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UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO

ASSESSORIA DE JORNALISMO

ALAN PATRICK SILVA LINDOSO

Resenha: Relacionamento assessor/assesorado: entre tapas e beijos

O texto “assessor/assesorado: entre tapas e beijos” faz parte da


coletânea de artigos que compõem o livro Assessoria de Imprensa e Relacionamento
com a Mídia, que mostra de forma simples e didática a relação entre os jornalistas, as
instituições e a mídia, apresentando ao leitor uma face que muitas vezes não é percebida
e respeitada nesse meio. O presente texto traz questões importantes que analisam de que
forma se dá a relação entre o assessor e o assessorado, destacando suas funções, direitos
e deveres que devem ser mantidos a fim de que haja uma relação saudável e
profissional.
O texto inicia, de forma até humorada, fazendo a analogia do
relacionamento entre assessor e assessorado com o casamento. Apesar da brincadeira, a
análise da situação é válida: a relação entre ambos é marcada por altos e baixos, mas
sempre deve estar baseada na confiança e transparência, como é dito ao longo do texto.

O autor destaca dois aspectos essenciais que devem ser levados em conta no
relacionamento do assessor de imprensa e o seu cliente: a natureza da instituição e o
dirigente dela. É de extrema importância que haja uma correlação entre uma boa
instituição e um bom dirigente, pois isso facilitará o trabalho do assessor e a imagem
que será veiculada na mídia. Mas, claro, sempre respeitando os critérios jornalísticos de
interesse de notícias, pois tanto o trabalho do assessor quanto a imagem do assessorado
são prejudicados no momento em que há a tentativa de forçar situações para que sejam
colocadas na mídia.

Para o assessor, também é importante observar como se comporta o dirigente da


instituição a que presta serviços, pois é a partir dele que seu futuro profissional pode ser
garantido ou interrompido. Por isso, é dever o assessor de imprensa sempre se adequar
às situações e pessoas para quem presta serviço.
Por fim, ao analisar o texto e as questões abordadas, uma única palavra pode
definir a relação entre os dois profissionais: consciência. Ela é a base para um bom
relacionamento, pois o assessor deve estar consciente dos interesses do seu cliente e
atendê-los à medida em que for possível e ético, ao mesmo tempo em que o assessorado
deve estar consciente dos limites que são colocados no trabalho do seu assessor e dos
jornalistas que são alvo dos interesses de divulgação das suas informações.