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CURATIVO DE ACESSO VENOSO CENTRAL Nº COENF.

25/2019
Data:
Equipe de elaboração: Responsável pela Aprovação: Versão: 3ª
15/06/2019
Solange Iriarte Previsão de atualização:
Renata Valduga Coordenadora de Enfermagem 15/06/2021
Isamar Karoline Macedo Enfª. Maria Aparecida de Lima Setor:
Monara Poit
Todos os setores.
Definição:
Curativo de acesso venoso central.
O acesso venoso central é utilizado para a administração de medicamentos, nutrição
parenteral, coleta de exames laboratoriais.
Objetivo:
● Padronizar realização de curativos fechados estéreis de acesso venoso central;
● Criar um ambiente de proteção na inserção do acesso central;
● Evitar migração ou tração do acesso central.
Recursos necessários:
● EPIs;
● Luvas estéreis;
● Álcool a 70%;
● Gaze Estéril;
● Curativo estéril tipo filme transparente;
● Soro fisiológico;
● Caneta;
● Prontuário do paciente;
Abrangência:
Todos os setores.
Responsável (is) pela execução:
Médicos e enfermeiros.
Detalhamento:
● Higienizar as mãos antes e após procedimento;
● Colocar EPI’s;
● Preparar a bandeja com os materiais;
● Realizar a apresentação profissional;
● Realizar a identificação do paciente;
● Orientar paciente e/ou acompanhante sobre o procedimento a ser realizado;

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● Calçar luvas de procedimento;
● Retirar o curativo anterior com soro fisiológico;
● Desprezar em lixo infectante;
● Retirar luvas;
● Calçar luvas estéreis ou abrir o material de curativo;
● Embeber compressa de gaze estéril com soro fisiológico e limpar na inserção
primeiramente e depois na pele;
● Secar a área;
● Aplicar clorexidina no sítio de inserção e nas laterais;
● Verificar a posição do cateter certificando-se que não houve migração do mesmo
(através da ficha de cateteres) ou certificar-se do posicionamento correto da agulha
quando for cateter totalmente implantado;
● Não reintroduzir o cateter caso este tenha exteriorizado;
● Inspecionar o sítio de inserção;
● Fechar o curativo como adesivo transparente;
● Identificar o curativo, colocando data, horário e nome de quem realizou;
● Higienizar as mãos;
● Proceder com checagens e anotações de enfermagem pertinentes.

Recomendações e Precauções:
● Iniciar a limpeza pela pele quando o sítio de inserção apresentar secreção purulenta;
● Proteger com gaze nas primeiras 24 horas após o procedimento devido a sangramentos,
sendo trocado por novo curativo após 24 horas deste;
● Avaliar o sítio de inserção;
● Atentar para não realizar tração acidental do cateter, caso cateter tracione não se deve
introduzi-lo.
Referências:
● GOMES, A. M. Enfermagem na Unidade de terapia intensiva. 3ª ed. São Paulo: EPU,
2008.
● NETTINA, S. M. Prática de enfermagem. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2016.
● SWEARINGEN, Pamela L.; HOWARD, C. A. Atlas fotográfico de procedimentos de
enfermagem. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.

Revisado por: Analisado por: Aprovado por:


Gessica Fernanda Colnago Gessica Fernanda Colnago
de Lima de Lima

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Em: 21/10/2019

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UTILIZAÇÃO DO CATETER VENOSO CENTRAL DE Nº COENF. 51/2019
INSERÇÃO PERIFÉRICA (PICC)
Data: Versão:
Equipe de elaboração: Responsável pela Aprovação:
15/06/2019 3ª
Solange Iriarte Previsão de atualização:
Renata Valduga Enfª. Maria Aparecida de Lima 15/06/2021
Isamar Karoline Macedo (Coordenadora de Enfermagem) Setor:
Monara Poit Todos os setores.
Definição:
O Cateter Central de Inserção Periférica (PICC) é um dispositivo vascular de inserção
periférica com localização central, com um ou vários lúmens, que oferece acesso venoso
por tempo prolongado.
Objetivo:
● Assegurar via venosa segura e eficaz para administração de medicamentos e soluções;
● Manter permeabilidade de acesso venoso central de Picc;
● Diminuir os riscos de infecção relacionada a acesso venoso central de Picc;
● Padronizar a instalação e a manutenção do cateter venoso central de Picc;
● Evitar punções venosas periféricas repetidas;
● Diminuir riscos de infiltração, necrose tecidual devido ao extravasamento e flebite
química;
● Evitar necessidade de procedimento de dissecção venosa.
Recursos necessários:
● Bandeja estéril para procedimento de Picc;
● Campo fenestrado;
● Campo cirúrgico;
● Gorro;
● Máscara;
● Luva estéril;
● Clorecidina alcoolica;
● Seringa de 10 ml;
● Agulha 40x12;
● Duplo via;
● Equipo de Bomba de Infusão;
● Hidratação para manutenção conforme prescrição médica;
● Gaze estéril;
● Fita métrica;
● Kit de cateter de Picc no tamanho adequado para paciente;

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● Garrote estéril (pode ser substituído por luva estéril);
● Mesa auxiliar;
● Avental cirúrgico;
● Curativo estéril tipo filme transparente;
● Caneta;
● Prontuário do paciente;
● Computador;
● Impressos institucionais;
PARA CURATIVOS SUBSEQUENTES:
● EPI’s;
● Luva estéril;
● Bandeja estéril de curativo;
● Gaze estéril;
● Clorexidina alcoolica;
● Curativo estéril tipo filme transparente;
PARA MANUTENÇÃO (FLUSH):
● EPI’s.
● Seringa 10ml;
● Agulha 40x12;
● Solução fisiológica 0,9%;
● Caneta;
● Computador;
RETIRADA DO CATETER:
● EPI’s;
● Gaze;
● Micropore;
● Prontuário do paciente;
● Caneta;
● Computador;
Abrangência:
Unidade de Terapia Intensiva adulto
Responsável (is) pela execução:

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Enfermeiros habilitados e Médicos
Detalhamento:
● Higienizar as mãos;
● Realizar a apresentação profissional;
● Identificar o paciente chamando-o pelo nome;
● Avaliar as condições clínicas do paciente;
● Orientar sobre o procedimento para o paciente e/ou acompanhante;
● Reunir o material necessário;

PARA INSERÇÃO DO CATETER E PRIMEIRO CURATIVO:


● Com fita métrica avaliar a rede venosa do paciente, fazendo mensuração das melhores
escolhas para passagem do cateter;
● Colocar gorro e máscara (todos os profissionais envolvidos no procedimento);
● Qualquer impossibilidade de passar o cateter comunicar ao médico assistente;
OBS: O enfermeiro que auxiliar o procedimento deverá realizar a degermação das mãos
e realizar a paramentação conforme técnica cirúrgica. Deverá ser realizado a degermação
e antissepsia de todos os prováveis pontos de inserção do cateter.
● Posicionar o paciente deixando o local de escolha com fácil acesso;
● Coloque por baixo do local do paciente um pano que proteja a roupa de cama;
● Realizar a degermação cirúrgica das mãos com clorexidina degermante 2%;
● Abrir pacote de aventais estéreis e pegar as compressas para secar as mãos;
● Vestir capote estéril, usando técnica asséptica;
● Calçar luvas estéreis;
● Solicitar para circulante abrir caixa e campo cirúrgico;
● Organizar os materiais abertos sob a mesa com campos estéril;
● Solicitar para o circulante abrir bandeja do PICC e colocar o restante dos materiais
a serem usados sobre o campo estéril;
● Aspirar soro fisiológico na seringa de 10 ml e lavar o cateter para irrigar o cateter
e identificar vazamentos;
● Proteger o cateter após na lateral da mesa;
● Cortar a extremidade distal do cateter conforme as recomendações e
mensurações feitas;
● Fazer a antissepsia da região de inserção do cateter com gaze embebida na
solução antisséptica. A partir do local de inserção, faça movimentos circulares por
cerca de 15 cm. Deixar a área secar. Certificar-se de não ter tocado o local em
que deverá ser efetuada a inserção;
● Dispor campos estéreis sobre o membro, conforme técnica cirúrgica;
● Colocar um campo fenestrado isolando o sítio de punção;
● Aplicar o garrote cerca de 10 cm acima do local de punção quando necessário;
● Iniciar a punção com introdutor peel off do cateter a um ângulo de 30º, diretamente
na veia;

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● Introduzir apenas o bisel do introdutor e esperar o refluxo de sangue;
● Soltar o garrote e retirar a agulha do introdutor;
● Introduzir o cateter no trajeto do introdutor com o auxílio de uma pinça do kit até
ultrapassar a primeira marcação – 5 cm; a progressão de até 5 cm do cateter sem
resistência ou dificuldade indica que o cateter está na luz do vaso;

● Lavar o introdutor com SF 0,9% sempre que resistência (estimula a abertura das
válvulas venosas);
● Virar a cabeça do cliente na direção do braço puncionado quando o cateter já tiver
avançado até o ombro, e faça com o queixo repouse no peito. Essa manobra
ocluirá a veia jugular e facilitará o avanço do cateter até a veia subclávia;
● Introduzir o cateter até a marca pré-estabelecida com o auxílio da pinça;
● Aspirar ao cateter com cuidado para verificar o refluxo de sangue, logo após lave-
o com solução salina ou solução de heparina para evitar a obstrução do vaso com
a seringa de 10 ml;
● Retirar a agulha;
● Segurar as aletas do introdutor, flexionando-as na direção da extremidade distal,
para partir a bainha;
● Tracionar as aletas (em movimento de afastamento) para longe do cateter, até que
a bainha tenha sido completamente separada. Descartar a bainha.

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● Comprimir o local da punção após a retirada do introdutor até o sangramento
cessar;
● Realizar curativo com filme transparente, colocando pequena quantidade de gaze
estéril comprimida para ajudar no sangramento nas primeiras 24 horas;

● Conectar polifix e o equipo ;


● Proteger o extensor;
● Fazer controle radiológico para verificar o posicionamento do cateter;
● Iniciar a infusão e administração de medicamentos somente após a certificação do
posicionamento do cateter, em consenso com o médico diarista e/ou plantonista;
● Retirar campos e paramentação;
● Higienizar as mãos;
● Preencher, carimbar e assinar o impresso do protocolo de PICC;
● Registrar o procedimento no impresso de controle de inserção de PICC e relatório
de enfermagem. Anotar o diâmetro, o comprimento e o tipo de cateter, além da
data e localização da inserção.

PARA CURATIVOS SUBSEQUENTES:


● Calçar luvas de procedimento;
● Abrir material estéril atentando para não contaminar;
● Retirar o curativo anterior com cuidado para evitar tração ou perda acidental do mesmo;
● Calçar luva estéril;
● Avaliar sítio de inserção do cateter, havendo sinais flogístico e/ou secreções, comunicar
o médico;

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● Proceder com limpeza do sítio de inserção do cateter com gaze embebida em clorexidina
alcoólica;
● Com gaze seca secar a região;
● Certificar-se da posição do cateter (se tracionado não reintroduzi-lo);
● Fechar o curativo com filme transparente;
● Retirar luvas e higienizar as mãos;
● Identificar curativo com data, horário e profissional;
● Proceder com checagens e anotações de enfermagem pertinentes;

PARA MANUTENÇÃO (FLUSH):


● Calçar luva de procedimentos;
● Conectar seringa de 10 ml com solução fisiológica na dupla via do cateter e proceder com
infusão de 1 a 2 ml em bolus;
● Retirar a seringa e fechar a via;
● Descartar materiais em local adequado;
● Proceder com checagens e anotações de enfermagem pertinentes;

RETIRADA DO CATETER:
● Calçar luvas de procedimentos;
● Remover a fixação do curativo;
● Observar a área de inserção do cateter;
● Tracionar o cateter exteriorizando-o lentamente;
● Fazer compressão no local com gaze;
● Realizar curativo fechado oclusivo com micropore e gaze;
● Medir comprimento do cateter retirado para comparar com a medida da inserção inicial;
● Desprezar materiais utilizados adequadamente;
● Proceder com checagens e anotações de enfermagem;
Recomendações e Precauções:
● Evitar administrar hemoconcentrados no cateter;
● Para inserção e retirada o enfermeiro deve sempre verificar com equipe médica a
indicação do mesmo;
● As veias preferenciais para punção são: veias basílicas direita e esquerda, veias cefálicas
direita e esquerda, veias medianas cubitais direita e esquerda, veias axilares direita e
esquerda, veias temporais direita e esquerda, veias retroauriculares direita e esquerda,
veias jugulares direita e esquerda e veias safenas direita e esquerda;
● O cateter deve ficar localizado na região de veia cava em terceiro espaço intercostal;

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● Preferencialmente o sítio de inserção do cateter deve ficar coberto com filme transparente
para fácil visualização;
● O cateter deve ser avaliado diariamente visando observar sinais de infecção;
● O flush deve ser realizado pelo menos uma vez por período, e caso necessário até de 4/4
horas de acordo com necessidade;
● Deve ser escolhido o calibre do cateter avaliando individualmente: rede venosa do
paciente (calibrosa, palpável, não sinuosa etc.) e para qual finalidade será usado o cateter
(antibioticoterapia, nutrição parenteral, hidratação venosa em alta vazão, etc.);
● O acompanhamento do cateter deve ser rigoroso para evitar perdas acidentais,
obstruções e outros;
● Em caso de desobstrução chamar imediatamente o enfermeiro;
● Não realizar pressão grande no cateter;
● Evitar molhar o curativo durante o banho e outros;
● Não utilizar seringas menores que 5 ml;
● Limitar o número de tentativas de punção durante a inserção em três;
● Evitar coleta de sangue pelo cateter.

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Referências:
SMELTZER; S.C; BARE, B.G. Brunner&Suddarth: Tratado de Enfermagem Médico-
Cirúrgica. 13ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
SWEARINGEN, Pamela L.; HOWARD, C. A. Atlas fotográfico de procedimentos de
enfermagem. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.
NETTINA, S. M. Prática de enfermagem. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2016.

Revisado por: Analisado por: Aprovado por:


Géssica Fernanda Colnago Géssica Fernanda Colnago
de Lima de Lima

Em:21/10/2019

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REFERÊNCIAS

Manual Procedimento Operacional Padrão

● www2.ebserh.gov.br/documents/17082/374045/POP_ENFERMAGEM.pdf/4134142
4-745e-45fb-8baa-ea9541523f39 Acesso em 17/09/2019

● SMELTZER; S.C; BARE, B.G. Brunner&Suddarth: Tratado de Enfermagem


Médico-Cirúrgica. 13ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.

● SWEARINGEN, Pamela L.; HOWARD, C. A. Atlas fotográfico de procedimentos


de enfermagem. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.

● NETTINA, S. M. Prática de enfermagem. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara


Koogan, 2016.

● ZERATI, Antonio Eduardo;WOLOSKER, Nelson et al. Cateteres venosos


totalmente implantáveis:histórico,técnica de implante e complicações. J
Vasc Bras. 2017Apr.-Jun.;16(2):128-139.

● Tavares LME.Terapia intravenosa utilizando cateter central de inserção


periférica.1 ed.São Paulo:Iatria/Saraiva.2016.p.160.

● CARMAGNANI, M. I. S. et al. Procedimento de enfermagem: guia prático. Rio de


Janeiro; Guanabara Koogan, 2009.

● MARRA, A.; MANGINE, C.; CARRARA, D. et al. Medidas de prevenção de

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infecção da corrente sanguínea. In: AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA
SANITÁRIA. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde.
Brasil: Brasília, 2013.

● SMELTZER; S.C; BARE, B.G. Brunner&Suddarth: Tratado de Enfermagem


Médico-Cirúrgica. 13ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2015.

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