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1.

O COSTUME INTERNACIONAL

O costume internacional merece um amplo tratamento, ja que durante largas

etapas o Direito Internacional tinha sido consuetudinário, não havia praticamente

outras fontes competindo com ele, a doutrina era o único que contribuía na

formação das regras de direito. Pode definir-se com um reconhecimento geral dos

sujeitos a certas práticas que os Estados consideram como obrigatórias.

É importante mencionar que o costume se distingue dos usos e de normas de

cortesia, já que enquanto aquele é considerado como obrigatório pelos sujeitos

internacionais, os segundos são cumpridos pelos Estados sem considerá-las o

carácter imperativo. Embora não oferecendo uma definição correcta do costume, o

art. 38 nº 1 b) do Estatuto do Tribunal Internacional de Justiça nos oferece uma

definição do costume internacional ao dizer que “ o Tribunal aplicará o costume

internacional como prova de uma prática geral aceite como direito”.sinal que o

termo costume deve reservar-se para o Direito mesmo e que o termo prática deve

usar-se para indicar o conjunto de passos que são formadores do Direito.

ELEMENTOS CONSTITUTIVOS

Da definição antes exposta podemos obter os elementos constitutivos do costume:

Material ou Objectivo:
Uma prática dos Estados, um comportamento, a actuação num determinado

sentido, o conceito de prática traz imediatamente ao pensamento a ideia de

constância, de repetição; este elemento é o que se chama o precedente, os

precedentes podem encontrar-se não só no campo internacional (jurisprudência

internacional, actuação dos diplomatas, etc), senão também nos mesmos actos

estatais internos, pois determinada conduta dos órgãos do Estado pode expressar

em certos casos sua vontade de actuar conforme um costume internacional. LA

OPINIO SIVE NECESSITATIS.

EL ELEMENTO ESPIRITUAL O SUBJETIVO

Não é suficiente que os Estados actuem num determinado sentido para afirmar a

existência do costume; é necessário também que ao actuar assim, tenham

consciência de que o fazem com respeito a uma norma de Direito, quer dizer a dita

prática é obrigatória. Este segundo elemento vem a distinguir o costume de outras

actuações dos Estados, em que estes não têm consciência de actuar conforme o

Direito.

CARACTERÍSTICAS DO COSTUME.

O costume internacional oferece duas características fundamentais:


Generalidade – a actuação de alguns Estados não é suficiente para criar um

costume; é necessário que a maioria deles participa em sua formação de maneira

expressa, ou tacitamente ao aceitá-lo sem adoptar uma posição contrária, de tal

forma que é necessário fazer uma sua clarificação:

COSTUMES GERAIS:

São aqueles que obrigam a todos os Estados, salvo que hajam manifestado sua

recusa de forma expressa em seu período de formação.

COSTUMES PARTICULARES:

Os costumes particulares se dividem em regionais e particulares. por costumes

regionais se entendem os formados entre um grupo de Estados; e os costumes

particulares ou bilaterais se compreendem aos nascidos entre dois Estados.

FLEXIBILIDADE

O costume internacional se diferencia fundamentalmente do Direito Convencional

numa característica que constitui ao mesmo tempo sua maior virtude: por ser não

ser uma fonte escrita, carece de rigidez; e pode evoluir com a realidade,

adaptando-se às novas situações. A outra face da flexibilidade é a falta de precisão

e é muitas vezes difícil de determinar quando um costume está sua plena vigência
ou quando a vigência plena é discutível, já seja porque a norma consuetudinária

caiu ou está caindo em desuso, ou porque esando em formação não se consolidou

devidamente.

2. OS ACTOS UNILATERALES DE LOS ESTADOS.

São aqueles que sendo independente de todo outro acto jurídico, emanam dos

Estados ao restringir estes sua própria competência, e têm um alcance jurídico de

significância internacional. Manifestações de vontade destinadas a moderar efeitos

jurídicos que não requerem a aceitação de outro.

Parte da doutrina nega o valor dos Actos Unilaterais dos Estados como fontes de

direito internacional por os considerar como direito transitório que nasce da falta

de tratado ou costume, e ademais por serem considerados simples instrumentos

de execução que se fundamentam no direito consuetudinário.

Professor Bacelar Gouveia os considera verdadeiras fontes de direito a par do

costume e tratados.

Os AUs dividem-se em independentes e autónomos. Os independentes só

produzem efeitos jurídicos quando são realizados em relação com os outros actos

unilaterais ou multilaterais.
Os actos unilaterais autónomos produzem efeitos obrigatórios e para sua

existência não requerem de outro acto unilateral nem multilateral embora eles

devam; para produzir feitos jurídicos obrigatórios cumprem certos requisitos de

fundo (intenção de obrigar-se), forma e capacidade, se requer que o acto emane

de um órgão competente do Estado no plano internacional.

Tomando em conta o artigo 7 da convenção de Viena o qual manifesta: “Que se

reconhece a competência dos chefes de Estado e do ministro das Relações

Exteriores para a celebração de um tratado”, esses funcionários resulta lógico o

pensar que podem comprometer a seu Estado mediante um acto unilateral. Com

respeito à forma que deve revestir o acto unilateral, basta que a manifestação ou

declaração de vontade seja clara em forma verbal ou escrita. Tradicionalmente, a

doutrina reconhece como:

ACTOS JURÍDICOS UNILATERAIS AUTÓNOMOS:

NOTIFICAÇÃO:

A comunicação que um sujeito de Direito Internacional faz a outro em forma

escrita ou verbal de modo oficial de um feito, de uma situação, de um evento, ou

de um documento ao que vão unidos determinadas consequências jurídicas e que


se considera desde esse momento como legalmente conhecido pelo destinatário.

A notificação se classifica em obrigatória ou facultativa.

RECONHECIMENTO:

Acto em que o Estado admite como legítimo um determinado estado das coisas ou

uma determinada pretensão, o qual obriga ao Estado que realiza o acto a não

negar a legitimidade do Estado de coisas ou da pretensão reconhecida quer dizer.

PROTESTO:

Acto por virtude do qual um Estado nega a legitimidade de uma determinada

situação em ocasiões necessárias já que se o Estado afectado por alguma situação

legítima atribuir-lhe a outro deverá manifestá-lo, pelo contrário perde seu direito

de reclamar posteriormente uma vez que o acto se considera como consentido.

RENÚNCIA:

Implica a extinção de um direito subjectivo do Estado que a formula, quer dizer a

extinção da faculdade por parte do Estado.


PROMESSA:

Declaração em que o Estado se obriga a realizar um determinado comportamento.

Somente a promessa e o reconhecimento satisfazem os requisitos de forma, de


fundo e capacidade, enquanto nos casos do protesto, renúncia e notificação não se
dá o requisito de fundo, e portanto, não são actos unilaterais em sentido próprio.

1. LOS PRINCIPIOS GENERALES DEL DERECHO INTERNACIONAL.

Estos principios se presentan de forma común en los ordenamientos jurídicos de los


Estados civilizados, y resultan de fuertes controversias en la doctrina, sin embargo para
unos los atribuyen como parte del derecho natural en cambio otros lo atribuyen al
derecho positivo, donde no se llega a un consenso.

De acuerdo a la doctrina más aceptada son:


 Los principios generales comunes al conjunto de los Derechos internos.

 Los principios generales del Derecho Internacional. Este doble contenido es


deducido del artículo 38 del Estatuto del Tribunal Permanente de Justicia
Internacional de la Haya.

Los principios generales del derecho más numerosos, son los surgidos de los
ordenamientos jurídicos internos, de los cuales mencionaremos a manera de ejemplos:
 El principio de responsabilidad derivada de los actos ilícitos;

 La obligación de reparar tanto el lucro cesante como el daño emergente;


 La regla pacta suntservanda;

 De la cosa juzgada.

A la par de los principios generales comunes al conjunto de los Derechos internos, se


encuentran aquellos que hacen referencia a problemas particulares de la comunidad
internacional y que se conocen como principios generales de Derecho Internacional,
como ejemplos podemos mencionar:
 La regla del agotamiento previo de los recursos internos

 El principio de continuidad del Estado;

 La primacía del tratado sobre la ley interna.

Para establecer una jerarquía aplicable a los principios antes mencionados, la


concepción se basa en la preeminencia de la ley especial sobre la ley general