
mas para possuir a plenitude dos direitos mesmo não sendo membro de qualquer Loja.
de tal, é mistér receber os três graus da A não filiação é já por sí uma falta maçô-
Maçonaría. nica.
28- Só se aceitam novos membros nas Lojas 18- Os candidatos à iniciação devem ser isentos
com o consenso geral; não é indispensavel de defeitos físicos ou mutilações, livres de
a unanimidade dos Irmãos que as formam. nascimento e maiores. Uma mulher, um alei-
29- O candidato deve ter capacidade para com- jado ou um escravo não podem ingressar na
preender e praticar os ensinamentos da Ins- Fraternidade.
tituição; fazer seu pacto firmado livre e es- 19- A negação da crença no Grande Arquiteto do
pontaneamente; e não pode ser admitido Universo é impedimento absoluto e insupe-
senão depois de suficiente averiguação so- rável para a iniciação
bre sua conduta e antecedentes.
20- Subsidiariamente a essa crença é exigida a
FIM crença em uma vida futura.
x 21- É indispensável a existência no altar de um
x "Livro da Lei". Não cuidando a Maçonaria
x de intervir nas peculiaridades da fé religiosa
x de seus membros, esse livro pode variar con-
x forme os credos.

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x 22- Todos os Mestres Maçons são absolutamente
x iguais dentro da Loja, sem distinção de prerro-
x gativas profanas, de privilégios que a socie-
x dade confere. A Maçonaria a todos nivela
x
nas reuniões maçônicas.
x
x 23- Todos os conhecimentos recebidos pela inici-
x ação, tanto os métodos de trabalho como as
x lendas e tradições, devem ser conservados se-
x cretos, e só podem ser comunicados a outros
x Irmãos.
x 24- A Maçonaria fundou uma ciência especula-
x tiva segundo métodos operativos e o uso sim-
x bólico, explicando esses métodos e os termos
x nele empregados com o propósito de ensina-
x mento moral. É indispensável a preservação
x da lenda do Templo do Rei Salomão.
x
x 25- O último Landmark é o que afirma a inaltera-
x bilidade dos anteriores, nada podendo lhes
x ser acrescido ou retirado, nenhuma modifica-
x ção podendo lhes ser introduzida, dentro da
x seguinte regra: "Assim como de nossos ante-
x cessores os recebemos, assim os devemos
x transmitir aos nossos sucessores".
x
FIM

Observação:

01- Os processos de reconhecimento são os


mais legítimos e inquüestionáveis de todos
os Landmarks. Não admitem mudanças de
qualquer espécie.

Pesquisa realizada pelo Ir∴Plinio de Carvalho Lins M∴I∴da Loj∴Maç∴Antonio Monteiro Martins nº 139
jurisdicionada ao governo Maçônico da Mui Respeitável Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro;
Gr∴Insp∴Geral da Ord∴Maç∴pelo R∴E∴A∴A∴da Maç∴para a República Federativa do Brasil - às
páginas 841 e 842 Tomo 3 da Enciclopédia Maçônica editada em 12 de setembro de 1947 nas Oficinas Gráficas
"Grafias Macagno, Landa y Cia, Araoz 160-4 - Buenos Ayres - Argentina. – Compilada dos arquivos depositados
na Biblioteca Púbica de França, fazendo parte do acervo também da Maçonaria da Espanha.