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RESUMO e EXERCÍCIOS

RESOLVIDOS DO CAPÍTULO I

Universidade Veiga de Almeida


Engenharia de Petróleo e Gás
Prof. Eduardo Radespiel, PhD
RESUMÃO
RESUMÃO

 Viscosidade da água @ CNTP: 1 cP = 0,001 Pa.s

 Massa Específica dos Óleos Crus: 50 a 60 lbm/ft3 (800 a 960 kg/m3)

 Ordem de Grandeza da Viscosidade dos Gases Naturais: 10-3 cP

 Ordem de Grandeza da Viscosidade dos Óleos (HC): 10-1 a 103 cP (função principalmente da composição)

 62,4 lbm/ft3 = 1000 kg/m3 (massa específica da água)

 0,433 psi/ft (gradiente hidrostático da água pura) → para que serve guardar este valor de cabeça???
Porque a partir deste valor você consegue calcular a hidrostática de qualquer líquido, basta saber a sua
densidade (d)... 𝑝 psi = 0,433 𝑥 𝑑 𝑥 𝐻 ft → 14,7 psi = 101,3 kPa = 1 atm → 0,3048 m = 1 ft

 1 pol (polegada) = 1 in (inch) = 1 ” ... 1 pé = 1 ft = 1 ’ ... 12 in = 1 ft


RESUMÃO

 Peso Específico Relativo

rw,SC = 62,4 lbm/ft3 = 1000 kg/m3


rar,SC = = 0,0767 lbm/ft3 = 1,225 kg/m3

 Massa Específica, Peso Específico e Viscosidades Dinâmica e Cinemática

𝑚 massa
𝜌 massa específica =
V volume
𝛾 peso específico = 𝜌 massa específica . g gravidade
[ Obs.: F = m . a → Peso = Massa . Gravidade → Peso Específico = Massa Específica . Gravidade → Por que
é tão difícil meter na cabeça que g = r . g ??? ]
𝜇 viscosidade dinâmica = 𝜌 massa específica . υ viscosidade cinemática
RESUMÃO
y
 Lei de Newton do Escoamento Dv

v
𝜕v v = constante
𝜏=μ → Lei de Newton da Viscosidade
𝜕𝑦 e
V=0
N. s kg m/s
Pa = Pa. s = 2 = (𝑆𝐼)
m m. s m

𝑓𝑎𝑡𝑟𝑖𝑡𝑜 ∆v v 𝑏 − v𝑎
𝜏= → 𝑓𝑎𝑡𝑟𝑖𝑡𝑜 = μ 𝐴𝑐𝑜𝑛𝑡𝑎𝑡𝑜 = μ 𝐴𝑐𝑜𝑛𝑡𝑎𝑡𝑜 → simplificação para pequenos ϵ
𝐴𝑐𝑜𝑛𝑡𝑎𝑡𝑜 𝜀 𝑏−𝑎

(considerando perfil de velocidade LINEAR)

Atenção:
𝐴𝑐𝑜𝑛𝑡𝑎𝑡𝑜 = 𝜋 𝑎 𝐿
v𝑎 = 𝜔 . 𝑎 (velocidade linear em "a")
v𝑏 = 𝜔 . 𝑏 (velocidade linear em "b")
RESUMÃO

 Movimento de Rotação de Corpo Rígido

v velocidade linear = 𝜛 velocidade angular 𝑟 distância

2 𝜋 𝑛 𝑅𝑃𝑀
𝜛 𝑠 −1 =
60

M torque = 𝐹 força aplicada 𝑟 distância


EXERCÍCIOS
b) Momento resistente: As forças
tensões atuando Solução:
na superfície
cisalhantes nasA camadas
velocidade
interna
deangular
e externa
óleo do do
eixomancal
vale:
lubrificante flutuante
externa (entreserão
a
respectivamente:
carcaça e o mancal flutuante) e interna (entre o mancal flutuante e o eixo):
A força de atrito na superfície externa do eixo será (F1): 2 𝜋 𝑛𝑒𝑖𝑥𝑜 𝑣1
𝜛𝑒𝑖𝑥𝑜 = =
𝜕𝑣 𝜛 60𝑒𝑖𝑥𝑜 𝐷1 −𝐷𝜛 𝜛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙
1ൗ𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷2 𝐷3 𝜇
𝜛𝑒𝑖𝑥𝑜 𝐷1 − 𝜛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷2 𝐹
𝜏 2 = 𝜏
𝑐𝑎𝑚𝑎𝑑𝑎 𝑐𝑎𝑚𝑎𝑑𝑎
𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎 = 𝜇
𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎 2 𝐴 = = 2 𝜇 2 𝜋 𝐷2 𝐿
𝐹1 = 𝜏𝑐𝑎𝑚𝑎𝑑𝑎 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎 𝐴1 = 𝜇 2 𝜋 𝐷1 𝐿 𝜕𝑦 𝐷2 − 𝐷 1 𝐷 4 − 𝐷3
𝑐𝑎𝑚𝑎𝑑𝑎 𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎
𝐷2 − 𝐷1
A velocidade angular de equilíbrio do mancal flutuante
𝜛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷3 𝜇 𝜛
𝐹 = 𝜏 será: 𝜕𝑣𝐴 = 𝜋 𝐷3𝐷𝐿1 − 𝜛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷2 𝜇
2 𝑒𝑖𝑥𝑜
Assim o momento resistente será: (F1.R1) 𝜏𝑐𝑎𝑚𝑎𝑑𝑎 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎 = 𝜇
3 𝑐𝑎𝑚𝑎𝑑𝑎 𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎 3
𝐷4 − 𝐷3 =
𝜕𝑦 𝑐𝑎𝑚𝑎𝑑𝑎 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎
𝐷2 − 𝐷1
2 𝜋 𝑛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝑣2 𝑣3
𝜛𝑒𝑖𝑥𝑜 𝐷1 − 𝜛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷2 𝐷Os
1 torques relativos 𝜛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙
a estas= forças estão em = equilíbrio = (wmancal = constante):
𝑀𝑟𝑒𝑠𝑖𝑠𝑡𝑒𝑛𝑡𝑒 = 𝜇 2 𝜋 𝐷1 𝐿 60 𝐷2ൗ 𝐷3ൗ
𝐷2 − 𝐷1 2 2 2
𝐷2 𝐷3
෍ 𝑀 = 𝐹2 − 𝐹3 =0
𝑛𝑒𝑖𝑥𝑜 𝐷1 − 𝑛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷2 2 𝜋 2 2 2
𝑀𝑟𝑒𝑠𝑖𝑠𝑡𝑒𝑛𝑡𝑒 = 𝜋 𝜇 𝐿 𝐷1
𝐷 2 − 𝐷 1 60
𝐷2 3 𝐷3 3 𝜛𝑒𝑖𝑥𝑜 𝐷1 𝐷2 2
𝜛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 + =
𝐷2 −𝜋𝐷 21
𝜇 𝐿 𝐷𝐷4 1−2𝐷3𝑛𝑒𝑖𝑥𝑜 𝐷1 − 𝐷2𝑛− 𝐷1 𝐷
𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 2
𝑀𝑟𝑒𝑠𝑖𝑠𝑡𝑒𝑛𝑡𝑒 =
30 𝐷2 − 𝐷1
Então, 𝐷 2 − 𝐷 1
𝜛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷2 3 + 𝐷3 3 = 𝜛𝑒𝑖𝑥𝑜 𝐷1 𝐷2 2
𝜋2 𝐷4𝑁𝑠 − 𝐷3 120.000 12 − 40.533 12,05
𝐷2 𝑀𝑟𝑒𝑠𝑖𝑠𝑡𝑒𝑛𝑡𝑒
𝐷3 𝜛=𝑒𝑖𝑥𝑜 𝐷18𝑥10
− 𝜛−3 𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷0,02 2 𝑚 0,012 𝑚 𝐷
22 𝜛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷3 𝜇 𝐷3 𝑠 −1 = 0,14 Nm
𝐹2 − 𝐹3 = 30 𝑚 2 𝜇 2 𝜋 𝐷2 𝐿 − 2
12,05 − 12 3 𝜋 𝐷 𝐿 =0
2 2 𝐷2 − 𝐷𝐷 1 2 − 𝐷1 2 𝐷4 − 𝐷3 2
𝑛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷2 3 + 𝐷3 3 = 𝑛𝑒𝑖𝑥𝑜 𝐷1 𝐷2 2
Nota: repare que a tensão 𝐷 − 𝐷
4cisalhante
3 é constante (gradiente e viscosidade são constantes). No entanto, F1 é diferente
O gradiente
Cujade velocidade
única incógnita wmancal: de óleo lubrificante interna
naécamada externa (entre
(entre oa mancal
carcaça e o mancal
flutuante e oflutuante):
eixo):
de F2 pois as áreas A1 e A2 são diferentes.
a) Rotação do mancal flutuante:
𝜛 𝑒𝑖𝑥𝑜 𝐷 1 − 𝜛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷 𝜛𝜛𝑒𝑖𝑥𝑜 𝜛 1ൗ𝐷3ൗ− 𝐷
𝐷𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙
𝜛3𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙
𝐷2ൗ
𝜕𝑣 −3𝑣2 2 𝐷
𝑣1 𝑣 2
2
𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙
− 2 2 𝜛
𝐷 2
=
𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙
3 0𝐷32 𝜛𝑒𝑖𝑥𝑜 𝐷1 − 𝜛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 𝐷2
𝐷 ≈− 𝐷 𝑛=
= 𝐷 𝐷 𝐷 2 − 𝐷 = 120.000 𝑅𝑃𝑀= 12 12,05 2
𝜕𝑦 2 𝐷24 − 𝐷13 𝑒𝑖𝑥𝑜 1𝐷4 −
1 2 𝐷3𝐷2 − 𝐷1 𝐷4 − 𝐷3
4 3 𝐷 − 𝐷1 = 40.533 RPM
𝑛𝑚𝑎𝑛𝑐𝑎𝑙 =2
𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎
𝑐𝑎𝑚𝑎𝑑𝑎 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎
2 = 2
2 𝐷 − 𝐷 2 12,05 − 12
𝐷2 3 + 𝐷3 3 2 1
12,05 3 + 15,05 3
𝐷4 − 𝐷3 15,1 − 15,05
EXERCÍCIOS

Solução: Supondo que o cilindro esteja subindo a tubulação (fa para baixo, contrária ao
movimento), considerando velocidade constante, o balanço de forças ao longo da direção
longitudinal da tubulação será (descendo positivo):

𝐹2 + 𝑓𝑎 + 𝑊 𝑠𝑒𝑛 30𝑜 = 𝐹1

EAssim:
Pela
a massa
Lei deespecífica
Newton do doescoamento
cilindro será:e simplificando o gradiente de velocidade (assumindo linearidade):

𝐺 𝜕v 3950 𝑁 𝜋2𝐷v𝐶
𝑓𝑎 = 𝜏𝑝𝐺1ൗ − 𝑝42 𝐴=−
𝐴𝐴𝑔𝑙𝑎𝑡𝑒𝑟𝑎𝑙 𝜇𝑊𝐴 𝑠𝑒𝑛 4 𝑜 ==𝜇 𝑝𝜋
30 1 −
2𝐷 𝑝𝐿
2 − 𝑊 𝑠𝑒𝑛 30𝑜
𝑔 𝑙𝑎𝑡𝑒𝑟𝑎𝑙
𝜕𝑟10 𝑚/𝑠 𝑐
𝐷=𝑡 4
− 𝐷𝑐 𝑘𝑔/𝑚3
𝜌𝑐 = = 2 = 2
10.987
𝑉𝑐 𝜋 𝐷𝑐 𝐿 𝜋 0,5 𝑚 0,183 𝑚
Logo, 𝜋 1
𝑓𝑎 = 50 − 40 𝑘𝑃𝑎 0,5 𝑚2 − 3950 𝑁 = −11,5 𝑁
4 2
𝑓𝑎 𝐷𝑡 − 𝐷𝑐 11,5 𝑁 0,501 − 0,5 𝑚
𝐿= = = 0,183 𝑚
Portanto,
2 v 𝜇o 𝜋cilindro
𝐷𝑐 está descendo. 𝑁𝑠
2 2 𝑚/𝑠 0,01 2 𝜋 0,5 𝑚
𝑚
EXERCÍCIOS

Como na configuração de equilíbrio final Solução:


(cilindro externo
Nitidamente
girando
o cilindro
a “n” RPM
externo
e o fio
está
resistindo
em equilíbrio
a um com
torque
o interno
de Mfio)em
o
cilindro interno está parado, os perfis de termos
velocidades
de momento
correspondendo
devido àasrotação
faces do
constante.
cilindro interno
Portanto,
serão:
a força F2 atuando
𝜕𝑣 𝑣3 na superfície do cilindro interno (atuando faces interna e externa ao longo de
≈ todo perímetro de raio R2 na altura h) resulta do somatório dos momentos em
𝜕𝑦 𝑓𝑎𝑐𝑒 𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎 𝑅3 − 𝑅2
torno do eixo de simetria:
𝜕𝑣 𝑣1

𝜕𝑦 𝑅2 − 𝑅1 ෍ 𝑀 = 𝑀𝑓𝑖𝑜 − 𝐹2 𝑅2 = 0
𝑓𝑎𝑐𝑒 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎

𝑀𝑓𝑖𝑜
Logo, substituindo em (2): 1 𝐹2 =
𝑀𝑓𝑖𝑜 𝑅2
𝑣3 𝑣1
𝐹2 = =𝜇 + 2 𝜋 𝑅2 ℎ
𝑅2 𝑅3 − 𝑅2 𝑅2 − 𝑅1 E também, a força F2 é produzida pela tensão cisalhante do fluido:
𝜕𝑣
Assim, 𝐹 2 = 𝜏 𝐴 𝑎𝑡𝑢𝑎çã𝑜 𝐹2 = 𝜇 2 2 𝜋 𝑅2 ℎ
𝜕𝑦
𝑀𝑓𝑖𝑜 𝑀𝑓𝑖𝑜
3 ℎ= =
𝑣3 𝑣1 𝜔 𝑅 (1): 𝜔 𝑅1
𝑅2 𝜇 + Igualando
2 𝜋 𝑅2 a 𝑅 2 𝜈 𝜌 acima3 a +
equação 2 𝜋 𝑅2
𝑅3 − 𝑅2 𝑅2 − 𝑅1 𝑅3 − 𝑅2 𝑅2 − 𝑅1
𝑀𝑓𝑖𝑜 𝜕𝑣 𝜕𝑣
2 𝐹2 = =𝜇 + 2 𝜋 𝑅2 ℎ
Logo, 𝑅2 𝜕𝑦 𝑓𝑎𝑐𝑒 𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎 𝜕𝑦 𝑓𝑎𝑐𝑒 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑛𝑎
𝑀𝑓𝑖𝑜 15 𝑀𝑓𝑖𝑜
ℎ= =
2𝜋𝑛 𝑅3 𝑅3
𝑅1 Onde o gradiente2 de 2velocidade é avaliado 𝑅1
𝑅2 𝜈 𝜌 + 2 𝜋 𝑅2 𝜋 𝑅2 𝜈 𝜌 𝑛 + assumindo linearidade do perfil e
60 𝑅3 − 𝑅2 𝑅2 − 𝑅1pela rotação do cilindro externo:𝑅3 − 𝑅2 𝑅2 − 𝑅1
15 10 𝑁𝑚 2 𝜋 𝑛 𝑅𝑃𝑀 𝑣1 𝑣3
ℎ= 𝜛 = = 0,035 𝑚
2 2 −4 𝑚 2 𝑘𝑔 60 30,1 𝑅1 =29,9
=
𝑅
𝜋 0,3 𝑚 10 800 3 100/𝑠 + 3
𝑠 𝑚 30,1 − 30 30 − 29,9
EXERCÍCIOS

Solução: o balanço de momentos aplicados nos discos


fornece:
෍ 𝑀 = 𝑇 − 𝑇𝑎

= 0 (velocidades angulares constantes)

Assim, como a tensão cisalhante é função da posição


radial:
𝜕v
𝑇 − 𝜏𝑎 𝑟 𝑑𝐴 = 0 → 𝑇 − 𝜇 𝑟 𝑑𝐴 = 0
2𝜇𝜋 𝑟4
𝑅
𝜇𝜋 𝑅4 𝜋 𝜇 ∆𝜔 𝑅4 𝜕𝑧
𝑇− 𝜔𝑖 − 𝜔𝑜 → 𝜔𝑖 − 𝜔𝑜 =𝑇 → 𝑇= 𝜔𝑖 𝑟 − 𝜔𝑜 𝑟
𝑎 4 𝑎 2 2𝑎 𝑇−𝜇 𝑟 2 𝜋 𝑑𝑟 = 0
0 𝑎

Repare que a potência consumida no disco motriz será: Integrando de 0 a R:


𝑃 = 𝑇 𝜔𝑖 𝑅
𝜔𝑖 𝑟 − 𝜔𝑜 𝑟
𝑇−න 𝜇 𝑟 2 𝜋 𝑟 𝑑𝑟 = 0
0 𝑎
𝜋 𝜇 𝜔𝑜 ∆𝜔 𝑅 4
Ao passo que a potência transmitida ao disco movido será: 𝑃 = 𝑇 𝜔𝑜 → 𝑃=
2𝑎
EXERCÍCIOS
E o momento
Solução: o problema
resistente
se resume
diferencial,
a analisar a tensão cisalhante
Como, atuando na parede lateral da peça tronco-cônica e, através da
𝑑𝑀𝑌 𝑟 𝑥 = da
integração mesma ao longo de𝑌toda a𝑎área
𝑟 𝑑𝑓 sin 𝛼 − 𝑌 obter-se a
lateral,
𝑅1 = 𝑎 − + 0 tan𝑎𝛼 = 𝑎 tan 𝛼 − =
força
sin 𝛼 de atrito, cujo momento resistente
cos 𝛼 produzido
cos 𝛼 pela mesma
𝑌
corresponde ao momento que deverá estar 𝑌 equilibrado
𝑎 + 𝑏 sinao 𝛼 −𝑌
momento
𝑅2 = 𝑎 − + 𝑏 tan 𝛼 = 𝑎 + 𝑏 tan 𝛼 − =
sin 𝛼 aplicado ao eixo. Repare que a velocidade
motor
Então, cos 𝛼 cosem
linear 𝛼 qualquer
ponto na superfície lateral da peça valerá:
Então, (2 pontos) 𝜕𝑣𝜃 𝑥 2𝜋𝑟
𝑑𝑀 𝑟 𝑥
𝑣𝜃 𝑟 = 𝜔 𝑟 = 𝑟 𝑑𝑓 𝑎 = 𝑟 𝜏 𝑥 𝑑𝐴 𝑥 = 𝑟 𝜇 𝑑𝑥
4
𝜕𝑦 cos 𝛼
𝜇𝜔𝜋 𝑎 + 𝑏 sin 𝛼 − 𝑌𝑌 𝑎 sin3 𝛼 − 𝑌 4
𝑇 = 𝑀𝑟 = Repare no subscrito 𝜔cos 𝛼
𝑎”q” − + 𝑥 que
− que significa tana
3
𝛼 2 𝜋 linear se
velocidade
2 𝑌 sin 𝛼 sin 𝛼 cos 𝛼
𝑑𝑀 𝑟 𝑥 = 𝜇
refere à direção tangencial (para 𝑑𝑥 Repare
𝑌 fora do plano docos desenho).
𝛼
também que: x = 0 → r = [ a – ( Y / sin a ) ] tan a e x = b → r = { [ a – (
Repare que considerando Y desprezível,
/ sin a )a]substituição
YFazendo + b } tan a. Assim,
de variáveis (“x” por “r”),
𝜇𝜔𝜋 𝑎 + 𝑏 4 − 𝑎4 tan4 𝛼 𝑌 𝜇 𝜔 𝜋 𝑎 + 𝑏 4 − 𝑎4 tan3 𝛼
𝑇= 𝑣 𝑥 sin 𝑌 =
𝑟 𝜃2=𝑌 𝑎=−𝜔
𝛼 𝑎 − sin + 𝑥𝛼 tan+𝛼𝑥 tan2𝛼𝑌 cos 𝛼
sin 𝛼
𝑑𝑟 = tan 𝛼 𝑑𝑥
Assumindo perfil de velocidades linear na folga “Y”, a tensão
cisalhante atuando
𝜔 𝑟 3 na parede
2 𝜋 lateral
𝑑𝑟 da peça tronco-cônica será (no
𝑑𝑀 𝑟 𝑥 =
desenho 𝜇
abaixo, as retas paralelas são na verdade arcos com
𝑌 cos 𝛼 tan 𝛼
O momento resistente será a integração dos
Integrando, comprimento diferencial):
momentos diferenciais resultantes das forças de
atrito diferenciais
𝑅2
𝜔 𝑟 3atuando
2 𝜋 na parede
𝑑𝑟 lateral.
𝑀 𝑟 = no
Note න primeiro
𝜇 desenho: a integração será 𝑌
𝑅 𝑌 cos 𝛼 tan 𝛼 𝜕𝑣𝜃 𝑥 𝜔 𝑎− + 𝑥 tan 𝛼
executada na direção “z” ( dz = dx / cos
1 a ). Neste sin 𝛼
𝜔 2 𝜋 1 𝑟 4
𝜇𝜔𝜋 𝜏 𝑥 =𝜇 =𝜇
𝑀caso=a área
𝜇 diferencial será: = 𝑅24 − 𝑅14 𝜕𝑦 𝑌
𝑟
𝑌 cos 𝛼 tan 𝛼 4 2 𝑌 sin 𝛼
2𝜋𝑟
𝑑𝐴 𝑥 = 2 𝜋 𝑟 𝑑𝑧 = 𝑑𝑥
cos 𝛼