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Os 8 conceitos para colocar em prática a

Indústria 4.0
Chegar ao patamar em que possamos considerar uma fábrica como exemplo de
Indústria 4.0 passa por alguns critérios essenciais. O conceito básico para ser uma
referência neste novo modelo da produção industrial seguem alguns passos:

Alto nível de personalização – Satisfação de nichos cada vez mais específicos de


clientes, até mesmo atendimento um-a-um, literalmente personalizado. Produtos que
atendam necessidades e mesmo preferências específicas de cada cliente irão diferenciar
quem está atuando neste novo modelo de produção, trazendo até um pouco da era
artesanal.

Modularização ou componentização da fábrica – produtos com características mais


específicas e com ciclos de vida cada vez mais curtos, levam a linhas de produção ou
montagem que precisam ser remanejadas com setups mais rápidos e eficazes, portanto a
opção é não depender de linhas rígidas e com células dependentes. Opte por criar
Centros de Trabalho o mais independentes possível ou que possam ser dinamicamente
substituídos mediante falha;

Arquitetura aberta – esqueça padrões fechados, desde a comunicação entre máquinas


e softwares, até mesmo dimensões de peças e unidades de medidas. Padronizações que
atendam o maior número de empresas e indústrias serão os aceitos daqui por diante, fuja
de padrões obsoletos ou regionais – escolha padrões universais.

Big data – Disponibilidade da Informação relevante transformada automaticamente de


grandes volumes de dados, e em grandes velocidades de fontes variadas dentro e fora da
empresa. Entender somente o comportamento interno dos seus processos, produtos e
qualidade não é mais suficiente para jogar neste novo mundo. É preciso sentir o reflexo
do que você oferece, produto ou serviço, junto àqueles que o consomem, irão consumir
e até mesmo dos que já deixaram de comprar o que sua empresa oferece, e tomar
decisões com análises em massas de dados que antes levavam até meses para se
processar, agora em questão de horas, até mesmo minutos.

Nuvem – não se trata apenas de colocar seus dados em um servidor distante, serviços
em cloud oferecem hoje um nível de segurança maior do que aquele servidor guardado
no sua área de T.I. Em geral respeitando criteriosas regras de segurança e grau de
disponibilidade, além de backups diários que podem ser recuperados ou baixados sob
seu comando. Tudo isso com mão de obra especializada e dedicada a um custo menor
do que você teria com um profissional local na sua empresa. Estar na nuvem (cloud) é
contar com a disponibilidade dos seus dados onde quer que você esteja, como uma feira
ou exposição de seus produtos, até uma viagem de negócios. É libertar-se de uma
corrente e riscos que não são mais necessários.

Segurança – como mencionado no tópico sobre Cloud, o acesso aos seus dados estão
mais protegidos em um ambiente preparado para isso. A segurança à informação (os
dados da sua empresa, máquinas, ID’s, produtos, serviços e pessoas) terá que ser
garantido sempre. A automação, que é herança da indústria 3.0, com robôs e linhas
inteligentes devem estar instalados, configurados e parametrizados para operar com toda
a segurança, tanto física quanto de acesso, firewalls existem para os microcomputadores
e para os computadores dentro destas máquinas – uma invasão poderá custar paradas e
perda de produção inesperados. Atenção com este aspecto no novo fluxo.

IoT – Internet das Coisas, Mobilidade, Acessibilidade – produtos passam a ter uma
alma, uma identificação única que o acompanhará durante toda sua vida útil, até mesmo
na sua retirada ou pós-obsolescência, pós-uso. A sensorização vai extrapolar fábricas,
armazéns e centros de distribuição e chegará até sua casa, sua garagem, sua escola, seu
lazer. Tudo estará cada vez mais conectado. Coisas e processos comunicando-se entre
si, dando sinais do quê é, o que faz(função/objetivo), carga atual, entre outros atributos
compartilháveis e úteis a cada geoposicionamento (gps). E como isso será possível?
Porque os sistemas estarão na nuvem, disponíveis em qualquer lugar, o mesmo sistema
que o produziu poderá identificar em que local do globo o item está sendo aplicado. Há
muitos benefícios no IoT além da movimentação eficaz de material nos armazéns e
docas, pode acreditar.

Virtualização – A digitalização e sensorização das unidades fabris e dos itens, vai


proporcionar algo que até então era impensável: a visualização em tempo real de toda
uma operação remotamente, com dados de tudo o que está ocorrendo, incluindo perdas
e paradas. Será a monitoração do OEE (Eficiência total da linha) sendo criado em tempo
real. O benefício direto disso, na prática, se dará antes da montagem da linha, usando
simulações (comissionamento virtual) antes mesmo de se fazer as modificações
requeridas pelo produto, fazer estudos dos melhores tempos e formas de setup, capacitar
os operadores antes das células de trabalho estarem montadas em linha. Nesse caminho
entra também o “gêmeo virtual” dos seus produtos, com análises de esforço e fadiga,
além de prototipação com impressoras 3D, antecipando e antevendo a percepção sobre o
item pronto.

Estes são conceitos que se unem à prática, à tecnologia e a metodologias – como o Lean
Manufacturing – para transformar a realidade das nossas indústrias e modelos de
negócio, e consequentemente a rotina e vida da nossa sociedade para melhor.

https://www.youtube.com/watch?v=0SYlggPuOM8

https://www.youtube.com/watch?v=zhqYqKiwTVQ

https://www.youtube.com/watch?v=um_7lNU1RO0