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27/06/2019

PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVO SISTEMA INSTITUIDO PELA SEF PARA CONTROLE DO RESSARCIMENTO,
RESTITUIÇÃO E COMPLEMENTAÇÃO DO ICMS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

1 - Quem estará sujeito às novas regras de apuração e controle do ressarcimento, da restituição e da


complementação, instituídos conforme disposto nas Alterações 3746 e 3747 no RICMS-SC/01,
introduzidas pelo Decreto nº 1.818, de 28 de novembro de 2018:

R: O contribuinte substituído tributário, em relação as mercadorias em que houve retenção de ICMS


devido por substituição tributária em operações anteriores em favor deste Estado, para:

I - se ressarcir do ICMS ST retido, quando:

- efetuar nova retenção em favor de outro Estado ou do Distrito Federal na qual a mercadoria esteja
sujeita ao regime de substituição tributária;

- realizar operação com destino a contribuinte localizado em unidade da Federação na qual a mercadoria
não esteja sujeita ao regime de substituição tributária;

- realizar operação com destino a consumidor final não contribuinte do imposto localizado em outra
unidade da Federação sujeito ao recolhimento do imposto correspondente à diferença entre a alíquota
interna e a interestadual;

- promover saídas internas destinadas a empresa optante pelo Simples Nacional, em operações
beneficiadas pela redução de 70% (setenta por cento) da MVA, desde que o imposto retido tenha sido
calculado mediante utilização de percentual integral da MVA;

II - se restituir ou, se for o caso, complementar o ICMS-ST retido, quando promover saída interna
destinada a consumidor final, em relação a diferença da respectiva base de cálculo presumida que serviu
para retenção do imposto devido por substituição tributária.

2 - As disposições do Decreto nº 1.818, de 2018, incluindo a aplicação da metodologia de cálculo prevista


e a exigência do DRCST, alcançam restituições de quais períodos?

R: Conforme disposto no “caput do art. 25-C alcançam as saídas internas destinadas a consumidor final
realizadas após 05/04/2017 e aos litígios judiciais pendentes submetidos à sistemática de repercussão
geral.

3 - Desde quando é devida a complementação do ICMS-ST retido?

R: Conforme o disposto na Medida Provisória nº 219, de 28/02/2018, convertida na Lei nº 17.538, de


27/06/2018, e na Alteração 4.026 introduzida pelo Decreto nº 86, de 05/04/2019, que deu nova redação
ao art. 25-C do Anexo 3, a complementação será exigida para as saídas interna destinada a consumidor
final realizadas a partir de 01/01/2019.

4 - O DRCST é obrigatório para todos os contribuintes que promovam as operações descritas na pergunta
1.

R: Não. O DRCST será enviado para fins de formalização de pedido de restituição ou ressarcimento
conforme destinações previstas no § 3º do art. 25 do Anexo 3, ou, ainda, para fins da compensação das

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diferenças apuradas a menor ou maior entre o valor da saída efetiva e o da base de cálculo efetiva prevista
no § 3º do art. 25-C.

5 - É obrigatório o envio do DRCST no caso de se apurar débito a complementar devido pela diferença a
maior entre o valor da saída efetiva e o da base de cálculo presumido?

R: Não, é optativo, mas de acordo com o disposto no § 3º do art. 26 do Anexo 3, o contribuinte está
obrigado a manter à disposição do fisco, no mínimo, pelo prazo decadencial, arquivo magnético contendo
a apuração dos valores devidos a título de complementação em conformidade com disposições
regulamentares. Só estará obrigado ao envio do arquivo do DRCST quando requisitado pela fiscalização,
conforme dispõe o inciso III do § 1º do art. 26.

6 - Qual o prazo para recolhimento da complementação devido pela diferença a maior entre o valor da
saída efetiva e o da base de cálculo presumido apurada em cada mês?

R: O débito de complementação apurado em cada mês, conforme disposto no art. 26-B do Anexo 3,
poderá ser recolhido até o 10º dia do segundo mês subsequente ao período de apuração, utilizando no
DARE o código de receita 1473 e a classe de vencimento 10502.

7 - Até quando a SEFAZ irá receber processos de ressarcimento em meio físico ou digitalizado?

R: Os processos que contemplem operações de saídas realizadas até 28/02/2019 poderão ser
encaminhados e recebidos a qualquer tempo. Processos que incluam operações de saídas a partir de
1º/03/2019, não serão mais recebidos.

8 - Qual providência quando o contribuinte lançou crédito de ressarcimento de operações realizadas a


partir de 1º/03/2019, sem observância das exigências instituídas pelo Decreto nº 1.818/18 (DRCST e Valor
Ponderado Médio Mensal)?

R: Efetuar o estorno do crédito irregular, devidamente atualizado.

9 - Lancei crédito de restituição devidamente deferido pela SEFAZ em processo recebido fisicamente
antes da publicação do Decreto nº 1.818/18. Tenho que tomar alguma providência?

R: Não é preciso tomar qualquer providência.

10 - Contribuintes com ação judicial pendentes e submetidos à sistemática da repercussão geral estão
obrigados ao prévio requerimento administrativo?

R: Sim O processo administrativo de restituição é condição para usufruir do direito pleiteado, sendo
exigida a qualquer tempo.

11 - Como proceder no caso de pedido de restituição que foi recebido fisicamente pela SEFAZ antes da
vigência do Decreto nº 1.818/18, e:

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11.1 - o pedido foi indeferido pelo Auditor Fiscal?

R: Deve enviar o arquivo eletrônico do DRCST especificado na Portaria SEF nº 378/18, para os mesmos
períodos de referência incluídos no processo.

11.2 - o pedido não foi analisado, não houve manifestação do Auditor Fiscal e não foi lançado o crédito
na conta gráfica?

R: Pode enviar o arquivo eletrônico do DRCST especificado na Portaria SEF nº 378/18, mesmo antes da
determinação do Auditor Fiscal para esta providência.

12 - Qual providência quando foi lançado crédito de restituição diretamente na escrita fiscal sem o devido
pedido prévio de restituição de períodos de referência anteriores ao mês da publicação do Decreto nº
1.818/18?

R: Providenciar o estorno do crédito apropriado indevidamente, devidamente atualizado. Pode enviar o


arquivo eletrônico do DRCST especificado na Portaria SEF nº 378/18, mesmo antes da determinação do
Auditor Fiscal para esta providência.

13 - Para pedir o ressarcimento, também será obrigatório a apresentação das informações relativas a
restituição ou complementação calculadas sobre as operações de vendas?

R: Sim. Conforme disposto no § 1º do art. 8º da Portaria SEF nº 396, de 2018 é vedado a substituição de
arquivo de DRCST depois que o crédito de restituição ou ressarcimento apurado estiver na condição de
habilitado, disponível para utilização, motivo pelo qual deverão ser informadas TODAS as saídas de
mercadorias sujeitas à substituição tributária descritas no “caput” do art. 25 do Anexo 3, transacionadas
em cada período de referência, para somente então ser verificado se resultarão em ressarcimento,
restituição ou complementação.

14 - Como devo apurar o valor ponderado médio mensal das entradas descrito no §§ 4º e 5º do art. 25 do
Anexo 3?

R: O valor ponderado médio mensal de cada item da mercadoria será o produto da divisão da Soma Base
de Cálculo da Substituição Tributária das Notas Fiscais de Entradas no Mês pela quantidade das
mercadorias destas mesmas Notas Fiscais. De acordo com o disposto no § 4º do art. 25-A, na quantificação
das entradas necessárias ao cálculo do valor ponderado médio mensal, será observada a seguinte relação:
Soma da quantidade de entradas no mês deve ser IGUAL OU MAIOR que do somatório das quantidades
de saídas no mês mais o estoque final do mês.

Exemplo: Período de referência = 04/2018, Estoque inicial = 100 unid, Compras = 0, Vendas = 100 unid,
Estoque final = 0.

Consoante condição prevista no § 4º do art. 25-A, tem-se: Qtde de Entrada= 0, Qtde de Saídas = 100 unid
e Qtde Estoque final = 0. Então, Qtde de entrada (0) < Soma Qtde de Saídas (100) + Estoque final (0).

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Neste caso, conforme o § 5º, é obrigatória a inclusão de entradas do mês ou meses anteriores para
alcançar quantidade necessária ao cálculo do valor ponderado médio mensal.

Para ilustrar o exemplo, suponha, que no período de referência anterior (03/2018) ocorreu a entrada de
90 unidades, neste caso teremos: Qtde de entrada (90) < Soma Qtde de Saídas (100) + Estoque final (0),
portanto, ainda, não foi atendida a condição prevista no § 4º do art. 25-A.

Ainda, no mesmo exemplo, considerando que no mês 02/2018 houve entrada de mais 80 unidades, então
teremos: Qtde de entrada (80 + 90 = 170) > Soma Qtde de Saídas (100) + Estoque final (70), portanto foi
satisfeita a condição prevista no § 5º do art. 25-A.

Importante: De acordo com o § 5º, para fins de cálculo, serão relacionadas todas as entradas incluindo as
dos meses anteriores até satisfazer a regra. Assim, o valor ponderado médio mensal será, conforme
exemplo: Valor da soma das BCST das Notas de entradas dividido pela soma das quantidades destas notas
(170).

15 - O estoque final das mercadorias informadas no registro H10 do DRCST também deverá ser informado
no registro H10 da EFD do mesmo período de referência?

R: Não. O estoque final informado no DRCST é exigido como parâmetro do cálculo do valor médio
ponderado da entrada de acordo com a metodologia de cálculo instituída pelo Decreto nº 1.818, de 2018.

16 - Qual a providência a ser tomada no caso de devolução de venda ocorrida em período distinto ao da
operação original incluída no DRCST?

R: No caso de mercadorias com direito a restituição será estornado o crédito, proporcional à devolução
recebida, e no caso de mercadoria com obrigatoriedade de complementação será estornado o débito,
proporcional à devolução recebida.

16.1 - Quando devem ser lançados os estornos de crédito ou de débito?

R: O estorno deve ser lançado no mês onde o ressarcimento ou a restituição tenha sido habilitado e o
crédito apropriado no Conta-corrente, conforme disposto no art. 9º da Portaria SEF nº 396/18, ou o
complemento validado e o débito apropriado no Conta-corrente.

Quando se tratar de complemento apurado sem a entrega do DRCST, conforme disposto no § 3º do art.
26 do Anexo 3 do RICMS-SC/01, o estorno de débito deverá ser lançado no mês do pagamento da
complementação.

16.2 - Como operacionalizar os estornos de crédito ou de débito?

R: Na DIME o estorno de crédito será lançado no quadro 04, campo 060 - Outros Estornos de Crédito, e
para o estorno de débito emitir DCIP do Tipo 5 – Estorno de débito de subtipo 19 - ESTORNO DE DÉBITO
DE COMPLEMENTO DE ST EM VIRTUDE DE DEVOLUÇÃO DE SAÍDA EM PERÍODO DIVERSO PARA O QUAL
FOI APURADO.

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Na EFD deve informar um ajuste no Registro E111 com código genérico de "Outros Estornos de Créditos"
ou "Outros Estornos de Débitos", conforme o caso, identificando o documento de devolução no
Campo DESCR_COMPL_AJ.

17 - Como o Registro 2113 do DRCST só recepciona NF-e, modelo 55, como devo proceder para informar
devolução recebidas no mesmo período do DRCST, acobertado por Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A?

R: No mês onde tenha sido habilitado o crédito do ressarcimento ou restituição ou validado o débito da
complementação, demonstrado no DRCST, proceder da mesma forma como se a devolução tivesse
ocorrido fora do período de referência do DRCST, e neste caso deverá adotar as mesmas providências
descritas no item 15.2, conforme o caso.

18 - Como proceder com mercadorias que na época da sua compra não estavam sujeitos a ST e o imposto
devido por substituição tributária foi paga através de levantamento de estoque, conforme disposto no
art. 24 do Anexo 3 do RICMS-SC/01?

R: Os documentos fiscais de entrada devem ser informados no Registro 2130 com código que indica o
responsável pela retenção do ICMS-ST igual a 3 (COD_RESP_RET = 3 - Próprio declarante).

19 - Quando o valor informado no campo 19 - VL_BCST_INT deve ser diferente do valor informado no
campo 18 - VL_BCST?

R: Sempre que a mercadoria for contemplada com redução da base de cálculo, o campo informado no
campo 18 - VL_BCST deveria estar preenchido com o valor que constou do documento fiscal da entrada,
já devidamente deduzido da redução da base de cálculo. Já o valor informado no campo 19 - VL_BCST_INT
deverá ser preenchido com a base de cálculo ST integral, antes da aplicação da redução da base de cálculo.
Exemplo: Base cálculo da ST antes da R.B.C (1.000,00), alíquota interna de 17% e R.B.C de 58,823% = Base
cálculo reduzida informada no campo 18 (417,77) nesse caso a Base cálculo integral informada no campo
19 deve ser (1.000,00).

Sobre a base de cálculo reduzida aplica-se a alíquota cheia (12%, 17% ou 25%). No exemplo acima: base
de cálculo reduzida (417,77 x 17% = ICMS-ST de 70,00), e base de cálculo integral (1.000,00 x 7% = ICMS-
ST de 70,00), onde 7% corresponde a alíquota efetiva (percentual de carga tributária efetiva).

Caso não haja redução de base de cálculo, os valores serão iguais.

20 - Onde posso encontrar as alíquotas efetivas das mercadorias em operação interna exigido no
preenchimento do campo ALIQ_ICMS no registro 0200 do DRCST, no campo 09 - ALIQ_EF do registro 2110
e no campo 21 - ALIQ_ST_EF do registro 2130?

R: A relação completa das mercadorias sujeitas a substituição tributária e a respectiva alíquota interna, e
quando for o caso a alíquota efetiva (percentual de carga tributária efetiva) pode ser encontrada no Portal
Nacional da Substituição Tributária acessada pela página do CONFAZ ou pelo link:
https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/portal-nacional-da-substituicao-tributaria/santa-catarina.

21 - Haverá validação das informações dos campos 18 - VL-BCST e 23 - VL_ICMS_ST quando for indicado
no campo 08 – COD_RESP_RET = 2 (Remetente Indireto) no registro 2130?

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R: Sim, sempre que no Registro 2110 seja apurado restituição ou ressarcimento decorrente de saída
destinada a outra Unidade da Federação, caberá ao requerente da restituição ou ressarcimento o ônus
da prova.

Assim, na consistência dos dados dos arquivos recebidos, será efetuada, para cada item de mercadoria, a
validação das informações lançadas nos referidos campos com as existentes no em tag específica de cada
NF-e relacionada, em especial o CEST e o campos "vBCSTRet" e "vICMSSTRet". Constatada divergência,
não serão validados os créditos de restituição e do ressarcimento decorrente de saída com destino a outra
Unidade da Federação calculados no registro 2110.

22 - Em qual período de referência e em qual situações está dispensado o preenchimento do registro 2131
- Documento Fiscal (Modelo 55) Referenciado, que Ensejou a Retenção a Favor deste Estado, Referente a
Entrada de Mercadoria Adquirida de Remetente Indireto?

R: Até o dezembro de 2018 está dispensado em todas as situações.

A partir de janeiro de 2019:

1) nas operações com seguintes mercadorias cuja base de cálculo do ICMS substituição tributária é
definido por PMPF, conforme divulgado em Ato COTEPE/PMPF: 2207.10.90 - Etanol Hidratado
Combustível; 2710.12.59 - Gasolina Automotiva; 2710.19.21 - Óleo Diesel; 2711.19.10 - Gás Liquefeito de
Petróleo; 2711.21.00 - Gás Natural Veicular,

2) quando apurado débito de complementação para o item de mercadoria informado no registro 2110.
Preenchimento de valor no campo 10 - VL_ICMS_ST_COMPL;

3) quando apurado ressarcimento em decorrência de saída em operação interna destinada a empresa


optante pelo Simples Nacional para o item de mercadoria informado no registro 2110. Preenchimento de
valor no campo 16 - VL_T_CREDITO_MVA-SN.

23 - Como o contribuinte detentor de TTD do benefício 09 deverá proceder para preencher os campos 24
- C0D_DA, 25 - NUM_DARE e 26 - COD_AJ quando a apuração do ICMS-ST devido pela entrada no
estabelecimento não resultar em imposto a pagar?

R: Neste caso os campos não serão preenchidos. O arquivo do DRCST será recebido pelo SAT, mas com
Pendência, que impedirá a validação dos respectivos valores. Neste caso, para a validação do DRCST, o
contribuinte deverá procurar a Gerência Regional para providenciar a liberação da pendência, conforme
disposto no inciso I do § 2º do art. 5º da Portaria SEF nº 396, de 2018.