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Estamos três séculos depois de Cristo, presenciando a guerra entre Roma e Cartago.

O soldado romano mais bem treinado está no campo de batalha mas é surpreendido por uma
lança inimiga. Instintivamente defende-se com o seu escudo. Mas o inesperado acontece: A lança
atravessa o escudo do soldado romano e atinge em cheio seu coração. Ele cai já sem vida.

Como pode o escudo deste soldado romano ter falhado a ponto de lhe custar a vida? Analisarmos
o erro que este soldado cometeu nos ajudará a salvar a nossa própria vida. Claro, porque assim
como esse soldado, nós também temos um escudo protetor: Paulo o chamou de “O grande escudo
da fé” que nos defende dos “projéteis ardentes” de Satanás. Nosso escudo é nossa fé!

Nos dias de Abraão, o escudo que se utilizava pelos guerreiros era este... um escudo de madeira.
Era eficiente, porém não era uma perfeita arma de defesa, pois poderia ser transpassado se
recebesse um golpe mais forte. Portanto era imperfeito e incompleto.

Assim como os escudos desta época, a fé que Abraão tinha era imperfeita ou incompleta. Porque
podemos dizer isso? Porque ele possuía fé em Jeová, mas uma fé sem o entendimento completo.
Ele não entendia as profecias ainda não cumpridas a respeito de Jesus Cristo sendo a semente
prometida. No entanto, assim como os escudos da época, sua fé, mesmo incompleta ou imperfeita,
foi o suficiente para alegrar o coração de Jeová naquele momento.

Com o passar dos séculos, na época dos profetas bíblicos, Daniel, Jeremias, Isaías, o escudo que
se utilizava em guerra já havia evoluído. Já era assim... Parte madeira, parte aço. Sua proteção era
mais efetiva que o simples de madeira, mas ainda era imperfeito, pois as partes de madeira eram
vulneráveis a ataques.

De maneira similar, nos dias dos profetas, muitas profecias a respeito do Cristo já eram
parcialmente compreendidas. Daniel, por exemplo, já tinha noção da data da chegada do Cristo.
No entanto, a fé dos profetas, assim como os escudos da época, ainda era imperfeita ou
incompleta. Centenas de profecias de Isaías, de Moisés, de Davi e outros profetas ainda não eram
compreendidas. Todas apontavam para o Cristo, mas sem a presença do próprio Cristo para
cumpri-las, elas não eram incompletas, tornando a fé deles, assim como os escudos, incompleta
ou imperfeita.

Chegamos então à época do Nascimento de Cristo, o Império romano domina. O que caracterizava
este império era o uso do aço nas suas armaduras. E este era o escudo que utilizavam... Um
escudo de aço. Impenetrável. Completo. Aperfeiçoado.

Assim como este escudo a fé precisava ser aperfeiçoada. Vamos ler Hebreus 12:2. Aqui Cristo é
chamado de aperfeiçoador da nossa fé. Por quê? Porque com o seu nascimento, ministério, morte
e ressurreição, cumpriram-se muitas profecias messiânicas que não eram entendidas e tornavam a
fé imperfeita ou incompleta. Agora não falta nada e nossa fé, nosso escudo da fé, está completo,
aperfeiçoado. Graças a Jesus.

Será que nosso escudo da fé não pode ser ainda mais aperfeiçoado? Pode e está sendo! Jesus
continuou a ser o Aperfeiçoador da fé dos seus seguidores desde o céu como agente Principal –
ou Líder, derramando sobre eles espírito santo, em Pentecostes, e por conceder revelações que
progressivamente completaram e aperfeiçoaram a fé deles e a nossa a tornando mais e mais bela.

Aquele soldado romano que falamos no início foi atingido no coração por usar um escudo de
madeira quando deveria estar usando um aperfeiçoado de metal. Para não sermos transpassados
pelos projéteis ardentes de satanás devemos aceitar o escudo da fé aperfeiçoada por Cristo, o que
envolve andar nos passos de sua Organização terrestre e obedecer aos seus mandamentos. Não
basta qualquer escudo, tem que ser o aperfeiçoado por Cristo. Caso contrário, pereceremos no
campo de batalha.

Assim irmãos, preste atenção a armadura cristã que carrega com você, mantenha-se equipado
com o grande e aperfeiçoado escudo da fé, e continue vivendo.