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COUTINHO: AS ORIGENS DA ECONOMIA POLÍTICA CLÁSSICA

 1776: adam Smith com riqueza das nações-pensamento


nascente sonre economia política
 Ele começa a abordar temas sobre comércio e produção que
foram banhados em procedimentos ingelectuais oriundos da
filosofia e ciências da natureza
 Olhar se volta a reprodução de vida material em sociedades
mercantis
 A economia politica nasce descrevndo as relações entre os
homens, na reprodução da vida material
 Século 17 e 18 o desenvolvimento do comércio, da agricultura
e da manufatura revolucionou das estruturas produtivas e
sociais.
 Um fração da crescente população incorporava-se ao mundo
da produção mercantil
 Os filósofos começam a tratar os temas da vida mercantil
como objetos de conhecimento sistemático, submetidos à
disciplina intelectual ao racionalismo
 Há obstáculos para compor a origem real da economia plítica
clássica: as diferentes visões sobre a história econômica
política; a natureza da ciência onde o material analisado é
histórico e está em constante mudança,
 Alguns itens da temática econômica antecedel-am de muito o
ambiente vital da economia política, o que fez com que tivesse
havido reflexio sobre problemas econômicos antes da
constituição de: um sistema de ;--:;:r.samento econômico
minimamente identificado.
 teremos dificuldade em entender o ponto de partida se
permanecermos totalmente restritos ao ambiente intelectual
da ciência constituida.
 A apn;sentação destes tris elementos gerais - raízes
filosóficas, quest5es correntes da vida comercial, liberalismo-
nos permitir~ superar (sem rejeitar) tanto a aproximação
intuitiva, que vê na concentração cronológica de textos
econômicos decisivos um sinal de nascimento da nova
esp~cie de reflexio; quanto o ponto de vista histórico amplo.
que. ao corretamente associar a economia política ao
surgimento do capitalismo, apenas constata estar o fruto
maduro, em meados do sé-culo XVIII.
 O ponto de partida só faz sentido quando relacionado aos
elementos constitutivo da ciência nascente
 Economia politica como um desdobramento da especulação
filosófica
 Os pensadores passam a conceber a sociedade humana
como um sistema regido por leis
 O jusnaturalismo tenta criar o primado da razão
 Para fundar a especulação sobre o ser humano, e p1·opor
normas para a conduta humana (o que interessa
profundamente ao direito natural, é necessário construir uma
''verdadeira ciincia da moral''
 O racionalismo jusnaturalista aponta. ao se propor a conhecer
e normatizar a ação humana, para uma noção de natureza
humana decisiva na constituição da economia política. De
fato,. a subordinação da ação humana às ideias de
regularidade e causalidade, permite subme-ter as relaç:Ões
econômicas ao caudal reflexivo do racionalismo.
 A economia herda do jusnaturalismo a concepção de
formação da sociedade política
 o racionalismo jusnaturalista funda o Estado e a legitimidade
do poder na contraposição entre sociedade civil e estado de
natureza
 economistas valem-se da dicotomia fundada em um modelo
abstrato de home na sociedade.
 naturalizam o homem econômico para depois inseri-lo nas
instituições sociais burguesas. Os economistas naturalizam as
relações sociais vigentes ( pelo capital)
 essência humana+vida social= pelo jusnaturalismo(razão)
 a sociedade humana complexa e coope1·ativa, que
pressupÕe a coerção estatal, será não só uma sociedade de
progresso e fartura para todos (Smith), como tamb~m uma
sociedade cuja relação econ8mica bcisica pressup5e o
exercício da liberdade.
 Na sociedade econômica, o homem busca o beneficio
privado, favorecendo a si próprio e á coletividade
 Ao obedecer aos instintos aquisitivos, próprios de sua
natureza humana, o homem promoverá o benefício social
(dilema filosófico jusnaturalista da liberdade e da vida social).
 Na frança e inglaterra, controvérsias sobre economia e politica
econômica ganham enorme espaço no século 17 e 18
 Unificação dos espaços nacionais e a consolidação do poder
central, bem como o crescimento do comércio e das relações
internacionais, trouxeram à tona questões relevantes à prática
comercial, às finanças do soberano e ao progresso das
nações