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Respiração celular

Ciclo de Krebs, cadeia transportadora de elétrons e


fosforilação oxidativa

Dra. Thaís Duarte Bifano


Professora de Bioquímica
Roteiro de Aula

3.Fosforilação
oxidativa
acoplada ao
transporte de
elétrons.

2. CTE:
Reoxidação
das coenzimas
reduzidas na
presença de 1. Ciclo de Krebs:
O2.
Geração de
coenzimas reduzidas
como resultado da
oxidação de
carboidratos, lipídeos
e proteínas.
1ª Parte – Ciclo de Krebs
Os três estágios da respiração celular
Ciclo de
Krebs
Ou Ciclo do
Ácido Cítrico

Hans Adolf Krebs


Prêmio Nobel em 1953
Reação 1 – Condensação

Citrato
sintase
Acetil-CoA Oxalacetato Citrato
Reação 2 – Isomerisação (desidratação e
reidratação)

aconitase aconitase

Citrato cis-Aconitato Isocitrato


Reação 3 – Descarboxilação oxidativa

Isocitrato
desidorgenase

Isocitrato α-cetoglutarato
Reação 4 – Descarboxilação oxidativa

Complexo
α-cetoglutarato
desidrogenase
α-cetoglutarato Succinil-CoA
Reação 5 – Fosforilação ao nível de
substrato

Succinil-CoA
sintetase
Succinil-CoA Succinato
Reação 6 – Oxidação/desidrogenação

Succinato
desidrogenase

Succinato Fumarato
Reação 7 – Hidratação

Fumarase

Fumarato Malato
Reação 8 – Oxidação/desidrogenação

Malato
desidrogenase
Malato Oxalacetato
Produtos de uma rodada do ciclo do
ácido cítrico
Função anabólica do ciclo de Krebs
Regulação do Ciclo de Krebs

Piruvato
carboxilase Citrato
sintase

Isocitrato
Succinato desidrogenase
desidrogenase

Complexo α-cetoglutarato
desidrogenase
Ciclo do Glioxalato
Uma variação do ciclo de Krebs encontrado em plantas e bactérias

• O ciclo do glioxalato permite a síntese de glicose a partir de


acetil-CoA

• Ciclo do glioxalato oferece um meio para plantas e bactérias


crescerem em meios contendo unicamente acetato como fonte
de carbonos.

• Os passos de descarboxilação são evitados e um equivalente


acetato extra é utilizado

• Isocitrato liase e malato sintase são as enzimas chaves do


ciclo, ausentes em tecidos animais.

• O ciclo do glioxalato ocorre no glioxissomos.


Ciclo do Glioxalato

Glicose
Acetil-CoA

Citrato
Oxalacetato
sintase Citrato

Malato Aconitase
desidrogenase

Malato

Malato Isocitrato Isocitrato


sintase liase

Succinato
Glioxilato
Fumarase

Succinato
Fumarato desidrogenase
Estudo dirigido
1- O ciclo do ácido cítrico faz parte da respiração aeróbica, contudo, O 2, não é necessário para o
ciclo. Explique esse paradoxo.
2- Quais os principais produtos do ciclo de Krebs e quais são seus destinos?
3- Você esperaria que o ciclo do ácido cítrico fosse mais ou menos ativo quando uma célula
apresentasse uma elevada razão ATP/ADP e de NADH/NAD+? Justifique.
4- Explique por que a mitocôndria de uma célula hepática contém menos cristas do que a
mitocôndria de uma célula de músculo cardíaco?
2ª Parte – Cadeia transportadora de
elétrons (CTE)
Oxidação de coenzimas e síntese de ATP
Cadeia de transporte de elétrons
mitocondrial
NADH-Ubiquinona óxido-redutase – Complexo I
Succinato desidrogenase ou Succinato-
ubiquinona óxido-redutase – Complexo II
Citocromo bc1 ou ubiquinona-citocromo c óxido-
redutase – Complexo III
Citocromo c oxidase – Complexo IV
3ª Parte – Fosfoilação oxidativa
A energia derivada do transporte de elétrons é
convertida em uma força próton-motriz
A ATP sintase converte energia química em
mecânica

Matriz mitocondrial
Saldo final de moléculas de ATP

Mols de ATP
Etapa I II III I+II+III IV
formados
Coenzimas Produzidas 2 NADH 2 NADH 6 NADH 10 NADH 30 ATP 30
2 FADH2 2 FADH2 4 ATP 4
Fosforilação no
nível de subtrato 2 ATP 2 ATP 4 ATP 4
Total 38

I – Glicose a piruvato
II – 2 piruvato a 2 acetil-CoA
III – 2 acetil-CoA pelo ciclo de Krebs
IV – NADH e FADH2 pela CTE e fosforilação oxidativa
Inibidores da CTE
A transferência de elétrons pode ser bloqueada por inibidores específicos
Regulação da velocidade da cadeia respiratória e
da fosforilação oxidativa

•Depende principalmente dos níveis de substratos e produtos:


- Razão ATP/ADP
- Disponibilidade de NADH e FADH2

•Ação de proteínas desacopladoras

2,4-dinitrofenol
Estudo dirigido
1-Em mitocôndrias isoladas, o transporte de elétrons não ocorre na ausência de ADP e Pi, mesmo que
haja abundância de succinato para fornecer elétrons. Como se explica que mitocôndrias nessas condições
passam a transportar elétrons e consumir oxigênio se forem tratadas com DNP?
2- Se as mitocôndrias respirando ativamente são expostas a um inibidor de ATP sintase a cadeia
transportadora de elétrons cessa de operar. Por que isso acontece? Explique.
3- O desacoplador 2,4-dinitrofenol já foi prescrito como remédio de emagrecimento. Como esse agente
poderia, a princípio, auxiliar na perda de peso? Agentes desacopladores não são mais prescritos, porque
algumas mortes ocorreram após seu uso. Por que a ingestão de desacopladores pode levar à morte?
4- Quando dicicloexilcarbodi-imida (DCCD) é adicionada à suspenção de mitocôndrias firmemente
acopladas e respirando ativamente, a velocidade de transferência de elétrons (medida pelo consumo de
oxigênio) e de produção de ATP diminui drasticamente. Se uma solução de 2,4-dinitrofenol é agora
adicionada ao preparado, o consumo de oxigênio retorna ao normal, mas a produção de ATP permanece
inibida.
a) Qual é processo que é afetado pela DCCD: a transferência de elétrons ou a fosforilação oxidativa?
b) Por que a DCCD afeta o consumo de oxigênio nas mitocôndrias? Explique o efeito do 2,4-dinitrofenol no
preparado mitocondrial inibido.
c) Qual dos seguintes inibidores mais se assemelha à DCCD em sua ação: antimicina a, rotetona ou
oligomicina?
5- A rotenona inibe o fluxo de elétrons através do Complexo I. A antimicina A bloqueia o fluxo de elétrons
entre os citocromos b e c1 do Complexo III. O cianeto bloqueia o fluxo de elétrons através do Complexo IV
até o O2. Preveja o estado relativo de oxidação-redução de cada um dos seguintes componentes da
cadeia transportadora de elétrons tratadas com cada um dos seguintes inibidores: NAD+; complexo I,
coenzima Q, complexo III, complexo IV.